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Posts na categoria "Mato Grosso do Sul"

Rio dos Cedros: refúgio de inverno para um fim de semana no Vale do Itajaí

01 de maio de 2012 0

Quem chega ao Centro de Rio dos Cedros não tem como se sentir atraído. Em comparação aos municípios vizinhos, faltam a organização e a limpeza de Timbó, o charme colonial de Pomerode, a força industrial de Jaraguá do Sul. Mas a cidade de 10,3 mil habitantes, que fica a 40 quilômetros de Blumenau e 190 quilômetros de Florianópolis, esconde um paraíso ainda pouco explorado, a mil metros de altitude . São 538 km² de área rural ao redor das barragens de Pinhal e Rio Bonito, a chamada Região dos Lagos . Rio dos Cedros, trilha a cavalo na Barragem do Rio Bonito (foto: Letícia da Silva) No verão, o caminho do Centro até Alto Cedros é ladeado por hortênsias, as barragens ficam cheias de gente praticando esportes náuticos, as duas principais cachoeiras tornam-se disputadas! Mas é no inverno que Rio dos Cedros fica ainda mais convidativo, principalmente em dias de frio e sol. Com a represa cheia, o dia é para reunir amigos ao redor do fogão a lenha, pedalar pelas estradas de chão ( Rio dos Cedros é um dos principais destinos de cicloturismo do Vale Europeu ) ou passear a cavalo pelas trilhas  no meio do mato (com apoio de um guia nativo, claro!).  À noite, fondue, lareira e vinho são ótima pedida antes de encarar a coberta quentinha! Tá achando muito marasmo? De fato, Rio dos Cedros é para fugir da agitação da semana. Mas, se você é daqueles viciados em internet, saiba que a tecnologia já subiu a serra. O telefone não pega, mas o Wi-Fi está em alta. É possível alugar casa (há opções excelentes, com quartos mobiliados, cozinha e sala equipadas, de frente para a represa) ou se hospedar em alguma pousada/chalé (ver lista abaixo). Há apenas um hotel estrelado, que é  o Parador da Montanha , no Pinhal. Se esquecer de algum artigo de primeira necessidade, na Barragem Rio Bonito tem mercado (Bar do Faustino). Mas vá preparado, principalmente se alugar casa ou chalé, porque o ideal é descer até o Centro só na hora de voltar para casa. Dicas de hospedagem em Rio dos Cedros (na Região dos Lagos): -  Paraíso das Ilhas , no Pinhal -  Hotel Lindnerhof , em Alto Cedros -  Vale dos Ventos , no Rio Bonito -  Parador da Montanha , no Pinhal – Bar do Faustino, em Palmeira, informe-se sobre casas para alugar: (47) 3322-0997 – Ilha Camping (também tem chalés para alugar e restaurante): (47) 3386-1050 / 9973-9000 E já que o frio está chegando (confira a previsão no Blog do Puchalski ), programe-se!  Tem outra dica de roteiro de fim de semana para os dias frios ? Divida com a gente!

Leia o post completo no blog Viajar eu preciso:
Rio dos Cedros: refúgio de inverno para um fim de semana no Vale do Itajaí

Roteiros de trem pelo Brasil

25 de abril de 2012 0

Não custa sonhar que um dia o Brasil volte a investir no transporte ferroviário. Enquanto isso, temos de nos contentar com roteiros turísticos em pequenos trechos que podem ser feitos de trem ( no RS há a Maria Fumaça, entre Bento Gonçalves e Carlos Barbosa! ). Confira três passeios, em outras regiões, mantidos pela Serra Verde Express no Paraná, Mato Grosso do Sul e Espírito Santo (a empresa promete novos projetos para 2012): Trem da Serra do Mar Paranaense – Parte diariamente de Curitiba rumo a Morretes e vai aos domingos até Paranaguá, no litoral paranaense. Tem 110 quilômetros de percurso, em uma ferrovia com mais de 125 anos. No trajeto está a maior área preservada de Mata Atlântica do Brasil. No mesmo roteiro, entre Curitiba e Morretes, o Great Brazil Express é um trem de luxo, que oferece um serviço de primeira classe. Trem do Pantanal – No Mato Grosso do Sul, aos sábados, o viajante vai de Campo Grande a Miranda e, no domingo, é possível fazer a viagem de volta. Nos 220 quilômetros de trajeto, há uma diversidade enorme de fauna e flora que pode ser vista no trem que transporta 192 passageiros. Trem das Montanhas Capixabas – No Espírito Santo, o circuito, que tem saídas aos finais de semana, une o calor da praia com o clima das montanhas, em duas opções de passeios: a Rota do Mar e das Montanhas, pelas cidades de Vitória (capital do Estado), Viana, Domingos Martins Marechal Floriano e Araguaia. Informações: www.serraverdeexpress.com.br

Confira o post completo no blog Recortes de Viagem:
Roteiros de trem pelo Brasil

Outono em Porto Alegre , por Luciano Terra

18 de abril de 2012 0

O outono já começa a dar as caras e a temperatura cai a cada dia. Apesar de a primavera ser a estação das flores, é nesta estação que tudo fica mais colorido. Árvores com folhas amarelas, vermelhas e uma infinadade de cores quentes espalhadas por ruas e parques. O “grand finale” de um ciclo de vida. Sempre gostei de outono. Aquele primeiro friozinho depois de um verão escaldante, o tirar de roupas quentes do armário. Até o aroma que exala para mim é pura nostalgia. Como se o inverno passado tivesse ficado “armazenado” em lembranças e roupas. Os finais de tarde vão ficando cada vez mais coloridos e o céu um pouco mais azul! Na minha infância passei muitos momentos no campo e lá fui criado ouvindo que os finais de tarde de março são uns dos mais bonitos do ano, que as noites de lua cheia de abril são as mais claras. Coisas que para nós homens e mulheres urbanos não significa muito (perdemos muito dessa magia nesses tempos atuais), ou alguém já reparou em plena metrópole que há noites mais claras que outras? Muitos mal olham para lua e lembram que ela existe, certo? Então paremos um pouco nossa rotina, deixemos nossos afazeres de lado por alguns instantes e saiamos à rua para contemplar essa estação do ano que é pura magia, puro romantismo! Muitas vezes precisamos viajar para o outro lado do mundo para descobrir pequenas coisas que estão ao nosso lado todo dia e que nem nos damos conta da sua existência. Em um país distante conseguimos ver a cor das flores, sentir o seu aroma, porém aqui passamos por um ipê completamente em flor e nem vemos. Vivemos em um lugar privilegiado e magnífico onde as estações do ano são bem diferenciadas. Ainda conseguimos sentir a chegada da primavera e com ela toda a beleza de nossos jacarandás em flor, nossos ipês roxos e amarelos. Nosso verão é quente, muitas vezes escaldante, mas nossas azaléias permanecem muito tempo coloridas. E aí chega o outono. Com ele paineiras se mostram em sua plenitude e florescem por todos os parques da cidade. Quando o frio começa a chegar inicia o espetáculo dos plátanos. Primeiro suas folhas começam a amarelar, depois vão ficando mais avermelhadas, até que um dia começam a cair descompassadamente, ao sabor do vento, sem pressa. Essa chuva de folhas cobre os caminhos dos parques, as calçadas; e ao caminhar sentimos aquele leve quebrar de folhas secas sob nossos pés. Para mim essa sensação é de puro aconchego, sinto uma nostalgia inexplicada ao ver as folhas caindo e ao pisar sobre elas enquanto passeio pelos parques de nossa cidade. Ainda dá tempo de aproveitarmos nosso outono, passear, caminhar nos finais de tarde mais frescos. Aproveitemos a suavidade do sol que aquece na medida certa e nos permite apenas usar um leve agasalho. Curtamos um almoço ou um café em um dos tantos restaurantes e bares que têm mesinhas na calçada. Nada como um solzinho gostoso e uma taça de café ou um vinhozinho na medida certa. Curta o que nossa cidade tem a oferecer, fotografe suas ruas, sua magia, viaje sem precisar ir muito longe, tire um domingo para passear por Porto Alegre, temos tantos parques, tantas praças. Aproveite a vista do Guaíba. Em uma tarde ensolarada e sem vento suas águas viram um espelho que reflete toda a cidade e toda a vida que ela contém! Caminhe sob plátanos e sinta  a magia do outono em toda a sua plenitude. E no final do dia você estará na sua casa e poderá acender a lareira, ou a estufa, e se aconchegar em seu próprio canto, que diga-se de passagem, é bem melhor e bem mais aconchegante que o melhor hotel 5 estrelas do mundo. Nada como uma noite fria de outono em nossa própria cama.    

