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Posts na categoria "Canadá"

Duas conversas: sobre o Canadá e caminhadas

27 de março de 2012 0

Dois bate-papos gratuitos estão marcados para esta terça-feira em Porto Alegre: um sobre o Canadá, para intercâmbio, e outro sobre caminhadas. Confira: CANADÁ Destino muito procurado para viagens de intercâmbio e turismo, o Canadá é o tema de uma conversa para quem pretende estudar, trabalhar ou viajar como turista àquele país. A palestra será com a superintendente da CI no Rio Grande do Sul, Ana Flora Bestetti. É nesta terça-feira, dia 27 de março, às 19h, na CI Porto Alegre (Rua Padre Chagas, 80, Moinhos de Vento). A entrada é gratuita. Interessados devem reservar lugar através do telefone 51-3346-4654. CAMINHADAS No Papo Viajante de hoje no STB, os  ecocaminhantes Suzy Ma e Ronaldo Costa conversam sobre chaminhadas. As curiosidades sobre a caminhada que circula o maciço montanhoso do Mont Blanc, cobrindo uma distância de 170km e passando pela França, Iltália e Suiça poderão ser conhecidas no relato de Suzy e Ronaldo a partir das 19h30. O encontro é a oportunidade de saber mais sobre a “ecocaminhada” que acontece novamente em agosto de 2012. Será no Espaço STB BRASAS (Anita Garibaldi, 1515). O Papo Viajante é uma atividade gratuita e os lugares são limitados. Confirmação de presença pelo telefone (51) 4001-3010.

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Uma exposição para Marilyn

23 de março de 2012 0

Exposição e mostra Quero Ser Marilyn Monroe! chega a São Paulo em março O brilho e glamour de um dos maiores ícones pop do mundo serão vistos em obras de arte e filmes, a partir de 4 de março, na Cinemateca Brasileira São Paulo, 06 de fevereiro de 2012 – A exposição e mostra Quero Ser Marilyn Monroe! chega a São Paulo só em março, mas já há gente querendo fazer fila na porta da Cinemateca Brasileira. Isso porque é a primeira vez que a maior e mais completa exposição sobre a grande diva do cinema americano vem ao Brasil e em curta temporada. O evento, que marcará o cinquentenário da morte da musa, acontecerá na Cinemateca, do dia 4 de março a 1o de abril, com entrada gratuita ao público. A exposição chega ao Brasil após grande sucesso de público nos principais museus da Europa, Estados Unidos e Canadá. A exposição traz 125 obras de vários artistas consagrados como Andy Warhol, Allen Jones, Peter Blake, Richard Avedon, Henri Cartier-Bresson, entre outros. A ideia do evento é contar por meio de pinceladas, imagens e filmes trechos da vida da diva, em estilos que variam da fotografia fashion ao Pop Art. Documentando a trajetória icônica da sex symbol favorita do cinema, a exposição revela facetas de uma das mulheres mais famosas e intrigantes do mundo, inclusive com uma releitura da frágil vulnerabilidade da grande musa. “A proposta da exposição é, antes de mais nada, uma reflexão sobre a Marilyn. Queremos que o público se ponha no lugar dela ao reviver sua existência pelo ponto de vista de artistas que a leram e releram ao longo dos últimos 50 anos e dos filmes que ela fez”, afirma Ricardo Comissoli, sócio-diretor da Admirável Entretenimento, empresa responsável por trazer a exposição para São Paulo. A exposição começa com a famosa Red Velvet Pose, de Tom Kelley, para a Playboy e continua entre os lençóis da cama de One Night with Marilyn, do fotógrafo Douglas Kirkland. Inclue Marylin em Here’s to You com champagne em mãos celebrando seu retorno a Hollywood. Momentos memoráveis da carreira da diva serão retratados tais como a famosa cena sobre a grade de ventilação do metrô, com Thomas Ewell, em Seven Year Itch, de Sam Shaw, e também fotografias tiradas nos bastidores em Misfits, de Ernst Haas. Além da exposição de obras de arte, haverá ao longo de todo o período uma mostra de cinema com os principais filmes da atriz: O Inventor da Mocidade (Howard Hawks) – 1952; Quanto Mais Quente Melhor (Billy Wilder) – 1959; A Malvada?(Joseph L. Mankiewicz) – 1950; Os Desajustados (John Huston) – 1961; O Pecado Mora ao Lado (Billy Wilder) – 1955; Os Homens Preferem as Louras (Howard Hawks) – 1953; Torrentes de Paixão (Henry Hathaway) – 1952. A Admirável Entretenimento é a empresa responsável por trazer ao Brasil a exposição, que é patrocinada e apoiada pela Operadora Oi, Shopping Iguatemi, Fox Filmes, Chandon e Belvedere. Segundo a diretora de Cultura da Oi Futuro, Maria Arlete Gonçalves, “trazer para o Brasil a exposição de Marilyn Monroe faz parte da estratégia da Oi, uma das maiores patrocinadoras privadas da cultura brasileira, de oferecer ao público grandes atrações internacionais de forma gratuita ou a preços populares”. Já Silvia Camargo, gerente de marketing do Shopping Iguatemi, um dos apoiadores culturais, afirma que “o shopping vem se firmando, cada vez mais, como um grande incentivador das artes e não poderia deixar de patrocinar uma exposição de uma das estrelas mais marcantes de Hollywood”. Serviço: O que: Quero Ser Marilyn Monroe! – Exposição e Mostra Quando: 04 de março a 1o de abril Onde: Cinemateca Brasileira – Largo Senador Raul Cardoso, 207 – Vila Clementino – São Paulo Entrada gratuita a todos os visitantes Site: www.marilynmonroe.com.br Informações para a imprensa:

