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VÍDEO: goleiro do Cruzeiro B pega pênalti e garante título da Padaria

A final da Liga da Paradia, em Porto Alegre, foi decidida em dois pênaltis. A chance do Cruzeiro B veio no primeiro tempo e Guila não desperdiçou. Com a vantagem no placar, o segundo quadro passou a administrar o resultado, mas a oportunidade apareceu para o Cruzeiro A na segunda etapa.

Pênalti novamente. Seria o empate. Mas o goleiro Marcinho voou e defendeu de mão trocada a cobrança e garantiu a vitória da equipe B sobre a A.

Veja a defesa:

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Corinthians conquista a Copa Farroupilha

Galera do Corinthians fez a festa ao receber o troféu. Crédito: Daniel Kunsler Agi

O Corinthians manteve a hegemonia na Copa Farroupilha e conquistou a competição no último domingo pela sexta vez consecutiva.

O caneco veio com uma vitória na final por 3 a 2 sobre o Bazar Mimo. O terceiro lugar ficou com o Mônaco, que goleou o All Blacks por 5 a 2.

O goleador da competição foi Luciano Soares, do Corinthians, com 15 gols. O goleiro menos vazado foi Sérgio Guimarães, do Mônaco. Ele sofreu apenas 11 gols em 14 jogos.

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Cruzeiro: B é melhor do que A

Guila fez o gol do título. Foto: Divulgação

A final da Liga do Parque Gaelzer, mais conhecida como Padaria, foi peculiar. A decisão colocou frente a frente os times A e B do Cruzeiro. E, para surpresa geral, a equipe considerada reserva levou a melhor: 1 a 0, gol de Guila.

A semana da decisão foi marcada por provocações entre os dois quadros. Técnico do B, João Paulo Togni, o Pepe, tirou proveito das brincadeiras mútuas.

– É claro que o primeiro quadro era favorito. Copiei em um caderno todas as declarações deles durante a semana e motivei meus atletas. Deu certo – comemora.

O autor do gol do título sentiu um gostinho especial com a conquista, afinal, integrava o Cruzeiro A. Pepe lembra:

– Eu disse para o Guila que ele teria que marcar o gol da vitória. Não deu outra.

Com o resultado, os dois times garantiram classificação para o Municipal de Porto Alegre. Será que o time principal terá a chance de revanche?

Cruzeiro A (azul escuro) e Cruzeiro B (azul claro): confraternização. Foto: Divulgação

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Moinhos de Vento fatura a Liga do Parcão

Jogadores do Moinhos comemoram o primeiro gol. Crédito: Pedro Terra, Divulgação

O cenário estava pronto para uma final recheada de drama. Chuva grossa, campo enlameado e duas equipes de nível muito parecido. Moinhos de Vento e Vila Real, que decidiam o título da Liga do Parcão, disputavam cada bola como se fosse a última. Só podia dar em muita emoção.

A partida foi marcada pelo equilíbrio. Durante o primeiro tempo, o Moinhos teve mais posse de bola e criou as melhores chances de gol. Mas na segunda etapa, o Vila Real cresceu no jogo e passou a dominar.

Mas o primeiro gol só saiu aos 33 minutos da segunda etapa. Depois de uma cobrança de escanteio, o atacante Maia mandou de cabeça para abrir o placar para o Moinhos. Parecia o gol do título, mas vinha mais drama por aí.

O Vila Real não se entrou e, embalado por centenas de torcedores que foram apoiar a equipe da Bom Jesus, partiu para cima. A pressão deu resultado e no apagar das luzes a equipe conseguiu o empate com Fábio.

O jogo foi para a programação, mas as poças d’água já não permitiam jogadas mais agudas. A decisão ficou então para os pênaltis. Na quarta cobrança, o goleiro Pedro Custódio, que veio de São Paulo só para jogar a final, fez a defesa. Coube a Deivid bater e converter o tiro que deu o título para a gurizada do Moinhos.

O título marca uma trajetória ascedente da equipe azul e vermelha. Surgido em 2003, a equipe conquistou no ano passado

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Atlético Racing recebe proposta indecente

Lembra do Atlético Racing? Aquele time que teve o fardamento furtado em 24 de junho na Zona Sul de Porto Alegre? Passado quase um mês, a equipe do Jardim Ypu ainda não conseguiu recuperar as 18 camisetas, nas cores preta e vermelha.