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Outono em Porto Alegre , por Luciano Terra

Outono em Porto Alegre , por Luciano Terra

14 de abril de 2012 0

O outono já começa a dar as caras e a temperatura cai a cada dia. Apesar de a primavera ser a estação das flores, é nesta estação que tudo fica mais colorido. Árvores com folhas amarelas, vermelhas e uma infinadade de cores quentes espalhadas por ruas e parques. O “grand finale” de um ciclo de vida. Sempre gostei de outono. Aquele primeiro friozinho depois de um verão escaldante, o tirar de roupas quentes do armário. Até o aroma que exala para mim é pura nostalgia. Como se o inverno passado tivesse ficado “armazenado” em lembranças e roupas. Os finais de tarde vão ficando cada vez mais coloridos e o céu um pouco mais azul! Na minha infância passei muitos momentos no campo e lá fui criado ouvindo que os finais de tarde de março são uns dos mais bonitos do ano, que as noites de lua cheia de abril são as mais claras. Coisas que para nós homens e mulheres urbanos não significa muito (perdemos muito dessa magia nesses tempos atuais), ou alguém já reparou em plena metrópole que há noites mais claras que outras? Muitos mal olham para lua e lembram que ela existe, certo? Então paremos um pouco nossa rotina, deixemos nossos afazeres de lado por alguns instantes e saiamos à rua para contemplar essa estação do ano que é pura magia, puro romantismo! Muitas vezes precisamos viajar para o outro lado do mundo para descobrir pequenas coisas que estão ao nosso lado todo dia e que nem nos damos conta da sua existência. Em um país distante conseguimos ver a cor das flores, sentir o seu aroma, porém aqui passamos por um ipê completamente em flor e nem vemos. Vivemos em um lugar privilegiado e magnífico onde as estações do ano são bem diferenciadas. Ainda conseguimos sentir a chegada da primavera e com ela toda a beleza de nossos jacarandás em flor, nossos ipês roxos e amarelos. Nosso verão é quente, muitas vezes escaldante, mas nossas azaléias permanecem muito tempo coloridas. E aí chega o outono. Com ele paineiras se mostram em sua plenitude e florescem por todos os parques da cidade. Quando o frio começa a chegar inicia o espetáculo dos plátanos. Primeiro suas folhas começam a amarelar, depois vão ficando mais avermelhadas, até que um dia começam a cair descompassadamente, ao sabor do vento, sem pressa. Essa chuva de folhas cobre os caminhos dos parques, as calçadas; e ao caminhar sentimos aquele leve quebrar de folhas secas sob nossos pés. Para mim essa sensação é de puro aconchego, sinto uma nostalgia inexplicada ao ver as folhas caindo e ao pisar sobre elas enquanto passeio pelos parques de nossa cidade. Ainda dá tempo de aproveitarmos nosso outono, passear, caminhar nos finais de tarde mais frescos. Aproveitemos a suavidade do sol que aquece na medida certa e nos permite apenas usar um leve agasalho. Curtamos um almoço ou um café em um dos tantos restaurantes e bares que têm mesinhas na calçada. Nada como um solzinho gostoso e uma taça de café ou um vinhozinho na medida certa. Curta o que nossa cidade tem a oferecer, fotografe suas ruas, sua magia, viaje sem precisar ir muito longe, tire um domingo para passear por Porto Alegre, temos tantos parques, tantas praças. Aproveite a vista do Guaíba. Em uma tarde ensolarada e sem vento suas águas viram um espelho que reflete toda a cidade e toda a vida que ela contém! Caminhe sob plátanos e sinta  a magia do outono em toda a sua plenitude. E no final do dia você estará na sua casa e poderá acender a lareira, ou a estufa, e se aconchegar em seu próprio canto, que diga-se de passagem, é bem melhor e bem mais aconchegante que o melhor hotel 5 estrelas do mundo. Nada como uma noite fria de outono em nossa própria cama. Se você gostou deste post e curte dicas de viagem, arte, restaurantes e afins, curta a nossa página Viajando com Arte no Facebook:   https://www.facebook.com/pages/Viajando-com-Arte/121374657937187  

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Parque das 8 cachoeiras - um lugar mágico em São Francisco de Paula

