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Posts na categoria "Economia"

Bate na madeira

08 de julho de 2015 6

OK, a inflação acordou de vez, está fazendo estragos no bolso da gente, mas há uma diferença fundamental em relação à inflação antiga, aquela que depois de nos atormentar por décadas foi finalmente derrotada pelo Plano Real: agora pesquisamos preços. Naquela época (ruim) tínhamos perdido a noção do valor do dinheiro, não sabíamos se os preços eram justos, e comprávamos de manhã para não pagar o preço da tarde. Vamos amargar, mas com a quase certeza de que não voltaremos àquela situação.

6,99

29 de junho de 2015 1

Baratíssimo

Werner Hennig, o aventureiro da bicicleta, encontrou o recordista do preço baixo quase defronte à prefeitura de Indaial. Deve ser recorde pelo menos no Brasil. É surpreendente, mas o proprietário garante que ganha na quantidade. O preço atrai uma média de 500 clientes diários.

(Foto: Werner Hennig/Especial)

Pão, pão...

09 de junho de 2015 1

Pão gostoso

O pão não para de crescer, digo, subir. De preço. Aumento novamente.
O problema é que se você se privar do pão terá despesa ainda maior apertando roupas ou até tendo que renovar o guarda-roupa. Alguém já disse que não haveria obesidade no mundo se não houvesse pão. Mas como ficar sem a delícia que engorda? Pão é gostoso demais, sanduíche de qualquer coisa é sempre delicioso. Até pão sem nada dentro.

(Foto: Valther Ostermann)

Aplenda deplessa

20 de maio de 2015 0

Se até agora você não conseguiu dominar o idioma inglês, tente o chinês. Mandarim, de preferência, teoricamente falado em toda a China. É que os homens vieram com um balaio de dinheiro para investir aqui, e vieram para ficar. Somos ótimos clientes de seus produtos e serviços, de trens a construção da nova estação científica Comandante Ferraz, na Antártida. Pelo andar da carruagem, também investirão pesado na infraestrutura que nos falta, a Ferrovia Transoceânica é um exemplo. Falar a língua deles aumenta a chance de participar da festa. Consta que apesar de não ser o mais difundido, é o idioma mais falado no planeta, aproximadamente a quinta parte dos habitantes da terra fala alguma forma de chinês.

Sejamos realistas

27 de abril de 2015 3

Amigos, a hora é de aperto. Os municípios, pela distribuição do bolo fiscal, não têm capacidade de investimento, dependem da simpatia do governador ou da presidente. Os Estados, por sua vez, estão feito arroz de terceira, bem quebrados. Paraná e Rio Grande do Sul, e não só eles, estão dando calote no governo federal, o governador gaúcho diz que não tem dinheiro sequer para a folha do funcionalismo. E o país, como se sabe, está em plena tentativa de ajuste fiscal, tentando economizar um pouco e arrecadar bastante para empatar o caixa. A coisa está tão arroxada que o governo está entregando os pontos e partindo para privatizações, algo impensável há algum tempo. Por ora, então, vamos esquecer a Ferrovia do Frango e outras obras do gênero, incluindo a duplicação da BR-470.

Os tempos mudam

25 de abril de 2015 2

Houve um tempo em que o cidadão que cobrasse 10% ao mês de um dinheiro emprestado corria risco de ser preso como agiota. Atualmente operadoras de cartões de crédito cobram juros 350% ao ano, bancos cobram mais de 250% no cheque especial e tudo bem, nada acontece a não ser o desespero dos incautos tosquiados.

Damos um banho!

16 de abril de 2015 13

Blumenau não tem praias nem mercado público, mas em vários aspectos é melhor que a Capital. Aqui pode-se servir num bufê de boa qualidade pagando até R$ 15, enquanto Floripa é a cidade mais cara do país para comer fora de casa. Mínimo de R$ 26,78.

Sempre no nosso!

07 de janeiro de 2015 0

O novo ministro da Fazenda mal esquentou a cadeira e já veio com aquela conversinha de “ajustar tributos para reequilibrar as contas”.
Pera aí, doutor Levy, não fomos nós que pagamos menos, foi o governo que gastou demais.
E mal.

O bicho é feroz

03 de janeiro de 2015 2

Para os que não viveram os tempos duros de inflação descontrolada eis a realidade da barafunda econômica daqueles dias: uma picape Ford F-1000, diesel, custava inacreditáveis Cr$ 61.064.209 em maio de 1985. Por extenso: sessenta e um milhões de cruzeiros e alguns quebrados. Inflação desenfreada é coisa medonha! Comemos o pão que o diabo amassou.
O sofrimento só teve fim com a implantação do Plano Real, em 1994.

De julho de 1965 a junho de 1994 a inflação brasileira acumulada foi de, pasmem, 1,1 quatrilhão por cento. Perdemos a noção desse gigantismo porque o país realizou quatro reformas monetárias no período e em cada uma delas cortou três dígitos da moeda, totalizando um descarte de 12 dígitos.
Não fosse isso, imagine o preço daquela picape com todos os zeros acrescentados. Não caberia num cheque.

É sempre assim

17 de setembro de 2014 1

Se você der uma pesquisada no comércio de Blumenau se surpreenderá com a profusão de ofertas a preços tentadores, de eletrodomésticos a móveis, de roupas de inverno (claro!) a televisores. Por que isto sempre acontece quando a gente está
sem dinheiro no bolso? Dizem que é exatamente por isto.