Ok, agora a gente já pode saber o quanto de imposto incide sobre cada bem que adquirimos. Está discriminado na nota fiscal, tintim por tintim, coisa de Primeiro Mundo. Segundo os especialistas, a medida custou aos empresários algo em torno de R$ 10 bilhões. Nada que tire o sono dos políticos, que adoram legislar com o dinheiro alheio.
E tudo isso para quê? Para nada, pois nada será modificado, muito menos a mentalidade resignada do consumidor brasileiro que, aliás, nem costuma exigir nota fiscal. Quanto mais lê-la!
O Impostômetro, por exemplo, de fácil acesso (www.impostometro.com.br), há muito nos informa, segundo a segundo, o tamanho da mordida, sem que isso sequer se torne assunto nas rodas de cafezinho ou na mesa do boteco. Já pagamos, até agora, mais de R$ 700 bilhões, e daí?
Tudo bem, nossa nota fiscal agora é de Primeiro Mundo, isso é transparência... mas não gera o efeito que porventura pretendeu-se. Quem sabe no futuro, outra geração, outra mentalidade...
