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Posts na categoria "Natal"

Três roteiros temáticos na França

27 de abril de 2012 0

Esses três roteiros temáticos têm como destino a FRANÇA, todos eles no final do verão/início do outono europeu, e focam em enogastronomia, história e castelos. Ainda que os temas sejam os mesmos, cada um tem propostas diferentes: 1 – O primeiro deles é organizado pela francesa, residente em Porto Alegre, Valérie Gallien , que leva aos castelos de sua terra natal, com hospedagens e almoços/jantares/passeios por castelos do Vale do Loire. 2 – O segundo, e que já acontece pelo terceiro ano consecutivo, é o do chef Philippe Remondeau, do porto-alegrense Chez Philippe , para o “Sudoeste Gastronômico”. Tem aula de gastronomia e degustações, hospedagens em hotéis de vinhedos, jantares e almoços gastronômicos… 3 – O terceiro é o Al Mondo , formado por um grupo liderado pelo chef Marcelus Vieira, de Ijuí, que terá um dos roteiros deste ano em Bordeaux, com pequenos grupos que participam de aulas de gastronomia e jantares exclusivos e fica uma semana hospedado em um chateau da região. 

Confira o post completo no blog Recortes de Viagem:
Três roteiros temáticos na França

Teotihuacan – onde os homens se tornam deuses , por Luciano Terra

07 de abril de 2012 0

Em uma manhã ensolarada de inverno percorremos os quilômetros que ligam a Cidade do México a Teotihuacan . Com uma temperatura amena e a luz radiante de um sol tímido da estação mais fria do hemisfério norte chegamos a uma região semiárida com uma vegetação nada exuberante. Apesar da beleza natural não encantar ao primeiro olhar, aos poucos fomos descobrindo toda a beleza do local “onde nasceram os deuses”. Muitos mitos mexicanos de origem pré-colombiana falam de Teotihuacan (ou Teotihucán, ou ainda em alguns livros “aportuguesando” para Teotihuacã) como um lugar especial e mítico e relatam que o sol nesta cidade seria o da “Quinta Era”, aquela na qual os povos mexicanos afirmavam viver antes da chegada dos espanhóis. Muitas informações se perderam ao longo do caminho e até hoje arqueólogos e pesquisadores se perguntam sobre a razão desta herança cultural e sobre o significado de seus monumentais templos e ruas. O que se sabe até hoje é que as mais antigas marcas do povoado na região teotihuacana remontam de 500 a.C. e que durante o século I d.C. foi traçada a sua mais famosa e imponente rua, a chamada Rua dos Mortos . Também desta época datam seus dois grandes monumentos: as pirâmides do Sol e da Lua. Sempre que leio sobre a história dos descobrimentos e visito lugares como este fico extasiado e imaginando como terá sido esse primeiro encontro. Do lado dos espanhóis, na sua presunção ocidental e europeia, onde tudo que era importante e sábio estava lá na sua terra natal e nos seus arredores, o espanto ao se depararem com tamanhas maravilhas, com pirâmides gigantescas no meio do nada, com povos com culturas tão diferentes e com valores totalmente distintos dos seus. Infelizmente a falta de tolerância e a necessidade de subjugar sempre foram mais fortes em toda nossa história, independente do povo dominador, e o desfecho não poderia ter sido diferente: o vencedor dando as cartas ao final do jogo. E para impor a sua vitória destruía tudo o que significava cultura local e era importante para esses povos. Felizmente algumas cidades já tinham sido abandonadas na chegada dos espanhóis no novo mundo e por isso estas foram as que sobreviveram mais intactas, involuntariamente é claro, a essa invasão (caso também de Machu Picchu no Peru).  Já do lado dos povos mesoamericanos, o que terão pensado ao avistarem objetos não identificados vindos de alto mar? Como não pensar em deuses flutuando pelas águas, “serpentes emplumadas” que nada mais eram que caravelas e suas velas flamejando ao vento? Teotihuacan sobreviveu à conquista espanhola e hoje uma visita a essa antiga cidade, além de uma aula de história a céu aberto, tem um toque de magia. Como não se sentir no passado rodeado de templos e pirâmides? Como não parar para imaginar como terá sido a vida naquela cidade hoje abandonada? Imaginar suas cores originais, sua vida, sua sociedade e seus valores. Hoje temos informações que arqueólogos nos passam, porém muitas dessas são suposições. Infelizmente não temos como ter certeza de muitos dados reais. Por outro lado temos que fazer um exercício enorme para entender seus rituais de sacrifícios humanos e seus valores em tempos tão remotos. O que posso lhes dizer é que ao subir no topo da pirâmide do sol pude sentir a grandiosidade desse local. A vista de 360 graus de toda a região nos faz sentir no céu. Montanhas em formato de pirâmide completam e harmonizam o cenário de magia e encantamento. Por sua vez, avista da pirâmide da lua e da rua dos mortos é encantadora. Nos sentimos em um mundo distante, porém muito próximo. Para os mais esotéricos, lugar perfeito para uma meditação, para entrar em contato com a energia do cosmos e dos antepassados; para os historiadores e antropólogos, local perfeito para explorações, descobertas; para pessoas curiosas e viajantes como eu, um local ideal para ampliar os horizontes, questionar valores e aprender um pouco mais sobre essa cultura milenar. Conhecer e aprender para respeitar e aceitar as pessoas com sua cultura e modos de vida distintos, este é o meu lema de vida e de viagem. Se você estiver preparado para aceitar o diferente sua vida será muito mais interessante e fácil.   Ao final do passeio saímos de lá um pouco mais encantados com a cultura desse povo que viveu a mais de 2000 anos atrás e que deu origem, junto a tantos outros povos, a esse país fantástico que é o México .

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Teotihuacan – onde os homens se tornam deuses , por Luciano Terra

