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Posts na categoria "Chile"

Termas do Vulcão, no sul do Chile

07 de maio de 2012 0

Não é por falta de atrativos que alguém deixará de escolher o CHILE como seu destino de férias. Como alternativa para o inverno, então, mais ainda. É com essas características que misturam natureza, aventura, vulcões nevados que uma região daquele país se vende: a Araucanía. Um dos circuitos foi batizado de “As Termas de Vulcão”, em função das estâncias termais ao longo do caminho. Começa em uma das cidades mais importantes do sul do país, Villarrica, a 82 quilômetros de Temuco, a capital da Araucanía. Entre as termas da região: a de Palguín, que tem uma piscina exterior com fontes termais entre os 36°C e os 52°C, no sopé do Vulcão Villarrica; as Geométricas , cujas águas fluem a 80°C, no Parque Nacional Villarrica, onde os visitantes podem nadar em 20 piscinas; e as Termas Vergara , com cinco piscinas com diferentes temperaturas e um tobogã de 20 metros. Uma das melhores formas de conhecer os circuitos do Território Andino/Lacustre é de carro , a partir de Temuco, a capital da Araucanía. A recomendação, porém, é sempre consultar as condições das rodovias com a polícia chilena, com o serviço de atendimento ao turista ou com a Corporación Nacional Forestal de Chile (Conaf). Informações: www.inviernochile.cl

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Termas do Vulcão, no sul do Chile

San Martin de los Andes - Amor antigo

29 de abril de 2012 0

Eu nem lembro bem em que ano conheci San Martin , mas seguramente faz muito tempo. Chegando em San Martin Para aqueles que não sabem, San Martin de los Andes é uma cidadezinha que fica na provincia de Neuquén , no sul da Argentina , há 158km de Bariloche . Com pouco mais de 24 mil habitantes, não dá pra se perder por lá. E garanto para voces, não mudou muito, o que nos dias que correm é uma benção. San Martin não foi tomada por nenhuma febre imobiliária, nem muito menos foi fruto de modismos passageiros. Ela continua lá, linda, charmosa e com muitos moradores que escolheram uma vida mais tranquila, longe do estress das grandes cidades. A cidade é banhada pelo Lago Lácar Tenho muitas passagens em San Martin, e lembro que ficávamos contando que tinha mais bons restaurantes do que Porto Alegre , é claro que hoje isto mudou muito, mas a cidade ainda tem uma dezena de ótimos lugares que não ficam atrás de nenhum restaurante bom por aí, com uma diferença bem importante: os preços são pra lá de baratos e tem opções para todos os paladares. É claro que San Martin não é só restaurantes, a razão maior de ir até lá é a nossa paixão pelo esqui. Da cidadezinha até a base do Cerro Chapelco são uns 15km, você tem a opção de alugar um carro no aeroporto na chegada para fazer este trajeto, mas também pode contratar um seriço de tranfer diário, muitos hoteis oferecem este serviço . O Cerro Chapelco tem pistas muito boas para o esporte e nos últimos tempos eles investiram em novos meios de elevação. Se você nunca tentou esquiar e pode, eu lhe dou um conselho: tente!! O cenário na montanha é espetacular, e de muito lugares se avista o vulcão Lanin, que fica na fronteira entre Argentina e Chile.   No Cerro tem várias opções de restaurantes/bares, onde se come desde sanduiches até refeições completas como um delicioso bife de chorizo .   Meios de elevação novos substituiram as velhas cadeirinhas da pista dos italianos É uma sensação incrível, e não tem idade , é claro que uma criança que não tem medo, vai aprender muito mais rápido, mas aqueles que já passaram da adolescência não precisam perder as esperanças, é possível sim! Os 3 primeiros dias são duros, mas se você vencer este desafio, nunca mais vai querer parar, acredite!! Sem falar que uma estação de esqui tem um astral fantástico, gente bonita, música, bares e restaurantes legais, visuais incomparáveis, enfim, você precisa ao menos tentar, para me dizer que não conseguiu, combinado? Eles tem uma infra estrutura muito boa para receber as crianças, meu filho esquiou pela primeira vez com 4 anos, neste caso as crianças ficam no jardim de neve, onde esquiam 1h pela manhã, e 1h  na parte da tarde, no restante do tempo, eles brincam, desenham, vêem filmes, fazem todo o tipo de atividade . Paisagens incríveis com o Lanin ao fundo Tem alguns lugares muito lindos em San Martin e arredores, vou dar aqui uma dica que pouca gente conhece, mas que vale muito a pena experimentar, pois fica no trajeto de subida entre a cidade e a montanha. Mais exatamente dentro do condominio Pahuén , e chama-se Wine bar , o lugar perfeito para fazer um pit stop na descida, ver o por do sol e simplesmente agradecer por poder estar lá. As fotos falam por si.     Você pode  tomar um vinho com algumas “picadas” (aperitivo) e apreciar o visual Uma boa dica de restaurante na cidade é o imperdível La Tasca , um lugar tradicional de San Martim, onde você deve provar a truta ou o javali com molho de frutas del bosco, eu não tenho fotos pra mostrar e acabei de descobrir que eles não tem site na internet, então você vai ter que confiar em mim ! Outro lugar que recomento para jantar é o restaurante Doña Quela , que fica na rua principal de San Martin, advinhem?Avenida San Martin! Este lugar é especial, começando pelo prédio que é de 1910 e abrigou o primeiro hotel de San Martin, decorado dentro do estilo de arquitetura patagônica, com muita madeira, objetos antigos que revivem a antiga glória do hotel. Em San Martin a gente pode saborear vários tipos de trutas ou este salmão do Doña Quella tem um toque meio tailandês.   E para o café a tarde nada melhor do que o Tio Paco, com mil opções de tortas, croissants e demais pecados da gula.   No próximo post vou mostrar para vocês um passeio que fizemos ao Parque Lanin , que fica perto de San Martin. É o passeio ideal para aqueles dias que por alguma razão não deu para esquiar. Um lugar lindo demais. Olhem só:

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San Martin de los Andes – Amor antigo

El Chiringuito - Lugar fantástico para quem vai ao Chile

13 de abril de 2012 0

Este restaurante foi indicação de um amigo que morou anos no Chile e passava as férias de verão em Zapallar. O lugar por si só já vale um passeio até lá, o El Chiringuito fica localizado numa linda baía e serve o melhor em termos de frutos do mar. Ao entrar, você verá uma decoração simples ,mas bonita, tudo de madeira com uma bela vista da baía, é do tamanho ideal. Na sequência de um terraço que fica como uma sacada para o mar. O lugar tem um astral ótimo. Estávamos em um grupo de 18 pessoas, e houve grande variedade nos pedidos,para beber provamos os Mojitos, pisco sour (que os chilenos disputam a autoria com o Peru), cerveja e vinho branco. Foi uma verdadeira orgia gastronômica, atacamos de porções de lula, polvo, camarões, centollas, machas recheadas com pesto, de comer ajoelhado!  Vinho Branco: Isso já depende do gosto de cada um, eu gosto dos leves, principalmente no verão, pedi um Sauvignon blanc que estava “rebueno” mas … sorry não lembro o nome, mas vinhos chilenos geralmente são ótimos! Eles explicaram que os pratos podem ser preparados de acordo com o paladar de cada um. Fomos super bem atendidos, notem que não é fácil atender 18 pessoas que chegam juntas, eles foram muito atenciosos, providenciaram os pratos das crianças bem rápido, enfim tudo perfeito e profissional Então fica aqui a minha dica: El Chiringuito Av Zapallar, Zapallar Teléfonos: (0)33 741 02

