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Posts com a tag "redes sociais"

A morte do Orkut, a ressurreição do ICQ e a onda saudosista na internet

13 de julho de 2014 0

ic1Vocês notaram como estamos ficando saudosistas na internet?

Na semana passada, com o anúncio de que o Google encerrará o Orkut em setembro, teve toda uma corrida para resgatar o que restava das nossas contas mofadas naquele que já foi o site mais importante da internet brasileira. Cada relíquia do Orkut foi parar nas nossas timelines no Facebook.

Nesta semana, foi a vez de compartilhar nossos números de ICQ resgatados do fundo da memória. Muita gente nem lembrava mais que o ICQ existia, mas essa semana ele ganhou holofotes por anunciar uma nova versão com recursos a la WhatsApp. O ICQ era o queridinho da internet no final dos anos 90 e início dos anos 2000, mas depois perdeu o posto para o MSN Messenger, da Microsoft. Curiosamente, vale lembrar que até o MSN não existe mais (foi extinto pela Microsoft depois que a companhia migrou as contas do aplicativo para o Skype).

Essa onda saudosista entrega um pouco a nossa idade. Sim, estamos envelhecendo com a internet. Mas até que foi legal ter vivido o auge tanto do ICQ quanto do Orkut, algo que, talvez daqui a alguns anos, todos nós talvez possamos dizer também sobre o Facebook.

E falando em saudosismo: que tal deixar o teclado do seu computador com o som do ICQ ou, então, de máquina de escrever?

Confiram também:

>>> Hálito ICQ

>>> Meus sentimentos aos Orkuteiros de plantão

>>> Para os órfãos do Orkut

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Pura ironia

04 de julho de 2014 0

Ainda sobre a morte do Orkut: o Google é uma das empresas que mais entendem de internet no mundo, mas rede social segue como o seu calcanhar de Aquiles.

Embora YouTube e Blogger sejam plataformas sociais de bastante sucesso, não ocupam o mesmo nicho de um Orkut. Nessa categoria, a empresa coloca agora todas as suas fichas no Google+, que está longe de ameaçar o domínio do Facebook.

>>> Leiam também: Meus sentimentos aos orkuteiros de plantão

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Meus sentimentos aos orkuteiros de plantão

01 de julho de 2014 0

Em um post aqui no blog de 8 de julho do ano passado, escrevi o seguinte:

“O legado do Orkut é TÃO IMPORTANTE para a internet brasileira que, na minha opinião, o Orkut merecia um pouquinho de dignidade – ou seja, sair de campo de cabeça em pé, enquanto ainda dá tempo.”

Obviamente, fui xingada. De um lado, os que diziam que falar de decadência do Orkut é assunto velho. De outro, os usuários cativos do Orkut.

Pois é, o Orkut nos desperta emoções fortes. No meu caso, é uma mistura de desprezo pelo que se tornou e de saudosismo pelo que representou um dia na internet brasileira.

Mas eu entendo e respeito a dor de quem ainda hoje usa o Orkut para valer. E não é meia dúzia de gato pingado, tanto que não me surpreende que um abaixo-assinado online contra a extinção do Orkut já tenha mobilizado mais de 60 mil pessoas.

Imagino a reação dessas pessoas ao receber nesta semana a notícia de que o Google encerrará o Orkut em 30 de setembro. Primeiro tu te recusas a acreditar, depois a sensação é de desespero e, por fim, ódio. Foi isso que senti, por exemplo, quando o Google matou um dos meus serviços preferidos, o leitor de RSS Google Reader.

Não vou sentir falta do Orkut, mas quero deixar aqui minha solidariedade aos orkuteiros de plantão.

E caso sirva de consolo, o Orkut está, sim, dando adeus com dignidade.

orkutFoto de Adriana Franciosi, banco de dados, ZH

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Na onda antissocial

27 de março de 2014 0

cloakNa onda das redes antissociais, a novidade da vez é o Cloak. A proposta do app, disponível apenas para iPhone (usecloak.com), é promover desencontros. O aplicativo usa dados do Foursquare e do Instagram para lhe avisar de lugares que você deve evitar para não deparar com pessoas indesejadas.

Um dos criadores do app também está por trás do Hate with Friends (www.hatewithfriends.com), serviço que indica quais “amigos” do Facebook se odeiam mutualmente.

