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Posts na categoria "Rio de Janeiro"

Londres: a capital mais "avant-garde" da Europa

28 de abril de 2012 0

Quem vai a Londres pela primeira vez não deixa de se surpreender pelo clima meio NYC da cidade, muito diferente do resto da Europa , mais conservadora , Londres continua lançando tendências e se renovando. Covent Garden Na verdade este é um post meio encomendado , estava com o material guardado mas foi o pedido de dicas de Londres  de algumas alunas que me estimulou a colocar a “mão na massa”. Começo pela dica de hotel , o Flemings Hotel Mayfair é um achado. Fica quase na Picadilly Street em frente ao  Green Park , tem um atendimento primoroso com muitos portugueses gentis que quase adivinham nossos pensamentos, uma decoração na medida entre o clássico e o arrojado, muito ao estilo  Tricia Guild . Para nós foi perfeito! http://www.flemings-mayfair.co.uk/ Olhem este hall de entrada com um ar de biblioteca antiga , por fora segue o mais tradicional estilo inglês, e isto é ainda mais instigante. O Green Park é um dos parques reais de Londres e dá acesso direto do hotel ao Buckingham Palace , uma caminhada curta e bem agradável. Uma informação interessante é que o Palácio é aberto à visitção  nos meses de agosto e setembro , de acordo com as férias da rainha Elisabeth II, nos demais meses do ano pode-se visitar os estábulos reais. A região está no centro dos acontecimentos com o casamento  do próximo dia 29 de abril.   Atravessando a rua em frente ao Buckingham Palace o St. James Park já se mostra com toda sua beleza neste início de primavera. Para quem quer fazer o circuito dos parques londrinos, que são todos interligados por ciclovias, uma dica super atualizada á o aluguel de bicicletas públicas que foi liberado para os turistas em fevereiro de 2011. Agora já se pode pegar as bicicletas em qualquer suporte espalhado pela cidade,  com cartão de crédito internacional a módicas $ 1,00 libra por dia , e devolver onde for mais conveniente. Uma forma cômoda e barata de  passear pelos maravilhosos parques de Londres.   Bem perto dali a Royal Academy of Arts é um museu que tem mostras muito legais e apesar de não tão conhecido,  é imperdível. Apresenta atualmente a exposição ” Watteau: The Drawings” . http://www.royalacademy.org.uk/ A Regent Street é uma artéria comercial muito movimentada, várias lojas conhecidas estão por lá , mas eu me encantei com a National Geographic Store , primeira loja da marca mais conceituada em matéria de viagens e aventura. São livros , dvds, roupas , mapas , fotografias e para completar um café com sabores do mundo! A loja oferece um provador para as pessoas fazerem test drive das roupas , ele simula extremos de temperatrura e vento, um luxo . Bem pertinho , uma rua de pedestres tem uma enorme diversidade gastronômica concentrada em uma quadra muito descolada e super bem frequentada no almoço. A Heddon Street tem o Zinc Bar & Grill – Seasonal British Conran , o Gabrielle’s – Regional French bistro , o Momo -  comida marroquina  o Below Zero e o Tibits  - um buffet meio natureba onde comemos saladas ao estilo do Santo Grão no Rio de Janeiro. http://www.sugarvine.com/london/neighbourhood-watch/story.asp?story=46 Prometo um passeio por Chelsea e South Kensington , a Londres da futura princesa,  no próximo post!

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Descomplicando a cozinha de "Simplesmente Complicado"

18 de abril de 2012 0

Comédia leve e comida boa. É Simplemente Complicado na programação do Cine Gourmet do Casa da Montanha , em GRAMADO , no próximo final de semana, dias 21 e 22. Até hoje tenho vontade de tentar fazer os croissants de chocolate que Meryl Streep e Steve Martin preparam na madrugada, na confeitaria fechada só para eles. Ela é uma cozinheira, divorciada, que contrata o arquiteto interpretado por Steve Martin para reformar sua cozinha. Os encarregados de reconstituir o clima gastronômico do filme no final de semana são os chefs  Conceição Neroni e seu marido  Paolo Neroni, dos restaurantes Borsalino e Margutta Citta, no Rio de Janeiro. Confira abaixo o trailer do filme: <br /><br />

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Descomplicando a cozinha de "Simplesmente Complicado"

Chuva mata no Rio

07 de abril de 2012 0

É notícia hoje na maioria dos sites a chuva que voltou a causar problemas na região serrana do Rio. Só em Teresópolis foram 5 mortes. Há 500 desabrigados. Na noite de sexta e madrugada de sábado, ocorreram inundações e deslizamentos de terra na região. Estive lá agora em fevereiro. A região serrana do Rio de Janeiro é uma região bonita, mas não se compara à Serra Gaúcha. Na estrada que liga o Rio a Teresópolis, que ficou bloqueada por 3 horas na madrugada de hoje, há muitos trechos com pedras e encostas. A própria cidade de Teresópolis fica em meio a morros, com um rio passando bem no meio. Outra cidade da região Serrana do Rio que sempre tem problemas com chuva é Nova Friburgo. Lá existem morros cheios de favelas. É o rio, que passa pelo centro. Desta vez Nova Friburgo escapou da chuva. Em janeiro de 2011, mais de 900 pessoas morreram na região serrana do Rio depois de uma enxurrada. Naquela época eu estava no Estado do Rio, mas em Penedo, um distrito de Itatiaia que fica no sul do estado, quase em São Paulo e Minas Gerais. Lá também choveu em 2011, mas pouco.

