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Posts na categoria "Bonito"

Em direção à neve, San Martin de los Andes de carro

02 de agosto de 2011 0

  Olá gente, estou chegando esta semana da Argentina com muitas estórias e dicas para vocês. Temporada de esqui perfeita com muita neve e sol e o que é melhor, preços muito acessíveis para nós brasileiros, portanto se você ainda não foi, pense bem porque ainda está em tempo, e este ano a neve vai perdurar até setembro. Este ano optamos sair do Brasil pelo Uruguay para evitar a policia caminera argentina, que quanto mais perto da fronteira do Brasil , principalmente na região de Entre Rios , mais terrível e chata, param os carros com placa do Brasil e podem estar certos que sempre vão achar alguma razão para ganhar uma propina. Saimos da fazenda às 6:30 da manhã, nossa última cidade no Brasil foi Quaraí, entramos no Uruguay por Artigas , e na ponte mesmo fizemos a aduana do carro e das pessoas, é fácil e rápido. Os uruguaios são ótimos, muito educados, não complicam, são um povo realmente hospitaleiro, não fomos parados nenhuma vez sequer dentro do Uruguay (e viva Jorge Drexler!). Esta foi a nossa rota. Então, fomos de Quaraí – Artigas – Salto – Paysandu onde cruzamos a ponte General Artigas e entramos na Argentina, passamos por Gualeguaychu – Zarate , até aí na Argentina a polícia nos parou 2 vezes, em uma delas alegaram que estávamos com os faróis apagados( lá é obrigatório viajar com eles acesos sempre) mas como tínhamos certeza que viajavamos com eles ligados, endurecemos e eles nos deixaram partir sem multas. Na segunda vez nos pararam e alegaram excesso de velocidade 102km/hora, disseram que se pagassemos ali na hora dariam 50% de desconto na multa, do contrário quando cruzassemos a fronteira pagariamos o valor integral…. imagina, eles com um bloquinho de papel na mão, não tinham nada do radar para nos provar que estávamos mesmo naquela velocidade e por coincidência só pararam nós, brasileiros. Decidimos arriscar e a verdade é que nunca nos cobraram a suposta “multa”. E acabaram aí nossos contratempos, no restante a viagem é bárbara, linda, retas intermináveis e belos cenários, só estou querendo prepará-los para lidar bem com estes percalços. Cruzando o Uruguay      Nosso almoço já foi depois de Zarate em  Cañuelas ( que fica a 250km), um lugar muito bom para almoçar  tem várias opções de parrillas e restaurantes.  As estradas são boas e o trecho mais pesadinho da viagem foi de Cañuelas até Azul , somente os primeiros 50km são duplicados, e porque já era final do dia e o cansaço vai pegando, chegamos em Azul em torno da 19:30. Azul é uma cidadezinha muito simpática e deve ter tido um passado muito rico, tem prédios bonitos, um teatro muito legal estilo art noveau, foi a cidade escolhida para passarmos a primeira noite.    Grandes criações de gado Aberdeen Angus e Hereford nas proximidades de Azul.   Lindo prédio da prefeitura de Azul, ostentando as imagens de dois heróis nacionais argentinos: San Martin e Belgrano.     Azul é uma cidade do porte de Uruguaiana, e que privilégio poder ostentar um teatro lindo destes e com uma extensa programação… bons tempos da Argentina rica.        O hotel de Azul é sem luxos, mas limpo, com um bom banho e um desayuno com ótimo suco de laranja e medias lunas. Diária de 180 pesos o quarto duplo, ou seja R$ 90,00 reais. Se você quiser conferir… http://www.granhotelazul.com/   Saimos de Azul em torno das 8 horas, nosso próximo destino era a cidade de Neuquén , já na província de Rio Negro a  890 km de distância. Optamos o caminho que passa pela Serra da Ventana , uma estrada bonita e com pouco movimento. Serra da Ventana. Antes de cruzar os 300km do deserto, paramos para almoçar em Rio Colorado , num posto ACA, umas milanesas com papas fritas e saladas resolveram nosso problema. Chegamos em Neuquén à tardinha, o comércio ainda estava aberto e aproveitamos para comprar o que eles chamam de “correntes liquidas” é um spray para colocar nos pneus para evitar que eles derrapem no gelo. Neuquén é uma cidade bem maior com cerca de 200 mil habitantes.Não tem muuuitas opções de hotéis e eles não são baratos como no restante da Argentina. Paramos no Hotel Comahue , muito bom no centro da cidade, numa grande avenida com um canteiro no meio. Diária de U$139 por quarto duplo. http://www.hoteldelcomahue.com/   Saindo de Neuquén de manhã cedinho, nosso destino é San Martin de los Andes que fica a 430km, uma barbada para quem vinha fazendo uma média de 800 por dia, e a partir daqui a paisagem vai ficando cada vez mais bonita.   Controle sanitário na entrada da provincia de Rio Negro , é proibido entrar com frutas e outros víveres para evitar a disseminação de doenças.   É uma emoção a primeira vista das montanhas nevadas, sensação de liberdade, de ganhar o mundo.   Chegando em San Martin de los Andes   San Martin é uma pequena cidade, muito charmosa e interessante, muitos argentinos que optaram por um lugar tranquilo e bonito para viver se mudaram pra cá e fizeram daqui um lugar diferenciado. Finalmente depois de 2.600km chegamos!! Valeu, foi uma viagem linda, e em outro post vou estar contando tudo de San Martin e de alguns passeios nos arredores dos lagos e do vulcão Lanin Aguardem!!! Adios muchachos!

