A Seleção Brasileira de Futebol estava, até mês passado, na 18ª posição no ranking da Fifa. Veio abril e eis que saiu daquela posição incômoda. Ocupa agora a 19ª posição.
Tá com pinta de continuar penta.
A Seleção Brasileira de Futebol estava, até mês passado, na 18ª posição no ranking da Fifa. Veio abril e eis que saiu daquela posição incômoda. Ocupa agora a 19ª posição.
Tá com pinta de continuar penta.
Aqueles 12 brasileiros presos na Bolívia estão comendo o pão que o diabo amassou. Sem culpa formada, puxam cana de maneira cruel, sem esperança de julgamento em curto prazo, muito menos liberdade.
O governo brasileiro, tão amigo do presidente de lá, faz corpo mole. E ninguém arrisca um palpite sobre o futuro dos torcedores.
Não importa que sejam integrantes de torcida organizada, algo que caiu na antipatia popular. São brasileiros maltratados em outro país.
Tem razão o leitor Miguel José Teixeira, meu Vasco está em ritmo acelerado para ser o campeão de vice-campeonatos.
Se já não for.
Meu Vascão já garantiu a vaga de vice. Até aí estamos acostumados. Mas desta vez ele quebra a escrita.
Ou não.
Duas derrotas seguidas, e o Metropolitano demite o técnico Luiz Carlos Barbieri.
Deduz-se então, que ele era o problema. Daqui por diante só teremos vitórias, claro.
Mas se, com técnico novo, o time continuar irregular como vem sendo?
Bom, aí o jeito é chamar o técnico de volta e demitir o time.
Ou não?
Não sei se vocês perceberam, na foto de capa da edição do Santa do último fim de semana, o detalhe que diz muito sobre o que acontece em meio às torcidas de jogos de futebol. Busquem o jornal , eu espero....
Muito bem, vejam que enquanto o artilheiro comemora o gol com a torcida, alguns frequentadores, à direita da foto, estavam preocupados era com a torcida do time visitante, a ponto de exigir a presença de policiais. Segundo me contou um ex-diretor do Metropolitano, foi assim durante o jogo inteiro.
Aí tira a graça do espetáculo.
O gol de Neymar, no sábado, contra o São Bernardo, é daqueles que encanta o telespectador. Coisa de garoto travesso que joga por puro prazer. Torna fácil o difícil.
Pena que não jogue no meu Vasco.
O tatu-bola, mascote da Copa no Brasil, foi batizado de Fuleco.
Puerra, negrón, o coitado está em vias de extinção e ainda assim lhe botam um apelido tão fuleiro?
O pior foi a explicação: mistura de futebol com ecologia!
Tenham dó, fuleco parece nome de parte íntima, tipo assim “estou com uma inflamação no fuleco”.