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Posts na categoria "Copa do Mundo"

Pobre tatu-bola

05 de dezembro de 2012 4

A sacanagem que fizeram com o tatu bola, escolhido como símbolo da Copa no Brasil e apelidado de Fuleco, foi completa.

O leitor César Paladini teve o lampejo de consultar o dicionário e está lá: "Fulecar - (verbo intransitivo) Perder todo o dinheiro que se leva, ao jogo.

Além do mau gosto, revelou-se a burrice.




Um a menos

11 de junho de 2012 4

Aquela velhinha de Caxias do Sul, aos 87 anos, vista e audição ruins, vive reclusa em sua casa e passa metade do dia rezando pela paz mundial. Aí um ladrão invade sua residência, a agride, e a idosa, no desespero, lembra de um velho revólver há muito guardado. Pega o tresoitão e atira três vezes, abatendo o invasor.

Foi no sábado, 9, vocês sabem.

De maneira transversa a velhinha contribuiu para a paz mundial: eliminou um violento.

Deputado Romário e a Copa 2014

18 de março de 2012 4

Como jogador de futebol, Romário foi um poeta. Como deputado, não tem papas a língua, e solta o verbo. Sem eufemismos, sem sutilezas. Pão pão, queijo queijo. Olha a nota oficial que disparou neste domingo sobre a Copa do Mundo 2014, no Brasil:

"Tem coisas que só existem no nosso País, ou melhor, só acontecem no nosso País. O presidente da FIFA vem ao Brasil e se encontra com a presidente Dilma. Até ai perfeito! Nesse encontro estão presentes Aldo Rebello, ministro dos Esportes, ok; Pelé, embaixador honorário do Brasil para a Copa do Mundo de 2014, ok; Ronaldo, conselheiro do Comitê Organizador Local (COL), ok. Só uma pergunta: qual dessas pessoas tem a ver com a Lei Geral da Copa? Nenhuma. O presidente da comissão da Lei Geral da Copa, Renan Filho, não estava lá. O relator da Lei da Copa, Vicente Cândido, também não. O presidente da Casa onde será votada a lei, Marco Maia, também não estava presente. E muitos outros que tem muito a ver com a Lei Geral da Copa, não estavam presentes. Na minha concepção de político, a política vai de mal a pior. E o povo tem total razão de reivindicar e cobrar principalmente mais seriedade e responsabilidade das pessoas que tem autonomia para decidir coisas importantes como essa (Copa do Mundo).

Não vou me aprofundar muito, mas é uma pena, ouvir nas rádios, ver na TV, abrir os jornais e ler que o governo federal se uniu a FIFA para que a Copa do Mundo seja a maior de todos os tempos. Uma mentira descabida! Não será a melhor e nós vamos passar vergonha. Se continuar acontecendo coisas erradas e estranhas como esse encontro do Blatter com pessoas que não são ligadas a Lei Geral da Copa, ela será uma merda. E o governo federal está enganado o povo. E a presidente Dilma está sendo enganada ou se deixando enganar. Brasileiros, continuem cobrando e se manifestando porque essa palhaçada vai piorar quando tiver a 1 ano e meio da copa.

O pior ainda está por vir, porque o governo deixará que aconteçam as obras emergenciais, as que não precisam de licitações. Ai vai acontecer o maior roubo da história do Brasil. Ai eu quero ver se as pessoas que apareceram sorrindo na foto durante a reunião de ontem vão querer aparecer. Esse Brasil é um circo e os palhaços vocês sabem bem quem são."

(Fonte: ESPN)

Copa do Mundo

12 de julho de 2011 1

Eis aí o vídeo promocional da Copa do Mundo de Futebol.

Em 2018, na Rússia. É o que temos, neste momento.

Viva Paul

10 de julho de 2010 1

O polvo Paul, um adivinhador infalível - até agora -, caiu na graça da mídia mundial. Se acertar o palpite final, vai ser empalhado para a posteridade. Parece bobagem, mas na verdade ele representa a desistência de acreditar em bobagem ainda maior: os adivinhadores humanos. Os tais videntes que cheio de empáfia erravam todas. Chutavam um resultado e ficavam torcendo para que desse certo, ou seja, eram meros palpites travestidos de visão do futuro. E a mídia sem assunto adorava, pois as bobagens preenchiam espaços. Quando um vidente "acertava" ganhava mil clientes, pois o que não falta no mundo é otário.

Reside aí o mérito do polvo Paul: uma bobagem menor que nos livrou, pelo menos nesta Copa, da bobagem maior.