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Programe-se para estudar no Exterior

23 de fevereiro de 2012 0

No dia 11 de março, quando todo mundo já deve ter voltado ao batente nas escolas e universidades, ocorre em Porto Alegre a feira de intercâmbio Expo Estude no Exterior. Será das 14h às 19h, na Associação Leopoldina Juvenil (Rua Marquês do Herval, 280 – no bairro Moinhos de Vento). A Expo, que é realizada em 14 países, no Brasil vai de 3 a 18 de março em sete capitais, com entrada é franca. Para participar é preciso se inscrever no seguinte endereço: http://edufindme.com/expo12 . Estarão em Porto Alegre mais de 30 expositores de Reino Unido, Estados Unidos, Itália, Espanha, Canadá, Austrália, Suíça, entre outros. O que se encontra numa feira como essa: informações sobre cursos de idiomas, high school, graduação, pós-graduação, mestrado, doutorado, MBA, escolas técnicas, estágios e oportunidades de trabalho remunerado.

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O Gilberto Gil tem razão: o Rio de Janeiro continua lindo

17 de fevereiro de 2012 0

Que a Luíza já voltou do Canadá vocês todos sabem. Eu só fui até o Rio e já voltei também. Não foi bem até o Rio. Fiquei em Ipanema e no Leblon. E alguém precisa sair dali? Pela primeira vez em muitos anos, tenho a impressão de que o Rio está se recuperando (menos o Galeão, é claro – o nosso portão de embarque foi mudado duas vezes em cima da hora, etc.; como é que um estrangeiro se safa? Não me pergunte). No fim de semana passado – o último antes do Carnaval –, na região em que eu estava passavam blocos constantemente. Bem policiados, e os jardins públicos e da Beira-mar todos protegidos com cercas e telas, banheiros químicos em quantidade (claro, ninguém sabe quanto chope vai ser consumido; portanto, calcular o volume do chope tomado e do expelido é coisa de profissional, como o Dr. Bruno Bertschinger). Mas me deu a impressão de que a prefeitura está querendo reeditar o Rio, aproveitando a sua luz, a sua cor, as suas rochas monolíticas e suas sambistas. É verão, fazia calor, mas não senegalês ou porto-alegrês . Mesmo assim, blocos na rua, bares lotados e, graças aos amigos e amigas, só andamos em botecos – botecos ótimos e com comida de boteco. No Rio tem até campeonato de comida de boteco – e que sempre resulta em livro (a foto de um ilustra a postagem). O que tem também o seu campeonato é a feijoada, que é servida sete dias por semana, 365 dias por ano. Aqui no Rio Grande, a Saúde só permitiria a venda no verão com um médico de plantão e ambulância na porta. Comemos duas vezes: ótimas, e estamos todos aí (até ontem) – isso que conosco estavam dois noruegueses que saíram de Oslo com 26° below ; mas,segundo eles, Oslo é no sul da Noruega e, por isso, não faz muito frio!!! E, até por terem gostado dos botecos e dos blocos, resolveram ficar conosco até a saída do barco. Caminharam o tempo todo. Eles sabem que, para conhecer um lugar é preciso gastar a sola, é preciso ter tempo e, como dizem os velejadores, aceitar o tempo que faz, o vento que vem e o amor que se tem – seja uma bela mulata, um bloco passando, um bueiro que, no Rio, pode explodir (mas isso eu não contei; se contasse, passaria por mentiroso, até porque o Kai, o marido, é engenheiro…). Bem, adoraram o Rio! E estávamos numa mesa de rua  no Leblon, num lugar chamado A Academia da Cachaça , quando consegui traduzir com algum sucesso a plaquinha que estava presa no chapéu de um sambista: “ Se você não der, nóis toca ”. Entenderam a tradução, mas não entendiam o meaning . Quando entenderam, começaram a rir, e devem estar rindo até hoje. O Rio é isso. Viva o Rio!