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Chuva mata no Rio

Aprazível: o Rio para além das areias da Zona Sul

02 de abril de 2012 0

Um fim de semana no Rio de Janeiro corresponde a um mês de férias, em se tratando de belos visuais e descontração. Desta vez busquei sair um pouco do circuito Ipanema-Leblon, que é bárbaro , mas que acaba restringindo uma cidade tão cheia de opções. Dentre as melhores dicas sempre ouvia falar do restaurante Aprazível , em Santa Teresa . O bairro está sofrendo um profundo processo de transformação urbana e acredito que dentre em breve será uma espécie de Soho do Rio. Mesmo com a falta do famoso bondinho , fora de circulação desde o infame acidente do ano passado, tem um charme retrô que com um pouquinho mais de investimento vai florescer. Muitos artistas já tranferiram seus ateliers para cá e o evento mensal ,  Arte de Portas Abertas ,  apresenta 77 artistas, divididos em 48 ateliês e 19 espaços culturais.  O evento ocorre desde 2003, com o empenho de impulsionar o turismo no bairro e a comercialização da produção artística local.   Mesmo com toda a expectativa o Aprazível não decepcionou! Um lugar transado , cheio de recantos simpáticos, com uma vista linda e uma comida dos deuses. O lugar é frequentado por um pleiade de estrangeiros de todas as paragens. Difícil é escutar português pelas mesas. Ao nosso lado um italiano estava extasiado pela paisagen em meio a  floresta , isto ainda antes de provar as delícias da culinária brasileira, em uma das melhores versões que eu já provei!  O cardápio oferece pratos de várias regiões do Brasil, dando ênfase em pratos do norte e nordeste.  Eles se intitula restaurante de culinária brasileira genuína , num ambiente que lembra uma casa de campo. Almoçar é lindo mas imagino que no jantar as luzes devam acender a magia ainda mais ! Funciona das 12h as 23h ininterruptamente. Nossa escolha foi leve e saborosa. Um palmito pupunha assado e uma casquinha de carangueijo de entrada e muqueca como prato principal! Aconselho tudo , o italiano nos copiou e não se arrependeu! Na volta uma passadinha pelos Arcos da Lapa, outro bairro que está em plena recuperação revivendo a velha boemia carioca! Restaurante Aprazível Rua Aprazível , 62 – Santa Teresa Rio de Janeiro  (21) 2508.9174 http://www.aprazivel.com.br/aprazivel.htm  

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O Brasil na opinião de um australiano

20 de março de 2012 0

Conheci ontem um australiano que passou pouco mais de dois meses viajando pelo Brasil. O Ross foi a Fortaleza, Salvador, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Florianópolis e Rio Grande do Sul entre janeiro e março deste ano. Como opinião geral, ele disse que gostou muito! Claro que eu quis saber o que exatamente ele gostou e o que não gostou. Começando pela parte boa: – Ele adorou as praias no Rio, Fortaleza e Florianópolis; – Achou Torres/RS muito legal; – Gostou bastante de Curitiba, disse que, apesar de ser uma cidade grande, tem bastante natureza; – Comeu muito churrasco (australianos comem bastante carne como nós, gaúchos); – Aproveitou o Carnaval em Salvador. Porém… – Não gostou do litoral gaúcho. Ele foi de Florianópolis para o Rio Grande do Sul, apenas passou por Porto Alegre, foi até o litoral sul do estado e voltou “Brasil acima”. Não soube dizer porque não parou em Porto Alegre (o trajeto foi feito de carro); – Não achou graça nenhuma em São Paulo; – Ele ficou decepcionado com o café no Brasil. Disse que não entende como um país que é conhecido no mundo como produtor de café oferece um produto de baixa qualidade. Eu expliquei que, infelizmente, o nosso melhor café é exportado e que, possivelmente, o café brasileiro aqui na Austrália é muito melhor do que o que ele provou no Brasil; – Em geral, não gostou do estilo de café-da-manhã brasileiro. Disse que nós “só comemos pão e queijo, todos os dias”. Achei isso bem engraçado, pois o café da manhã aqui na Austrália é realmente diferente do nosso. Ou as pessoas comem pratos fartos com bacon frito, ovos fritos, torrada e catchup ou molho barbecue (bem comum aqui) e não almoçam; ou comem apenas frutas ou torrada com manteiga cedo da manhã e o mesmo prato descrito acima na hora do almoço.

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O Brasil na opinião de um australiano