O máximo que recebeu foi um proposta indecente. Via telefone, um homem, que preferiu não se identificar, disse ter comprado o fardamento de um guri por R$ 400.

– Ele queria restituir o valor. Recusamos, afinal, poderíamos estar pagando os próprios responsáveis
pelo furto – explica o dirigente Felipe Mendes.

Felipe conta que a direção preferiu não registrar queixa na polícia – foi comunicado apenas o arrombamento do carro, no qual o uniforme estava guardado. Com a ajuda de uma empresa, a nova roupa está sendo providenciada. Por enquanto, o time atua com as camisetas reservas na Superliga.

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Mano Menezes: da várzea para a Seleção

Mano (centro) com muito mais cabelo nos tempos de Guarani. Crédito: Arivaldo Chaves

Quem diria. Aquele zagueiro sem muitos recursos que em 1988 marcou o gol do título do Estadual Amador é o novo técnico da seleção mais vitoriosa do mundo. Ele é Mano Menezes. Gaúcho de Passo do Sobrado, que desde muito jovem esteve ligado ao futebol.

Apesar do gosto pela bola, a sua intimidade com ela só lhe permitiu atuar nos gramados ralos dos campos de várzea do interior do Estado. O primeiro time foi o Esporte Clube Rosário, de Passo de Sobrado.

_ A várzea era o profissional do Interior. O caminho natural _ conta Mano.

Em seguida, vieram o Fluminense de Mato Leitão, Juventude de Linha Seival e Juventude de Vila Arlindo _ todas equipes da região de Venâncio Aires. Com o Flu, o zagueiro e capitão ganhou três vezes o Municipal de Venâncio.

Mas a passagem mais marcante de Mano pelo futebol amador foi vestindo a camisa rubro-negra do Guarani de Venâncio Aires, time que no fina da década de 1980 ainda não tinha se profissionalizado. Em 1988, Mano conquistou o Estadual Amador _ o maior campeonato da várzea gaúcha. Com direito a gol do título, na decisão por pênaltis: 5 a 3 contra o Sapiranga.

_ Foi a minha maior conquista como jogador _ admite.

A relação construída com o Guarani foi tão forte que Mano recebeu do clube a sua primeira oportunidade como treinador. Depois disso, a história é conhecida. Vieram os trabalhos no XV de Novembro, Caxias, Grêmio, Corinthians até o ápice com a Seleção. Agora, o herói do Guarani em 1988 pode se tornar ídolo de todo um país ao conduzir a Seleção na Copa de 2014.

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Sábado é dia de final no Parcão

A Liga do Parcão chega ao fim neste sábado. Moinhos de Vento e Vila Real iniciarão a disputa para ver quem fica com o título amanhã, às 14h. A torcida das duas equipes deve lotar o campo do Parcão, que deve receber mais de mil pessoas.

Em caso de empate, haverá prorrogação com dois tempos de 15 minutos. Se a igualdade persistir, o troféu será definidos nos pênaltis. O jogo entre Barcelona e Huracan, que vai definir o terceiro colocado, começa ao meio-dia.

A festa que coroará os campeões ocorrerá no Clube Farrapos, às 20h. Na solenidade, serão premiados o melhor jogador, artilheiro, goleiro menos vazado, equipe mais disciplinada, a rainha do campeonato, além da seleção do torneio.

O campeão também receberá o troféu, o prêmio de R$ 4 mil e um jogo de uniforme com 25 peças. O vice receberá R$ 1 mil mais o jogo de uniforme.

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Liga do Parcão será decidida em um jogo só

Em reunião realizada na última segunda-feira, a organização da Liga do Parcão decidiu que a final da competição ocorrerá em apenas um jogo. A primeira partida da decisão seria disputada no domingo, mas a forte chuva impediu a realização do jogo.

Como não há mais data no calendário da competição, Moinhos de Vento e Vila Real jogarão para definir o campeão em jogo único no próximo sábado, às 14h. Em caso de empate, haverá prorrogação com dois tempos de 15 minutos. Se a igualdade persistir, o troféu será definidos nos pênaltis. O jogo entre Barcelona e Huracan, que vai definir o terceiro colocado, começa ao meio-dia.

Depois da definição dos campeões, será a hora de festejar. E a comemoração ocorrerá no Clube Farrapos, às 20h. Na solenidade, serão premiados o melhor jogador, artilheiro, goleiro menos vazado, equipe mais disciplinada, a rainha do campeonato, além da seleção do torneio.