Vuvuzela é coisa antiga

08 de julho de 2010 5

Quem disse que a vuvuzela que inferniza a Copa do Mundo é invenção africana?

É nada! A coisa vem de longe. E dá para notar, pela imagem, que é torturante desde a Idade Média. No mínimo.

(Imagem: reprodução)

Sem pai nem mãe

04 de julho de 2010 8

A Seleção dançou, para nós a Copa acabou. Hora de mudar de assunto. Eleições, talvez, mas aí as limitações da legislação eleitoral atrapalham, o assunto fica capenga.

Enquanto não pinta algo novo, vamos de pitaco final sobre a Seleção Brasileira de Futebol, que já foi chamada de "A Pátria de chuteiras". Se tivesse conquistado o caneco, teria muitos pais (mães?), seria convidada para muitos palácios, fotografaria com altas e ufanadas autoridades e, se a moda voltasse, cada atleta ganharia um fusca zero.

Como deu chabu, foi aquela vergonheira, a Seleção ficou órfã. Mal sabe ela que esta é a única coisa boa de sua patética trajetória nesta Copa.

Zebra?

02 de julho de 2010 6

Rubens Heusi mandou esta foto, clicada por ele, como representativa do jogo de hoje, contra a Holanda. Mas há que ache que foi zebra coisa nenhuma, ganhou o melhor.

Também acho. Mas foi só um jogo de futebol, não uma tragédia nacional.


Fim de festa

02 de julho de 2010 3

Valther, a África do Sul amanheceu 3/4 verde e amarelo, e a pequena parte que sobrou era laranja. Os jornais traziam grandes manchetes e fotos saudando, especialmente, a Seleção Brasileira. Os sulafricanos, brancos, negros e indianos eram unâmines na sua torcida pelo Brasil. Parecia que tudo conspirava a nosso favor.

Nem deu tempo de ficar nervosa, pois Robinho fez a minha alegria. Tudo era lindo. E... de repente, os holandeses descobriram que os brasileiros podiam afinar as peças do carrossel e nós acabamos por chupar a laranja. Azedíssima, por sinal. Como diz meu amigo português: "quem tem mãe, tem tudo, quem tem Dunga não tem nada". Arigatô, senhor juiz.

Sem abraços, Mariana

Alemanha x Inglaterra

27 de junho de 2010 2

Valther, Oranje Vristaad, em africaner, ou Orange Free State, em bom inglês, ou como diz um amigo em tradução livre e bem humorada, Estado Livre da Laranja, e cuja capital é Bloenfonbtein, tambem capital judicial - judiciária? - da África do Sul, nunca mais será a mesma apos a vitória da Alemanha sobre os ingleses nesta tarde.

Bloem, pronuncia-se " blum", é uma cidade pacata, pequena e muito fria no inverno. Nos arredores, fazendas, plantações diversificadas, criação de gado, e a maioria dos seus habitantes ainda falam, além das línguas sotho e zulu, o africaner. Mas hoje Blum, cidade tipicamente boer, adepta do rúgbi, viu o que somente o futebol é capaz de proporcionar: gente, muita gente diferente, pois além dos anunciados pela TV 18.000 torcedores ingleses, outros tantos alemães, e de quebra os que, como eu, adoram futebol, e para lá foram para ver o clássico.

Sou do tempo de Palmeiras x Olímpico, quando ainda menina ia com meu pai aos estádios, eu torcendo pelo verdão e ele Olímpico " até debaixo dagua", eu Vascaina até hoje, e ele sempre Flamengo, portanto acho que aprendi um pouco sobre futebol. Depois, veio um casamento com um jogador, que em seguida tornou-se árbitro e depois treinador. Aprendi mais um pouco, e hoje, por morar aqui, sou Chelsea e vejo futebol inglês direto, portanto achava que os Pommys iriam classificar-se.

Como me enganei! Foi um massacre. Please, nao sou comentarista, portanto, fico com as emoções de me sentir meio pela Oktoberfest, ao ver moças/meninas com seus cabelos enfeitados e rapazes com a cara pintada. E a bola lá no fundo da rede inglesa. Não adiantou a presença de Mick Jaeger, porque o rock não rolou, nem David com sua elegância, e nem tampouco Capello com seu charme italiano. A vez foi mesmo dos teutônicos e Blum vai aprender a comer um bom joelho de porco com chucrute.

E James? Bem, este vai sonhar com aquela célebre frase: James, collect that ball, please.

Abrazon.

Mariana