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Posts na categoria "Vídeos"

Ninguém faz igual

18 de abril de 2012 0

Uma pausa nos assuntos que ultimamente têm sido pesados. Um recreio para os leitores e para o blogueiro. Vale a pena assistir o que nossos avós assistiam, ou os pais de nossos avós. Vale mesmo!

Garotas fantásticas, famosas na época. Um vídeo de 1944,  recuperado, digitalizado e colorido.

Nesta clássica coreografia do filme “Broadway Rhythm”, as assim chamadas The Ross Sisters, Aggie, Maggie e Elmira, cantam e movimentam-se de uma forma que não parece ser humanamente possível. No primeiro minuto elas cantam, mas o que vem a seguir é impressionante.

(Enviado por Osmar Laschewitz, de Blumenau)

Chegaremos lá?

17 de abril de 2012 0

Não reclamem demais de nossos motoboys. Há lugares piores. Saigon, por exemplo.

Isto é um comercial!

14 de abril de 2012 2

Um dos mais belos comerciais que já assisti e compartilho com vocês. Notem que nosso Santos Dumont tem participação especial…

Blumenau, 12 de abril

13 de abril de 2012 2

OK, foi na madrugada da última quinta-feira, já é considerada notícia velha. Pode até ser, mas o desaforo, a impunidade e o prejuízo  são os  de sempre. O vandalismo é uma praga sem antídoto, então? Vai ficar eternamente sem castigo, porque o braço da lei é curto e mais curta  é a memória da comunidade, consertou todo mundo esquece, é assim?

Não gosto de pensar que é, embora seja.

De qualquer modo, fica o registro no blog. Para ser visto de vez em quando e não deixar a indignação arrefecer.


O rastro do vândalo (Foto: Gilmar de Souza)



Mas que é bela, é

02 de abril de 2012 5

Caramba… Santa Catarina é isto tudo ou carregaram na propaganda?

Seja como for, é o melhor Estado do Brasil para se viver. Mesmo que exagerem nas tintas.

Foi uma brasa, mora!

31 de março de 2012 4

Esta é para os coroas que tiveram a sorte de viver uma época mágica, do surgimento do Beatles e sua revolução comportamental ao da Bossa Nova e seu refinamento musical. Da datilografia à digitação. Do DC-10 da Cruzeiro do Sul ao pouso na lua. E de uma infância solta, largada, vivida como a vida pede. Não importa que você já tenha lido este texto, vale a pena ver – e viver – de novo.

(Os erros de português no texto não devem ser levados em conta. Vale a mensagem!)

Paul McCartney na Ressacada

27 de março de 2012 3

O Avaí não anda lá muito bem das pernas, literalmente. E a turma não perde a chance de fazer uma divertida gozação. Numa boa.

Olhem só:

Gente nossa

27 de março de 2012 0

Carlinhos Steiner, neto de imigrantes austríacos, nasceu em Treze Tilias e se fez no Rio Grande do Sul. Exímio gaiteiro, foi à Áustria de seus avós mostrar sua arte.

E abafou!

Água

22 de março de 2012 0

Declaração Universal dos Direitos da Água

Art. 1º – A água faz parte do patrimônio do planeta.Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.

Art. 2º – A água é a seiva do nosso planeta.Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado do Art.3 º da Declaração dos Direitos do Homem.

Art. 3º – Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.

Art. 4º – O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.

Art. 5º – A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.

Art. 6º – A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.

Art. 7º – A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.

Art. 8º – A utilização da água implica no respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.

Art. 9º – A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.

Art. 10º – O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.

Hora do recreio

20 de março de 2012 0

Vale uma pausa de 30 segundos nesta nossa correria.