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Posts na categoria "África"

"Marrocos com Arte" na Revista Claudia de abril 2012, por Martha Medeiros

16 de abril de 2012 0

 

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"Marrocos com Arte" na Revista Claudia de abril 2012, por Martha Medeiros

Júlio Verne, 100 anos

27 de março de 2012 0

Há aproximadamente 100 anos, morria o escritor Júlio Verne, que tinha fascínio por novas paisagens e novas culturas. Era uma época de grande entusiasmo: de um lado, descobertas científicas que previam para breve grandes navegações e transportes até mesmo pelo ar – aceita-se a euforia; o 14-bis recém havia feito seu primeiro vôo. De outro, relatos de bravos navegadores faziam brilhar os olhos dos que seriam os primeiros “cidadãos do mundo”. Até então, as viagens eram penosas e os mistérios dos “exóticos países” chegavam aos europeus em forma de relatos fantásticos. Em meio a tanta efervescência, a Júlio Verne ocorreu levar à população conhecimentos geográficos – e até científicos – através da literatura. Foram dezenas de livros que mudaram a forma de ver o mundo. O espírito de viajante começou cedo na vida do escritor. Aos onze anos, o menino nascido em Nantes (na França), fugiu de casa e embarcou às escondidas em um navio. A viagem foi abreviada pelo pai, que o resgatou na primeira parada, mas o espírito de Júlio Verne já estava imbuído da vontade de conhecer novos mundos. Mas engana-se quem pensa que o escritor foi um grande viajante: a maior parte de seus dias, Verne passou em torno de mapas e ouvindo relatos de viajantes, lendo pela manhã e escrevendo à tarde. Seu primeiro sucesso foi Cinco Semanas em Balão , que narrava uma aventura sobre o misterioso continente africano, no qual ele jamais pôs os pés. Depois veio A Volta ao Mundo em 80 dias. O ponto de partida é a nebulosa Londres, com paradas em Bombaim, Calcutá, Hong Kong, Nova York e outros. Mesmo sabendo que, com um balão ao sabor dos ventos, os pousos não são tão precisos, o leitor não consegue deixar de torcer para que o excêntrico Phileas Fogg complete a viagem e ganhe a aposta. Acho que a sua obra menos conhecida deve ser A Jangada , que se passa na Amazônia e é um detalhado relato sobre a fauna e a flora da região. Há ainda outra obra que gosto muito, que relata uma Viagem ao Centro da Terra, onde o Dr. Lidenbrock, seu sobrinho Axel e o guia finlandês Hans partem para a Islândia – nome que inventaram para “Iceland”, a terra do gelo, a fim de descobrir animais estranhos habitando as entranhas da terra. Ironicamente, colocou o portal de entrada deste mundo subterrâneo sob uma gigantesca geleira, a maior da Europa. Foi um visionário do turismo de aventura, tão em moda hoje. Quando a Oceania ainda nem havia sido devidamente identificada, uma citação atribuída ao escritor francês Claude Roy  já quantificava a influência  que esse guia de viagem imaginário teria sobre várias gerações de leitores: “ O mundo possui seis continentes: Europa, África, Ásia, América , Australásia e Júlio Verne ”. Pois, blogueiros e FACEiros: nada a acrescentar. Só que eu estive no lugar onde seria a hipotética passagem para o centro da Terra. É sob uma geleira de nome complicado – e botem complicado nisso! Lembram-se do vulcão cujas cinzas transtornaram a Europa? Pois bem, eu já esqueci o nome, mas o tio Google, com certeza, lembra. Foto:  http://www.sxc.hu/browse.phtml?f=download&id=10268

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Chefchaouen - a cidade azul do Marrocos