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Em direção à neve, San Martin de los Andes de carro

Montevideo – Buenos Aires: encurtando distâncias

29 de julho de 2011 0

Fizemos um pit-stop em Montevideo em nossa viagem de carro até Buenos Aires. Não que a cidade não mereça uns dois dias bem aproveitados para conhecer o centro histórico e passear na Rambla, mas nosso tempo era limitado. De qualquer forma foi ótimo porque assim pudemos descansar e aproveitar um pouquinho as delícias da cidade. Almoçamos no Perdiz (Guipuzcoa , 350) , um restaurante bem tradicional que fica nos fundos do Shopping Punta Carreta, os chipirones (espécie de calamar) são divinos uma pedida diferente e muito apetitosa. Para jantar escolhemos o Francis (Luis de la Torre ,50 ) , cotado como o melhor restaurante da cidade em 2011, oferece um menu com pratos japoneses e variedades de frutos do mar. Aproveitamos para dar uma volta no comércio, cada vez mais variado e interessante , mas para quem vai a Argentina os preços não são tão convidativos. Restaurante Francis Para fazer a travessia compramos passagens de Buquebus, ficamos quase sem opção porque neste dia a seleção do Uruguai se classificou para a final da Copa América e todos queriam ir a Buenos Aires para o jogo de domingo. Compramos no combinado ônibus/ferry ( http://www.buquebus.com.uy/ ), saímos da rodoviária de Montevideo às  6h e andamos duas horas de ônibus até Colônia de Sacramento onde pegamos o ferry para fazer a travessia em 45 minutos. Estava muiiito frio, o vento da beira do rio piorava a situação, mas chegamos a capital portenha com um sol maravilhoso. A Buenos Aires do centro já faz tempo que não me atrai em nada, prefiro me hospedar em Palermo Soho onde é muito agradável caminhar e estamos perto dos restaurantes e lojas mais descolados. Desta vez optamos pelo Hotel Ultra (Gorriti, 4929), um hotel design muito charmoso e bem localizado , mas que deixa um pouco a desejar nos quartos muito simples e meio barulhentos e café da manhã fraquinho. Hotel Ultra Palermo ferve nos finais de semana, é o point para comer , passear e principalmente comprar. Para se localizar , tenha como ponto de referência a Praça Serrano e perca-se nas ruas Honduras, Costa Rica, Soler, Gorruchaga , Thames e Jorge Luis Borges . Mas um detalhe, nada acontece antes do meio-dia, lojas fechadas e ruas às moscas. Para almoçar nossa melhor pedida foi o Mama Racha na esquina da Armênia com Costa Rica, um menu conciso com ótima sugestão do dia. No jantar acertamos em cheio com a dica dos Destemperados ( http://www.destemperados.com.br/category/regiao/argentina/page/3/ ) , nos deliciamos com o bom atendimento e o ceviche do  Crizia (Gorriti ,5143)  . Repetimos a ida ao Osaka (Soler , 5608) , um restaurante fusion peruano/oriental , que já figura entre os meus preferidos quem qualquer paragem . Vou colocar o linck para o post que fiz ano passado sobre um jantar por lá! (http://wp.clicrbs.com.br/viajandocomarte/2011/04/29/buenos-aires-cidade-de-contrastes-parte-2/?topo=77,1,1,,,77 ) Restaurante Mama Racha No domingo nosso destino foi a Recoleta , o famoso brunch do tradicional   Alvear Palace Hotel nos chamou. Acordamos cedo e chegamos antes de abrir , às 11:30h, acabamos desistindo e tomando um café simples. Mas acho que é um programa imperdível , nem que seja para conhecer este ícone da cidade.  Alvear Palace Hotel Uma ótima opção de museu na cidade é a Coleção de Amalia Lacroze de Fortabat (Puerto Madero, dique 4, na frente da Torre Fortabat) . Uma dica da nossa amiga Miriam Schlatter, é surpreendente pela qualidade e variedade de obras que apresenta, com exemplares de Chagall, Miró, Peter Brueghel e  vários pintores argentinos.  Inaugurada em Puerto Madero em 2008, tem o acervo baseado na fortuna de uma das famílias mais poderosas do país dona da da  empresa de cimento , Loma Negra. O prédio é um atrativo a parte , todo em aço e vidro é um obra do arquiteto uruguaio Rafael Vigñoli . O teto tem um sistema móvel de alumínio que abre e fecha conforme a incidência do sol. Amalia Lacroze de Fortabat por Andy Wharol The Fortabat Art Museum Voltamos de Montevideo porque o aeroporto de Buenos Aires estava fechado novamente devido as cinzas do vulcão. Acho  que o Aeroporto de Carrasco é o  mais bonito da América Latina, inaugurado em 2009 faz parte do portfolio do mesmo arquiteto da Fundação Fortabat, Rafael Vigñoli , valeu a pena o cansaço , uma obra maravilhosa! Aeroporto Carrasco http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Aeropuertodecarrasco.jpg  

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Promessas para a Rota do Sol

25 de julho de 2011 0

O Pioneiro de Caxias publica mais uma reportagem sobre as péssimas condições da Rota do Sol. A estrada está cheia de buracos e olha que é a principal rota de Caxias para o Litoral Norte. Na reportagem tem uma entrevista com o secretário de Infraestrutura e Logística (nome bonito, né?), o falastrão Beto Albuquerque. Conheço esse deputado desde a década de 90, quando entrou para a política. Tem a mania de falar, falar e não fazer nada. Além disso, na entrevista ele afirma que o governo “herdou” uma malha mal conservada… É a velha mania do PT da tal “herança maldita”. Aliás, há muitas estradas gaúchas em situação muito ruim. Quero ver o Beto fazer algo. Para ler a matéria do Pioneiro, clique AQUI .

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Rota dos Buracos

19 de julho de 2011 0

Faz tempo que não passo pela Rota do Sol, a estrada que liga Caxias ao Litoral Norte gaúcho. Pelo que se vê na foto acima, do jornal PIONEIRO , está virada numa buraqueira só. É pena, porque a estrada tem trechos bem bonitos. Para ler a matéria do jornal é só clicar no link acima.

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Será que eu vou assaltar o Iguatemi?

