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Posts na categoria "Ecologia"

Pela vida

08 de fevereiro de 2013 1

Quarta-feira passada o pessoal da  Associação Catarinense de Preservação da Natureza (Acaprena) e da Fundação Municipal do Meio Ambiente (Faema) de Blumenau terminaram os procedimentos de enxertia na tentativa de recuperar o Pau-Brasil que foi agredido por algum filho da mãe num processo chamado de anelamento. O ato criminoso consiste em retirar parte da casca da árvore com intenção de causar seu enfraquecimento e posterior morte. A árvore localiza-se na calçada da Avenida Brasil, em frente ao no. 340, no Bairro Ponta Aguda.

O curativo aplicado (enxertia) foi assim: pedaços de casca do tronco de outras partes saudáveis da árvore foram cuidadosamente retirados e encaixados na parte anelada, de maneira que ficassem bem justos. Após, amarrou-se a casca no local e passou-se fungicida na parte que cedeu a casca para o procedimento.

Os diretores da Acaprena já haviam tentado a técnica com árvores frutíferas de menor porte, obtendo êxito no processo.

Espera-se que a parte enxertada consiga ligar as duas extremidades do anel formado, de maneira que a seiva elaborada volte a circular, e que com o tempo a planta recomponha todo o anel de tecido que fora retirado.

(Fonte: Leocarlos Sieves)

(Fotos: Leocarlos Sieves)


Nosso flamboyant

19 de dezembro de 2012 1

"Olá,Valther.

Estou no Porto, em Portugal, e fiquei super feliz ao ver a foto do nosso flamboyant florido, na rua XV de Novembro , defronte  à  3ª Gerência Regional da Fazenda Estadual de Blumenau. Coloco "nosso" por ser de todos nós,  blumenauenses/residentes, e mais particularmente por ter ajudado a preservar o mesmo, de 2003 a 2010 quando estive como Gerente Regional da Fazenda Estadual de Blumenau e a copa do flamboyant ficava bem em frente da sala do gerente.

Na ocasião, além de não cortá-lo fizemos a sua manutenção. Alguns proprietários de imóveis cortaram as árvores plantadas em frente a seus imóveis/estabelecimentos sem dó e nem piedade com o planeta. Após a reurbanização da XV de Novembro queriam que seus imóveis, lojas ou vitrines ficassem vistosas ou para não terem nenhum trabalho com as folhas que caem na calçada ou calhas, dando um certo trabalho na manutenção. Trabalho este que compensa com a sombra, com o colorido, com os pássaros e insetos que ali passam e se alimentam da mesma, com o oxigênio gerado na fotossíntese, etc.

Um Grande Abraço.

Tair Duarte da Silva,  Auditor Fiscal da Receita Estadual"

Caldo

30 de agosto de 2012 1

O leitor Luiz Colombi, vizinho do Ribeirão da Velha, não se conforma com a negritude daquelas águas. Terça-feira passada registrou o fato, perto da ponte da Rua Paraíba.

– É lastimável, diz Colombi.

 

Águas negras.

(Foto: Luiz Colombi/Especial)

 

Bonito de se ver

23 de agosto de 2012 1

Dá gosto passear pelas cidades do Médio Vale, nesta época. A floração dos ipês é um espetáculo. Pena que dure pouco. É a eterna beleza efêmera.


É um show!

(Foto: Artur Moser/JSC)


Beleza livre

17 de agosto de 2012 0

Canários silvestres – e todos os outros pássaros – ficam bem melhores quando grades não os prendem, não impedem o voo, deixando-os livres para cantar e embelezar todos os cantos da cidade.

Grades como estas, que apenas servem de moldura e local de pouso.

(Fotos: Artur Moser)

Ipê-roxo

06 de julho de 2012 5

Quem transita hoje pela cidade de Blumenau, em especial pela Avenida Beira-Rio, pode contemplar a linda floração dos ipês roxos enriquecendo a paisagem. O ipê roxo (Handroanthus impetiginosus) é uma espécie decídua durante o inverno, quando suas folhas caem dando lugar à sua exuberante floração. Árvore decretada como símbolo da cidade de Blumenau, é muito utilizada para ornamentação urbana no Brasil. Além de beleza cênica,  proporciona alimento e abrigo à fauna e sombra aos que caminham pela avenida.

