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Posts na categoria "Peru"

El Chiringuito - Lugar fantástico para quem vai ao Chile

13 de abril de 2012 0

Este restaurante foi indicação de um amigo que morou anos no Chile e passava as férias de verão em Zapallar. O lugar por si só já vale um passeio até lá, o El Chiringuito fica localizado numa linda baía e serve o melhor em termos de frutos do mar. Ao entrar, você verá uma decoração simples ,mas bonita, tudo de madeira com uma bela vista da baía, é do tamanho ideal. Na sequência de um terraço que fica como uma sacada para o mar. O lugar tem um astral ótimo. Estávamos em um grupo de 18 pessoas, e houve grande variedade nos pedidos,para beber provamos os Mojitos, pisco sour (que os chilenos disputam a autoria com o Peru), cerveja e vinho branco. Foi uma verdadeira orgia gastronômica, atacamos de porções de lula, polvo, camarões, centollas, machas recheadas com pesto, de comer ajoelhado!  Vinho Branco: Isso já depende do gosto de cada um, eu gosto dos leves, principalmente no verão, pedi um Sauvignon blanc que estava “rebueno” mas … sorry não lembro o nome, mas vinhos chilenos geralmente são ótimos! Eles explicaram que os pratos podem ser preparados de acordo com o paladar de cada um. Fomos super bem atendidos, notem que não é fácil atender 18 pessoas que chegam juntas, eles foram muito atenciosos, providenciaram os pratos das crianças bem rápido, enfim tudo perfeito e profissional Então fica aqui a minha dica: El Chiringuito Av Zapallar, Zapallar Teléfonos: (0)33 741 02

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Teotihuacan – onde os homens se tornam deuses , por Luciano Terra

07 de abril de 2012 0

Em uma manhã ensolarada de inverno percorremos os quilômetros que ligam a Cidade do México a Teotihuacan . Com uma temperatura amena e a luz radiante de um sol tímido da estação mais fria do hemisfério norte chegamos a uma região semiárida com uma vegetação nada exuberante. Apesar da beleza natural não encantar ao primeiro olhar, aos poucos fomos descobrindo toda a beleza do local “onde nasceram os deuses”. Muitos mitos mexicanos de origem pré-colombiana falam de Teotihuacan (ou Teotihucán, ou ainda em alguns livros “aportuguesando” para Teotihuacã) como um lugar especial e mítico e relatam que o sol nesta cidade seria o da “Quinta Era”, aquela na qual os povos mexicanos afirmavam viver antes da chegada dos espanhóis. Muitas informações se perderam ao longo do caminho e até hoje arqueólogos e pesquisadores se perguntam sobre a razão desta herança cultural e sobre o significado de seus monumentais templos e ruas. O que se sabe até hoje é que as mais antigas marcas do povoado na região teotihuacana remontam de 500 a.C. e que durante o século I d.C. foi traçada a sua mais famosa e imponente rua, a chamada Rua dos Mortos . Também desta época datam seus dois grandes monumentos: as pirâmides do Sol e da Lua. Sempre que leio sobre a história dos descobrimentos e visito lugares como este fico extasiado e imaginando como terá sido esse primeiro encontro. Do lado dos espanhóis, na sua presunção ocidental e europeia, onde tudo que era importante e sábio estava lá na sua terra natal e nos seus arredores, o espanto ao se depararem com tamanhas maravilhas, com pirâmides gigantescas no meio do nada, com povos com culturas tão diferentes e com valores totalmente distintos dos seus. Infelizmente a falta de tolerância e a necessidade de subjugar sempre foram mais fortes em toda nossa história, independente do povo dominador, e o desfecho não poderia ter sido diferente: o vencedor dando as cartas ao final do jogo. E para impor a sua vitória destruía tudo o que significava cultura local e era importante para esses povos. Felizmente algumas cidades já tinham sido abandonadas na chegada dos espanhóis no novo mundo e por isso estas foram as que sobreviveram mais intactas, involuntariamente é claro, a essa invasão (caso também de Machu Picchu no Peru).  Já do lado dos povos mesoamericanos, o que terão pensado ao avistarem objetos não identificados vindos de alto mar? Como não pensar em deuses flutuando pelas águas, “serpentes emplumadas” que nada mais eram que caravelas e suas velas flamejando ao vento? Teotihuacan sobreviveu à conquista espanhola e hoje uma visita a essa antiga cidade, além de uma aula de história a céu aberto, tem um toque de magia. Como não se sentir no passado rodeado de templos e pirâmides? Como não parar para imaginar como terá sido a vida naquela cidade hoje abandonada? Imaginar suas cores originais, sua vida, sua sociedade e seus valores. Hoje temos informações que arqueólogos nos passam, porém muitas dessas são suposições. Infelizmente não temos como ter certeza de muitos dados reais. Por outro lado temos que fazer um exercício enorme para entender seus rituais de sacrifícios humanos e seus valores em tempos tão remotos. O que posso lhes dizer é que ao subir no topo da pirâmide do sol pude sentir a grandiosidade desse local. A vista de 360 graus de toda a região nos faz sentir no céu. Montanhas em formato de pirâmide completam e harmonizam o cenário de magia e encantamento. Por sua vez, avista da pirâmide da lua e da rua dos mortos é encantadora. Nos sentimos em um mundo distante, porém muito próximo. Para os mais esotéricos, lugar perfeito para uma meditação, para entrar em contato com a energia do cosmos e dos antepassados; para os historiadores e antropólogos, local perfeito para explorações, descobertas; para pessoas curiosas e viajantes como eu, um local ideal para ampliar os horizontes, questionar valores e aprender um pouco mais sobre essa cultura milenar. Conhecer e aprender para respeitar e aceitar as pessoas com sua cultura e modos de vida distintos, este é o meu lema de vida e de viagem. Se você estiver preparado para aceitar o diferente sua vida será muito mais interessante e fácil.   Ao final do passeio saímos de lá um pouco mais encantados com a cultura desse povo que viveu a mais de 2000 anos atrás e que deu origem, junto a tantos outros povos, a esse país fantástico que é o México .