Viajando por Viajar

29 de março de 2012 0

Viajando por Viajar é um título, mas também… carregar malas, esperar em rodoviárias, estações de trem ou aeroportos é apenas o início de um longo caminho que enfrentaremos pelo resto da vida. Não há dificuldades que nos façam parar – a mim e a todos que já começaram. Passa a ser o nosso carma, a nossa sina. Falo por mim. Já tenho planos para a próxima década. Quando os anos pesarem, continuarei, mas, em vez de levar minhas câmeras a mambembear, irei a uma só cidade, um apart hotel, “bien placé” e próximo a uma cardioclínica. Não quero fugir da realidade, mas reafirmo que encaro a vida por largura e não por comprimento. Viajar é e sempre será um prazer. Muda a arquitetura, mudam os templos, mudam os sabores, as lojas e os trajes. Tudo isso atrai. Até mesmo Portugal, que contraria tudo o que estou dizendo, é um bom destino. Lá o idioma é semelhante, a arquitetura é semelhante, a comida é semelhante, mas paga-se em euros – mau negócio, mas o que fazer? É ir ou não ir. Em outros lugares, o idioma que se fala nem sempre é compreendido. O alfabeto que se utiliza numa margem do rio não é sempre o mesmo do lado oposto. Até o tempo é outro: o calendário que orienta a vida do povoado em que estamos frequentemente difere do que é utilizado pela aldeia próxima. Às vezes, nem o Natal existe, o início do ano tem outra data e até o ano tem outra conta. No Nepal, por exemplo, os jornais vêm com duas datas, e com centenas de anos de diferença, mas, bem-humorados, os nepaleses comemoram os feriados em ambos. Viajar nos faz ver e sentir, ao mesmo tempo, os fascínios do mundo. Em um hemisfério, jardins com flores; no outro, os galhos já estão secos pelo outono e os nossos passos ficam marcados na neve. E o prazer e o mistério de viajar são nossas próprias convicções apresentadas às dos outros e com elas confrontadas – a oportunidade de aprender e de ensinar, sobretudo, a chance de se aprender, conviver e se divertir com gente diferente. Foto: http://www.sxc.hu/browse.phtml?f=download&id=254303

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Viajando por Viajar

Prêmio Capacete de Ouro

21 de março de 2012 0

O evento e o prêmio foram na terceira semana de dezembro, ainda no ano passado. Por que só relato isso agora? Bem, quando voltei ao nosso Porto, só se falava em Natal e no Papai Noel. Para ter a atenção de FACEiros e blogueiros, só se falasse do Santa Klaus. E, mesmo assim, seria inútil: com a minha barbinha, jamais poderia competir com a belíssima barba branca que os ilustradores da Coca-Cola desenharam. Além disso, ele tem renas – e voadoras – e eu, só um Volks, e já usado. Portanto, resolvi protelar, não disputar leitores com o Bom Velhinho. Bom é o termo que usamos, mas… e se forem verdadeiras aquelas estórias dele com as renas? Rascunhei isto ainda no avião, mas, convenhamos, dezembro, fim do ano, não é bem uma data para escrever. É para festejar. Escrever é uma atitude solitária, e dezembro é mês de confraternizações, abraços, festas e brindes. O dia era dezessete, e eu voltando aos pagos. Há muito tempo não ia a São Paulo. Para falar a verdade, até ia, mas só usava o aeroporto de Congonhas, cuja sinalização é das piores –  sempre me atrapalho, nunca sei para que lado ir. Se fosse no Oriente Médio ou na China, tudo bem, mas aqui e no meu idioma? Quem sabe em 2012 melhore…. O convite para o Capacete de Ouro , o maior evento de premiação automobilística do Brasil, me tocou profundamente. A escuderia Vemag foi para a pista pela primeira vez em 1960, e eu estava entre o primeiro grupo, mas nunca me dei conta que 50 anos haviam passado. Na minha cabeça, cinco décadas era algo remoto, algo que deveria vir envolto em uma bruma. Corríamos, na época, pelo prazer do momento, pela injeção de adrenalina, não para fazer história. E, agora, eu estava indo para reconstituir alguma coisa, ressuscitar uma época distante – e, quem sabe, até, ter que reinventar detalhes esquecidos em alguma entrevista. Enquanto esperava o embarque, via tudo com uma certa  incredulidade: 50 anos. Seriam mesmo 50 anos? Fiz a conta mais de uma vez. Ia como em busca de um passado, mas um passado que estava sendo passado de trás para frente, rápido como uma flecha, me levava – e já com data e hora marcadas, Limosine, luzes, hospedagem com minha maior referência em pilotagem: o Bird Clemente. Tudo muito irreal. Cinquenta anos haviam se passado – cinquenta estimulantes anos, sem dúvida. Não sou aferrado ao passado, não tenho nem taças nem um só troféu nas paredes (foram todos doados, e bem doados, a mecânicos, patrocinadores, colaboradores, companheiras do momento). Não me arrependo. Até hoje, insisto: meu tempo é  agora. Sem bagagem, saímos rápido. Lá estavam Bird e Luíza, à nossa espera. E foram 24 horas de abraços, papos, reencontros, telefonemas, saudades e lágrimas… por pilotos e chefes de equipe que foram na frente – como faziam antes em pistas novas – para um reconhecimento do terreno. Um deles, Jorge Lettry, como tributo, mereceria mais: filmes, livros, feriado nacional e estátuas em todos os autódromos do país. Tudo foi muito rápid e confuso. Na noite seguinte, no horário marcado, entramos no Via Funchal entre abraços, comentários, gozações. Alguns de nós não nos víamos há 45 anos. Enquanto isso, os convidados iam chegando, nos telões sempre projeções de corridas, sons de competições, fotos nossas e convidados ilustres. Ao nosso lado, Massa, Barichello, Kanaan, mais alguns da Indy que não sei o nome, gente que fez a sua história lá fora. Seninha e Hélio Castro Neves mandaram vídeos, que foram projetados. Estávamos próximos ao palco quando pediram silêncio. Só então, olhei para trás: 800 convidados sentados para a janta que seria servida. Dei razão aos que dizem que São Paulo é “outra coisa”. Tive orgulho. Me senti vivo, ativo e atento para encarar o momento. Confesso que me fez bem. (Segue)

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Prêmio Capacete de Ouro

Retomada

04 de março de 2012 0

Retorno aos nossos contatos após ausências de verão – ausências minhas e suas. Começou com o Natal, depois o fim do ano, o verão e o carnaval, atividades que desagregaram as pessoas. Cada um de nós partiu para o seu éden temporário. Confesso que senti saudade das postagens, da agitação e das amáveis cobranças que um Face provoca. Vejo que o tempo passou rápido, já estamos em março O mundo ficou mais confuso, o Brasil mais corrompido (é só ler os jornais) e as pessoas mais anestesiadas. As férias também mudaram com a parafernália de que dispomos. Antes, a gente dizia: fulano tirou férias. Ou, então, beltrano entrou em férias. Hoje a gente não entra nem sai… Férias? Sim, mas nem tanto. O telefone celular, a internet acabaram com essa conversa de férias. Tomara que seja só uma opção passageira. Retorno, assim, à Lomba do Asseio, mas sem muita convicção. Falando com as pessoas, me parece que a violência também aumentou, assim como a corrupção, a impunidade, a incompetência, o desvio de verbas o, excesso de imposto e, greves, também. Mesmo assim, a gente se despede nos reencontros e, entre abraços e sorrisos, diz: Feliz 2012! É março, o ano está começando. Não conheço outro lugar onde o verão desmobilize tanto o país; que outro lugar dá três meses de handicap a concorrentes? Também não conheço outro que, com todos os problemas dos próprios alagados e dos “ressecados” do pampa, dê um auxílio à agricultura de Cuba (78 milhões de dólares) – isso 52 anos após uma revolução que pretendia “salvar” o país e não consegue sequer alimentá-lo. São só constatações, mas não vem ao caso. Nossa rentrée vem a mil – ou melhor, a cinco mil. Continuamos depurando o Face – já tiramos ao redor de 900 (até ontem), mas continuamos com 5000. tiramos as pessoas jurídicas, os políticos, os spams , etc. A ideia é que vocês e nós aqui no Puxadinho não percamos o nosso tempo com propagandsa tipo Viagra paraguaio, shows de música sertaneja/universitária, etc. Somos já grandinhos para optar pelo que realmente queremos – e não aceitar o que tentam nos impingir.