09 de julho de 2011 0

Estava eu passeando pelo Iguatemi de Caxias quando resolvi bater uma foto. O sol do fim de tarde iluminava uma ala do shopping e à primeira vista me pareceu uma imagem legal. Bem, a foto não saiu muito boa, não conseguiu captar exatamente o que os olhos viam. Depois que bati a foto apareceu um segurança e disse que era proibido tirar fotos do shopping, por uma questão de segurança. Acho isso uma grande bobagem. Se eu fosse de uma quadrilha interessada em assaltar o shopping, certamente bateria centenas de fotos, filmaria o shopping e ninguém perceberia nada. O fato de alguém bater fotos no shopping a meu ver não tem nada a ver com segurança. Enfim. E a foto nem saiu boa, mas esta aí. Publico só porque o “guardinha” queria me proibir…. Depois, na saída, bati outras fotos do lado de fora do Iguatemi. Fim de tarde em Caxias num sábado ensolarado e de temperatura muito agradável. Na primeira foto, ao fundo o Hotel Intercity, que fica ao lado do shopping. Me hospedei lá algumas vezes, mas depois de alguns problemas de atendimento troquei para o Blue Tree ou o Bergson Flat. Não indico o Intercity de Caxias para ninguém. Outro ângulo do lado de fora do Iguatemi. Falando em shopping, Caxias tem ainda o San Pelegrino Fashion Mall. À noite, o prédio envidraçado fica bem bonito. Quase ao lado fica a igreja São Pelegrino. Bem, depois daqueles dias frios horríveis, foi ótimo pegar uma temperatura de quase 20 graus em Caxias. Amanhã, domingo, vou passar em Nova Petrópolis e Gramado antes de voltar para Porto Alegre.

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Juanita

28 de junho de 2011 0

Em janeiro quando passamos no Altiplano alguns locais olhavam as montanhas e diziam: este ano tem menos gelo. Eram muleiros e guias os que afirmavam que os montes gelados estão cada vez menores. Há estudos muito mais convincentes que estes simples palpites, mas em parte por causa disto. O degelo no Ampato, proporcionou ao arqueólogo americano John Reihard uma jóia: a múmia de uma garota imolada por sacerdotes incas em oferenda ao deus Wamami. Estima-se que tinha 14 anos quando foi morta. Juanita, como foi re-batizada, está numa urna climatizada num museu em Arequipa. Funcionária do museu, Paola Vera diz que, nos últimos anos, foram achadas 14 múmias de crianças incas sacrificadas. As mais belas crianças da nobreza eram escolhidas. Faziam as ofertas em épocas de terremotos e inundações para “ acalmar” os deuses. Juanita tem rosto bonito e cabelos negros. Na têmpora direita do crânio, está a marca do instrumento usado pelo sacerdote que a imolou. Hoje, as oferendas dos camponeses são alpacas e lhamas, cujos restos podem ser vistos nas caminhadas.

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Juanita

Um cartão-postal rural

17 de junho de 2011 0

CARTÃO-POSTAL Minhas últimas férias foram de reencontros. Com pessoas, com lugares, com memórias. Voltei à minha terra natal, depois de um bom tempo distante. Nem era tanto assim, na verdade. Lendo do jeito que escrevi parece que foram anos. Passaram-se meses apenas, mas nunca havia tido um intervalo tão longo. Achei tudo mais bonito. Meu colégio de uma vida inteira, por exemplo, está colorido, bem cuidado. E, o mais legal, é que muitas pessoas com quem convivi não só nos 11 anos de escola, mas nos seis em que trabalhei ali, continuam à frente dele. O que só dá mais motivos para me alegrar – parece um caso de uma saudável mistura de preservação com renovação. Bom, mas este cartão-postal (ou cartões-postais) não tem nada a ver com o colégio, mas com a propriedade da família de uma amiga querida, os Pitol . Encontrei paisagens tão lindas na visita que fiz ao lugar onde eles produzem e beneficiam noz-pecã, fruta típica da minha terra (pra quem não conhece, a da última foto abaixo), criam ovelhas texel… Essas últimas, aliás, responsáveis por esse clima tranquilo… Então, sem mais, as fotos desse lugar de cartão-postal…

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Um cartão-postal rural

Passeios de um dia

07 de junho de 2011 0

Duas opções de viagem para quem quer aproveitar o fim de semana do Dia dos Namorados durante o dia sem gastar muito. A Rota Cultural Turismo tem passeio de ônibus no sábado e domingo:  SÁBADO Três Coroas, Taquara, e São Francisco de Paula: -transporte de turismo, -serviço de bordo, -guia acompanhante, -01 cafe colonial, -visita ao Templo Budista em Três Coroas, -Sítio Fruto da Terra, propriedade com pomares de cítricos e agricultura ecológica (inclui ingresso), em Rodeio Bonito/Taquara -Passeio conhecendo centro, Lago São Bernardo em São Fco Paula Valores por pessoa: R$115 à vista ou 2 x R$61 (R$122). DOMINGO Gramado, Canela e Nova Petrópolis: – transporte de turismo, - serviço de bordo, – guia acompanhante, – 01 café colonial rural típico alemão em sítio no interior de Gramado – passeio na Praça das Flores em Nova Petrópolis – passeio panorâmico em Gramado e Canela – Tempo para compras em Loja de chocolates artesanais Valor por pessoa: R$118 à vista ou 2 x R$62 (R$124) Embarques: PORTO ALEGRE : Praça da Matriz/Theatro São Pedro. Apresentação às 07h45 e partida às 8h. CANOAS : Estação Rodoviária. Apresentação às 8h15. SÃO LEOPOLDO: Estação Rodoviária. Apresentação às 8h30. NOVO HAMBURGO: Posto Esso, av Sete de Setembro, 274. Apresentação às 8h45.

