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Posts com a tag "App Store"

Resumão tech da semana

14 de abril de 2013 0

Selecionei alguns dos destaques da última semana no mundinho tecnológico:

* Depois de uma atualização do Windows 7 travar computadores de usuários brasileiros, a Microsoft divulgou instruções de como resolver o problema. Vejam um passo a passo aqui.

Começou a valer o corte de impostos no Brasil para smartphones que custam até R$ 1,5 mil, o que deve chegar ao consumidor até o Dia das Mães. A expectativa é que esses aparelhos fiquem pelo menos 7% mais baratos.

* O Twitter está prestes a lançar o seu serviço de músicas, o Twitter Music, que estará disponível em music.twitter.com.

Crédito: reprodução

* O LinkedIn comprou o leitor de notícias Pulse.

* A Claro anunciou um serviço de vídeo sob demanda, que concorre com o Netflix. Está disponível a clientes da operadora por R$ 13,90 mensais em www.clarovideo.com.br.

* Nesta semana teve toda a polêmica envolvendo o App Grátis, que foi removido da App Store pela Apple. O App Grátis oferece gratuitamente aplicativos pagos (um por dia).

* O Facebook Home, nova tela inicial para smartphones com Android, está disponível para download de usuários nos Estados Unidos. Este vídeo aí, que promove a novidade, conta com a participação do próprio Mark Zuckerberg:

* O Google Play - loja de apps, filmes e livros do Google - ganhou um novo visual.

O Google anunciouInactive Account Manager (Gerenciador de Conta Inativa, em português), que permite controlar o que acontecerá com sua conta de serviços do Google depois de sua morte. Por exemplo, se você ficar um determinado período sem acessar a sua conta, o Google poderá enviar seus dados para pessoas designadas e até excluir a conta, tudo de acordo com o que você tiver definido em vida.

* A Samsung anunciou a linha Mega, com smarphones com telonas de 5,8 e 6,3 polegadas.

* O pessoal do College Humor reuniu memes da internet em um único pôster (imagem abaixo). Passem lá  em www.collegehumor.com/theinternet para conferir.

Crédito: College Humor, divulgação

Resumão tech da semana

06 de janeiro de 2013 0

Cinco assuntos da última semana no mundinho tech:

* O filme iJOBS, que conta a história do co-fundador da Apple Steve Jobs e tem Ashton Kutcher como protagonista, chegará aos cinemas em abril nos Estados Unidos.

* A Sony deixará de produzir o PlayStation 2 no Japão. O Play 2, lançado em 2000, é o console mais vendido da história, com 150 milhões de unidades.

* O Facebook atualizou seu app Messenger, que agora permite aos usuários conversar por voz (voice chat).

* Fim da disputa pelo termo "app store" (loja de app). A Apple perdeu o processo contra a Amazon pela exclusividade no uso do termo.

* A Gradiente lançou um aparelho chamado LinkBox, que permite navegar na web pela TV e que também serve como roteador.

Baixar games no iPhone e no iPad não requer mais "jeitinho brasileiro"

05 de abril de 2012 0

Imagem: reprodução

Se você é usuário de iPhone, iPad e iPod Touch, uma boa notícia: agora dá para comprar games na App Store com cartão de crédito brasileiro.

A estreia da seção de jogos na loja brasileira põe fim a uma prática que tinha se tornado comum entre usuários desses aparelhos: fazer uma conta na App Store na americana com endereço fictício e usar gift cards para comprar games.

Leiam também:

Nova versão de Angry Birds é ainda mais viciante

Os aplicativos mais baixados na App Store

05 de março de 2012 0

Imagem: reprodução

Para quem busca dicas de apps, sempre é bom dar uma conferida na lista dos mais populares.

Com o feito de 25 bilhões de downloads na App Store, a Apple está divulgando uma relação dos aplicativos para iOS mais baixados até então.

Os cinco aplicativos gratuitos mais populares da história do iPad são Angry Birds HD, Weather Channel, Netflix, Skype e Kindle. Entre os pagos, a liderança é do Pages.

Para iPhone, os mais baixados são Facebook, Pandora Radio, Words with Friends, Skype e Weather Channel entre os gratuitos, e o Angry Birds entre os pagos.

Segundo a Apple, a App Store conta com 550 mil aplicativos, sendo 170 mil nativos para iPad.