Confiram também:

>>> Como excluir o seu perfil do Facebook

>>> Você é o que você curte

>>> A era pós-Facebook toma forma

>>> Oversharing, estresse tecnologia e etiqueta móvel

>>> A falta de bom senso nesta era do oversharing

>>> Para tirar melhor proveito dos seus check-ins no Foursquare

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Da arte de "engolir o inimigo"

20 de fevereiro de 2014 1

Acordei nesta quinta-feira com “ressaca” das piadinhas de ontem na internet sobre os 19 bilhões de dólares que o WhatsApp está custando ao Mark Zuckerberg. Vocês não?

É uma das aquisições de se dizer “uau”, admito. E eu não consigo deixar de comparar com a compra do YouTube pelo Google lá em 2006: à época, custou 1,65 bi de dólares, e causou um frenesi e tanto. Foi um dos maiores acertos da história do Google: já que o Google Vídeo não estava emplacando mesmo, o jeito foi abocanhar o concorrente que ainda era o queridinho da vez na internet.

Fico aqui me perguntando se a busca por um monopólio na internet é uma boa forma de definir o que o Facebook está fazendo agora. Não dá para esquecer que, antes de WhatsApp, o engolido foi o Instagram.

Não.

A palavra-chave é sobrevivência. O Facebook não é o que há de mais bacana na internet. E o WhatsApp é o grande nome na onda de aplicativos que nos têm levado a falar tanto de uma “morte anunciada” do Facebook. 

Quando não se tem como vencer o inimigo (algo que, de fato, o Facebook tentou), a estratégia de engoli-lo parece até óbvia. O que importa é que o Facebook está tentando. Zuckerberg dá um indício e tanto de que vai fazer tudo que está ao alcance do seu bolso para que a empresa que ele criou há 10 anos em um dormitório de Harvard não fique para trás nesses novos tempos em que a interface a internet é cada vez menos NAVEGAÇÃO VIA BROWSERS, para cada vez mais um acesso via APPS EM SMARTPHONES.

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Até isso o Facebook sabe sobre você

19 de fevereiro de 2014 0

Um dado interessante, e ao mesmo tempo assustador, sobre o poderio das estatísticas do Facebook: é bem possível que a rede social saiba mais sobre a sua vida amorosa do que você mesmo.

Com o Dia de São Valentim na última sexta-feira (o equivalente ao nosso Dia dos Namorados), o Facebook divulgou até um gráfico para dizer que sabe quando os seus usuários estão prestes a atualizar o status de relacionamento. A companhia analisou dados de interações de casais na rede social antes e depois de começar, de fato, um relacionamento.

Confiram também:

>>> Você é o que você curte

>>> A coisa mais legal que você verá sobre os 10 anos do Facebook

>>> A lição que fica desta uma década de Facebook

>>> A era pós-Facebook toma forma

>>> Como excluir o seu perfil do Facebook

>>> As surpresas do Facebook

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Resumão tech da semana

04 de janeiro de 2014 0

Aí está minha resolução para 2014: seguir firme no hábito de postar aqui no blog, a cada final de semana, um apanhado de assuntos dos últimos dias no setor de tecnologia. Segue, então, o primeiro resumão tech do ano:

* Ganhou bastante atenção nesta semana o novo livro que Walter Isaacson, o biógrafo de Steve Jobs, está escrevendo. O tema: origens da nova era digital. Como mostrou o TechCrunch, o autor postou trechos da obra em plataformas online como o Medium e Scribd, pedindo que o pessoal leia e comente com sugestões e correções. A justifica de Isaacson: “Colaboração online é o motivo original por trás da construção da internet.” Para conferir, dá uma espiada em medium.com/@WalterIsaacson (em inglês).

* A Samsung lançou uma TV de tela plana ultra HD (4K) de 110 polegadas. É a maior TV do mundo à venda para consumidores comuns, com 2,6 metros por 1,8 metros. Diz a agência de notícias AP que o preço do aparelho é 150 mil dólares na Coreia do Sul.

apCrédito: AP, reprodução

* A Oi passou a oferecer 3G em Porto Alegre.

* O Twitter lançou uma versão para navegadores do Vine, app de compartilhamento de vídeos curtos. Dá uma olhada em vine.twitter.com.