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El Chiringuito – Lugar fantástico para quem vai ao Chile

Para conhecer os vinhos da Espanha

14 de março de 2012 0

Nessa levada de viagens temáticas, está sendo lançado nesta quarta, em Porto Alegre, o Tour de Espanha 2012, uma visita por vinhedos e vinícolas espanhóis com acompanhamento da enóloga Maria Amélia Duarte Flores. Ela já explorou outros destinos como Portugal, Itália, França, Chile e Argentina (Mendoza e Patagônia). A viagem, entre abril/maio, inclui degustações exclusivas, jantares e almoços em companhia de especialistas etc. No lançamento, hoje, Maria Amélia faz palestra sobre as principais regiões vinícolas espanholas, descrevendo o roteiro e apresentando imagens de viagens anteriores, abrangendo Ribera del Duero, Rioja, País Basco e Penedés/Barcelona. Serviço A palestra terá entrada franca, sendo necessária confirmação de presença. Informações pelos fones 3025-2626 ou 9331-6098, ou e-mail: marilia@portobrasil.com.br ou vinhoearte@gmail.com 14 de março, quarta-feira, 19h30 Enoteca Conte Freire, Rua Des. Espiridião Lima Medeiros, 156 Bairro Três Figueiras, Porto Alegre RS Na foto, Maria Amélia em visita à Marques de Riscal  

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Para conhecer os vinhos da Espanha

Cavalgada, sol e mar

12 de março de 2012 0

Quando voltei do Rio, a cavalgada já havia passado. As pessoas ainda a criticavam. Pois sugiro que, antes de fazê-lo, procurem conhecer um pouco mais da história do RS e a importância do cavalo no nosso desenvolvimento. Quem assina o que leio agora é Elva Verlang Kramer: “Todos os anos, quando começa o verão, fala-se na cavalgada, e, quase sempre, mal ouço que é por amor aos animais, para protegê-los do esforço ao sol, etc.” Cada um pode ser contra ou a favor, gostar de cavalos ou detestá-los, mas achar que 200 km em piso macio e no plano é um grande esforço para o animal é um total desconhecimento do assunto. Acho até que um bando de pôneis o faria. Nunca ouvi nada contra os Cavaleiros da Paz, que saem por aí no inverno ou no verão; para eles e cavalos se proporem a andar  de 3000 ou 4000 km é normal. Eu mesmo os encontrei uma vez entre São Luiz e Mendoza e os acompanhei (de motorhome ) até a fronteira do Chile. Foi ótimo, passeávamos durante o dia e nos encontrávamos para a festança da noite, pois sempre eram recebidos por uma agremiação local. É bom lembrar que nós, motorizados, fazíamos por hora o que eles faziam por dia: mais ou menos 50 km. O que me pareceu (opinião de um leigo) foi que os animais iam bem, obrigado. Vida muito pior têm os que puxam carroças em Porto Alegre – esquálidos, com os ossos à mostra, chicoteados quando empacam. Quem sabe, existam outras razões, mas essa do esforço extraordinário por fazerem 200 km em vários dias com água fresca e comida equilibrada é de uma pobreza que dá dó. Se você der uma marcha ré nestas postagens, vai encontrar um relato sobre dois cavalos chamados Gato e Mancha, criados na fazenda do Dr. Solanet, acho que na Patagônia, que, com um médico suíço de nome complicado no lombo, foram até Nova York. Foram aclamados na Quinta Avenida, que parou para recebê-los. Isso mesmo, Nova York parou para recebê-los com confete, papel picado, etc., que é como são recebidos os heróis lá. Mais ou menos como fazemos aqui com os ministros defenestrados por patifarias, peculatos, etc. Não ficaram por lá (os cavalos) nem foram soltos em algum corredor, voltaram embarcados para, até o fim de suas vidas, ficarem se alimentando da mesma relva de onde nasceram: na fazenda do seu criador, o Dr. Solanet. Foto: http://www.sxc.hu/browse.phtml?f=download&id=1275127

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Cavalgada, sol e mar

Dicas de albergues pelo mundo

05 de março de 2012 0

Os albergues estão cada vez mais populares entre viajantes de todos os tipos. É comum encontrar famílias, idosos, patricinhas. Mas, claro, a maioria ainda é de jovens mochileiros. Por que escolher um albergue , em vez de um hotel? 1) Você conhece gente do mundo inteiro, a fim de trocar ideias sobre roteiros, as barbadas e as roubadas da cidade, além de indicar destinos que você não planejava conhecer até então 2) Os viajantes de todas as idades estão alegres, de bem com a vida, com espírito de confraternização 3) Os melhores albergues têm bares anexos onde sempre rola uma festinha animada, um happy hour, uma sinuca de fim de tarde e aquele bate papo pra definir onde vai ser a balada 4)  A maioria dos albergues é equipada com cozinhas comunitárias, além de servir o café da manhã incluso na diária. Portanto, quando você chegar cansado no início da noite de tanto bater perna, vai poder preparar uma comidinha caseira, comprada no mercado por preços módicos (até 70% menores do que nos restaurantes). Por mais simples que seja a refeição, ajuda a matar a saudade de casa 5)  É, o preço da diária também é um atrativo. Mas, pra mim, os outros motivos acima são ainda mais determinantes. E hoje há albergues tão seguros e confortáveis quanto hotéis três ou quatro estrelas Hostel Wombats Naschmarkt Vienna, o melhor que já fiquei (Foto: Divulgação) Este quarto da foto acima é no melhor albergue que já fiquei na vida: o Wombats Naschmarkt de Viena, na Áustria. Fica bem localizado,  em frente ao Mercado Público (como o nome leva a concluir), perto das atrações principais e do transporte público. O atendimento é ótimo, a segurança surpreende. Os corredores que levam aos quartos só abrem se você portar o cartão de hóspede, que precisa ser lido por um decodificador localizado no hall do elevador. Assim que a porta abre, você tem alguns segundos pra entrar e ela fecha novamente. Os quartos são limpos, organizados, com móveis novos (o albergue abriu em março de 2011). O bar do hotel… ou melhor, do albergue , é a sensação, um lugar com cerveja, drinks e petiscos a preço justo, música animada, mesas de sinuca e sofás confortáveis, tudo com um design moderninho. Depois do cansaço do dia, nem precisa ir pra balada, ela veio até você! O preço varia de acordo com a período do ano. Bar do Hostel Wombats Naschmarkt, em Vienna (Foto: Divulgação) Outros albergues legais: – Nice Camélias, em Nice, na Riviera Francesa : ótimos atendimento e localização, preço bom, lugar limpo e confortável, com uma boa cozinha e um bar espaçoso de frente para o jardim. O único inconveniente é que os quartos coletivos não têm armários com chave, o que redobra a necessidade de cuidado – Roma Mágica , na capital da Itália: na verdade é um apartamento, bem pertinho do Coliseu. São dois quartos (um pra casal e outro pra três pessoas), banheiro e cozinha. Tem café da manhã e te faz sentir em casa. Limpinho e seguro. E tem aqueles elevadores beeeem antigos, divertidíssimo – Los Amigos Opera , em Madri, na Espanha: os banheiros são coletivos, mas limpos. A internet é de graça. O clima é dos melhores e a localização, perfeita, a poucos passos do metrô e no meio de caminho pra qualquer atração. Fica num prédio antigo e ocupa o quarto andar inteiro, mas os quartos são pequenos – Kabul é o melhor de Barcelona, na Espanha.  Conseguir reservar um quarto é quase impossível, principalmente no verão. Uma opção bem localizada, segura, com internet, lavação, café da manhã honesto e bom clima é o Center Ramblas . – O Mundo Hostel é boa opção em Cracóvia, na Polônia. Preço módico, quartos limpos com banheiro particular, cozinha bem equipada, staff simpático, lugar seguro. Existem outros mais centrais, mas este fica a no máximo 10 minutos a pé de todas as principais atrações – Saindo da Europa e indo para o Peru, a capital Lima tem um bom albergue, da rede Flying Dog Hostel . Há dois bons em Miraflores, que é o bairro dos restaurantes, mais seguro e arborizado do que o Centro. Um albergue que NÃO indico é o Auberge Internationale des Jeunes, em Paris . Úmido, staff confuso, cozinha pequena, quartos que não condizem com a reserva feita (e paga) antecipadamente. E você, tem albergues pra indicar no Brasil ou em qualquer lugar do mundo? E albergues que são uma roubada? Conte aqui no blog, ajude outros viajantes independentes a se planejar com segurança, conforto… afinal, um bom albergue é meio caminho para garantir que a viagem vai ser excelente!

