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Posts na categoria "Coluna na ZH – Tecnologia na Cabeça"

Para baixar

15 de setembro de 2014 0

Chegou ao Brasil o app SpeakingPhoto, que permite gravar pequenos áudios para acompanhar suas fotos e compartilhar o resultado nas redes sociais. Também dá para criar slideshows com até oito imagens. Download gratuito para Android e iOS em www.speakingphoto.com. 

speakingphoto

Até tu, Galaxy S5?

26 de agosto de 2014 0

O Ice Bucket Challenge (desafio do balde do gelo) é uma campanha chamando a atenção para uma doença, a esclerose lateral amiotrófica, mas, com os vídeos se tornando virais nas redes sociais, teve muita subcelebridade entrando na onda só mesmo para se promover. Então não surpreende que uma marca de tecnologia tenha convertido o desafio em uma campanha de marketing escancarada.

A sacada um tanto questionável é da Samsung, que submeteu o Galaxy S5 ao balde de gelo para mostrar que o aparelho é, afinal, à prova d’água. Não é à toa que o Galaxy S5 ainda nominou três concorrentes que não são à prova d’água – iPhone 5S, HTC One M8 e Nokia Lumia 830 – para participar do desafio.

Dica de app

25 de agosto de 2014 0

Mais uma celebridade lançando seu próprio app, e desta vez algo voltado aos saudosistas. Novidade do ator Tom Hanks, o Hanx Writer é um app para quem quiser usar o iPad para matar a saudade dos tempos da máquina de escrever.

É gratuito, mas o teclado não tem suporte para o português. Download aqui.

apphanks

Vai um "hype" aí?

25 de agosto de 2014 0

Convenhamos: a internet adora um “hype”. Assim são chamadas as modinhas, os queridinhos da vez.

Mas “hype” também é um estágio importante no ciclo de evolução de uma tecnologia, de sua criação até se tornar algo mainstream. Tecnologias emergentes acabam passando por um período de altas expectativas, muitas vezes exageradas. Passado o “hype”, quando o mercado já não está mais deslumbrado, é sinal de que a tecnologia amadureceu e caminha para a sua popularização.

Neste ano, lá no topo dos hypes, está a internet das coisas. O dado é de um estudo divulgado pela consultoria Gartner neste mês. Assistentes de voz, interfaces de computação vestível e impressão 3D estão também vivendo um pico de expectativas. A previsão do Gartner é que essas tecnologias estarão popularizadas em questão de cinco a 10 anos.

* Texto publicado na minha coluna na ZH impressa

Pelo browser

12 de agosto de 2014 1

Novidade no Google Maps: agora é possível explorar Marte e a Lua pelo browser de internet. Os recursos antes só estavam disponíveis via Google Earth. Para acessar no Maps, clique no modo Terra no canto inferior esquerdo da tela.

googlemaps

Para assistir

08 de agosto de 2014 0

Dá para assistir no YouTube, com legendas em português, o documentário The Internet’s Own Boy (O Menino da Internet, em uma tradução livre), que conta a história do ativista online Aaron Swartz, que morreu no ano passado. Swartz lutava por uma internet livre e colaborativa. Ele ajudou a criar o sistema RSS, foi um dos fundadores do Reddit e esteve envolvido com projetos como o Creative Commons e o OpenLibrary.org.

A era do "unbundling"

07 de agosto de 2014 0

facebookmessenger

Talvez você não tenha gostado do anúncio de que o aplicativo do Facebook perderá a função de bate-papo, forçando usuários a baixar um app só para isso, o Messenger. Mas esta é a grande tendência no mundo mobile. Há um termo para isso, “unbundling”. Significa que aplicativos estão se dividindo em partes menores, cada vez mais apostando em nichos.

Outro serviço recentemente atingido pelo “unbundling” foi o Foursquare, que perdeu o recurso de check-ins, forçando seus usuários a baixar o Swarm. A rede social Path, voltada a amigos mais próximos, lançou o Path Talk para concentrar a troca de mensagens entre seus usuários. O Dropbox tem o Carousel, app só para fotos e vídeos. E não dá para esquecer do Google Docs (para documentos) e Sheets (para planilhas), que ganharam apps separados do Google Drive.

A estratégia de “unbundling” do próprio Facebook vai bem além do Messenger. A companhia tem ainda o Paper (para notícias). Também é do Facebook o Slingshot, o WhatsApp e o Instagram, que, por sua vez, lançou um app de mensagens, o Bolt, em alguns países.

