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Artesãos

25 de maio de 2012 1

Alguns estranham tudo aquilo que foge de seus padrões convencionais. E nada mais inconvencional, em Blumenau, que os artesãos da calçada do Teatro Carlos Gomes. Para os que olham de lado aquela rapaziada, saibam que só diferem da maioria na aparência e na atitude. Em tudo mais, são gente como toda gente.

Hábeis em seu ofício, que na verdade é arte. O que produzem e vendem exige dedicação e longo aprendizado, creiam.

Vez em quando paro lá, para um papo. São pessoas de fino trato, a conversa sempre é interessante. Meu interlocutor mais frequente é o Lagarto, que aparece na foto em primeiro plano. Roqueiro - faz parte de uma banda -, tatuador e, claro, hábil artesão. Mora em casa própria, paga IPTU, leva os filhos à escola, como qualquer cidadão convencional.

- O fato de nos vestirmos como nos vestimos e ganhar a vida como ganhamos não deveria causar estranheza às pessoas. É uma opção. Respeitamos todo mundo, só pedimos respeito. Paz e amor é tudo de bom.

Aquela rapaziada mantêm aquela calçada limpa, juntando inclusive o lixo que os "convencionais" jogam no chão.

Inconvencionais, mas nem tanto.

(Foto: Valther Ostermann)

 

Vai cair nesta?

25 de maio de 2012 5

A " pirâmide" financeira, aquele engodo que promete deixar os integrantes milionários da noite para o dia, já fez muito estrago entre os ingênuos e/ou gananciosos.

Vocês certamente conhecem ou ouviram falar: há uma lista de nomes, você manda uma grana para o primeiro nome, o elimina da lista e põe seu próprio nome em último, envia a lista  para dez amigos.  Quando seu nome subir para primeiro, dá-se o milagre, você receberá dinheiro que não acaba.

É fria, é mico, os que começam a pirâmide até faturam um pouco, mas quando alguém ganha, alguém tem que perder. E muitos perdem.

Puxei o assunto porque julgava que a febre das pirâmides havia passado. Pois não passou. Esta semana chegou-me uma, por e-mail, o modus operandi de sempre, a mesma baboseira, convidando-me a enriquecer sem fazer força. A primeira frase do e-mail já revelava a intenção: "Isto não é uma pirâmide".

Claro que é. Só é.

Será que ainda há otários, digo, ingênuos que caem nisto?



Sufoco

24 de maio de 2012 4

Olha aí uma carreta se espremendo e espremendo os outros no Morro da Companhia, deixando claro que aquela via não é apropriada para o trânsito pesado ou de grandes volumes.

Mas vale lembrar que não é problema de fácil solução. Se não for por ali, onde o bom senso recomenda que não seja, por onde poderá ser sem tumultuar ainda mais o tumultuado trânsito da cidade?

(Foto: Jaime Batista da Silva/Especial)



Palavras têm poder

23 de maio de 2012 2

Amigos que me honram com seus comentários sobre os assuntos abordados aqui, não se esqueçam que as palavras escritas são iguais às faladas: uma vez pronunciadas, não retornam.

Às vezes, no pico de uma discordância, temos o impulso de ser duros com as pessoas. Corremos o risco de deixar de lado os argumentos e partir para o xingamento. Quando sucumbimos, nos arrependemos, depois, quando a cabeça esfria. E aí lamentamos não ter mantido a elegância, o respeito e a  cordialidade.

A sugestão, se me permitem sugerir, é contar até dez. Até cem, se necessário. E não nos levarmos muito a sério, até porque com bom humor a gente anda mais leve.

Blumenau tem onde ir

23 de maio de 2012 2

"Valther, estou anexando fotografia de passeio realizado pela Darius Turismo à região Norte de Blumenau no último domingo com um grupo de 29 pessoas. À exceção de um casal de São Paulo, que ficou sabendo do passeio na última hora, as demais eram blumenauenses. O passeio foi um sucesso e ficou claro para todos que, com um pouco de curiosidade e iniciativa há, sim, o que fazer em Blumenau.

Iniciamos o passeio no “Stadtplatz”, no Mausoléu Dr. Blumenau, que existe há quase 40 anos, e muitos ainda não haviam estado lá. De lá partimos para o interior e percorremos 150 km em estradas de terra. Existe uma Blumenau semi-agreste, pouco conhecida e muito bela. Cicloturistas, motociclistas e jipeiros estão, à exceção dos moradores, entre os poucos que a conhecem.