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Viajar com mochilão ou mala de rodinha? A escolha faz toda a diferença

21 de fevereiro de 2012 0

Mochilão ou mala de rodinha ? Ao programar sua viagem independente, como você vai levar a bagagem faz toda a diferença. O mochilão , normalmente relacionado com os jovens viajantes que se hospedam em quartos coletivos de albergues, traz muitas vantagens pra qualquer modalidade de viajante, inclusive os que se hospedam em hotéis bacanas. Isso, claro, se você NÃO sofre de problemas nas costas. Por exemplo: – Carregar uma mala de rodinha escadaria acima e escadaria abaixo dos trens e metrôs é pedir pra voltar pra casa sem as rodinhas. Certamente elas vão quebrar durante a viagem. Detalhe importante: em países desenvolvidos, os aeroportos têm linhas próprias de trens e metrôs, que te levam ao Centro mais rápido e com muito mais economia do que se você optasse por táxi. Você é incentivado a usar o transporte público e estar de mochilão numa hora destas facilita um bocado o deslocamento – A mala ocupa o lugar de uma segunda pessoa na rua. Quando você estiver caminhando pelas calçadas mundo afora, além do barulho irritante das rodinhas no cimento irregular, certamente vai passar por cima do pé de alguém ou, se estiver na França, vai ouvir xingamentos por ocupar lugar demais no passeio público. Mochila é prática, fica grudada no corpo e, no máximo, vão achar ruim que você ocupe o lugar de um gordo – Na esteira do aeroporto, ninguém pega a sua mochila por engano (muito menos de propósito). A maioria das pessoas viaja com mala e, como elas são todas muito parecidas, sempre rola uma confusão. Além disso, os viajantes costumam concluir que o mochileiro viaja com pouco dinheiro e nenhum pertence de valor. Portante, não há motivos pra surrupiar a mala do errante – Se você embarcar em viagens para lugares mais alternativos, como a Ilha do Mel, o Morro de São Paulo ou Jericoacoara, saiba que as malas de rodinha não vão a lugar algum! Nestes três lugares, as ruas são de areia (ou ladeiras íngremes, como na ilha baiana) e, claro, as rodinhas não servem pra nada além de atolar e te irritar. Você vai ter de carregar a mala na mão ou pagar para um nativo levá-la pra você. Então, por que não colocar o mochilão nas costas, simplesmente, e economizar a grana? – É, suas roupas não vão chegar ao destino final impecavelmente passadas (o que é ponto pra mala de rodinha ). Mas há técnicas pra reduzir o amassado (faça rolinhos com as bermudas, calças e camisetas), você pode preferir roupas que não amassam ou estender as roupas num cabide quando chegar ao hotel ou albergue (os albergues mais moderninhos são devidamente equipados) Eu voto em viajar com mochilão! Convenci? Ainda não acabou: mesmo que você decida viajar de mala , atente-se ao limite de peso permitido pela empresa aérea. Se for de mochilão , a escoliose agradece se o limite de peso não exceder 15% do peso do seu corpo. Não adianta levar uma roupa para cada ocasião da viagem, férias não é desfile de moda nem a Ilha de Caras (estamos falando de viajantes independentes, claro, afinal este é o público do blog). Pesquise qual a tempertura média no local de destino na época do ano que você vai viajar (sim, a primavera em Praga é mais fria do que o nosso inverno, com temperaturas médias de 10 °C em abril, por exemplo). Para uma viagem de 20 dias, se for primavera ou outono, duas calças jeans, uma calça de malha, um casaco-coringa que proteja de um frio não programado, um casaco mais leve, duas bermudas, 10 camisetas, dois pijamas, três vestidos, um par confortável de tênis, uma rasteirinha e um chinelo de dedo são mais que suficientes. Acredite, é possível sobreviver sem parecer mendiga, com conforto e praticidade. Você ainda pode incluir na mala um kit de primeiros socorros, produtos básicos de higiene (esqueça suas maquiagens, um pó e um rímel já ajudam a levantar o astral sem ocupar espaço significativo), um bom cadeado e uma toalha de banho. As roupas íntimas, lave no banho. O peso maior, concentre na base da mochila , e não nos ombros. Compre um modelo com proteção nas costas, que deixe o mochilão estruturada e tenha ajuste na cintura e nas alças, pra moldar melhor ao corpo (a escoliose agradece, de novo). Eu uso uma de 45 litros, que cabe tudo que preciso e ainda permite que eu leve dentro uma mochila menor, vazia . É que, apesar de ser uma viajante prática, não resisto a umas comprinhas. Além disso, a mochila reserva serve pra carregar casaco, garrafa de água, guia de viagens, bloco de anotações, câmera fotográfica, frutas e bolachas nos passeios durante o dia. Ah, e não desgrude do passaporte! Em qualquer país, rico ou pobre, há espertinhos de olho nas oportunidades de furtar o documento internacional alheio. Há pochetes pra você usar dentro da roupa que ajudam a manter o passaporte beeeem perto o tempo inteiro. Investimento de R$ 20 que vale a pena. Se você se hospedar em albergues com banheiro coletivo, leve o passaporte junto, dentro de um saco plástico. Não é exagero, garanto. Então, arrume o mochilão e boa viagem!

