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Posts na categoria "Amenidades"

Sombra pessoal

25 de janeiro de 2016 0

Daniela e a sombrinha

A mineira Daniela faz a coisa mais coerente que se pode fazer para proteger-se do sol de Blumenau: tem sempre à mão sua sombra particular. Ou sombrinha.
Equipamento altamente recomendado para nosso clima, que além de elegante tem outra vantagem: pode ser usado chova ou faça sol. Aliás, deve.

(Foto: Valther Ostermann)

Fora da curva

09 de janeiro de 2016 2

Alguém aí já se alimentou em lanchonete de aeroporto e depois não passou mal na hora de pagar? Os preços praticados são de dar congestão.
A coisa é tão fora da curva que lá atrás, em 2012, a Infraero prometeu criar 12 lanchonetes populares em 12 dos principais aeroportos do Brasil. Ficou na promessa, claro, e ninguém cobrou porque ninguém acreditou. Os preços continua lá em cima, “preço de zona” como diz um amigo meu, seja lá o que isto signifique.
Há até novo rico que exibe o ticket do caixa de alguma lanchonete de aeroporto só para se mostrar!

Dia raro

25 de dezembro de 2015 1

CIDADE VAZIA

Sai o espírito de Natal, entra o fantasma pós-natal. A cidade, hoje, está envolta por um silêncio de doer. Ouve-se, apurando o ouvido, o murmúrio das águas do rio. Jeitão de cidade fantasma. Em outras palavras: que maravilha!

(Foto: Valther Ostermann)

Tempos modernos

17 de dezembro de 2015 2

As reações, algumas à beira do desespero, pela suspensão do WhatsApp por algumas horas, quinta-feira, deixa bem claro que a sociedade – ou a tecnologia – cria necessidades que não existiam e causam dependência. Houve até quem, em estado de aflição, lembrou-se e fez uso de um antigo aparelho de comunicação à distância, o telefone. Mas já não é a mesma coisa…

A volta

09 de dezembro de 2015 0

Sol

Depois de férias totalmente nubladas em termos meteorológicos, eis que volto ao batente justo nessa quarta-feira em que o sol desencabulou. É bem-vindo, para secar o mofo e para matar saudade. Mas veio para anunciar que o próximo verão será de lascar.
Como sempre, aliás.

A foto é minha.

Férias...

03 de novembro de 2015 3

Gente, eu estava precisado! Uma pausa, um descanso, uma saudade… e dia 03, por aí, a gente se encontra aqui. Tomara!

Outubro, 2015

24 de outubro de 2015 6

Este outubro que ainda não terminou já é, até aqui, o mês inesquecível do ano. A dobradinha Oktoberfest/enchente vai de um extremo ao outro no campo das emoções. Desfile cancelado por causa da chuva não é inédito, mas houve. O Dique da Fortaleza, em seu primeiro teste pra valer, passou com boa nota. A solidez da margem esquerda também foi testada, tirou de letra.

A presidente Dilma disse que vinha conhecer a alagada Rio do Sul, não veio, mas o governador garantiu o helicóptero para Blumenau. Deslizamentos tiraram o sossego do local conhecido como Ilha do Sossego, na Nova Rússia. De quebra, destruíram o Café Colonial do Willy, onde ciclistas e caminhantes repunham as energias de passeios exuberantes. O lado bom dessa notícia ruim: nenhuma vítima.

E teve pessoas anunciando nas redes sociais cenários trágicos de uma enchente que não aconteceu, e houve uma legião que acreditou e compartilhou, e assim foi outubro até aqui, e pode parar por aqui que até aqui foi dose!

Dica

18 de outubro de 2015 0

Alô, ministro Levy, vossa excelência que está dando murros em ponta de faca na busca de aumentar a arrecadação necessária para consertar as cag… digo, burradas do governo, aqui vai uma dica: convença madame a botar peneira fina em nossa fronteiras para coibir o volume imenso de contrabando que a arrecadação subirá assim, ó, num já!
De nada, de nada…

A culpa é de Deus?

05 de outubro de 2015 3

Aí ouço de um cafezista matinal de Blumenau que “Deus não é brasileiro, está provado, olha a situação em que estamos”.
É o de sempre, alguém sempre tem que ser responsabilizado pelas situações em que nos metemos. Deus tem nada a ver com isso, o buraco é literalmente mais embaixo, o poço em que estamos afundados vem da conjugação de povo despolitizado, eleitores alienados e espertalhões no poder.
Mais: Deus nunca foi brasileiro. Norueguês, talvez.

Vá de boa!

05 de outubro de 2015 0

Se você morar relativamente perto da Vila Germânica, mas não tão perto que dê para ir andando, um conselho: vá de táxi. No mínimo chegará menos estressado à festa, pois o trânsito, com as obras do esgoto, é para quem tem controle dos nervos. Outra vantagem: não vai dirigir depois de beber.
Beber eu sei que vai.