04 de abril de 2012 0

Cachoeira da Ravina Nestes finais de semana lindos que tem feito eu ficava imaginando quantos lugares bonitos por perto que ainda não conheço… então resolvi ligar para uma amiga  que é a rainha das indiadas, ela já fez todas as programações roots possíveis: cachoeiras, bóia cross, rafting, serra, trilhas, tudo o que você possa imaginar a Ane já fez. Eu falo indiada de brincadeira, pois eu AMO uma indiada, e pensando nisso liguei para ela, que nem pestanejou ” Clarisse você tem que conhecer o Parque das 8 cachoeiras em São Francisco!!! É lindo demais! ” E foi assim que neste final de semana saimos de Porto Alegre sábado de manhã rumo a São Francisco de Paula , depois de Taquara a estrada tem bem menos movimento e começa a ficar muito linda. Lago São bernardo em São Francisco de Paula, com o Hotel Cavalinho Branco ao fundo As árvores no lago já assinalam a chegada do outono Chegamos no parque em torno das 11h da manhã. O parque tem umas 8 cabanas para a gente pernoitar, são bem legais, uma cama ótima, lareira, banho bom, e uma sacada com uma vista da mais pura mata atlântica , à noite  um luar e um céu coberto de estrelas… imaginem o silêncio, a gente só ouvia aquele barulhinho dos grilos, uma delicia. Pousada do Parque 8 cachoeiras Nossa cabana com sacada que tinha esta vista aqui de baixo ó O interior das cabanas bem transadinho Na chegada, munidos de sanduiches, vinho, bikini, Autan, e água, saimos para explorar as trilhas que levam as cachoeiras. Nossa primeira opção foi fazer a trilha do Quatrilho, que  leva em torno de 1h e meia de caminhada pelo mato. E aqui mérito para o parque, tudo é muito bem sinalizado, não tem risco de você se perder. A gente vai todo o tempo ouvindo o barulho das águas e muitas vezes margeando o rio. A paisagem é maravilhosa, eu me sentia dentro do filme Avatar, córregos, xaxins gigantes, muitas bromélias, escadinha do céu, e o perfume no ar? Espetáculo. Como é bom saber que ainda existem lugares assim, onde você pode encher a garrafinha de água ali mesmo! A água é cristalina, e gelada! Ponto de partida para as várias trilhas e cachoeiras E em poucos minutos somos totalmente envolvidos pelo ambiente encantador Cruzando pontes, descendo escadas Amoras silvestres e outras frutinhas do bosque Chegamos na Cachoeira do Quatrilho , linda  e estávamos só nós e as borboletas que pareciam domesticadas pois vinham pousar na gente, vinham nos dar as boas vindas!   Cachoeira do Quatrilho A gente desce esta pequena escada para chegar na base da cachoeira E agora? Bueno, vir até aqui e não cair na água? nem pensar! Mas gente, quando mergulhei quase fiquei sem ar! A água é geladérrima!! mas valeu! Missão cumprida, montamos nossa “mesa de pic nic” e ficamos ali curtindo aquele lugar abençoado, tomando um bom malbec com sanduiches de presunto de parma. As borboletas como companhia Na volta fomos conhecer a Cachoeira da Ravina, esta, a gente caminha um pouco sobre as pedras, um pouco dentro do rio, muito show. Trilhas pelo rio para alcançar a cachoeira da Ravina Até que ficamos frente a esta beleza A impressão que a gente tem é que ligam um ar refrigerado, a pedida é ficar ali só curtindo a paz do lugar Chegamos na pousada que fica bem na saida das trilhas lá pelas 5 e meia da tarde, bem cansados. Depois de uma banho e um descando saimos para jantar em São Francisco. Vocês podem imaginar que não são muuuitas opções de restaurantes, mas acabamos em uma galeteria que foi bem boa, galeto não tem erro né? Começamos com uma sopa de Capeletti ( à noite estava bem friozinho) não achei muito barato, R$ 36 por pessoa mais um vinho argentino, ficamos aí pelos R$ 130.  Na volta catamos umas lenhas pelo caminho e dormimos com o barulhinho do criptar do fogo. Esta foi a galeteria escolhida para o nosso jantar em São Francisco No domingo outro dia espetacular, depois do café da manhã fomos explorar as cachoeiras mais perto, a do Remanso que é muito linda com uma queda de uns 70metros e depois fizemos uma pequena trilha que vai até a Cachoeira escondida , foi das trilhas mais bonitas que já tive a oportunidade de fazer, acho que o horário é bem importante, pois o sol estava penetrando pela mata e a luminosidade na vegetação, nas árvores era muito especial mesmo. No caminho cruzamos com 2 israelenses, dá para acreditar? Eu moro aqui a vida inteira e não conhecia este lugar, os caras vem do outro lado do mundo e vem parar aqui?? Nem preciso dizer que eles estavam extasiados com a exuberância da natureza no Brasil. No domingo saimos para explorar novas trilhas dentro do parque   Cachoeira Remanço, queda de 70m trilha para chegar na cachoeira escondida olhem só o que é este lugar…. Foi um final de semana perfeito, depois de entregarmos a cabana fomos conhecer a charmosa livraria Miragem que fica na rua principal de São Francisco e vale com certeza uma visita. Livraria Miragem, um lugar cheio de charme com muitos livros e objetos legais Destaque para a grande coleção de relógios à venda Esta casa de 1918 fica no pátio interno da livraria e contém um pequeno museu com objetos e fotos antigas da cidade. Fica aqui  a minha dica se você é uma pessoa inquieta e gosta de uma boa indiada como a Ane, não perca esta oportunidade de conhecer um lugar abençoado pela natureza que fica tão pertinho da gente. Se você gostou deste post e curte dicas de viagem, arte, restaurantes e afins, curta a nossa página Viajando com Arte no Facebook:   https://www.facebook.com/pages/Viajando-com-Arte/121374657937187    

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Parque das 8 cachoeiras – um lugar mágico em São Francisco de Paula

Boa viagem, Chico Anysio

30 de março de 2012 0

Outro dia, lendo a Zero Hora, vi um pequeno texto do Chico Anysio. Diz ele: “O humor é irmão da poesia, o humor é quem denuncia. Eu não tenho a possibilidade de consertar nada, mas eu tenho a obrigação de consertar tudo, porque esta é a obrigação primeira do humorista. O humor é tudo, até engraçado”. Eu, Flavio, declaro que não sei fazer humor, mas assumi o pensamento do Chico Anysio quanto a informações. Acho que não devemos ser omissos sobre coisas que vemos, e penso que, com pouco esforço e custo, facilitariam ou melhorariam o nosso dia a dia. Só depende de nós. Há muita coisa que se vê viajando, que pode melhorar nossa cidade. Mas não adianta lembrar delas de vez em quando ou contar para os amigos depois do segundo chope. Por exemplo, uma infinidade de cidades europeias antigas quase sempre são cortadas por rios e canais – aliás, a Europa inteira o é. Em que pese a boa educação da maioria das pessoas, sempre aparecem flutuando garrafas PET, algum saco plástico ou copos… Muitas delas, quando tem correnteza, são barradas pelas telas mandadas colocar pelos “burgomestres” – telas de ferro , telas dessas que vejo nos grandes ferros velhos da Assis Brasil e que retêm as sujeiras maiores, posteriormente limpas por alguém. Claro que passam papéis e folhas, mas, no nosso caso, não passariam pneus, sofás e restos de prateleiras. Não sendo o Dilúvio navegável, é claro que os barcos coletores de lixo também não passariam – assim como não passarão gondoleiros cantando “ Porto Alegre é demais ”. Mas não custa sonhar. Se funcionaria ou não aqui, o Fortunati e seus técnicos é que vão dizer, mas, quem sabe, valha a pena tentar. É sabido que as aves que aqui gorjeiam nem sempre gorjeiam como lá, mas…. P.S. A ilustração que usei provavelmente é de gente que já está à espera dos gondoleiros que falei. Afinal, os taludes foram feitos, estão bonitos e definitivos, mas seria bom agirmos logo quanto aos novos residentes. Adeus, Chico Anysio.

