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Posts na categoria "Coluna na ZH – Tecnologia na Cabeça"

[Turismo geek] Um passeio pela Microsoft

30 de julho de 2014 0

ms

Foi o desenvolvimento de uma versão da linguagem de programação Basic para o computador Altair 8800, lá nos anos 1970, que deu início à Microsoft. Então não surpreende que uma das peças mais importantes da história da computação seja um dos atrativos do Centro de Visitantes da companhia, lá em sua sede, em Redmond, nos Estados Unidos.

Visitei o local neste mês. Confiram algumas fotos:

visitor1Crédito das fotos: Vanessa Nunes, arquivo pessoal

altair

O passeio começa com o que a Microsoft chama de magia do software. Para mostrar como a computação revolucionou nossa vida, são exibidos itens como um videogame Atari, uma máquina de escrever, um celular-tijolão e uma câmera fotográfica das antigas, além, é claro, de um Altair 8800. Hoje, temos recursos superando isso tudo na palma da mão. Software mudou a forma como trabalhamos, nos comunicamos e nos divertimos, e a Microsoft faz disso uma oportunidade para falar de seus produtos, como o Office, o Skype, o Xbox Live e até a assistente pessoal de voz Cortana.

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A famosa imagem de 1978 dos fundadores da Microsoft é exibida em um painel. É uma das atrações do local, já que visitantes se posicionam ao lado do jovem Bill Gates para fotos. Eu mesma não resisti:

ms1Crédito da foto: Rafael Ramos, arquivo pessoal

No geral, o Centro de Visitantes da Microsoft – que é aberto ao público – é isso mesmo, uma vitrine de produtos da marca, onde é possível experimentar uma variedade de tablets, computadores e telefones com Windows, incluindo a linha de hardware da própria Microsoft, que inclui os tablets Surface e os smartphones Nokia Lumia. Também dá para brincar com o Xbox One, o Kinect e mesas sensíveis ao toque da companhia.

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O que vem pela frente?

A Microsoft também fala de tendências em seu Centro de Visitantes.

Uma aposta é a tecnologia de realidade aumentada FaceCake Swivel, que espera um dia revolucionar a experiência de compras. É divertido experimentar o produto, que usa o sensor Kinect para capturar a sua imagem, e permite testar roupas, acessórios e maquiagem virtualmente.

facecakeCrédito da foto: Rafael Ramos, arquivo pessoal

Computação vestível é outro destaque. Lá há inclusive um vestido com o conceito de que “você veste o que você tuita”. O “Printing Dress” é uma instalação artística que integra componentes eletrônicos na roupa, que é feita basicamente de papel. Com um projetor integrado, a ideia é que a saia do vestido mostre tweets em tempo real.

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Fiz estes videozinhos:

>>>>> Veja o lugar onde o Vale do Silício nasceu

>>>> Conheça o Centro espacial da Nasa em Houston

>>>> Confira mais posts da série Turismo Geek

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Dica de app: Trip Compass

28 de julho de 2014 0

compassO desenvolvedor gaúcho Eduardo Sasso, radicado no Vale do Silício, nos Estados Unidos, brinca que veio com GPS interno “defeituoso de fábrica” e que, por isso, cansou de se perder ao caminhar em uma cidade nova. Há apps que ajudam na localização, como o próprio Google Maps, mas são tão cheios de funcionalidades que Sasso teve então a ideia de criar o Trip Compass. O app – disponível na App Store (U$S 1,99, em tinyurl.com/tripcompass) – se destaca pela simplicidade, como mostra a imagem ao lado. Ele aponta a direção do seu destino, em vez de avisar a rua em que se precisa dobrar.

- Queria um app que simplesmente me ajudasse a chegar no meu destino quando eu estivesse caminhando em uma cidade nova e, principalmente, que eu pudesse salvar os lugares que eu queria visitar e ter a possibilidade de usar o app mesmo estando offline – afirma.

O app usa a API do Gogobot para mostrar pontos de interesse, como hotéis e restaurantes. Embora trabalhe no Gogobot, Sasso desenvolveu o Trip Compass como um projeto paralelo, em suas horas de folga. Ele postou o código em github.com/eduardosasso/trip-compass e, com isso, espera que outros desenvolvedores possam usá-lo como exemplo em seus próprios apps.