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Passeios de um dia

Em clima de romance

05 de junho de 2011 0

Um lugar bonito, romântico, calmo e agradável. Essa é melhor definição para a Pousada Cravo e Canela , localizada no centro de Canela-RS. Um casarão construído em 1950 abriga suítes delicadamente decoradas. A casa pertenceu ao ex-governador do Estado Ildo Meneghetti, que tinha negócios na região e utilizava o local como casa de campo da família. Casarão mantém estruturas originais da década de 50. A sala principal é aconchegante, principalmente em dias frios. A lareira de pedra é original, como muitas peças que fazem parte da decoração e da estrutura da pousada. A enorme lareira de pedra é original da casa. O lustre é original da casa. A área de lazer é ampla, boa para qualquer tempo: a piscina térmica é coberta, há sala de jogos e diversos ambientes com sofás e espaços para leitura. Espaços de lazer. Quem tem coragem de encarar o frio ainda pode aproveitar a área externa no romântico pergolado com lareira. Ambiente externo com lareira. As suítes chamam a atenção pelos móveis clássicos combinados com delicados detalhes, como roupa de cama de algodão e travesseiros de pluma de ganso. A recepção no quarto é feita com balas de canela, incensos e mensagens, o que torna o relacionamento ainda mais pessoal. As suítes possuem frigobar, calefação, televisão LCD com canais à cabo e canal de cinema. Na diária estão incluídos o consumo do frigobar, café da manhã e chá da tarde – imperdíveis. As refeições são compostas por delícias coloniais que obrigam os hóspedes a saírem da dieta. Apfelstrudel, cucas, bolos e tortas doces e salgadas fazem parte do buffet, além dos tradicionais pães caseiros. O responsável por tudo isso é o simpático Joe Cagnone (foto), que trabalha na pousada há 7 anos. Ele e os demais funcionários merecem destaque pelo excelente atendimento. Os atenciosos funcionários Jamile da Rosa e Joe Cagnone. Café da manhã colonial. Uma das mesas para café da manhã faz parte da história da política gaúcha: imagina quantas decisões importantes foram tomadas nesta mesa (abaixo) em reuniões do ex-governador Meneghetti? Mesa e cadeiras originais da casa de Ildo Meneghetti. As diárias da Pousada Cravo e Canela custam entre R$340 e R$390 neste período. A partir de julho, os valores aumentam um pouco devido à alta temporada da serra.

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Grandes desertos

02 de junho de 2011 0

Até onde a vista alcança, não se registra sinal da presença humana. A linha do horizonte  e o silêncio só são quebrados pelo assovio do vento que intensifica a sensação de solidão, mas que atinge alguns, para outros é até um estímulo. Eu, por exemplo, gosto de desertos, de areia, rocha ou dunas. Só excluo os dois maiores, o Ártico e a Antártida. São desertos, sem dúvida os dois maiores, mas gelados. Eu, corretamente ou não, os incluo em outra classificação. E  aí estão as semelhanças ou diferenças entre os desertos. Aquela imagem de dunas e mais dunas do cinema, tipo Lawrence da Arábia não correspondem a realidade? Os desertos do planeta são compostos por variados tipos de vegetação e relevo e algumas montanhas, rochas, estepes, lagos, planícies salgadas e gêiseres formam o restante das paisagens. As chuvas tem índices mínimos a ponto de inexistirem condições para ocupação humana permanente, mas aos viajantes detalhes técnicos interessam menos que a beleza e o mistério dessas imensidões. Do gigantesco Sahara ao as vezes verde Gobbi ou ao árido Outback da Austrália selecionei  os dois que mais gosto. Para ver e, quem sabe, se aventurar, mas lembre-se, você voltará com o seu preferido.                                                                                                Sahara   O maior deserto do mundo tem temperaturas que chegam a 55 graus de dia e descem abaixo de zero à noite. Passa por 11 países, mas tem quase a mesma extensão do Brasil e paisagens para lá de variadas. Pedras, dunas, oásis, morros e uma infinidade de povoados. Há maneiras variadas de explorar o Saara, dependendo de qual seja sua porta de entrada. País muçulmano tolerante aos hábitos ocidentais, a Tunísia é uma ótima opção para um primeiro contato. Os tours são feitos a partir de Tozeur, no sul do país. Bastam dez minutos nos carros 4

A simpática Monterrey

27 de maio de 2011 0

Fui vê-la porque está num livro do Steinbeck, mas confesso, não tem nada a ver com a prestigiada vizinha Carmel. A Cannery Row é, de fato motivo de orgulho para os 35 mil moradores. As seis quadras de frente para o porto que fazem a sua fama concentravam no passado indústrias de enlatados de sardinha Cannery, e daí veio o nome. Com o sumiço do peixe, alguns galpões foram sendo desativados.  Como é próxima de São Francisco, eles também tem o seu Fisherman´s Wharf, construído no fim do século 19 que também concentrava a atividade pesqueira da região. Hoje o Fisherman´s Wharf de Monterey abriga em seu deck, restaurantes de frutos do mar e lojas. Ao redor, muitos artistas de rua. Almoçar em um dos restaurantes com vista para a baía é obrigatório, e divertir se com os leões- marinhos também que dividem espaço com os barcos atracados.  Se você vai adiante, prepare-se para conhecer um dos trechos mais bonitos da costa do Pacífico. Abandone a nº 1 e siga pela 17 Mile Drive, que é uma estrada particular e pedagiada.  Construído há quase 130 anos, o caminho só dava acesso a um hotel. Agora, ali estão resorts que, além de oferecerem estadias inspiradoras, promovem campeonatos de golfe com vista para o Pacífico, e na época certa, vista para cardumes de baleias. Diferentemente das “nossas”essas vem do Ártico.  A estrada é lenta, são 30 km com curvas sinuosas, pontuados por mansões. Uma das principais atrações é a Loane Cypress, árvore típica da região. Há mais de 250 anos ela domina uma rocha de frente para o mar.  Dali é possível observar uma infinidade de pássaros e leões marinhos. Caso não tenha um binóculo, use um dos que estão à disposição do público por menos de 50 cents, ou seja, menos de 1 real e não tem flanelinhas enchendo o saco.

