Você sabia que Steve Wozniak, cofundador da Apple e pai da indústria de computadores pessoais, ADORA jogar Tetris?
Neste vídeo aí da revista Game Informer, Woz fala sobre o assunto (em inglês):
Você sabia que Steve Wozniak, cofundador da Apple e pai da indústria de computadores pessoais, ADORA jogar Tetris?
Neste vídeo aí da revista Game Informer, Woz fala sobre o assunto (em inglês):
Fundador da Atari, Nolan Bushnell (foto) se entusiasma ao falar do potencial dos jogos na educação:
- Videogame ensina mais rápido do que qualquer outra mídia - disse, com a propriedade de quem é considerado o pai da indústria de videogames.
Crédito da foto: Flávia de Quadros, indicefoto.com, divulgação
Bushnell foi a estrela desta quarta-feira no evento de tecnologia Campus Party, em São Paulo. Acompanhei a palestra ao vivo pela internet, e me chamou a atenção o trabalho realizado pela Brainrush, empresa da qual Bushnell é o CEO. A ideia é usar a lógica dos games no ensino. Cada lição é uma espécie de mini-jogo em que você precisar jogar para aprender. Dei uma espiada no site deles, brainrush.com, e lá dá para conferir alguns exemplos disso (em inglês).
Como bem lembrou Bushnell, games são viciantes porque deixam as pessoas felizes. Tem aquela sensação boa ao finalmente cumprir uma missão ou virar de fase. Videogames nos deixam envolvidos, motivados.
Em sua palestra, Bushnell também pregou entusiasmo, intensidade e foco:
- Quanto mais revolucionária for a ideia, menos gente vai achar que é legal. Se você acha que é algo bom, vá atrás - disse Bushnell, que comentou ainda sobre a experiência de ter sido chefe de Steve Jobs nos anos 70.
Crédito: reprodução
Para Bushnell, a essência da criatividade não é pensar ou pesquisar, mas sim pôr a mão na massa. Criativos são aqueles que fazem, disse, usando exemplos vindos da Apple, que não inventou a interface gráfica, o mouse ou o MP3 player, mas fez essas tecnologias acontecerem.
- Nunca pense que a primeira solução é a correta, mas tente mesmo assim - aconselhou.
E o futuro dos games?
Bushnell também falou em tendências no mundo dos games. Ele acredita bastante no potencial de sensores e óculos como os em desenvolvimento pelo Google. Ao ser questionado se acredita na morte dos consoles, perdendo espaço para dispositivos móveis e computadores, ponderou que consoles são boas máquinas de entrada no mundo dos games. Porém, o pai dos videogames disse que não vê necessidade para uma nova geração desses aparelhos - um PlayStation 4, por exemplo.
Os porquinhos verdes que são os grandes vilões da série Angry Birds ganharam um jogo só para eles. É Bad Piggies, lançado nesta quinta-feira pela Rovio para iOS, Android, Mac e PC.
Em vez do ponto de vista dos pássaros que tiveram seus ovos roubados, você joga na perspectiva dos porcos, que estão novamente atrás de mais ovos. O objetivo não é destruir, mas sim construir veículos para levar os porcos até os mapas de onde estão os ovos.
Crédito das imagens: reprodução
Bad Piggies é o contrário de Angry Birds não apenas na proposta, mas também na jogabilidade.
Angry Birds cativa desde a primeira fase, e um dos motivos do seu sucesso é a simplicidade: usar um estilingue para jogar pássaros contra os seus alvos. Bad Piggies é mais complexo. A tarefa de montar os veículos para os porcos tem um quê de quebra-cabeça. Embora tenha elementos visuais da série Angry Birds, o jogo lembra muito mais a proposta de Amazing Alex, outro título da Rovio.
Este aí é o trailer:
Por pegar carona no estrondoso sucesso de Angry Birds, eu tinha grandes expectativas para Bad Piggies, mas fiquei um pouco desapontada ao jogá-lo. E vocês, curtiram?
Crédito da foto: ODD ANDERSEN, AFP
Antes de encarar mais uma segunda-feira, aí está um apanhado de assuntos dos últimos dias no mundinho tech:
* Televisores, tablets, smartphones, ultrabooks, câmeras, geladeiras e até robôs-aspiradores de pó. Teve lançamento para todos os gostos na IFA, feira de tecnologia que está sendo realizada na Alemanha (foto acima). Dá uma espiada lá no meu post sobre alguns dos produtos que são destaque da IFA e a tendência que esses lançamentos sinalizam.