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Retomada

Passarela para o infinito

28 de fevereiro de 2012 0

Já várias vezes escrevi aqui que não sou hábil com computadores, e tablets ; às vezes, até com telefone me atrapalho. Portanto, estando em Floripa – a antiga Desterro – fiquei surpreso ao ler no Estado de São Paulo um artigo sobre um assunto que havia circulado nas redes. O que li era de Elder Ogliari, a respeito da escultura Olhos Atentos e ameaças à sua retirada. Ora, se a prefeitura aceitou a obra, que foi colocada em lugar de destaque e de grande movimento de flâners , não cabe a ela, hoje, discutir a qualidade artística, gosto pessoal, valor ou não do artista, e se a peça é uma instalação ou não, se está bem ou mal situada. Podiam, no passado, não aceitá-la, mas, hoje, pertence ao nosso acervo , ao seu, ao meu, etc., independentemente do que alguns achem – e, além disso, o “restauro” tem valores perfeitamente pagáveis. Não creio que o prefeito Fortunati queira ou vá tirá-la. Não sei em que condições ele falou sobre a obra. Também não me parece que seja um homem de fazer as coisas “na surdina”. O conserto é barato se for feito por uma pessoa (é só o piso, não requer pintura). Agora, se fizerem um edital, depois criarem uma comissão, depois um grupo de trabalho, a vaca vai pro brejo – aliás, para o Guaíba, que é bem pertinho. Deixei este texto escrito quando fui tomar chuva em Santa. Sabiamente, a Carmem não postou. De volta a Porto Alegre, fiquei sabendo, pelo Britto Velho, que colore pátios e casas com suas belas obras, que o assunto já foi resolvido e, consequentemente, minha manifestação é extemporânea. Mesmo assim, resolvi postá-la. Sou um dos que gosta da Olhos Atentos , embora não seja chegado às instalações, mas a minha opinião é a mesma – inclusive sobre obras que, digamos, “não gosto”, e, daí, “o meu, o nosso” gostar não tem nada a ver. Todas as obras ajudam a formar o aspecto da cidade, e é isso que vale. NOTA: Já passaram uns três meses desde que prometeram restaurar? Minha semana de chuva, inesquecível, foi entre o Natal e o 31 de dezembro. Volto a Olhos Atentos e, para minha surpresa, tudo segue como antes no quartel de Abrantes. Meu caro e ativo prefeito, será que também vai ficar para depois da copa?

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Passarela para o infinito

Roteiro gastronômico pela Champagne, Alsácia e Borgonha

30 de janeiro de 2012 0

Nossa amiga e colaboradora Magda Garcia participa do projeto “A Vida é para ser compartilhada” com um relato de dar água na boca, acompanhem e se deliciem com as fotos do Rodrigo Garcia!     Em novembro de 2010 eu e meu esposo, Rodrigo, fomos conhecer na França as regiões da Champanhe, Alsácia – Lorena e Borgonha . Regiões famosas por seus vinhos e champanhe e de belezas naturais espantosas. Os bosques nestes meses ficam com um colorido alaranjado maravilhoso. Foi uma viagem tranqüila e pode-se dizer dedicada a boa gastronomia.     Em fins de novembro começam os Mercados de Natal ( Marché du Noël ) na maioria das cidades da região. Estes mercados estão cheios de barraquinhas onde se pode beber um vinho quente (vin chaud) para espantar o frio e comer bolos de amêndoas, churros com chocolate e comprar decorações e presentes de natal. São lugares alegres com música e onde as pessoas se encontram para aquecer as noites geladas do início do inverno .   Começamos nosso tour no   Chateau d’Ermenonville , que é um hotel localizada há uns 45 km de Paris, na pequenina cidade de Ermenonville. O Chateau fica a beira de um lago e é um lugar lindo, romântico e com um restaurante imperdível, a carta de vinhos é completa. ( Route A1 saida Ermenonville, N2 direção Paris Soisson )     Seguimos em direção a Reims que fica na região de Champanhe onde se encontram as mais famosas caves da França. O caminho estava lindo com os bosques outonais e o chão tapado de folhas, uma visão só possível nesta época do ano. Perto de Reims fica a cidadezinha de Chalons-en-champagne , destaco um restaurante, perto da catedral, que é muito conhecido pela sua comida francesa com toques de modernidade: “Au Carrillon Gourmand” ( 15,bis Place Monseigneur Tissier ). É um local muito procurado, portanto sugiro que façam reserva, mesmo nesta época do ano. É imprescindível visitar uma das caves onde nos mostram como se produz o champanhe e se pode degustar o produto ao final da visita. Eu conheci a cave Pommery , muito interessante com suas várias galerias.     Fomos de Reims para Verdun , emblemática cenário da 1ª   Guerra Mundial onde os soldados franceses resistiram nas trincheiras tentando impedir o avanço alemão. A batalha de Verdun durou mais de 1 ano e centenas de milhares de soldados morreram, tanto franceses como alemães. Almoçamos no Hotel Prunellia , na zona peatonal no centro de Verdun . O lugar é muito charmoso e aconchegante, cheio de móveis de época e além de um cardápio apetitoso.     Seguimos para Wissembourg cidade que fica na fronteira com a Alemanha com forte influência alemã, casas com enxaimel, e onde está a segunda maior igreja da França. No caminho passamos por Lembach onde fica o restaurante “Auberge du Cheval Blanc” ( 4,rue de Wissembourg – Tel: 00 33 3 88 94 41 86 ) .   Fantástico, a casa é antiga e foi um antigo posto de trocas de cavalo para o serviço de correio. É fácil de ser encontrado pois a cidade é minúscula e o Auberge se encontra no centro. Algumas especialidades são:   robalo com molho de trufas, panache de foie gras, etc       Estrasburgo estava muito decorada e iluminada, e a oferta de restaurantes é grande. Uma boa sugestão é o L’Ancienne Douane ,   um restaurante tipicamente alemão e, apesar de estarmos na França, se come muito joelho de porco e chucrute e se bebe mirabelle, um licor digestivo que espanta o frio , Mirabeille .           Em Colmar , a “Hostellerie Le Marechal” foi a opção para hospedagem, o restaurante do hotel é ótimo criando um ambiente aconchegante à beira de um dos canais da cidade.       E para finalizar a Borgonha , região conhecida como o estômago da França. Em Beaune sugiro o Hotel Le Cep e o restaurante “Loiseau des Vignes”. Este é um restaurante especial e um dos melhores de nossa  viagem gastronômica. Tem um diferencial na forma como serve os vinhos, eles possuem uma adega onde oferecem 70 tipos de vinhos que são servidos em taças de acordo com a escolha gastronômica do cliente, um espécie de jantar harmonizado onde os vinhos estão guardados  e conservados como se acabados de ser abertos. (31, rue des Maufoux)     Hotel Le Cep   Outra boa sugestão em Beaune é o Jardin De Remparts (10, rue de l’hotel Dieu ). O restaurante tem uma cozinha muito criativa com Tartar de Boeuf com Ostras ou Foie gras de canard poché , gellé aromatizada com hydromel .         Em Beaune sugiro visitar os Hospices de Beaune com suas telhas vitrificadas e sua farmácia e cozinhas muito bem conservados, foi  construído pelos duques de Borgonha para servir como hospital e a farmácia funcionou até algumas décadas atrás.       Ainda na Borgonha a Abadia de Fontenay foi fundada em 1118 por São Bernardo de Clairvaux e incluída no Patrimônio Mundial da Unesco desde 1981. Fontenay é um dos exemplos mais completos e mais bem preservados da arte românica cisterciense, caracterizada  por uma arquitetura austera e sem adornos, tanto nos edifícios dedicados à oração quanto nos edifícios consagrados ao trabalho dos  monges.     Também na Borgonha , Vezelay é conhecida com a “eterna colina” onde se encontra a Basílica de Saint Madeleine . A subida até a Basílica é muito bonita, estacionamos na base da colina e antes de subirmos almoçamos em um pequeno restaurante digno de nota “Le Cheval Blanc”, é uma hospedaria além de restaurante. Boa comida, excelente vinho e românticas paisagens! O que poderíamos querer mais!!!! Se você gostou deste post, curta nossa página no facebook para estar sempre em contato: https://www.facebook.com/pages/Viajando-com-Arte