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Boa viagem, Chico Anysio

Jericoacoara: misto de Lençóis Maranhenses e Morro de São Paulo

24 de março de 2012 0

Jericoacoara , que os íntimos chamam de Jeri , não tem a beleza das dunas dos Lençóis Maranhenses, mesmo que os cearenses insistam em competir. Também não tem o charme das ladeiras da ilha baiana Morro de São Paulo. Mas o acesso de 45 minutos em pau de arara entre Jijoca e a vila de Jericoacoara lembra o caminho entre Barreirinhas e o parque dos Lençóis, no Maranhão. Com um detalhe: é muito mais bonito. E, em Jeri (em poucos minutos a gente se torna íntimo da vila, é inevitável), há muito mais do que o estonteante deserto de areia branquinha salpicado por lagoas nas mais diferentes nuances de azul (tá, confesso, os Lençóis Maranhanses são um dos lugares mais incríveis que já vi na vida, mas o assunto deste post é outro!). Pedra Furada, em Jeri (Foto: Letícia da Silva) Em Jericoacoara , o clichê encanta. A Pedra Furada merece os 30 minutos de caminhada até lá, sim. A formação rochosa é no mínimo fotogênica. Dizem que fica ainda mais bonito no meio do ano, quando o sol se põe atrás do buraco. Leve sua água ou um dinheirinho pra comprar uma garrafa (500ml por R$ 2,50) porque a volta é por um morro íngreme e relativamente cansativo. Duna do Pôr-do-Sol, em Jeri (Foto: Letícia da Silva) Outro clichê: o pôr-do-sol na duna de mesmo nome. É o relógio bater 17h30min e a vila inteira de Jericoacoara sobe pra ver a despedida do sol, independente da força do vento que bata lá em cima. Multidão voltando quando o sol se põe, em Jeri (Foto: Letícia da Silva) Os passeios oferecidos pelas agências de viagem são igualmente válidos, notadamente a ida de bugue para Tatajuba , já no município de Camocim. A vila vizinha a Jeri só é acessada por bugue (R$ 30 por pessoa, em média) ou veículo 4×4. Pelo caminho, os teimosos com carro sem tração são encontrados encalhados nas dunas e viram atração (ou motivo de piada dos bugueiros, pelo menos), tem um passeio de barco pelo mangue para ver cavalos marinhos (não recomendo), um cemitério de árvores que forma bela paisagem e dunas petrificadas, que estão em estudo porque acumulam quantidade incomum de sal. Em Tatajuba, vale outro clichê: ouvir a Dona Delmira contar como a vila foi destruída pela areia há três décadas. Não a interrompa porque ela começa tudo de novo, do zero. Dona Delmira, na Velha Tatajuba (Foto: Letícia da Silva) Velha Tatajuba (Foto: Letícia da Silva) O ponto alto do passeio é a Lagoa da Torta , onde dá pra andar de pedalinho, alugar um caiaque, ficar de preguiça nas redes ou apenas sentar nas cadeiras dentro da água, embaixo de sombra, pra beber uma cerveja gelada, pedir de entrada uma porção de ostras in natura (R$ 10 por dúzia) e depois um peixe saboroso a preço justo, longe dos valores praticados no litoral catarinense. Outro passeio oferecido pelas agências é para as lagoas Azul e Paraíso . A primeira tem escassa estrutura: um restaurante modesto com preços exorbitantes para o padrão da região, banheiro na casinha de madeira, atendimento ruim. Nem um rádio ligado pra animar existe… A Lagoa do Paraíso tem um restaurante com comida honesta, banheiros limpos (e de alvenaria), atendimento bom, as mesmas redes da Lagoa Azul e da Lagoa da Torta, além de pousadas simples por perto. Se tiver que optar, pule a primeira. Lagoa do Paraíso, em Jijoca (Foto: Letícia da Silva) E uma dica preciosa pra encerrar: reserve pelo menos um dia e uma noite pra curtir a vila de Jericoacoara . Vale ficar de bobeira na beira do mar, praticar algum esporte náutico, passear pelo centrinho de dia e de noite, explorar as ruelas de areia que ligam as quatro ruas arteriais (igualmente de areia, claro!), experimentar a cocada e a tapioca da Tia Angelita (na Rua Principal), dormir até mais tarde pra ter pique à noite de aproveitar os bares de reggae, MPB e forró (começam a ferver depois da meia-noite) ou simplesmente reserve tempo pra se deliciar em alguns dos apetitosos e aconchegantes restaurantes (existem vários muito bons, das mais diferentes especialidades, que indico aqui ). Clique aqui para ver mais sobre Jericoacoara (dicas de hospedagem, restaurantes e como chegar)

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Jericoacoara: misto de Lençóis Maranhenses e Morro de São Paulo