19 de março de 2012 0

Chegamos em Chefchaouen, depois de um longo roteiro no Marrocos. Era um final de tarde e estávamos vindo da antiga cidade  romana de Volubilis. Nosso hotel era muito lindinho, super típico, ficava no alto de uma montanha com uma vista maravilhosa da pequena cidade azul.  Poucos  se aventuraram  por  suas ruelas à noite, então saímos em petit comitê com  Ali, nosso guia. Ver a cidade à noite foi uma experiência muito interessante, a luminosidade, as ruelas desertas deram um certo clima de mistério.  Ali nos deu duas opções de bons restaurantes no centrinho de Chefchaouen, um servia  vinho e cerveja e o outro nada de bebidas alcoólicas, e vocês já imaginam qual foi a nossa escolha não? Um curiosidade sobre Chefchaouen, ela é a capital mundial do haxixe. Esse é um dos motivos pelo grande movimento de jovens espanhóis.   Amanheceu um dia ensolarado perfeito para explorarmos a cidade. Tudo é muito genuíno, a cidade pequena propicia um contato muito próximo entre turistas e moradores. Além disto é um local que abriga muitos estrangeiros que largaram suas origens pelo exotismo e calor marroquino, criando uma comunidade multicultural com opções interessantes!   Chaouen, como é chamada pelos espanhóis, é muito autêntica, o que me surpreendeu, pois como fica mais  próxima do estreito que separa a África do continente europeu, eu imaginava que a influência européia se faria sentir com maior intensidade, mas ao contrário, a vida da cidade segue tranqüila , indiferente aos turistas barulhentos com suas câmeras fotográficas .              Adoramos a indumentária típica da região , o jlaba , espécie de caftan com capuz só vimos por aqui! Parecem duendes os velhinhos que vagueiam pelas ruas da cidade.     Saímos de Chefchaouen costeando as montanhas do Rif em direção a Tanger onde pegamos o ferry para cruzar o estreito de Gibraltar.          Última visão do continente africano…..        Em em solo espanhol, rumo a Andaluzia que guarda o herança moura de 700 anos de dominação!  

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Viagens irrealizáveis: a Kaaba em Meca

15 de março de 2012 0

Me perguntam como a Kaaba, a grande pedra central existente no pátio, se tornou o grande altar do Islã. Bem, desculpem, mas não sei. O que escrevi ontem é justamente porque não nos deixam entrar lá – ao contrário do Vaticano, do Grande Templo Mormon de Utah e, até, de algumas mesquitas do conturbado Irã. O pouco que sei é que foi o próprio profeta Maomé que estabeleceu ali o centro da religião islâmica, onde todo muçulmano deve ir uma vez na vida (e também a Jerusalém e Medina) para se tornar um hajji – mas isso foi no ano de 632 D.C., e a peregrinação segue até hoje. As grandes caminhadas pela fé, daquelas épocas, foram definhando, a dos romeiros que iam a Roma , os Palmeiros que iam a Jerusalém (e traziam palmas). Aos poucos, foram criando também o Caminho de Santiago , que fiz com o beato Sérgio Reis – beato, mas cuidado! Ele está no quinto casamento, feliz da vida com a adorável Vera Bahia, que, como o nome diz: baiana e chegada num tambor. Portanto, cuide-se com ele, pelo óbvio, e com ela, pois tem todos os santos da Bahia do seu lado. Não é por nada que a Bahia é a Bahia de Todos os Santos. Voltando… No fervor das peregrinações, os caminhantes enfrentavam tempestades de areia, beduínos, bandidos, alguns morriam antes de tocar a pedra sagrada – o que era uma pena, já que estavam tão perto da salvação. Embora não se saiba quem está enterrado lá, sabe-se que foi há 900 anos. Há muitos outros anônimos enterrados ali (não confundir com o nosso Anonymous, o Pinheiro Machado). Teve até um rei africano, Mansa Musa, que partiu de Timbuktu em 1324 e levou mais de 500 escravos. Imaginem o que deve ter sido umas 600 pessoas a pé, a cavalo e camelo, que praticamente atravessaram a região subsaariana da África – mais ou menos 3000 km (sem carro de auxílio, geladeira, chuveiro e desodorante). Já o Laerte Cafruni Martins, que fez a viagem recentemente, para sorte sua, tem cara de beduíno, rico, mas beduíno – e fala um pouco de árabe –, não teve outra queixa a não ser a qualidade do vinho servido na classe executiva: primeiro, não era da Borgonha; e, segundo, um pouco mais ácido do que ele gosta. Mas tornou-se um hajji . Ou seja, poderá continuar pecando, como todos gostamos, e, mesmo assim, tem o reino dos céus à sua espera. Foto:  http://www.sxc.hu/browse.phtml?f=download&id=985250

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Viagens irrealizáveis: a Kaaba em Meca