Escolhemos o local da foto propositalmente, devido à recente polêmica, para demonstrar que esta já se consolidou como atrativo. Especialmente nos finais de semana, sempre há carros parados no local e pessoas fazendo fotografias. Mais do que a Kasulke, quem ganhou com aquela iniciativa foi a cidade. Um abraço e parabéns pelo seu trabalho.

Wieland Lickfeld"

Cada coisa em seu lugar

22 de maio de 2012 38

Há quem diga que é arte, há que considere pichação,  vai do senso estético de cada um.

Numa tela, tudo bem, mas quando é feita em logradouros da cidade, sem autorização, não tem como, nem tem desculpa: é pichação mesmo.

Ou não?

(Fotos: Alvino Silva)

Sistema cortante

22 de maio de 2012 5

A leitora sugere um equipamento que certamente daria certo no Brasil:

"Com a mudança do trânsito em Blumenau, muitas ruas foram alteradas para mão única, sendo que o brasileiro/blumenauense sempre dá um jeitinho de sair na contramão, inclusive motoqueiros.

Vi este sistema  nos Estados Unidos: quem entra na contramão tem os pneus furados automaticamente, e quem faz o sentido correto o sistema abaixa com o peso do carro, que passa sem nenhum dano. Quel tal?

Monica S. Meinicke, Blumenau"

Fura-pneus americano.(Foto: Monica S. Meinicke)

Sinaleiras furadas

21 de maio de 2012 18

"Boa tarde Valther. No mês de abril participei como voluntário em um pedágio na cidade, chamou-me atenção a quantidade de veículos que passaram pela sinaleira com o sinal vermelho.

Nas quatro horas que ficamos sob a sinaleira segurando uma faixa contamos 10 veículos! Depois daquele dia comecei a observar de dentro do meu veículo que ao parar na sinaleira, geralmente, vejo alguém passando no vermelho.

Acho que a retirada das lombadas eletrônicas deixou o trânsito mais ágil, porém sugiro que os fotossensores voltem o quanto antes. Há situações em que as pessoas só aprendem quando doer no bolso.  Sei que já teve um atropelamento (na sinaleira em frente ao Colégio Sagrada Família) há um tempo , por causa disto.

Sugiro que comece a observar ou pesquisar com outras fontes, como a Guarda de Trânsito... e se julgar importante levante o assunto nos meios de comunicação, para que não tenhamos mais atropelamentos por causa destas pessoas.

Leonardo Alba Parisotto, Blumenau."

Dona Emma

21 de maio de 2012 1

"Valther, meu nome é Mauricio Mensor, moro em Dona Emma desde de que nasci, tenho orgulho disso, mas de um tempo pra cá tenho vergonha de dizer que moro lá, pois a estrada que dá acesso principal ao municipio esta com esta cratera que você pode ver na foto, tirada no mês de setembro de 2011.

De lá para cá continua tudo igual, nada foi feito a respeito . Considero isto é um desrespeito com os munícipes. Ainda  não aconteceu um acidente grave, até hoje, e tomara que não aconteça,  mas amanhã não se sabe, afinal é um morro e está em meia pista,  quem está descendo não tem visão do que pode estar subindo.  Peço encarecidamente que divulgue esta foto para ver se algum político toma alguma atitude."

Protesto

21 de maio de 2012 28

"Valther,  ontem (20/05 ), domingo, na Vila Germânica, como todos sabem, ocorreu um Encontro de Fuscas,  evento show de bola. Porém, na saída, o querido “Departamento da Guarda de Trânsito de Blumenau” realizou uma blitz, mesmo sabendo que o encontro trouxe muitos turistas para Blumenau (São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Rio grande do Sul, entre outros).

Muitos carros foram multados por algumas “irregularidades” . A Guarda simplesmente saiu atuando os carros que estavam saindo da Vila.  Assim fica difícil fazer um evento na  cidade. O interessante é que aonde os carros iam, as viaturas ficavam seguindo para poder multar como se fosse criminosos. Uma palhaçada por parte da Guarda de Blumenau.  Lamentável!

Carlos William, Blumenau."