Aproveitando o tema, vale destacar que foi lançado recentemente o minidocumentário "Instagram Is", em que instagrammers contam suas experiências com a ferramenta que mudou a forma de verem o mundo.
Para quem se vira no inglês, vale a pena assistir:
Um minuto é tempo suficiente para 278 mil tweets, 27,8 mil fotos no Instagram, 2 milhões de buscas no Google, 204 milhões de e-mails enviados, 1,9 milhão de curtidas no Facebook e muito mais! Esses dados foram compilados pelo pessoal do BuzzFeed neste vídeo aí:
O diretor Brian Knappenberg - o mesmo do documentário "We are Legion: The Story of the Hacktivists" sobre o grupo hacker Anonymous - quer transformar em filme a história do ativista Aaron Swartz, que morreu em janeiro. Swartz era um grande nome da luta por uma internet livre e colaborativa.
Quando se fala na guerra dos smartphones, as atenções geralmente são divididas entre as linhas iPhone, da Apple, e Galaxy, da Samsung. Há torcidas apaixonadas para os dois lados, e a preferência por um ou outro nem sempre tem muita lógica. O que mais se vê é uma rivalidade tipo Gre-Nal.
Esse vídeo aí - uma divertida propaganda do Nokia Lumia 920 com Windows Phone - tira sarro do assunto (está em inglês):
Aliás, é interessante como o Windows Phone, correndo por fora, vem ganhando espaço. Nos Estados Unidos, a plataforma móvel da Microsoft aumentou em um ano a sua participação de mercado de 3,7% para 5,6%, conforme uma pesquisa da Kantar Worldpanel ComTech.
O tema Steve Jobs costuma provocar um interesse descomunal entre entusiastas por tecnologia, e essa é a justificativa se você quiser gastar 80 minutos assistindo ao filme iSteve. Trata-se de um documentário-sátira sobre o cofundador da Apple que foi lançado na última semana pelo site de humor Funny or Die. Pode ser assistido, em inglês, no endereço www.funnyordie.com/videos/d2e0f617e3/isteve.
Garcia (esq.) e Long (dir.) vivem Woz e Jobs no filme iSteve
Crédito da imagem: reprodução
A produção conta com Justin Long (o Mac dos célebres comerciais “Mac x PC”) no papel de Jobs, e Jorge Garcia (do seriado Lost) como Steve Wozniak, que também cofundou a Apple. Por ser uma paródia, não espere por nenhum tipo precisão nos fatos retratados. Pelo contrário, lá pelas tantas do filme, descobre-se até que Jobs é, na verdade, um robô.
iSteve também não é tão engraçado como promete ser e pode até ser um pouco chato de assistir, mas como é algo relacionado a Jobs, angaria audiência mesmo assim. Já para aqueles que esperam pelo filme jOBS, estrelado por Ashton Kutcher, o lançamento previsto para abril foi adiado, sem ter nova data.
*Texto da minha coluna desta semana no caderno ZH Digital
É empolgante pensar no que a tecnologia pode fazer pela gente, mas também é importante pisar no freio de vez em quando.
Esse meu blá-blá-blá é por causa do que aconteceu nesta segunda-feira com a apresentadora Ana Maria Braga, que foi atropelada por um carro sem motorista enquanto demonstrava a tecnologia AO VIVO na tevê. Um episódio triste, mas que de certa forma serve de lição para quem - como eu - costuma se empolgar demais com o ma-ra-vi-lho-so futuro tecnológico.
Faz pouco mais de três anos que não moro em Porto Alegre, e uma das coisas que mais sinto falta é ouvir gente falando porto-alegrês - na minha bairrista opinião, o SOTAQUE MAIS LINDO DO MUNDO. :)
Para celebrar a data, a dica do blog é o app Coisas que Porto Alegre Fala (imagem ao lado), que pode ser baixado gratuitamente em aparelhos com as plataformas iOS (aqui) e Android (aqui).
Dá para conferir frases comuns entre porto-alegrenses, compartilhá-las nas redes sociais e assistir a vídeos como este aí:
Lembro da época em que eu tinha que explicar para as pessoas o que era o tal do Twitter. É como se aquele fosse um outro mundo... Os smartphones ainda não eram tão onipresentes, as pessoas achavam que era besteira um site para dizer o que se está fazendo. Mas muita coisa mudou de lá para cá - e numa velocidade incrível.