Viagens irrealizáveis

14 de março de 2012 0

Às vezes, falo aqui (devo dizer “falo” ou “escrevo”? sei lá!) sobre viagens irrealizáveis e quase impossíveis. Ou alguém espera que, no “chifre” da África, onde está o Iêmen, algo possa melhorar? Já em outro lugar, não tem nada de errado, mas, simplesmente, não nos querem lá – nem a mim, nem a você. É só para muçulmano. Acho uma discriminação odiosa. Até concordo que você não deva se meter nas práticas religiosas, como quem vai a um culto, numa igreja ou num templo budista. Mas não! Não entra e pronto! No ano passado, foram três milhões, não de turistas/ano, mas só durante a semana de peregrinação. E, entre outras atividades, você tem que jogar pedras em umas colunas que representam o diabo, e, num outro dia, você tem que estar no Monte Arafat e, dali, apreciar o sol nascer – ou seja, não é fácil ser muçulmano. Religião para os comodistas é a católica: você peca e, quando quiser, se autoconfessa, é absolvido e já sai pecando outra vez. Bem que eu gostaria de acompanhar o Laerte Cafruni Martins na sua próxima peregrinação, mas sei que há limites que não se pode ultrapassar – com a cara que tenho, passo por várias etnias, mas, certamente, não a de árabe . Peregrinos vão do mundo inteiro. Só da Arábia, 200 mil; da Indonésia, 90 mil; e até da China, 14.000. Sem uma ida até lá,. você não se torna um “hajj”, mas, para não-muçulmanos, Meca é um mistério. Um dos primeiros a vislumbrar suas maravilhas foi o britânico Richard Burton (não o marido da Liz Taylor) o explorador, que se aventurou lá em 1853, apresentando-se como um médico afegão. Em seu famoso relato, recorda: “um erro, uma atitude apressada, uma palavra impensada, uma oração ou reverência, o mínimo deslize e meus ossos teriam ficado na areia do deserto”. Os não-muçulmanos ainda estão proibidos de visitar Meca, mas, existe, no momento, uma alternativa atraente para os curiosos em relação a essa experiência: a exibição “ Hajji: Journey to the Heart of Islam (Hajj: Jornada ao Coração do Islã), que tem exibição programada até 15 de abril no Museu Britânico de Londres.

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A África em duas sessões na Bazkaria

12 de março de 2012 0

Começou com sucesso a primeira edição do BELEZAS DO MUNDO de 2012. Como se esgotaram as vagas para hoje, dia 12, uma nova sessão foi aberta para a terça-feira, 13, às 19h. Para esses dois dias estão programadas conversas com ELDA FRANCO, que relatará uma recente viagem pela ÁFRICA , passando por Namíbia, Botsuana, Zimbábue e Moçambique, a bordo de um veículo híbrido, misto de caminhão e ônibus. São experiências curiosas as que ela vai contar, como nadar com crocodilos e hipopótamos no Rio Okavango, em Botsuana, caminhar com leões e andar de elefante no Zimbábue. Tudo ilustrado com fotos como essas abaixo. SERVIÇO O Belezas do Mundo é realizado há cinco anos pela Bazkaria, em parceria com a STB Trip & Travel. Participação gratuita e vagas limitadas. Os interessados devem confirmar presença antecipadamente pelo telefone (51) 3346-1088. A Bazkaria fica na Rua Comendador Caminha, 324, em frente ao Parcão, em Porto Alegre. Informações:  www.bazkaria.com.br

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Tem maluco pra tudo

07 de março de 2012 0

Caros blogueiros e FACEiros: Nos comunicamos 6/7 vezes por semana, e sou grato a vocês, que têm acompanhado as postagens. Isso mantém próximas as nossas relações. O problema sempre é: será que os FACEiros e blogueiros gostam disso? Por exemplo, tenho escrito sobre a viagem e os carros da Paris-Dakar, mas, pelo retorno, me parece que os aficcionados estão em férias, e eu totalmente defasado. Como se sabe, o próprio Paris-Dakar, que é a extensão de quando começava na Europa e terminava na África, hoje é no Atacama, pois só o que não muda é o nome – e este ano vai até o Peru. Mas uma coisa é certa e todos concordamos: há maluco pra tudo . Lendo a publicação que está na foto, me convenci. Sempre tive dificuldades em entender a dedicação absoluta, a idolatria, a ponto de colocar na assembleia alguém porque era bom de bola. Entrevistar jogadores já acho uma sacanagem – queremos que seu cérebro dê respostas tão hábeis como o que fazem, ou faziam, com os pés. Agora fico sabendo de um fanático por uma emissora de TV – não, não é por televisão, é por uma emissora de TV. O artigo é de Geciele Lordes, e a paixão não é nova, é de bem antes de a emissora virar sacristia. Simplificando, José Aparecido tem 50 anos, é casado há 20, tem quatro filhos e 89 tatuagens pelo corpo. O assunto das tatuagens é sempre o mesmo: a TV Record, nomes de programas, logotipos e um especial que diz “ Gugu é o melhor apresentador do mundo… Não tem outro ”. A fascinação não é nova; começou ainda criança, vendo os filmes de bangue-bangue lá em Sergipe. Hoje, mora em Caxias, não é frequentador da Igreja Universal e cético em relação a qualquer religião – e sem conseguir explicar com argumentos a sua idolatria. José Aparecido já tem um documento registrado dizendo que doa toda a sua pele para a Record e que sua vida lá será como sua passagem por aqui: fã da TV Record , especialmente do Gugu Liberato e do Rogério Mendelski. Acho que, se o Gugu ou o Rogério quiserem algo mais… é só insinuar, nem precisam insistir.