Na onda das lojas de apps

13 de dezembro de 2011 0

Não é nenhuma novidade que as apps móveis trouxeram uma BAITA oportunidade para os desenvolvedores. Os números desse mercado são mesmo impressionantes. Uma previsão da consultoria IDC é de que os downloads de aplicativos para smartphones e tablets pulem de 10,7 bilhões em 2010 para 182,7 bilhões em 2015.

Na semana passada, a Android Market, do Google, anunciou ter ultrapassado 10 bilhões de aplicativos baixados. Na Apple App Store, o ritmo de downloads é de 1 bilhão de apps por mês (totalizando já mais de 18 bilhões, segundo a Apple).

Essas são as duas principais, mas as lojas de apps viraram uma febre em 2011. Os exemplos vão da loja de apps do Skype até a do browser Google Chrome.

Nessa onda, vale destacar também a Mac App Store, para os computadores da Apple. Desde o seu lançamento em janeiro, foram mais de 100 milhões de downloads, divulgou a Apple nesta segunda-feira.

E uma grande oportunidade para desenvolvedores ainda está por vir, com a estreia em fevereiro da loja de apps do Windows, o sistema operacional mais popular do planeta. Na semana passada, ao apresentar a Windows Store, o vice-presidente de serviços de Windows Web, Antoine Leblond, apostou na popularidade da plataforma para chamar desenvolvedores: "Mesmo juntando todos os iPhones, iPads, smartphones e tablets com Android e Macs vendidos nos últimos dois anos, eles não alcançam a quantidade de máquinas com Windows que foram vendidas nesse período", afirmou Leblond nessa apresentação aí, em inglês.

Confira também:

Windows 8: minhas primeiras impressões

A app store do Skype

26 de agosto de 2011 0

Imagem: reprodução

O Skype também entrou na onda das "app stores" e criou o App Directory, que reúne em um só lugar aplicativos de terceiros que funcionam com o Skype.

O endereço é shop.skype.com/apps/.

Resumão tech da semana

09 de julho de 2011 3

Foto: Netflix, divulgação

Estes aí foram alguns dos destaques da semana no mundinho tech:

* A Netflix anunciou sua expansão para 43 países da América Latina e Caribe, onde o serviço de filmes e seriados via streaming na internet será oferecido em português, espanhol ou inglês. Atualmente, a Netflix funciona nos Estados Unidos e no Canadá. O site está aceitando em www.netflix.com cadastro de usuários brasileiros interessados em ser avisados da data de lançamento.

* Enquanto a Microsoft reduziu o preço do Xbox 360 de 250 GB no Brasil de R$ 1.899 mil para R$ 1.599 mil durante o mês de julho, a Sony baixou o preço do PlayStation 3 Slim para R$ 1.399 até 30 de agosto.

* As vendas no Brasil do videogame portátil Nintendo 3DS, aquele que exibe imagens 3D sem necessidade de óculos, começaram neste sábado pelos absurdos R$ 1,2 mil. Postei minhas primeiras impressões sobre a experiência de uso do 3DS em outro post.

* O YouTube está testando um novo visual. Para experimentar, vá em www.youtube.com/cosmicpanda.

* Também estreou lá no portal de vídeos do Google um canal voltado ao cinema brasileiro: www.youtube.com/cinema.

* Em parceria com o Skype, o Facebook lançou o recurso de videochat entre os seus usuários. Mostro como funciona aqui neste post. Mas ó: chega aqui para conferir por que o Hangouts, videochat coletivo da rede social Google+, é muito mais legal.

* E falando no Google+, sabe quem é a pessoa mais popular lá? Mark Zuckerberg, o CEO do concorrente Facebook, à frente dos cofundadores do próprio Google, Larry Page e Sergey Brin. Há uma lista dos mais seguidos no Google+ em socialstatistics.com.

* Como o Google+ é restrito a convites, sempre vale o aviso: olho bem aberto para não cair nos golpes que estão circulando pela web com promessa de convite para a novidade. Sobre o assunto, leia mais lá no site da Info.

* A Apple avisou que a sua App Store, loja de aplicativos para iPhone, iPad e iPod Touch, atingiu a marca de 15 bilhões de downloads. Lá são ofertados mais de 425 mil aplicativos, sendo 100 mil nativos para iPad.

* Saiu uma adaptação do clássico game Civilization para Facebook. Divirtam-se em apps.facebook.com/CivWorld/.

Imagens: reproduções

* Muito tri esta iniciativa de oferecer orelhões com Wi-Fi grátis no Rio. Sobre o assunto, leia mais lá nesta reportagem publicada no portal G1.

