Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts na categoria "Segurança Pública"

Porta aberta

03 de junho de 2013 1

Enquanto não houver um aparato de segurança para desencorajar os meliantes, as casas lotéricas continuarão exercendo forte atração sobre bandidinhos que buscam uns trocados. Por estas é que dá para contar nos dedos de uma só mão as que ainda não foram assaltadas pelo menos uma vez. À mão armada.

O valor pode ser pequeno, o risco – para funcionários e clientes – é enorme.

Do avesso

21 de maio de 2013 3

Se Santa Catarina lidera a compra de armas no Brasil, e se o ano passado superou 2002, quando ainda não vigorava o Estatuto do Desarmamento, algo está errado na segurança pública.

Mas que não se aponte o dedo para a polícia, pois a origem da insuportável sensação de insegurança está na legislação brasileira que, como se sabe, afaga o bandido e assusta o cidadão. A polícia também é vítima deste equívoco.

Desigual

19 de maio de 2013 1

Morei em Imperatriz, MA, nos anos 70. Clima de Velho Oeste. Certo dia, cobrando uma providência do delegado de Polícia local, dele ouvi um desabafo e uma justificativa de procedimento. Abriu a gaveta de sua mesa, tirou um revólver calibre 38 todo frouxo, mostrou:

- Está vendo isto aqui, galego? Esta é a arma que o Estado me dá para combater bandidos. Então a gente faz o seguinte: os bandidos foram pra lá? A gente vai pra cá, que a gente não é bobo, não!

Isto pouco mudou  daquele tempo para cá. Se não pelo armamento, pelo contingente pequeno.

A recordação me veio pelo relato de um morador de Perequê, Porto Belo, que testemunhando um arrombamento, sábado, 18, chamou a polícia que não atendeu seu chamado. O furto foi evitado por um policial vizinho do imóvel, armado de porrete.

Em tempo: os maranhenses me chamavam de galego por causa de minha pele muito branca, que contrastava com a morenice local. Também se referiam a mim como americano. Em suma, eu era um corpo estranho, lá.

Por esta, entre outras, voltei. Aqui ninguém sequer sonha em me chamar de galego.

Além do dever

03 de maio de 2013 7

Enviado por Jorge Luiz Heckert. Merece registro.

No último dia 17, o policial militar que trabalha junto à Central de Emergência da Polícia Militar (Copom) na cidade de Pomerode, soldado José Kava Sobrinho, recebeu uma ligação de um senhor que mora na localidade de Ribeirão Souto, informando que não conseguiria buscar sua filha de 17 anos na escola, pois seu carro não estava ligando, e ainda, por ser pessoa com quase 70 anos de idade, não conseguiria ir a pé buscar sua filha, tendo em vista a distância considerável até o local da escola. Diante da situação apresentada, o cidadão solicitou que, se possível, uma viatura que estivesse na região fosse apanhar sua filha e levá-la até sua casa. Como as guarnições de serviço encontravam-se empenhadas em ocorrências, o soldado José Kava, preocupado com a situação, informou ao solicitante que iria entrar em contato com a sua esposa, para que esta utilizasse o carro particular do casal e buscasse a filha do cidadão que ligou para a Central, demonstrando assim uma atitude louvável.


Dayane Marquat Kava, esposa do policial militar, foi até a escola e apanhou a filha do senhor e a levou até sua residência. Chegando à residência, Dayane se apresentou ao pai e entregou sua filha sã e segura. O mesmo agradeceu calorosamente pela maneira como ela e o policial atenderam ao seu chamado. O solicitante, surpreso com a atitude do policial e de sua esposa, enviou uma mensagem de agradecimento ao comando do 10º Batalhão de Polícia Militar (BPM) de Blumenau, enaltecendo o comprometimento do soldado José Kava com o serviço policial militar e com a sociedade pomerodense. O comandante do Pelotão de Pomerode, 1º tenente Alexandre Alberto Kleine, em suas palavras, destacou o orgulho que tem de poder contar com profissionais como o soldado José Kava, que encontrou uma forma humana e solidária de ajudar o próximo. São atitudes como esta do soldado José Kava que criam na sociedade a confiança nos serviços prestados pela Corporação Policial Militar.

(Texto: 1º tenente Alexandre Alberto Kleine . Foto: divulgação)

Está demais

29 de abril de 2013 2

Levante a mão o dono de posto de combustível ou lotérica que ainda não teve o dissabor de ter o estabelecimento assaltado à mão armada.

Viram? São poucos, muito poucos.

Melhor, mas parecido

22 de abril de 2013 1

Gente de cidades grandes vem para Blumenau em busca de qualidade de vida, e no comparativo com suas cidades de origem, estão satisfeitos.

Mas não se livram dos engarrafamentos, assaltos, arrombamentos e até bala perdida, que por enquanto só tiram fino, graças a Deus.

As coisas mudam

02 de abril de 2013 2

Vocês se lembram do tempo em que caixeiro era o balconista de loja? Ou fabricante de caixas? Havia até a figura do caixeiro-viajante, vendedor que ia de cidade em cidade.

Agora caixeiro é quem explode caixa eletrônicos.

É o crime se apossando inclusive dos termos que designam profissões honestas.

Obrigado, ladrão

25 de março de 2013 0

Do leitor Leonício Britzke, com fina ironia:

- Gostaria de agradecer ao punguista que na última sexta-feira surrupiou a carteira de meu filho no ônibus da linha entre os terminais do Garcia e Aterro. O ladrão “bonzinho” fez a gentileza de jogar a carteira na Rua Amazonas, onde um jovem honesto a encontrou, reconheceu meu filho pela foto nos documentos e a devolveu, poupando-nos de uma correria burocrática para refazer tudo. Se o meliante fosse “ruinzinho”, teria jogado a carteira no riacho, no rio ou num bueiro, como é praxe.

Terrível

21 de março de 2013 6

São tão frequentes os assaltos a casas lotéricas que não demora muito e será implantado o sistema de senha para os bandidos.

O pior dos mundos

18 de março de 2013 4

Escolas já não são mais as ilhas de segurança que eram. Além das ameaças internas há as agressões do lado de fora. Hoje recebi telefonema aflito de uma mãe de estudante que foi assaltado na porta da EEB Padre José Maurício, no Bairro Progresso, por pivetes.

Ameaçado por facas, entregou a mochila, o telefone celular e o sossego. Traumatiza.

Chegamos ao ponto em que cada escola tem que ser protegida por uma guarnição armada?