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Chefchaouen - a cidade azul do Marrocos

01 de março de 2012 0

Chegamos em Chefchaouen, depois de um longo roteiro no Marrocos. Era um final de tarde e estávamos vindo da antiga cidade  romana de Volubilis. Nosso hotel era muito lindinho, super típico, ficava no alto de uma montanha com uma vista maravilhosa da pequena cidade azul.  Poucos  se aventuraram  por  suas ruelas à noite, então saímos em petit comitê com  Ali, nosso guia. Ver a cidade à noite foi uma experiência muito interessante, a luminosidade, as ruelas desertas deram um certo clima de mistério.  Ali nos deu duas opções de bons restaurantes no centrinho de Chefchaouen, um servia  vinho e cerveja e o outro nada de bebidas alcoólicas, e vocês já imaginam qual foi a nossa escolha não? Um curiosidade sobre Chefchaouen, ela é a capital mundial do haxixe. Esse é um dos motivos pelo grande movimento de jovens espanhóis.   Amanheceu um dia ensolarado perfeito para explorarmos a cidade. Tudo é muito genuíno, a cidade pequena propicia um contato muito próximo entre turistas e moradores. Além disto é um local que abriga muitos estrangeiros que largaram suas origens pelo exotismo e calor marroquino, criando uma comunidade multicultural com opções interessantes!   Chaouen, como é chamada pelos espanhóis, é muito autêntica, o que me surpreendeu, pois como fica mais  próxima do estreito que separa a África do continente europeu, eu imaginava que a influência européia se faria sentir com maior intensidade, mas ao contrário, a vida da cidade segue tranqüila , indiferente aos turistas barulhentos com suas câmeras fotográficas .              Adoramos a indumentária típica da região , o jlaba , espécie de caftan com capuz só vimos por aqui! Parecem duendes os velhinhos que vagueiam pelas ruas da cidade.     Saímos de Chefchaouen costeando as montanhas do Rif em direção a Tanger onde pegamos o ferry para cruzar o estreito de Gibraltar.          Última visão do continente africano…..        Em em solo espanhol, rumo a Andaluzia que guarda o herança moura de 700 anos de dominação! Para quem gostou deste post , curta nossa página no facebook e receba atualizações e dicas:) https://www.facebook.com/pages/Viajando-com-Arte/121374657937187  

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Cataratas, a confirmação das Maravilhas

21 de fevereiro de 2012 0

Nesta Quarta-feira de Cinzas, as CATARATAS DO IGUAÇU serão confirmadas, em Buenos Aires, como uma das Novas Sete Maravilhas da Natureza. O anúncio será feito pelo presidente da fundação suíça New Seven Wonders , Bernard Weber, na Embaixada do Brasil da capital argentina. O resultado final da eleição, anunciado em 11 de novembro, era provisório, dependia da contagem dos votos por SMS de todas as candidaturas. O único país com duas maravilhas na lista é o Brasil: além das Cataratas, a Amazônia. As outras maravilhas: a Baía Ha Long, Vietnã Jeju-do, Coreia do Sul Komodo, Indonésia Rio Subterrâneo de Porto Princesa, Filipinas Table Mountain (Montanha Mesa), África do Sul A eleição começou em 2007, com a participação de 440 atrações de mais de 200 países e territórios.

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Um branco de respeito

12 de fevereiro de 2012 0

Apontada como uma das variedades que mais deve crescer no gosto dos consumidores nos próximos tempos, a uva Riesling é praticamente uma desconhecida para a maioria dos brasileiros. Primeiramente porque é branca, condição desfavorável quando se está em um país de hegemonia tinta. Depois por não dar origem a espumantes (estamos falando aqui do Riesling Renano , e não do tipo Itálico , amplamente usado pelas vinícolas da Serra para formar suas borbulhas). Por fim, joga contra sua popularização o fato de sua região de excelência ser a longínqua fronteira entre a Alemanha e a França. Porém, não é preciso ir tão distante para encontrar bons exemplares. O próprio Brasil vem elaborando ótimos varietais - e bem mais em conta do que os importados. O último representante da espécie a causar boa impressão no meu cálice veio da África do Sul . O Groote Post 2010 é menos sutil do que os europeus, mas tão delicioso quanto. Nem parece ter graduação alcoólica tão moderada ( 11% ), tamanha sua força aromática. A cada gole a boca é preenchida de sabor, o que faz dele um rótulo gastronômico . Excelente pedida para o calor que estamos enfrentando. Compartilhar

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A segunda maravilha confirmada...