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Vinícola chilena faz vinho de outro mundo

07 de fevereiro de 2012 0

Creditada a Dom Pérignon quando fazia a degustação do primeiro Champagne, a frase “ estou bebendo estrelas ” está mais perto de se tornar verdade. Literalmente. O último vinho lançado por Ian Hutcheon , dono da chilena Tremonte Vineyard , recebeu um ingrediente peculiar durante a fase de envelhecimento: um meteorito com 4,5 bilhões de anos, artefato espacial que acabou por dar nome ao rótulo. Com cerca de 8cm de diâmetro, a pedra foi colocada em um dos barris de Cabernet Sauvignon da vinícola durante a fermentação malolática e ficou lá por 12 meses . Depois, a bebida foi misturada com outros preparos da mesma variedade e rendeu 1,1 mil caixas. O Meteorito não é vendido na cantina, mas no observatório espacial de Hutcheon, que é amante da astrologia. “A ideia é dar a todos a oportunidade de entrar em contato com algo do espaço “, afirma. Compartilhar

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Vinícola chilena faz vinho de outro mundo

Os eleitos do NYT para 2012

06 de fevereiro de 2012 0

Costumo dizer, assim que começa cada novo ano, brincando: “acabou o ano”. Mas, vá lá, é início de fevereiro apenas e tem muito 2012 pela frente , suficiente para programar muitas viagens e conhecer muitos lugares. No início de janeiro, o jornal americano New York Times publicou uma lista com 45 destinos mundiais para se conhecer em 2012. De cada um deles, acrescentou uma pequena ficha e os motivos pelos quais vale a pena visitá-lo. Do Brasil, o destaque é PARATY. Republico a lista inteira, ainda que com atraso, para inspirar suas viagens, para você fazer aquele X nos “esse eu já conheço”… Para ler o texto do New York Times, clique aqui. 1. Panamá 2. Helsinki (Finlândia) 3. Myanmar 4. Londres 5. Oakland (EUA) 6. Tóquio 7. Tanzânia 8. Patagônia chilena 9. Lhasa (Tibet) 10. Havana (Cuba) 11. Moscou 12. Glasgow (Escócia) 13. Puebla (México) 14. San Diego (EUA) 15. Halong Bay (Vietnã) 16. Florença (Itália) 17. St. Vincent (Caribe) 18. Moganshan (China) 19. Birmingham (Inglaterra) 20. O espaço (isso mesmo, viagens espaciais!) 21. Kerala (Índia) 22. Paraty 23. Koh Rong (Camboja) 24. Viena (Áustria) 25. Chattanooga (EUA) 26. Dakhla (Marrocos) 27. Maldivas 28. Malacca (Malásia) 29. Algarve (Portugal) 30. Tahoe (EUA) 31. País de Gales 32. Antártica 33. Uganda 34. Ucrânia 35. Península Samaná (República Dominicana) 36. Dubrovnik (Croácia) 37. Chiloé (Chile) 38. Jordânia 39. Crans-Montana (Suíça) 40. Montpellier (França) 41. Nosara (Costa Rica) 42. Coreia do Sul 43. Lodz (Polônia) 44. Dalarna (Suécia) 45. Portovenere (Itália)

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Sob encomenda, o deserto do Atacama

31 de janeiro de 2012 0

Eu sabia que minha amiga Vera não ia resistir à provocação feita num post aqui dias atrás. Ela enviou, como eu imaginava que faria, fotos e comentários sobre o que viu pelo DESERTO DO ATACAMA nas suas férias de dezembro. Vamos ao que ela conta: “Depois deste desafio público, tive que me apresentar. Realmente o Atacama é lindo, com paisagens de tirar o fôlego. Acho que seu encanto está na diversidade de opções: de lagoas salgadas nas quais não se afunda a imensas rochas no meio deserto, sem falar em paredões de areia e os gêiseres – jatos de água quente brotando do solo. Enfim, tem passeio para todos os gostos. Te mando algumas fotos dos locais que mais curti. Laguna Miscanti Separada da Laguna Miniques apenas por uma faixa de terra, é uma gigantesca poça de água de um azul tão forte (quase azul marinho) que te deixa deslumbrado ao avistá-la do alto da estrada. Ao fundo, a cordilheira com imensos vulcões completa a paisagem. Igrejinha na cidade A Igreja de San Pedro de Atacama fica bem ao centro da cidade, em frente à Plaza de Armas. Ela é toda construída em adobe (assim como muitas construções em San Pedro) e foi inaugurada no século 17 no local onde foi rezada a primeira missa da cidade em 1557. Em 1957 foi declarada monumento nacional e, em 2001, foi invadida por vândalos que queimaram várias imagens sacras, incluindo a de San Pedro. Gêiseres O maior desafio para ver os gêiseres de El Tatio é acordar na madrugada e enfrentar o frio abaixo de zero ao chegar o local, que está situado a uma altura de 4.300 metros. Mas na medida em que o sol vai esquentando, a sensação melhora e até pode-se caminhar mais descontraidamente. O motivo de chegar tão cedo é que neste horário a atividade dos gêiseres é mais intensa e o contraste com a falta de luz é maior. Ou seja, quando o dia vai clareando, fica mais difícil de ver os jorros de fumaça quente que brotam do chão, dando ao lugar uma atmosfera de fim do mundo. Ao lado dos gêiseres existem piscinas de água quente onde é possível tomar banho. Salar de Tara A ida ao Salar de Tara exige um pouco de calma, pois se sobe a quase 5 mil metros de altitude, portanto é legal ir se aclimatando, com paradas no meio do caminho e o mesmo serve para a volta, pois uma descida muito rápida causa enjôos, tonturas e náusea. Mas o passeio vale a pena, no caminho cruza-se com várias formações geológicas de até 25 metros esculpidas pelo vento. Vale da Lua É um dos passeios mais próximos de San Pedro (12 quilômetros) e muitos costumam ir até lá de bicicleta. É um vale com formações rochosas singulares que possuem um aspecto de solo lunar. Por isso, a Nasa faz pesquisas e exercícios de simulação de pousos na lua por lá. Entre as formações, a Pedra do Coitote é um dos pontos tradicionais para fotos. Um dos locais predileto dos visitantes, o Vale da Lua fica junto ao Vale da Morte, que também é deslumbrante, com catedrais de sal por onde se caminha e costuma-se fazer silêncio para ouvir o sal estalando nas paredes. Seguem ainda fotos da fauna local (vicunhas e flamingos) que podem ser observados aos milhares durante os passeios. A foto do vôo dos flamingos são dos meus amigos da Atacama Experience (atacamaexperience.com.br) agência gaúcha especializada nas belezas chilenas. Os aventureiros começaram pela Patagônia e agora estão explorando a fundo o Atacama. Vicunhas Vôo dos Flamingos

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San Francisco, para além da Golden Gate

