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A onda de consumerização de TI e a inocência perdida das redes sociais

07 de setembro de 2012 0

Quanto mais adepta de tecnologia a pessoa é, mais frustrante pode ser a relação com o departamento de TI da empresa em que trabalha. É como se os usuários que curtem novidades tecnológicas fossem penalizados por isso no trabalho.

A cena é bem comum: em casa, você tem um computador com tudo atualizado, mas no trabalho tem que usar o Windows XP e outros softwares defasados.

Com a era pós-PC, a esperança agora vem sob a sigla de BYOD (é do inglês e significa “traga o seu próprio dispositivo”. O irônico é que os funcionários (e não os departamentos de TI) são quem estão, cada vez mais, impulsionando novas tecnologias nas empresas, e há um termo da moda para isso: consumerização de TI.

O uso do smartphone pessoal para conferir os e-mails de trabalho parece o exemplo mais forte da consumerização de TI, mas essa tendência vai além dos gadgets.

Para muitos profissionais, o grande símbolo da consumerização de TI é o seu perfil no Facebook ou Twitter.

Vejam só: cinco anos atrás, Orkut e MSN Messenger – os bambambãs daquela época – tinham acesso barrado em muitas empresas. Eram vistos apenas como atividade de lazer, que só serviam para roubar a produtividade dos funcionários.

Hoje em dia, o uso de redes sociais e comunicadores instantâneos – leia-se, Facebook – é visto com mais seriedade nos ambientes corporativos. As redes sociais são incentivadas em muitas corporações, principalmente se for para promover a própria empresa. Goste você ou não, o seu perfil no Facebook ou Twitter virou uma extensão da sua imagem corporativa.

Por causa da consumerização de TI, as redes sociais perderam a inocência, e nós ficamos sem as linhas divisórias na internet para nossa vida pessoal e profissional.

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