04 de fevereiro de 2012 0

As sete maravilhas da natureza eleitas pela Fundação New 7 Wonders aos poucos vão deixando de ser provisórias e ganhando o título definitivo. Já foi assim com a Ilha de JEJU , uma ilha vulcânica da Coreia do Sul. Agora, a segunda é PUERTO PRINCESA , um rio subterrâneo em um parque nacional nas Filipinas. Duas das maravilhas que aguardam a confirmação são brasileiras: as Cataratas do Iguaçu e a Amazônia. As outras três: a Baía de Halong (Vietnã), o Parque Nacional de Komodo (Indonésia) e a Table Mountain (África do Sul).

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A segunda maravilha confirmada…

Mercosul: vai ou não vai?

24 de janeiro de 2012 0

Nossa indústria, há muito ameaçada, encontra-se em queda de produção, onerada por pesadas taxas, câmbio irreal e importações baratas. A FIESP, que, há muito tempo, deveria liderar sérios protestos, perde-se em jantares, discursos utópicos “ nunca antes ouvidos neste país ” e campanhas eleitoreiras – curiosamente de brimos, Haddad, Maluf, Kassab, Skaf, Temer. Ao mesmo tempo que nossos vizinhos e sócios do Mercosul importam e acobertam a entrada de produtos chineses, que passam como fabricados no Uruguai, Paraguai e Argentina. O certificado de origem é falsificado pelos próprios chineses. Assim, burlam as taxas impostas pelo governo brasileiro aos produtos made in China . Mas parece que sempre, ou quase sempre, foi assim. O Uruguai, há muito tempo, importava leite em pó da Nova Zelândia e vendia para nós. Era sabido por todos, porque nem que as vacas vizinhas fossem supervacas e produzissem o triplo o país não poderia produzir tanto leite em pó – e produzia. Mas não somos só os sul-americanos a agir assim. Lembro, também, das laranjas jaffa que Israel, com aquele tamainho, vendia para toda a Europa como suas – na realidade, eram produzidas na África do Sul. Caiu o Aparthaid ? Acabaram as laranjas baratas na Europa. Mas nós, brazucas, também não somos confiáveis. Quando a África do Sul estava sob embargo comercial, nossos produtos petroquímicos iam direto para lá – só a papelada é que fazia uma triangulação na Holanda. Escrevi tudo isso só para você pensar um pouco: será que alguma sociedade pode funcionar quando os sócios trapaceiam uns aos outros? Não precisa responder…

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Mercosul: vai ou não vai?

Tendências enológicas apontadas pela Berry Bros & Rudd

16 de janeiro de 2012 0

Ao fim de 2011, a Berry Bros & Rudd (uma das mais tradicionais lojas especializadas da Inglaterra , que por sua vez é o mercado mais influente do mundo) fez um balanço de suas vendas ao longo do ano e elaborou um infográfico apontando as mudanças no comportamento do consumidor . Entre os dados estão as variedades mais populares entre os clientes, os países que mais têm saída no caixa e o gasto médio por garrafa. Veja a seguir algumas das conclusões, ou clique na arte abaixo para conferir o gráfico completo. Apontador de tendências - Na lista de países mais procurados pelos clientes, há apenas duas mudanças em relação a 2010: a Espanha ultrapassou a Nova Zelândia e conquistou o quarto lugar, e a Argentina tomou a nona posição da África do Sul. A França reina em primeiro. - Os Proseccos e os vinhos ingleses tiveram uma expressiva alta nas vendas, em torno de 25%. - Já a procura por rótulos orgânicos e biodinâmicos caiu expressivamente, mais de 50% em relação a 2010. - Cabernet Sauvignon segue sendo a uva mais popular entre os clientes, mas está perdendo espaço. Já Shiraz e Pinot Noir se destacam pelo crescimento nas vendas, de 56% e 50%, respectivamente. Compartilhar

