A primeira delas foi não ter vendido Neymar. O desorganização e politicalha imperam em todas as áreas desse Brasil, e não seria no futebol que seria diferente. O Santos perdeu uma chance de ouro, literalmente, de vender o jogador Neymar e deu no que deu. O gurizão está com os hormônios a mil por hora, bajulado em excesso em toda parte e em clara decadência no seu belo futebol, justamente pela fama repentina , aliado a ausência dos companheiros como Ganso e André. E tudo isso era previsto, Neymar nada mais é que a reapresentação do filme Romário, Edmundo, Renato Gaúcho e outros.
Não existe como segurar um gênio do futebol aqui no Brasil, é muito oba!, oba!, festa e falta de seriedade. Segundo, foi também na manutenção de Paulo Henrique Ganso, que valia milhões de dólares e agora encontra-se operado e ficará fora do futebol por pelo menos um ano, seis meses de tratamento e mais seis para entrar em forma. Se é que voltará a ter a forma de outrora, vide casos de Zico, Ronaldo Fenômeno e Kaká, que após lesão nunca mais foram os mesmos. Para encerrar a séria de burradas, quando alguém tenta dar uma dura no gurizão que é o seu técnico Dorival Junior, a diretoria, certamente pressionado pelos patrocinadores demitem o técnico. Criando aí sim, o "monstro" a qual o técnico Renê Simões do Atlético de Goiás se referiu. Imaginem agora quem domará a fera, que tem o poder de demitir um técnico consagrado e a nível de seleção brasileira como Dorival Junior.
São casos como esse e outros que fazem do futebol brasileiro uma verdadeira esculhambação, que só sobrevive por ter matéria prima de sobra e um torcedor apaixonado pelo esporte que somos nós.
Paulo Curvello, de Balneário Camboriú