O argumento é que apps de propósito único oferecem uma melhor experiência de uso, mais simplificada e focada. É uma estratégia diferente do que prega o ambiente desktop, com seus portais agregadores.

*Texto da minha coluna na ZH impressa

[Turismo geek] Um passeio pela Microsoft

30 de julho de 2014 1

ms

Foi o desenvolvimento de uma versão da linguagem de programação Basic para o computador Altair 8800, lá nos anos 1970, que deu início à Microsoft. Então não surpreende que uma das peças mais importantes da história da computação seja um dos atrativos do Centro de Visitantes da companhia, lá em sua sede, em Redmond, nos Estados Unidos.

Visitei o local neste mês. Confiram algumas fotos:

visitor1Crédito das fotos: Vanessa Nunes, arquivo pessoal

altair

O passeio começa com o que a Microsoft chama de magia do software. Para mostrar como a computação revolucionou nossa vida, são exibidos itens como um videogame Atari, uma máquina de escrever, um celular-tijolão e uma câmera fotográfica das antigas, além, é claro, de um Altair 8800. Hoje, temos recursos superando isso tudo na palma da mão. Software mudou a forma como trabalhamos, nos comunicamos e nos divertimos, e a Microsoft faz disso uma oportunidade para falar de seus produtos, como o Office, o Skype, o Xbox Live e até a assistente pessoal de voz Cortana.

software2

A famosa imagem de 1978 dos fundadores da Microsoft é exibida em um painel. É uma das atrações do local, já que visitantes se posicionam ao lado do jovem Bill Gates para fotos. Eu mesma não resisti:

ms1Crédito da foto: Rafael Ramos, arquivo pessoal

No geral, o Centro de Visitantes da Microsoft – que é aberto ao público – é isso mesmo, uma vitrine de produtos da marca, onde é possível experimentar uma variedade de tablets, computadores e telefones com Windows, incluindo a linha de hardware da própria Microsoft, que inclui os tablets Surface e os smartphones Nokia Lumia. Também dá para brincar com o Xbox One, o Kinect e mesas sensíveis ao toque da companhia.

geralzona1

O que vem pela frente?

A Microsoft também fala de tendências em seu Centro de Visitantes.

Uma aposta é a tecnologia de realidade aumentada FaceCake Swivel, que espera um dia revolucionar a experiência de compras. É divertido experimentar o produto, que usa o sensor Kinect para capturar a sua imagem, e permite testar roupas, acessórios e maquiagem virtualmente.

facecakeCrédito da foto: Rafael Ramos, arquivo pessoal

Computação vestível é outro destaque. Lá há inclusive um vestido com o conceito de que “você veste o que você tuita”. O “Printing Dress” é uma instalação artística que integra componentes eletrônicos na roupa, que é feita basicamente de papel. Com um projetor integrado, a ideia é que a saia do vestido mostre tweets em tempo real.

trends

Fiz estes videozinhos:

>>>>> Veja o lugar onde o Vale do Silício nasceu

>>>> Conheça o Centro espacial da Nasa em Houston

>>>> Confira mais posts da série Turismo Geek

Dica de app: Trip Compass

28 de julho de 2014 0

compassO desenvolvedor gaúcho Eduardo Sasso, radicado no Vale do Silício, nos Estados Unidos, brinca que veio com GPS interno “defeituoso de fábrica” e que, por isso, cansou de se perder ao caminhar em uma cidade nova. Há apps que ajudam na localização, como o próprio Google Maps, mas são tão cheios de funcionalidades que Sasso teve então a ideia de criar o Trip Compass. O app – disponível na App Store (U$S 1,99, em tinyurl.com/tripcompass) – se destaca pela simplicidade, como mostra a imagem ao lado. Ele aponta a direção do seu destino, em vez de avisar a rua em que se precisa dobrar.

- Queria um app que simplesmente me ajudasse a chegar no meu destino quando eu estivesse caminhando em uma cidade nova e, principalmente, que eu pudesse salvar os lugares que eu queria visitar e ter a possibilidade de usar o app mesmo estando offline – afirma.

O app usa a API do Gogobot para mostrar pontos de interesse, como hotéis e restaurantes. Embora trabalhe no Gogobot, Sasso desenvolveu o Trip Compass como um projeto paralelo, em suas horas de folga. Ele postou o código em github.com/eduardosasso/trip-compass e, com isso, espera que outros desenvolvedores possam usá-lo como exemplo em seus próprios apps.

*Dica inicialmente publicada na minha coluna na ZH impressa

Um querido

27 de julho de 2014 0

Screen Shot 2014-07-21 at 12.15.00 AM

Que coisa mais meiga o robô Jibo.