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Roteiro pela África do Sul

16 de janeiro de 2012 0

As gurias do blog 2 Na Estrada andaram pela África do Sul no final de 2011. A viagem rendeu uma série de posts, iniciada no dia 30 de novembro e que continua em andamento neste início de 2012. Vale a pena conferir por lá e ver as fotos da Solange Campello. No primeiro dos posts, é assim que elas explicam o início da jornada: “Essa foi uma das nossas viagens mais surpreendentes desse ano. Resolvemos viajar de uma hora para outra e em menos de 15 dias lá estávamos numa das cidades mais bonitas que já vimos. “Kaapstad”, em africâner, “Cape Town” em inglês, e mais 9 nomes diferentes dentro das onze línguas oficias da África do Sul designam, essa que é a segunda maior cidade do país, capital legislativa e um dos destinos mais procurados por turistas do mundo inteiro no continente africano. (…) (…) Hoje a Cidade do Cabo, apesar de guardar marcas profundas de sua história, recebe visitantes de todas as partes do mundo de braços e sorrisos abertos. As noites no Waterfront, a subida quase vertical em Table Mountain (recém eleita uma das sete maravilhas da natureza), as caminhadas pelo Centro Histórico e pelos “Gardens”, experiências gastronômicas, passeios no Cabo da Boa Esperança, Ilha dos pinguins, nas famosas vinícolas sul africanas e cidades próximas como Stellenbosch e Franschoeck e até um safári de verdade. Tudo isso nos próximos posts. Divirtam-se e boa viagem.”

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O que vai acontecer no mundo do vinho em 2012

13 de janeiro de 2012 0

Sucesso total no passado, as previsões esotéricas a cada virada de ano parecem estar saindo de moda. Ainda bem. Só que não resisti à possibilidade de tentar adivinhar o que vai marcar o mundo do vinho em 2012 e montei uma lista com cinco tendências que devem ganhar espaço no mercado brasileiro ao longo do ano. Vamos a elas: Vinhos mais leves Beber menos para beber melhor é um comportamento comum em mercados enológicos maduros. O Brasil está chegando lá, e aos poucos deve abandonar vinhos com 15% de graduação alcoólica e abraçar índices mais moderados, em torno de 12%. Má notícia para os potentes argentinos e chilenos, ótimas perspectivas para os próprios vinhos brasileiros, mais alinhados com essa tendência mundial. Brancos É hora de deixar o preconceito de lado e aproveitar nosso clima tropical para desfrutar um cálice de vinho branco. Os feitos com a uva Chardonnay devem ser os primeiros a se beneficiar, pela credibilidade da casta, mas variedades leves como Sauvignon Blanc e Pinot Grigio também ganharão espaço. Quem puder gastar um pouco mais vai descobrir os Riesling europeus, que estão ganhando terreno no mundo todo. Novas origens Borbulhas da Inglaterra? Pinot Noir dos Estados Unidos? Vinhos de sobremesa da África do Sul? Pois é bom se acostumar com novidades como essas, pois em 2012 a vanguarda estará ao lado de quem se aventurar a provar novas origens. Chega dos Malbecs e Carmenères que sempre vêm dos mesmos países. Esse movimento deve inclusive beneficiar os vinhos brasileiros, mas no mercado externo. Novas uvas Seguindo na linha que condena o “mais do mesmo”, em 2012 o consumidor deve passar a escutar o nome de algumas uvas estranhas ao ouvido, que não aparecem no dia a dia de nossos cálices. Se essa moda pegar, países como Portugal, Grécia, Espanha e Itália serão favorecidos por possuir uma grande quantidade de variedades nativas, próprias do país (as chamadas uvas autóctones). Drinks com vinho Vinho com gelo , açúcar, uma rodela de fruta e uma dose de outra bebida. Para os puristas, parece pecado. Para a indústria, soa a salvação. Os drinks são vistos como uma forma de retomar o interesse dos jovens e manter as vendas em alta. E os primeiros a adotar essa política serão justamente os estandartes enológicos mais tradicionais, como Champagne e Porto. Compartilhar

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Paris-Dakar ou Argentina-Peru? 2