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Vinho livre de ressaca no dia seguinte

07 de fevereiro de 2012 0

Uma pesquisa de oito anos pode tornar o vinho mais agradável a pessoas que afirmam sofrer de dor de cabeça após ingerir a bebida. Hennie van Vuuren , da University of British Columbia, no Canadá, desenvolveu uma levedura (componente utilizado na elaboração do vinho) que impede a formação de substâncias que poderiam provocar uma enxaqueca ou ataques de hipertensão. Segundo o estudo, cerca de 30% da população mundial é sensível ao mal estar que pode ser disparado pelo vinho  - o cientista Van Vuuren inclusive. Compartilhar

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Vinho livre de ressaca no dia seguinte

Vinhos e dor de cabeça já não combinam mais

31 de janeiro de 2012 0

Uma pesquisa de oito anos pode tornar o vinho mais agradável a pessoas que afirmam sofrer de dor de cabeça após ingerir a bebida. Hennie van Vuuren , da University of British Columbia, no Canadá , desenvolveu uma levedura (componente utilizado na elaboração do vinho) que impede a formação de componentes que poderiam provocar uma enxaqueca ou ataques de hipertensão. Segundo o estudo, cerca de 30% da população mundial é sensível ao mal estar que pode ser disparado pelo vinho - o cientista Van Vuuren inclusive. Compartilhar

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Vinhos e dor de cabeça já não combinam mais

Paris... E para não dizer que não falei de flores

27 de janeiro de 2012 0

Paris tem de tudo. E repito caminhadas sobre a Cidade Luz porque gosto dela e por justiça, pois tem recebido, entre 65 e 70 milhões de visitantes/ano. Se não gostar dos lugares sobre os quais tenho escrito (duvido), você terá outros mil que valem a pena visitar. Por exemplo, se você gosta de incursões mais distantes, pode ir até o bairro chinês – que não é chinês, é vietnamita, mas tudo bem; para nós, se tiver olhos puxados, é chinês. Aproveite que faz frio e prove a sopa de tangerina (claro que esse não é o nome, mas assim eles entendem). Vale a pena, é única. Se quer emoções mais fortes, pode ir ao Bairro do Oriente Médio, onde, numa semana de protestos, incendiaram mais de 500 automóveis. Os bairros de origem afro são vários para você escolher, e assim por diante. Outra visita que posso recomendar – essa mais energizante – é ir ao mercado das pulgas (Porte de Clignancourt – sábado ou domingo é melhor). É a última estação de um metrô (que não lembro a cor), mas todos sabem, e o Semanário de Paris de A a Z está em todas as bancas por 5 Reais ; é ótimo, falando até em programas udigrudi , como daquele trompetista solitário que está se apresentando em um minúsculo teatro distante e conta, antes do show, a sua história, que, quando saíram de Cuba, formavam um sexteto, os Cuban Golden Boys . No México, com a primeira deserção, tornaram-se um quinteto; no Canadá do Pacífico, Vancouver, virou um quarteto e, ainda no Canadá, quando chegaram a Quebec, já eram um trio. De lá para a França foi um pulo, mas já chegaram como um dueto, e, em Paris, onde ele resolveu ficar, virou um solista. Mas não espere encontrar no mercado a confusão do passado. Entre o metrô e a entrada, tem de tudo – até armários, tapetes do Oriente médio e esculturas africanas. Lá dentro, você vai se encantar com tudo que você quiser e para qualquer bolso. Preços? Não sei, mas, como em toda feira, vá à luta, discuta e barganhe. Faz parte do negócio. É assim mesmo. Faca nos dentes e boa sorte, mas não exagere, é só uma expressão. Se quiser almoçar, jantar ou, simplesmente, beber alguma coisa, tem – bem no centro do marché , há um bar restaurante com comida de panela e uma pequena orquestra com músicos não muito jovens tocando músicas de Charles Trenet, Edith Piaf, e seu ex-namorado, Yves Montand, que, no seu início, cantava Country imitando cowboy com chapéu, botas, cinto e camisa xadrez. A orquestra, como disse, é pequena e o instrumento principal, obviamente, é o acordeon. Foto: Laerte Martins / arquivo pessoal

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Correndomundo, dica de blog de viagem