Então eu acho lindo ver que pessoas que anos atrás eu evangelizei sobre o uso do Twitter hoje são tuiteiras muito mais ávidas do que eu. É verdade que meu entusiasmo com o Twitter morreu há alguns anos. Eu já não me divirto lá, tenho um certo saudosismo pela internet de 2008 e 2009, mas o Twitter sempre terá um lugarzinho cativo no meu coraçãozinho nerd. É um serviço que, afinal de contas, mudou completemente a internet.
Toco no assunto porque hoje o Twitter está fazendo sete anos, e há muito motivo, siiiiimmm, para celebrar:
Para quem já estava empolgado com o Glass, os óculos de realidade aumentada do Google, prepare-se: a última na linha de tecnologia para vestir é um tênis falante.
O Google está exibindo um "Talking Shoe" no SXSW, evento que está rolando em Austin (Texas).
Crédito da imagem: Google, reprodução
O tênis é capaz de comentar a performance do seu dono. Isso mesmo, ele tem um alto-falante e inclusive reclama se a pessoa está parada. O conteúdo pode até ser postado direto na rede social Google+. O calçado conta acelerômetro, Bluetooth e outras tecnologias.
O experimento é parte do projeto Art, Copy & Code, que tanta reimaginar a forma de se fazer publicdade. que a ideia é reinventar a publicidade.
Pois até eles dançaram o Harlem Shake, febre da vez no YouTube. O vídeo foi gravado no centro de lançamento de foguetes da Nasa em Wallops Island, no estado da Virgínia. Vejam só:
Não dá para esquecer que estudantes do Centro Espacial Johnson, que fica em Houston (Texas), criaram o Nasa Johnson Style, uma paródia educacional do vídeo Gangnam Style, inclusive com a participação dos astronautas Tracy Caldwell Dyson, Mike Massimino e Clay Anderson. A letra da música foi reimaginada para informar sobre o trabalho feito pela Nasa e pelo Centro Espacial Johnson, onde são treinados astronautas antes de ir para o espaço (já tive lá uma vez, conto aqui neste outro post). Vejam só que tri:
Texto da minha coluna desta semana na ZH impressa:
Parcialmente financiado por internautas e promovido nas mídias sociais, o documentário The Pirate Bay: Away From Keyboard (TPB: AFK) foi lançado gratuitamente na internet no mesmo dia em que estreou no Festival Internacional de Cinema de Berlim. A estratégia faz todo o sentido para um filme que é exatamente sobre um serviço que se tornou um ícone na cultura de compartilhamento de arquivos online: o Pirate Bay.
Em 82 minutos, o documentário acompanha Gottfrid Svartholm, Fredrik Neij e Peter Sunde, então responsáveis pelo site, em uma batalha na justiça sueca contra estúdios de Hollywood. Em 2009, eles foram condenados à prisão e multa milionária por promover pirataria. Naquele mesmo ano, Sunde esteve em Porto Alegre para participar do Fórum Internacional Software Livre, e o filme inclusive tem uma cena rápida gravada na sala de palestrantes do evento, na PUCRS (imagem abaixo):
Crédito da imagens: reprodução
O documentário é falado em sueco, mas, graças ao trabalho de voluntários, já há traduções para outros idiomas, inclusive o português. Minha cena preferida é aquela em que Sunde - no tribunal - rechaça o uso do termo IRL (sigla, em inglês, para "na vida real"):
- Nós preferimos o termo AFW, away from keyboard (longe do teclado, em português), porque acreditamos que o que acontece na internet é real - explica.
No site da produção (tpbafk.tv), o diretor Simon Klose disse que fez o documentário porque não conseguia entender o argumento da indústria do entretenimento de que o compartilhamento de arquivos é uma ameaça à criatividade. O resultado foi um filme bem feito, que toca em um assunto polêmico que ainda exige muita reflexão e, por isso, todo entusiasta de cultura digital deveria assistir (dá para baixar no Pirate Bay ou ver direto no YouTube - logo abaixo, com legendas em português) e passar adiante, afinal, é com esse pedido que o documentário termina: "Por favor compartilhe este filme online", diz a última frase.