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O Vale do Loire : Castelos de Chambord e Chenonceau

27 de maio de 2011 0

O Vale do Loire tem muitos castelos e prédios históricos. Mas , a não ser que que você seja um aficcionado ou tenha bastante tempo para curtir a região como um local , ficando na dois dias da para ver os principais castelos e ter uma boa ideia da História. A primeira dica é tentar pegar o carro no aeroporto , logo na chegada ou saída , é sempre mais fácil e rápido do que no centro das grandes cidades. Saindo de Paris são duas horas até a entrada do Vale do Loire , a cidade de Orleans. A primeira visita imperdível é o Castelo de Chambord . Este é o maior da região , foi construído por Francisco I no século XVI e fazia parte das residências oficiais da corte francesa , que nesta época era itinerante, vagando de castelo em castelo. Este rei foi contemporâneo de Henrique VIII e Carlos V , considerados os primeiros monarcas da Modernidade. Apaixonado pela Itália , trouxe de lá a futura rainha Catarina de Medici , protagonista de uma conturbada história amorosa que conto logo a seguir. Na Itália o monarca buscou também o multifacetado artista Leonardo da Vinci , que acredita-se ser responsável pelo projeto da escada espiralada do castelo. Chambord  começou como um pavilhão de caça mas foi transformado em uma obra maravilhosa , ainda mais que está localizado em meio a uma grande floresta onde pode-se fazer belos passeios de bicicleta , o aluguel é feito na entrada do parque. A parte mais famora é a “floresta” de torres que fica sobre o telhado, uma beleza que de certa forma coroa a edificação, dizem que foi feita porque o rei queria ver sua obra de qualquer lugar nas redondezas.   Chambord oferece um show de Luz e Som à noite e na pequena cidade vizinha come-se muito bem no restaurante Du Parc , um lugar simples e que surpreende na elaboração dos pratos. Daqui o destino é Blois, já nas margens do Loire  , uma cidade pequena e charmosa que também conta com belas construções e um Castelo que serviu de palco para muitos acontecimentos históricos. Se o fôlego permitir , uma visita interessante é o Castelo de Giverny , famoso pela matilha de beagles que abriga , Snoopys para os pouco conhecedores. Giverny é totalmente mobiliado num estilo bem mais moderno . O visual entre Blois e Amboise é o mais típico da região. Eu aconselho a pernoitar em Amboise , uma cidade muito engraçadinha com um centrinho simpático e dois castelo que merecem a visita. Adorei o Hotel Manoir Les Minimes , oferece uma bela vista do rio e pode-se seguir a pé até o Castelo de Amboise. Para começar o segundo dia é muito interessante dar uma olhada na moradia do pintor da Vinci na cidade, Clos Lucé ,  reza a lenda que o Rei Francisco I tinha uma passagem secreta do seu castelo para a casa do pintor e que este teria morrido nos braços do rei , três anos após ter-se mudado para a França trazendo seu mais famoso quadro , a Monalisa. Seguindo por estradas muito pitorescas do interior, Chenonceau é o castelo mais visitado e na minha opinião o mais bonito da região. Ele está intimamente ligado a história do rei Henrique II (filho de Franciso I) e sua amante Diane de Poitiers . O rei nunca se interessou pela esposa Catarina de Medici , sendo fiel ao amor de Diana, 20 anos mais velha, durante toda a vida. A esposa rejeitada tinha o lema , “odiar e esperar” e no dia da morte do amado marido retomou o Castelo de Chenonceau e as jóias da coroa dadas a Diane por Henrique. Diane de Poitiers            Catarina de Medici        Henrique II Chenonceau , conhecido como o Castelo das Damas , situa-se literalmente sobre o rio Indre , sendo sua galeria usada na II Guerra como passagem da França ocupada para a França de Vichy. O castelo esta totalmente mobiliado e ainda tivemos a sorte de vê-lo florido com o cuidado de combinar as cores das flores com o ambiente, um primor de capricho. Aqui pode-se ver em vários aposentos as iniciais H e D entrelaçadas, uma humilhação constante para a rainha. As cozinhas junto ao rio são muito bem equipadas e interessantes. Num dia bonito aconselho a passear pela margem do Indre e fugir dos muitos turistas que afluem a esta atração. Dois jardins também fazem referência a história romântica, cada um é atribuído a uma das damas. Segundo a história , quando despojada do castelo , Diane teria recebido em troca Chaumont sur Loire , uma residência nada modesta oferecida por Catarina . A surpresa é que o castelo dado em troca estaria repleto de magia negra , Daine de Poitiers  nunca viveu lá. Para completar o dia uma boa opção é visitar Villandry , mais famoso pelos jardins de flores e hortaliças, só certifiquem-se que esteja aberto e florido , pois não funciona o ano inteiro. http://www.chateauvillandry.fr/ Com uma noite e dois dias , já é possível fazer um belo pelo passeio de fim de semana pelo  Vale do Loire , saindo de Paris.    

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O Vale do Loire : Castelos de Chambord e Chenonceau