24 de janeiro de 2012 0

A Luiza Renata Motter é uma amiga antiga e moradora de uma região menos explorada nos arredores de San Francisco, na Califórnia. Faz tempo que tinha prometido , mas agora nos manda dicas para explorar a East Bay . Este roteiro é para quem deseja explorar o outro lado das famosas e exuberantes pontes ao redor de San Francisco , onde o turismo não é tão popular. Irei me deter mais no lado leste da península ( East Bay ) que tem acesso pela  Bay Bridge . Da ponte avistamos o Porto de Oakland , que foi o primeiro grande porto da costa do Pacífico (1852) e é o quinto mais movimentado dos USA.      Vista parcial de SF Bay tirada de Tilden Park (lado esquerdo- Bay Bridge e SF ao fundo; lado direito- Golden Gate Bridge) Também podemos visitar Oakland Museum of California, dedicado a história, arte, cultura e ciências naturais da California. Oakland Chinatown ,  os chineses foram os primeiros asiáticos a chegar a Oakland (1850).  Chabot Space and Science Center (1883), um planetário digital com três  telescópios enormes abertos ao público.Da última vez que estive lá, foi para acompanhar a eclipse lunar. Lake Merrit é o maior lago localizado em uma área urbana com 5.44 km de circunferência.      Oakland – Lake Merrit (Wikipedia)    Na polêmica e multicultural cidade de Berkeley , minha predileta, está situado a primeira sede do sistema de universidades da California-UC (1868). Considerada uma das cidades politicamente mais liberais dos USA. Nos anos 60 aconteceram várias manifestações em UC Berkeley tais como: Civil Rights Movement -Vários grupos étnicos, principalmente os negros, lutaram pelos mesmos direitos civis. Free Speech (1963-64)-  Liberdade de expressão política e distribuição de informações em geral. Vietnam Day Committee (May 21 e 22, 1965): 35.000 pessoas protestaram contra a guerra do Vietnam. UC Berkeley- Library and Campanilla (onde um estudante asiático tentou o suicídio se atirando da torre, porque tirou a nota 9 invés de 10 em um teste ).                                                                                                                                                                                                       Telegraph Avenue , uma das avenidas de acesso a UC Berkeley, se tornou o foco do Movimento Hippie originado em San Francisco.     Telegraph Avenue   People’s Park  resultou em um conflito por mais de um mês entre hippies e o exército, com a morte de um manifestante, pela ocupação de uma pequena área da UC Berkeley. Com união e força a comunidade construiu um belo parque, que é um modelo de reciclagem de quase tudo: frutas e verduras orgânicas que sobram de feiras ecológicas, roupas e calçados (novos e usados )….Estão disponíveis no parque para quem quiser usufruir. Todos os dias, entidades de caridade, como “Food not Bomb” (comida não bomba), trazem comida quente para os homeless  ( sem casa ou pessoas carentes ). Se em cada cidade, algumas praças tivessem essa iniciativa, garanto que diminuaria a fome e o lixo.Tudo é questão de mudança de atitude e ação.   Como moro no triângulo UC Berkely, Telegraph Ave and People’s Park , posso ver vários tipos de pessoas: artistas, músicos, estudantes, intelectuais, profissionais, hippies, homeless, anarquistas, ativistas….O que faz com que Berkeley seja interessante, diversificada e divertida.  Também vale a pena conferir Berkeley Marina ( alguns barcos servem de moradia ); Tilden Regional Park ( vista de toda a Bacia de San Francisco ); Lawrence Berkeley National Laboratory ( Pesquisa da radiação pelo Departamento de Física da UC, onde se criou a primeira bomba atômica da II Guerra Mundial ); Lawrence Hall of Science (centro científico com exibições e atividades para o público em geral ); Berkeley Public Library ( livros, revistas, cds, dvds e internet grátis ); Berkeley Art Museum and Pacific Film ( Trabalho de vários artistas e exibição de filmes internacionais ); Berkeley Farmers Market ( produtos orgânicos locais ) and so on…. Golden Gate Bridge vista de Tilden Park-East Bay     Atravessando a cobiçada Golden Gate Bridge , está a baía norte ( north bay ), onde encontramos a maravilhosa natureza de Marin Area . Sausalito; Mill Valley; Fairfax; Pont Reyes ( criação de ostras ); Muir Beach; Muir Woods National Monument; Mount Tamalpais State Park; Stinson Beach ( no inverno com ataque de tubarões aos surfistas ); Bolinas Beach ( parecida com Guarda do Embaú em Santa Catarina ), entre outras atrações…..A maioria da população são americanos tradicionais com muita sofisticação, chamados de “white american”. Onde se encontram uma das mais valorizadas áreas e um dos mais altos poderes aquisitivo dos USA. Não posso deixar de mencionar a região dos vinhedos: Napa e Sonoma . Com vinícolas para todos os paladares, mas ao meu gosto os vinhos chilenos e argentinos são melhores.   South Bay ( baia sul ), conhecida como  Silicon Valley   é onde se encontra as grandes indústrias tecnológicas do mundo: Microsoft, Apple, Yahoo, Google, Facebook, Casio, Intel, Nokia…. Na cidade de Palo Alto está a privilegiada Stanford University . Dumbarton Bridge  e  San Mateo Bridge connectam a península de SF a outras cidades do poderoso vale da technologia. Vale mencionar Richmond Bridge que conecta North Bay e East Bay . Também  Carquinez Bridge que une East Bay e North Bay em direção dos vinhedos.  Espero que da próxima vez que vierem a península de San Francisco tenham a curiosidade de conhecer as baías ao seu redor, pois, vale a pena conferir. Principalmente East and North Bay.     Goodbye with good energy!!!! ;) 

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San Francisco, para além da Golden Gate

Buenos Aires está na moda

23 de janeiro de 2012 1

Volta e meia alguém me telefona pedindo para recomendar algum restaurante na capital argentina. Fico até constrangido, mas sou obrigado a dizer que não sei . Conheço a cidade bastante bem (para um estrangeiro), mas a verdade é que, lá, sempre prefiro asados. Não sou exatamente um carnívoro convicto. Gosto de peixes, massas, empanadas y tortas pascualinas , etc., mas, no Uruguai e na Argentina, só vou a lugares que não tenham parrilla contrariado. Com razão. Sua fama é justa. Têm o melhor sabor. Já comi o Scottish beef e até o Kobe beef, mas, a meu ver, nada supera a carne dos pampas. Já ouvi explicações das mais diversas: que, na Patagônia, em alguns lugares, tem até 16 m de húmus, que o vento traz para os campos resíduos de sal do Atlântico, etc. Acho tudo chute, pois, no norte argentino, não tem nada disso e as carnes – todas – são ótimas. Também, como vou às parrillas pelo sabor e não à procura de conhecimentos agropecuários, ouço e não reclamo. Se fosse como dizem, um país alto e magro como o Chile, constantemente bafejado pelos ventos marítimos, também deveria ter carne boa. Não tem. Portanto, aí estão minhas razões para comer a carne criolla sempre que é possível. O cardápio, com frequência, indica também o peso da pedida. Um bife de chorizo no país dos vizinhos pode atingir 600 gramas, o que, na Europa, seria a carne para uma família poderosa consumir durante toda a semana. Lembro uma em San Telmo: La Gran Parrilla Del Plata , bem na calçada da Feira. Certamente, você a verá se passar um fim de semana em Buenos Aires. É bem perto da Praça do Rego. Foi um açougue e ao lado ainda estão os ganchos para carne, os azulejos que facilitavam a limpeza e uma imensa serra – que hoje colabora na decoração, mas, no passado, deve ter desmembrado boiadas inteiras. Se você estiver no Centro, há centenas. Há outra que gosto muito, pelo preço e pelo ambiente. Chama-se Pipo. Funciona 24 horas por dia. É um daqueles lugares onde se cruzam a “realeza” e o lumpesinato. Taxistas e gente de smoking sentam em mesas próximas, ou até na mesma mesa. Tudo depende do horário, e, num almoço de domingo, até joguinhos para crianças eles têm. Onde é? Sei ir, mas não sei a rua. Mas não se preocupe. Todo taxista sabe – mesmo que não o leve pelo caminho mais curto. Mas você vai chegar. É um dos lugares que eles frequentam. É como um antigo Treviso. Vou parar porque já estou começando a entregar a idade. Buen provecho!

