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Posts na categoria "Burocracia"

Permanente

24 de maio de 2013 0

Na Alemanha, a primeira carteira de motorista ninguém esquece, porque é para sempre. Vale por toda a vida. Sem essa de renová-la periodicamente. “Ah, e o exame de vista, como fica?”, perguntam alguns. Lá é responsabilidade do cidadão. Se causar algum acidente por deficiência de visão, responde por isto.

País esquisito, a Alemanha. Mais educativo é o Brasil, que exige renovação periódica:  o cidadão pode testar sua capacidade de enfrentar a burocracia, exercitar a paciência em filas e colaborar com o Tesouro Nacional pagando um bocado de taxas.

Atraso

07 de março de 2013 5

Há que surgir alguém que implante em Santa Catarina um sistema mais rápido de renovação do licenciamento de veículos e carteira de motorista.

Neste particular ainda estamos na idade da cópia com carbono.

Avançado e atrasado

12 de outubro de 2012 7

Em nosso processo eleitoral convivem a modernidade e o arcaico. A urna eletrônica agilizou o ato de votar e apurar o resultado, algo que nos põe lá na frente em relação aos outros países do mundo. Já o título de eleitor é um documentozinho que só vale quando acompanhado de outro com foto. Sozinho, é um incapaz. Pequenino, é fácil de perder. E se não for guardado em casa, na carteira ou no bolso ele se acaba sozinho.

Prejú

16 de fevereiro de 2012 0

A Comissão de Assuntos Sociais do Senado aprovou, ontem, projeto de decreto legislativo que suspende os efeitos da portaria do Ministério do Trabalho que regulamenta o sistema de ponto eletrônico. Justificativa: o ponto gera uma série de custos, como os aparelhos, que custam até R$ 6 mil.

O projeto precisa ser avaliado ainda pela Comissão de Direitos Humanos e Participação Legislativa. Em outras palavras, por enquanto continua tudo como antes.

Mas o que está pegando é o seguinte: se de fato a portaria do Ministério do Trabalho for suspensa, como fica a situação dos que já gastaram uma nota considerável com a implantação do ponto? Poderão recorrer ao Ministério para o ressarcimento?

Na verdade, a gente sabe a resposta.


Não entendo

02 de fevereiro de 2012 2

Em 2006, o posto de atendimento da Polícia Federal em Blumenau, que funcionava numa sala cedida pela Acib no Edifício Mauá, emitia mais passaportes que Itajaí.

O posto fechou, a intenção de abrir uma Delegacia da Polícia Federal não vingou, e hoje quem do Vale precisar de passaporte tem que ir para Itajaí e encarar fila.

Não demorem

17 de setembro de 2011 6

Está dando pano para as mangas a discussão sobre a margem esquerda do rio, em Blumenau. O que se espera - e se pede - é que, espíritos desarmados, concluam  rapidamente sobre as providências necessárias para evitar um mal maior. E façam o que tem que ser feito. Há momentos em que a prática é infinitamente mais recomendável que a teoria. O que passou, passado é. Estamos apreensivos é com o futuro, e isto inclui outros pontos da cidade, com emergências parecidas.

Para se ter uma idéia do problemão da margem esquerda, um antes e depois desta última cheia.

O rio pegou pesado. (Foto: Sandro Luis Noll)

Burocrata abatido

24 de maio de 2011 1

O vídeo fala por si... e nos lava a alma.

Pena que é ficção.

Tem jeito, sim

07 de março de 2011 3

Sou acusado de atrasar a duplicação da BR-470 por criticar o pedágio praticado na forma como é feito na BR-101.Mas logo eu? Quem me dera ter este poder!

Quero a duplicação, óbvio. Todos queremos. A presidente Dilma, ainda candidata, prometeu duplicar em dois anos, algo que arrepiou até a senadora Ideli Salvati (PT-SC), candidata ao governo do Estado, na ocasião.

Sabemos que não acontecerá, a vontade esbarra na grana curta, tempo mais curto ainda e anúncios de cortes orçamentários.

Mas tem jeito. A iniciativa privada duplica a rodovia e cobra pedágio como forma de recuperar o investimento. É assim que se faz, é assim que é justo, é assim que não mais reclamaremos do pedágio.

O que não dá é bancarmos a obra e depois pagarmos a terceiros para usá-la, como acontece na BR-101.

O Brasil não é sério

27 de fevereiro de 2011 0

Esperem aí, que história é esta de o cidadão, para ser soldado PM, tem que ter concluído curso de nível superior?

Então é assim, neste país que teima em ser desorganizado: um analfabeto funcional, ou quase, pode ser deputado federal e até integrar a Comissão de Educação e Cultura, mas um policial militar tem que ser doutor?

O ensino médio não mais credencia ninguém a nada?

Neste país do oito ou oitenta, em breve não teremos mais policiais militares, já que o salário inicial leva muito tempo para compensar o investimento em um curso superior. Mas continuaremos a ter legisladores e outras tantas “autoridades” dos quais se exige pouco ou quase nada. Aliás, talvez por isto aconteça isto.

Centralização

08 de outubro de 2010 5

Em minha coluna no Santa ressuscitei o assunto da transferência da capital para o interior do Estado. Choveram opiniões. Bem mais do que eu supunha. Contra e a favor. O assunto mexe com o imaginário das pessoas.

De Marcus Greuel recebi (e publiquei) este relato:

“Com relação ao assunto da transferência da capital para o interior, informo que quando meu saudoso pai (Ingo Greuel) era presidente do Besc, em conversa informal com o então governador Pedro Ivo Campos, sugeriu a transferência para a cidade de Curitibanos, cidade mais ao centro do Estado. O assunto saiu da esfera pessoal e teve repercussão na imprensa. Mais que rápido foi sancionada uma lei, se não me engano pelo Casildo Maldaner, proibindo a transferência."

E Marcus, ao final, opinava:

- Se depender de meu voto, sou totalmente favorável.

Seria interessante saber a opinião dos leitores, aqui, onde o espaço é infinito. Você é a favor, contra ou acha uma bobagem discutir este assunto?