* O ônibus especial Atlantis iniciou ontem a sua última viagem. É o fim de uma era. Sobre o assunto, confira esta reportagem de zerohora.com e esta galeria de fotos.

* Um ícone da internet, o popular serviço de e-mails Hotmail (imagem abaixo), da Microsoft, completou 15 aninhos nesta semana. Segundo a Microsoft, o serviço com 360 milhões de usuários únicos por mês.

Leia o resumão tech da semana anterior

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Como criar uma conta na App Store americana

19 de abril de 2011 15

Recebi um e-mail de um amigo meu, usuário de iPhone, perguntando como baixar apps na Apple App Store americana, já que há muito mais opções de conteúdo lá do que na loja brasileira.

Como é algo que pode interessar também outros leitores deste blog, aí estão os principais passos de como criar uma conta para fazer downloads na App Store US:

1 – Abra o iTunes no seu computador. Caso você já tenha uma conta na App Store brasileira, é preciso se deslogar. Nesse caso, vá no menu Store/Sign out (Loja/Finalizar sessão).

2 – O próximo passo é selecionar o país no qual você quer abrir uma conta. Para isso, clique na bandeira localizada no canto inferior direito da página principal da iTunes Store (abaixo). Assim, aparecerá uma tela com as opções de países. Selecione United States (Estados Unidos).

Imagens: reprodução

3 – Para que não seja preciso informar um número de cartão de crédito, você precisa escolher uma app gratuita para baixar. Vá em App Store (não pode ser na iTunes Store) e escolha algo grátis. Ao baixar, surgirá a tela abaixo. Clique em Create new account (Criar nova conta).

4 - Aceite os termos de uso. Em seguida, você deverá criar uma nova Apple ID.

5 - Na opção pagamento, marque None/Nenhum (motivo: não dá para usar seu cartão de crédito brasileiro para criar uma conta na Apple Store americana).

6 – É preciso informar um endereço qualquer nos Estados Unidos (invente um ou copie de algum site).

7 - Não esqueça de ativar sua conta a partir da confirmação que foi para o endereço de e-mail que você cadastrou. Depois, para acessar a App Store US no iPhone/iPad/iPod Touch, é só se deslogar da brasileira e fazer o login na conta americana.

Lembrando: você só poderá baixar aplicativos gratuitos já que não cadastrou cartão de crédito. Minha sugestão: comece com Angry Birds Rio Free.


Confira as dicas semanais do blog de apps para iOS e Android

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Controle ferrenho da Apple X liberdade perigosa do Android

06 de março de 2011 17

Imagens: App Store e Android Market, reproduções

Desculpem se o título deste post está um tanto exagerado, mas ele reflete um assunto polêmico quando se trata de comparações entre a Apple App Store (a loja de aplicativos para iPhone, iPod Touch e iPad) e a Android Market (para aparelhos com a plataforma móvel de código aberto Android, do Google).

Isso se tornou mais evidente na semana em que passou com a descoberta de mais de 50 aplicativos maliciosos na Android Market (há uma lista no blog Android Police).

O Google retirou esses aplicativos da Android Market (eles funcionavam como cavalo-de-troia para ter acesso a dados do usuário) e também os removeu dos dispositivos afetados a partir de um recurso de remoção remota de aplicativos (segundo o Google, esses usuários estão sendo comunicados por e-mail). Aliás, há quem esteja criticando o fato de o Google poder intervir em seus telefones, mas não dá para esquecer que essa possibilidade está prevista nos termos de uso da Android Market (vocês costumam ler os termos de uso antes de dar Ok?).

O Google afirmou ainda que está acrescentando medidas de segurança na Android Market para evitar esse tipo de problema. Mais controle?

Um dos argumentos dos fãs de Android é exatamente a liberdade da plataforma enquanto na App Store tudo tem que passar pelo crivo da Apple. Há quem defenda o modelo fechado alegando que isso dá mais segurança aos usuários. Outros até fazem o chamado jail break do aparelho, para que possam usá-lo como bem entendem.

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Falando em comparativos entre as duas lojas de apps, a Lookout Mobile Security, que é uma empresa de segurança para dispositivos móveis, analisou 500 mil aplicativos da App Store e do Android Market nos Estados Unidos.

O estudo, chamado App Genome, apontou que, de agosto de 2010 a fevereiro de 2011, o número de apps na Android Market aumentou 127% contra 44% na App Store e, se esse crescimento seguir no mesmo ritmo, a Android Market ultrapassará a App Store em meados de 2012. A pesquisa está disponível em www.mylookout.com/appgenome.

