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Posts na categoria "Coluna na ZH – Tecnologia na Cabeça"

Telas iniciais personalizadas

10 de abril de 2014 0

appcover

A aquisição do app Cover pelo Twitter, anunciada no início desta semana, chama a atenção para aquela que é umas corridas de ouro no mundo smartphone: conteúdo personalizado antecipando interesses do usuário.

O Cover cria telas iniciais customizadas no Android (www.coverscreen.com), sugerindo apps de acordo com o momento (Evernote para horários de trabalho, games para períodos de lazer).

O Aviate (getaviate.com), que também cria telas iniciais personalizadas no Android, foi comprado em janeiro pelo Yahoo!.

E vale lembrar que o Facebook também tem um app do tipo para Android, o Home (http://tinyurl.com/homeandroid).

Crédito da imagem: Cover, reprodução

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Incentivo para a revolução "wearable"

13 de março de 2014 0

Vem de Austin, a capital do Texas, uma notícia sinalizando um incentivo e tanto para que os chamados “wearables” (gadgets para se vestir, como os relógios inteligentes) se tornem um dia tão onipresentes como são hoje os smartphones.

Lá no South by Southwest (SXSW), um evento com tradição de ditar tendências digitais (foi berço da popularidade de serviços como Twitter e Foursquare), o Google anunciou que está para lançar o kit de desenvolvimento de software (SDK) para dispositivos “wearable” rodando Android. Com a medida, que facilitará a criação de aparelhos “vestíveis” baseados no Android, o Google quer dominar o mercado de “wearables” como já faz com o seu sistema operacional em smartphones e tablets. Nessa briga, vale lembrar que a Samsung trocou o Android pelo Tizen na segunda geração dos seus relógios inteligentes (Galaxy Gear 2 e Galaxy Gear 2 Neo), exibidos nesta foto aí:

gear2Segunda geração do Gear NÃO roda Android. Crédito: Samsung, divulgação

O anúncio do Google também serve para alimentar os rumores de que a companhia estaria para lançar o seu próprio relógio inteligente em parceria com um fabricante, como faz com a linha Nexus no mercado de smartphones e tablets.

A expectativa de alguns analistas é de que o boom dos “wearables” virá mesmo no primeiro semestre do ano vem. Até lá, nomes como Apple precisam entrar no jogo, e o Google Glass ainda tem que se tornar um produto comercial.

* Texto da coluna desta semana na ZH impressa

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Para quem fica distraído com fones de ouvido

06 de março de 2014 0

Sair na rua com fones de ouvido pode ser tão perigoso como caminhar digitando no celular, já que se fica alheio ao que está acontecendo ao redor.

earFoto do Flickr de Robyn Jay sob licença Creative Commons

Também é algo que requer o mínimo de bom senso. Há alguns dias, eu estava na fila de uma loja e tinha uma guria na minha frente com um daqueles fones de ouvido grandalhões. O caixa tava chamando a criatura para ser atendida, mas ela não tava ouvindo e ainda tava olhando para outro lado. O pior é que ela não tirou os fones de ouvido para ser atendida, então o caixa tava falando com ela, e ela tava nem aí. Achei o cúmulo da falta de respeito.

Toco neste assunto porque uma empresa de Nova York chamada One Llama está desenvolvendo uma espécie um “ouvido artificial”, algo que dará um pouco mais de segurança para usuários de fones de ouvido. Trata-se de um app capaz de identificar sons como buzinadas, freadas e vidro quebrando e, então, interromper a música nos fones de ouvido para alertar do perigo. A tecnologia deve ser lançada ainda neste mês inicialmente para Android.

Para quem caminha com o rosto vidrado na telinha do telefone, vale lembrar que há vários apps como o “Type while Walk” (para iOS e Android), que usa a câmera do aparelho para exibir imagens da rua em pano de fundo.

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Curtíssimas

05 de março de 2014 0

Da minha coluna desta semana na ZH impressa:

qloo

* Entrou no ar o site educacional Oppia.org. A ideia é que qualquer um possa criar ou acessar atividades interativas de ensino, com base em perguntas e respostas. É um projeto de código aberto e tem o apoio do Google.