* Abertas as inscrições de voluntários para um projeto do governo federal de medição da qualidade da internet no Brasil. Lá em brasilbandalarga.com.br.
* Em um evento em comemoração os 25 anos de Metal Gear, a Konami confirmou que a série de games será levada para as telonas pela Columbia e a Sony Pictures, segundo informações da PC World.
* Os vídeos da edição deste ano do Fórum Internacional Software Livre foram disponibilizados no site do evento. Confira aqui.
* O hit da internet na semana foi uma página no Facebook criada por uma guria de 13 anos de Floripa para relatar os problemas de seu escola. A repercussão foi tanta que sua escola já está recebendo melhorias, como mostra uma reportagem publicada em ZH (leia aqui). Como comentei em outro post, é um caso típico da internet alimentando o sonho de que, sim, é possível mudar o mundo, um papel que também devia ser da escola.
* O projeto que tipifica crimes na internet foi retirado da pauta no Senado. As informações são da Agência Senado.
* Foi lançada uma iniciativa bem legal em prol do mercado de TI no país: Brasil Mais TI.
* A Microsoft abriu inscrições para a edição 2013 de sua competição de tecnologia Imagine Cup. Mais informações e inscrições em www.imaginecup.com.
* Comentei em outro post, mas vale repetir: Microsoft e Atari recriaram oito clássicos do Atari em HTML5. Isso mesmo, para jogar no browser (arcade.atari.com).
* O SkyDrive, serviços de arquivos na nuvem da Microsoft, finalmente ganhou versão para Android (disponível aqui).
Crédito: Atari Arcade, reprodução
Vejam que tri: para promover o que dá para fez com a linguagem HTML5 em browsers modernos, a Microsoft e a Atari lançaram nesta quinta-feira o Atari Arcade. O endereço é arcade.atari.com.
Lá você pode jogar - seja no computador, smarpthone ou tablet - versões atualizadas de oito clássicos do Atari, incluindo Pong, Asteroides e Comando de Mísseis. Os jogos foram construídos em HTML5, e mais títulos serão acrescentados ao site no futuro.
O vídeo abaixo (em inglês) mostra os bastidores desta parceria:
A propósito, quem aí também cresceu jogando no Atari? :)
Crédito das imagens: Amazing Alex, reproduções
A desenvolvedora finlandesa Rovio, que pelo jeito não quer ser conhecida apenas pela franquia Angry Birds, lançou nesta quinta-feira seu novo projeto, o jogo Amazing Alex. Em vez de atirar pássaros contra porcos que roubaram os seus ovos, a ideia é organizar objetos na tela para que, em reação em cadeia, um objeto atinja o seu objetivo, como, por exemplo, colocar uma bola dentro de um cesto ou cortar um balão com uma tesoura.
O game é bom e vai angariar fãs, mas não é tão viciante como Angry Birds e não parece ter a capacidade de virar um fenômeno cultural como os pássaros coloridos da Rovio. Eu mesma tenho uma camiseta do Angry Birds, mas não me imagino vestindo Amazing Alex.
O jogo tem cem níveis em quatro ambientes, permitindo colocar em movimento 35 objetos interativos. O que me parece mais bacana é a possibilidade de criar o seu próprio nível e compartilhar com os amigos, o que acaba dando um fôlego novo ao game. As primeiras fases, que ensinam o funcionamento do jogo, são bem chatas, porque é só colocar o objeto no espaço pontilhado. Depois melhora, com o jogo ficando cada vez mais interessante já que o nível de dificuldade vai crescendo.
Espiem o trailer:
Amazing Alex custa US$ 0,99 para iPhone e iTouch e US$ 2,99 no iPad. Para Android há três versões: premium (custa R$ 2 - foi a que testei), HD (custa R$ 6,08) e uma gratuita (mais simples). A Rovio informou que lançará versões do game para PCs, Macs e Windows Phone.
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Angry Birds em ritmo de Fórmula-1
Tem novidade da Rovio, a desenvolvedora finlandesa responsável pelo fenômeno Angry Birds.
A empresa criou uma versão do jogo homenageando o também finlandês Heikki Kovalainen, piloto de Fórmula-1 que ela patrocina.
O game se chama Angry Birds Heikki e pode ser jogado pelo navegador de internet, em heikki.angrybirds.com.
Cada fase é inspirada em um autódromo, mas por enquanto apenas o de Silverstone está disponível. A fase de Interlagos será lançada em novembro.