Confraria 2012

09 de março de 2012 0

Para iniciar o ano, os dois cheffs , André Hermann e José Claudio Kruse pensaram em tapas. “ Temos que seguir modismos ”, disseram. Tapas espanholas e orientais, um creme de mexilhões do Mediterrâneo Francês e uma sobremesa bem nacional. Para sorte dos confrades, não só fizeram, mas executaram muito bem. Primorosamente. Junto ao espumante inicial, as baguetes (da Carina Barlett) foram acompanhadas de uma pasta de homus – grão-de-bico, alho, oliva, tahine, cebola, pimenta e limão, igual à que foi servida ao Profeta Maomé antes de subir aos céus. Em andanças pelo Oriente longínquo, houve a descoberta da melhor cozinha do mundo: a vietnamita . Seus pequenos bocados, sua elegância e delicadeza fizeram Anthony Bourdin declará-la como a melhor que há – imbatível, mesmo em feiras de rua ou pequenos restaurantes. As tapas iniciaram por um unusual   sashimi  de salmão com pasta de abacate, seguiram por um camarão ao molho de pimenta doce e baunilha. Terminaram por servir kobe beef, salad roll ao molho de gergelim. O crême aux moules foram buscar no livro Cuisine a Babord . Acho que eu deveria parar por aqui. A intenção era só dizer que a Confraria iniciou o seu trigésimo quinto ano com sucesso, mas como vou deixar fora as gulas? Diz o José Claudio Kruse que gulas são surimi à base de badejo do Alasca e substituem as angulas, alevinos de enguia, raros e caros. Gulas à la biscainha ou à la bilbaina são servidas em cazuela de barro em azeite de oliva quente, alho e guindillas (pimenta caiena seca e defumada). Em Punta del Este, existem vários restaurantes bascos. Essas gulas eram da Taberna Patxi, em Maldonado. O polvo grelhado foi homenagem ao Restaurante Candido’s de Pedra da Guaratiba, na Restinga da Marambaia, Rio de Janeiro. Dona Carmen comandava esse templo do bem comer à beira d’água. O polvo é descongelado, esfregado com sal, lavado e jogado por três vezes em panela muito aquecida. Após, é cozido em um pouco de sake e grelhado com um pouco de oliva, recebendo, ao final, páprica picante e orações , em aramaico. A sobremesa foi da Carlota Pernambuco, a gaúcha, minha amiga, que comanda os restaurantes Carlota no Rio e em São Paulo. Bem, agora tenho que me desculpar com quem leu mas não comeu. É que, na Confraria, somos só 20 pessoas. Sorry, mas não desista. Faça a sua própria confraria e, dentro de 35 anos, vocês terão vários livros, bons amigos e, pelo menos uma vez por mês, se deleitarão com comidas como essas que recolhi do menu. O José Claudio, Dr. José Claudio Kruse, vai aos locais – seja na Espanha, França ou Dinamarca –, aprende os idiomas para ler com precisão as receitas, conselhos e a bibliografia culinária local. Já o André Torres Hermann, também doutor em medicina, vai até mais longe: costuma ir a Cuba. Cuba? É, Cuba. O que é que se faz em Cuba? Nada, é claro, a não ser apreciar o fim de uma dinastia e fumar charutos. Este ano, para sorte nossa, dos 19 cheffs , mais este escriba, ele foi mais longe. Ficou algumas semanas em Hong Kong. Ali, fumou os mesmos charutos, pagando a metade do preço, e, para nosso gáudio, frequentou uma escola de comidas do sudeste asiático. Bravos. Foi um jantar memorável.

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Confraria 2012

Viva o Rio!

27 de fevereiro de 2012 0

De um tempo para cá, venho me esforçando para saber o que um estrangeiro pensa da nossa deliciosa confusão. Não do que eles dizem, pois são educados, mas o que vai pela sua cabeça vendo e ouvindo a nossa deliciosa confusão. O barco ficaria três noites no Rio e nós fomos recebê-los – nada de extraordinário; nos tratam tão bem no seu país que é o mínimo que podíamos fazer, pois são incansáveis quando estamos lá para cima, e, no ano passado, saíram de Oslo para passar um long weekend conosco em Paris. Foi ótimo o reencontro, e, sem dúvida, os tranquilizou. Imagine-se descendo num píer ao lado da Praça Mauá sem entender português. O desembarque iniciou lá pelas 7h da manhã e nós ali. Amigo é para essas coisas. Mas, além dos dois amigos e outros 2.498 turistas, lá havia um batalhão de vendedores, falsos guias turísticos, prostitutas (nada contra a classe) ainda com a maquiagem de ontem, que as deixava out of place , ambulantes, taxistas, mendigos, oportunistas e alguns “veadinhos” saltitantes. Uma leve brisa amenizava o calor, mas fazia revoar os papéis, folhas secas e copos plásticos. Imagino o que sente um estrangeiro que começa a sua aventura carioca nesse misto de cidade desejada e confusão saindo do ar-condicionado para o calor tropical e ouvindo sons que não entendem, e todos oferecendo alguma coisa – de picolés a “rapidinhas”. Claro que nos viram de longe – duas pessoas abanando bandeiras da Noruega em pleno Rio não é exatamente uma coisa difícil de visualizar, mas disseram que, até ver as bandeiras, estavam entre o desalento e o desamparo. Com os abraços carinhosos que receberam, tudo mudou. Diga-se de passagem, não havia violência, só zoeira, barulho, e, no empurra-empurra, dois louríssimos não conseguiam caminhar. São viajantes experientes e sabem encarar situações incômodas, mas a combinação de Rio de Janeiro/Praça Mauá e fim da madrugada (todos acordam cedo para ver a entrada na Baía de Guanabara, que é espetacular) é meio complicada. “Ver vocês ao longe foi como nascer de novo”. Não sei bem o que isso quer dizer em norueguês, mas os imaginei como dois vickings chegando nos trópicos e cercados de tupiniquins ensolarados. Queiramos ou não, viajar é assim, e essas situações aumentam o nosso prazer, é o inusitado, o novo. Quando os levamos a uma feijoada na casa de amigos, o Kai olhou atento e perguntou: “É parte de uma cerimônia vodu? Ou black magic?” (Mas adoraram. Imaginem depois de uma semana com comida de bordo correta, um prato preto com paio, lingüiça, orelha de porco, carne seca e costelinhas.) Por isso, não adianta saltar etapas. E até por isso, resolveram ficar conosco no hotel até a saída do barco. Para conhecer um lugar, é preciso gastar a sola, é preciso ter tempo e aceitar o que vem pela frente – seja uma bela mulata, alguns flanelinhas ou bueiros que podem explodir (mas isso eu não contei; se contasse, passaria por mentiroso, até porque o Kai – o marido – é engenheiro e nunca acreditaria). Bem, adoraram o Rio! E estávamos numa mesa de rua a uns 100 m da Praça Nossa Senhora da Paz quando consegui traduzir com algum sucesso a plaquinha que estava presa a um chapéu de sambista na mão do pandeirista: “Se você não der, nóis toca”. O Rio é isso. Viva o Rio!