* Como vem de longa data meu entusiasmo pelo Foursquare, vale avisar:  o app de geolocalização fechou uma parceria que o deixa ainda mais útil para usuários brasileiros, que podem agora conferir por lá ofertas do Peixe Urbano.

* O Qloo é um aplicativo de recomendações. Você informa filmes, livros, destinos e marcas, e ele te dá sugestões na mesma linha. Está disponível para iPhone e também funciona via browser, em qloo.com.

* O Facebook está se livrando de alguns de seus produtos não tão populares. A mais recente vítima é o software Facebook Messenger para Windows. A companhia já tinha recentemente acabado com o e-mail @facebook.com.

 

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O projeto Tango

01 de março de 2014 0

Imagine capturar as dimensões de sua casa simplesmente por caminhar nela com o seu telefone. Isso seria útil, por exemplo, se você está pensando em comprar um móvel novo e quer ter uma ideia mais precisa de como ele ficaria em sua sala de estar. O exemplo é só um dos potenciais de uma nova iniciativa do Google, o projeto Tango.

A companhia está desenvolvendo um smartphone capaz de captar imagens e transformá-las em gráficos 3D. O objetivo, segundo o Google, é fazer com que telefones ganhem um entendimento de espaço e movimento em escala humana.

Desenvolvedores interessados em criar apps para a iniciativa podem se inscrever em www.google.com/atap/projecttango/ para receber um protótipo do aparelho.

tango

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O boom dos domínios de internet

29 de janeiro de 2014 0

Uma das maiores mudanças da história da web está tomando forma em 2014. A expansão dos domínios de internet vai fazer você repensar o que sabe sobre os endereços de sites, indo muito além dos tradicionais .com ou .br com que estamos mais acostumados. Prepare-se para endereços terminando, por exemplo, em .sexy, .pink, .email, .social, .moda ou .ninja – sim, esses são domínios já aprovados pela entidade responsável, a ICANN.

A lista de domínios aprovados foi ampliada na última semana e agora já passa de cem. Ou seja, cinco vezes mais do que era um ano atrás. E não deve parar por aí. O plano da ICANN é elevar as possibilidades para mais de 1,4 mil.

Quer ver a bizarrice que é? Espia lá no site da ICANN a lista dos domínios aprovados.

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Wikipédia com voz

28 de janeiro de 2014 0

A Wikipédia quer ser uma enciclopédia online onde você pode não só ler sobre famosos e notáveis, mas também ouvir a voz dessas pessoas. A novidade por lá é o projeto WikiVIP, em que gravações curtas de voz estão sendo adicionadas a artigos sobre pessoas. O comediante britânico Stephen Fry foi uma das primeiras celebridades a gravar uma mensagem para a sua página na enciclopédia online.

A Wikipédia fez até uma parceria com a BBC para extrair clipes de programas. Para um exemplo, vá na página em inglês de Tim Berners-Lee, o pai da web.

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Dos prazeres de blogar sobre tecnologia

27 de dezembro de 2013 0

Final de ano dá aquela nostalgia. No setor de tecnologia, em que produtos vêm e vão em uma velocidade incrível, nem é preciso voltar muito no tempo para ficar com aquela sensação de que se está ficando velho, e que certos produtos parecem lançamentos de outra era.

Toco no assunto porque eu estou aqui derretendo em Forno Alegre na última sexta-feira do ano, escrevendo um texto sobre o Kindle, aí resolvo fazer uma busca sobre o que escrevi em anteriores sobre o e-reader da Amazon.

Em um post de quatro anos atrás, eu tava toda MARAVILHADA quando vi minha coluna na ZH impressa pela primeira vez no Kindle. Aí está a foto de DEZEMBRO DE 2009.

Também achei esse vídeo aí, com minhas impressões sobre o Kindle. Só vale REPETIR: o vídeo é 2009.