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Angry Birds se tornou um sucesso tão grande que, na minha opinião, hoje é a franquia mais importante do mundo dos games depois de Mario, da Nintendo. Mas a desenvolvedora finlandesa Rovio, responsável por esse fenômeno, não pretende parar por aí.
Nesta mesma semana em que comemorou o marco de um bilhão de downloads de Angry Birds, a Rovio revelou que está preparando um novo game, o Amazing Alex. Em entrevista à emissora finlandesa YLE, o CEO Mikael Hed disse que o jogo deve chegar em dois meses e se baseia no Casey's Contraptions (vídeo abaixo), cujos direitos foram adquiridos pela Rovio.
O grande mérito de Angry Birds foi ter extrapolado o mundo de games e virado um fenômeno da indústria do entretenimento. Camisetas, bonecos e os mais variados itens alusivos ao pássaros raivosos não só movimentam as receitas da Rovio como ajudam na popularidade do jogo em si.
A foto a seguir é do Angry Birds Land, o primeiro parque de diversões oficial da franquia, que fica dentro do Sarkanniemi Adventure, em Tampere, na Finlândia.
Foto: Sarkanniemi Adventure, divulgação
Ah, este aí é o vídeo que a Rovio preparou em comemoração ao marco de 1 bilhão de downloads do Angry Birds.
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Ambientado no espaço, novo jogo da série Angry Birds ficou ainda mais viciante
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O Facebook divulgou um ranking dos 10 games mais populares de 2011 na rede social. A lista privilegia títulos que receberam maior recomendação de usuários.
O queridinho do ano foi este aí, o Gardens of Time, da Playdom.
A proposta do Gardens of Time é interessante: localizar itens que não fazem parte de determinado período histórico. Está disponível em português. Espiem em facebook.com/gardensoftime.
Cheguei a jogá-lo meses atrás, mas tive que abandoná-lo... (não tá sobrando tempo nem pro Angry Birds de que tanto gosto).
Para completar a lista dos 10 games mais populares do ano no Facebook:
3) Cityville
5) Indiana Jones Adventure World
7) Bingo Blitz
10) Diamond Dash
E me contem: vocês jogam no Facebook, Google+ ou Orkut? Qual o game preferido de vocês?
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Mais da onda de serviços que apostam em "check-ins" das pessoas no que estão fazendo. Esta app aí das imagens acima, o Playd, é para fazer check-ins em games. Está disponível para iPhone e aparelhos com Android.
Lembrando: o serviço de check-ins mais popular é o Foursquare - que aposta na geolocalização. Nele, a gente faz check-ins em lojas, restaurantes, parques etc. Outro que gosto muito é o GetGlue, em que é possível fazer check-ins em filmes, livros, games e tópicos. O Miso, para check-in em programas de TV e filmes, também é legal, mas só está disponível para iOS. Aliás, sobre a tendência das chamadas "apps de segunda tela", comentei neste outro post aqui.
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Serviços que pegam carona nos dados do Foursquare
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Vale registrar que daqui a pouco, às 22h desta quarta-feira, começa a ser vendido no Brasil o jogo de tiro em primeira pessoa Call of Duty: Modern Warfare 3, da Activision Blizzard.
O game vai custar R$ 200 (na versão para PS3 e X360), R$ 190 (para Wii) e R$ 120 (para DS).
No trailer abaixo, uma prévia:
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Quando eu era criança, um dos meus desenhos preferidos na TV era o dos Smurfs. Talvez por isso, como se eu não tivesse mais nada para fazer, lá estou jogando Smurfs no Facebook.
A tarefa é construir uma aldeia para essas criaturinhas azuis e ajudar o Papai Smurf a preparar uma poção para que Gargamel não lembre onde os Smurfs vivem. O joguinho é da Ubisoft. Aos interessados, a brincadeira fica em http://apps.facebook.com/thesmurfsco/.
Vale lembrar que o filme Os Smurfs estreou no Brasil neste mês.
O leitor Pedro Nunes (não é meu parente!), de Pelotas, me mandou um e-mail esta semana contando sobre o jogo "Lawn Mower Madness", que ele e mais quatro amigos criaram. É um game de corrida, categoria na qual sou a pior jogadora do mundo.
"Queríamos fazer um jogo de corrida, mas não uma simples corrida, e sim uma corrida de carrinhos de cortador de grama, já que eles são muito comuns nos Estados Unidos. Achamos que seria um bom apelo, e é divertido, já que o jogador tem como armas tomates e ovos para jogar nos seus oponentes", escreveu.