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Buenos Aires está na moda

Um oásis no Atacama

19 de janeiro de 2012 0

O ATACAMA , o deserto mais seco do mundo, no norte do Chile, está na minha lista há muito tempo. Enquanto não chego lá, me contento com os relatos que pessoas como a minha amiga Vera, que fez recente viagem pelo deserto (quem sabe ela não manda alguma coisa para o blog!?), ou de outros que me mandam textos postados aqui, como a Gabi e do Luciano . Há pelo menos duas dezenas de hotéis em San Pedro de Atacama , ponto de partida para as excursões à região, e mais uns tantos hostels, campings e casas para alugar por temporada. Num lugar tão árido, chama a atenção o conforto que proporcionam locais de hospedagem como o Kunza Hotel & Spa , cujo material de divulgação recebi dias atrás. Fica a 10 minutos de caminhada da região central de San Pedro de Atacama , tem 60 apartamentos e uma área externa com espelho d’água, jacuzzis e jardins cercados por paredes e muros de pedra. E oferece guias para os passeios pelo deserto. Para saber mais: www.hotelkunza.cl

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O que vai acontecer no mundo do vinho em 2012

13 de janeiro de 2012 0

Sucesso total no passado, as previsões esotéricas a cada virada de ano parecem estar saindo de moda. Ainda bem. Só que não resisti à possibilidade de tentar adivinhar o que vai marcar o mundo do vinho em 2012 e montei uma lista com cinco tendências que devem ganhar espaço no mercado brasileiro ao longo do ano. Vamos a elas: Vinhos mais leves Beber menos para beber melhor é um comportamento comum em mercados enológicos maduros. O Brasil está chegando lá, e aos poucos deve abandonar vinhos com 15% de graduação alcoólica e abraçar índices mais moderados, em torno de 12%. Má notícia para os potentes argentinos e chilenos, ótimas perspectivas para os próprios vinhos brasileiros, mais alinhados com essa tendência mundial. Brancos É hora de deixar o preconceito de lado e aproveitar nosso clima tropical para desfrutar um cálice de vinho branco. Os feitos com a uva Chardonnay devem ser os primeiros a se beneficiar, pela credibilidade da casta, mas variedades leves como Sauvignon Blanc e Pinot Grigio também ganharão espaço. Quem puder gastar um pouco mais vai descobrir os Riesling europeus, que estão ganhando terreno no mundo todo. Novas origens Borbulhas da Inglaterra? Pinot Noir dos Estados Unidos? Vinhos de sobremesa da África do Sul? Pois é bom se acostumar com novidades como essas, pois em 2012 a vanguarda estará ao lado de quem se aventurar a provar novas origens. Chega dos Malbecs e Carmenères que sempre vêm dos mesmos países. Esse movimento deve inclusive beneficiar os vinhos brasileiros, mas no mercado externo. Novas uvas Seguindo na linha que condena o “mais do mesmo”, em 2012 o consumidor deve passar a escutar o nome de algumas uvas estranhas ao ouvido, que não aparecem no dia a dia de nossos cálices. Se essa moda pegar, países como Portugal, Grécia, Espanha e Itália serão favorecidos por possuir uma grande quantidade de variedades nativas, próprias do país (as chamadas uvas autóctones). Drinks com vinho Vinho com gelo , açúcar, uma rodela de fruta e uma dose de outra bebida. Para os puristas, parece pecado. Para a indústria, soa a salvação. Os drinks são vistos como uma forma de retomar o interesse dos jovens e manter as vendas em alta. E os primeiros a adotar essa política serão justamente os estandartes enológicos mais tradicionais, como Champagne e Porto. Compartilhar

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Paris-Dakar ou Argentina-Peru? 2

12 de janeiro de 2012 0

A grande curiosidade entre os aficcionados é: por que saíram da África? Resposta simplificada: motivos políticos, guerrilha, roubos e sequestros. O roteiro cruzava várias vezes com a Frente Polisário, na região da Mauritânia – e, ao que parece, a Al-Qaida, aproveitando-se da islamização da região,  estava preparando algo de grande impacto. Numa outra ocasião, sem rali nenhum, fomos até lá com um jipe, sem outras armas que nossas câmaras fotográficas, mas, a partir de Essaouira (sul do Marrocos), em cada barreira tínhamos que esvaziar o Land Rover – no último dia, 4 vezes. Em cada operação, perdíamos uma hora. Enchemos o saco e voltamos. Acho que era isso que queriam (quando terminar o rali, prometo postar algo sobre a viagem; gosto de desertos, o que fazer…). Além disso, o evento tinha muita divulgação na França, muitos patrocínios franceses , mas, ao vivo, ninguém via (só camelos e beduínos). Agora, vieram para uma região que adora automobilismo – e os argentinos são especialistas neste tipo de competição, têm uma enorme tradição em estradas. Já há uns 50 anos, fizeram uma prova Buenos Aires-Caracas (ganhou Juan Manuel Fangio) e, como, de todo jeito, teriam que voltar, organizaram uma Caracas-Buenos Aires – ou seja, o que fizeram os atuais organizadores foi internacionalizar a competição , levando-a a um lugar em que adoram motores. Além disso, Argentina e Chile colocaram, no ano passado, 6 milhões de dólares cada um. Voltando ao Atacama… terminada a passagem ou abastecimento, os carros-oficina fechavam o baú e voltavam para a base. Muitos trabalhariam a noite toda para poder iniciar o próximo Prime com o carro ok. Às vezes, à noite, nos encontrávamos em algum restô com outros aficcionados ou chefes de equipe. Foi dessa forma que, com a equipe da Volks, fiquei sabendo que o Moacyr Scliar havia sofrido um problema grave. Ante a minha dupla surpresa, me falaram dos livros que haviam sido traduzidos para o alemão –  daí o interesse. Para que tenham ideia da internacionalização do rali, só nos caminhões, veículos com 5/6 toneladas, havia tchecos, russos, poloneses, chineses (guiados por argentinos), alemães, italianos,  austríacos, franceses, suecos e, claro, americanos e canadenses. Uma verdadeira babel. (Segue)

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Paris-Dakar ou Argentina-Peru? 2

Um roteiro para os amantes de vinho no Chile!

12 de janeiro de 2012 0

Chile é um dos destinos favoritos para quem adora vinho. Não é a toa que a fama deles é esta: na dúvida peça um vinho chileno , sempre são bons. O país reúne todas as condições ideais para o cultivo da uva: inúmeros vales, a brisa do Oceano Pacífico , a proteção natural a para Cordilheira dos Andes , que também fornece a água para irrigar os vinhedos. Então, é quase obrigatório ir a Santiago e aproveitar para visitar algumas vinícolas.  Mirador da Vinicola Ventisquero Mais próximo a capital, a dica é visitar a Santa Carolina . dá para ir de metrô. Muito tradicional, ainda preserva construções do início de 1900. Seus vinhos são elaborados com rígidos padrões de qualidade e as uvas vem de vinhedos de todo o Vale Central . Com antecedência, você pode agendar uma degustação especial e até almoço entre as barricas. Santiago está dentro da área chamada de Vale de Maipo , onde a uva que melhor se adaptou foi a Cabernet Sauvignon , sendo que lá são elaborados alguns dos melhores vinhos do mundo desta variedade, como o Don Melchor .   Outra região imperdível para quem gosta de vinho, gastronomia, arquitetura, é o Vale de Colchagua . Os pequeninos vilarejos, como Santa Cruz , ainda preservam as características do interior, mesclando a cultura de montanha, mar com a simplicidade do homem do campo. Lá é hábito andar a cavalo, estar ao ar livre e beber um bom vinho descomplicadamente. O Museu do Colchagua é uma das maiores coleções privadas do mundo: desde múmias, carruagens, peças indígenas, uniformes militares a uma impressionante coleção de jóias astecas, merece ser visitado com tempo e atenção. Nestes arredores estão vinícolas como Viu Manent, Estampa, Santa Helena , além da tradicionalíssima Casa Silva , integrada a um haras e pousada de charme. O grande destaque é o Vale de Apalta : mais do que altíssima qualidade ( Clos Apalta já foi considerado “Wine of the Year” – Wine Spectator), tem vinícolas de incrível arquitetura e uma das paisagens de vinhedos mais belas do Chile. Lá estão marcas como Montes, Casa Lapostolle e a Ventisquero . Na Ventisquero, um mirador no alto da montanha possibilita conferir toda esta paisagem.   Vale de Apalta Para visitação nestas empresas, é super necessário fazer agendamento e há também cobrança de ingresso, conforme o estilo de visitação. O ideal é contratar serviço de motorista ou guia, pois não se deve dirigir depois de beber, bem como as leis no Chile são bastante severas em relação a este tema.   E, o passeio pode continuar pela Argentina … basta cruzar a Cordilheira e já estaremos em Mendoza ! Mas isto é assunto para o próximo post…   Para o carnaval, a Porto Brasil Viagens, parceira do Viajando com Arte, junto com a enóloga Maria Amélia Duarte Flores , prepararam um tour completo para esta região, com agendamento especial nas principais vinícolas, com destaque para almoço na Viña Santa Carolina e brunch no mirador de Apalta, na Ventisquero. Imperdível!   