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A disputa entre iOS e Android tem se tornado um Gre-Nal, com torcida apaixonada dos dois lados.

Por isso, o aviso: se for comentar esse post, PENSE ANTES se não está sendo ofensivo. Ter uma opinião diferente não é motivo para ser mal-educado ou arrogante, né?

iPad 2 é legal, mas não é um produto revolucionário

02 de março de 2011 49

Justin Sullivan/Getty Images/AFP

O iPad 2, apresentado nesta quarta-feira pela Apple, está longe de ser um produto revolucionário, mas traz importantes evoluções, ou ficaria bem para trás em comparação ao que os concorrentes já têm.

Revolucionário foi o primeiro iPad, no ano passado. Tanto que 2010 foi o ano do tablet. Em 2011, o ano do tablet. DE NOVO!

Com o sucesso da Apple no segmento, passou-se a ver uma enxurrada de lançamentos de tablets. Dezenas e mais dezenas de novos modelos. Que o digam as recentes feiras de tecnologia Consumer Electronics Show, realizada em janeiro em Las Vegas, e Congresso Mundial da Mobilidade, em fevereiro na Espanha.

O papel da Apple foi mostrar o caminho, inovar, provar que havia público para um gadget intermediário entre laptop e smartphone (e que esse gadget não seria nem um netbook nem um e-reader). Não esqueça: existiam tablets antes do iPad da mesma forma como existiam smartphones antes do iPhone e MP3 players antes do iPod, mas foi a empresa de Steve Jobs que fez esses segmentos "acontecerem".

Com o iPad 2, a história é diferente. O aparelho ganha importantes melhorias como processador de núcleo duplo e duas câmeras (inclusive uma que grava HD) mas não dá para esquecer que isso JÁ EXISTIA em concorrentes. Pô, já tinha sido lançado até tablet que grava imagens em 3D.

É preciso considerar ainda que o iPad 2 vai continuar deixando seus donos na mão quando o assunto é Flash. Como usuária de iPad, muitas vezes tive que recorrer ao meu smartphone Android ou ao computador porque não conseguia acessar determinado site no tablet. É legal incentivar o HTML5, mas é bem desagradável não poder acessar determinado conteúdo por falta de suporte a uma tecnologia X ou Y.

Fora isso, esperava-se mesmo que o iPad 2 fosse mais fino e leve. Isso é ótimo, mas ninguém esperaria o contrário. Quando a Apple atualiza seus gadgets, costuma ser assim, aperfeiçoamento o design, algo no qual são imbatíveis (espia só que lindura na imagem acima).

Por isso, o grande trunfo do iPad em relação aos concorrentes rodando Windows ou Android continua sendo uma velha conhecida dos donos mesmo da tablet da primeira geração: a App Store, a loja de aplicativos para iOS (o que inclui iPhones e iPod Touchs, além do iPad). É mais consolidada que a loja de aplicativos para Android, tem muito mais opções. Dá para rodar no iPad todas as apps que já existiam para iPhone/iPod Touch. Ao todo, 350 mil aplicativos, sendo 65 mil feitos especialmente para iPad.

No geral, a quantidade e qualidade de uma app store faz A DIFERENÇA. Hoje, quando um desenvolvedor pensa em criar uma app, a primeira plataforma em mente acaba sendo o iOS. Depois, o mundo Android.

A Android Market está crescendo, mas vai levar um tempo até chegar ao patamar de uma App Store.

Agora, pensando um pouco em preços.

Dos aparelhos com Android, o grande nome hoje (daqueles aparelhos que já estão disponíveis à venda) é o Xoom, da Motorola. Nos EUA, sai a partir de U$ 599,99 atrelado a um contrato de dois anos com a Verizon. Sem contrato, US 799,99.

Os modelos de iPad 2 com 3G saem a partir de U$ 629. De certa forma, para quem não quer pagar um plano de dados mensais para o tablet e se contenta com um modelo que seja só Wi-Fi (o que é o meu caso, por exemplo), o aparelho da Apple sai mais em conta: 499 dólares na versão de 16 GB.


Leia também:

Steve Jobs apresenta o iPad 2

Steve Jobs apresenta o novo iPad

02 de março de 2011 13

Fotos: Justin Sullivan/Getty Images/AFP

Chega de expectativa sobre a nova versão do iPad, o aparelho responsável pela ascensão de toda uma indústria de tablets.

O iPad 2 foi revelado nesta quarta-feira por ninguém menos que o executivo-chefe da Apple, Steve Jobs, que tinha saído de licença médica. Para fãs da marca, ver o Jobs é uma mistura de surpresa e alívio, já que há grandes especulações sobre a sua saúde.