Obviamente, era um modelo um tanto pré-histórico do Kindle. O preço era de 259 dólares nos Estados Unidos, mas hoje o modelo mais básico do Kindle (e melhor do que aquele que testei em 2009) custa 69 dólares no mercado americano. No Brasil, sai por R$ 299.

Eu acertei na importância do Kindle. Só é importante levar em conta que em 2009 ainda não tinha iPad, um produto que revolucionaria o mercado de tecnologia com um impacto ainda mais profundo na leitura via plataformas móveis.

Minha conclusão: nesse setor em que tudo corre na velocidade dos bits, quatro anos mais parecem 40 anos. E para mim isso é um dos baratos em acompanhar tão de perto o mundinho tech. Depois de presenciar como um gadget mexe com a vida da gente, é interessante voltar alguns anos no tempo para conferir meus pitacos sobre os seus potenciais. Entre erros e acertos, eu me divirto bastante pensando sobre o impacto da tecnologia em nossas vidas.

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O app que mudou minha vida em 2013

18 de dezembro de 2013 1

O título pode ser um pouco de exagero, mas tem que levar em conta que apps chegam e saem do meu smartphone e tablet na velocidade dos cliques. Dos aplicativos que entraram na minha vida em 2013, o posto de queridinho da vez é do Fitbit.

O meu uso do app está atrelado a duas compras: uma balança com Wi-Fi, que envia automaticamente os dados sobre meu peso e percentual de gordura para o app do Fitbit. O outro item, o Fitbit One da foto, é representante de uma categoria que está transformando o setor de tecnologia: os dispositivos de vestir (wearable, em inglês). Ele conta meus passos, o número de andares que subi e até quantas vezes acordei durante a noite. Posso conferir tudinho em gráficos no telefone ou no computador (a comunicação do aparelho com esses dispositivos é via Bluetooth).

fitbit1

Aparelhinhos com a mesma proposta do Fitbit são a moda da vez nos Estados Unidos. Escolhi o One exatamente por não ser uma pulseira, como nos modelos mais comuns. Ele me poupa de ficar o dia inteiro com algo no pulso e que muitas vezes não combina com a roupa que se está usando. Já o Fitbit One pode tanto ser usado em uma faixa no braço (que vem junto), ou então em uma fivela de silicone que, no caso das gurias, dá para prender no sutiã (o aparelho não fica incomodando nem fica visível) ou deixar no bolso da calça.

fitbit1

Tá, e por que ele “mudou minha vida”?

É por causa do Fitbit que estou me esforçando para deixar minha vidinha nerd sedentária. Para começar, ele facilita acompanhar meu peso e minhas atividades físicas, inclusive via gráficos, já que não preciso perder tempo informando dados de minhas atividades no app.

Ele me envia uma notificação no smartphone e até um e-mail para informar quando a bateria está prestes a acabar. Recebo badgets quando atinjo façanhas como subir 25 andares de escada em um dia. É possível ainda adicionar amigos e compartilhar seus dados com eles. Dá até para “competir” para ver quem caminha mais na semana (eu só não uso muito esses recursos sociais do Fitbit porque acho um pouco “oversharing” – ou seja, uma certa exposição além da conta – mas tem gente que não se importa muito com privacidade online).

fitbit2

O que mais curto no Fitbit é o incentivo que me dá. Ele fica ainda me mandando lembretes durante o dia, avisando quanto falta para cumprir minhas metas. Passei, por exemplo, a subir escadas em vez de pegar elevador só porque isso ajuda minha performance no app. Daí meu otimismo pelos chamados dispositivos “wearable” – vejo o impacto na minha vida, isso que a onda desses gadgets está recém começando.

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Em 2014, vem aí a nova geração dos conectores USB

14 de dezembro de 2013 0

usbO atual design dos conectores USB (foto) está com os dias contados. A USB 3.0 Promoter Group anunciou que começou a desenvolver uma nova geração da tecnologia, o que incluirá mudanças significativas para atender a necessidades de aparelhos cada vez mais finos, como tablets.

Os novos conectores USB serão menores (do tamanho de uma entrada micro USB) e ainda poderão ser usados nos dois sentidos (ou seja, não será mais preciso ficar preocupado com a orientação do conector na hora de plugá-lo em uma porta USB).