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Passeio pelo Guaíba no final de semana

20 de janeiro de 2012 0

Um colega meu brinca com minha permanente vontade de conhecer novidades (provavelmente já tenha mencionado isso). Diz que eu vou até a inauguração de supermercado. Exagero, é claro. Mas que eu gosto de ir a um lugar novo para conhecer, isso é verdade. Por isso já estava preocupada com meu atraso em fazer a viagem de catamarã entre Porto Alegre e Guaíba , travessia iniciada em 28 de outubro do ano passado. Não tenho nenhuma ligação com Guaíba, a não ser a querida dona Marta, mãe de minha amiga Helena, e algumas incursões por fazendas que ficam do outro lado e oferecem áreas de lazer. Mas queria ir ao outro lado de catamarã, pra conferir como é . Já tinha ido até a hidroviária e até postei aqui, durante a Feira do Livro . Pois foi na extensa programação natalina com a família (como conciliar interesses de 18 pessoas?!) que acabamos embarcando nessa. Primeiro de tudo é bom ressaltar que não se trata de um passeio. É transporte coletivo, como se fosse ônibus ou metrô. Muito mais confortável, é verdade (ar-condicionado, poltronas confortáveis, wifi, bom atendimento…) Mas as pessoas transformaram a travessia numa opção de passeio de final de semana ( clique aqui para ver outras dicas de passeios rápidos ), talvez ansiosas por aproveitar melhor esse mundo de água pouco explorada que temos à disposição na capital gaúcha. AVISOS AOS NAVEGANTES DE PRIMEIRA VIAGEM: A passagem custa R$ 7 nos sábados, domingos e feriados (nos dias úteis sai por R$ 6) Se você for só fazer um passeio, compre a passagem de ida e volta em Porto Alegre. Nos finais de semana as viagens ocorrem de uma em uma hora. Você corre o risco de só conseguir voltar muito depois se deixar para comprar o ticket do outro lado, apesar de o catamarã ter 120 lugares. Se você não sentar nas janelas, a viagem de apenas 20 minutos não terá muita graça. Para isso, chegue cedo e vá para o início da fila. E, se quiser ver Porto Alegre, sente do lado direito (se estiver de frente para a entrada). Apesar dos esforços louváveis da prefeitura de Guaíba, ainda há muito pouco para se ver nos arredores da hidroviária (o único bar razoável na redondeza é o Caisinho, fechado no dia em que estivemos lá) e se o vento for muito forte ou frio, você terá dificuldade em caminhar no calçadão da orla. Mas se você tiver um pouco de disposição, pode vencer os muitos degraus que levam até o centro, onde está a Praça Gomes Jardim, para conhecer o chamado berço da Revolução Farroupilha (1835-1845), e ter uma bela vista da cidade. Na praça estão o busto e os restos mortais de Gomes Jardim, em cuja casa e sob a sombra do Cipreste Farroupilha foram acertados os planos para a invasão da capital da província, Porto Alegre, na noite do dia 19 para 20 de setembro de 1835.

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Café entre flores e plantas

18 de janeiro de 2012 0

Quem conhece não vai até a floricultura WINGE , na zona sul de Porto Alegre, apenas para comprar plantas e flores. Quem conhece vai também para passear, para fazer de conta que tem um pequeno jardim botânico no quintal da casa, do prédio, do bairro. Quem ainda não conhece vai encontrar um motivo a mais para incluir uma floricultura (!) no seu roteiro: agora há um pequeno e charmoso café na área de 33 mil metros quadrados. Inaugurado em 2 de dezembro, o espaço tem o jeito de Christiane Pudler, 39 anos, formada em Hotelaria pela Universidade de Caxias do Sul. Ela idealizou o Café&Prosa e acompanhou toda a reforma da casa construída em 1900, ajudou a descascar a parede para deixar à vista os tijolos originais, a calcular o lugar em que ficariam as mesas no espaço externo, estrategicamente sob a sombra de uma árvore frondosa. Christiane há muito pensava em ter um café numa pequena floricultura. E foi na Winge, frenquentada por ela desde criança, que juntou sua vontade à oportunidade. O desejo surgiu tempos depois de desembarcar do Concordia (onde ficou entre novembro de 2009 e setembro de 2010), o navio que foi a pique na semana passada na costa italiana. Nele, quis colocar em prática um gosto que já tinha experimentado em terra, a hotelaria e o desejo de viajar e se mover _ conheceu mais de 20 países, morou nos Estados Unidos, na Alemanha, em Fortaleza, em São Paulo, além de sua Porto Alegre natal. No espaço interno do café, além de objetos pessoais, muitas outras peças compõem o ambiente aconchegante, a maioria deles à venda para os clientes. No cardápio, doces e salgados, tortas, cafés, espumantes. Por enquanto, é ela sozinha se virando para atender as mesas da área externa e do interior e até isso foi projetado. Imaginou como enxergar, do lado de dentro, a quem está chegando e a quem pede alguma coisa sentado lá fora. E, entre um café e outro com os clientes, ela aproveita para exercitar a proposta do lugar: uma boa prosa. Serviço Café&Prosa Na Floricultura Winge, Rua Dr. Mário Totta, 963 Fone: (51) 3264-4954 De terça a sexta das 10h às 18h30min, aos sábados das 9h às 18h30min e domingos das 9h às 17h45min. Às segundas abre só à tarde Estacionamento gratuito no local