26 de janeiro de 2012 0

Recebi da própria autora uma dica de blog. A ALDEMA MENINE mantém, desde 2006, um blog prioritariamente sobre viagens. Ela iniciou despretensiosa, como um blog de família, e agora já conta com uma quantidade de acessos bem significativa. No ano de 2011 , Aldema fez viagens pelos Estados Unidos (Denver, no Colorado), Canadá (de trem, de Leste a Oeste) e  Europa (Estônia, Letônia e Lituânia). Natural de Rosário do Sul (RS) , professora aposentada da Universidade Federal de Santa Maria, tem 68 anos, três filhos e dois netos. Casada com o norte-americano Ronald Mckinney, vive atualmente entre o Brasil ( Alegrete e Torres) e os Estados Unidos (Paxton, Illinois). No final do ano, ela fez um balanço dos posts, que apontou como o mais popular um sobre a CHINA : “A China desperta muita curiosidade, sugere muitas perguntas e, em pessoas que a visitam, gera ambiguidades – o gostar-não-gostar é constante. É de impressionante beleza. Isso é. De tudo o que postei sobre a China, foi Xi’an o que mais impressionou. Pudera! O Exército de Terracota está entre as coisas mais bonitas que vi nesta vida andarilha.” Confira o restante do post em: www.correndomundo.blogspot.com Obrigada, Aldema, por compartilhar o post, que vai ficar de forma permanente nos links aqui ao lado.

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Correndomundo, dica de blog de viagem

Correndomundo, dica de blog de viagem

23 de janeiro de 2012 1

Recebi da própria autora uma dica de blog. A ALDEMA MENINE mantém, desde 2006, um blog prioritariamente sobre viagens. Ela iniciou despretensiosa, como um blog de família, e agora já conta com uma quantidade de acessos bem significativa. No ano de 2011 , Aldema fez viagens pelos Estados Unidos (Denver, no Colorado), Canadá (de trem, de Leste a Oeste) e  Europa (Estônia, Letônia e Lituânia). Natural de Rosário do Sul (RS) , professora aposentada da Universidade Federal de Santa Maria, tem 68 anos, três filhos e dois netos. Casada com o norte-americano Ronald Mckinney, vive atualmente entre o Brasil ( Alegrete e Torres) e os Estados Unidos (Paxton, Illinois). No final do ano, ela fez um balanço dos posts, que apontou como o mais popular um sobre a CHINA : “A China desperta muita curiosidade, sugere muitas perguntas e, em pessoas que a visitam, gera ambiguidades – o gostar-não-gostar é constante. É de impressionante beleza. Isso é. De tudo o que postei sobre a China, foi Xi’an o que mais impressionou. Pudera! O Exército de Terracota está entre as coisas mais bonitas que vi nesta vida andarilha.” Confira o restante do post em: www.correndomundo.blogspot.com Obrigada, Aldema, por compartilhar o post, que vai ficar de forma permanente nos links aqui ao lado.

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Pergunta

08 de dezembro de 2011 0

Recebi a seguinte pergunta do Leonardo, leitor do Viajando por Viajar : “Sou mineiro e uma das coisas que me surpreende aqui no sul é o antiamericanismo. Você, como gaúcho e viajante, participa dele? Leonardo, sou filho de europeus e tenho passaporte da Comunidade Europeia. Falo os idiomas da Europa, menos o alemão (apesar de haver trabalhado com eles e admirá-los), ou seja, me sinto melhor no Velho Continente, é mais ou menos a continuação da minha infância e juventude. Mas ninguém que tenha a minha quilometragem pode ter sentimentos antiamericanos ou anti qualquer nação inteira, muito menos se forem anglo-saxões. Veja o nível de vida a que chegaram (todos – só quem não vive bem lá são os “drop outs” e os que, por opção, não se integram à comunidade ou ao trabalho). Cito, entre eles, Austrália, Nova Zelândia, Grã-Bretanha, América do Norte e Canadá (será que tem mais algum?). Veja o percentual de prêmios Nobel entregues a americanos, e entregues por escandinavos . Imagine, pense (ou tente, pelo menos) no número de pessoas que estão vivas graças a suas invenções e descobertas (penicilina, sulfamidas, etc., bem como os suplementos alimentares infantis, vacinas, etc.). Têm uma constituição de 34 artigos, que é seguida, honrada. Há exceções? Claro que há, sempre há, mas pode-se ser contra alguns grupos de quaisquer nações, jamais contra uma nação inteira.

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Pergunta

Vancouver sempre em primeiro

15 de novembro de 2011 0

Mesmo quem nunca foi até lá espera ir, ou, pelo menos, já tem Vancouver na sua lista. É bonita, à beira mar, não neva, apesar de estar no paralelo 45 Norte, e tem uma topografia que até lembra Porto Alegre – desde que você imagine um rio que comece em Belém Novo e se junte com o mar onde é o nosso cais Mauá. São devaneios, claro, mas só para dar uma idéia. Aí você acrescenta um jardim que tem entre 200 e 600 metros de largura, que vem beirando o rio desde o mesmo Belém Novo – de que já falei – e o nosso cais do porto, com 16 km de comprimento. É o Stanley Park… todo verde e que, entre outras coisas, tem uma coleção magnífica de totens e tudo mais que você imaginar. E uma coisa que você nem imaginou: um “kids dryer”. Isso mesmo, um secador de criança . Mas vá devagar; não é um micro em que caiba uma criança, é um tubo com ar quente onde a criança (ou adulto) entra molhada por um lado e sai seca pelo outro. Assim, não precisam tomar o ônibus molhados de água salgada ou detonar o estofamento do carro do pai. Bem, mas essa estória só começou porque eu queria dizer que Vancouver, no Canadá, voltou a encabeçar a lista das cidades mais habitáveis do mundo . Já é o quinto ano em que ela consegue a melhor pontuação – portanto, não pode ser puxa-saquismo ou favorecimento. Em segundo lugar, ficou Melbourne, na Austrália. A lista é feita anualmente pela Economist Intelligence Unit . A sede dos Jogos Olímpicos 2010 conseguiu atingir 98%, numa combinação de 30 fatores : meio ambiente, cuidado sanitário, cultura, educação, infraestrutura, etc. Só como referência, Harare (no Zimbábue), ficou na última posição.