Só que há um porém nisso tudo: o novo formato não será compatível com os atuais conectores e portas USB. Eca, vamos precisar de adaptadores. :(

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De olho no Papai Noel

13 de dezembro de 2013 0

Quer saber por onde o Papai Noel na noite de Natal? Pois não esqueça que há apps para isso.

O Norad (sigla, em inglês, do Comando Americano de Defesa Aérea para a América do Norte) tem uma tradição de mais de 50 anos em rastrear o Bom Velhinho. Neste ano, a organização se juntou à Microsoft na empreitada. Além do site www.noradsanta.org que tem até joguinhos, há apps para Windows 8, Android e iOS.

Quem também não quer perder de vista o Bom Velhinho é o Google, que lançou a página “Siga o Papai Noel” (www.google.com/santatracker/). Dá para baixar uma extensão para Chrome e um app para Android.

santa

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Só por hashtags

04 de dezembro de 2013 0

Não importa se no YouTube, no Twitter ou no Instagram, não se pensa mais em redes sociais sem associá-las ao uso de hashtags. O problema é que ainda há quem ache que o # antes de uma palavra é enfeite, e acaba abusando do uso, esquecendo o propósito das hashtags – organizar informações. Este vídeo do comediante Jimmy Fallon e do cantor Justin Timberlake até tira sarro do assunto (está em inglês):

E falando em hashtags…

Chamo a atenção para a plataforma brasileira SocialTag.me (socialtag.me), um buscador de fotos e vídeos tagueados em sites como Instagram, YouTube, Vine e Tumblr (imagem abaixo). Na mesma linha, tem o Tagboard (tagboard.com), que inclui na busca hashtags do Instagram e Vine, mas também tweets e posts no Facebook.

socialtag

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Produtos anti-Google

26 de novembro de 2013 0

scrAté parece pegadinha. Os mais recentes lançamentos da Microsoft não são produtos de tecnologia.

A companhia estreou uma seção em sua loja virtual para vender camisetas, bonés e canecas anti-Google. Um dos itens, por exemplo, tem o logotipo do Chrome e a frase “Fique calmo enquanto nós roubamos os seus dados” (está em inglês).

A novidade faz parte da campanha “Don’t Get Scroogled”, em que a Microsoft acusa o Google de invadir a privacidade de seus usuários para promover anúncios (www.scroogled.com). Os alvos das críticas incluem produtos como Gmail, Chrome e Chromebook. A pergunta que fica: a Microsoft perdeu a classe e está apelando, ou este é um importante alerta para as práticas da rival? As duas coisas, possivelmente.

Vale lembrar que a Microsoft também tem investido em anúncios atacando os concorrentes, inclusive já parodiou um comercial do Chrome. Nos mercados americano e canadense, a companhia chegou a lançar neste ano uma oferta em que dava créditos em suas lojas para quem quisesse trocar iPads e iPhones por produtos com Windows Phone.

* Texto da coluna desta semana na ZH impressa. Crédito da imagem: Microsoft Store, reprodução

>>> Uma seleção de comerciais tirando sarro da concorrência

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Propagandas estreladas por você

14 de novembro de 2013 0

Começaram a valer nesta semana os novos termos de serviço do Google. Uma das mudanças é que o seu nome e a sua foto podem agora pipocar em anúncios da companhia. O chamado “endosso compartilhado” leva em conta informações compartilhadas por membros do Google+, a rede social da empresa.

Aí na imagem, um exemplo:

endorse

Para evitar o uso de seus dados em anúncios do Google, vá em plus.google.com/settings/endorsements para desabilitar.

A aposta do Google é que propagandas de produtos com aval de amigos acabam sendo mais efetivas. A tática já era adotada pelo Facebook, que exibe curtidas de usuários em anúncios.

