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Posts na categoria "Fé"

Já que hoje é dia santo...

07 de junho de 2012 2

"Senhor, viemos diante de Ti neste dia, para Te pedir perdão e para pedir a tua direção. Sabemos que a tua Palavra disse: Maldição àqueles que chamam “bem” ao que está “mal”, e é exatamente o que temos feito.

Temos perdido o equilíbrio espiritual e temos mudado os nossos valores.

Temos explorado o pobre e temos chamado a isso “sorte”.

Temos recompensado a preguiça e chamamo-la de “Ajuda Social”.

Temos matado os nossos filhos que ainda não nasceram e temo-lo chamado “a livre escolha”.

Temos abatido os nossos condenados e chamamo-lo de “justiça”.

Temos sido negligentes ao disciplinar os nossos filhos e chamamo-lo “desenvolver a sua auto-estima”.

Temos abusado do poder e temos chamado a isso: “Política”.

Temos cobiçado os bens do nosso vizinho e a isso temo-lo chamado “ter ambição”.

Temos contaminado as ondas de rádio e televisão com muita grosseria e pornografia e temo-lo chamado “liberdade de expressão”.

Temos ridicularizado os valores estabelecidos desde há muito tempo pelos nossos ancestrais e a isto temo-lo chamado de “obsoleto e passado”.

Oh Deus!, olha no profundo dos nossos corações; purifíca-nos e livra-nos dos nossos pecados. Amém"

(Reverendo Joe Wright)

Ninguém é invisível

18 de março de 2011 1

Hoje é sexta-feira, dia mágico que antecede o descanso semanal. A véspera sempre é melhor. E se é um dia mágico, dá para tirar um tempinho para alguma reflexão. Sirvam-se.

A força de um sonho

07 de fevereiro de 2011 5

Ryan Hreljac nasceu no Ontário, no Canadá, em 1991. Quando tinha 6 anos, uma conversa com a professora da escola primária mudou-lhe a vida. Ela falou na aula das pessoas pobres de África. Contou, entre outras coisas, como elas passam por grandes dificuldades para disporem de água potável e terem acesso a poços. Acrescentou ainda a professora que, sem água potável, as pessoas, e especialmente as crianças, podem ficar doentes e, até, morrer.

Esforço Quase Em Vão

Ryan Hreljac, apesar de ter 6 anos e muita vontade de brincar, naquele dia ia a caminho de casa a pensar. Passava em frente de um fontanário em que a água estava horas e horas, sem parar, a correr. E, lá na África, as crianças da sua idade tinham de andar quilómetros e quilómetros, durante horas, para levar uns cinco litros de água para casa. Foi ter com a mãe e disse-lhe: – Mãe, quero comprar um poço de água para as crianças de África. A professora disse que custava 70 dólares. Mas a mãe não lhe deu o dinheiro sem mais. Combinou com o filho que ele fazia algumas tarefas em casa e que receberia por isso. Quando juntou os 70 dólares, Ryan foi com a mãe à sede da WaterCan, uma ONG que perfura poços em África. Ao ser atendido, ele recebeu uma novidade que podia tê-lo assustado: abrir um poço não custava 70 dólares, mas dois mil dólares. E a mãe também lhe disse:

Filho, não posso dar-te todo esse dinheiro, nem que limpasses a casa toda a vida.

Mas o pequeno Ryan não se rendeu. E prometeu ao senhor que os atendia:

Vou voltar!

E voltou. Ryan Hreljac animou os irmãos, vizinhos e amigos a trabalhar como ele. Com horas de trabalho e venda de produtos, entre todos, conseguiram juntar 700 dólares. E Ryan foi ter com a WaterCan triunfal. E a ONG canadiana comprometeu-se a juntar o que faltava.

A água Correu

Em 1999, a WaterCan abriu o poço financiado por Ryan Hreljac, os seus irmãos, vizinhos e amigos, numa aldeia do Norte do Uganda. A água começou a jorrar perto da escola primária de Angolo. Nesse mesmo ano, Ryan Hreljac criou a fundação Ryan’s Well (o Poço de Ryan). Desde então já permitiu a mais de quinhentas mil pessoas terem acesso a água potável.