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Viva o Rio!

27 de fevereiro de 2012 0

De um tempo para cá, venho me esforçando para saber o que um estrangeiro pensa da nossa deliciosa confusão. Não do que eles dizem, pois são educados, mas o que vai pela sua cabeça vendo e ouvindo a nossa deliciosa confusão. O barco ficaria três noites no Rio e nós fomos recebê-los – nada de extraordinário; nos tratam tão bem no seu país que é o mínimo que podíamos fazer, pois são incansáveis quando estamos lá para cima, e, no ano passado, saíram de Oslo para passar um long weekend conosco em Paris. Foi ótimo o reencontro, e, sem dúvida, os tranquilizou. Imagine-se descendo num píer ao lado da Praça Mauá sem entender português. O desembarque iniciou lá pelas 7h da manhã e nós ali. Amigo é para essas coisas. Mas, além dos dois amigos e outros 2.498 turistas, lá havia um batalhão de vendedores, falsos guias turísticos, prostitutas (nada contra a classe) ainda com a maquiagem de ontem, que as deixava out of place , ambulantes, taxistas, mendigos, oportunistas e alguns “veadinhos” saltitantes. Uma leve brisa amenizava o calor, mas fazia revoar os papéis, folhas secas e copos plásticos. Imagino o que sente um estrangeiro que começa a sua aventura carioca nesse misto de cidade desejada e confusão saindo do ar-condicionado para o calor tropical e ouvindo sons que não entendem, e todos oferecendo alguma coisa – de picolés a “rapidinhas”. Claro que nos viram de longe – duas pessoas abanando bandeiras da Noruega em pleno Rio não é exatamente uma coisa difícil de visualizar, mas disseram que, até ver as bandeiras, estavam entre o desalento e o desamparo. Com os abraços carinhosos que receberam, tudo mudou. Diga-se de passagem, não havia violência, só zoeira, barulho, e, no empurra-empurra, dois louríssimos não conseguiam caminhar. São viajantes experientes e sabem encarar situações incômodas, mas a combinação de Rio de Janeiro/Praça Mauá e fim da madrugada (todos acordam cedo para ver a entrada na Baía de Guanabara, que é espetacular) é meio complicada. “Ver vocês ao longe foi como nascer de novo”. Não sei bem o que isso quer dizer em norueguês, mas os imaginei como dois vickings chegando nos trópicos e cercados de tupiniquins ensolarados. Queiramos ou não, viajar é assim, e essas situações aumentam o nosso prazer, é o inusitado, o novo. Quando os levamos a uma feijoada na casa de amigos, o Kai olhou atento e perguntou: “É parte de uma cerimônia vodu? Ou black magic?” (Mas adoraram. Imaginem depois de uma semana com comida de bordo correta, um prato preto com paio, lingüiça, orelha de porco, carne seca e costelinhas.) Por isso, não adianta saltar etapas. E até por isso, resolveram ficar conosco no hotel até a saída do barco. Para conhecer um lugar, é preciso gastar a sola, é preciso ter tempo e aceitar o que vem pela frente – seja uma bela mulata, alguns flanelinhas ou bueiros que podem explodir (mas isso eu não contei; se contasse, passaria por mentiroso, até porque o Kai – o marido – é engenheiro e nunca acreditaria). Bem, adoraram o Rio! E estávamos numa mesa de rua a uns 100 m da Praça Nossa Senhora da Paz quando consegui traduzir com algum sucesso a plaquinha que estava presa a um chapéu de sambista na mão do pandeirista: “Se você não der, nóis toca”. O Rio é isso. Viva o Rio!

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A Suíça Brasileira?

21 de fevereiro de 2012 0

No Rio de Janeiro algumas cidades tem a pretensão de se auto intitularem “a Finlândia brasileira” ou nesse caso, a “suíça brasileira”. Pois a suíça em questão é Nova Friburgo, uma cidade que foi quase arrasada pela forte chuva de janeiro de 2011. Nova Friburgo é uma cidade feia. A parte mais bonita fica nos arredores, na estrada por exemplo. Mesmo do centro da cidade, as montanhas dominam a paisagem. O centro é uma mistura de lojas e muita confusão. Aliás, o trânsito é um caos. Tem um valão e no fundo é possível ver uma favela. Seria uma favela suíça?? No centro, alguns prédios se destacam. O principal ponto turístico de Nova Friburgo é o teleférico, que foi destruído na chuvarada de janeiro de 2011 e provavelmente nunca será reconstruído, já que o muro desabou. Mesmo assim valeu o passeio para conhecer a cidade.