12 de janeiro de 2012 0

A grande curiosidade entre os aficcionados é: por que saíram da África? Resposta simplificada: motivos políticos, guerrilha, roubos e sequestros. O roteiro cruzava várias vezes com a Frente Polisário, na região da Mauritânia – e, ao que parece, a Al-Qaida, aproveitando-se da islamização da região,  estava preparando algo de grande impacto. Numa outra ocasião, sem rali nenhum, fomos até lá com um jipe, sem outras armas que nossas câmaras fotográficas, mas, a partir de Essaouira (sul do Marrocos), em cada barreira tínhamos que esvaziar o Land Rover – no último dia, 4 vezes. Em cada operação, perdíamos uma hora. Enchemos o saco e voltamos. Acho que era isso que queriam (quando terminar o rali, prometo postar algo sobre a viagem; gosto de desertos, o que fazer…). Além disso, o evento tinha muita divulgação na França, muitos patrocínios franceses , mas, ao vivo, ninguém via (só camelos e beduínos). Agora, vieram para uma região que adora automobilismo – e os argentinos são especialistas neste tipo de competição, têm uma enorme tradição em estradas. Já há uns 50 anos, fizeram uma prova Buenos Aires-Caracas (ganhou Juan Manuel Fangio) e, como, de todo jeito, teriam que voltar, organizaram uma Caracas-Buenos Aires – ou seja, o que fizeram os atuais organizadores foi internacionalizar a competição , levando-a a um lugar em que adoram motores. Além disso, Argentina e Chile colocaram, no ano passado, 6 milhões de dólares cada um. Voltando ao Atacama… terminada a passagem ou abastecimento, os carros-oficina fechavam o baú e voltavam para a base. Muitos trabalhariam a noite toda para poder iniciar o próximo Prime com o carro ok. Às vezes, à noite, nos encontrávamos em algum restô com outros aficcionados ou chefes de equipe. Foi dessa forma que, com a equipe da Volks, fiquei sabendo que o Moacyr Scliar havia sofrido um problema grave. Ante a minha dupla surpresa, me falaram dos livros que haviam sido traduzidos para o alemão –  daí o interesse. Para que tenham ideia da internacionalização do rali, só nos caminhões, veículos com 5/6 toneladas, havia tchecos, russos, poloneses, chineses (guiados por argentinos), alemães, italianos,  austríacos, franceses, suecos e, claro, americanos e canadenses. Uma verdadeira babel. (Segue)

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Paris-Dakar ou Argentina-Peru? 2

Paris-Dakar ou Argentina-Peru?

11 de janeiro de 2012 0

O início foi no domingo passado, mas o ronco dos motores que disputarão os quase 9.000 km é bem mais antigo. Colocar um veículo em condições para um rali no deserto requer técnica, coragem e patrocínio. Em sua 34ª edição (a quarta por aqui), o rali tem a participação de 742 competidores , divididos em 446 veículos, (motos, carros, caminhões e quadriciclos), que percorrerão a distância entre Mar del Plata e Lima, no Peru, em 14 dias, por ríos, montes y camadas taperas donde he nacido – pelo menos é o que diz o tango Adiós Pampa Mia . O Brasil está representado na prova por 13 pilotos, em sete motos, dois carros e um caminhão. Mas não espere muito. Não é uma prova em que tenhamos um desempenho muito bom. André Azeredo, que, desta vez, participa nos caminhões, diz que, quando estreou, em 1988, não existia internet e nem informações sobre a prova como se tem hoje e que “ só fomos levados a sério quando embarcamos para a Europa ”. E acrescenta: “na estréia, eu carregava todo o equipamento e peças de manutenção numa mochila, no banco traseiro da moto”. A primeira vitória de André aconteceu em 1991, quando foi primeiro na categoria Motos Maratona, um feito inédito para o Brasil. Este ano, além de não ter largada de Buenos Aires, como aocnteceu nas três primeiras edições, irá ao Peru. O formato linear iguala a prova com o passado, quando a largada era na Europa e a chegada na África – o que traz mais dificuldades para os pilotos, especialmente para equipes de manutenção. Mesmo assim, Dunas são sempre o maior desafio. As fotos são do ano passado, quando fui ver de perto. Havia algumas cidades-chave e, não muito longe delas, havia vários roteiros. Portanto, sabendo dos horários, saíamos umas duas a três horas antes e estacionávamos em alguma passagem, abastecimento ou posto de cronometragem, etc. Neste ano, é mais complicado. Quem quer vê-los, e todos queremos, tem que seguir o trajeto e, se possível, antecipar-se. Em 2011, fizemos, basicamente, dois pit stops – o primeiro na aconchegante San Pedro de Atacama e o segundo em Antofagasta. Claro que, com motor home , é bem mais fácil, pois anda-se com a casa nas costas. Mesmo assim, lota tudo: bares, hotéis, restaurante e, especialmente, choperías – não esqueça que estávamos no Atacama e o rali, ou o circo , como eles chamam, movimenta aproximadamente 3000 pessoas. Uma boa parte do tempo, fica-se com o pessoal das equipes. É um pessoal eclético e com muitas estórias, que já poderiam ser histórias, pois  alguns acompanham o Paris/Dakar desde quando começava na Champs Élysées e, três semanas depois, chegava a Dakar. Nesse trajeto, só eram vistos por camelos e beduínos. Hoje, o nome continua pelo charme – afinal, Paris é Paris, e o Saara é o Saara. Mas o perigo é o mesmo. No domingo passado, um piloto morreu sete minutos após a largada!