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Vinhos brancos têm o sabor do verão

09 de janeiro de 2012 0

Levando em conta o calor que está fazendo nos últimos dias, até que se tem falado pouco sobre vinho branco , combinação perfeita para esse clima. Então vamos corrigir isso agora mesmo sugerindo rótulos que certamente vão ajudar a enfrentar a temperatura alta . Só que em vez de pensar em harmonizações , vamos imaginar três situações em que os brancos seriam uma ótima pedida. NA BEIRA DA PISCINA: Seja com os pés dentro da água ou em um happy hour de verão, o bom é buscar um vinho refrescante , que tenha como característica boa acidez e nos prenda pelo aroma . Nesse caso, nada como um Sauvignon Blanc . Uma marca que não vai deixar ninguém decepcionado é o chileno Cool Coast da Casa Silva , um grande representante dessa variedade. PETISCOS COM AMIGOS Se houver comida nesse happy hour, ou seja, se for algo parecido com um coquetel ou uma tarde de petiscos , algo com um toque mineral ajudará a tornar os pratos mais interessantes. Aí cabe um bom Riesling , e pra quem quiser economizar um pouco o varietal da brasileira Almadén vai cair como uma luva. Grande custo/benefício. À VOLTA DA MESA Se for um jantar em pleno verão, cabe um vinho com um pouco mais de estrutura. Um Chardonnay com envelhecimento em barrica de carvalho , por exemplo, vai combinar com uma massa com molho branco , talvez um peixe um pouco mais gorduroso, ou uma carne branca . Lombo de porco seria um ótimo acompanhamento. Aí a sugestão é o Salton Virtude , um dos grandes Chardonnays feitos no Brasil. Compartilhar

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De Uruguaiana ao Chile - Parte II

08 de janeiro de 2012 0

Na primeira parte deste post eu narrei aqui nossa viagem de carro saindo de Uruguaiana até Mendoza na Argentina . Hoje vou contar para vocês a segunda parte da nossa aventura que vai de Portillo até o oceano Pacífico . Saimos de Mendoza pela manhã e depois de percorrer os 250km que ligam Mendoza a fronteira com o Chile, chegamos em Portillo , famosa e antiga estação de esqui que fica bem perto da fronteira, quase na hora do almoço. A passagem na fronteira hoje em dia é tranquila, mas ainda está presente na minha memória quando passamos de carro por aqui nos anos 80 e dentro do túnel bem na fronteira fomos parados por homens encapuzados ( era pleno inverno) com uma pomada branca no rosto, não sei se para proteção contra o frio ou simplesmente para despertar mais terror do que já sentíamos, a verdade é que eles tinham uma lista de nomes na mão e pediram nossos documentos e depois de fazer muitas perguntas, nos liberaram, duros tempos com toque de recolher em Santiago. Nossa viagem foi em fevereiro, e o Hotel da estação de esqui estava funcionando, o que foi uma ótima noticia, pois não há muitas opções em dezenas de km. Almoçamos muito bem e seguimos nossa baixada até o litoral. A estrada é um zig zag e muitas vezes pode ser perigosa no inverno. Nosso destino na praia era Concon , que fica perto de Viña del Mar , a distância daqui de Portillo até Viña é de 210km. A estrada é bonita e a gente passa por várias plantações de uva, a região perto de Santiago é conhecida pela produção de vinhos. Chegamos a Concon à tardinha e foi uma boa surpresa, mas tem outros lugares melhores para ficar, outras praias mais bonitas e com mais recursos como Reñaca por exemplo, mas como tínhamos estes apartamentos de time sharing, fizemos de Concon nossa base para explorar o litoral. Tem vários lugares a serem explorados, nós aproveitamos um dia meio friozinho e nublado e fomos até Valparaiso , que já é uma cidade bem crescidinha, é um lugar interessante, mas diferente daquela Valparaiso que eu imaginava dos livros de Isabel Allende, e como estávamos mais no espírito de praia mesmo, valeu o passeio que vai serpenteando o mar, mas não nos aprofundamos muito além disso. Uma presença muito forte por essas paragens é a de Pablo Neruda , a mais famosa de suas casas fica em Isla Negra , a 85km ao sul de Valparaíso. Neruda viveu aqui com sua terceira esposa e ambos estão enterrados nesta propriedade. Entrei em uma livraria e comprei um livro dele, ler suas poesias olhando para o vasto oceano me aproximou da alma chilena.  Tem dois lugares que considero os mais legais que estive, o primeiro é a praia de Reñaca que fica ao lado de Viña del Mar, é uma praia jovem, agitada, lembra muito Punta del Leste com aqueles paradouros na beira da praia, muita garotada bonita e pra quem gosta de surfar tem boas ondas que quebram  bem na beirinha.   E a gurizada que estava conosco achou muito importante registrar o pequeno show dado pelas garotas contratadas pala marca Bacardi na beira da praia. Outro dia saimos de Concon rumo ao norte até a praia de Ritoque que é conhecida pelo surf, o dia não ajudou muito mas a estrada é bonita, sempre costeando o mar e lá podemos fazer uma trilha até em cima do morro pra ver os surfistas. A galera do surf. O segundo lugar que recomendo muito é Zapallar , que fica 54km de Concon, é um lugar especial e com um restaurante que o Leonel vai me matar, mas eu vou contar aqui pra vocês, o Chiringuito , onde se come os melhores frutos do mar que vocês podem, ou melhor nem podem imaginar, é de comer ajoelhado para se redimir dos pecados da gula!! Olhem só pra isso !! Nos outros dias fomos a outras praias muito legais e com o preço das coisas bem acessíveis, existe uma variedade enorme de frutos do mar elaborados de muitas maneiras sempre acompanhado de um bom vinho chileno ou até uma caipirinha improvisada .      Foram dias maravilhosos e deixamos o Chile com pesar e torço muito para que o país possa se reerguer o mais rápido possível do trágico terremoto que o abalou neste verão. Nossa volta foi pela cidade de Cordoba na Argentina, uma pérola! Mas isto é assunto para outro post! Bom pessoal aqueles que quiserem saber outras coisa é só escrever que terei o maior prazer em ajudar naquilo que for possível! Deixo vocês com mais este por do sol chileno.            

