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Posts na categoria "Comércio"

Butéco

09 de abril de 2013 3

Boteco é daquelas palavras que se escreve de um jeito e se diz de outro. Boteco, quando pronunciado, é butéco.

E, segundo amigos meus que se dizem especialistas no assunto, butéco bom é butéco sórdido. Levaram-me, outro dia, para conhecer um autêntico, no Centro de Blumenau. Bar dos Canalhas é o nome fantasia, o nome jurídico é outro.

Fui como observador, já que não bebo.

Ok, o butéco em questão leva jeito, toalhas de plástico grudentas, copos embaçados, o bolinho de carne na estufa tem cor de óleo de motor usado, cadeiras de palha. Mas faltam alguns requisitos básicos: vidro com ovos cozidos e já azulados no balcão, além do de rollmops e a garrafa de batida de limão feita na casa, amarelada e inconfundível. E na parede, cadê o espelho pendurado com um desenho – geralmente de São Cristóvão – atrapalhando o reflexo?

Sórdido para os padrões de Blumenau, mas nem tão sórdido assim. Original, porém: forrando o chão do banheiro sempre há páginas espalhadas do jornal do dia. Do Santa, invariavelmente.

Muito frequentador já leu minha coluna diária sentado lá. Espero que só isto.

Normal

09 de março de 2013 0

Na primeira edição do Super Sábado, em Blumenau, algumas lojas permaneceram abertas, outras não.

Nesta segunda edição, hoje, também.

Apertou

16 de fevereiro de 2013 2

Numa lanchonete com área de 50m2 cabem dois banheiros para os clientes, um masculino, outro feminino, além de outros dois para os funcionários, mais dois vestiários (masculino e feminino), um depósito e também lavação à parte da cozinha?

Diz o leitor Rafael Wilke que estas exigências da Vigilância Sanitária o fizeram desistir do empreendimento em Blumenau.

Se ele diz...

14 de fevereiro de 2013 2

Não sei se já aconteceu com vocês; comigo já, e também com alguns leitores: vai-se ao posto abastecer o veículo com capacidade do tanque declarada em, digamos, 60 litros. E a bomba do posto registra 62 litros abastecidos.

Num primeiro momento desconfia-se da bomba, mas disse-me um veterano mecânico que sempre cabe um pouco mais que a capacidade declarada pela fábrica.

Então tá.

Super?

11 de fevereiro de 2013 2

Foi anunciado que sábado passado seria o primeiro Super Sábado de Blumenau, quando o comércio ficaria aberto até as 17h.

Só faltou combinar com os comerciantes.

Na Rua XV, sábado, metade dos estabelecimentos cerrou as portas ao meio-dia.

E não abriu mais.

Dando as costas

22 de janeiro de 2013 3

Com alguma frequência recebo reclamações de cobrança de estacionamento em shoppings, notadamente depois que um deles passou a cobrar também das bicicletas. Acontece que são empresas privadas, o critério é de cada uma.

Ao cliente contrariado recomendo o de sempre: comprar em outra freguesia.

O desprezo do cliente é sua maior arma.

Facadas

05 de dezembro de 2012 0

A pesquisa de preços da cesta de Natal divulgada pelo Procon de Blumenau, além de prestar excelente serviço ao consumidor, escancara também que há comerciantes esfolando a ocasião.

Anotem e boicotem.

Entra ano, sai ano

10 de julho de 2012 5

Não entendo nossos lojistas. Os invernos daqui são aquilo que se sabe, uns dias frios, outros nem tanto, e logo vem o calor, e o calor dura dez meses.

Mesmo assim sempre refazem os estoques de roupas de inverno. Entendo que a moda muda, mas, caramba, liquidações de roupas de inverno em julho, com até 70% de desconto, é coisa só daqui.

E acontece todos os anos.

Estão podendo?

26 de abril de 2012 0

A pergunta é do leitor Arno Scharf, de Blumenau,  que desistiu do carro novo:

– Valther, para algumas concessionárias a ficha ainda não caiu. Fiz três e-mails para três concessionárias diferentes solicitando proposta para troca do meu veículo por veículo zero, com volta à vista, nenhuma respondeu.

A gente pensa que já viu tudo

15 de fevereiro de 2012 0

"Olá, Valther.

Sou leitor assíduo do Santa e de sua coluna desde 2006 ou 2007.

Percebi recentemente uma inversão de valores de produtos nacionais/importados, as pessoas que buscam qualidade estão procurando cada vez mais produtos nacionais e não importados, o oposto do que ocorria decada de 90. Entretanto descobri uma triste verdade, mercadorias de origem chinesa com embalagem: “made in brasil”.

Não sei quem fiscaliza isso, é um absurdo comprarmos um produto achando que é nacional e na verdade não é! A informação acima descobri porque trabalho em uma indústria e compramos facas para nossos conjuntos (pranchas de churrasco) e empresas oferecem produtos importados (China) com o famoso “made in brasil”. Nosso setor de compras evita esse tipo de negociação por ser incompativel com nossa politica interna, mas queríamos saber quem fiscaliza isso.

Um alerta para os leitores cairia bem, pois acredito que o mesmo deve ocorrer com vários outros setores.

Helcio J. Stolf"