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Posts na categoria "Comportamento"

Bom exemplo

08 de dezembro de 2014 0

Este singelo presépio está situado na pracinha defronte ao 23 BI, no Bairro Garcia, aqui em Blumenau.

Aquela praça foi adotada por uma empresa local, a Vidraçaria Progresso, que desde maio passou a cuidar e enfeitar o espaço em datas significativas: no Dia das Mães, uma árvore com flores feitas de garrafas pet; durante a Oktober, cores da Alemanha, e neste dezembro, o presépio com visitas agendadas do Papai Noel entretendo as crianças e distribuindo balas. O objetivo do pessoal é reciclar, educar e decorar.
Outras empresas colaboram: Restaurante Tempero Brasileiro, Vídeo Mix, Central da Injeção, Boni Embalagens, Padaria Dalri, além de voluntários.
Iniciativa para ser imitada.PresépioGarcia

(Foto: Diether J. Marquardt)

Um por um

11 de agosto de 2014 0

Cidadão me aborda e reclama do estado do banheiro público na Praça Doutor Blumenau, no Centro. “É uma vergonha, tudo quebrado, pichado, sujo. Tem que botar um guarda 24 horas lá!”

Então tá. Um guarda lá e em todos os outros equipamentos públicos, praças, postes, canteiros, luminárias e tudo mais que pode ser vandalizado, e tudo pode ser. Vão faltar guardas, pois do jeito que anda a violência atiçada pela impunidade há necessidade de um policial para cada cidadão, 24 horas coladinho.

Como chegamos a isto? Dá uma olhadinha nas leis cheias de brechas e na legião de defensores espontâneos dos marginais…

Oito passos

09 de julho de 2014 0

Um rio, cinco ribeirões, vários riachos e muitos córregos, e por aí se percebe o quanto Blumenau depende de pontes. De vários tamanhos. Esta, na Rua João Pessoa, altura do número 2.929, construída na gestão do prefeito Hercílio Deeke em 1965, não mede mais que oito passos, mas sem ela ninguém passaria lá.
Poderíamos adotar um lema: mais pontes, menos polêmicas.

Ponte dos 8 passos (Custom)

Nem tudo está perdido

26 de junho de 2014 0

De Balneário Camboriú o leitor Marcos Jean diz que não só os japoneses demonstram elevado grau de civilização ao recolher o lixo das arquibancadas que ocupam para assistir aos jogos da Copa:
- No cinema do shopping que frequento já vi várias vezes espectadores recolhendo o próprio lixo ao final das sessões.

Passado e presente

24 de março de 2014 3

Flagrante do ex-prefeito de Blumenau Felix Theiss dando uma cobertura para o atual prefeito Napoleão Bernardes, na cerimônia chuvosa de reabertura do Parque São Francisco, que estava fechado desde a tragédia de 2008.

Duas gerações com relativa distância entre elas: o mandato de Felix foi de 1973 a 1977; Napoleão nasceu em 1982.

Certamente rolou uma troca de experiências.

Foto: Eraldo Schnaider/ Especial

Foto: Eraldo Schnaider/ Especial

De volta ao passado?

12 de março de 2014 2

Cidades com topografia plana têm vida fácil, não necessitam de túneis ou viadutos, que são obras caras. Podem expandir sua malha rodoviária com certa facilidade.

Não é o caso de Blumenau, uma cidade quase sem solução razoável para seu trânsito espremido entre morros. Por isto a tese de que para melhorar a qualidade de vida local a cidade teria que encolher já não parece tão maluca assim.

O argumento baseia-se na população dos anos 1980, metade da atual, e frota de veículos de menos da metade da que hoje se comprime nas ruas. Parece devaneio de saudosistas, mas tem lá sua lógica.

Só que não tem jeito, tem?

Foto: Lucas Amorelli/ Agência RBS

Foto: Lucas Amorelli/ Agência RBS

Lembrete do Ivo

09 de fevereiro de 2014 2

Amigo Valther,

Apelo para as pessoas de caráter e bom senso que me ajudem ao que tange de providenciar vasilhames com água limpa para servirem de bebedouro para os passarinhos.

É dramático devido a esta seca, quando não há uma gota de água para nossos passarinhos beberem. As bromélias que outrora armazenavam água, estão secas, ribeirões e córregos foram canalizados, e as aves estão ai a Deus dará.

Em minha propriedade, tem mais de 8 potes com água, nos quais troco todo dia, até para evitar a dengue.

Mesmo assim, assisti a uma cena dramática: quando estava trocando a água, uma aracuã de tão sedenta quando viu a água quase que pousa nos meus ombros, ao me afastar um passo ela atirou-se dentro do pote d´água.

Por isto amigo, a tua personalidade e o teu caráter, permite-me pedir esta ajuda, para que divulgue dentro das tuas possibilidades, este chamado, para que as pessoas possam abrandar o sofrimento destes nossos irmãos de pena.

Um fraternal abraço,

Ivo Hadlich – Scheik

Bermuda não?

07 de fevereiro de 2014 0

O Brasil ainda não se adaptou ao clima. Prédios com imensas fachadas de vidro que exigem imensos sistemas de ar-refrigerado para compensar o calor que absorvem é o exemplo mais vistoso. Feijoada como prato nacional causa espanto até ao norueguês Ibsen, como vocês leram na coluna anterior. Ternos com gravata para entrar nos palácios da Justiça, eis outra exigência que destoa do calor tropical. Nesse particular, o das vestimentas, claro que tem que haver algum ordenamento e algum, digamos, pudor. Maiô só fica bem na praia, pijama no quarto e fantasia no carnaval.

Mas bermudas caem bem em clima quente. O leitor Marcos dos Santos reclama que, ao buscar a segunda via do Certificado de Reservista, foi barrado na guarita do 23º BI, Blumenau, justamente porque trajava uma bermuda até o joelho.

– Não considero um desrespeito à Pátria. Sou da classe 90 e dei baixa com elogios de praça.

Lotado

07 de fevereiro de 2014 9

Se o clima não der um tempo neste calorão, daqui a pouco o pessoal terá que pegar senha para usufruir as poucas sombras de Blumenau.

Foto: Leocarlos Sieves/ Especial

Foto: Leocarlos Sieves/ Especial

Ibsen

06 de fevereiro de 2014 0

Sempre explico que o Ibsen é um norueguês que, sabe-se lá o porquê, insiste em entender o Brasil e vive me ligando com perguntas fáceis de respostas difíceis. Vocês, leitores, sabem disso, mas vai que apareça um novo leitor?

Pois bem, o Ibsen ligou:

– Li na internet que o calor aí tá de matar, é verdade?

– Verdade.

– O Brasil é um país tropical, de clima quente e…

– Bota quente nisto, Ibsen!

– Então, por favor, me explique uma coisa: por que escolheram a feijoada como o prato nacional de vocês?

É sempre assim, a pergunta é fácil, a resposta é complicada.