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Pra todo lado

08 de abril de 2016 3

O Brasil não tem medidas. Impeachment – aliás, porque o termo em inglês? – deveria ser algo extraordinário, um mecanismo extremo. Aqui é corriqueiro. Todos os presidentes deste recente período democrático foram alvos de pedidos, às dezenas. Tentaram até com Itamar Franco, o presidente que arrumou a economia agora desarrumada. Escreveu, não leu, impeachment nele! Atualmente estão na mira a presidente, o vice-presidente (?) e até um ministro do Supremo. De extraordinário passou a ordinário. Como quase tudo na política.

Comentários (3)

  • Raio X diz: 8 de abril de 2016

    Enquanto praticamente todos os politicos cuidam do seu umbigo por onde andam os projetos e propostas da nossa cidade?, do nosso estado?. Parece que todos querem “se ajeitar” e o povo que se dane. Felizmente este ano podemos iniciar com o nosso voto uma nova faze local e em dois anos depurarmos tambem em nivel estadual e federal. Que tal trocarmos tudo? Chega de “enrolaceira”.

  • Michel diz: 8 de abril de 2016

    O impedimento ou “impeachment” é um recurso legal e previsto na Constituição Federal e portanto a intensidade de utilização do mesmo está muito mais ligada ao fato de que temos um excesso de figuras execráveis na vida público do que a vontade de banalizar tal recurso. E vale a pena esclarecer que quem solicitou o impedimento de Itamar em 1994 foi o partido de sua preferência, que sempre infernizou a vida de presidentes como Itamar ou FHC e que agora chama de “golpe” esse mesmo recurso.
    Funcionário ou dirigentes de empresas privadas ao não serem competentes o necessário acabam levando um chute no traseiro e ganhando a porta da rua de forma rápida e sem delongas.
    Por que então defender a perpetuação da incapacidade ou corruptibilidade quando se trata da coisa pública ?

  • Conrado diz: 11 de abril de 2016

    Muito bem citados e oportunos os comentários do Raio X e do Michel.
    Concordo perfeitamente com eles

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