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Vancouver sempre em primeiro

Cavalgadas na Argentina e no Canadá

02 de outubro de 2011 0

Vai até amanhã, dia 3 de outubro, a exposição Cavalgada dos Extremos, de Eduardo Rocha , que mostra a passagem de um grupo de cavalarianos gaúchos pela Argentina e pelo Canadá. É no Moinhos Shopping , em Porto Alegre. Eles já foram motivo de outros posts aqui.

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Cavalgadas na Argentina e no Canadá

Torres e sequoias

09 de setembro de 2011 0

Está se aproximando a data em que veremos com o mesmo horror as cenas do ataque às torres. São cenas documentais, que chocam, mesmo dez anos depois. E com os nossos olhos já habituados a horrores: Iraque, Biafra, Afeganistão. Todos os anos, nós, blogueiros, twiteiros e FACEiros escrevemos coisas semelhantes. Três mil pessoas mortas em minutos, 9 h da manhã, alguns nem bem acordados ainda, com gosto de café e spretzels – ou muffings – na boca; na sua maioria, funcionários comuns, agrupados ali para um novo dia, igual ao anterior. Gente vinda de 76 países.  Religiões? Todas. Há alguns anos, passávamos  por uma estrada secundária, cheia de sequóias. Vínhamos do Canadá, e íamos em direção aos vinhedos da Califórnia, quando um lugar singelo, absolutamente verde e cuidado – como tudo no Estado do Oregon – chamou  nossa atenção. Situado num largo, à beira da estrada, um bar com loja de souvenirs , o simpático dono, ex-combatente no Vietnã e, quem sabe, amigos e vizinhos haviam feito uma homenagem às duas torres gêmeas, simbolizadas por duas árvores gigantes. Diz a inscrição, em uma espécie de altar, aos pés de duas sequóias: *Estamos hoje aqui reunidos, no primeiro aniversário do infame ataque ocorrido em Nova York. Dedicamos essas duas sequóias gêmeas, com mais de 100 metros de altura, à memória de todas as vítimas daquele trágico dia, vivas ou mortas. Oferecer um memorial vivo a todos cujas vidas foram despedaçadas, como as torres, é a nossa intenção. Essas duas árvores se manterão de pé como um monumento a todos os heróis que sacrificaram suas vidas cumprindo com o seu dever. Existem também os heróis invisíveis, que também devem ser homenageados: os 345 bombeiros voluntários . Pessoas sempre dispostas a oferecer seu tempo, sua energia e às vezes  até mesmo suas ocupadas vidas, para ajudar os outros. Muitas pessoas não se dão conta de que elas estão esperando até que seus serviços sejam pedidos urgentemente, desesperadamente. Essas duas árvores irão se manter de pé como um memorial vivo e como um monumento para a geração que chega. A nosso ver, a natureza, fazendo-as gêmeas, fez delas um memorial apropriado a todos cujas vidas foram para sempre alteradas naquele dia. A genética resistente da sequóia faz delas uma verdadeira maravilha da natureza. Quando cortadas, elas crescem novamente, com suas raízes muitas vezes formando novos grupos de plantas. Sua facilidade de se sobrepor às adversidades faz delas um monumento de luta e força Sua vontade de ressurgir é uma característica que nós, americanos, dividimos com elas. Elas lutam pelo direito à vida e se sobrepõem às adversidades (incêndios, vendavais, enchentes, etc.) com uma persistência singular. Nós estamos todos envolvidos nessa tragédia, alguns diretamente, outros nem tanto. Na realidade, os heróis somos nós, o povo dos Estados Unidos da América , que tem mostrado ao mundo que as palavras “ casa dos bravos” e “ terra da liberdade ” são de fato verdades. Nós, o povo, mais uma vez tivemos as nossas crenças duramente atingidas pela trama da morte e da destruição. Pretendemos que, nesta ocasional visita, se juntem a nós, auxiliando-nos para que o mundo saiba que nós não iremos esquecer o que aconteceu naquele terrível dia de setembro de 2001.* GOD BLESS AMERICA!