Não é à toa o sucesso que este vídeo aí está fazendo no YouTube.

A ideia é que o Jibo seja um robô para a família. Com altura de 28 centímetros e peso de 2,7 kg, o seu “rosto” é uma tela sensível ao toque.

O Jibo tira fotos, lê histórias para crianças e avisa de compromissos. Por enquanto, é um protótipo, mas a expectativa é de que as primeiras unidades sejam entregues no final de 2015 com preço por volta dos US$ 500.

A fundadora da empresa por trás do projeto é uma professora do MIT especialista em robótica social.

De frutas a e-books ilimitados

23 de julho de 2014 0

Estive em Seattle (EUA) dias atrás e vi caminhões como este aí circulando pela cidade. Lá, a Amazon vende até carne e verduras pela internet.

amazon

O serviço, chamado de Amazon Fresh, é só mais um exemplo do gigantismo da empresa, que oferece armazenamento na nuvem, investe na produção de séries de TV para o seu serviço de streaming e tem até um projeto de usar drones para fazer entregas de compras online.

Neste ano, a Amazon ainda apresentou o seu próprio telefone, mas uma novidade que promete mesmo é o Kindle Unlimited, serviço de assinaturas de livros lançado na semana passada, inicialmente apenas no mercado americano. Com o e-reader Kindle, a Amazon popularizou a leitura de livros eletrônicos. Agora, tem tudo para fazer pelos livros o que o Netflix fez por filmes e seriados de TV.

*Texto publicado na coluna Tecnologia na Cabeça desta semana

Apps nossos de cada dia

17 de julho de 2014 0

Baixamos apps e mais apps, mas só uns poucos ganham nossa atenção diária. Em média, as pessoas usam 27 aplicativos diferentes em um mês em seus telefones, de acordo com estudo da consultoria Nielsen. Em dois anos, o percentual cresceu apenas 15%, enquanto o tempo gasto em apps pulou 65%.

Ou seja, estamos passando cada vez mais tempo em apps, mas nos mesmos. Por curiosidade: só no caso da Apple App Store, que completou seis anos na semana passada, 22% dos aplicativos disponibilizados desde 2008 já morreram, como o Flappy Bird. O dado é de um estudo da consultoria Adjust.

A revolução na forma como as pessoas se relacionam com apps é o tema de um documentário que está buscando fundos no Kickstarter. App: The Human Story (App: A História Humana, em português) pretende mostrar que, antes do lançamento do iPhone, baixar software era coisa de nerd, mas, hoje em dia, até vício em apps se tornou banal. 

Uma prévia do projeto (em inglês):

Fotos de drones

16 de julho de 2014 0

Esqueça os selfies. O Dronestragram, tipo um Instagram só para fotos feitas a partir drones, promoveu um concurso para escolher as melhores imagens do tipo. Confira as vencedoras em www.dronestagr.am/contest/rewards/.

dronestagramCrédito da imagem: reprodução

Ainda mais futurístico

15 de julho de 2014 0

Para quem não acha o Google Glass futurístico o bastante, imagine então poder um dia controlar os óculos inteligentes com o pensamento. Quem está dando um primeiro passo nessa direção é o o MindRDR, um app que combina o Glass com um sensor de eletroencefalografia. O projeto é de uma startup de Londres que colocou o código-fonte no Github (github.com/ThisPlace/MindRDR), permitindo assim que outros desenvolvedores expandam o seu uso.

mind1Crédito da imagem: divulgação

Como se fosse um AirBnB para pets

12 de julho de 2014 0

Bela sacada do AirBnBicho, que facilita encontrar ou oferecer estadia para animais de estimação quando seus donos viajam. A novidade é inspirada no AirBnB, serviço que permite alugar quartos e apartamentos para viajantes.

Mais informações em airbnbicho.tumblr.com.

airbnbicho

* Dica publicada na coluna Tecnologia na Cabeça desta semana

>>> Confiram também: Pets versus gadgets

Você é bom de geografia?

11 de julho de 2014 0

Um novo game no Google Maps permite testar conhecimentos gerais com base na localização geográfica. Com o “Smarty Pins”, você responde questões de vários tópicos – como esporte e artes – ao mover o “pin” até a correta localização.

Fica em smartypins.withgoogle.com. Pena que só está disponível em inglês.

smartypins

Mas vale avisar que o QuizUp (www.quizup.com), aplicativo de trivia vencedor do Webby Awards na categoria de game social, ganhou recentemente versão em português. Está disponível para Android e iOS.