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Teotihuacan – onde os homens se tornam deuses , por Luciano Terra

Paris em Fevereiro de 2012

20 de março de 2012 0

Eu já escrevi sobre Paris em Fevereiro em 2010, e nunca poderia imaginar que gostaria tanto de viajar pelo hemisfério norte nos meses de inverno, então este ano voltei a Paris. Agora que a TAP voa Porto Alegre direto para a Europa, sempre aproveito para na volta dar uma olhadinha em Lisboa , mas este será outro post. Eu adoro ficar trocando de lugar, pois assim temos a possibilidade de explorar bairros diferentes. Desta vez por razões pessoais, fiquei na Place de La Republique , no Hotel Crowne Plaza , que jamais recomendaria para alguém, pois é o tipico hotel metido a besta. daqueles hoteis enormes, que depois que  você sai do elevador quase precisa de uma bicicleta para chegar no seu quarto, caro para o que oferece, afinal 225 euros não é exatamente barato, quartos pequenos, o aquecimento era tão forte, que mesmo tendo desligado TUDO, eu me sentia assando em fuego lento , e para completar eles ainda tinham a cara de pau de cobrar 9 euros a hora da internet no quarto, pode!!!  Este nunca mais. Fora isso o bairro é ótimo, perto de muitas coisas legais e assim como antes o Marais era um bairro jovem e alternativo e hoje esta mais chique, este turma está migrando para o 11éme, ali pelas bandas de Bellevile e Menilmontant . Nosso primeiro final de semana foi um belo dia de sol e aproveitamos para experimentar as bicicletas Vélib – aquelas que você pega em vários pontos da cidade. Se você tentou e não conseguiu, não desista, pois uma vez corria um boato que era preciso se cadastrar na internet previamente, bobagem. Se você tem cartão de crédito pode pegar tranquilamente, e pasme! Os franceses que estão muito mais gentis se oferecem para ajudar. O custo é ótimo 1.70 euros p/dia, e se você devolver em 30minutos não paga mais nada. Em cada lugar de devolução tem um mapinha da área, pois o que pode acontecer é você chegar num ponto e não ter lugar para colocar a bicicleta, sem stress procure outro perto, tem muuuitos. Depois que você visitou aquela região é só pegar outra bike, e devolvendo no tempo você pode andar o dia todo pelos mesmos 1.70 euros. Estação de Vélib Um belo domingo de sol para pedalar em Paris em pleno mês de fevereiro Aquela coluna que vocês vêm ao fundo na foto é a Praça da Bastilha , e este canal aqui é o inicio do Canal San Martin , na minha opinião o lugar mais romântico de Paris , a parte mais linda dele fica lá pela altura do Boulevard Jules Ferry . Se você nunca passeou nas margen do Canal, inclua ele na sua próxima viagem a Paris. Imperdível. Conheci uma região diferente, que eu nunca tinha explorado e adorei. Então, deixamos a Bastilha para trás e cruzamos a P onte de Austerlitz , e chegamos ao Jardin des Plantes , é um jardim botânico aberto ao público, situado no 5o arrondissement de Paris como parte integrante do Museu de História Natural . Um parque bonito com estufas que a gente pode visitar. Pra mim foi uma grata surpresa, pois nunca tinha andado por aqueles lados. Jardin des Plantes As estufas com plantas de todos os lugares do planeta. Olhem só o cristal de quartzo que está na frente do Museu de História Natural, diretamente de Vitória da Conquista na Bahia Cruzamos todo o parque porque queríamos visitar a Mesquita de Paris que fica bem atrás, há estas alturas já havíamos encontrado um ponto da Vélib para deixar as bicicletas, para podermos entrar na Mesquita .  Grande Mesquita de Paris fica no 5o arrondissement, e é a maior da França. Contruída em estilo mudejar, lembra muito o estilo das mesquitas marroquinas. O pátio interno é lindo, lembra um oásis. Do outro lado na entrada mais próxima do Jardin des plantes, tem um restaurante e uma casa de chá, onde você pode só tomar um delicioso chá de hortelã com aqueles doces árabes de acabar com qualquer dieta, ou pode almoçar no restaurante. Depois de tomarmos um chazinho de hortelã e traçarmos um baclava fantástico, seguimos a pé por trás indo em direção a Saint Germain des Prés . Que fica muito pertinho fomos descendo a Rue Lacépède , onde passamos por um restaurante peruano, o El Picaflor , com uma fachada bem simpática e vários adesivos de famosos guias como o Lonely Planet, Rough Guide , mas era cedo para almoçar então anotei a dica para uma próxima vez. Chegamos  em uma pequena praça, trés sympa, um lugar muito bonitinho, cheio de cafés, restaurantes, chama-se a Place Contrescarpe , dali entramos na Rue Mouffetard , que tem muitas opções para almoçar, fomos caminhando por ela até depararmos com esta jóia de restaurante, que além de ser super transadinho, tem toda uma história, é por esta e outra razões que eu gosto tanto de Paris. Pois este restaurantezinho que vou mostrar aqui pra vocês foi a casa do grande poeta francês Paul Verlaine e posteriormente foi a casa de Ernest Hemingway por 4 anos. Place Contrescarpe   Descendo a Rue Moufettard Até encontrar este restaurante muito dez, chamado La Maison de Paul Verlaine, lugar onde morou o grande poeta francês. O lugar é muito legal, fotos de vários frequentadores por todos os lados Incluindo o nosso grande compositor Chico Buarque A comida é boa, vinho idem, nada suuuper especial, mas o conjunto faz desde restaurante um lugar especial. Bom vou encerrando este capítulo aqui, mas como tenho outras coisas pra contar para vocês, aguardem a Parte II, ok? Fui. Se você gostou deste post , e quer saber mais dicas de viagens, exposições roteiros e cultura curta nossa página no Facebook: https://www.facebook.com/pages/Viajando-com-Arte/121374657937187            