Paris em Fevereiro de 2012

20 de março de 2012 0

Eu já escrevi sobre Paris em Fevereiro em 2010, e nunca poderia imaginar que gostaria tanto de viajar pelo hemisfério norte nos meses de inverno, então este ano voltei a Paris. Agora que a TAP voa Porto Alegre direto para a Europa, sempre aproveito para na volta dar uma olhadinha em Lisboa , mas este será outro post. Eu adoro ficar trocando de lugar, pois assim temos a possibilidade de explorar bairros diferentes. Desta vez por razões pessoais, fiquei na Place de La Republique , no Hotel Crowne Plaza , que jamais recomendaria para alguém, pois é o tipico hotel metido a besta. daqueles hoteis enormes, que depois que  você sai do elevador quase precisa de uma bicicleta para chegar no seu quarto, caro para o que oferece, afinal 225 euros não é exatamente barato, quartos pequenos, o aquecimento era tão forte, que mesmo tendo desligado TUDO, eu me sentia assando em fuego lento , e para completar eles ainda tinham a cara de pau de cobrar 9 euros a hora da internet no quarto, pode!!!  Este nunca mais. Fora isso o bairro é ótimo, perto de muitas coisas legais e assim como antes o Marais era um bairro jovem e alternativo e hoje esta mais chique, este turma está migrando para o 11éme, ali pelas bandas de Bellevile e Menilmontant . Nosso primeiro final de semana foi um belo dia de sol e aproveitamos para experimentar as bicicletas Vélib – aquelas que você pega em vários pontos da cidade. Se você tentou e não conseguiu, não desista, pois uma vez corria um boato que era preciso se cadastrar na internet previamente, bobagem. Se você tem cartão de crédito pode pegar tranquilamente, e pasme! Os franceses que estão muito mais gentis se oferecem para ajudar. O custo é ótimo 1.70 euros p/dia, e se você devolver em 30minutos não paga mais nada. Em cada lugar de devolução tem um mapinha da área, pois o que pode acontecer é você chegar num ponto e não ter lugar para colocar a bicicleta, sem stress procure outro perto, tem muuuitos. Depois que você visitou aquela região é só pegar outra bike, e devolvendo no tempo você pode andar o dia todo pelos mesmos 1.70 euros. Estação de Vélib Um belo domingo de sol para pedalar em Paris em pleno mês de fevereiro Aquela coluna que vocês vêm ao fundo na foto é a Praça da Bastilha , e este canal aqui é o inicio do Canal San Martin , na minha opinião o lugar mais romântico de Paris , a parte mais linda dele fica lá pela altura do Boulevard Jules Ferry . Se você nunca passeou nas margen do Canal, inclua ele na sua próxima viagem a Paris. Imperdível. Conheci uma região diferente, que eu nunca tinha explorado e adorei. Então, deixamos a Bastilha para trás e cruzamos a P onte de Austerlitz , e chegamos ao Jardin des Plantes , é um jardim botânico aberto ao público, situado no 5o arrondissement de Paris como parte integrante do Museu de História Natural . Um parque bonito com estufas que a gente pode visitar. Pra mim foi uma grata surpresa, pois nunca tinha andado por aqueles lados. Jardin des Plantes As estufas com plantas de todos os lugares do planeta. Olhem só o cristal de quartzo que está na frente do Museu de História Natural, diretamente de Vitória da Conquista na Bahia Cruzamos todo o parque porque queríamos visitar a Mesquita de Paris que fica bem atrás, há estas alturas já havíamos encontrado um ponto da Vélib para deixar as bicicletas, para podermos entrar na Mesquita .  Grande Mesquita de Paris fica no 5o arrondissement, e é a maior da França. Contruída em estilo mudejar, lembra muito o estilo das mesquitas marroquinas. O pátio interno é lindo, lembra um oásis. Do outro lado na entrada mais próxima do Jardin des plantes, tem um restaurante e uma casa de chá, onde você pode só tomar um delicioso chá de hortelã com aqueles doces árabes de acabar com qualquer dieta, ou pode almoçar no restaurante. Depois de tomarmos um chazinho de hortelã e traçarmos um baclava fantástico, seguimos a pé por trás indo em direção a Saint Germain des Prés . Que fica muito pertinho fomos descendo a Rue Lacépède , onde passamos por um restaurante peruano, o El Picaflor , com uma fachada bem simpática e vários adesivos de famosos guias como o Lonely Planet, Rough Guide , mas era cedo para almoçar então anotei a dica para uma próxima vez. Chegamos  em uma pequena praça, trés sympa, um lugar muito bonitinho, cheio de cafés, restaurantes, chama-se a Place Contrescarpe , dali entramos na Rue Mouffetard , que tem muitas opções para almoçar, fomos caminhando por ela até depararmos com esta jóia de restaurante, que além de ser super transadinho, tem toda uma história, é por esta e outra razões que eu gosto tanto de Paris. Pois este restaurantezinho que vou mostrar aqui pra vocês foi a casa do grande poeta francês Paul Verlaine e posteriormente foi a casa de Ernest Hemingway por 4 anos. Place Contrescarpe   Descendo a Rue Moufettard Até encontrar este restaurante muito dez, chamado La Maison de Paul Verlaine, lugar onde morou o grande poeta francês. O lugar é muito legal, fotos de vários frequentadores por todos os lados Incluindo o nosso grande compositor Chico Buarque A comida é boa, vinho idem, nada suuuper especial, mas o conjunto faz desde restaurante um lugar especial. Bom vou encerrando este capítulo aqui, mas como tenho outras coisas pra contar para vocês, aguardem a Parte II, ok? Fui. Se você gostou deste post , e quer saber mais dicas de viagens, exposições roteiros e cultura curta nossa página no Facebook: https://www.facebook.com/pages/Viajando-com-Arte/121374657937187            

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Paris em Fevereiro de 2012

Melhorias nas águias...

17 de março de 2012 0

Esta reportagem do jornal PIONEIRO é bem interessante. Fala sobre melhorias que estão sendo analisadas ou planejadas para o Ninho das Águias. O local é um dos pontos turísticos mais bonitos da Serra. Fica entre Nova Petrópolis e Caxias. É usado para voos de paraglider e quem visita o morro tem uma visão de parte do Vale do Caí. O blog já esteve lá. Tomara que o projeto não fique apenas na promessa…

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Melhorias nas águias…

Viena revisitada - Parte I

15 de março de 2012 0

Se eu tivesse que definir Viena em uma só palavra seria – Elegante. Viena surpreende pelas suas avenidas amplas e arborizadas, pelo seu povo que não circula apressado, pelos seus cafés, verdadeira instituição nacional. Eu conheci Viena em uma primavera  há alguns anos, e voltar agora no auge do inverno com temperaturas que oscilavam dos gélidos 4 graus negativos até os calientes 2 positivos, era quase um desafio. E cada vez mais me convenço que viajar no inverno tem os seus encantos e muitas vantagens. Chegamos a cidade coberta de neve, e na medida que os meus olhos deslizavam por aquele cenário coberto de branco eu confirmava minha ideia sobre a capital da dinastia Habsburg . Na escolha do hotel, pesam muitas coisas, localização, conforto, uma boa internet, de preferência gratuita, porque vamos combinar, acho ridiculo ficar em hoteis super e cobrarem a internet, acho que  os hoteis tem que oferecer como cortesia. Acabei escolhendo um hotel que já tinha visto indicado em alguns sites e foi uma escolha muito feliz, ficamos no DO & CO , http://www.doco.com/english/index_hotel_eng.htm , um hotel moderno que fica no coração da cidade, da janela do nosso quarto tinhamos a vista da Stephansdom , catedral dedicada a Santo Estevão. É um lugar bárbaro, os quartos todos com um design particular, tudo muito funcional e bonito, sem falar no bar que fica no penúltimo andar e tem um pé direito alto com uma vista linda da praça principal de Viena. Fachada do Hotel DO&CO que fica no  Haas-Haus, ou Praça de Santo Estevão,no coração da cidade Vista da janela do quarto Quartos amplos, modernos, e internet gratuita O bar no penúltimo andar com vista para a  Catedral café da manhã impecável Gente, Viena tem montes de boas opções de hoteis de todas as categorias eu escolhi este por razões particulares, mas eu sempre recomendo o site da www.booking.com   onde tem muitas opções para todos os gostos e bolsos. Já alojadas, Viena nos aguardava, e eu estava ansiosa pra ganhar as ruas e conferir muitas dicas que eu havia garimpado previamente. São muitas atrações que a cidade oferece, mas se você vai ficar poucos dias, em termos de museus, eu aconselharia 3 imperdíveis: Museu do Palácio do Belvedere , fique ligado pois existem 2 museus lá o Belvedere Superior e o Belvedere inferior, o mais interessante é o superior que contém obras fantásticas de Gustav Klimt , sua obra mais célebre – O beijo está aqui. Mais um acervo importante de Egon Schiele . Leopold Museum : que fica situado no Museumsquartier, abriga uma das mais importantes coleções de arte moderna e contemporanea do país.O museu contém a maior coleção das obras de Egon Shiele do mundo. E super recomendo você a dar uma paradinha para almoçar no café do museu é lindo com uma vista generosa de toda a praça dos museus. Mumok : abreviação de “MUseum MOderner Kunst” ou Museu de Arte Moderna, tem um ótimo acervo de artistas como: Andy Warhol, Pablo Picasso, Josefh Beuys, Jasper Johns e Roy Lichtenstein. Fica ao lado do Leopold Museum. É claro que Viena tem muitos outros, o Albertina , que uma vez era utilizado para acomodar os hóspedes da familia Habsburgo, tem um acervo incrível desde obras impressionistas francesas, além de possuir a maior coleção gráfica do mundo, entre desenhos, aquarelas, litografias, e não é de coisa pouca não, eles tem desenhos de Rafael, Leonardo da Vinci, Albrecht Durer, Michelangelo. E se você tiver sorte ainda é capaz de pegar uma exposição temporária importante. Nós tivemos a oportunidade de ver uma espetacular e completíssima do surrealista belga, René Magritte .     Fachada do Albertina,  com a exposição do Magritte Quando saimos da exposição já estava anoitecendo e o frio pegando, seguimos pela  Herrengasse até o Cafe Central , um cafe histórico que abriu suas portas em 1876 e era frequentado pela intelectualidade vienense. O ambiente é lindo com um pianista tocando o melhor da música clássica, por instantes, a gente se transporta no tempo e começa a imaginar Sigmund Freud, Adolph Loos, Trotsky , todos eles frequentadores do Cafe Central . O cardápio é variado, nós ficamos com as opções de sopas e vinho tinto, mas é claro que a Apfelstrudel não poderia faltar para encerrar um dia perfeito. Apfeltrudel com sorvete de creme e nata de derreter os corações mais gelados… Palácio do Belvedere superior, visita imperdível em Viena, abriga centenas de obras primas, entre elas O Beijo, de Gustav Klimt Saguão do palácio, onde o antigo e o contemporaneo se encontram. Por toda a cidade cartazes das várias exposições dedicadas a Klimt e seus seguidores, que estarão acontecendo em Viena em 2012, por ocasião dos 150 anos de nascimento do celebrado pintor austríaco. Meu conselho, se você está planejando vir a Europa este ano, inclua uma temporada em Viena,  uma oportunidade única de ver muitas obras primas reunidas. Vir a Viena e não andar nos bondinhos vermelhos que fazem todo o trajeto da Ringstrasse é praticamente não ter vindo a Viena. A  Ringstrasse é uma avenida que faz um anel em torno do coração da cidade, ela foi idealizada e construida no século XIX influenciada pelo nascente modernismo ou art noveau, marcando uma mudança paradigmática no que era o planeamento urbano. Um dos cartões postais da cidade, pois nela estão os monumentos mais importantes, como a Ópera, a prefeitura, o parlamento, a universidade, os museus gêmeos que ficam um de frente para o outro de História Natural e o de Belas Artes. Museumsquartier, um quarteirão que abriga vários museus, entre eles o Leopold e o MUMOK, museu de Arte Moderna O Leopold Museum está apresentando um exposição maravilhosa da obra de Egon Shiele em paralelo com obras de outros artistas que chama-se Melancolia e Provocação , que teve sua exibição estendida até meados de abril. Reparem naquela passarela lá em cima, uma aba do ret/café do museu que é um must, uma vista de todo o pátio, vale a pena parar para um café ou quem sabe um vinho? O cafe do Leopold Museum Este post já está meio longo demais, no próximo vou contar onde se come o melhor Schintzel de Viena, um lugar super simples, barato mas para quem gosta daqueles bifões a milanesa recheados com presunto e queijo mais molho de nata, este é o lugar! Até breve! Se você gostou deste post , e quer saber mais dicas de viagens, exposições roteiros e cultura curta nossa página no Facebook: https://www.facebook.com/pages/Viajando-com-Arte/121374657937187