*Dica inicialmente publicada na minha coluna na ZH impressa

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Um querido

27 de julho de 2014 0

Screen Shot 2014-07-21 at 12.15.00 AM

Que coisa mais meiga o robô Jibo.

Não é à toa o sucesso que este vídeo aí está fazendo no YouTube.

A ideia é que o Jibo seja um robô para a família. Com altura de 28 centímetros e peso de 2,7 kg, o seu “rosto” é uma tela sensível ao toque.

O Jibo tira fotos, lê histórias para crianças e avisa de compromissos. Por enquanto, é um protótipo, mas a expectativa é de que as primeiras unidades sejam entregues no final de 2015 com preço por volta dos US$ 500.

A fundadora da empresa por trás do projeto é uma professora do MIT especialista em robótica social.

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De frutas a e-books ilimitados

23 de julho de 2014 0

Estive em Seattle (EUA) dias atrás e vi caminhões como este aí circulando pela cidade. Lá, a Amazon vende até carne e verduras pela internet.

amazon

O serviço, chamado de Amazon Fresh, é só mais um exemplo do gigantismo da empresa, que oferece armazenamento na nuvem, investe na produção de séries de TV para o seu serviço de streaming e tem até um projeto de usar drones para fazer entregas de compras online.

Neste ano, a Amazon ainda apresentou o seu próprio telefone, mas uma novidade que promete mesmo é o Kindle Unlimited, serviço de assinaturas de livros lançado na semana passada, inicialmente apenas no mercado americano. Com o e-reader Kindle, a Amazon popularizou a leitura de livros eletrônicos. Agora, tem tudo para fazer pelos livros o que o Netflix fez por filmes e seriados de TV.

*Texto publicado na coluna Tecnologia na Cabeça desta semana

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Apps nossos de cada dia

17 de julho de 2014 0

Baixamos apps e mais apps, mas só uns poucos ganham nossa atenção diária. Em média, as pessoas usam 27 aplicativos diferentes em um mês em seus telefones, de acordo com estudo da consultoria Nielsen. Em dois anos, o percentual cresceu apenas 15%, enquanto o tempo gasto em apps pulou 65%.

Ou seja, estamos passando cada vez mais tempo em apps, mas nos mesmos. Por curiosidade: só no caso da Apple App Store, que completou seis anos na semana passada, 22% dos aplicativos disponibilizados desde 2008 já morreram, como o Flappy Bird. O dado é de um estudo da consultoria Adjust.

A revolução na forma como as pessoas se relacionam com apps é o tema de um documentário que está buscando fundos no Kickstarter. App: The Human Story (App: A História Humana, em português) pretende mostrar que, antes do lançamento do iPhone, baixar software era coisa de nerd, mas, hoje em dia, até vício em apps se tornou banal. 

Uma prévia do projeto (em inglês):

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Fotos de drones

16 de julho de 2014 0

Esqueça os selfies. O Dronestragram, tipo um Instagram só para fotos feitas a partir drones, promoveu um concurso para escolher as melhores imagens do tipo. Confira as vencedoras em www.dronestagr.am/contest/rewards/.

dronestagramCrédito da imagem: reprodução

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Ainda mais futurístico

15 de julho de 2014 0

Para quem não acha o Google Glass futurístico o bastante, imagine então poder um dia controlar os óculos inteligentes com o pensamento. Quem está dando um primeiro passo nessa direção é o o MindRDR, um app que combina o Glass com um sensor de eletroencefalografia. O projeto é de uma startup de Londres que colocou o código-fonte no Github (github.com/ThisPlace/MindRDR), permitindo assim que outros desenvolvedores expandam o seu uso.

mind1Crédito da imagem: divulgação

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Como se fosse um AirBnB para pets

12 de julho de 2014 0

Bela sacada do AirBnBicho, que facilita encontrar ou oferecer estadia para animais de estimação quando seus donos viajam. A novidade é inspirada no AirBnB, serviço que permite alugar quartos e apartamentos para viajantes.

Mais informações em airbnbicho.tumblr.com.

airbnbicho

* Dica publicada na coluna Tecnologia na Cabeça desta semana

>>> Confiram também: Pets versus gadgets

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Você é bom de geografia?