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África do Sul é um grande destino enoturístico

04 de janeiro de 2012 0

Bem amigos, depois de uma pausa para as festas de fim de ano, retomamos as atividades aqui no Enoblog. Mas nossa interrupção não ocorreu apenas por causa dos brindes de Natal e Ano Novo . Só agora estamos voltando de uma viagem pela África do Sul , e a partir de hoje vamos compartilhar com os leitores alguns detalhes desse grande destino enoturístico. Visitar vinícolas e vinhedos é um programa obrigatório pra quem viaja até a África do Sul. E o bacana é que as principais atrações ficam concentradas basicamente entre duas cidades, Stellenbosch e Paarl . Essa região vinícola fica cerca de 50 quilômetros da Cidade do Cabo , então é fácil combinar o roteiro enológico com outros programas. Pra mais autonomia, o melhor é alugar um carro, mas é preciso ter em mente que beber e dirigir também é crime na África do Sul. Pra quem não quiser se arriscar nem perder as degustações, existem serviços de van que partem dos hotéis e percorrem as cantinas . Bom, mas pelo que procurar? Em Stellenbosch, a Vergelegen e a Morgenster são boas pedidas, com bons vinhos e que ficam uma ao lado da outra. E na Morgenster ainda dá pra combinar a prova dos vinhos com uma degustação de azeites . Pra quem bosta dessas experiências combinadas, a dica é ir até a Fairview , em Paarl, pra degustar os vinhos e os queijos feitos na propriedade. Um pouco fora desse roteiro, mas que vale a visita, é a Steenberg , nos arredores da Cidade do Cabo, uma das vinícolas mais bonitas que eu já visitei. Última dica: se alguém estiver na Cidade do Cabo e não conseguir visitar nenhuma vinícola, vale ao menos dar um pulo na Caroline’s Fine Wine Cellar , uma loja com todos os principais rótulos da África do Sul e ótimo atendimento. Compartilhar

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Um Natal sem viagens

24 de dezembro de 2011 0

Na última década e meia , invariavelmente viajei para passar o Natal com a família. Neste ano, é a família que vem a mim. Então, não haverá viagem . Só aquela embalada pelo carinho dos irmãos, sobrinhos e agregados. Não vou desejar presentes maravilhosos nem ceias fartas ou decorações requintadas. Se elas fizerem parte, melhor. O que eu desejo mesmo é carinho e compreensão. Custam muito pouco e não enchem apenas uma noite. Lotam a vida. Na foto, biscoitinhos que minha irmã e eu tentamos fazer para esperar todo mundo

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Natal Luz- tradição europeia em Gramado

