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Posts na categoria "Rádio"

Rádio é emoção

28 de agosto de 2011 3

O Repórter Esso  foi um noticiário histórico do rádio e da televisão brasileira.

A primeira transmissão ocorreu na Rádio Nacional do Rio de Janeiro, em 28 de agosto de 1941, iniciando a cobertura do Brasil na Segunda Guerra Mundial.

Terminou suas transmissões em 31 de dezembro de 1968.

Na última edição, transmitida pela Rádio Nacional e pela Rádio Globo do Rio de Janeiro, a partir das 20:25 da noite, o radialista Guilherme de Sousa fez a identificação da emissora e dando a hora certa, antes de anunciar:

“Alô, alô, Reporter Esso! Alô!”

Ao som das tradicionais trombetas, o locutor Roberto Figueiredo entrou no ar, noticiando sobre as festividades do ano novo (1969) e as principais notícias dadas pelo Repórter Esso em 27 anos de atividade.

Durante a leitura , Roberto Figueiredo começou a chorar e se emocionar, chegando a um ponto em que o locutor reserva Plácido Ribeiro, que estava no estúdio na hora do noticiário, seguiu a leitura. Roberto tentou se recompor e, aos prantos, encerrou o último Repórter Esso, desejando uma boa noite e um feliz ano novo.

Virgílio Leo, o cara

14 de março de 2011 0

Um dos grandes radialistas do tempo heróico do rádio catarinense, Virgílio Leo Raschke faleceu ontem, aos 77 anos.

Sua história no rádio catarinense foi construída na Rádio Nereu Ramos (Blumenau), onde começou no final dos anos 50. Exigente na qualidade dos textos que escrevia e levava ao ar, por suas mãos passaram muitos dos profissionais que fizeram e fazem a história do rádio catarinense.

Reservado, inteligente, dono de uma voz inesquecível, assim era Virgílio.

Partiu, mas ficará.

Bateu uma saudade

28 de dezembro de 2010 0

Bateu forte a saudade de fazer rádio. Ah, vocês entenderam: não é “fazer” rádio, que disto as fábricas se encarregam; é fazer no sentido de voltar ao microfone. Minhas eventuais passagens pelo estúdio da Rádio Atlântida, num papo pra lá de gostoso com o Milo Moskorz ou com a Cátia Klöhn, reavivaram a velha chama.

Rádio é o mais dinâmico dos chamados veículos de comuniação de massa. É instantâneo. Ida e volta. Foi no rádio que tudo começou, lá em Rio do Sul, quando ainda não sabia que comunicação é a minha praia, mas já gostava de fazer. Rádio é uma grande escola. E é uma delicia fazer.

Ano que vem – e que já está aí -, quem sabe…