11 de julho de 2014 0

Um novo game no Google Maps permite testar conhecimentos gerais com base na localização geográfica. Com o “Smarty Pins”, você responde questões de vários tópicos – como esporte e artes – ao mover o “pin” até a correta localização.

Fica em smartypins.withgoogle.com. Pena que só está disponível em inglês.

smartypins

Mas vale avisar que o QuizUp (www.quizup.com), aplicativo de trivia vencedor do Webby Awards na categoria de game social, ganhou recentemente versão em português. Está disponível para Android e iOS.

* Dicas publicadas na coluna Tecnologia na Cabeça desta semana

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Na carona de uma polêmica

10 de julho de 2014 0

Longe de mim querer defender o estudo do Facebook que manipulou o feed de usuários para analisar emoções na rede social, mas, convenhamos, o Facebook não é o único a manipular a verdade de sua timeline.

Vale lembrar o vídeo “What’s on your mind?”, que se tornou viral na internet há cerca de um mês e já acumula mais de 7 milhões de visualizações no YouTube. Ele chama a atenção para o fato de que as pessoas muitas vezes passam uma imagem fake de suas vidas nas redes sociais. Como diz a descrição do vídeo, “o Facebook pode ser deprimente porque a vida dos outros é melhor que a sua. Mas será que elas são mesmo?”

Na carona do polêmico estudo do Facebook, foi até lançado um plugin para Chrome que simula o experimento. Com o Facebook Mood Manipulator (disponível apenas em inglês), dá para escolher “como você gostaria de se sentir” no momento, recebendo postagens de acordo com o seu humor (positivo, emotivo, agressivo ou aberto). Aos interessados, o endereço é http://tinyurl.com/facebookmood.

* Publicado na coluna Tecnologia na Cabeça desta semana

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Para os órfãos do Orkut

10 de julho de 2014 0

Facebook, que nada!

Quem está comemorando a morte do Orkut é o VK (www.vk.com), que é a maior rede social da Rússia. O site, que conta até com versão em português, viu seu número de usuários brasileiros se multiplicar na última semana, com o anúncio do Google de que encerrará o Orkut em 30 de setembro. “Sobreviventes do Orkut” é o nome de uma das comunidades por lá, com mais de 2,5 mil participantes.

vk

Mas há também quem queira criar uma rede social do zero para ocupar o espaço deixado pelo Orkut. Um grupo de brasileiros avisou que pretende lançar até o final de agosto uma plataforma chamada Grupia, com foco em comunidades de interesse. A proposta é ser “a nova casa das comunidades do Orkut”. Dá para se cadastrar em www.grupia.com para participar dos testes da nova rede social.

E não que vá adiantar algo, mas vale lembrar que há uma petição online pedindo que o Google não encerre o Orkut. Mais de 80 mil já se manifestaram em http://tinyurl.com/colunaorkut.

* Texto publicado na coluna Tecnologia na Cabeça desta semana

Confiram também:

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Coluna "Tecnologia na Cabeça" agora sai às quartas-feiras na ZH impressa

10 de julho de 2014 0

Para quem notou que não teve o caderno Dinheiro na última ZH dominical e me perguntou sobre a minha coluna, aí está:

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A coluna Tecnologia na Cabeça voltou a ser publicada na quarta-feira, e está um pouco maior. Agora pode ser acompanhada lá nas páginas do Sua Vida.

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Yo

30 de junho de 2014 0

O app Yo parece algo tão inútil que, não duvide, pode até revolucionar a comunicação online. Com o aplicativo de mensagens, é possível enviar apenas uma palavra aos contatos: yo.

yoLançado em abril, o Yo andou causando frenesi online recentemente ao ter angariado mais US$ 1 milhão de investidores. O espanto e a curiosidade que está despertando levaram a uma corrida para baixar o aplicativo, que ultrapassou na última semana a marca de um milhão de downloads.

A aposta na simplicidade lembra, de certa forma, os primórdios do Twitter. Lá por 2008, quando se falava em Twitter, entre os poucos que sabiam do que se tratava, muitos torciam o nariz: que coisa mais boba um site para se dizer o que está fazendo em 140 caracteres. Mas as pessoas foram dando novos usos ao Twitter que, vejam só, hoje é uma das ferramentas de comunicação mais respeitadas na internet.