Para quem quiser testar: www.kongregate.com/games/hvilela/lawn-mower-madness
O jogo foi feito nas horas vagas do trabalho (eles são colegas em uma empresa de desenvolvimento para web) para participar de um concurso do site de games Kongregate. Segundo o Pedro, o sonho deles sempre foi fazer games, e o concurso foi o que deu motivação para o pontapé inicial. Também fazem parte do time Fábio Sinoti, João Sinoti, Gissele Cardozo e Henrique Vilela.
E aí, o que acharam?
Adendo: o jogo ganhou versão para iPhone, iPad e iPod Touch.
Adendo2: E também para Android.
Angy Birds é o joguinho da vez.
Começou com versão para iPhone em 2009 e foi se espraiando para outras plataformas (Android, iPad, PSP, Mac, entre outras). É um baita sucesso, com mais de 75 milhões downloads.
A novidade é que terá uma versão ambientada no Rio. Estará disponível em março.
Segundo a Rovio, a desenvolvedora do jogo, nesta versão especial, os originais Angry Birds são sequestrados e levados para o Rio. Eles escapam e então tentam salvar os amigos Blu e Jewel, duas araras que são estrelas do filme Rio, da Fox.
O jogo, portanto, é uma parceria com a Fox. O filme Rio, que chega em abril, é dos mesmos caras da série A Era do Gelo. Espia o trailer aqui.
E este aí é o trailer do jogo Angry Birds Rio:
Foto: Toru Yamanaka, AFP
A Sony anunciou ontem uma nova versão do seu videogame portátil PSP. Está sendo chamado pelo codinome NGP (next generation portable).
Bonitão e tal (espia ao lado), tem 3G, Wi-Fi, GPS, câmera frontal e traseira, o que vai deixar o brinquedinho mais interativo.
E isso é fundamental, porque a briga de agora é com os smartphones. Ah, e também com os tablets.
Esse mercado de games móveis está bombando. Uma previsão de um ano atrás da consultoria Gartner apontava que as vendas de games móveis iriam pular de US$ 5,6 bilhões em 2010 para US 11,4 bilhões em 2014.
A Sony também anunciou a PS Suite, uma loja virtual onde será possível adquirir os jogos para o NGP. O sucesso das lojas de apps mostram que esse é um caminho sem volta.
Agora, o que considero o grande destaque é a possibilidade de desfrutar games feitos para Android no NGP. Além disso, os smartphones com Android terão acesso aos games clássicos do PlayStation1.
Aquela coisa, se não se pode vencer o inimigo, junte-se a ele. Nesse caso, ganha o usuário, que pode jogar na plataforma que bem entender.
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O novo PSP chega no final do ano a um preço não divulgado. Lembrando que em março estreia no mercado americano por US$ 250 o portátil 3DS, da Nintendo. Como diferencial, a visualização em três dimensões sem precisar daqueles chatérrimos óculos especiais.
@@@
Bem, confesso que tenho um DS mofando em alguma gaveta daqui de casa. Considerando ainda que tenho X360 e PS3, para que carregar mais um dispositivo de games se meu smartphone (ou até mesmo meu iPad) dá conta? A resposta para esse tipo de pergunta, me parece, está cada vez mais na experiência de uso que o gadget vai proporcionar. Isso é o que tem que valer a pena.

Música e videogame é um casamento e tanto.
Convenhamos que o grande atrativo - digo, o que vende mesmo - não é a música em si. Isso as pessoas encontram facilmente nos sites de compartilhamento de arquivos entre internautas (ok, é pirataria). Mas essas mesmas pessoas que fazem downloads ilegais para seu iPod estão mais dispostas a pagar se for para tocar essas canções em um videogame. Tudo gira em torno da experiência. Imersão é o que tem atraído cada vez mais gente (adultos, leia-se) para o mundo dos games.
Acho que isso explica muito sobre o frenesi do lançamento nesta quarta-feira do game The Beatles: Rock Band. Claro, qualquer coisa relacionada a Beatles é motivo de frenesi.
No caso do game, que é uma parceria da Harmonix Music Systems, MTV Games e Electronic Arts, poderá vender até 2 milhões de cópias, dizem os analistas. Tem versões para PlayStation 3, Wii e Xbox 360 e reúne um acervo de 45 músicas dos Beatles.
E como se podia esperar, hoje as agências de notícias internacionais têm exibido imagens de filas e de pessoas que se apressaram para ser as primeiras a comprar o produto em lojas nos EUA e na Inglaterra (como na foto acima). Viu como vende?
Neste post aqui, já tinha comentado essa obsessão da indústria dos games de proporcionar imersão às pessoas.

