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Abaixo a crueldade

21 de outubro de 2015 5

 

Na escadaria da Catedral de Blumenau, às 14h30m; mais tarde, às 15h30m, em frente à prefeitura e às 16h30m defronte ao Teatro Carlos Gomes.
Eis os locais e horários onde a Associação de Proteção Animal de Blumenau (Aprablu) fará manifestações nesta sexta-feira, 23, lançando sua nova campanha: “Foie gras, não engulo essa ideia”.
Para quem não se liga ao nome, o tal foie gras é o órgão doente de um ganso ou de um pato, engordado de maneira forçada várias vezes por dia com um tubo de metal de 20 a 30 centímetros enfiado na garganta até o estômago.

Comentários (5)

  • luiz diz: 22 de outubro de 2015

    Mis uma campanha inocua de quem não tem o que fazer, se vc pesquisar mais de 99% nem sabe o que é isto. A maioria nem tem condições financeiras de degustar isto, que sinceramente acho uma coisa sem graça, como grande parte da colunaria alemã, ou alguém vai dizer que chucrute é algo interessante sob o ponto de vista culinário. Dai-me paciência senhor, quanta besteira.

  • Eduardo diz: 22 de outubro de 2015

    O certo seria enfiar esse tubo no rabo de quem comete esse crime.

  • Michel diz: 24 de outubro de 2015

    Ou melhor ainda, enfiar na boca de quem comete impropérios desmedidos mas que deixa de lado tudo aquilo que realmente poderia promover mudanças mais salutares em nossas vidas e nas dos animais !

  • Ronald diz: 25 de outubro de 2015

    A França é famosa pela produção, mas certamente estamos diante de um assunto de alguns milênios. Falta de inteligência e excesso de prepotência são uma razoável explicação para isto. Quando aparece e é consumido aqui, é certamente modismo de um pessoal que não sabe como aparecer.

  • Cidadão Comum diz: 26 de outubro de 2015

    Enquanto isso muito próximo daqui em Itajai e bem na nossa cara, em menos de 15 dias 02 crianças são abandonadas e uma delas ainda sendo utilizada como moeda de troca para obtenção de drogas .
    Oxalá tivéssemos bom senso e coragem para encarar os problemas que realmente afligem nosso povo e o país para depois e então dispensarmos tempo para as causas bem menores.

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