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Tarifas especiais para Londres

15 de fevereiro de 2012 0

Até 29 de fevereiro, a British Airways oferece promoções para a compra de passagens para Londres. Os bilhetes precisam ser utilizados até o final de  março deste ano. O valor para a classe econômica é de US$ 858 mais taxas aeroportuárias, com saída de São Paulo ou do Rio de Janeiro. A ação integra a parceria do VisitBritain com a British Airways no Brasil para a campanha “Great Britain, You’re Invited”, com iniciativas pelo mundo todo. A British Airways tem voos diários entre São Paulo e Londres e seis vezes por semana entre o Rio de Janeiro e a capital inglesa. Informações: www.ba.com/grabretanha

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Luxo no Carnaval

10 de fevereiro de 2012 0

Falta pouco pro Carnaval… Muita gente vai ao encontro dele… M uita gente foge dele… Pra quem é desse último time, sugestões que eu recebi nos últimos dias, para bolsos mais abastados. BENTO GONÇALVES Entre os dias 17 e 21, o Hotel & Spa do Vinho Caudalie tem uma programação especial, misturando colheita das uvas, jantares temáticos, brunch e um baile de Carnaval veneziano, com o tradicional uso de máscaras. SANTA CATARINA Localizado na região de Governador Celso Ramos, a poucos quilômetros de Florianópolis, o resort oferece pacotes de quatro a sete noites para o período de Carnaval. É considerado um dos resorts mais românticos da América do Sul, segundo o guia britânico Condé Nast. São 25 bangalôs luxuosos com vista para a Costa Esmeralda. Para a época de Carnaval, os hóspedes poderão participar das sessões de Sunset Yoga, todos os dias, no pôr do sol.  Informações:   www.pontadosganchos.com.br VIETNÃ E CAMBOJA Não sei se ainda dá tempo, mas vá lá, se não pra esse, pra outros carnavais: a proposta é navegar pelo Rio Mekong, passando por cenários que misturam natureza e tradição milenar, a bordo de um navio luxuoso com capacidade para 124 passageiros. As paradas incluem workshop para pintura em seda, em Tan Chau, ou visitas a um vilarejo de pescadores, mercados flutuantes e um templo budista. Ou ainda ao Palácio Real e Museu Nacional em Phnom Penh, a capital cambojana, e passeio guiado ao Parque Arqueológico de Angkor. A saída para o cruzeiro é em 20 de fevereiro. Informações:  info@firstar.tur.br

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Mais um dia em SP

07 de fevereiro de 2012 0

Hoje, desde que cheguei, é a primeira vez que chove. Uma boa pancada de chuva agora à tarde para dar um refresco ao calor. Quando tem sol é quente, mas não tem umidade e por isso é mais suportável do que em Porto Alegre. Algumas fotos. Abaixo, um lugar especial para quem curte livros. A Livraria Cultura da Paulista que é a maior da América do Sul, eu acho. Ontem à noite tinha uma bela lua no céu paulistano… E hoje num passeio pelo centro, para ir à Galeria do Rock, descobri essa igreja antiga. Se não fossem os prédios em volta, pareceria uma cidadezinha do interior… Decidi ficar mais um dia em São Paulo. Só sigo viagem na quinta-feira pela manhã bem cedo, em direção a Visconde de Mauá, que fica no sul do Rio de Janeiro, numa região serrana que faz divisa com São Paulo e Minas Gerais. É possível visitar os 3 estados no mesmo dia. E como a internet do hotel está pifada, consegui acessar a rede aqui no shopping 3, na avenida paulista, na Casa do Pão de Queijo…

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Bichinho é a meca do artesanato mineiro