Isso não significa que o Yo irá emplacar. Não dá para esquecer que ele lembra um pouco a proposta do Facebook Poke, que já foi até descontinuado. A ideia é que se use o app com base em contexto, como o envio de um “yo” para avisar que está acordado, ou que chegou em casa, ou então apenas para mostrar que está pensando na pessoa. Mas a ferramenta pode se tornar interessante se, por exemplo, no futuro, você puder receber “yos” a cada vez que seu time fez um gol ou quando um novo post foi publicado em um dos seus blogs preferidos. Uma possível reinvenção do sistema de notificações nesta era smartphone pode até não ser garantia de sucesso, mas indica que o app, hoje aparentemente inútil, tem potencial.

Dá para baixar o Yo para iOS e Android em www.justoyo.co.

* Texto publicado inicialmente na minha coluna na ZH impressa

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Para não perder a relevância

21 de junho de 2014 0

slingshot

O lançamento oficial do Slingshot – app do Facebook para concorrer com o Snapchat – mostra que a rede social mais popular do planeta fará mesmo tudo que estiver ao seu alcance para seguir relevante, mesmo que isso signifique se dividir em pequenos apps voltados a atividades específicas.

Com o Slingshot, a companhia pega carona no sucesso de apps que prometem a autodestruição de suas fotos e vídeos depois de vistos. O que mais chama a atenção no Slingshot é que seus amigos só poderão ver as suas fotos e vídeos se eles enviarem algo de volta para você. Por curiosidade: “slingshot” significa “estilingue” em português. Não é preciso ter uma conta no Facebook para usar o app, que está disponível inicialmente para Android e iOS nos EUA (em sling.me).

Para os jovens, o que mais conta é a possibilidade de interagir em espaços online que sejam só deles, não onde todo mundo está. Então o Facebook, para seguir o bambambã da internet, tem que lutar contra o seu próprio papel como rede social generalista. Na onda de fragmentação da experiência de uso da rede social, o Facebook criou ainda apps como o Messenger, para chat, e o Paper, para ler e descobrir notícias. A companhia também abocanhou dois ícones da era mobile, Instagram e WhatsApp. Só não teve sucesso mesmo com os apps Poke e Camera, que acabaram descontinuados.

* Texto da minha coluna deste domingo na ZH 

 

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Pets versus gadgets

17 de junho de 2014 0

pets

Dado o sucesso de vídeos no YouTube que mostram gatos brincando com tablets, há uma certa fascinação em ver animais de estimação interagindo com gadgets. Não dá para esquecer que há vários apps criados especialmente para eles, como o “Paint for Cats” para iPad.

Mas a coluna chama a atenção para uma pesquisa divulgada neste mês pela seguradora SquareTrade, apontando que 28 milhões de pessoas nos Estados Unidos tiveram eletrônicos estragados por seus pets. Os cabos e fios são os alvos preferidos.

Outro dado interessante da pesquisa com donos de animais de estimação: um em cada seis já usou serviços de vídeo online como Skype e FaceTime para “conversar” com seus pets ao estar longe deles.

Dica de vídeo: Um elefante e um smartphone

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Vine espacial

16 de junho de 2014 0

Da minha coluna desta semana na ZH impressa:

photo 2

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Meus pitacos sobre o Yosemite

08 de junho de 2014 0

Publicado na minha coluna deste domingo na Zero Hora impresso:

A Apple da “continuidade”

No que depender da Apple, “continuidade” é a ordem da vez. Com o termo, o que a companhia está mesmo querendo dizer é que você precisa ter computador, telefone e tablet da marca para tirar melhor proveito desses aparelhos.

Não é de hoje que Macs, iPhones e iPads conversam entre si, mas a Apple está aumentando a integração entre esses aparelhos. Por continuidade, a ideia é que você comece uma tarefa no iPhone (como escrever um e-mail) e termine no Mac, ou vice-versa. Tudo porque os seus dispositivos da Apple serão capazes de reconhecer o que você está fazendo nos seus outros aparelhos da marca que estão por perto. Caso você tenha um iPhone, você poderá até atender ou fazer ligações telefônicas no Mac.