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Viena revisitada – Parte I

Assustado com os preços dos hotéis...

28 de fevereiro de 2012 0

Saindo do Paraná e entrando em Santa Catarina, na região de Garuva, em direção à BR-101. Garuva é uma pequena cidade cortada pela estrada estadual e bem ao pé da serra,o que proporciona um visual bonito. Pretendia ir para Brusque mas o preço da diária no excelente hotel Colina Monthez está absurdo. Vim parar em Balneário Camboriú, onde os hotéis também praticam preços absurdos, mas aqui pelo menos tem o mar e uma avenida inteira com lojas para caminhar. Amanhã – quarta – digo viagem.

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Assustado com os preços dos hotéis…

Mais deserto da Mauritânia

16 de fevereiro de 2012 0

Rodávamos pelo antigo Saara Espanhol (eles odeiam o nome), e, bem antes do ponto onde pretendíamos cruzar para a capital, Zouerate (é mais ou menos assim que se escreve), começamos a ver uma enorme muralha de areia – na realidade, um morro de uns 6 ou 7 metros de altura de areião, estabelecendo uma nova fronteira (imaginária, por enquanto) feita pela atuante Frente Polisário, ou pelos seus inimigos, não sei – nos acompanhava por mais de 300 km. A dita muralha é trafegável, por cima, de 4 x 4 e acompanha a boa estrada asfaltada por centenas de quilômetros – para nós, uma maluquice. Nascidos no Brasil, nunca vamos entender a atitude: eles se matam por 1 km² de deserto árido, sem ninguém e sem nenhuma vegetação – literalmente, nenhuma; às vezes, algum oásis, e só. Bem, mesmo assim, já comentei aqui que gosto de desertos. Com a iluminação da tarde, melhor ainda: formam contrastes avermelhados com sombras bem escuras. Belíssimo. Claro que há desertos mais ou menos bonitos. Quando se lê alguma coisa do Lawrence da Arábia, seguidamente tem algo sobre o seu preferido, o Wadi Rum (que não é no Saara), com areia fina e rochas avermelhadas. Areia fina é mais coisa de Hollywood – só 7% do Saara tem aquela areia – e encontra uma duna daquelas subindo e o sol se pondo. É como acertar uma mega sena. O Saara é quase todo um areião duro, grosso e pedregoso. Mesmo assim, gosto muito. Quando alguém contesta, lembro que tem gente que gosta de quiabo, gosta de nabo e até de kidney pie ou roth shark , etc. – coisas que odeio. Há uma versão entre os meus amigos que, em vidas passadas, eu teria sido um beduíno sem tenda. Voltando à viagem, não conseguimos chegar à capital da Mauritânia. Nos últimos 400, 500 km, havia as barreiras. Além de documentos e de querer saber o que fazíamos ali, nos faziam descarregar o jipe, revisavam tudo e nós tínhamos que recarregar. Era um saco. Com a operação, perdíamos duas horas. Tentar dizer que estávamos passeando, em férias, ou conhecendo o deserto era totalmente incompreensível para eles. Não existe a idéia de viagem, aventura, fugir da realidade de cada um. Sua vida é uma luta constante, contra condições dificílimas. E, mesmo assim, aqueles km² estéreis são desejados pelos vizinhos, “amigos” ou inimigos. Se alguém pode entender é o Laerte Martins, descendente de libaneses e, quem sabe, como eu, também um beduíno sem camelo no passado. Hoje, com um carro importado zero, ele so sorry . Foto:  Image: FreeDigitalPhotos.net

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Na região serrana do Rio

12 de fevereiro de 2012 0

Depois da confusão e movimento de Copacabana, a tranquilidade da serra fluminense. Na subida para Teresópolis pela BR-116, ao fundo o Dedo de Deus. Na parte de subida da BR-116 há trechos bem bonitos, com paredões de pedra. Quase na chegada a Teresópolis um ponto de parada para fotos. À primeira vista, Teresópolis parece ser maior do que Petrópolis, que já conheço. Hoje faço uma pausa para descansar, depois das muitas caminhadas no Rio. Amanhã vou conhecer melhor a cidade.

