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Posts na categoria "Oktoberfest"

Festa que nunca acaba

14 de janeiro de 2013 0

O pessoal daqui critica, com uma pontinha de inveja, o extremo apego dos baianos ao Carnaval que lá nunca cessa. Esquece-se, porém, de olhar seu próprio apego: a Sommerfest é a micareta do alemão daqui. Em outras palavras, oktôba fora de época.

E é muito bom.

Fim de festa

24 de outubro de 2012 15

Mais três dias, apenas. A Oktoberfest está chegando ao seu final, e com todo vigor, apesar de se estender ao longo de longos 19 dias.

Ontem o céu de Blumenau fez sua homenagem, pintando-se de preto, vermelho e amarelo, as cores da bandeira da Alemanha. E o fotógrafo Artur Moser, com maestria e sensibilidade, registrou.

Pechinchar é preciso

24 de outubro de 2012 3

 Morador de Gaspar, Dagoberto Fagundes visitou a Vila Germânica na noite da última sexta-feira. Curtiu a festa, a gastronomia, o chope e tudo o mais que faz da Oktoberfest um fenômeno. Só não curtiu o valor que lhe pediram para voltar de táxi para casa: R$ 110. Conta que foi de um em um até encontrar taxista que lhe cobrou R$ 50 pela corrida, e com ele então retornou a Gaspar.

 Francamente, o preço de R$ 110 assusta até este blogueiro que vive recomendando o uso de táxi para curtir a festa.

Boa ação

21 de outubro de 2012 4

Quarta-feira passada, na Vila Germânica, a festa rolando, Banda do Barril no palco, uma da manhã, e eis que chega às mãos de Marquinho, o comunicador da banda, uma carteira extraviada trazida por um jovem anônimo. O rapaz disse que a havia encontrado e pedia que fosse anunciado ao microfone, para localizar o dono. Em seguida, retirou-se. Marquinho abriu a carteira e constatou que além de documentos havia dinheiro.

Sensibilizado pela atitude do agora anônimo folião, foi ao microfone, contou o ocorrido e fez questão de dizer que não foi mexido no dinheiro da carteira encontrada. E então aconteceu o inesperado: uma onda de aplausos tomou conta do Setor 2 da Vila Germânica. Uma demorada onda para a atitude – rara, convenhamos – do rapaz que ninguém sabe quem é. Diz o Marquinho que foi de arrepiar.

O fato deve ter impressionado até os componentes da banda Deggendorfer Stad’l Musikanten, da Alemanha, que foram vítimas de furto em seu camarim, na última segunda-feira. “Que país estranho”, devem comentar.

Congestionamentos de sábado à noite

20 de outubro de 2012 4

Sábado, sete e meia da noite, e o engarrafamento típico das noites dos fins de semana da Kotoberfest estava a toda. Percebam que até a faixa exclusiva de ônibus estava sendo usada, e mesmo assim foram horas de filas. As ambulâncias ficavam enlouquecidas no congestionamento. Na Avenida Beira-Rio (foto) e também na XV.

Faz parte...

(Foto: Valther Ostermann)

Tomarokpeia

18 de outubro de 2012 1

O mais recente brinquedo do Planetapeia, também bolado e executado por NerinoFurlan, que com ele se exibe nos desfiles da Oktoberfest, este ano.

Foto: Jandyr Nascimento/JSC)

Profissionais

13 de outubro de 2012 0

Para mim, os heróis dos desfiles da Oktoberfest são aqueles servidores – não acredito que sejam voluntários – que desfilam atrás de cada parelha de cavalos com a missão de recolher de pronto os eventuais dejetos dos animais.

Não se ouve de nenhum deles praguejar: “Que bosta!”

Sugestão: ano sim, ano não

22 de setembro de 2012 1

 Claro que vocês já perceberam, mas sempre vale lembrar: ano sim, ano não, Oktoberfest coincide com eleição. E aí é sempre aquela intromissão, mas faz parte do jogo, candidato em campanha tem mais é que fazer campanha, ninguém segura. Porém, há quem não goste da misturança, eleição nada tem a ver com festa de alemão, dizem. 

Se permitirem que a coluna meta o nariz na discussão, eis uma sugestão salomônica: a Oktoberfest passa a ser bianual. Eleição num ano, Oktober no outro, jamais coincidindo. Reinaria, então, a paz.

 Até que os políticos inventem eleições anuais, algo que não está fora de cogitação. Alguém duvida?

Confesso que bebi

16 de fevereiro de 2012 2

Sou abstêmio, os mais chegados sabem, alguns nem tão chegados  também. Abstêmio daqueles de se sentir em casa nos Emirados Árabes Unidos. Dubai, de preferência. Mas nada tem a ver com algum tipo de convicção, religiosa ou moral. É que simplesmente meu organismo não suporta o álcool.

Tem explicação. Na minha idade de engatinhar, meu pai era dono de um alambique, produzia uma cachaça chamada Tirolesa,  homenagem a uma égua famosa, campeã absoluta do Jóquei Club, no Rio. Contam meus pais que eu, solto no alambique e engatinhando, encontrei a torneira de madeira de um tonel que pingava. Pingava pinga, claro. Direto ao final: encontraram-me em coma alcoólico infantil, se é que isto existe. Um porre de juntar criancinhas, literalmente.

Vai daí que meu organismo deve ter se saturado. Simples assim. Sou precoce, fazer o quê?

Mesmo assim, socialmente dou meus tragos, quando não há saída. No mínimo seguro o copo a noite toda, fazendo pose, mas consumindo refrigerante. Segundo os nutricionistas, melhor seria que eu eu tomasse uns tragos, o estrago seria menor. Deixa pra lá.

Toda esta explicação aí em cima é para explicar a foto ali embaixo. Na última Oktoberfest posei ao lado de meu Editor-Chefe (no Santa) e amigo, não exatamente nesta ordem, brindando com um robusto copo de chope. Foto rara, creiam. Mas como fazia algum tempo que não tinha oportunidade de confraternizar com o Edgar, gente muito fina, fi-lo.

Fi-lo porque o quis, mas notem o detalhe: meu copo estava cheio, intocado. Admito, porém, que o entornei. No dia seguinte, por causa daquele copo, e somente daquele, estava de ressaca.

O que a gente faz pelos amigos...


(Foto: Brigida Dettmer/Especial)


Fomos longe

26 de outubro de 2011 3

Definitivamente, a Oktoberfest de Blumenau é seu maior produto cultural de exportação.

Bela matéria de emissora da Coreia do Sul.