02 de fevereiro de 2012 0

Minas tem uma paisagem interiorana meio Sítio do Picapau Amarelo, casinhas de pau a pique e lindas quaresmeiras floridas em setembro. Mas não se enganem , é muito árido no inverno , e este ano sofreu bastante com incêndios em suas reservas naturais. No verão muita vezes sofre com a chuva intensa e com o calor. Depois de um inverno chuvoso no RS, o que eu mais queria era aproveitar o bom tempo para fazer uma trilha a pé junto a Serra de São José   nas imediações de Tiradentes . A Pousada Pequena Tiradentes nos indicou a agência  para organizar o passeio que prometia uma caminhada de 2h até o pé da serra com direito a banho de cachoeira e passagem pela antiga calçada dos escravos. O tempo vinha sendo bom até demais,  pois fazia mais de 90 dias que não chovia em Minas , o que praticamente impossibilitava a cachoeira de ter qualquer vestígio de água. Aproveito para lembrar que o interior de Minas é um forno úmido no verão , portanto evitem esta época para visitar o estado, deixem a visita para o próximo outono. Tudo bem , não seria o pó da estrada que iria nos deter. No munimos de cajados e roupas frescas e seguimos nosso guia morro acima numa trilha bem cerrada no meio do mato. Tudo muito instigante, principalmente se descontar o fato de que nosso guia era quase mudo, ao contrário do que costuma acontecer, o guri não abria a boca , nem para responder nossas perguntas. O jeito foi tentar montar o quebra-cabeça com poucas peças mesmo. Calçada dos escravos A calçada dos escravos era uma passagem pelas montanhas que os locais usavam para desviar o ouro retirado das minas sem passar pela fiscalização da coroa. O que sobrou foram algumas pedras no chão. Ao final da trilha a marcação da Estrada Real mostra a importância destas paragens no mapa da riqueza colonial brasileira, ela ligava Minas ao Rio de Janeiro e Paraty e está demarcada por pequenos pedestais. Primeira Fonte – Ana Laura Diniz                           O segundo programa do dia foi visitar Bichinho , a meca do artesanato local. Não tente imaginar o tamanho da cidade , porque apesar de ter a fama de alimentar TODAS as lojas de Tiradentes e Ouro Preto ela é muito , mas muito mesmo , menor do que você possa imaginar. Pichação num muro , bem se vê que é uma meca de artistas Rua principal de Bichinho Uma boa dica é fazer o trajeto de 8km  a cavalo, principalmente se o carro que vocês estiver guiando for próprio! A estrada destrói até caminhonete 4×4, é um terror! Levamos quase meia hora para fazer os 8km. Além disto o passeio a cavalo é aprazível pois a paisagem é linda. Bichinho tem duas instituições quase oficiais, a Oficina de Agosto e o Tempero da Ângela . A primeira é o maior centro de artesanato local, uma bela visita. Oficina de Agosto O segundo é uma unanimidade entre os locais, o melhor restaurante de comida mineira da região. Mas não se assuste na entrada, ele é bem  simples (até demais, eu diria) mas o tempero é bão desmais . O charme maior é que a comida é servida sobre um fogão à lenha , onde ela está sendo feita. Tudo muito genuíno. Quiabo, feijão tropeiro, couve, torresmo e o que mais couber no seu estômago, antes de começar a azia. Um pouco do ambiente e moradores de Bichinho .                         Confesso que o artesanato local me decepcionou um pouco, acho que a globalização tem nos tirado a surpresa de encontrar coisas regionais. Quase tudo que vi por lá , tinha uma carinha de feira de artesanato já vista em outras bandas, mas eu sou suspeita , meio avessa a lojas. Como Bichinho é a origem de de quase tudo que conhecemos como artesanato mineiro, vale muito a visita. Quem gosta de garimpar , garanto que encontrará maravilhas e vai até me xingar, aceito de antemão o xingamento!   Dentre os artigos mais típicos estão estas cruzes de papel “escabelado” que eles usam nas portas de entrada das casas. Adorei todas , só esqueci de perguntar a história desta tradição. Depois me contaram que sobre a tradição das cruzes enfeitadas nas portas existe para celebrar a véspera do dia de Santa Cruz, 03 de maio, para que se tenha proteção o ano todo e são trocadas anualmente. Acabam ficando até o ano seguinte!     Para agradar com um presentinho bem típico , o símbolo do  espírito santo impera. Pombinhas brancas em todos os formatos. Para me despedir, duas  namoradeiras avisam que no próximo post vou contar sobre a Fundação Oscar Araripe e mostrar um pouquinho mais de Tiradentes.

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Bichinho é a meca do artesanato mineiro

Onde estão os hotéis mais caros do mundo

02 de fevereiro de 2012 0

Em 2011, os hotéis do Rio de Janeiro mantiveram seu posto entre os hotéis mais caros do mundo, conforme pesquisa do www.hotel.info , serviço de reservas online com mais de 210 mil hotéis em todo o mundo. O resultado apontou as cidades de Nova York e Moscou, capital russa, como sendo as mais caras do mundo, e o Rio de Janeiro está na sexta posição entre as mais caras quando o assunto são as diárias de hotel. O comparativo revelou, ainda, que existe uma tendência de aumento no preço da diária em muitas metrópoles européias. Mas em algumas cidades os hóspedes puderam se beneficiar com uma redução na tarifa, como em Xangai e Seul. A maior alta ocorreu em Paris. Confira os 20 mais caros: Ranking Cidade Novembro 2011 Outubro 2011 Novembro 2010 Comp. novembro 2010 e novembro 2011 em % 1. Nova Iorque 283,12 330,76 261,73 8,17 2. Moscou 249,01 254,33 228,55 8,95 3. Oslo 231,54 223,31 217,31 6,55 4. Tóquio 228,78 227,88 205,84 11,14 5. Londres 216,56 225,37 206,39 4,93 6. Rio de Janeiro 215,13 194,68 205,62 4,63 7. Singapura 205,62 206,21 196,40 4,69 8. Hong Kong 204,71 222,64 186,88 9,54 9. Zurique 204,02 212,05 198,31 2,88 10. Estocolmo 195,24 209,93 196,44 0,61 11. Kiev 185,08 187,82 186,47 0,75 12. Copenhague 182,67 171,52 166,21 9,90 13. Seul 182,51 215,96 196,87 -7,29 14. Paris 180,37 190,98 161,76 11,50 15. Helsinque 176,90 176,11 171,96 2,87 16. Amsterdã 169,82 187,60 159,65 6,37 17. Bruxelas 169,54 178,65 162,09 4,60 18. Buenos Aires 151,76 132,29 140,66 7,89 19. Roma 126,09 160,92 118,72 6,21 20. Xangai 125,48 135,22 132,29 -5,15

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Show de Elton John no Panamá

25 de janeiro de 2012 0

Vá lá que será preciso uma conjunção de astros, mas não custa tentar essa promoção da C opa Airlines . Quem viajar para Cidade do Panamá com a companhia aérea no período de 2 a 6 de fevereiro e indicar os códigos promocionais AFELTON, para o show de Elton John, ou AFLAURA, para o de Laura Pausini, poderá assistir gratuitamente a uma das apresentações. A promoção é válida para todas as bases onde a Copa mantém operações no Brasil: São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Manaus, Belo Horizonte e Porto Alegre. Para participar, é necessário comprar passagens aéreas para um período de permanência de dois a 30 dias , pelo site copaair.com e com os códigos promocionais. A entrada é creditada no ato da confirmação do bilhete. É válido somente um ingresso por reserva e enquanto durarem os estoques. O passageiro só pode escolher um dos shows. Solo Piano, de Elton John , será no dia 4 de fevereiro (sábado), enquanto Laura Pausini se apresenta no dia 6 (segunda-feira). Ambos no Figali Convention Center, na cidade do Panamá.