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O retorno do Atacama

16 de janeiro de 2012 0

Voltando… não ao rali, mas da viagem, devo dizer que, independentemente do ruído dos motores, do ambiente de oficina a céu aberto, e da fina areia constantemente trazida pelo vento, o passeio foi extraordinário. Já estive várias vezes no norte argentino, e cada vez que vou gosto mais. As estradas são boas, o combustível é melhor que o nosso e os preços são muito, muito bons. Claro que, estando de motorhome , as coisas são simplificadas – você não carrega malas, dorme na sua cama, faz o seu café da manhã e o toma ainda de pijama. Os motorhomes médios têm mais uma vantagem: estacionam quase como um automóvel, ou seja, em qualquer vaga. As empanadas nortenhas são provavelmente as melhores e quanto aos vinhos saltenhos nem se fala – é raro vê-los por aqui, mas são os mais exportados do país – e os pequenos mercados encantam.  Aliás, são sempre uma atração importante, e, em Salta, a apenas cinco minutos a pé desde o centro da cidade, encontra-se um deles, surpreendentemente organizado, estabelecido entre uma linha de plátanos e as fachadas de arenito dos prédios históricos. E você ficará ouvindo bons músicos na rua enquanto olha as tendas de artesanato e artes locais. Nos trajetos, quase sempre de volta das estradinhas raliseiras , observávamos que nem o breu da noite escondia a beleza do céu – pelo contrário, sem nuvens e chaminés de indústrias, era cada vez mais bonito. O deserto, apesar de árido e monocromático, tem uma beleza peculiar. Tons de marrom contrastam com um céu sempre azul, e as escarpas formam sombras que acentuam o relevo. Mas claro que, entre esses momentos mágicos, ficaram também as lembranças das moscas na tampa dos açucareiros, das cadeirinhas de madeira, das mesas com pés cromados e tampos imitando mármore, dos chopes não muito gelados, dos sanduíches de pernil, dos ovos cozidos – já esverdeados, mas em vidros com tampa –, da linguiça frita, do cafezinho em pé, frio e ruim. E, no meio dos botecos, objetos familiares como fotos da difunta Correa , etc. Mesmo assim, muito melhores os botecos que as terríveis e modernas lanchonetes acrílicas. Dificuldades? Algumas, mas uma vida é para ser vivida em todas as suas etapas, boas e ruins, enquanto ainda estivermos por aqui. É preciso lembrar de tudo mais vezes. Muitas vezes . A nossa condição de viajantes passageiros não deve ofuscar o prazer de ver a passagem das estações. Cada folha que nasceu secou e caiu deixa a sua marca, por mais insignificante que seja – assim como os bons e maus momentos: logo irão ficando no nosso acervo de emoções, desaparecem às vezes, mas, quando menos se espera, estão novamente à flor da nossa pele. São passagens que afetam o nosso passado e o nosso presente, a nossa existência, e servem, também, para nos orientar no futuro. Um dia, li de um escritor talentoso uma definição muito simples: “ Nadie me quita lo vivido ”. Portanto, sigamos em frente. O Atacama continua lá, à nossa espera, e, no ano que vem, volta o circo com seus carros e pilotos maravilhosos. Aos bons companheiros Diana e Pippi, digo obrigado e até a próxima.

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Descobrindo o Central Park por Luciano Terra

15 de janeiro de 2012 0

Imagine o cenário: uma tarde de outono ensolarada, temperatura amena, leve brisa soprando entre as árvores e lançando suas folhas já amareladas sobre um gramado impecavelmente verde e bem aparado. Pessoas indo e vindo em suas bicicletas, ou correndo em suas roupas de ginástica impecáveis. Já outras na contramão repousando calmamente na sombra de uma árvore e lendo seus livros ou escutando seus MP3. Passeios, trilhas, lagos e muitos monumentos já conhecidos e famosos. Isto tudo emoldurado por prédios de arquitetura moderna e clássica espalhados por todos os lados e que podem ser vistos de qualquer parte ao fundo, apenas como um complemento da paisagem. Conseguiu imaginar? Se sim, bem vindo ao CENTRAL PARK !  CENTRAL PARK COM THE PLAZA AO FUNDO   Este parque é um capítulo a parte em NYC. Em contrapartida à agitação e a esterilidade de uma “selva de concreto” (o que acho particularmente interessantíssimo) este parque é um oasis de verde e vida dentro da metrópole. Nele você poderá respirar um ar com cheiro de mato e se embrenhar, literamente, em um emaranhado de árvores, arbustos e trilhas que mais lembram uma floresta fechada! Por outro lado, você poderá caminhar em passeios impecavelmente bem cuidados e admirar cada recanto desse lugar maravilhoso. Pegue um guia e desbrave cada pedaço lentamente. Vá com calma, se permita sentar um pouco e “respirar” a natureza. Os meus recantos preferidos são: Conservatory Water (com seu laguinho e café impecáveis e as esculturas de Hans Christian Andersen e Alice no país das maravilhas), Belvedere Castle (onde você terá uma vista muito bonita da região), o gramado de Great Lawn (para momentos de descanso em um gramado impecável e com árvores lindas) e a Bethesda Fountain and Terrace (para mim o local mais bonito do Central Park, com seu anjo e arcos tão famosos e já vistos em tantos filmes. Um local para sentar e deixar a vida passar. Curtir as pessoas que flanam por lá e se sentir em casa! Tive momentos de pura magia neste local). E ainda, se for inverno, não deixe de ir patinar no Wollman Rink e se for com crianças, ou não, visite o Central Park Wildlife Center (um mini zoo e “cenário” do desenho animado Madagascar, lembra?)! BETHESDA FOUNTAIN DETALHE BETHESDA FOUNTAIN O Central Park muda de cara a cada estação e pude perceber isto agora na minha segunda vez por lá. Na primeira tinha ido no inverno e ele estava coberto de neve, outra maravilha. Da última vez fui no inicio de outono, as árvores estavam começando a ficar amareladas e as folhas de plátano já se espalhavam pelos gramados verdes. Como escolher a melhor época? O ideal é ir uma vez em cada estação e curtir a beleza e a magia de cada uma delas!   CENTRAL PARK   STRAWBERRY FIELDS Por outro lado, não esqueça também que o Central Park é “emoldurado” por 2 avenidas ( Park West e 5ª. Avenida ) e que ambas valem uma caminhada. Na primeira delas você encontrará o Museu de História Natural (imperdível!!) e os endereços mais caros de Manhattan em prédios mais que exclusivos. Lá não adianta você ter milhões de dólares para pagar por um apartamento, você terá que ser aprovado por um conselho interno e sua vida será totalmente devastada por ele. Madonna já foi rejeitada em um deles! Dentre esses você encontrará o Dakota , um prédio antigo e interessantíssimo que ficou ainda mais famoso após a morte de John Lennon (ele morava, e sua viúva ainda mora, no Dakota e ele foi assassinado ali mesmo na calçada). Em frente a esse prédio entre no Central Park e admire o jardim ( Strawberry fields ) que Yoko Ono construiu em homenagem ao seu amado. Por outro lado, na 5ª. Avenida você encontrará dois dos museus mais famosos de Nova York, o Metropolitan e o Guggenheim , e também prédios interessantes e endereços exclusivos da “society” novaiorquina. Muitos famosos moram por lá. Se você der sorte poderá cruzar com Tom Cruise, Dustin Hoffmann, Madonna e tantos mais! Boa sorte! CENTRAL PARK E PREDIOS DE PARK AVENUE WEST   PRÉDIOS DE DONALD TRUMP –WEST PARK MUSEU DE HISTORIA NATURAL