* Texto da coluna desta semana na ZH impressa

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Impressão 3D: de armas a alimentos

09 de outubro de 2013 0

Impressão 3D é um assunto fascinante. A possibilidade de imprimir armas – o que já é uma realidade, caso da pistola Liberator – tem sido a implicação da tecnologia que mais ganha holofotes, pois é algo que preocupa agências de segurança mundo afora.

Mas não dá para esquecer que impressão 3D tem potenciais incríveis como imprimir alimentos.

Em setembro, a 3D Systems, que é uma fabricante dessas impressoras, abocanhou a Sugar Lab, uma startup especializada na impressão 3D de peças customizáveis de açúcar. As aplicações da tecnologia incluem até imprimir bolos para festas.

sugar1Crédito da foto: Sugar Lab, divulgação

Para a impressão 3D de comidas, uma possibilidade é usar toners de alimentos liofilizados em pó como matéria-prima para impressão. De acordo com a programação, é possível fazer alimentos nos formatos desejados. Neste vídeo aí, em inglês, o visionário Pablos Holman, do Intellectual Ventures Laboratory, fala sobre a tecnologia:

>>> E já se fala até de impressão 4D

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MixBit: de promessa a decepção

19 de agosto de 2013 0

mixbit0

Chad Hurley e Steve Chen já revolucionaram a internet uma vez – afinal, eles são os criadores do YouTube, vendido em 2006 para o Google. Com um histórico desses, faz sentido correr para ver do que se trata quando os pais do YouTube se aventuram em uma nova empreitada na área de vídeos online.

mixbit1

Foi por isso que baixei MixBit (www.mixbit.com), que foi lançado neste mês para movimentar a disputa dos apps de vídeos que já estava quente entre Vine e Instagram. Resultado: um tantinho de decepção.

Desta vez, nada muito inovador. No MixBit, usuários podem criar vídeos com 256 clipes de até 16 segundos cada. A ferramenta aposta na cultura do remix, já que permite usar trechos de vídeos de outros usuários na edição dos seus.

Apesar das inevitáveis comparações com Vine e Instagram, MixBit carece da simplicidade desses dois aplicativos. O que faz de MixBit um competidor importante, por enquanto, é apenas o fato de que foi criado por Hurley e Chen. Mas isso não é o bastante para ameaçar para valer apps como Vine e Instagram, ambas com uma legião de fãs cativos.

O MixBit está disponível para iOS, e uma versão para Android está a caminho. O serviço se diferencia ainda por permitir criar, editar e visualizar vídeos pelo navegador de internet. Ou seja, não precisa ter smartphone para experimentar.

Crédito das imagens: reprodução

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As surpresas do Facebook

13 de agosto de 2013 0

Surpresa tomou conta da minha timeline no Facebook na última semana, com vários dos meus contatos alardeando a descoberta do que estavam chamando de uma tal de “caixa secreta”. Meu espanto? Não é algo tão secreto assim muito menos uma novidade.

Trata-se da caixa “Outras” (fica ao lado da “Caixa de entrada” quando você clica no ícone de mensagens). Para lá vão mensagens enviadas por pessoas que não fazem parte dos seus contatos (e você não recebe um aviso disso).

facebook

O episódio serve de lição: será que não passamos tempo demais ocupados em compartilhar mais do que deveríamos de nossas vidas nas redes sociais que mal sabemos tirar proveito de tudo o que esses sites nos oferecem? De qualquer forma, a dificuldade em ficar por dentro dos recursos do Facebook também se agrava porque a rede social está volta e meia implementando novidades em suas tentativas de engolir a internet, deixando os usuários cada vez mais perdidos lá dentro.

E falando em Facebook…

Vem mais mudanças pela frente. A rede social irá alterar o algoritmo que hierarquiza o que você vê lá no feed de notícias. De acordo com o Facebook, um usuário tem, em média, cerca de 1,5 mil posts a sua disposicão quando visita a rede social, mas cerca de 300 são priorizados, com base nas suas interações com a pessoa ou página que postou. Agora, o Facebook pretende também exibir no topo postagens que não tenham sido vistas antes. O objetivo? Que os usuários passem ainda mais tempo lá no feed de notícias interagindo com seus contatos.

