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O app que mudou minha vida em 2013

18 de dezembro de 2013 3

O título pode ser um pouco de exagero, mas tem que levar em conta que apps chegam e saem do meu smartphone e tablet na velocidade dos cliques. Dos aplicativos que entraram na minha vida em 2013, o posto de queridinho da vez é do Fitbit.

O meu uso do app está atrelado a duas compras: uma balança com Wi-Fi, que envia automaticamente os dados sobre meu peso e percentual de gordura para o app do Fitbit. O outro item, o Fitbit One da foto, é representante de uma categoria que está transformando o setor de tecnologia: os dispositivos de vestir (wearable, em inglês). Ele conta meus passos, o número de andares que subi e até quantas vezes acordei durante a noite. Posso conferir tudinho em gráficos no telefone ou no computador (a comunicação do aparelho com esses dispositivos é via Bluetooth).

fitbit1

Aparelhinhos com a mesma proposta do Fitbit são a moda da vez nos Estados Unidos. Escolhi o One exatamente por não ser uma pulseira, como nos modelos mais comuns. Ele me poupa de ficar o dia inteiro com algo no pulso e que muitas vezes não combina com a roupa que se está usando. Já o Fitbit One pode tanto ser usado em uma faixa no braço (que vem junto), ou então em uma fivela de silicone que, no caso das gurias, dá para prender no sutiã (o aparelho não fica incomodando nem fica visível) ou deixar no bolso da calça.

fitbit1

Tá, e por que ele “mudou minha vida”?

É por causa do Fitbit que estou me esforçando para deixar minha vidinha nerd sedentária. Para começar, ele facilita acompanhar meu peso e minhas atividades físicas, inclusive via gráficos, já que não preciso perder tempo informando dados de minhas atividades no app.

Ele me envia uma notificação no smartphone e até um e-mail para informar quando a bateria está prestes a acabar. Recebo badgets quando atinjo façanhas como subir 25 andares de escada em um dia. É possível ainda adicionar amigos e compartilhar seus dados com eles. Dá até para “competir” para ver quem caminha mais na semana (eu só não uso muito esses recursos sociais do Fitbit porque acho um pouco “oversharing” – ou seja, uma certa exposição além da conta – mas tem gente que não se importa muito com privacidade online).

fitbit2

O que mais curto no Fitbit é o incentivo que me dá. Ele fica ainda me mandando lembretes durante o dia, avisando quanto falta para cumprir minhas metas. Passei, por exemplo, a subir escadas em vez de pegar elevador só porque isso ajuda minha performance no app. Daí meu otimismo pelos chamados dispositivos “wearable” – vejo o impacto na minha vida, isso que a onda desses gadgets está recém começando.

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Comentários (3)

  • leila diz: 18 de dezembro de 2013

    Eu queria um, mas quando procurei sobre na internet vi que antes de usar o aparelho precisa ligar/parear com o computador e li que não funciona com linux. Tu sabes alguma coisa disso, Vanessa? Precisa mesmo ligar no PC antes de sair usando?

  • marlenr’ diz: 15 de setembro de 2014

    Cadê a resposta do comentário?

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