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O rótulo mais bonito do mundo

12 de janeiro de 2012 0

Se fosse possível julgar um vinho pelo seu rótulo , o australiano Alpha Crucis Shiraz 2008 seria o melhor do mundo em 2011 . Ele ficou em primeiro lugar na premiação da World Label Awards Association , considerada a Copa do Mundo do design enológico. Produzido pela Chalk Hill Winery , no McLaren Vale, o vinho traz estampado traços minimais que representam o Cruzeiro do Sul (constelação vista apenas no Hemisfério Sul da qual a estrela Alpha Crucis é a mais brilhante). Compartilhar

Confira o post completo no Enoblog:
O rótulo mais bonito do mundo

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12 de janeiro de 2012 0

Se fosse possível julgar um vinho pelo seu rótulo , o australiano Alpha Crucis Shiraz 2008 seria o melhor do mundo em 2011 . Ele ficou em primeiro lugar na premiação da World Label Awards Association , considerada a Copa do Mundo do design enológico. Produzido pela Chalk Hill Winery , no McLaren Vale, o vinho traz estampado traços minimais que representam o Cruzeiro do Sul (constelação vista apenas no Hemisfério Sul da qual a estrela Alpha Crucis é a mais brilhante). Compartilhar

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Os 10 Pores do sol mais lindos de 2011!

31 de dezembro de 2011 0

Alguns não entendem esta minha paixão, ou quem sabe fixação por por do sol. Uma das poucas coisas de que me ressinto de morar onde moro é que não consigo ver o sol se por, e tem vezes que saio de casa somente com o objetivo de assistir a este espetáculo diário. Quando eu viajo, logo vou perguntando onde é um bom lugar para se ver o por do sol, acho que as fotos mais bonitas são tiradas neste horário onde tudo se cobre com um manto sépia deixando um colorido perfeito. Com a chegada do final do ano, todos ficamos mais sensíveis, mais emotivos, e inevitavelmente fazemos um balanço geral da nossa vida. Traçamos planos para o ano que se aproxima. Eu sempre gostei mais dos anos pares, mas isso é pura superstição. Tenho um feeling muito forte que 2012 será um ano de muita luz, muito boa energia e, acredito acima de tudo que somos nós e nossas opções que fazem a diferença no balanço final da nossa felicidade, portanto se encararmos os meses vindouros com muita energia positiva, procurando sempre ver o lado bom das pessoas e das situações, com certeza daqui a 1 ano vamos ter muitas coisas boas para recordar. Deixo aqui para vocês, nossos leitores, amigos, alunos, viajantes de corpo e alma que nos acompanharam nesta jornada de 2011 um desejo de um 2012 repleto de passaportes carimbados, muitos encontros com as pessoas amadas, muita iluminação interior, MUITA LUZ!!! E nada melhor do que trazer aqui alguns dos pores de sol mais bonitos que consegui capturar, especialmente para vocês!! Um grande abraço do Viajando com Arte! Clarisse e Mylene Pampa Gaúcho Córsega, França Luxor, Egito Tamarindo, Costa Rica Kefalônia, Grécia Angkor, Cambodja Fernando de Noronha, Brasil Porto Alegre, Brasil Deserto Erg Chebbi, Marrocos Punta del Diablo, Uruguai

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Os 10 Pores do sol mais lindos de 2011!

30 de dezembro de 2011 0

Alguns não entendem esta minha paixão, ou quem sabe fixação por por do sol. Uma das poucas coisas de que me ressinto de morar onde moro é que não consigo ver o sol se por, e tem vezes que saio de casa somente com o objetivo de assistir a este espetáculo diário. Quando eu viajo, logo vou perguntando onde é um bom lugar para se ver o por do sol, acho que as fotos mais bonitas são tiradas neste horário onde tudo se cobre com um manto sépia deixando um colorido perfeito. Com a chegada do final do ano, todos ficamos mais sensíveis, mais emotivos, e inevitavelmente fazemos um balanço geral da nossa vida. Traçamos planos para o ano que se aproxima. Eu sempre gostei mais dos anos pares, mas isso é pura superstição. Tenho um feeling muito forte que 2012 será um ano de muita luz, muito boa energia e, acredito acima de tudo que somos nós e nossas opções que fazem a diferença no balanço final da nossa felicidade, portanto se encararmos os meses vindouros com muita energia positiva, procurando sempre ver o lado bom das pessoas e das situações, com certeza daqui a 1 ano vamos ter muitas coisas boas para recordar. Deixo aqui para vocês, nossos leitores, amigos, alunos, viajantes de corpo e alma que nos acompanharam nesta jornada de 2011 um desejo de um 2012 repleto de passaportes carimbados, muitos encontros com as pessoas amadas, muita iluminação interior, MUITA LUZ!!! E nada melhor do que trazer aqui alguns dos pores de sol mais bonitos que consegui capturar, especialmente para vocês!! Um grande abraço do Viajando com Arte! Clarisse e Mylene Pampa Gaúcho Córsega, França Luxor, Egito Tamarindo, Costa Rica Kefalônia, Grécia Angkor, Cambodja Fernando de Noronha, Brasil Porto Alegre, Brasil Deserto Erg Chebbi, Marrocos Punta del Diablo, Uruguai

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Um "flaneur" em Paris

30 de dezembro de 2011 0

Visitar Paris, andar por ruas limpas e ver monumentos históricos magnificamente preservados melhora e engrandece a vida e o caráter. Hotéis bem situados é que não faltam. Entre nos sites e busque o melhor preço para o período. Você encontrará tarifas que se ajustam ao que você quer pagar. Paris não é barata (o Rio e São Paulo também não). Independentemente de onde você estiver hospedado, comece a semana com uma bela caminhada pelo Boulevard Saint Germain e arredores. Pode-se visitar, também, a Igreja da Medalha Milagrosa, que, na verdade, é uma capela, muito visitada por  devotos de Santa Catarina Labour; a Virgem Maria teria aparecido em 1830, aí mesmo, na capela. A história é impressionante. Seu corpo está ali preservado sob o altar e mantém-se intacto. Na esquina mais próxima à igreja, ainda na Rue de Bac, encontra-se uma das grandes referências da gastronomia parisiense: a Grand Épicerie de Paris, um misto de fromagerie , supermercado e brasserie ; enfim, um local que o deixará maravilhado. Preenche os sonhos de qualquer gourmet , gourman , curioso ou comilão. Bem, passada essa primeira grande experiência, recomendo um pit-stop em algum bistrô do bairro em que estiver. Quase sempre, é comida de panela! Muito melhor que as montagens a que estamos nos habituando. À tarde, caminhe pelos bulevares que cortam Saint Germain. As vitrines são tentadoras. Tudo fica mais bonito em Paris.

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