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O que pode e o que não pode

19 de janeiro de 2016 4

Taxistas da cidade de São Paulo terão que se adaptar às novas exigências da prefeitura caso queiram continuar na profissão. Algumas óbvias – barba e cabelo em ordem, evitar odores de suor, não falar palavrões -, outras um tantinho exageradas, embora de bom gosto – traje social ou esporte fino.

Até aí, tudo bem, mas autoridade que é autoridade, ainda mais com propensão autoritária, tem que estragar a boa intenção determinando os assuntos que o taxista deve que evitar: futebol, política, religião, comportamento pessoal e problemas da categoria.
O nome disso é censura, não é não?

Autoridade política que impõe o que pode e o que não pode ser conversado é algo assustador. Políticos adoram ditar regras. Para os outros. Se a gente tivesse voz e eles ouvidos para nós, estabeleceríamos uma que é a mais óbvia de todas: políticos estão proibidos de meter a mão no tesouro público. Mais: não pode roubar nem deixar roubar.

Alguns estão nem aí para uma regrinha simples assim.

Comentários (4)

  • Conrado diz: 20 de janeiro de 2016

    Olá Valther
    Gosto por demais de seus comentários e os acompanho diarimente.
    Hoje mais um assunto interessante que é referente ao comportamento e modos dos taxistas.
    Esta regra não deveria ser restrita à São Paulo e sim para todo o Brasil.
    Com referencia aos nossos políticos fica aqui uma sugestão:
    Que tal nossa imprensa passar a divulgar sòmente os que não estão envolvidos em roubos e falcatruas ?
    Poderia ser usado uma folha de papel bem pequena que com certeza sobraria muito espaço.

  • Ronald diz: 21 de janeiro de 2016

    Educação é fundamental. Mas quando o Estado determina o que deve e o que não deve ser dito, então temos a impressão que o barco de fato afundou. Totalitarismo a espreita!

  • carlos r diz: 21 de janeiro de 2016

    Proibições esdrúxulas existem por algum motivo… Aposto 5 pila que tinha taxista distribuindo panfletos de igrejas evangélicas e pessoas de outras religiões enviaram queixa à prefeitura. Acho justo proibir, mas da uma sensação de opressão quando um poder interfere em coisa banal.

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