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Alimentos no Brasil

02 de janeiro de 2012 0

Sempre se soube que o Brasil é um grande produtor de alimentos. Isso todo mundo sabe, e não sou eu, que nunca plantei um pé de couve, que vou contestar. Mas, no último feriadão do ano com chuva, em Floripa, andei lendo até o Caderno Agrícola. E fiquei estarrecido ao ler que alimentos populares como feijão, arroz, e até a banana, vêm de países distantes e estão cada vez mais presentes na nossa mesa. O decantado celeiro agrícola Brasil registra avanço superior a 380% no ano na importação de alguns desses alimentos. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento. A importação de feijão subiu 56% neste ano, após crescer 24% em 2010. O feijão francês representa 31% das compras feitas pelo Brasil lá fora. A banana, símbolo do país tropical, também vem de longe – pior ainda, junto com os cocos da Tailândia. Alardeamos que temos terra, água, clima, tecnologia e mão de obra, mas para satisfazer a crescente demanda por produtos agropecuários – e é verdade. O que é que está acontecendo? Será que o consumo subiu tanto? Os produtores dizem que não. Somos grandes produtores de café, cana de açúcar e laranja; o segundo maior produtor de soja e o maior exportador de carnes. E aí? Um dos problemas reconhecidos é a precariedade de nossa infraestrutura de transporte, sua armazenagem e logística. Para se ter uma idéia, o custo do frete no Brasil chega a ser quatro vezes maior que em outros países exportadores , como é o caso dos Estados Unidos e Argentina. Surpresos? Eu também. A minha perplexidade foi a única razão que me fez transcrever parte do que foi publicado no jornal O Globo, do Rio de Janeiro. E eu ainda pergunto: será que a portuguesa Carmen Miranda iria sambar com frutas tailandesas no turbante?

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Jogando pra torcida

01 de dezembro de 2011 0

O futebol é, cada vez mais, a paixão do brasileiro. E o último fim-de-semana contribuiu mais para isso. Para quem acompanhou, a cada minuto mudava a classificação do Campeonato Brasileiro. O Corinthians  foi campeão antecipado por poucos minutos. O Inter estava na Libertadores, por pouco tempo. Foi um troca-troca de posições para deixar qualquer um com o coração na mão. Eu estava no Rio de Janeiro e acompanhei de perto essa emoção. Participei de um evento chamado Soccerex, organizado por ingleses, que acontece a cada ano em um lugar do mundo. Tudo de futebol é discutido, tudo é vendido em uma feira que acontece em paralelo. Clubes e empresas do mundo todo. Na prática, a Copa de 2014 já começou a bastante tempo. Neymar já ficou, empresas estão sendo montadas, governos se mobilizam. O efeito “organizador e priorizador” da Copa já está nas ruas. Porque ela é um sonho, com prazo. O que a Copa já está mexendo na economia, é impressionante.  Temos que ficar atentos para a transformação que é a Copa.  No evento, arenas sendo mostradas, cidades se vendendo como possibilidades de hospedar seleções, estádios inteiros podendo ser comprados ali, com múltiplas opções de cadeiras, gramas, iluminações, softwares de gestão. Tudo para que essa paixão mundial, cada vez mais, se profissionalize e cresça. Pelo que está sendo feito nos Estados Unidos, por exemplo, já em 2014 o futebol será o quarto maior esporte naquele enorme país, que nunca deu bola para o futebol. Eu, particularmente, gosto muito de acompanhar o comportamento das torcidas. Acho mágica essa paixão, que chega a extremos de fazer pais darem de presente a filhos recém-nascidos, camisetas do seu time. Que faz torcedores pedirem pra serem enrolados na bandeira do seu clube até mesmo quando morrem. Paixão que faz com que um clube como o Real Madrid tenha mais de 500 milhões de torcedores no mundo todo. Quando vou ao campo gasto muito tempo observando as pessoas. Chego a perder gol, por estar de costas para o gramado. Torço pelas torcidas. Os sentimentos mais primários das pessoas estão ali, em estado mais “puro”. No Brasil, futebol é mais do que futebol. É a cultura brasileira que se move em torno do futebol. Mexe com valores que vão além desse esporte. Por isso é importante que pensemos no que queremos construir que vá além da Copa. O legado que fica, além de estádios e turistas. O que nossas crianças vão ganhar com tantas escolinhas sendo montadas. Por tudo isso é que, no  próximo final de semana, o Brasil todo vai ficar enlouquecido.

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Te segura, ministro...