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De Uruguaiana ao Chile – Parte II

Punta del Diablo, La Pedrera, Cabo Polônio -Praias alternativas do Uruguay

02 de janeiro de 2012 0

Tenho uns amigos de Bagé que há anos nos falavam destes lugares perdidos no Uruguay. Eles que vão pra lá há anos nos contam que no inicio não havia luz elétrica, muitas vezes nem água encanada, o lugar era pra lá de rústico. Quem já leu outros posts meus aqui sabe que tenho esse lado mais alternativo e que acalentava uma ida a Punta del Diablo há muito tempo.     No carnaval  deste ano,decidimos alugar uma casa, o que hoje é muito fácil, é só acessar o site do portal  http://www.portaldeldiablo.com.uy/modules/inicio/mainFrame.php  e ali eles tem várias opções de hospedagem, casas, pousadas, etc. Nossa casa era na frente da praia em Punta del Diablo, 3 quartos, luz, banho maravilhoso, enfim todo o conforto, e a vista…. indescritível!!       Víamos o sol nascer no mar todas as manhãs da nossa sacada, um espetáculo diário. Eu adorei Punta del Diablo, é uma praia jovem, não só de idade, pois vi gente de todas as idades, mas de espirito, se é que vocês me entendem. Quem vai pra lá não pode esperar grandes restaurantes, nem aqueles lounges de beira de praia luxuosos de Punta del Este , tudo é muito simples, os barcos de pescadores chegam a tardinha na praia trazendo muitos frutos do mar fresquinhos que comprávamos ali mesmo numa grande variedade: berberechos, polvo, lula, camarões, enfim fizemos banquetes dignos dos melhores restaurantes estrelados Michelin. É muito interessante o jeito de ser dos uruguaios, me parece que tudo lá é permitido, muito liberado, ao mesmo tempo eles são organizados e mesmo naquela prainha perdida agente encontra queijos maravilhosos, carne de churrasco deliciosa, sem falar nos produtos derivados do leite, manteiga, requeijão, e no doce de leite é claro!!!       Punta del Diablo tem tudo o que a gente precisa; mini mercados, livraria, restaurantes, pizzarias, bares, internet  tem até um shoppinzinho, O Paseo del Rivero, que é bem legal.     Como passamos os 4 dias de carnaval lá, sobrou tempo para explorarmos as praias da região, saimos em direção ao sul e fomos até Cabo Polônio , que é uma prainha pequena onde não tem luz elétrica, mas vários lugares tem geradores. O lugar é lindo demais e tem uma populaçõa fixa muito pequena de pescadores, artistas e funcionários do farol. Em Cabo Polônio tem 3 ilhas em frente a praia que servem de morada para os lobos marinhos,  La Encantada, la Rosa e el islote. Automóveis não chegam em Cabo Polônio (somente os moradores tem permissão) então a gente vai nuns caminhões adaptados e leva uns 30 minutos até o ponto final, a espera é rápida e no verão eles transportam as pessoas até as 21h ao custo de R$ 15 por pessoa. Esperando a condução para Cabo Polônio, que tem este nome devido a um galeão espanhol que afundou lá em 1735.       Muito artesanato, feirinhas, bares, uma gurizada bonita, ateliers de artistas, o lugar tem um astral bárbaro   Até que chegamos no farol, que dá frente para as ilhas com os lobos marinhos, olha o visual!!       Explorarmos toda a região e ficamos um bom tempo na praia, e acreditem a água do mar estava tépida! O que já sei é uma coisa muito rara aqui por estas bandas.  Hora de abrir os trabalhos! Que tal começar com uma Patricia bem gelada, guacamole, saladas e porções de lulas fritinhas???       Cabo Polônio foi uma experiência bárbara, o lugar é muuuito rústico, selvagem mesmo, minha impressão é de ter voltado no tempo e estar em Santa Catarina há uns 50 anos atrás, uma sensação de lugar ainda intocado, que é cada vez mais raro hoje em dia. De Cabo Polônio fomos conhecer La Pedrera que fica uns 50 km mais ao sul. É uma praia bonita e dizem que os argentinos endinheirados estão comprando tudo por lá. Entrando em La Pedrera.   Surfe em La Pedrera. Foram 4 dias de muito sol, praia, descontração, sem a menor preocupação em todas as esferas, só biquini, havaianas, canga, um moleton, pois a noite com o vento nordeste pode ficar bem fresquinho… ideal para saborear um vinho tinto chileno comprado ali no Chui. A praia que realmente marcou meu coração indelevelmente foi Punta del Diablo e espero poder voltar muitas outras vezes. Eu deixo voces com mais algumas fotos deste lugar mágico, junto com um pedido de desculpas a esta minha amiga bageense que me apresentou estes lugares legais, pois quebrei minha promessa de não divulgar e les aqui no blog. Mas eu sei que quem opta por ir a lugar assim, são pessoas que se preocupam em conservar o mundo, não poluir, não desperdiçar, então gente fica registrado nosso compromisso.     Lojinhas e mais lojinhas.           Reliquias Uruguaias. Restaurante Cero Stress.

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Pessoas, a melhor tradução de uma cultura.

28 de dezembro de 2011 0

Uma das coisas que mais me fascinam nas viagens, são as pessoas. Quando viajamos os estrangeiros somos nós, e uma das melhores maneiras de entender a cultura alheia é observar a sua gente. Como reajem ao seu sorriso, à sua presença. No nosso curso quando falamos para as pessoas sobre como tirar o melhor proveito de uma viagem, um conselho que eu sempre dou é que em alguma parte do roteiro elas contratem um guia local, não só para aprender que esta mesquita foi construida no século tal, que este quadro foi pintado por Vasnetsov e todas estas informações que vem de bonus, mas principalmente, para podermos conhecer os meandros desta cultura que se apresenta a nossa frente. Sempre lembro da primeira vez que estive na Russia, imaginem um pais que esteve num regime fechado por 70 anos, praticamente isolado , eu queria saber tudo, como estavam convivendo com o novo sistema, como era não ter religião, como eles se sentiam por não poder viajar além das fronteiras da Sibéria, estas conversas são muito ricas,  são as mais interessantes. Outra coisa  é sentar em um café qualquer de uma rua movimentada e observar o movimento das pessoas e se possível fotografá-las, pessoas são a melhor tradução de um pais, pensando nisso hoje eu trouxe para vocês aqui no blog uma seleção destes meus garimpos humanos pelo mundo, espero que vocês curtam! Norte da India Ayutthaya, Tailândia Chefchauen, Marrocos Cairo, Egito Mendoza, Argentina Libéria, Costa Rica Deserto Erg Chebbi, Marrocos Chang Mai, Tailândia Lima, Peru Madrid, Espanha San Martin de los Andes, Argentina Capadócia, Turquia Angkor, Cambodja Kostroma, Russia Neuburg, Alemanha Chang Mai, Tailândia Parque Kruger, Africa do Sul Sien Reap, Cambodja Eichesttat, Alemanha Florença, Itália Esteio, Brasil Marrakesh, Marrocos Cairo, Egito Paris, França Chang Mai, Tailândia

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