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Nem tudo é isso aí

17 de março de 2016 8

A presidência da República teve pelo menos um inquilino que serve como exemplo de probidade para a nação. Itamar Franco é o nome dele. Em outubro de 1992 afastou o ministro Chefe da Casa Civil, seu amigo também mineiro Henrique Hargreaves, acusado na CPI dos Anões. Só o readmitiu em novembro de 1993 quando ficou inteiramente comprovado que Hargreaves havia sido acusado injustamente.
Pena que o fato esteja na prateleira do esquecimento deste Brasil sem memória. Desperdiça-se um ótimo exemplo de ética republicana.

Comentários (8)

  • Raio X diz: 18 de março de 2016

    E ainda os asseclas detentores do poder reclamam das escutas telefonicas devidamente autorizadas por ordem judicial, e fazem muito pior conosco, pois os bancos devem informar aos “departamentos de controle” toda vez que tivermos debitos na nossa conta corrente de valores iguais ou acima de R$ 2.000,00 ao mes. Pelo que me consta isto tambem viola o meu direito ao sigilo, pois DILMA nem juiza eh.

  • Ottmar diz: 18 de março de 2016

    E foi atacado pelo tapetinho da Lilian….

  • Cidadão Comum diz: 18 de março de 2016

    “Golpe” o governo já deu no país e povo agora finalmente acorda e mostra para essas quadrilhas no poder que a nação e sua gente é maior do que esses projetos escusos de perpetuação de poder, notadamente alicerçados em mentiras e desrespeito à Constituição Federal, à ordem e a Justiça.
    A sociedade agora só está a demonstrar que não compactua com tanta sujeira e o resultado será um Brasil maior e mais progressista que essas máfias queriam sufocar e que não conseguirão !

  • Ronald diz: 18 de março de 2016

    Entre tantas outras coisas! Notoriamente são ditas e repedidas as coisas que atendem o desejo de poder. Se estas são verdades, meias-verdades ou mentiras é o que pouco importa. Também pouco importa o que a sociedade efetivamente pensa. O importante é que se tenha um entorpecente qualquer que atenda as expectativas de poder.

  • Michel diz: 19 de março de 2016

    A Av. Paulista que se tornou o termômetro da vontade popular registrou ontem (em plena sexta-feira e em horário comercial) em torno de apenas 80 mil participantes pró-governo, número este infinitamente inferior ao registrado no dia 13 (domingo) quando os realmente cidadãos-trabalhadores espontaneamente compareceram neste mesmo local em número próximo aos 2 MILHÕES para dizer NÃO a toda essa corrupção e desmandos.
    Em todo o país a relação da população trabalhadora a favor do impeachment é de 20 para cada 01 dos apoiadores-patrocinados do governo, o que deixa muito evidente a vontade popular.
    Que daqui pra frente os legisladores realmente trabalhem pois o estrago precisa ser consertado e o país precisa voltar a andar.
    Estamos de olho. E muito bem abertos !

  • CAMILA DE SOUZA diz: 21 de março de 2016

    A falta de educação não tem mais rosto mesmo.
    Não tem mais idade nem classe social.
    Ao andar de bicicleta no Parque Ramiro domingo pela manhã, duas senhoras distintas andavam pela pista que não era dos pedestres e está bem sinalizada.
    Ao passar por elas, avisei que a pista delas era a pista ao lado.
    Surpreendi-me ao levar uma “xingada” e me mandaram “tomar naquele lugar”.
    Mostraram falta de educação em dobro : além de estarem erradas, correndo o risco de serem atropeladas, ainda foram mal educadas.
    O povo brasileiro ainda tem muito que aprender com relação à educação.
    POVO MAL EDUCADO TEM O QUE MERECE !

  • CARLOS diz: 21 de março de 2016

    No mesmo dia em que acelerava a edição do Diário Oficial de forma a garantir a nomeação de Lula como ministro da Casa Civil, Dilmá assinava decreto que transferia nada menos do que 40 bilhões do PAC para esta mesma pasta, numa clara demonstração da intenção de compra de opositores e criação de mais uma rota de desvios de dinheiro do povo.
    Depois do Mensalão e Petrolão vem ai agora o Pacão. STF neles !!

  • Miguel José Teixeira diz: 22 de março de 2016

    Consta que “em 1966 o presidente Castelo Branco leu nos jornais que seu irmão, funcionário com cargo na Receita Federal, ganhara um carro Aero-Willys, agradecimento dos colegas funcionários pela ajuda que dera na lei que organizava a carreira.
    O presidente telefonou mandando que ele devolvesse o carro.
    O irmão argumentou que se devolvesse ficava desmoralizado em seu cargo.
    O presidente Castelo Branco interrompeu-o dizendo:
    - “Meu irmão, afastado do cargo você já está! Estou decidindo agora se você vai preso ou não”.

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