O campeão também receberá o troféu, o prêmio de R$ 4 mil e um jogo de uniforme com 25 peças. O vice receberá R$ 1 mil mais o jogo de uniforme.

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Memória da Várzea: ABC, 37 anos de histórias

Em pé: Luis Valério, Leão, Zélson Nascimento, Paulo Roberto Huff (Gordo), Jorge Moura (Milico), Martinho e Nilton Araújo,
Agachados: Eloy Reys, Luiz André Ortiz, Paulo Renato, Nilson Araújo, Edison Carlos (Vovô), José Badaraco (Zé Morto).

Enfiados em uma Kombi pouco confiável, um grupo de amigos decidiu unir a paixão pelo futebol com a vontade de curtir a vida em plena década de 1970.

No dia 17 de março de 1973, os cinco companheiros, moradores do Jardim Barão do Cahy, bairro situado entre as Avenidas Assis Brasil e Baltazar de Oliveira Garcia, decidiram deixar mais sérias as peladas de final de semana. Criaram o Atlético Barão do Cahy, mais conhecido na várzea como ABC.

Depois de mandarem os primeiros jogos no Campo do Triângulo, passaram a defender o Lindoia Tênis Clube. Quando jogavam fora de casa, usavam uma Kombi para ir até o campo adversário. O veículo era tão velho que a porta traseira tinha de ser amarrada com um arame para não cair. Nada que atrapalhasse a farra.

— Era um tempo muito feliz, a nossa imaginação fértil resolvia qualquer parada — lembra Paulo Renato Alvez Dias, fundador do time.

Além do futebol, o ABC ficou marcado pelas festas que promovia. Em dos eventos, que costumava reunir mais de 300 pessoas, o craque Paulo Roberto Falcão vestiu a camisa do time.

Com o tempo, vieram os títulos e a fama de um dos times mais temidos da várzea de Porto Alegre nas décadas de 1970 e 1980. E o que no início era só uma brincadeira passou a crescer. A equipe criou até quadro social e teve de buscar um espaço para mandar seus jogos. Comprou um espaço em Eldorado do Sul e depois migrou para os campos do Humaitá.

Com a chegada da Arena, a equipe ficou sem espaço fixo e agora projeta a construção de um estádio próprio. Hoje, o ABC segue firme na várzea da Região Metropolitana. Além de disputar amistosos, a equipe participa atualmente da Superliga.

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Terça é dia de coluna no DG

Como é de prache, toda terça-feira tem coluna do Várzea Futebol Clube no Diário Gaúcho. Convido a todos para dar uma conferida no material.

O principal destaque é a história do Atlético Barão do Cahy, o popular ABC da Capital, na seção Memória da Várzea. Haverá ainda informações sobre como o Atlético Racing se recupera do furto do uniforme, ocorrido no mês passado, e outros destaques.

É so comprar o DG.

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Chuva adia decisões em Porto Alegre

A chuva torrencial que desabou sobre Porto Alegre no último final de semana impediu a realização das rodadas da maioria dos torneios. A final da Liga do Parcão entre Moinhos de Vento e Vila Real teve de ser adiada.

Por falta de datas, a organização da equipe cogita realizar a primeira partida da decisão durante a semana. Uma reunião, que deve ser realizada hoje, definirá a data do confronto.

Os jogos entre Ajax da Cruzeiro x Progresso e SOS Diamantes x Academia do Morro, pelas quartas-de-final da Copa Porto Alegre, também foram adiados, assim como a final da Liga da Praça Tamandaré, entre Juventude x Vap.

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kebra Gelo: sorte no amor e muito azar no jogo…

Alguém desafia esta turma? Foto: Divulgação

O nascimento do Clube Festivo Kebra Gelo, de Dois Irmãos, é curioso. Quem explica é o tesoureiro, Geovane Altenhofen:

– Precisávamos ter uma ocupação aos sábados. As mulheres não aguentavam mais os maridos enchendo o saco em casa.

Então, em 4 de julho de 2009, estes xaropes fundaram a equipe, cujo lema é claro: reunir amigos que apreciam, em primeiro lugar, a amizade (e cerveja gelada). Já o futebol…

– Em 12 jogos, neste ano, ganhamos dois e perdemos dez. O mais importante é a confraternização – completa Geovane.

