Mais um fim de semana.
Se for dirigir, não beba.
Se encontrar um bebum, ajude-o.
Mais um fim de semana.
Se for dirigir, não beba.
Se encontrar um bebum, ajude-o.
Este foi o rei da comédia. Sempre imitado - lembra alguém atual? -, nunca igualado.
O cara completou 70 anos e continua reverenciado pelo mundo inteiro. Pelo talento e pelo caráter. Percebam a platéia...
(Sugerido por Shideh Bartar, Blumenau)
Os patins voltaram à moda, agora vai ser aquela febre novamente. Eis aí como tudo começou...
(Sugerido por Rubens Heusi, Blumenau)
Comercial pra lá de criativo. E trabalhoso.
Mas o resultado é surpreendente.
(Sugestão do leitor Carlos Eduardo Venturini)
Seria tão bom se esta música tivesse envelhecido...
Houve uma época em que só duas pessoas adultas, no Brasil, admitiam gostar de assistir aos episódios do seriado Chaves: Sílvio Santos, por motivos óbvios, e eu, pelo simples motivo de gostar e não ter vergonha de dizer. Na época, uma penca de gente também gostava, mas não admitia. Um seriado de cenário tosco, atores feios e muito feios, dublados a facão, ora, ora... como concordar que, de tão ruim, beirava a genialidade?
Esse era e sempre foi o público do seriado, que agora é um clássico.
Foi-se o tempo em que se negava o Chaves.
Admitir agora é fácil.
Queria ver naquele tempo.
"Quero compartilhar com vocês uma canção que fiz para minha mãe, Dona Rosália, em reconhecimento à sua bondade sem limite e ao seu Divino Dom da sensibilidade, que traduz toda a sua essência. Por isso, minha singela e merecida homenagem, com infinito amor e respeito, admiração e carinho.
Luiz Vicentini, Blumenau"
O Vox 3 dispensa comentário. Mas eles não dispensam a paródia sobre a música (?) que tomou conta do planeta. Te cuida, Teló!
Sou mais a versão deles. É gente nossa.
Uma pausa nos assuntos que ultimamente têm sido pesados. Um recreio para os leitores e para o blogueiro. Vale a pena assistir o que nossos avós assistiam, ou os pais de nossos avós. Vale mesmo!
Garotas fantásticas, famosas na época. Um vídeo de 1944, recuperado, digitalizado e colorido.
Nesta clássica coreografia do filme “Broadway Rhythm”, as assim chamadas The Ross Sisters, Aggie, Maggie e Elmira, cantam e movimentam-se de uma forma que não parece ser humanamente possível. No primeiro minuto elas cantam, mas o que vem a seguir é impressionante.
(Enviado por Osmar Laschewitz, de Blumenau)