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Paris em Fevereiro de 2012

Viajando com Arte aterrisando em São Paulo

07 de março de 2012 0

Mylene, Helena Rizzo e Clarisse… esquentando as turbinas antes do evento. Pois é gente inacreditável! Colocamos nosso pezinho na cidade paulista! Calma, já conto tudo para vocês. Aqueles que acompanham nosso trabalho mais de perto sabe que fazemos viagens especiais com pequenos grupos, onde procuramos que as pessoas tenham experiências únicas de viagem. Um mix de conhecimento de arte e história,  aventura, trilhas,  hoteis exclusivos e boa gastronomia. E falando em gastronomia nossa próxima edição da viagem Peru com Arte em maio de 2012, somará um selo gastronomia, já que a premiada chef Helena Rizzo do Restaurante Mani , que, além de nos acompanhar na viagem, vai fazer uma curadoria dos cardápios e nos dar um aula em Machu Picchu , de como fazer um legítimo Cebiche peruano e preparar um Pisco Sauer, que é a bebida típica nacional. Com tudo isso acontecendo achamos que era a hora de mostrar a nossa cara em terras paulistas. No dia 5 de março, segunda-feira passada organizamos um evento no Manioca, que é o espaço reservado para festas e eventos do Mani. Foi fantástico gente. O lugar é lindo, um jardim vertical ocupa uma parede toda, não tem nada de pretencioso,  é um charme.  E começaram a chegar as pessoas, a escritora Martha Medeiros, que muito carinhosamente foi dar seu depoimento pessoal das 2 experiências de viagem que realizou conosco, depois foram chegando, o quórum super bacana:  Muita gauchada: Betina Corbellini e Clovis, Vivian Sachs, Leonel e Marta Obino, Breno (Pinduca), Newton Bento e Jaque, Ricardo Freire, Tetê Pacheco, Isabela Maciel de Sá, Neka Menna Barreto,Daniela Cirne Lima, Clarice Mancuso, Ana Ferrari, Ana Célia Auschenbach, Cynthia Almeida, Miriam Cirne Lima, Ana Cláudia Costa, nossa querida parceira da Porto Brasil, Cleo Milani, Magda Garcia, Neco e Ines Schertel e grande elenco Cleo Milani com  o recém terminado portfolio do nosso projeto Viajando com Arte Jaque, Ricardo Freite e Newton Bento Carolina Giovanella  e Carlo Zanandrea Patricia Druck, Daniel Redondo ( também chef do Mani) e Renato Rizzo Clarisse Linhares e Helena Rizzo Ana Claudia Costa da Porto Brasil e Vera Schimanski, da agencia Flow, responsável pela criação dos folders do Viajando com Arte Magda Garcia, Marta Obino, Lilian Franzen e Mylene Rizzo Martha Medeiros, Miriam Cirne Lima, Cleo Milani, Suzana Canoza e Francinha Clarisse Linhares. Hugo França e Leonel Obino Helena Rizzo e Carol Apoiadas pelo diretor geral da TACA no Brasil, Ian Gillespie. Ana Claudia da Porto Brasil  e o diretor regional da TACA, Daniel Trento Neco e Ines Schertel Em ótima companhia com Neka Menna Barreto e Helena Rizzo Foi uma