23 de dezembro de 2011 0

Sempre gostei muito desta época do ano , quando as cidades se enfeitam para as festas de fim de ano. Há alguns anos estive na Alsácia , região francesa que já foi alvo de várias disputas com a  Alemanha , justamente no mês de dezembro. Tirando o frio e a neblina, que me acompanharam quase todo o trajeto, não pude deixar de me encantar com as feiras de Natal e a decoração das cidades como Colmar , Strasbourg e Riquewhir .   Claro que a arquitetura local ajuda muito , pois por si só já cria um ambiente propício e colorido. Mas as delícias dos Dresden Stolen , biscoitos de natal e vinhos quentes temperados fizeram a alegria desta descendente de alemães de longínqua genealogia. Dresden Stolen     Fiz esta viagem em 2004 e desde esta época me alegro a cada ano em que vou a Gramado em dezembro e me deparo com o crescimento do Natal Luz . Apesar de problemas políticos , denúncias de corrupção, a população local não arrefeceu e fez uma festa maravilhosa. Este ano conta com a popularização da cidade na novela das 6h, “A Vida da Gente”.   T V GLOBO / Renato Rocha Miranda   A  profusão de cores já começa na estrada que parace enfeitada para as festas, os tobogãs de hortências emolduram os caminhos sugestivamente! São um presente da natureza que começam a florecer no início de dezembro onde predominam os tons de azul .     Numa versão local , este evento recria o clima germânico em plena Serra Gaúcha, com uma mistura de bom gosto e participação comunitária com resultados surpreendentes.   Avenida Borges de Medeiros , Gramado 2007   Além das ruas decoradas pelo poder público, os estabelecimentos comerciais se esmeram em criar um ambiente harmônico com uma proposta mais ampla de utilização de materiais recicláveis e confecção de enfeites pelas comunidades locais. Hotel Casa da Montanha 2007   O que impera é a ideia de que se todos participarem todos ganham, ninguém destrói, nenhuma luzinha desaparece das ruas! O cuidado com a cidade é motivo de orgulho para seus moradores.   Gramado  é tradicionalmente conhecida pelo seu ótimo chocolate e é o terceiro destino turístico mais visitado no Brasil. Mas dezembro não era tradicionalmente uma época movimentada, um exemplo de que turismo se cria com belezas naturais, História,  mas principalmente com ideias inteligentes e execução cuidadosa, além é claro de boa infraestrutura. Hoje é quase impossível conseguir hotéis durante o Natal Luz que vai do início de novembro até o meio de janeiro. Decoração 2011 Para as crianças são muitos atrativos, meus filhos sempre acreditaram que o Bom Velhinho morasse em Gramado, pois a Aldeia do Papai Noel funciona o ano inteiro como uma fábrica que se prepara para o Natal.   Estes candelabros em “cristal” confeccionados com as poluidoras garrafas pet são um exemplo do que a criatividade aliada à organização podem fazer!   Passeando pelas ruas pode-se encontrar Papai Noel dirigindo seu próprio carro ou conversando com com as crianças nas calçadas. A  Vila de Natal , com banquinhas decoradas é uma cópia das européias e este ano foi transferida para o Lago Joaquina Bier , onde tem mais espaço e atrações. Na antiga localização fica a árvore gigante e a parte mais típica, que  fica por conta da casa colonial que vende pães e cucas feitas na hora por habitantes das muitas linhas de imigrantes que formam a “Colônia” , nos arredores de Gramado . Ali também oferecem artigos produzidos artesanalmente nas hortas e pomares da região. Veio dali o melhor morango que já provei na vida, doce e suculento tingia a mão e a boca de vermelho , tão natural que era como se tivesse anilina. Pode-se visitar a região em passeios nestes simpáticos ônibus antigos!   A Igreja de Gramado decorada, parece aquela de nossos desenhos infantis , toda em pedra e num tamanho que cabe exatamente em qualquer sonho encantado! Logo em frente está a Rua Coberta, mais que um luxo uma necessidade no clima úmido e frio da cidade. Aqui a atração é a  Árvore Cantante e as patinadoras.   Só para constar , na  sexta-feira 2 de dezembro chegamos a cidade com uma temperatura de oito graus! Os turistas do norte do Brasil estavam de luvas e cachecóis e os nós, gaúchos, oficialmente acostumados com o frio, os invejando. Já passei as Festas na cidade com a lareira acesa e uma neblina que parecia a Lapônia. Decoração  Natal de 2011 Desde 2011 , uma inovação são a renas pintadas , inspiradas CowParade, evento que já circulou por 28 países onde esculturas de vacas são pintadas por artistas locais. http://www.cowparade.com/   O evento é coroado por shows de luz e som no Lago Joaquina Bier, o “Nativitaten” e por desfiles nas ruas principais da cidade “Desfile de Natal”. Nativitaten http://www.natalluzdegramado.com.br/atrativos/nativitaten     Desfile de Natal http://www.natalluzdegramado.com.br/atrativos/grande-desfile-de-natal “Fantástica Fábrica de Natal” O musical é uma das maiores atrações da cidade, com produção inspirada nos musicais da Disney, conta a aventura de uma criança levada por um anjo até a fábrica do Papai Noel. “Nesse mundo mágico, brinquedos e decoração ganham vida, enquanto ajudantes do bom velhinho trabalham freneticamente. Mais de 40 personagens integram este universo lúdico, que combina atuação, dança, acrobacias e efeitos especiais”. Não consegui ingresso para assistir a este espetáculo na Carrieri em Gramado . O mesmo espetáculo foi encenado em São Paulo em 2011, em versão pocket,  em comemoração a abertura da Super Loja das Casas Bahia, no Pavilhão do Anhembi. Um sucesso!   Fonte: Gramadosite.com.br  Confira a programação geral do Natal Luz no site:   http://www.natalluzdegramado.com.br/   A natureza também dá o seu show, olhem quem veio fazer um mini ninho na minha janela! Um lindo beija-flor.   ONDE FICAR Casa da Montanha . Muitíssimo bem localizado e, além disso, tem atendimento impecável. O charme do hotel alimenta ainda mais o clima de encanto da cidade. Fica na Borges de Medeiros que é a rua onde se pode circular a pé, sem carro. Além disso, tem arquitetura típica da região. http://www.hotelcasadamontanha.com.br/ Varanda das Bromélias Hotel Boutique . Tem quartos enormes, super bem decorados, com lareira e calefação. Localiza-se num bairro mais residêncial , relativamente perto do centro. http://www.varandadasbromelias.com.br/ St. Hubertus Estalagem. Um dos hotéis mais charmosos da cidade. Tem um visual lindo do lago e os quartos são deliciosos, com um astral muito aconchegante, fica ao lado do famoso Lago Negro. Rua Carrieri, 974. Telefone (54) 3286.1273. http://www.sthubertus.com/ Pousada La Hacienda. Tem seis charmosas e bem equipadas cabanas restauradas dentro do espítrito de preservação, numa fazenda em Várzea Grande. A localização é o ponto fraco , pois fica bem longe do centro da cidade , mas a beleza do lugar compensa quem prefere ficar bem isolado.   http://www.lahacienda.com.br/ Hotel Serrano . Fica no alto de um morro próximo ao centro, num lugar lindo. Foi reformado recentemente e está sendo administrado pela CVC. É um hotel enorme e sempre recebe muitos grupos. http://www.gjphoteis.com.br/hotel?alias=serrano-resort   Hotel Alpen Haus . Localiza-se no final da Borges de Medeiros , não muito longe do centro. O estilo é bem serrano com ótima infraestrutura, apartamentos grandes com mini copa. http://www.gjphoteis.com.br/hotel?alias=hotel-alpenhaus   Se gostaram deste post curtam a página do Viajando com Arte ( https://www.facebook.com/pages/Viajando-com-Arte/ )  no facebook para receber nossas atualizações.  

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Natal Luz- tradição europeia em Gramado

O pinheiro de Nova Petrópolis

23 de dezembro de 2011 2

Algumas atrações turísticas encontradas em folhetos de turismo às vezes decepcionam. É o caso desse “pinheiro multissecular” de Nova Petrópolis, que dizem ter mil anos. E não é pinheiro de natal, não… O tal pinheiro é a árvore à esquerda, no fundo. Com todo respeito, achei bem sem graça.

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O pinheiro de Nova Petrópolis

Cristãos ou não, todos curtem o Natal

23 de dezembro de 2011 0

O Natal extrapolou a religião e hoje se tornou moda em quase todos os países. No Japão, Tailândia, Malásia, etc. – ou seja, países não cristãos – o comemoram. Sabem quem também gostava do Natal? Charles Darwin – não só ateu convicto, mas o homem que, com a sua teoria da evolução das espécies , criou a mais bem-sucedida das contestações ao criacionismo. Pois bem, ele gostava do Natal. Darwin sustentou que os seres vivos não foram criados ao mesmo tempo e afirmou ser a seleção natural o principal fator da evolução. Sua convicção provocou uma onda de indignação na Inglaterra vitoriana e entre cristãos e judeus, para os quais foi Deus quem fez a Terra e o céu, a luz e as trevas, a água e o fogo, os animais e as plantas. A morte da filha Anne, em 1851, contribuiu para isso, apagou definitivamente a fé em um Deus generoso e protetor. Acreditando não existir ninguém no céu para ouvir suas súplicas, tornou-se mais descrente ainda, mas seguiu apreciando a mais cristã das receitas: o bolo de frutas . Quem os preparava era Emma, sua mulher, que além da apetitosa comida, lhe deu 10 filhos. Pois bem, repito: ele gostava do Natal, e não só, mas gostava também dos panetones, mesmo que eles recebessem nomes diferentes: panetone , panforte , pandoro , stollen , bolo natalino, christmas pudding , pan d’épices , etc. À mesa, Darwin não renegava a tradição. Emma tinha empregadas e não precisaria cozinhar, mas era algo que adorava – tanto que deixou um livro de receitas, 55 das quais estão no livro Mrs. Charles Darwin Book (Glitterati Incorporated, Nova York, 2008). As receitas trazem não só instruções de preparo como anotações pessoais sobre a vida doméstica da autora. Há receitas de croquete de peixe, rissole de batata, creme com queijo e mostarda e vários doces, entre os quais o pudim de maçãs assadas dos ingleses e o bolo de frutas, predileto de Darwin. Emma aperfeiçoou o bolo ao longo do tempo. A massa deveria ficar consistente para não se desmanchar quando o naturalista colocasse o bolo no farnel levado ao trabalho longe de casa. Não sei quando o livro chegará ao Brasil. Não que precise, mas seria bom saber o que os ricos da Inglaterra comiam – mesmo cientistas.