Jobs começou sua apresentação com alguns números, como de costume. Disse que foram baixados mais de 100 milhões de livros na iBookStore. Eu que costumo comprar livros lá, sei como isso é legal.

O executivo-chefe da Apple também disse que foram vendidos 15 milhões de iPads nos primeiros nove meses de lançamento. Não há dúvida de que é um sucesso, né?

Tá, vamos ao novo iPad.

Conta com processador dual core A5 (comparando com o atual A4, é duas vezes mais rápido em processamento e nove vezes em gráficos) e espessura de 8,8 milímetros (33% mais fino que a versão atual) - é mais fino inclusive que o iPhone 4. O aparelho passou a ter um design arredondado e emagreceu um pouquinho, agora pesando cerca de 600 gramas.

O iPad 2 tem duas câmeras (traseira e frontal) e também FaceTime (significa que vai dar para fazer videochamadas grátis entre iPads 2, ou de iPads 2 para iPhones 4 ou Macs).

A câmera traseira grava vídeos em alta definição (720p). A Apple também lançou o iMovie para iPad (sai por US$ 4,99). Quem já usou o software de edição de vídeos no iPhone 4 sabe o quão legal é.

Outro destaque é que terá uma saída HDMI (permitindo conectar o iPad na TV de alta definição), mas será preciso comprar um conector que custa 39 dólares.

Como outra novidade, o aparelho estará disponível na cor branca (além da tradicional preta). A autonomia de bateria continua sendo de dez horas.

O iPad 2 será vendido a partir de 11 de março nos EUA. Os preços:

Versão só com Wi-Fi: U$ 499 (16 GB), U$ 599 (32 GB) e U$ 699 (64 GB)

Versão com Wi-Fi + 3G: U$ 629 (16 GB), U$ 729 (32 GB) e U$ 829 (64 GB)

O gadget chega dia 25 de março em outros 26 países (Brasil fora da lista).

O iPad 2 virá com a versão 4.3 do sistema operacional iOS. Segundo a Apple, há quase 350 mil apps disponíveis na sua App Store, sendo 65 mil nativas para iPad.

Aí na foto abaixo, a nova capinha do iPad, que se conecta magneticamente e se dobra (servindo como suporte). Tem várias cores (espia aqui). Chama-se Cover Smart e sai por U$ 39 (U$ 69 na versão de couro). Achei uma graça. De fato, a versão antiga da capinha para iPad esconde a beleza de seu design.

O evento da Apple ainda está rolando, vou atualizando o post, pessoal!

As especificações completas estão lá no site da Apple: www.apple.com/ipad/specs/

O vídeo abaixo está em inglês, mas vale a pena para quem quer saber mais sobre o aparelho:

 

Leia também: iPad 2 é legal, mas não é revolucionário

App Store: 10 bilhões de downloads

16 de janeiro de 2011 0

Quase lá, na verdade.

Como vocês podem ver em um contador estampado no site da Apple, há uma contagem regressiva para o download de número 10 bilhões da App Store, a loja de aplicativos para iPhone, iPod Touch e iPad.

Imagem: reprodução, site da Apple


Aquele contador voa, e o felizardo que fizer o download de número 10 bi ganhará um cartão presente de 10 mil dólares para gastar na iTunes Store.

Perguntinha: o que você faria com um cartão presente desses?

No meu caso, aproveitaria beeeem mais se o valor pudesse ser gasto em uma Apple Store.


Leia também:

Microsoft não quer Apple seja dona do termo App Store

Cinco dicas de aplicativos gratuitos para o seu Mac

12 de janeiro de 2011 5

Quem aí também é viciadinho em App Store, seja fazendo downloads para iPhone, iPad ou Mac?  :-)

Bem, como a loja  de aplicativos para os computadores da Apple é a mais recente (leia também o post com minhas primeiras impressões), fiz uma listinha de cinco softwares gratuitos interessantes que podem ser encontrados lá (deixei games de fora). Para encontrá-los, é só digitar os nomes no campo de busca no topo da App Store.

1. Amazon Kindle

Aplicativo da Amazon para ler e-books.

Para terem uma ideia, no iPad, uso preferencialmente o iBook, da Apple, mas não abro mão de ter a app do Kindle lá também. Motivo: o que você não encontra em uma loja, pode ter na outra.