18 de novembro de 2011 0

Não me passa pela cabeça o que pensa um político – ainda mais ministro, e na capital, Brasília. Portanto, não deveria fazer conjecturas. Mas o nosso, já no telhado, perdeu uma grande oportunidade de “pedir as contas” no dia onze de onze de 2011 . poderia alegar algo esotérico – não íamos acreditar, mas até aí… forças do além, energia negativa; já acreditamos em forças ocultas em outra ocasião. E ele, do alto de sua autoestima, e com um ego do seu tamanho, se irmanaria a outros grandes acontecimentos. Afinal, em um triplo 11, nada pode ser por coincidência, mas tudo um sombrio desejo das trevas. Foram num dia 11: – o terremoto/tsunami no Japão (11/03); – o atentado em Madrid (11/03); – a catástrofe da região serrana do Rio de Janeiro  (11/01); – os atentados às torres gêmeas (11/09). Alguns, fingindo não acreditar na “maldição do 11”, devem ter passado a sexta-feira do dia 11/11 comemorando o ano novo da Era de Aquário, com especial atenção para o horário as 11h 11min, na hora de Greenwich, a legítima. Ainda bem que não acreditamos em bruxas…

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Para entender Florença e o Renascimento

09 de novembro de 2011 0

Se você for ao RIO DE JANEIRO até 11 de dezembro, aproveite para ir a FLORENÇA , na Itália, e conheça mais sobre o Renascimento… Explico: é que, até essa data, o Rio abriga uma exposição sobre os 500 anos de Giorgio Vasari, conhecido como o inventor do artista moderno e o primeiro historiador da arte. A mostra (“Giorgio Vasari e a invenção do artista moderno”) está na Biblioteca Nacional , comemorando os cinco séculos do nascimento desse pintor e arquiteto italiano, nascido em 1511, reconhecido como o primeiro historiador da arte. Vasari morreu em 1574. Incentivador de artistas como Michelangelo e amigo da poderosa família dos Medici , ele atendeu a encomendas de príncipes e papas. É ele o idealizador da arquitetura da Galleria degli Uffizi , hoje sede do principal museu de Florença, e autor das pinturas que decoram o Palazzo Vecchio, a atual sede do governo da cidade, e fundou a primeira academia de belas artes da cidade. Eu não soube tirar a foto com de dentro do vidro, mas ela dá uma ideia da grandiosidade da Galleria degli Uffizi. O Palazzo Vecchio O interior da Uffizi Foi obra dele também, a pedido de um dos Medici, Cósimo, a ligação, entre o Palazzo Vecchio e o Palazzo Pitti, uma nova residência da família Médici, do outro lado do Rio Arno. Esse caminho particular e elevado é conhecido como Corredor Vasari, que usava a galeria, a Ponte Vecchio sobre o Arno e uma passarela coberta sobre a rua. O corredor fica sobre a ponte, onde aparecem as janelas pequenas Conhecer esse corredor, onde está uma espetacular coleção de autorretratos, exige agendamento prévio. Em junho, fiz uma visita guiada por ali, com uma especialista em renascimento. Em função dos 500 anos de Vasari, há uma mostra especial na Uffizi, que se encerraria em outubro, mas foi prorrogada até 8 de janeiro . Eu recomendo. Serviço Giorgio Vasari e a invenção do artista moderno, até 11 de dezembro, no Espaço Cultural Eliseu Visconti Na Rua México, s/n – Centro – Rio de Janeiro (acesso pelo jardim da Biblioteca Nacional) De terça a sexta, das 10h às 18h Sábados, das 10h às 17h Domingos das 12h às 17h A exposição faz parte do calendário de atividades do Momento Itália no Brasil.

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Um pouco de aventura e artesanato entre Tiradentes e Bichinho

17 de outubro de 2011 0

Minas tem uma paisagem interiorana meio Sítio do Picapau Amarelo, casinhas de pau a pique e lindas quaresmeiras floridas nesta época do ano. Mas não se enganem , é muito árido no inverno , e este ano sofreu bastante com incêndios em suas reservas naturais. O que eu mais queria era aproveitar o bom tempo para fazer uma trilha a pé junto a Serra de São José   nas imediações de Tiradentes . A Pousada nos indicou a agência  para organizar o passeio que prometia uma caminhada de 2h até o pé da serra com direito a banho de cachoeira e passagem pela antiga calçada dos escravos. O tempo vinha sendo bom até demais,  pois fazia mais de 90 dias que não chovia em Minas , o que praticamente impossibilitava a cachoeira de ter qualquer vestígio de água. Aproveito para lembrar que o interior de Minas é um forno úmido no verão , portanto evitem esta época para visitar o estado. Tudo bem , não seria o pó da estrada que iria nos deter. No munimos de cajados e roupas frescas e seguimos nosso guia morro acima numa trilha bem cerrada no meio do mato. Tudo muito instigante, principalmente se descontar o fato de que nosso guia era quase mudo, ao contrário do que costuma acontecer, o guri não abria a boca , nem para responder nossas perguntas. O jeito foi tentar montar o quebra-cabeça com poucas peças mesmo. Calçada dos escravos A calçada dos escravos era uma passagem pelas montanhas que os locais usavam para desviar o ouro retirado das minas sem passar pela fiscalização da coroa. O que sobrou foram algumas pedras no chão. Ao final da trilha a marcação da Estrada Real mostra a importância destas paragens no mapa da riqueza colonial brasileira, ela ligava Minas ao Rio de Janeiro e Paraty e está demarcada por pequenos pedestais. Primeira Fonte – Ana Laura Diniz                           O segundo programa do dia foi visitar Bichinho , a meca do artesanato local. Não tente imaginar o tamanho da cidade , porque apesar de ter a fama de alimentar TODAS as lojas de Tiradentes e Ouro Preto ela é muito , mas muito mesmo , menor do que você possa imaginar. Pichação num muro , bem se vê que é uma meca de artistas Rua principal de Bichinho Uma boa dica é fazer o trajeto de 8km  a cavalo, principalmente se o carro que vocês estiver guiando for próprio! A estrada destrói até caminhonete 4