noite memorável e em meu nome e da Mylene eu gostaria de agradecer a  Helena Rizzo e a Giovana Baggio que tão carinhosamente nos receberam no Manioca  que foram responsáveis pelo ambiente super descolado da noite e dos quitutes deliciosos. Agradecer a Ana Claudia da Porto Brasil que como sempre deu um banho de eficiência e profissionalismo. A minha querida amiga Martha Medeiros que se dispôs a ir até São Paulo e dar um depoimento pessoal hyper querido das suas participações nas nossas viagens. Ao apoio importante da TACA. E por último e não menos importante dos amigos que lá estiveram e nos prestigiaram, foi incrível, inesquecível. Muito obrigada!!   Fotos: Peu Robles  

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Tem maluco pra tudo

07 de março de 2012 0

Caros blogueiros e FACEiros: Nos comunicamos 6/7 vezes por semana, e sou grato a vocês, que têm acompanhado as postagens. Isso mantém próximas as nossas relações. O problema sempre é: será que os FACEiros e blogueiros gostam disso? Por exemplo, tenho escrito sobre a viagem e os carros da Paris-Dakar, mas, pelo retorno, me parece que os aficcionados estão em férias, e eu totalmente defasado. Como se sabe, o próprio Paris-Dakar, que é a extensão de quando começava na Europa e terminava na África, hoje é no Atacama, pois só o que não muda é o nome – e este ano vai até o Peru. Mas uma coisa é certa e todos concordamos: há maluco pra tudo . Lendo a publicação que está na foto, me convenci. Sempre tive dificuldades em entender a dedicação absoluta, a idolatria, a ponto de colocar na assembleia alguém porque era bom de bola. Entrevistar jogadores já acho uma sacanagem – queremos que seu cérebro dê respostas tão hábeis como o que fazem, ou faziam, com os pés. Agora fico sabendo de um fanático por uma emissora de TV – não, não é por televisão, é por uma emissora de TV. O artigo é de Geciele Lordes, e a paixão não é nova, é de bem antes de a emissora virar sacristia. Simplificando, José Aparecido tem 50 anos, é casado há 20, tem quatro filhos e 89 tatuagens pelo corpo. O assunto das tatuagens é sempre o mesmo: a TV Record, nomes de programas, logotipos e um especial que diz “ Gugu é o melhor apresentador do mundo… Não tem outro ”. A fascinação não é nova; começou ainda criança, vendo os filmes de bangue-bangue lá em Sergipe. Hoje, mora em Caxias, não é frequentador da Igreja Universal e cético em relação a qualquer religião – e sem conseguir explicar com argumentos a sua idolatria. José Aparecido já tem um documento registrado dizendo que doa toda a sua pele para a Record e que sua vida lá será como sua passagem por aqui: fã da TV Record , especialmente do Gugu Liberato e do Rogério Mendelski. Acho que, se o Gugu ou o Rogério quiserem algo mais… é só insinuar, nem precisam insistir.

