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Beijing ou Pequim , por Christiane Petry

25 de março de 2012 0

“A graça da China está na sua própria estranheza; não tente ocidentalizá-la, será um desastre”. Li esta citação em um artigo sobre a China e acho que ela sintetiza perfeitamente o que vimos e sentimos durante nossa estada naquele país. Nação de história milenar, de dimensões continentais, por muito tempo isolado do resto do mundo e incrivelmente intrigante.   Embora a China ofereça inúmeras opções de viagens para pessoas com os mais diversos interesses, acabamos por optar por algumas de suas principais cidades: Beijing, Shanghai, Macau e Hong Kong.   Iniciamos nosso roteiro por Beijing (ou Pequim), capital atual da República Popular da China. A cidade também foi a capital do Império Chinês desde a dinastia mongol (1279-1368) até o Império ruir em 1911. Antes disso, Xi’an era o centro político, cultural e econômico do Império.   Das cidades que visitamos, Beijing é a cidade mais antiga, a que mais nos mostra seu passado, a menos ocidentalizada e a que menos fala inglês! Essa é a muralha que não vemos: a da língua. A comunicação por lá foi bem mais difícil do que esperávamos e tivemos que aderir ao famoso cartãozinho de hotel com nomes e endereços escritos em chinês, à mímica e a boa vontade das pessoas. Chegamos a Beijing logo depois das comemorações do feriado nacional de 1° de outubro que celebra o aniversário da fundação da República Popular da China. A cidade ainda estava toda decorada com flores e arranjos.   Nossa primeira visita em Beijing foi ao Templo do Céu , local onde o Imperador costumava ir duas vezes ao ano para pedir por boas colheitas e rezar por seus antepassados. Na realidade, o que chamamos de Templo do Céu é um complexo que fica em uma área duas vezes o tamanho da Cidade Proibida , onde há várias construções e altares além do prédio principal mais conhecido.     O complexo do Templo do Céu é um perfeito exemplo da arquitetura chinesa do período Ming.     Acesso ao prédio principal       O prédio principal, denominado Hall das Preces por Boas Colheitas , é todo feito em madeira sem o uso de um único prego. O teto circular e da cor azul cobalto representa o céu. É muito comum encontrar figuras de animais adornando os telhados de construções e casas. Neste, vemos o dragão chinês, símbolo do poder do imperador e que só podia ser utilizado em construções imperiais.  Acreditava-se que ele trazia proteção e boa sorte.     Hoje a área é um parque aberto ao público e, pela manhã, funciona como ponto de encontro de muitas pessoas e aposentados. O local tem ótimo astral, com clima de muita paz e harmonia. Além de soltar pipas, fazer tai chi chuan, dançar, caminhar ou apenas bater papo com os amigos, os freqüentadores do parque….       …também treinam caligrafia, utilizando pincel e água;     E jogam jogos de tabuleiro como o xadrez chinês e o mahjong.    

Leia o post completo no blog Viajando com Arte:
Beijing ou Pequim , por Christiane Petry

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