* Dicas publicadas na coluna Tecnologia na Cabeça desta semana

Na carona de uma polêmica

10 de julho de 2014 0

Longe de mim querer defender o estudo do Facebook que manipulou o feed de usuários para analisar emoções na rede social, mas, convenhamos, o Facebook não é o único a manipular a verdade de sua timeline.

Vale lembrar o vídeo “What’s on your mind?”, que se tornou viral na internet há cerca de um mês e já acumula mais de 7 milhões de visualizações no YouTube. Ele chama a atenção para o fato de que as pessoas muitas vezes passam uma imagem fake de suas vidas nas redes sociais. Como diz a descrição do vídeo, “o Facebook pode ser deprimente porque a vida dos outros é melhor que a sua. Mas será que elas são mesmo?”

Na carona do polêmico estudo do Facebook, foi até lançado um plugin para Chrome que simula o experimento. Com o Facebook Mood Manipulator (disponível apenas em inglês), dá para escolher “como você gostaria de se sentir” no momento, recebendo postagens de acordo com o seu humor (positivo, emotivo, agressivo ou aberto). Aos interessados, o endereço é http://tinyurl.com/facebookmood.

* Publicado na coluna Tecnologia na Cabeça desta semana

Para os órfãos do Orkut

10 de julho de 2014 0

Facebook, que nada!

Quem está comemorando a morte do Orkut é o VK (www.vk.com), que é a maior rede social da Rússia. O site, que conta até com versão em português, viu seu número de usuários brasileiros se multiplicar na última semana, com o anúncio do Google de que encerrará o Orkut em 30 de setembro. “Sobreviventes do Orkut” é o nome de uma das comunidades por lá, com mais de 2,5 mil participantes.

vk

Mas há também quem queira criar uma rede social do zero para ocupar o espaço deixado pelo Orkut. Um grupo de brasileiros avisou que pretende lançar até o final de agosto uma plataforma chamada Grupia, com foco em comunidades de interesse. A proposta é ser “a nova casa das comunidades do Orkut”. Dá para se cadastrar em www.grupia.com para participar dos testes da nova rede social.

E não que vá adiantar algo, mas vale lembrar que há uma petição online pedindo que o Google não encerre o Orkut. Mais de 80 mil já se manifestaram em http://tinyurl.com/colunaorkut.

* Texto publicado na coluna Tecnologia na Cabeça desta semana

Confiram também:

Coluna "Tecnologia na Cabeça" agora sai às quartas-feiras na ZH impressa

10 de julho de 2014 0

Para quem notou que não teve o caderno Dinheiro na última ZH dominical e me perguntou sobre a minha coluna, aí está:

photo 1

A coluna Tecnologia na Cabeça voltou a ser publicada na quarta-feira, e está um pouco maior. Agora pode ser acompanhada lá nas páginas do Sua Vida.

Yo

30 de junho de 2014 0

O app Yo parece algo tão inútil que, não duvide, pode até revolucionar a comunicação online. Com o aplicativo de mensagens, é possível enviar apenas uma palavra aos contatos: yo.

yoLançado em abril, o Yo andou causando frenesi online recentemente ao ter angariado mais US$ 1 milhão de investidores. O espanto e a curiosidade que está despertando levaram a uma corrida para baixar o aplicativo, que ultrapassou na última semana a marca de um milhão de downloads.

A aposta na simplicidade lembra, de certa forma, os primórdios do Twitter. Lá por 2008, quando se falava em Twitter, entre os poucos que sabiam do que se tratava, muitos torciam o nariz: que coisa mais boba um site para se dizer o que está fazendo em 140 caracteres. Mas as pessoas foram dando novos usos ao Twitter que, vejam só, hoje é uma das ferramentas de comunicação mais respeitadas na internet.

Isso não significa que o Yo irá emplacar. Não dá para esquecer que ele lembra um pouco a proposta do Facebook Poke, que já foi até descontinuado. A ideia é que se use o app com base em contexto, como o envio de um “yo” para avisar que está acordado, ou que chegou em casa, ou então apenas para mostrar que está pensando na pessoa. Mas a ferramenta pode se tornar interessante se, por exemplo, no futuro, você puder receber “yos” a cada vez que seu time fez um gol ou quando um novo post foi publicado em um dos seus blogs preferidos. Uma possível reinvenção do sistema de notificações nesta era smartphone pode até não ser garantia de sucesso, mas indica que o app, hoje aparentemente inútil, tem potencial.

Dá para baixar o Yo para iOS e Android em www.justoyo.co.

* Texto publicado inicialmente na minha coluna na ZH impressa