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Da arte de "engolir o inimigo"

20 de fevereiro de 2014 1

Acordei nesta quinta-feira com “ressaca” das piadinhas de ontem na internet sobre os 19 bilhões de dólares que o WhatsApp está custando ao Mark Zuckerberg. Vocês não?

É uma das aquisições de se dizer “uau”, admito. E eu não consigo deixar de comparar com a compra do YouTube pelo Google lá em 2006: à época, custou 1,65 bi de dólares, e causou um frenesi e tanto. Foi um dos maiores acertos da história do Google: já que o Google Vídeo não estava emplacando mesmo, o jeito foi abocanhar o concorrente que ainda era o queridinho da vez na internet.

Fico aqui me perguntando se a busca por um monopólio na internet é uma boa forma de definir o que o Facebook está fazendo agora. Não dá para esquecer que, antes de WhatsApp, o engolido foi o Instagram.

Não.

A palavra-chave é sobrevivência. O Facebook não é o que há de mais bacana na internet. E o WhatsApp é o grande nome na onda de aplicativos que nos têm levado a falar tanto de uma “morte anunciada” do Facebook. 

Quando não se tem como vencer o inimigo (algo que, de fato, o Facebook tentou), a estratégia de engoli-lo parece até óbvia. O que importa é que o Facebook está tentando. Zuckerberg dá um indício e tanto de que vai fazer tudo que está ao alcance do seu bolso para que a empresa que ele criou há 10 anos em um dormitório de Harvard não fique para trás nesses novos tempos em que a interface a internet é cada vez menos NAVEGAÇÃO VIA BROWSERS, para cada vez mais um acesso via APPS EM SMARTPHONES.

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Comentários (1)

  • Alexandre Gomes Hoff diz: 20 de fevereiro de 2014

    O que eu realmente gosto no Whatsapp é a sua funcionalidade muito simples, prático e direto. Zuckerberg não me estraga o app.

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