A aposta em um ecossistema unificado foi mesmo o grande recado das apresentações desta semana na conferência de desenvolvedores da Apple. E esta é uma tendência que, independentemente da marca escolhida, está cada vez mais difícil fugir. Os relógios inteligentes da Samsung, por exemplo, só são compatíveis como aparelhos da linha Galaxy, da mesma marca.

yoseCrédito da imagem: Apple, divulgação

Vale lembrar que a estratégia da Apple é um pouco diferente (e menos ousada) do que a da Microsoft. O Windows 8 uniu ambiente tablet e desktop em um único sistema operacional. Para a Apple, Mac OS X e iOS ainda são plataformas bem distintas. As mudanças visuais da nova versão do Mac OS X não representam uma ruptura com o que usuários estão acostumados, mas o sistema está visualmente cada mais próximo do iOS – que o diga a nova central de notificações do Mac. O Swift, nova linguagem de programação para Mac OS X e iOS, também sinaliza que a Apple quer facilitar a criação de aplicativos para ambas as plataformas.

O Yosemite será lançado oficialmente na primavera deste ano, como uma atualização gratuita para usuários de Mac.

O codinome

A Apple costumava batizar novas versões do sistema operacional dos Macs com nomes de felinos – tigre e leopardo, entre outros. A versão atual, lançada no ano passado, foi chamada de Mavericks, que é um ponto de surfe famoso na Califórnia. Agora, com Yosemite, outro ícone do turismo no estado sede da Apple.

E se o Mac OS X 10.10 fizer jus ao codinome que recebeu, não espere nada menos do que grandiosidade. O Yosemite, parque localizado na Serra Nevada, na Califórnia, é um daqueles lugares de uma beleza estonteante.

yosemite2Crédito da imagem: divulgação

Em uma visita a San Francisco, vale a pena alugar um carro, encarar cerca de quatro horas na estrada, e ir lá ver o Half Dome e outras atrações de perto. E fica dica: no caminho, parem em um lugar chamado Happy Burger, na cidadezinha de Mariposa, para desfrutar de free Wi-Fi e comer um dos melhores hambúrgueres do país do hambúrguer.

Ah, uma curiosidade sobre o Yosemite: o casamento de Steve Jobs com Laurene Powell foi celebrado lá, em 1991.

Aí na foto, eu e uma das sequoias gigantes do Yosemite.

yosemiteCrédito da imagem: arquivo pessoal

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De olho na Copa

03 de junho de 2014 0

appNa carona da Copa do Mundo, uma rede de lanchonete estreou um design especial da sua tradicional embalagem de batata-frita. Tá, mas o que isso tem a ver com o tema deste blog?

É que a nova embalagem é a chave para um app de realidade aumentada da marca.

O McDonald’s GOL! (imagem ao lado) é um joguinho de futebol para iOS e Android. Até dá para baixar uma prévia do app via gol.mcd.com, mas é preciso uma das novas embalagens para acessar o jogo completo.

Outra iniciativa voltada à Copa vem do UR Launcher (www.urlauncher.com), um desses aplicativos que permitem criar uma tela inicial personalizada para Android. O UR Launcher lançou um papel de parede animado que fica mostrando resultados de jogos da Copa em tempo real.

 

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Aulinhas de programação

02 de junho de 2014 0

Mais uma oportunidade para quem deseja aprender programação gratuitamente, sem sair de casa. Em parceria com a Fundação Lemann, a renomada plataforma interativa Code Academy está oferecendo cursos online no Brasil. É possível ter aulas em português em várias linguagens de programação, como HTML e Python, PHP, JavaScript e CSS.

O endereço é www.codecademy.com/pt-BR/

A iniciativa é parte de uma expansão global da Code Academy, já que, segundo eles, 70% dos usuários da plataforma são de fora dos Estados Unidos.

O ensino de programação é uma causa que tanto apoio. Vale lembrar que, nos Estados Unidos, a ONG Code.org defende que programação deveria fazer parte dos currículos escolares ao lado de disciplinas como matemática e história.

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Lá no WhatsApp

02 de junho de 2014 0

Foi assim com o Twitter, o Facebook e o Instagram, mas agora é a vez do WhatsApp ser o queridinho das marcas.

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A Hellman’s está promovendo uma ação em que envia receitas personalizadas pelo aplicativo. Uma equipe de chefs fica à disposição dos usuários para tirar dúvidas em tempo real. Dá até para enviar uma foto do que você tem na geladeira para então receber uma sugestão de prato. O serviço está disponível até sexta-feira. Vá em www.whatscook.com.br para se cadastrar.

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