Partilha Gera Partilhas

Agora com 19 anos, Ryan continua a recolher fundos e a viajar por todo o mundo solicitando apoios. Ele diz que, a partir o momento em que começou a fazer algo pelas crianças de África, entendeu a razão de ter nascido:

Esta experiência ajudou-me muito. Aprendi que somos todos iguais. Aprendi que as crianças precisam de certas coisas para viverem com saúde e felizes, independentemente do lugar onde vivem. Precisam de alimentos suficientes para comer e de água para sobreviver. Precisam de ter condições para ir às aulas e oportunidades para brincar e divertir-se. Robustos e bem preparados, também eles poderão ajudar a Humanidade inteira.

E, de fato, foi o que aconteceu com os alunos e restante pessoal da escola primária de Angolo, no Uganda. Decidiram que também eles podiam partilhar algo. E, voluntariamente, durante cinco dias, no horário pós-escolar, vão ajudar os idosos e os doentes com sida. Há crianças que lhe perguntam o que podem partilhar, se têm apenas o mínimo. E Ryan responde com a sabedoria que aprendeu da atitude da mãe quando ele tinha 6 anos:

Dá apenas um pedacinho. Pensa no que tens, no que queres e naquilo de que precisas realmente… e terás a resposta.

(Foto: Ryan's Well Foundation)

Moto contínuo

16 de dezembro de 2010 2

Democracia é aquilo que todo mundo fala - alguns até com boa intenção - mas poucos praticam. A prática, na prática, é a censura.

Um exemplo: ouse alguém se declarar ateu que imediatamente passa a ser alvo do ódio dos que só falam em amor ao próximo.

Eu acredito em algo superior, acredito que a vida continua em outra dimensão, torço por isto. Não sou ateu, portanto. Mas, por não frequentar igrejas, já fui chamado de ateu por um frequentador de igreja. É assim, simplificam ao extremo e tomam como ofensa qualquer comportamento que não seja o ditado por padres ou pastores. Há algo mais desagradável que pessoas carolas?

Mas o assunto aqui é outro: há um certo movimento visando congregar os descrentes para que defendam seu direito de não crer e de não frequentar igrejas.

Se acontecer, estarão criando uma igreja, não estarão? Querendo ser diferentes, ficarão iguais.


Não basta ser pai

05 de dezembro de 2010 0

Este vídeo já foi muito visto, mas o leitor Ramiro Felipe Dias sugere que seja postado aqui, pois lições de vida jamais envelhecem.

Então tá.


Ele pode existir

26 de novembro de 2010 1

Papai Noel só existe na imaginação das crianças e na vontade dos adultos. Até a noite da última quinta-feira, das 1.075 cartas de crianças carentes enviadas ao Papai Noel dos Correios, sobravam apenas 150. Pode-se afirmar que na próxima as restantes serão adotadas, e nenhuma daqueles pequenos ficará sem seu presente de Natal.

Que tal ser você um Papai Noel de verdade este ano?

Basta dirigir-se à Agência Central dos Correios, na Rua Ângelo Dias, Centro, e procurar Gabriela, Isolde ou Guilherme.

Mas tem que ser até o próximo dia 3, sexta. De preferência antes.

Quer saber?  Vai te fazer um bem enorme.

O implicante

13 de outubro de 2010 3

O Ibsen, aquele norueguês que insiste em entender o Brasil, ligou novamente:

- Afinal, o Brasil é ou não um país laico, sem religião oficial?

- É, Ibsen, é...

- Então por que tantos feriados católicos?

Estou quase perdendo a paciência com as implicâncias do Ibsen. Só faz pergunta difícil.

Oremos

01 de outubro de 2010 0

Senhor, rogamos Tua interferência para que a greve dos bancários termine antes da data de pagamento das folhas, os banqueiros se cocem e o sindicato da classe não radicalize.

Amém.

O direito de não crer

21 de setembro de 2010 3

Todo assunto religioso é fio desencapado, mas a reação a uma nota em minha coluna no Santa sobre um suposto processo de ateus contra o apresentador Datena foi maior do que eu poderia supor.

O surpreendente é que nenhuma manifestação foi no sentido de defender o ateísmo, e sim no preconceito exalado pelo referido apresentador ao não admitir o direito de não crer. Segundo os leitores, não admitir que alguém possa descrer da existência de Deus coloca Datena no mesmo patamar dos intolerantes religiosos.

Concordo, tolerância não é uma virtude que se pratique pela metade. Ateus têm os mesmos direitos de qualquer crente.