* Polêmica envolvendo o Snapchat devido a uma falha de segurança que teria levado ao vazamento de nomes de usuários e seus telefones.

* O site americano de tecnologia All Things D, ligado ao WSJ, encerrou suas atividades. No lugar, foi lançado o WSJ.D (online.wsj.com/news/technology). A equipe dos jornalistas Kara Swisher e Walt Mossberg foi para o ReCode.net.

* O Google anunciou que descontinuará, no final de janeiro, o Bump (para compartilhamento de arquivos) e o Flock (para fotos).

* Em vídeo (a seguir, em inglês), o presidente do conselho do Google, Eric Schmidt, faz previsões para 2014. Ele comenta o que considera o maior erro da empresa: não ter antecipado o fenômeno das redes sociais.

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O que vem por aí em 2014? A era pós-Facebook toma forma

01 de janeiro de 2014 0

Ao projetar tendências de tecnologia, uma das minhas maiores angústias era a falta de resposta sobre o que exatamente tomaria do Facebook o posto de queridinho da vez. Mas a era pós-Facebook está começando a se delinear, e 2014 – ano em que a rede social criada por Mark Zuckerberg completa uma década – será chave para isso.

A pretensão do Facebook de engolir a internet – ser o centro de nossas vidas digitais – é o que está por trás do seu declínio. Para adolescentes, não tem apelo porque os pais estão lá. Pense no Facebook como serviços de e-mail: ninguém usa e-mail porque é algo descolado, mas sim porque é algo que não dá para evitar.

fotos

Então o que é legal hoje na internet? Uma pista vem daquele ditado: “menos é mais”.

A bola da vez é fragmentação: Instagram, Vine, Snapchat e WhatsApp são alguns exemplos. Cada um serve um certo comportamento social. Isoladamente, esses apps podem não bater o Facebook em relevância. Mas juntos eles mostram que a rede social mais importante de 2014 será mesmo o seu telefone.

A visão é confirmada pelo analista Benedict Evans (leia aqui, em inglês) ao sugerir que a popularidade de todos esses apps vem do fato de que o celular remove certas barreiras do Facebook em ambiente desktop. Você nem precisa visitar esses vários aplicativos para saber se há novidades neles graças a notificações automáticas, e suas fotos e contatos estão disponíveis para todos esses apps.

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Só por hashtags

04 de dezembro de 2013 0

Não importa se no YouTube, no Twitter ou no Instagram, não se pensa mais em redes sociais sem associá-las ao uso de hashtags. O problema é que ainda há quem ache que o # antes de uma palavra é enfeite, e acaba abusando do uso, esquecendo o propósito das hashtags – organizar informações. Este vídeo do comediante Jimmy Fallon e do cantor Justin Timberlake até tira sarro do assunto (está em inglês):

E falando em hashtags…

Chamo a atenção para a plataforma brasileira SocialTag.me (socialtag.me), um buscador de fotos e vídeos tagueados em sites como Instagram, YouTube, Vine e Tumblr (imagem abaixo). Na mesma linha, tem o Tagboard (tagboard.com), que inclui na busca hashtags do Instagram e Vine, mas também tweets e posts no Facebook.

socialtag

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Você já trocou sua foto de perfil nas redes sociais para uma imagem de sua infância?

08 de outubro de 2013 0

Com o Dia das Crianças se aproximando, fotos de infância começam a invadir a sua timeline em redes sociais. Pois é, virou tradição de brasileiros em sites como Facebook e Twitter trocar a foto de perfil temporariamente para uma imagem de quando se era criança.

A brincadeira se dissemina seguindo o “efeito manada”: um amigo troca a foto e depois mais outro, e assim vai. Resultado: é o período do ano mais divertido nas redes sociais. Tem toda aquela nostalgia de celebrar a infância e, de quebra, saciar aquela curiosidade de ver como alguns dos seus amigos eram quando pequenos.

A propósito, eu era assim:

eu

Vejam também:

>>> Eu pedia bonecas, crianças de hoje querem apps

>>> Sites e apps para a criançada

>>> Mais dicas de sites e softwares para crianças

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As surpresas do Facebook

13 de agosto de 2013 0

Surpresa tomou conta da minha timeline no Facebook na última semana, com vários dos meus contatos alardeando a descoberta do que estavam chamando de uma tal de “caixa secreta”. Meu espanto? Não é algo tão secreto assim muito menos uma novidade.