Fiz uma reportagem para o último caderno Dinheiro sobre o que é tendência no lucrativo mundo dos games. Setor que, segundo previsão da consultoria IDC, movimentará US$ 81,9 bilhões em 2009.
Reproduzo aqui uns trechos e também alguns extras:
Falar em games e em experiência imersiva é praticamente uma redundância, mas vá lá. O Wii, da Nintendo, acentuou isso, atraindo os jogadores casuais. Para não ficar pra trás, a Sony apresentou na E3 um protótipo de um joystick que também tem sensores de movimento. Mais além foi a Microsoft, com o Projeto Natal, que (já falei aqui no blog) dará aos gamers a opção de dizer adeus aos joysticks.
– É uma maneira de enriquecer a experiência do jogador. A melhor forma de interação é não ter nenhum dispositivo entre o homem e a máquina – avalia o coordenador do curso de Jogos Digitais da Unisinos, João Ricardo Bittencourt.
A experiência dos jogos também está migrando para outras áreas.
– A linguagem dos games está sendo incorporada. Toda a indústria hoje está obcecada pela interatividade – afirma o coordenador do curso de Jogos Digitais da Feevale, Marsal Branco.
O professor cita o iPhone, da Apple, como exemplo: o aparelho tem tela sensível ao toque e acelerômetro, sensores de reconhecimento do movimento. Quando o usuário vira o aparelho, a imagem na tela acompanha. Por que vou ter um celular que não me responde pelos movimentos?, questiona.
– Essas tecnologias (de imersão) existem há bastante tempo, mas antes as pessoas não precisavam disso. Agora, estão aprendendo que esse tipo de interatividade é legal, e a tecnologia vinga – conclui o professor da Feevale.

Esses tempos ficamos sabendo aqui na redação de ZH de uma clínica de fisioterapia de São Paulo que está usando o videogame Wii como tratamento.
Para a presidente do Conselho Regional de Fisioterapia, Maria Teresa Dresch da Silveira, que conhece bem o Wii porque os filhos têm o videogame, é questão de tempo até que as clínicas gaúchas entrem na onda da wiiterapia.
Sobre o assunto escrevi a reportagem de capa do ZH Digital de hoje. Vou fazer um resumão aqui no blog.
* Como exige que o gamer se movimente, o Wii, da Nintendo, pode ser usado em tratamento de pacientes com acidente vascular encefálico, paralisias e lesões musculoesqueléticas. As pessoas chegam a executar movimentos que não conseguem na fisioterapia tradicional simplesmente porque esquecem que estão no tratamento e perdem o medo de se machucar. Sem falar que é divertido, né.
* O título Wii Sports pode ser uma boa para adquirir força muscular. Para trabalhar o ombro, a amplitude de movimentos do braço, o jogo de tênis é uma alternativa, porque exige que o paciente movimente a articulação da região.
* Para quem tem dificuldade de equilíbrio, pouca força nas pernas, sofreu lesões no joelho ou tornozelo, por exemplo, a dica é o Wii Fit. O jogo acompanha um acessório em forma de balança chamado Balance Board, que conta com sensores de pressão, que medem o peso do usuário e seu centro de gravidade. É possível fazer ginástica aeróbica, exercícios de equilíbrio e até ioga.

Foto: AP, banco de dados
* Mas ó: cuidado com as dores musculares. Os jogadores precisam evitar jogar por um longo período de tempo, principalmente em games como o de tênis. É preciso fazer intervalos, como o próprio Wii recomenda. É bom fazer alongamentos antes, durante e ao término da brincadeira.
Ah, contaí: vocês já tiveram dores musculares jogando Wii?
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Não agüento mais ouvir falar do game Halo 3, para X360, da Microsoft. Há quem diga que é o jogo do ano.
Não sei. Definitivamente, game não é a minha praia.
Mas enfim.
Não deve ter sido à toa que o site especializado em videogames GameSpy chegou a dar a sua maior cotação – cinco estrelinhas – para Halo 3. Declararam até que valia a pena comprar um Xbox 360 só para jogá-lo.
uau.
No game, a Terra estará sob o poder dos alienígenas Covenant.
O melhor de tudo é que HOJE é o lançamento mundial do título. As lojas brasileiras deverão receber três versões, com preços entre R$ 179 e R$ 399.
É nele, diga-se de passagem, que a Microsoft deposita suas fichas para impulsionar as vendas do X360.
Cá entre nós, nunca cheguei perto do Play3 e do X360, mas sou fã do joystick Wiimote. Então...