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Volta ao mundo com uma criança a tiracolo

30 de agosto de 2011 0

O título é de um texto publicado na página 2 do caderno VIAGEM desta terça. Tem muito mais coisa na página, confira lá, mas resolvi republicar aqui essa entrevista porque a história é bacana e mais ainda porque a foto que eu recebi agora é SEN-SA-CIO-NAL. Não poderia desperdiçá-la. Você não acha? Que inveja desse pequeno viajante Felipe! Veja abaixo a entrevista: Há poucos dias, eles estavam em Yogyakarta, na ilha de Java, na Indonésia. A comunicação não era muito fácil, mas eles enviaram um e-mail extenso, descrevendo um pouco da aventura de viajar por cinco meses com uma criança de dois anos.Claudia Ferraz Rodrigues Pegoraro, 35 anos, promotora de Justiça em Jaguarão (RS), e Marlon Sandri Pegoraro, 35 anos, policial rodoviário federal, estão há horas na estrada, carregando a tiracolo o filho Felipe. E descrevem tudo no blog Felipe, o Pequeno Viajante (felipeopequenoviajante.blogspot.com). Junto, o casal já conhece 54 países. Felipe, pasme, já tem no passaporte a passagem por mais de 20 nações. E ele já tem lá suas impressões de viagem: – Quando chegamos num terraço de arroz, em Bali, ele me olhou e disse: que lindo mamãe! – descreve Claudia. Zero Hora – Desde quanto vocês viajam com o Felipe? Claudia Ferraz Rodrigues Pegoraro – Fizemos uma primeira viagem grande com ele quando ainda não tinha três meses, aos Estados Unidos e Canadá. Os dois anos, agora, ele completou na Rússia. ZH – Como é viajar com uma criança tão pequena? Como vocês se adaptam? Claudia – A gente escolhe os destinos que a gente tem vontade de conhecer. Antes de o Felipe nascer, a gente achava que depois só iríamos à Disney e destinos do gênero, mas depois da primeira viagem, quando vimos que não tem mistério, fomos ficando cada vez mais corajosos. Claro que fizemos vários testes, em viagens curtas, perto de casa, até nos animarmos a fazer esta “volta ao mundo” de cinco meses. ZH – O que vocês acham que ele aprende viajando? Claudia – Não tem nada melhor para a estimulação de uma criança do que estar o tempo inteiro com o pai e a mãe. Se a gente estivesse em casa, ele estaria com a babá, na creche, seria bem diferente. Também dá a ele esperteza: ele está sempre ligado, cuida quando vem carro, como a gente anda na rua. Não acredito que ele vá lembrar de nada, mas tenho certeza de que ele vai adorar ver as fotos no futuro. ZH – Quais as principais dificuldades de viajar com o Felipe? Que cuidados vocês têm? Claudia – É preciso estar atentos à documentação, pois eles precisam de passaporte, vistos, como os adultos, e sempre é bom levar também uma cópia da certidão de nascimento, porque nos passaportes não tem o nome do pai e da mãe e isso pode causar problemas. A gente também faz um check-up geral de saúde antes de viajar, além de tomar todas as vacinas e ter um bom plano de saúde. ZH – É possível ir a qualquer lugar do mundo com um filho pequeno? Claudia – Se sobrevivemos à Índia com o Lipe, tudo é possível. É preciso ter energia e disposição, porque é muito trabalhoso – o tempo que antes a gente passava descansando, quando chegava ao hotel, agora tem que dar banho, lavar as roupas etc, mas vale cada minuto! Não tem alegria maior do que vê-lo correndo pelo Taj Mahal, comendo uma fruta diferente, brincando com crianças de todas as raças…

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Tropeada pelo Canadá

19 de julho de 2011 0

Eles já percorreram a PATAGÔNIA , até o Fim do Mundo, em 2010. Agora, estão no CANADÁ , para onde embarcaram no último dia 13. Doze integrantes dos CAVALEIROS DA PAZ participam da segunda etapa da Cavalgada dos Extremos. O lugar escolhido para a cavalgada é uma região selvagem e isolada ao oeste do país da América do Norte. De Vancouver, numa viagem de 90 minutos em um pequeno avião, eles partiram apara chegar  ao extremo norte do Lago Chilko. É uma região repleta de grandes ursos e águias que, nesta época, disputam salmão nas correntezas geladas dos rios. Apesar de ser verão no Hemisfério Norte, nessa região o frio chega a 0C nesta época do ano. Toda viagem pode ser acompanhada pelo blog do fotógrafo Eduardo Rocha: www.eduardorocha.fot.br . Nessa primeira foto, os cavaleiros ainda aparecem na cidade, curiosamente andando de limusine. Mas logo, logo haverá imagens como essas, captadas na expedição da Patagônia.