Trata-se da caixa “Outras” (fica ao lado da “Caixa de entrada” quando você clica no ícone de mensagens). Para lá vão mensagens enviadas por pessoas que não fazem parte dos seus contatos (e você não recebe um aviso disso).

facebook

O episódio serve de lição: será que não passamos tempo demais ocupados em compartilhar mais do que deveríamos de nossas vidas nas redes sociais que mal sabemos tirar proveito de tudo o que esses sites nos oferecem? De qualquer forma, a dificuldade em ficar por dentro dos recursos do Facebook também se agrava porque a rede social está volta e meia implementando novidades em suas tentativas de engolir a internet, deixando os usuários cada vez mais perdidos lá dentro.

E falando em Facebook…

Vem mais mudanças pela frente. A rede social irá alterar o algoritmo que hierarquiza o que você vê lá no feed de notícias. De acordo com o Facebook, um usuário tem, em média, cerca de 1,5 mil posts a sua disposicão quando visita a rede social, mas cerca de 300 são priorizados, com base nas suas interações com a pessoa ou página que postou. Agora, o Facebook pretende também exibir no topo postagens que não tenham sido vistas antes. O objetivo? Que os usuários passem ainda mais tempo lá no feed de notícias interagindo com seus contatos.

* Versão expandida do texto da coluna desta semana no caderno ZH Digital

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As comunidades do Orkut

09 de agosto de 2013 0

Recebo xingamentos sempre que escrevo sobre o Orkut. E por duas tribos bem diferentes.

De um lado, há aqueles que gostam muito do Orkut e se sentem um tanto ofendidos com o papo de que essa rede social ficou parada no tempo. De outro lado, há aqueles que consideram um absurdo falar em decadência do Orkut em pleno 2013. O escuto deles? É assunto de quatro anos atrás.

De fato, o assunto é velho, mas ainda rende.

Aliás, o que ainda prende tanta gente ao Orkut? As COMUNIDADES.

Para quem não frequenta mais essa rede social, vale a pena conferir comunidadesorkut.tumblr.com, página que compila algumas comunidades memoráveis dos tempos em que o Orkut reinava na internet brasileira.

>>> O Orkut chegou ao fundo do poço?

>>> Dica de vídeo para celebrar o Orkut

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Facebook para "embedar"

07 de agosto de 2013 0

Ao possibilitar a incorporação de posts do Facebook em sites e blogs, novidade anunciada na última semana, a rede social mais popular do planeta finalmente entrou na era do “embed” – termo que tem sido aportuguesado como “embedar”. Mas chegou com atraso. Inúmeros outros serviços já oferecem essa funcionalidade, como YouTube, Twitter, Vine e Instagram.

Apesar da demora, não dá para subestimar o impacto de um recurso desses para a rede social mais popular do planeta. Embedar posts do Facebook em outros cantos da internet significa expandir ainda mais o alcance de uma rede social que já é onipresente.

Mesmo que você não queira saber do Facebook, está cada vez mais difícil evitar.

* Texto da coluna desta semana no caderno ZH Digital

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O Orkut chegou ao fundo do poço?

08 de julho de 2013 0

Estou sempre sobrecarregada pela caixa de e-mails daqui do blog, então o que me faz abrir uma mensagem ou jogá-la direto na lixeira é o título. Hoje um comunicado à imprensa chamou bastante a minha atenção – tanto que estou escrevendo sobre o assunto aqui.

Fui fisgada pelo seguinte título: “Ask.fm passa Orkut e assume 3ª colocação no ranking das redes sociais mais acessadas no Brasil em junho, segundo Hitwise“.

Pensei na hora: “Como assim? O Orkut ainda existe?” Pois só assim para eu lembrar da existência do site que já foi a coisa mais importante da internet brasileira.

O fato de o Orkut ser menos popular que o Ask.fm nesse levantamento do Hitwise só aumenta a sensação de que o site que marcou época na internet tupiniquim chegou mesmo ao fundo do poço.