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Bacalhau

22 de dezembro de 2011 0

A ideia era escrever sobre bacalhau, um dos pratos de resistência no Natal italiano, ou seja, dos meus antepassados (a não ser que alguém tenha pulado a cerca). Aliás, a participação do idioma italiano – que se tornou o oficial – na comercialização do bacalhau, me surpreendeu. Só fiquei sabendo disso bem longe daqui ou da Itália. Foi nas ilhas Lofoten. Claro que você não sabe onde ficam. Mas não se preocupe, ninguém, salvo o Amyr Klink e os noruegueses, sabe. São na costa norte da Noruega, uma fileira de ilhas e ilhotas que protegem a costa, o que favoreceu para que pequenas baías se tornassem sede de companhias pesqueiras (sinto decepcioná-los, mas bacalhau não é um peixe, é um sistema de conservação; quatro espécies de peixe são mais usadas – mais ou menos como o charque: nunca sabemos a raça da vaca; eles, os especialistas, sabem, mas raramente o consumidor). Pois ali, nessas longínquas ilhas sem vegetação, existe o Museu do Bacalhau. E fica-se sabendo coisas curiosas – inclusive que bacalhau tem cabeça , embora você jamais a tenha visto. E para onde ela vai? Para a África; o maior comprador é a Nigéria, que, depois, exporta para os vizinhos. Os africanos, em geral, fazem aquelas comidas de tacho ou panelão que conhecemos no Brasil africano e acrescentam as cabeças de bacalhau. Nunca provei, mas devem ser ótimas. Se você já comeu, em Santa Catarina ou no Nordeste, sopa de cabeça de peixe, vai me dar razão. P.S. Se você se interessa pelo assunto, há um livro chamado Bacalhau , que me foi dado pelo Nestor Hein, com tudo o que se gostaria de saber sobre sua história e sua importância na época das navegações. Achei dentro do livro o roteiro para a visita do museu que ilustra a postagem. É longo para publicar – e, convenhamos, não deve interessar a muitos. O que interessa é o bacalhau no prato. E, como de hábito, o que vou comer no dia 24 é o de sempre. Feito pelas Duas Marias, que estão voltando da Santa Terrinha com receitas novas. Acho que é tarde para você conseguir este ano, mas, se você aprecia o prato, guarde este número: 51 9645-3511. Voltando ao Museu do Bacalhau, como disse, tenho o roteiro da visita (em inglês e italiano). Se lhe interessar, não custa fazer um xerox e mandar, por conta do Viajando , em agradecimento à companhia que me fizeram neste ano. O melhor, é claro, sería você ir até lá. O nome da primeira ilha é A . isto mesmo, só a primeira letra do alfabeto. Esses vickings têm cada uma!

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Bacalhau

Quem sabe uma viagem, para quem ainda não escolheu o presente de Natal...

22 de dezembro de 2011 0

A partir de R$ 200, você pode oferecer uma viagem, ou parte dela, pelo menos, se ainda não decidiu o que dar de presente de Natal. O vale promovido pela CVC, um cartão-presente, pode ser trocado por mais de 700 tipos diferentes de viagem no Brasil e Exterior. O kit tem manual de instruções, cartão com número de série, sacola, caixa-presente e cartão temático. Quem receber pode utilizar os créditos em até 18 meses. Informações: www.valeviagemcvc.com.br

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Quem sabe uma viagem, para quem ainda não escolheu o presente de Natal…

Fim de semana na fronteira oeste do Rio Grande - uma ótima opção!