Texto: Associação Catarinense de Preservação da Natureza - Acaprena. Fotos: Leocarlos Sieves.


Por que agimos assim?

16 de junho de 2012 2

Foz do Ribeirão Garcia, em Blumenau. Há uma capivara na foto, mas o que salta aos olhos é a agressão do homem ao meio ambiente.

Por que somos assim?

(Foto: Patrick Rodrigues/JSC)


Sem modéstia

30 de abril de 2012 0

O Vale que vale visitar

Admito que demorou um tempão para eu perceber, mas percebi: nosso Vale, o do Itajaí, é de uma beleza que nem te conto. Nossa cultura nos faz descer para o litoral em todos os feriadões ou fins de semana. Pintou uma folga, tempo quente ou frio, vamos para a praia. Um dia, porém, os habitantes do Vale descobrirão o quanto vale um passeio pelo Vale, uma sucessão de infinitas paisagens, todas deslumbrantes.

Aí, em vez de descer, subirão.

O texto acima foi postado no último dia 27, aqui no blog, e sobre o assunto fiz referência em minha coluna diária, no Santa. E dos leitores, alguns, veio sugestão interessante: que tal publicar fotos de cantos e recantos de nosso Vale clicada pelos leitores?

Sugestão dada, sugestão acatada. Enviem fotos, quem quiser, citando o local, que publicarei oportunamente aqui no blog. Vamos mostrar ao mundo que não há, oh gente, oh não, lugar como este Vale do Itajaisão.

Modéstia à parte.

LIXO DESNECESSÁRIO

15 de abril de 2012 0

Hoje em dia precisamos, além de reciclar e reusar, produzir menos lixo. Produzir menos lixo é talvez a tarefa mais importante neste processo pois diminui custos de coleta e tratamento de resíduos e de produção.

Algumas indústrias de confecção apesar de terem na sua filosofia de produção a sustentabilidade, ainda continuam produzindo lixo desnecessário. Ultimamente a maioria das roupas que compramos têm, além das etiquetas necessárias e obrigatórias tais como: nome da confecção, tamanho, composição de tecido e preço, uma etiqueta adicional com o nome da confecção ou do estilista ou da grife. Esta, normalmente, pendurada numa fitinha de cetim, ainda traz uma pregadeira. Esta etiqueta adicional é a primeira coisa que vai para o lixo. Não tem utilidade nenhuma. Nem de propaganda, pois só a percebemos depois que já compramos e vamos guardar a roupa.

Estes penduricalhos além de aumentar o custo de produção aumentam o volume de lixo e, usualmente, são feitos de materiais não recicláveis e sem nenhuma indicação de reúso.

Sugiro às indústrias de confecção verificarem a real necessidade desta prática pois não acredito que a existência desta etiqueta seja argumento de venda.

Patrícia Bayer Gomes,  Blumenau.

Eu me orgulho

01 de abril de 2012 1

A soma de ações espontâneas fazem uma enorme diferença, influem diretamente na qualidade de vida de uma comunidade.

Em Blumenau o médico Adilson Tadeu Machado resolveu plantar ipês na barranca da Beira-Rio. Iniciativa abraçada de pronto pelo publicitário José Geraldo Reis Pfau. Juntos, plantaram e continuam plantando. Suas ações estão registradas no blogspot Cores do Ipê, que você pode acessar clicando aqui.

Mais alguns anos e o resultado de tanta persistência explodirá em cores, na floração dos ipês. A cidade ficará mais bonita. Faz diferença, não faz?

Meus colegas Tulio Borges, repórter, e Beto Espercot, cinegrafista, fizeram matéria para o Jornal do Almoço (RBS-TV Blumenau) que foi ar na semana passada, dentro do projeto "Eu me orgulho".

De iniciativas assim, como a daqueles dois,  nos orgulhamos. E agradecemos.

Adilson Tadeu Machado

José Geraldo Reis Pfau