O legado do Orkut é TÃO IMPORTANTE para a internet brasileira que, na minha opinião, o Orkut merecia um pouquinho de dignidade – ou seja, sair de campo de cabeça em pé, enquanto ainda dá tempo.

Digo isso porque aposto como muitos de vocês devem estar se perguntando o que é mesmo esse tal de Ask.fm.

Crédito da imagem: reprodução

O Ask.fm é um site de fazer perguntas e respostas – algo nos moldes do falecido Formspring. Não é algo tão útil nem legal como Twitter e Instagram, mas – no que depender do ranking do Hitwise – figura até à frente dessas redes sociais mais badaladas.

E na liderança do ranking? Duas obviedades: Facebook e YouTube.

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Você é o que você curte

04 de abril de 2013 1

Gostando ou não, o debate sobre privacidade online é daqueles assuntos que não dá para fugir. E isso vai muito além da preocupação com fotos e comentários comprometedores postados nas redes sociais. O ditado da vez é “diga-me o que curtes, e eu te direi quem és”.

Crédito da foto: Karen Bleier, AFP

O alerta é de um estudo de pesquisadores da Universidade de Cambridge e do Microsoft Research, que analisaram dados de 58 mil usuários do Facebook nos Estados Unidos. Eles criaram um algoritmo que usa as curtidas na rede social para criar perfis com a personalidade da pessoa. De acordo com o estudo, esse tipo de dedução se mostrou eficaz para revelar informações pessoais como orientação sexual, visões políticas, idade, inteligência e religião.

A pesquisa sugere ainda que esse tipo de dado “pode abrir novas portas para o estudo em psicologia humana”. Aos interessados, dá até para fazer um teste básico no site www.youarewhatyoulike.com (Você é o que você curte, em português).

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Obrigada, Twitter, por mudar a internet!

21 de março de 2013 0

Lembro da época em que eu tinha que explicar para as pessoas o que era o tal do Twitter. É como se aquele fosse um outro mundo… Os smartphones ainda não eram tão onipresentes, as pessoas achavam que era besteira um site para dizer o que se está fazendo. Mas muita coisa mudou de lá para cá – e numa velocidade incrível.

Então eu acho lindo ver que pessoas que anos atrás eu evangelizei sobre o uso do Twitter hoje são tuiteiras muito mais ávidas do que eu. É verdade que meu entusiasmo com o Twitter morreu há alguns anos. Eu já não me divirto lá, tenho um certo saudosismo pela internet de 2008 e 2009, mas o Twitter sempre terá um lugarzinho cativo no meu coraçãozinho nerd. É um serviço que, afinal de contas, mudou completemente a internet.

Toco no assunto porque hoje o Twitter está fazendo sete anos, e há muito motivo, siiiiimmm, para celebrar:

Vejam também:

Instagram é mais legal que Twitter?

Como fazer o backup de suas redes sociais?

O perguntório no Twitter

Dica de site: Histórias do Twitter

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A façanha de marcar a arrobinha de estranhos por engano nas redes sociais

01 de março de 2013 0

Volta e meia acontece comigo: alguém me marca no Instagram em fotos que considero um tanto constrangedoras ou diz lá no Twitter que sou fã de um desses cantores venerados por adolescentes. Essas mensagens pipocam no meu telefone, mas a Vanessa Nunes a que essas pessoas se referem são minhas homônimas.

Um exemplo: no que depender desta foto aí ao lado, que menciona meu username no Instagram, sou loira, pirralha chata e amada. Só no Instagram contei outras 18 pessoas que compartilham comigo nome e sobrenome.

Pode até ser uma baita gafe de etiqueta nas redes sociais sair marcando arrobinhas alheias por engano nas mensagens, mas muita gente está nem aí. Então como reagir? Ficar quieto ou responder?

O divertido Tumblr tioique.tumblr.com é sobre isso. “Estranhos usam meu username sem querer no Instagram. Eu vou lá e comento”, diz a página, criação do consultor financeiro carioca Henrique Luz, o @henrique no Instagram.

Crédito das imagens: reprodução

- Essas menções por engano me incomodavam. No início, até respondia dizendo que não era eu, mas só recebia desaforos de volta. Então comecei a deixar comentários irônicos como forma de alertar que não era eu mesmo – afirma Henrique.