21 de dezembro de 2011 0

Talvez muitos de vocês tenham muita vontade de conhecer mais do interior do Rio Grande e só estão esperando um empurrãozinho para zarpar. Pegando a estrada, céus do nosso Pampa, lindo demais Pois neste final de semana me fui em direção a fronteira oeste, eu tenho relação antiga com aquela região, pois a familia do Paulinho é de lá, “do” Alegrete. Os pelotenses dizem que são “di” Pelotas . Já os bageenses são “de” Bagé . E os alegretenses afirmam, com o orgulho natural dos que nasceram lá, que são “do” Alegrete. São da região, não só do Alegrete , mas de Uruguaiana , Quaraí , enfim são dos lados da fronteira oeste. Chegando em Rosário do Sul O rio Santa Maria bem baixo, a seca já começa a se fazer sentir Você pode sair de Porto Alegre em uma sexta-feira , até Alegrete são em torno de 480km, a paisagem é muito bonita e a estrada é tranquila, nada parecido com a BR 116 ou a free way, ou seja, sem stress. Eu aconselho 3 lugares bons para parar no caminho: Primeiro ali perto da entrada de Cachoeira do Sul tem o posto Papagaio, muito bom e sortido, depois perto da entrada de Bagé tem o Posto das Laranjeiras com um espeto corrido que saiu até em um programa de viagens da TV francesa e por último o velho e tradicional Batoví, que fica na entrada de São Gabriel ( uma das alegrias da viagem do Marcelo são os pasteis do Batovi, uma verdadeira refeição) Perto do Alegrete uma série de painéis homenageando a cidade através do célebre ” Canto Alegretense” do Nico Fagundes Você está se perguntando ” tá a paisagem é bonita, mas o que eu vou fazer por lá”?? Bueno, então já lhe respondo. Eu aconselharia você a ir até Quaraí e lá atravessar a ponte que liga o Brasil ao Uruguay , e ir passear e fazer compras em Artigas , gente é claro que Artigas não é uma megalópole, mas tem um free shop bem legal, uma daquelas lojas Neutral, muito sortidas, e com o dólar mais em conta as coisas são muito acessíveis, e para mim a grande vantagem – é vazio!! Vocês imaginam que estamos há apenas 1 semana do Natal e no sábado de manhã a loja tinha poucas pessoas, filas pequenas, tudo muito bom. E se você gosta de comprar uns vinhos chilenos então, vai achar muita coisa boa.Eu comprei um Santa Helena reservado Sauvignon Blanc por U$ 4!!! Um Castillero del Diablo rosé por U$ 8. Fora que adoro comprar aquelas comidinhas para levar pra praia, tipo molho Barilla, alcaparras, azeite de oliva, perfumes, etc, etc. Depois tem uma loja uruguaia que chama Montevideo, de coisas para casa, que é uma verdadeira pechincha! Cruzando a ponte que divide a cidade de Quaraí da cidade de Artigas, no Uruguay Artigas, uma cidadezinha muito simpática com um comércio bem sortido Cerro do Jarau, que fica no municipio de Quaraí, local que figura a lenda gaúcha Salamanca do Jarau , criada por José Simões de Lopes Neto , onde conta a história da princesa moura (Teiniaguá, como também é conhecida por muitos) que se abriga em uma furna do Cerro do Jarau . Feito isso você pega a Br 290 de novo e segue até Uruguaiana que  tem ao menos 2 hotéis bem bons para ficar, o tradicional Hotel Gloria –   http://www.hotelgloriauruguaiana.com.br/ E um mais novo que é o Hotel Presidente – http://www.hotelpresidenteuruguaiana.com.br/ E vamos combinar que cidade de fronteira tem lá o seu charme. Uruguaiana está muito bonita, ruas arborizadas e uma praça central totalmente renovada com um ótimo restaurante na praça e um café que tem muitas coisas boas para se aperitivar, chope gelado, assim no meio da praça, das árvores, uma bela opção para uma noite de verão. Por do sol em Uruguaiana, sob o Rio Uruguai  No dia seguinte você atravessa a ponte o vai até Paso de los Libres na Argentina , o Peso está bastante desvalorizado em relação ao Real, em consequência disto as coisas estão muito acessíveis pra nós por lá. Aduana entre Uruguaiana e Paso de los Libres Tem uns lugares que sempre confiro quando vou a Libres , uma é a loja chamada Zona Franca, tem de tudo em termos de vestuário, camisas Legacy, Brooksfield, Lacoste, La Martina a gente faz a festa. Depois tem a Rural  que tem aquelas coisas argentinas legais como mateiras de couro, coisas de prata, cuias com borda de prata, panos, porta retratos de prata, enfim todas aquelas coisas bacanas que só tem lá. Sem falar que eu adoro dar uma passadinha no super mercado eles tem umas coisinhas diferentes e muito boas. Nosso Pampa é um lugar incrível com uma riqueza cultural imensa, quando vou para a estância acho bárbaro observar como o gaúcho do campo valoriza suas raizes e tradições, seja na maneira de vestir, de se comportar, de montar a cavalo, tocar o gado. São valores dos quais eles se orgulham e passam aos filhos. É bonito de ver. Gauchos em dia de festa na Estância O chimarrão ou mate, eterno companheiro Brincando de tiro de laço O assado de ovelha não pode faltar   Passear pelos campos de dentro, estrardinhas secundárias, além da paisagem ser linda, de vislumbrar aquele horizonte ao longe de um “mundo grande sem porteira” você ainda pode ter a sorte de ver de perto muitos animais tipicos da região. Dois filhotinhos de Graxaim, ou Zorro como é chamado na fronteira Bando de Emas Capivaras nos açudes Termino este post com uma foto do por do sol no Cerro do Jarau, espero que vocês tenham gostado. Se gostaram curtam a página do Viajando com Arte ( https://www.facebook.com/pages/Viajando-com-Arte/ )  no facebook para receber nossas atualizações. “A cultura é aquilo que permanece no homem quando ele já esqueceu todo o resto.” ( Émile Henriot )

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Curitiba enfeitada para o Natal

15 de dezembro de 2011 0

Desde o início do mês, CURITIBA inaugurou uma nova atração na sua já reconhecida tradição natalina: uma Galeria de Luz. Composta por uma sequência de arcos e portais luminosos, a Galeria é uma obra do designer e artista italiano Valerio Festi. As mais de 50 mil lâmpadas utilizadas criam desenhos que se revelam a cada passo do público. Foi instalada em uma tradicional via da cidade, a Rua XV de Novembro, entre as ruas Barão do Rio Branco e Marechal Floriano Peixoto. O Desfile da Luz também integra o espetáculo. Bailarinos e malabaristas locais percorrem toda a Galeria em 20 palcos móveis. Ao lado da Galeria, há um painel de Pinheiros de Luz, iluminado através de doações do público. A cada contribuição, a pessoa recebe uma lâmpada para instalar no grande painel. A programação A Galeria de Luz fica em Curitiba até o dia 6 de janeiro. O Desfile da Luz ocorre até 23 de dezembro, de terça a quinta-feira, às 20h15min, e sexta-feira, às 21h30min. Nos dias em que não há espetáculo, a Galeria também fica acesa e tem sonorização especial. Informações: www.curitibacapitaldonatal.com.br

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Thanksgiving Day / Dia de Ação de Graças

14 de dezembro de 2011 0

O Dia de Ação de Graças é comemorado por norte-americanos nativos e imigrantes – menos os perus, que são abatidos aos milhões, mas não sei se por humor, bondade ou hipocrisia, um deles costuma ser salvo pelo Presidente. Diz o texto que recebi: Tudo começou assim: Em 1620, para escapar da perseguição por suas crenças religiosas, um grupo de pessoas deixou a Europa em busca de um novo continente para se estabelecer. Um ano mais tarde, metade deles havia morrido e o restante vislumbrava um futuro incerto… Graças ao auxílio dos nativos americanos, que viviam ao longo da Costa Atlântica dos Estados Unidos, os europeus sobreviveram. Quase quatro séculos mais tarde, pessoas de todas as partes do mundo vão aos Estados Unidos para buscar refúgio em relação a algum tipo de situação ameaçadora, e todos são bem-vindos. No Dia de Ação de Graças , os americanos agradecem por todas as coisas boas em suas vidas e lembram o quanto eles têm sorte de viver naquele grande país. Lembram, também, que todos, de certa forma, são imigrantes e devem dar o melhor de si para ajudar os menos afortunados. O Dia de Ação de Graças já passou, é sempre na quarta quinta-feira de novembro. Um dia após o “Thanksgiving Day”, tem início a temporada de compras de fim de ano. As lojas e restaurantes vão estar muito movimentados até o Natal e o início do novo ano. O novo imigrante que nos mandou este tocante resumo chama-se Raul Daudt . Fotógrafo reconhecido que tem ali o seu único filho, e, aos 75, recomeça nos States uma nova vida. Felicidades, Raul. A resposta vai com atraso, mas que os próximos dias de Ação de Graças preencham todos os teus anseios e também as saudades mútuas – a que temos de ti e a que sentes dos amigos queridos. E que a vida te sorria onde estás. Abraços.

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Bom Natal Sonho e Fé 2011 começa nesta sexta-feira em Bom Princípio

10 de dezembro de 2011 0

  Dois desfiles temáticos são as grandes atrações do Bom Natal Sonho e Fé 2011, que começa nesta sexta-feira em Bom Princípio. As apresentações contarão com 14 carros alegóricos e aproximadamente 800 pessoas da comunidade. Pelo segundo ano seguido, os carnavalescos Sérgio Guerra e Zé Cartola participarão da produção do evento, que também é feita pela

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