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A pegadinha do 4G no Brasil

12 de junho de 2012 1

Com o leilão de frequências da Anatel para as chamadas redes 4G (leia aqui), fica um alerta: isso não significa que um aparelho 4G comprado em outro país será compatível com as redes móveis de alta velocidade que deverão entrar em operação a partir de 2013 no Brasil.

Um grande exemplo disso é a versão 4G do iPad. Motivo: a faixa de frequência utilizada pelas redes 4G nos Estados Unidos é diferente. A Anatel selecionou a faixa de frequência de 2,5 GHz para as redes 4G no país.

Segundo relatório do GSMA Wireless Intelligence Service, mais de dois terços das redes 4G disponíveis hoje no mundo são na faixa de 700 MHz, muito disso por causa dos Estados Unidos. No Brasil, essa faixa é utilizada para a transmissão de TV analógica, com operação prevista até 2016.

Então, antes de comprar um aparelho 4G em uma viagem ao Exterior, fique de olho se a faixa de frequência utilizada é compatível com a que será adotada no Brasil.

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Com a quarta geração da telefonia móvel, a promessa é de velocidade até 10 vezes maior do que a suportada pelas atuais redes 3G.

Algumas operadoras já estão oferecendo no Brasil o chamado 3,5G,  tecnologia High Speed Packet Access Plus (HSPA+), que é uma versão melhorada do 3G. O iPhone 4S e o Galaxy S III são exemplos de aparelhos compatíveis.

Ah, fiz este post motivada por uma pergunta que me fez o @AlexandrFachin.

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Comentários (1)

  • Leandro diz: 13 de junho de 2012

    Esse problema da banda utilizada está bem complicado. Se não me engano, o 4G do novo iPad só funciona nos EUA e no Canadá. Acredito que a solução vai ter que ser dada pelos fabricantes, com produtos abrangendo uma gama maior de frequências.

    Estou na China, mas aqui o Ipad nem está sendo vendido (por causa do rolo com a Proview). Comprei o meu em Hong Kong, mas aqui tem oficiais dizendo que não pensam em conceder licenças de 4G nos próximos 2 ou 3 anos(?!). O Brasil até parece estar numa boa situação, não?

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