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Tubarões no Recife

11 de julho de 2011 0

O novo ataque a um surfista chamou a atenção para um velho problema. Nem tão velho, pois começou em 1992. Os tubarões são vítimas transformados em vilões. Seu habitat foi drasticamente modificado. Sem ter o que comer, mordem seres humanos. Por engano, dizem os especialistas, pois eles dilaceram, mas não comem. O que poderia reduzir os ataques de tubarões nas praias do Recife? A própria revista Época fez um bom estudo há alguns meses.  O cinegrafista Lawrence Wahba levou mergulhadores para o fundo do mar no Caribe, onde tem tubarões iguais aos da costa pernambucana. Os pesquisadores chegaram à conclusão de que o grande responsável pelos ataques foi o Porto de Suape, construído a 40 quilômetros do Recife. De 1947 a 1992, a região só teve um ataque. De 1992 até hoje, já foram mais de 50. O que aconteceu em 1992? O porto começou a operar comercialmente. Grandes áreas de manguezais foram destruídas para a construção do porto, e os rios Ipojuca e Merepe foram desviados. A área costumava ser frequentada por fêmeas de tubarão em reprodução. É provável que estas fêmeas tenham passado a procurar o estuário mais próximo, no caso, o Rio Jaboatão, localizado ao norte e que desemboca nas praias da região metropolitana do Recife. Agora que o estrago está feito, remediar é difícil. O trabalho de prevenção realizado é o mais completo do mundo. Há cinco vezes mais placas de sinalização que em qualquer outro lugar do planeta. Tentaram-se todas as fórmulas para solucionar o problema, mas nenhuma delas mostrou a sua eficiência e todas podem ser burladas. Pessoalmente, acho que a única é a liberdade geral e ampla de informação, que é o que fazem nos parques do extremo norte do Alasca, Canadá e Estados Unidos. Têm-se as informações e até auxilio para acampar, fazer trekking e o que se quiser, por mais ursos que existam. Vi isto no Denali Park , onde está o Monte Mackinley, o mais alto da América do Norte. E, posteriormente, na ilha de Kot(d)iack, onde tem um urso a cada 3 km 2 – a maior concentração que se conhece. Inclusive o Grizzly, aquele grande marrom que, de pé, atinge 3 metros de altura, e o preto, menor, mas furioso. Tem os cartazes, os rangers dão as informações e até emprestam recipientes onde colocar a comida sem que o cheiro exale. Recebe-se uma lista de como se comportar no caso de um encontro indesejado, e até um sininho para pendurar na mochila e alertar o urso, evitando que ele ataque por ser surpreendido. Recebe-se tudo o que se quiser, menos sugestões para não fazer – sabem que são inúteis. Cada um banca a sua vontade ou irresponsabilidade. Tenho a impressão que é o que deveria ser feito no Recife. Pena que alguns percam a vida ou tenham seus membros dilacerados, mas, contra a vontade, a irresponsabilidade, não há o que se possa fazer.

Aves migratórias

08 de junho de 2011 0

Já escrevi aqui que gosto de aves migratórias. Aliás, não só de aves, mas de animais migratórios em geral. Isto inclui os GNUS que saem do norte da África do Sul em direção a Tanzânia, passando pelo Malawi. São mais ou menos uns 2500 quilômetros, literalmente, em “ desabalada carreira “, passando por rios infestados com crocodilos, atacados por leopardos, chitas, tigres e leões. São milhões deles, milhões mesmo. Um GNU é uma vaca menor, preta e indomesticável. Outra migração interessantíssima são as renas que quando acaba o pasto na Laponia vão para a praia. Vão se agrupando e ficam olhando para uma outra margem que existe, mas que não se vê no horizonte. De uma hora para outra todas se jogam na água e vão nadando as cegas até a margem distante que o seu DNA diz que existe e que o pasto está intocado. As mortes eram tantas que hoje o exército da Noruega decidiu colocar em lanchões de desembarque, destes que vemos no cinema e as carrega até a praia da sua  imaginação. É uma coisa extraordinária, tanto das renas como do governo norueguês . Aliás, se você como eu gosta de aves migratórias, não deixe de ver o documentário ” Migration birds “. Existe em DVD e no cinema ficou poucos dias. Além das migrações  que falamos, existem migrações de muitos animais como as baleias que passam pelas nossas praias a caminho de Abrolhos. É claro, que de uma baleia, com aquele tamanho se espera qualquer coisa, inclusive que nade 7/8 mil quilômetros, só de ida. E de um beija flor? E de caranguejos o que se poderia esperar? Lembre que ambos migram também. Ver os ” nossos” maçaricos aqui na praia decolarem para o Canadá é ainda mais surpreendente. Um maçarico pesa 350 gramas. Os patos da Patagônia que aqui são abatidos a tiros, no Canadá, em Vancouver, são esperados com festa e viram artistas de TV. Eu os vi placidamente atravessando o Stanley Park em direção a praia, com um guarda de transito dando-lhes a preferência e ninguém buzinando.  Mas, acho que mais surpreendente ainda são as borboletas. Borboletas? Também migram? Sim, migram. A Monarca pelo menos. E quanto pesa uma borboleta? Sei lá, mas a verdade é que elas têm um roteiro inacreditável. Todos os anos partem do Canadá e dos EUA para passar o inverno no México. Só que agora andam diminuindo o que felizmente preocupou os cientistas. Vários fatores, tais como alterações climáticas, secas e outras mudanças no clima, bem como os pesticidas podem ser as razões para a queda significativa no número das que chegam ao México. Em um fenômeno pouco compreendido e quem sabe pouco estudado, as Monarcas migram em massa a cada ano e pousam nos galhos das árvores de áreas de floresta ao oeste das montanhas da Cidade do México. As árvores fornecem proteção contra chuva e vento, mas as florestas estão sendo abatidas e o clima aumentou com os estragos feitos pelo homem. A maior parte dos danos deve-se aos ventos, mas nós também temos parte da culpa.  +