Harlem Shake é a onda da vez na internet. O YouTube divulgou na sexta-feira que havia por lá mais de 40 mil vídeos no ritmo da música do DJ norte-americano Baauer. Selecionei cinco versões com uma temática mais nerd.
Para começar, o personagem mais querido do mundo dos games, Mario, caindo na dança:
Harlem Shake também ganhou uma versão a la Guerra nas Estrelas:
E nerd A-D-O-R-A Lego, né? :)
Funcionários de duas das principais empresas de tecnologia do planeta também aderiram à brincadeira. A seguir, Harlem Shake no Facebook e no Google:
E aí, qual a tua versão preferida de Harlem Shake?
Com o avanço do Facebook, o Orkut já não tem mais a importância de outrora. Embora relegado, não dá para esquecer que o Orkut marcou uma era na internet brasileira: foi quem alfabetizou muitos de nós no mundo das redes sociais.
Aproveitando a data, vale assistir ao vídeo "Ainda tô no Orkut". Presta atenção na letra. Dá até uma certa nostalgia.
Em menos de duas semanas, o trailer oficial do documentário TBP AFK, sobre os fundadores do site de compartilhamento de arquivos Pirate Bay, já angariou mais de 2 milhões visualizações no YouTube.
O filme deve estrear neste ano, gratuitamente na internet, mas ainda não há data certinha. Para quem não viu ainda, aí está (em inglês):
E falando em trailers, vocês conhecem o Moviegram?
Mesmo eu pouco entendendo de rivalidades futebolísticas, curti bastante este vídeo aí, que promove o próximo "El Clásico", jogo entre Barcelona e Real Madrid. As estrelas dos dois times - Messi e Cristiano Ronaldo, respectivamente - trocam mensagens de texto no que é também um grande clássico do mundo smartphone: Apple versus Samsung.
A Nasa estava tão certa que o mundo não iria acabar ontem, dia 21 de dezembro de 2012, que tinha até publicado no YouTube com dias de antecedência um vídeo chamado "Por que o mundo não acabou ontem".
Como é um vídeo para ser assistido neste dia 22, aí está (em inglês):
Este vídeo aí é uma homenagem do YouTube aos destaques de 2012:
Dos 10 vídeos mais populares do ano no YouTube Brasil, só vi um: Gangnam Style (2º lugar). Aliás, fiquei assustada com o ranking, disponível em www.youtube.com/user/theyearinreviewBR. Há nada que me anima lá...
Este vídeo aí é uma retrospectiva do que bombou no YouTube no Brasil em 2012.
Há recursos que permitem localizar dispositivos móveis e bloqueá-los à distância, mas tem muita gente que sequer faz o basicão, que é colocar uma senha no telefone. Eu sei bem que é chato precisar de senha a cada vez que se vai usar o aparelho, mas é uma precaução necessária considerando a quantidade de informações pessoais e de trabalho que carregamos no nosso bolso.
O projeto, que já existia em outros países, propõe uma discussão sobre o futuro com base na ficção científica. Quem quiser participar, pode submeter até abril de 2013 trabalhos inéditos - vídeos, contos ou ilustrações - sobre o tema “Um dia da minha vida em 2025”. O conteúdo selecionado fará parte de um e-book. Para mais informações, cheguem em br.tomorrow-projects.com.
Para quem se vira em inglês, vale a pena assistir a este vídeo aí, em que Brian David Johnson, futurista na Intel, fala sobre como a ficção científica ajuda a pensar e projetar o futuro. Super-recomendo! :)
Crédito da imagem: The Tomorrow Project, reprodução
Vanessa Nunes é entusiasta da cultura geek e adora brincar com gadgets recém-lançados, descobrir sites novos e garimpar apps para iOS e Android. Tem 30 anos, é gaúcha de Butiá e jornalista formada pela UFRGS. Fez curso técnico em informática na adolescência, de onde vem o seu pavor em programar em C++.
Trabalhou por cinco anos como repórter de tecnologia de Zero Hora. Desde 2010, mora em Winnipeg, no Canadá.
Assina a coluna Tecnologia na Cabeça, publicada às quartas-feiras no caderno ZH Digital (em Zero Hora) e às sextas-feiras no caderno Clicar (jornal A Notícia, de Joinville).