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O futuro é à prova d'água

07 de março de 2012 1

Há alguns dias, quando reclamei da Smart Cover, a lindona mas incompetente capinha do iPad 2, alguém comentou comigo no Twitter de uma capinha para tablet que possibilitava até “ver filmes durante o banho”. Achei graça. É exagero, mas o futuro é por aí mesmo: à prova d’água.

E não se trata apenas de uma extravagância. Há necessidade de produtos do tipo. Não é difícil achar relatos de iPods que foram parar na máquina de lavar. Eu mesma já afoguei um iPhone na mochila por culpa de uma garrafa d’água mal fechada (o bichinho voltou à vida depois).

A boa notícia é que se vê cada vez mais gadgets resistentes a água. A tendência é que isso deixe de ser um diferencial de um produto para se tornar algo padrão na indústria de tecnologia.

Como mostra a foto abaixo, a presidente Dilma Rousseff e a chanceler alemã, Angela Markel, chegaram a conferir de perto um tablet à prova d’água da Fujitsu na CeBIT, feira de tecnologia que está sendo realizada nesta semana na Alemanha e que tem o Brasil como parceiro em 2012.

Foto: Odd Andersen, AFP

A Fujitsu também tinha montado um aquário para expor seus gadgets no Mobile World Congress (MWC), evento do setor de mobilidade realizado na última semana em Barcelona, na Espanha. Vejam só:

Foto: Josep Lago, AFP

A Motorola também tem investido em produtos mais resistentes. O superfino Droid Razr – à venda no Brasil – conta com um revestimento de nanopartículas que repelem a água. O mesmo tipo de tecnologia está presente no Defy Mini  da foto abaixo:

Foto: Josep Lago, AFP

Na próxima foto, o smartphone que está sendo mergulhado na água é o Eluga Power, anunciado durante o MWC pela Panasonic. Tem tela de 5 polegadas, processador dual-core de 1.5 GHz, sistema operacional Android 4.0, câmera de 8 MP e tecnologia NFC.

Foto: Lluis Gene, AFP

Vale destacar que há até mesmo empresas especializadas em proteger eletrônicos da água, como a americana Liquipel. Você manda o seu gadget para eles, que então aplicam sobre o aparelho uma camada de nanopartículas que o protege da água. Durante o WMC, a Liquipel anunciou a expansão de suas operações para outros países, inclusive o Brasil.

O vídeo a seguir explica como é feito esse revestimento (em inglês):

Este vídeo aí (também em inglês) é uma demonstração com um iPhone 4 revestido com a tecnologia deles:

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Comentários (1)

  • Vainer diz: 7 de março de 2012

    Até que enfim as fábricas abriram os olhos para uma necessidade escancarada dos gadgets.
    Tenho um Motorola Defy, que saiu ileso de vários mergulhos involuntários (inclusive no mar).
    Antes tarde do que nunca.

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