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Aves migratórias

Crazy Horse

23 de maio de 2011 0

Há algum tempo atrás,  falava em uma radio sobre um monumento que estão construindo em South Dakota  nos EUA. É bem no norte. É que acima ainda tem North Dakota que é na fronteira com o Canadá. Dizia eu que estão fazendo um monumento com mais ou menos 160m de altura por 215 de comprimento. Vão levar mais uns 20 anos moldando a rocha. Lá não tem a estória de: deve terminar na minha gestão que tantos problemas nos trazem. Antes de eu completar, começaram a pipocar mensagens. Algumas gentis, dizendo que eu lera pés como metros e que um metro tem 3 pés, portanto eu deveria dividir por 3. Outras que eu tinha pirado de vez e outras dizendo que se era nos States, nem queriam saber. Aliás, quando se fala nos EUA o mais comum é o não vi e nem quero ver. Geralmente dito por pessoas que nunca foram até lá, mas não vem ao caso. Pensei, amanhã faço algumas reproduções do folheto e publico no blog. Estou falando do monumento, ainda em construção, ao cacique “ cavalo maluco ”, o Crazy Horse . O homem que se imortalizou com a frase: minha terra é onde eu descansar para sempre. Este conceito para um índio em 1877 é extraordinário. Chegando em casa, procurei pelo folheto, revirei gavetas, envelopes em que ponho informações de viagens e não achei. Como sempre fui um mau burocrata. Telefonei para o Mendelsky explicando, pois eu havia prometido. Ele disse, meio incrédulo, não faz mal…quando achares…paguei o mico e fiquei quieto. Neste final de semana, abro um mapa e encontro o desejado folheto. Havia ficado no envelope de mapas no motorhome. Já foi a praia, visitou o Atacama, subiu os Andes, desceu a Patagônia, mas só ressurgiu agora. Crazi Horse nasceu nas colinas de South Dakota, mais ou menos em 1842 e morreu com uma lança atingindo suas costas aos 35 anos de idade. Morreu defendendo seu povo e sua forma de vida. A única que ele conhecia.                                                                                                                                                                                                                            SEGUE

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Crazy Horse

Mais uma companhia aérea em Porto Alegre

05 de maio de 2011 0

A companhia aérea Copa Airlines será lançada hoje em Porto Alegre. Os voos iniciam em 15 de junho na capital gaúcha. Será mais uma opção para países como Estados Unidos e Canadá, além de diversos destinos em países caribenhos. A operação vai contar com quatro voos semanais de Porto Alegre à Cidade do Panamá. Os novo voo partirá do Aeroporto Internacional Salgado Filho todas as segundas, terças, quintas e sextas-feiras, à 1h32, com chegada ao Hub das Américas da Cidade do Panamá às 6h50. O retorno acontecerá todos os domingos, segundas, quartas e quintas-feiras, às 15h24, com aterrissagem em Porto Alegre às 0h27. A duração dos voos é de pouco mais de sete horas. Porto Alegre é o quinto destino da Copa Airlines no Brasil – depois de São Paulo, Rio de Janeiro, Manaus, Belo Horizonte e Brasília (que inicia as operações em 19 de junho). Da capital panamenha, a companhia faz conexões imediatas para cidades como Santo Domingo e Punta Cana (República Dominicana); Havana (Cuba); Cidade do México e Cancun (México); Miami, Orlando, Nova York e Los Angeles (EUA); Toronto (Canadá); Aruba; San José (Costa Rica); Bogotá, Medellín e Cartagena (Colômbia). Logo, não precisaremos mais ir a São Paulo para viajar a qualquer um desses lugares!

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