Descobrindo o Central Park por Luciano Terra

25 de maio de 2011 0

Imagine o cenário: uma tarde de outono ensolarada, temperatura amena, leve brisa soprando entre as árvores e lançando suas folhas já amareladas sobre um gramado impecavelmente verde e bem aparado. Pessoas indo e vindo em suas bicicletas, ou correndo em suas roupas de ginástica impecáveis. Já outras na contramão repousando calmamente na sombra de uma árvore e lendo seus livros ou escutando seus MP3. Passeios, trilhas, lagos e muitos monumentos já conhecidos e famosos. Isto tudo emoldurado por prédios de arquitetura moderna e clássica espalhados por todos os lados e que podem ser vistos de qualquer parte ao fundo, apenas como um complemento da paisagem. Conseguiu imaginar? Se sim, bem vindo ao CENTRAL PARK !  CENTRAL PARK COM THE PLAZA AO FUNDO   Este parque é um capítulo a parte em NYC. Em contrapartida à agitação e a esterilidade de uma “selva de concreto” (o que acho particularmente interessantíssimo) este parque é um oasis de verde e vida dentro da metrópole. Nele você poderá respirar um ar com cheiro de mato e se embrenhar, literamente, em um emaranhado de árvores, arbustos e trilhas que mais lembram uma floresta fechada! Por outro lado, você poderá caminhar em passeios impecavelmente bem cuidados e admirar cada recanto desse lugar maravilhoso. Pegue um guia e desbrave cada pedaço lentamente. Vá com calma, se permita sentar um pouco e “respirar” a natureza. Os meus recantos preferidos são: Conservatory Water (com seu laguinho e café impecáveis e as esculturas de Hans Christian Andersen e Alice no país das maravilhas), Belvedere Castle (onde você terá uma vista muito bonita da região), o gramado de Great Lawn (para momentos de descanso em um gramado impecável e com árvores lindas) e a Bethesda Fountain and Terrace (para mim o local mais bonito do Central Park, com seu anjo e arcos tão famosos e já vistos em tantos filmes. Um local para sentar e deixar a vida passar. Curtir as pessoas que flanam por lá e se sentir em casa! Tive momentos de pura magia neste local). E ainda, se for inverno, não deixe de ir patinar no Wollman Rink e se for com crianças, ou não, visite o Central Park Wildlife Center (um mini zoo e “cenário” do desenho animado Madagascar, lembra?)! BETHESDA FOUNTAIN DETALHE BETHESDA FOUNTAIN O Central Park muda de cara a cada estação e pude perceber isto agora na minha segunda vez por lá. Na primeira tinha ido no inverno e ele estava coberto de neve, outra maravilha. Da última vez fui no inicio de outono, as árvores estavam começando a ficar amareladas e as folhas de plátano já se espalhavam pelos gramados verdes. Como escolher a melhor época? O ideal é ir uma vez em cada estação e curtir a beleza e a magia de cada uma delas!   CENTRAL PARK   STRAWBERRY FIELDS Por outro lado, não esqueça também que o Central Park é “emoldurado” por 2 avenidas ( Park West e 5ª. Avenida ) e que ambas valem uma caminhada. Na primeira delas você encontrará o Museu de História Natural (imperdível!!) e os endereços mais caros de Manhattan em prédios mais que exclusivos. Lá não adianta você ter milhões de dólares para pagar por um apartamento, você terá que ser aprovado por um conselho interno e sua vida será totalmente devastada por ele. Madonna já foi rejeitada em um deles! Dentre esses você encontrará o Dakota , um prédio antigo e interessantíssimo que ficou ainda mais famoso após a morte de John Lennon (ele morava, e sua viúva ainda mora, no Dakota e ele foi assassinado ali mesmo na calçada). Em frente a esse prédio entre no Central Park e admire o jardim ( Strawberry fields ) que Yoko Ono construiu em homenagem ao seu amado. Por outro lado, na 5ª. Avenida você encontrará dois dos museus mais famosos de Nova York, o Metropolitan e o Guggenheim , e também prédios interessantes e endereços exclusivos da “society” novaiorquina. Muitos famosos moram por lá. Se você der sorte poderá cruzar com Tom Cruise, Dustin Hoffmann, Madonna e tantos mais! Boa sorte! CENTRAL PARK E PREDIOS DE PARK AVENUE WEST   PRÉDIOS DE DONALD TRUMP –WEST PARK MUSEU DE HISTORIA NATURAL

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Descobrindo o Central Park por Luciano Terra

Füssen guarda o castelo de um rei louco e as histórias da monarquia alemã

16 de maio de 2011 0

Na fronteira com a Áustria, entre os nevados Alpes Bávaros e um lago turquesa, esconde-se o sonho de consumo de um rei megalomaníaco: o Castelo Neuschwanstein. Idealizado pelo rei Ludwig II, o Castelo Neuschwanstein, em Füssen, inspirou Walt Disney a construir o Castelo da Cinderela (Foto: Letícia da Silva) Ao Sul da Alemanha, a pequena cidade de Füssen, que durante o século XIX recebia a realeza  para as férias de verão, hoje vive diariamente repleta de turistas interessados em conhecer um pouco mais da história da Bavária ou simplesmente em fotografar a construção que inspirou Walt Disney a criar o Castelo da Cinderela. Idealizado pelo rei Ludwig II, o Schloss Neuschwanstein ficou 17 anos em construção, mas só foi habitado por dois anos, até que Ludwig II foi encontrado morto em um lago, junto com o médico. Antes disso, porém, abandonou duas noivas às vésperas do casamento, construiu outros tantos castelos, palácios e jardins por toda a Europa e deixou o pai desgostoso por nunca ter se interessado a sério por nada que fosse além de gastar dinheiro com luxos. O seu castelo em Füssen tem elevador, sistema integrado de calefação e outras modernices raramente vistas em imóveis da época. Os ambientes decorados em azul royal, dourado, espelhos e luminárias de cristal estão preservados para visitação, que só é autorizada com hora marcada, na presença de um guia e sem câmera fotográfica ou filmadora. ECONOMIZE NO TRANSPORTE E RESERVE TEMPO Para chegar a Füssen, a cidade base é Munique. Há três trens diretos pela manhã (os outros sete fazem escala), que demoram duas horas para completar o percurso. É possível comprar um bilhete individual na DB Bahn por 23 euros o trecho. Ou, se você é adepto da minha filosofia de economizar mantendo a qualidade, escolha adquirir a opção Bayern Ticket, que permite que um grupo de cinco pessoas use qualquer trem da Bavária por 24 horas. Custa 29 euros , valor que pode ser dividido entre os integrantes do grupo. Se você estiver em dupla, já vale a pena. Ainda que o fiscal vá torcer o nariz quando você responder que não há outras três pessoas inclusas no bilhete, não há restrição de uso por menos gente que o indicado pela empresa de trem. Considere também, no passeio, o custo de 7,60 euros por pessoa para pagar o ônibus que faz o percurso de ida e volta entre a estação de trem (Füssen Bahnhof) e os castelos. Sim, porque não bastasse o imponente Schloss Neuschwanstein (12 euros a entrada), de Ludwig II, o vilarejo à margem do lago turquesa abriga outro, o Hohenschwangau (10,50 euros a entrada), que pertencia a Ludwig I, o pai. Não impressiona tanto por fora, mas dentro é mais bonito, preservado e cheio de histórias do que o castelo vizinho. Mais antigo e menos imponente do que o castelo de Ludwig II, o Hohenschwangau é bem mais impressionante do lado de dentro (Foto: Letícia da Silva) Com os dois castelos para visitar, além de dedicar um tempo para espiar as lojas e almoçar na vila embaixo dos castelos, sugiro embarcar em Munique às 7h03min (o primeiro trem direto) e preparar a volta para as 17h51min (com escala em Buchloe, mas só quatro minutos de intervalo entre um trem e outro) ou para as 18h51min (direto). Eu deixei a preguiça falar mais alto, fui a Füssen no trem das 9h07min e a visita acabou meio atropelada. É preciso considerar no planejamento deste passeio a demora para comprar os bilhetes (a fila é gigante) e o fato de que não dá para entrar imediatamente nos castelos. Só há acesso na hora marcada no bilhete, que o pessoal do guichê orienta direitinho e já programa o intervalo exato entre um castelo e outro. Se perder o horário, resta a opção de comprar outro ticket. Mas, pelas histórias vividas ali e pela paisagem bucólica da pequena vila, vale muito a pena reservar o dia para conhecer um pouco mais das loucuras de Ludwig II.