Leia o post original no blog Viajando por Viajar:
Paris-Dakar ou Argentina-Peru?

Vinhos com acidez, taninos e bom-humor

10 de janeiro de 2012 0

Conservadora por natureza, a indústria vinícola muitas vezes carece de diversão . Quando usado na medida certa, com inteligência, o humor pode se transformar no diferencial de uma cantina. Um ótimo exemplo disso vem da África do Sul , país de origem da vinícola Fairview . Produtora de vinhos e queijos , a empresa tem a cabra como um de seus símbolos. E na hora de identificar uma série de rótulos inspirados em clássicos franceses, se valeu do animal ( goat , em inglês) para criar a linha Goats do Roam (jogo de palavras com a região Côtes du Rhône ). Além de um branco, um tinto e um rosé, a família de produtos inclui o Goat-Roti (trocadilho com a região de Côte-Rôtie ), o The Goatfather (referência ao filme The Godfather , ou O Poderoso Chefão no Brasil) e o Bored Doe (que soa igual a Bordeaux ). Os vinhos dessa família nem são tudo isso, mas com um preço acessível - entre 40 e 85 rands , ou de R$ 10 a R$ 20 -, atiçam a curiosidade e conquistam a simpatia de qualquer pessoa. Compartilhar

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Vinhos com acidez, taninos e bom-humor

Investigação nos vinhedos da África do Sul

06 de janeiro de 2012 0

Vinhedos na região da Cidade do Cabo estão sob suspeita. Foto: Deon Maritz, Wikimedia Commons Traumatizada com os anos em que sofreu sanções internacionais por conta da política de Apartheid , a indústria vinícola da África do Sul se assustou com um relatório elaborado pelo Human Rights Watch (HRW) acusando o setor de submeter os trabalhadores dos vinhedos a condições desumanas . Entre as denúncias estão o alojamento em lugares impróprios, o manejo de pesticidas sem proteção, o acesso limitado a água e banheiros durante o expediente e a proibição de formação de sindicatos . Os empresários do ramo rebatem as informações, alegando que a vistoria cobriu menos de 1% das áreas de cultivo de uva e que o relatório não representa a realidade. O governo local pediu que a HRW desse nome às fazendas visitadas para tomar as medidas necessárias , mas a entidade recusou o pedido para proteger os trabalhadores de possíveis retaliações . Compartilhar

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Investigação nos vinhedos da África do Sul

África do Sul é um grande destino enoturístico

04 de janeiro de 2012 0

Bem amigos, depois de uma pausa para as festas de fim de ano, retomamos as atividades aqui no Enoblog. Mas nossa interrupção não ocorreu apenas por causa dos brindes de Natal e Ano Novo . Só agora estamos voltando de uma viagem pela África do Sul , e a partir de hoje vamos compartilhar com os leitores alguns detalhes desse grande destino enoturístico. Visitar vinícolas e vinhedos é um programa obrigatório pra quem viaja até a África do Sul. E o bacana é que as principais atrações ficam concentradas basicamente entre duas cidades, Stellenbosch e Paarl . Essa região vinícola fica cerca de 50 quilômetros da Cidade do Cabo , então é fácil combinar o roteiro enológico com outros programas. Pra mais autonomia, o melhor é alugar um carro, mas é preciso ter em mente que beber e dirigir também é crime na África do Sul. Pra quem não quiser se arriscar nem perder as degustações, existem serviços de van que partem dos hotéis e percorrem as cantinas . Bom, mas pelo que procurar? Em Stellenbosch, a Vergelegen e a Morgenster são boas pedidas, com bons vinhos e que ficam uma ao lado da outra. E na Morgenster ainda dá pra combinar a prova dos vinhos com uma degustação de azeites . Pra quem bosta dessas experiências combinadas, a dica é ir até a Fairview , em Paarl, pra degustar os vinhos e os queijos feitos na propriedade. Um pouco fora desse roteiro, mas que vale a visita, é a Steenberg , nos arredores da Cidade do Cabo, uma das vinícolas mais bonitas que eu já visitei. Última dica: se alguém estiver na Cidade do Cabo e não conseguir visitar nenhuma vinícola, vale ao menos dar um pulo na Caroline’s Fine Wine Cellar , uma loja com todos os principais rótulos da África do Sul e ótimo atendimento. Compartilhar

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África do Sul é um grande destino enoturístico