O campo do Kebra Gelo é o Wallachai, em Morro Reuter. No total, 25 “atletas” reúnem-se todos os sábados. Ao final do ano, a turma fará uma festa com as famílias de todos os boleiros. Marcar jogos com eles é quase tão fácil quanto ganhar. É só telefonar para o
9703-7657 e falar com Geovane.

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Um ano de muitas histórias

O blog Vázea Futebol Clube completa um ano neste domingo, dia 18 de julho.  Neste período, o VCF migrou também para o Diário Gaúcho, no qual tem uma coluna semanal, sempre às terças-feiras.

Com a ajuda dos varzeanos de plantão, o blog contou muitas histórias. Tais como: o começo na várzea de Mano Menezes e de Dunga,  o descaso da prefeitura de Porto Alegre com os campos da cidade, o árbitro Leonardo Gaciba apitando uma pelada durante a suspensão dele do Brasileirão do ano passado e, claro, jogos e festas de títulos de campeões.

Para marcar a data, o blog terá novidades. A partir deste domingo, terá cara renova. Passará a ter as seções que fazem sucesso no jornal – alguns casos isolados já foram tema na internet.

O Peladão do Diário é o espaço para divulgação de equipes. O Olha eu aqui serve para boleiros sem time peçam oportunidade de voltar ao batente. E o resgate histórico de times que marcaram época fica à cargo do Memória da Várzea.

Os interessados têm espaço aberto para participar e divulgar as suas histórias. Sempre pelo e-mail: hector.werlang@diariogaucho.com.br ou paulo.ludwig@diariogaucho.com.br.

Que venham muitos próximos anos!

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Moinhos e Vila Real começam a decidir a Liga do Parcão

Moinhos (vermelho e branco) eliminou o Barcelona (azul) na semi. Crédito: Pedro Terra, Divulgação

Final de semana promete frio, chuva e um grande jogo de futebol no Parcão. No domingo, às 15h, Moinhos de Vento e Vila Real começam a decidir quem fica com o título da Liga do Parcão, um dos mais tradicionais torneios da várzea de Porto Alegre.

O Moinhos de Vento vive um bom momento no cenário do futebol amador da Capital. Depois de conquistar a Série B do Municipal e garantir vaga na elite, a equipe agora joga para fincar o pé entre as grandes forças da várzea.

Na semifinal, o Moinhos fez dois jogos muito duros contra o Barcelona. Venceu o primeiro por 1 a 0 e perdeu o segundo pelo mesmo placar. Na decisão por pênaltis, levou a melhor e garantiu vaga.

O Vila Real quer fazer valer toda a sua tradição. Acostumado a decidir competições, a equipe pretende apagar o vice-campeonato de 2009 e desta vez conquistar o título. Na edição do ano passado, o Vila Real perdeu para o Treze na disputa de pênaltis.

Na semifinal deste ano, o Vila Real passeou. Atropelou o Huracán por 5 a 1 na primeira partida e praticamente encaminhou a vaga. Na rodada de volta, só confirmou ao vencer por 1 a 0.

E agora, quem será que leva a melhor e sai na frente na final? Manda a tua opinião!

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Grêmio vence a primeira, e Vuaden apita no Master

Árbitro da Fifa teve boa atuação. Foto: Divulgação

Foi como visitante que o Grêmio conquistou, domingo, a primeira vitória no Estadual Master. O Tricolor derrotou o Chimarrão por 2 a 1, pelo Grupo B, liderado pelo Frigosul, que ganhou em casa do Vila Rosa por 3 a 2.

O Esportivo isolou-se na liderança do Grupo A ao derrotar o Guarani-VA. O Bento é o segundo após empatar em 1 a 1 com o Lajeado. Neste jogo, uma das atrações foi o árbitro Leandro Vuaden. Ele repetiu a boa atuação que já tivera no domingo anterior, quando apitou Lajeado 3×0 Canarinho.

– Quebrei um galho e ganhei ritmo – disse à época à coluna do VFC no Diário Gaúcho.

Vuaden começou a carreira de juiz na várzea em 1996. Com 35 anos, integra o quadro da FIFA.

Os resultados de domingo:
Canarinho 2×4 Serrano
Esportivo 1×0 Guarani-VA
Lajeado 1×1 Bento
Guaibacor 2×1 Riograndense
Frigosul 3×2 Vila Rosa
Chimarrão 1x 2 Grêmio

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