2. MindNode (mostrado na imagem abaixo)

Achei que eu não fosse curtir um aplicativo para "criar mapas mentais", mas mudei de opinião ao baixá-lo. É bem legal mesmo para detalhar e organizar ideias, útil para brainstorm e listas. Dica: que tal usar o MindNote para detalhar tudo o que você precisa levar para a Campus Party Brasil? :)

Imagem: reprodução

3. Yelling Robot (mostrado também na imagem acima)

É um robozinho que, em intervalos pré-determinados, fala alguma coisa para você. Segundo os desenvolvedores, a ideia era criar um "assistante de desktop", um aviso sonoro para lembrá-lo de manter o foco.

4. Remote Snap Server

Permite passar fotos do iPhone e do iPod Touch automaticamente para o seu computador. Isso é tudo! Confesso que, quando eu queria mandar uma foto do iPhone pro Mac, se era uma só, eu me mandava por e-mail por seu mais rápido e prático. Dããã.

Ah, essa app precisa ser baixada também no iPhone ou iTouch.

5. Remote Mouse

Outra app para quem é usuário de iPhone ou iTouch (tem que baixá-la nesses dispositivos também). Assim, eles viram o controle remoto do seu Mac. Isso é bem útil para fazer apresentações.

E vocês, macmaníacos? Quais apps sugerem?

Mac App Store: primeiras impressões

08 de janeiro de 2011 16

As imagens deste post são reproduções de telas

Um dos motivos para o sucesso tanto do iPhone quanto do iPad é a App Store, loja de aplicativos gratuitos e pagos para esses equipamentos. Uma das vantagens é encontrar tudo em um só lugar. A outra, claro, é a facilidade de instalá-los já que só basta um clique.

Esperta, a Apple levou esse mesmo conceito para os computadores da marca, inaugurando nesta semana a Mac App Store. Só no primeiro dia, segundo a empresa de Steve Jobs, um milhão de aplicativos foram baixados.

Eu contribuí para essa estatística e, agora, vou dividir com vocês algumas de minhas impressões.

Para começar, acho bacanérrima a ideia de ter uma App Store para encontrar novos programas para computador. Afinal, quanto mais simplificado o uso de qualquer tecnologia, melhor.

A Mac App Store funciona como um gerenciador de aplicativos que faz todo o trabalho para você.

Esse conceito não é novo, vale lembrar. Por exemplo, há a Ubuntu Software Center. Agora, convenhamos que isso ganha mais força quando é a Apple quem inaugura uma aplicação do gênero.

De estreia, a Mac App Store oferece mais de mil opções de aplicativos, entre pagos e gratuitos. E isso é só o começo, ainda mais considerando que atualmente há mais de 300 mil aplicativos na App Store (para iPhone, iTouch e iPad), sendo pelo menos 40 mil nativos para iPad.

Tá, e como faz para acessar a Mac App Store?

É preciso ter um Mac com o sistema operacional Snow Leopard atualizado (versão 10.6.6). Faz assim: clica no símbolo da maçã no menu superior e, depois, em Atualizar Software.

Quando seu micro estiver com o sistema atualizado, o ícone da App Store vai aparecer no dock, a barra de programas.

Quando você clica para instalar alguma app, surge a tela mostrada abaixo, pedindo para fazer o login com sua ID da Apple (a mesma usada, por exemplo, para baixar apps no iPhone ou iPad). Na sequência, o programinha escolhido para download pula lá para o dock, instaladinho.


Ao se aventurar pela loja de aplicativos da Apple, o difícil é decidir por onde começar. Tanta coisa para ver e baixar. Até antivírus, como mostra a tela acima.

Dá para navegar por categorias, encontrando desde joguinhos a tradicionais softwares da Apple como o Pages (20 dólares) ou o iMovie (15 dólares).

No caso de apps de terceiros, quem estabelece o preço são os desenvolvedores (eles ficam com 70% das receitas de vendas). Bem, é preciso passar pelo crivo da Apple para estampar seus aplicativos na Mac Store.

Imagino que para manter maior controle e qualidade do que é ofertado, não há  softwares em versão trial, demo ou beta (para o usuário, significa que não será possível testar uma app antes de comprá-la).

De qualquer forma, para um melhor proveito dessa novidade nos Macs, é bom dedicar um bom tempinho à tarefa de garimpar o que tem lá. Minha sugestão é começar os downloads pelos aplicativos gratuitos de destaque, lista liderada pelo Twitter para Mac, aí na imagem.

Perguntinha aos usuários de Mac: o que acharam da novidade? Quais foram os seus primeiros downloads lá?