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Füssen guarda o castelo de um rei louco e as histórias da monarquia alemã

Aventura no deserto do Atacama, Chile (parte 1)

06 de maio de 2011 0

Nunca fui muito adepta a turismo de aventura, mas de uns tempos para cá cada vez mais este tipo de viagem tem me atraído pelo contato com a natureza e principalmente pelas belas imagens que se pode captar, para mim é quase como uma “aventura fotográfica” onde arrisco o mínimo e recheio meu interior de um mundo inusitado de sensações! O outono é uma época perfeita para visitar a região. Partimos de  Porto Alegre para um pernoite em Santiago do Chile e fomos até Calama , uma cidade conhecida pelas minas de cobre situada a duas horas de voo ao norte de Santiago. Calama é o ponto de partida para San Pedro do Atacama , uma pequena vila de  menos de dois mil habitantes que é a capital do turismo de aventura no deserto de Atacama . São mais de oitenta hotéis e pousadas para todos os bolsos, oferecendo variados tipos de passeios e expedições pela região. A cidade, situada a 2.400 m de altitude, é um oásis verde em meio as geleiras da cordilheira dos Andes e a cordilheira Domeyco .  É frequentada por uma “fauna” de tipos interessantes, sendo a maioria europeus e para minha surpresa com a idade variando dos 18 aos 80 sem distinção. Nos hospedamos no Explora , uma cadeia hoteleira voltada para turismo de aventura com hotéis na Patagônia , Ilha de Páscoa e uma nova operação sendo finalizada no Vale Sagrado no Peru . Com um design moderno e  uma área de 17 hectares preservados com quatro piscinas, haras e um bela vista do vulcão Licancabur . No entanto, o seu diferencial, é a estrutura de guias e vans, cavalos e bicicletas que fazem do local um ponto de partida para expedições diárias. Os detalhes de decoração são um capítulo à parte, com artigos locais criam um clima aconchegante, bonito e ao mesmo tempo despojado. Tudo é pensado para o conforto dos aventureiros, antes de sair tínhamos sempre nuts variadas para prepararmos pequenas doses de reparação de energia. Os quartos são confortáveis mas sem luxo , a idéia é manter o hóspede ao ar livre. A massagem (muito útil após tanta atividade física) é feita num casa antiga de adobe e os quartos são emoldurados por “quadros naturais”. Para uma reserva certeira peçam os quartos de número 13 a 25, eles oferecem este visual da foto abaixo e pela manhã os belos cavalos crioulo-ingleses ficam soltos por aqui! O ambiente mais interessante do hotel são as quatro piscinas feitas para criar uma sensação de integração com a natureza sem perder o design moderno e criativo, um luxo em sua simplicidade! No próximo post conto um pouquinho mais sobre as expedições ao Salar do Atacama, Termas de Puritama e os Vale da Lua e da Morte! Voltem a nos visitar e obrigada pela marca dos 300 mil acessos!

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Aventura no deserto do Atacama, Chile (parte 1)