Quem tem um username com nome de pessoas famosas é ainda mais bombardeado com menções equivocadas. A americana Sarah Wu, que é @sarney no Twitter, chega a deixar estampado em seu perfil, em português, que não é José Sarney.

O que leva as pessoas saírem marcando as outras na redes sociais sem se importar se estão usando o correto nome de usuário, ou incluindo um estranho na mensagem? Para Henrique, isso é sinal de falta de conhecimento da ferramenta.

Mas isso também pode ser preguiça, né? Então fica a dica: na hora de incluir uma arrobinha em uma mensagem, gaste alguns segundos para checar antes se o username mencionado é o da pessoa em questão.

* Texto publicado na minha coluna desta semana na ZH impressa

Leiam também:

Oversharing, estresse tecnológico e etiqueta móvel

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Como fazer o backup de suas redes sociais

01 de fevereiro de 2013 0

Quando se fala em backup, você logo pensa nas fotos armazenadas no seu computador, certo? Mas também é uma boa ideia inverter a lógica, e guardar no seu computador uma cópia do que você tem nas redes sociais. Veja como:

* No Facebook, vá em Configurações da Conta. É lá que fica a opção “Baixe uma cópia dos seus dados do Facebook”. O material inclui fotos e vídeos compartilhados por você, publicações de mural, mensagens, os nomes de seus amigos e endereços de e-mail. Há opção ainda de baixar um arquivo expandido, que traz informações sobre seus logins, aplicativos usados, os contatos que você excluiu e até uma lista de tópicos com base nos quais você está recebendo anúncios.

* No Twitter, é preciso estar com a conta em inglês para acessar o recurso. Vá em Configurações para mudar o idioma. Ao salvar a alteração, aparecerá a opção “Request your archive” (Solicite o seu arquivo). O documento será enviado por e-mail para você.

* Para ter no seu computador uma cópia de suas fotos do Instagram, acesse o site instaport.me. Você faz o login no Instagram e pode então definir o que deseja baixar, como todas as suas fotos ou até mesmo as imagens que você curtiu ou as que tenham determinadas hashtags.

*Texto publicado na minha coluna desta semana na ZH impressa

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Tuenti, a rede social que não se mixa para o poderio do Facebook

31 de janeiro de 2013 0

Você já ouviu falar em uma rede social chamada Tuenti? Pois saiba que é um dos sites mais populares da Espanha.

A comparação com o Orkut é inevitável no sentido de que também tem o uso concentrado em um país e o desafio de lidar com os avanços do Facebook. Mas enquanto o Orkut – ex-bambambã da internet brasileira – vem perdendo cada vez mais relevância internet tupiniquim, os espanhois seguem mais fiéis ao Tuenti.

Qual o segredo?

Bem, assisti hoje à tarde, via streaming, à palestra de Zaryn Dentzel, fundador e CEO da Tuenti, na Campus Party Brasil (imagem abaixo).

Crédito da imagens: reprodução

Para Dentzel, o importante é manter o foco, o que não significa ficar parado no tempo. Ele lembrou que o ambiente de tecnologia está sempre mudando e que é preciso acompanhar.

- O Orkut ficou preguiçoso. Não investiu em tecnologia e inovação como deveria – afirmou.

Dentzel comentou que, quando o Tuenti foi lançado, em 2006, as pessoas achavam que era loucura lançar mais uma rede social. Para ele, esse papo de que o mercado está saturado não cola muito:

- A disputa [no mercado de redes sociais] ainda não acabou. Está apenas começando.

Confiram outros posts daqui do blog sobre a Campus Party

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Dica de vídeo para celebrar o aniversário do Orkut

24 de janeiro de 2013 0

Até comentei sobre o legado do Orkut na internet tupiniquim no meu último post, em que discuto a invasão brasileira no Facebook, mas na hora não me dei conta de que logo hoje o Orkut estava completando nove anos.

Com o avanço do Facebook, o Orkut já não tem mais a importância de outrora. Embora relegado, não dá para esquecer que o Orkut marcou uma era na internet brasileira: foi quem alfabetizou muitos de nós no mundo das redes sociais.

Aproveitando a data, vale assistir ao vídeo “Ainda tô no Orkut”. Presta atenção na letra. Dá até uma certa nostalgia.

A propósito, alguém aí ainda usa o Orkut?

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