* Versão expandida do texto da coluna desta semana no caderno ZH Digital

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Facebook para "embedar"

07 de agosto de 2013 0

Ao possibilitar a incorporação de posts do Facebook em sites e blogs, novidade anunciada na última semana, a rede social mais popular do planeta finalmente entrou na era do “embed” – termo que tem sido aportuguesado como “embedar”. Mas chegou com atraso. Inúmeros outros serviços já oferecem essa funcionalidade, como YouTube, Twitter, Vine e Instagram.

Apesar da demora, não dá para subestimar o impacto de um recurso desses para a rede social mais popular do planeta. Embedar posts do Facebook em outros cantos da internet significa expandir ainda mais o alcance de uma rede social que já é onipresente.

Mesmo que você não queira saber do Facebook, está cada vez mais difícil evitar.

* Texto da coluna desta semana no caderno ZH Digital

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Quip

07 de agosto de 2013 0

O Office, da Microsoft, pode ser o pacote de aplicativos para escritório mais popular do planeta, mas quando se trata de edição de documentos online, seja pelo browser ou dispositivos móveis, a grande referência é o Google Docs.

Nessa briga, é de se considerar que a Microsoft deu um passo importante na última semana ao levar o Office Mobile para smartphones com Android, que é a plataforma móvel mais usada no mundo. O app já estava disponível para iPhone e Windows Phone.

Mas foi outro lançamento da área que roubou a cena na última semana: o editor de texto gratuito Quip, que pode ser acessado via browser (www.quip.com), mas também tem app para iOS e uma versão prévia para Android.

Crédito: Quip, divulgação

Ainda sem recursos mais avançados de formatação, o Quip desperta interesse mais pelo fato de que um dos seus fundadores é Bret Taylor, que tem um histórico e tanto: foi um dos criadores do Google Maps, fundou o FriendFeed e foi chefe de tecnologia do Facebook.

*Texto da coluna desta semana no caderno ZH Digital

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Rumo à web

31 de julho de 2013 0

Ter um app para tablets e smartphones pode até ter virado requisito básico para qualquer serviço online que se leve a sério, mas a tendência que melhor simboliza o fim das fronteiras entre conteúdo para computadores e dispositivos móveis é outra: apps que estão ganhando versões também para browsers.

O Flipboard, lançado inicialmente para iPad em 2010, é um exemplo desses serviços que foram criados especialmente para dispositivos móveis. O app de leitura online, que também conta com versão para iPhone e aparelhos com Android, costuma figurar em listas de downloads indispensáveis. Mas agora também dá para acompanhar as revistas personalizadas criadas por usuários do Flipboard direto pelo browser de internet (imagem abaixo). A novidade, lançada na última semana, reforça a tendência de que triunfar em dispositivos móveis já não basta mais em um mundo em que as distinções entre computadores, tablets e smartphones importam cada vez menos.

Crédito da imagem: Flipboard, reprodução

Usuários do Flipboard já criaram cerca de 2,5 milhões de revistas personalizadas pelo aplicativo. Os tópicos variam de games a culinária – até o Unicef tem revistas no Flipboard com temas como trabalho infantil. Para quem não sabe por onde começar, vale a pena conferir as sugestões do próprio time do Flipboard, disponíveis em flipboard.com/community/. Não é preciso ter uma conta no serviço para acessar o conteúdo.

Embora ainda não seja possível, por exemplo, criar revistas no Flipboard pelo browser, é importante que o Flipboard tenha começado a avançar para além das plataformas móveis. Afinal, o rival Pulse (pulse.me) – outro serviço que foi criado inicialmente para leitura de sites e blogs em tablets e smartphones – já conta conta com versão para navegador de internet.

Nessa transição do mundo de dispositivos móveis para ambiente desktop, também não dá para esquecer do Instagram. Ainda não dá para postar fotos no Instagram direto pelo navegador de internet, mas o serviço tem, aos poucos, ampliado os recursos de sua interface web – já dá até para embedar fotos e vídeos do Instagram em sites e blogs.

* Texto da minha coluna desta semana na ZH impressa

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