Roteiro Recife-Maceió-Recife

08 de abril de 2011 0

Apenas 270 quilômetros separam as capitais dos estados de Pernambuco e Alagoas. Em 10 dias, percorri lugares fantásticos, outros nem tanto, em um roteiro sem reserva de hotéis ou tempo determinado para estada em cada praia. Aí vai a sugestão: 1º dia – Chegada em Recife no fim da tarde. O carro alugado e reservado previamente já aguardava para o início da viagem. A primeira dica: sempre reserve hotel ou pousada na capital pernambucana. Eu não reservei e me deparei com quatro pousadas lotadas e hotéis caríssimos, a maioria também lotada. 2º dia – Café da manhã às 6h30 e ida direto à Maceió, pelas rodovias estaduais PE-060 e AL-101. A outra opção, normalmente indicada nos guias e pelo Google, é a BR-101. No entanto, pelas estaduais é possível costear o mar em alguns trechos e, com exceção dos caminhões que carregam cana-de-açúcar, não há muitos veículos grandes e lentos circulando, como ocorre na estrada federal. Em Maceió, fiquei em uma pousada em Pajuçara, praia que é ponto de encontro para as embarcações que fazem os passeios às piscinas naturais. O calçadão da capital alagoana é um convite à prática de esportes: além da bela paisagem de coqueiros à beira-mar, há ciclovia e um espaço grande para caminhadas. O preço da alimentação me chamou a atenção lá, por não ser caro como em Recife. É possível saborear um prato para duas pessoas elaborado com camarão ou carne de cordeiro na chapa com queijo coalho por R$39,90. Maceió-AL Maceió-AL 3º dia – Praia do Gunga. Ao sul de Maceió, é um passeio imperdível. A praia fica em uma fazenda de coqueiros, o que já forma uma paisagem maravilhosa. A água, como em toda Maceió, é quente e azulzinha. O acesso tem trechos de estrada de chão, mas não é ruim. Na volta, uma parada na Praia do Francês. Com ondas mais fortes, é uma praia movimentada, com bares e restaurantes. No fim da tarde, um chimarrão à beira-mar em Pajuçara antes do jantar também é indispensável para a gauchada (tá bom, levar chimarrão para o nordeste é muito bairrismo). Praia do Gunga-AL 4º dia – Pé na estrada cedo da manhã com destino a Maragogi. Dois dias são suficientes para curtir a cidade e fazer os passeios. No caminho, parada em Pratagi (Praia da Sereia) e Garça Torta. São praias bonitas cercadas por vilarejos de pescadores. Em Barra de Santo Antônio, parada na Praia do Carro Quebrado. O acesso é bem ruim, por dentro de vilarejos e estradas precárias. Há moradores que chamam os motoristas na rodovia para passeios e restaurantes, mas tome cuidado: eu fui abordada por vários que mentiram que o Carro Quebrado era onde eles estavam. O acesso para a praia passa por uma ponte dentro de Barra de Santo Antônio e é longe da cidade. Vale a pena ir pela beleza do lugar, mas vá com tempo e encha o taque do carro. Na chegada à Maragogi, procure uma pousada mais no centrinho da cidade, a vista da orla é bem bonita. Praia do Carro Quebrado-AL 5º dia – Achei Maragogi uma praia muito simpática. O mar é lindo. Logo cedo, fiz um passeio de bugue que percorre os 22 quilômetros de extensão da praia, que termina na divisa com São José da Coroa Grande, em Pernambuco. O melhor período para ir para lá é na lua cheia, pois a maré fica baixa e é possível presenciar fenômenos incríveis. Eu caminhei cerca de 300 metros mar adentro sobre um banco de areia cercado por água, na praia de Barra Grande, em Maragogi. A água é transparente e a sensação de ter o mar à frente e nas duas laterais é indescritível. À tarde, uma ida até a Praia do Burgalhau completa o dia na praia. À noite, em baixa temporada, Maragogi não oferece muitas opções de restaurantes. Alguns abrem apenas para o almoço. Barra Grande, Maragogi-AL 6º dia -  Passeio até as galés . Não há como ir até Maragogi e não conhecer as piscinas naturais. Os alagoanos chamam a região de galés devido ao grande número de navios “galeões” que afundaram ao se chocarem com os recifes. Mergulhar e nadar com os peixes é fascinante. Os moradores indicam o passeio de lancha, que chega mais rápido do que os catamarãs (com capacidade para 60 pessoas). Quem vai de lancha tem a vantagem de chegar antes da multidão, que acaba assustando um pouco os peixes. Após o passeio, hora de pisar em solo pernambucano de novo. Tamandaré e Praia dos Carneiros são os destinos. No início da tarde, fui caminhando até Carneiros admirando a bela praia de Tamandaré. São dois lugares bonitos, cheios de verde. Lembra que era lua cheia, não? Pois não é que a maré subiu de repente e tive que correr para não ser derrubada pelas ondas na volta, umas 16h? Foi uma aventura. Praia de Carneiros-PE 7º dia – Porto de Galinhas. Talvez por eu preferir sempre lugares pouco conhecidos e menos movimentados, minha opinião sobre Porto de Galinhas é diferente da maioria. Em uma segunda-feira à tarde, encontrei uma praia suja e milhares de pessoas pulando de um lado para outro sobre os corais (sim, lá é permitido caminhar sobre os recifes, diferente de Maragogi). O centrinho é uma graça, adorei o calçadão, as lojas de artesanatos, os restaurantes, etc. Há inúmeros hotéis e pousadas, com preços um pouco salgados, possivelmente pela popularidade de Porto de Galinhas. A estrutura do lugar é ótima, mas está faltando um pouco mais de cuidado com a praia. Porto de Galinhas-PE 8º dia – Ao lado de Porto de Galinhas está um encanto de praia: Maracaípe. O rio de mesmo nome encontra o mar, fomando uma paisagem pitoresca. Indico o passeio de jangada pelo Rio Maracaípe. Os jangadeiros param nos mangues, onde vivem os caranguejos, e buscam cavalos marinhos no rio para mostrar aos turistas. Além disso, é um passeio bonito de fazer. Depois disso, peguei meu snorkel (máscara de mergulho) e fui conhecer as piscinas naturais de Maracaípe. Sempre cuide a maré, ela sobe muito rápido! Não fui dormir antes de experimentar a peixada pernambucana em dos vários restaurantes de Porto de Galinhas. Maracaípe-PE   Piscina natural em Maracaípe-PE 9º dia – No caminho para Recife, tentei passar em Calhetas, em Cabo de Santo Agostinho. Não consegui por causa do acesso por ladeiras de chão batido. A vista da praia é linda, mas é preciso um carro ou camionete potente para chegar lá. Em Recife, fiz e indico o passeio de catamarã, que circula pelo centro histórico da cidade. Sai do Porto das Cinco Pontas. A Casa de Cultura, com lojas de artesanatos instaladas nas celas do antigo Presídio de Recife, também é um passeio bacana que fiz. À noite, vale ir conhecer o Shopping Recife. Recife-PE 10º dia – Ida à Olinda. Subi e desci as ladeiras da cidade alta dessa importante cidade brasileira. Os prédios parecem contar as histórias vividas pelo povo desde os anos de 1530, quando foi a cidade foi fundada por portugueses. No retorno a Recife, ainda passei no Mercado São José para as últimas compras. À noite, a despedida foi no restaurante típico Parraxaxá, que serve pratos deliciosos. Olinda-PE   Olinda-PE  

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Roteiro Recife-Maceió-Recife

Relógios

13 de outubro de 2010 0

Os relógios estão de volta.

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Relógios

Estrada do Imigrante

13 de outubro de 2010 0

Fotos da viagem à estrada do imigrante em Caxias do Sul. Igreja Matriz São pedro, inaugurada em 1882 pelos primeiros imigrantes que chegaram à região

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Dicas de Roma no texto bem humorado de Marcelo Pires

04 de outubro de 2010 0

Clarisse, é a terceira vez que vou a Roma, a primeira da Leticia, assim visitamos coisas essenciais, o Coliseu , o Panteão , o Fórum , até mesmo o Museu do Vaticano (precisa ter muita fé em Michelangelo pra enfrentar aquele bando de gente). E passeamos nas Piazzas, e comemos pizzas, e bebemos vinho, e tomamos sorvetes.

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Dicas de Roma no texto bem humorado de Marcelo Pires

A ilha de Fidel: prós e contras ( continuação)

25 de setembro de 2010 0

Se você foi por ideologia, ótimo, então se delicie.

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A ilha de Fidel: prós e contras ( continuação)