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Tem maluco pra tudo

Dicas de albergues pelo mundo

05 de março de 2012 0

Os albergues estão cada vez mais populares entre viajantes de todos os tipos. É comum encontrar famílias, idosos, patricinhas. Mas, claro, a maioria ainda é de jovens mochileiros. Por que escolher um albergue , em vez de um hotel? 1) Você conhece gente do mundo inteiro, a fim de trocar ideias sobre roteiros, as barbadas e as roubadas da cidade, além de indicar destinos que você não planejava conhecer até então 2) Os viajantes de todas as idades estão alegres, de bem com a vida, com espírito de confraternização 3) Os melhores albergues têm bares anexos onde sempre rola uma festinha animada, um happy hour, uma sinuca de fim de tarde e aquele bate papo pra definir onde vai ser a balada 4)  A maioria dos albergues é equipada com cozinhas comunitárias, além de servir o café da manhã incluso na diária. Portanto, quando você chegar cansado no início da noite de tanto bater perna, vai poder preparar uma comidinha caseira, comprada no mercado por preços módicos (até 70% menores do que nos restaurantes). Por mais simples que seja a refeição, ajuda a matar a saudade de casa 5)  É, o preço da diária também é um atrativo. Mas, pra mim, os outros motivos acima são ainda mais determinantes. E hoje há albergues tão seguros e confortáveis quanto hotéis três ou quatro estrelas Hostel Wombats Naschmarkt Vienna, o melhor que já fiquei (Foto: Divulgação) Este quarto da foto acima é no melhor albergue que já fiquei na vida: o Wombats Naschmarkt de Viena, na Áustria. Fica bem localizado,  em frente ao Mercado Público (como o nome leva a concluir), perto das atrações principais e do transporte público. O atendimento é ótimo, a segurança surpreende. Os corredores que levam aos quartos só abrem se você portar o cartão de hóspede, que precisa ser lido por um decodificador localizado no hall do elevador. Assim que a porta abre, você tem alguns segundos pra entrar e ela fecha novamente. Os quartos são limpos, organizados, com móveis novos (o albergue abriu em março de 2011). O bar do hotel… ou melhor, do albergue , é a sensação, um lugar com cerveja, drinks e petiscos a preço justo, música animada, mesas de sinuca e sofás confortáveis, tudo com um design moderninho. Depois do cansaço do dia, nem precisa ir pra balada, ela veio até você! O preço varia de acordo com a período do ano. Bar do Hostel Wombats Naschmarkt, em Vienna (Foto: Divulgação) Outros albergues legais: – Nice Camélias, em Nice, na Riviera Francesa : ótimos atendimento e localização, preço bom, lugar limpo e confortável, com uma boa cozinha e um bar espaçoso de frente para o jardim. O único inconveniente é que os quartos coletivos não têm armários com chave, o que redobra a necessidade de cuidado – Roma Mágica , na capital da Itália: na verdade é um apartamento, bem pertinho do Coliseu. São dois quartos (um pra casal e outro pra três pessoas), banheiro e cozinha. Tem café da manhã e te faz sentir em casa. Limpinho e seguro. E tem aqueles elevadores beeeem antigos, divertidíssimo – Los Amigos Opera , em Madri, na Espanha: os banheiros são coletivos, mas limpos. A internet é de graça. O clima é dos melhores e a localização, perfeita, a poucos passos do metrô e no meio de caminho pra qualquer atração. Fica num prédio antigo e ocupa o quarto andar inteiro, mas os quartos são pequenos – Kabul é o melhor de Barcelona, na Espanha.  Conseguir reservar um quarto é quase impossível, principalmente no verão. Uma opção bem localizada, segura, com internet, lavação, café da manhã honesto e bom clima é o Center Ramblas . – O Mundo Hostel é boa opção em Cracóvia, na Polônia. Preço módico, quartos limpos com banheiro particular, cozinha bem equipada, staff simpático, lugar seguro. Existem outros mais centrais, mas este fica a no máximo 10 minutos a pé de todas as principais atrações – Saindo da Europa e indo para o Peru, a capital Lima tem um bom albergue, da rede Flying Dog Hostel . Há dois bons em Miraflores, que é o bairro dos restaurantes, mais seguro e arborizado do que o Centro. Um albergue que NÃO indico é o Auberge Internationale des Jeunes, em Paris . Úmido, staff confuso, cozinha pequena, quartos que não condizem com a reserva feita (e paga) antecipadamente. E você, tem albergues pra indicar no Brasil ou em qualquer lugar do mundo? E albergues que são uma roubada? Conte aqui no blog, ajude outros viajantes independentes a se planejar com segurança, conforto… afinal, um bom albergue é meio caminho para garantir que a viagem vai ser excelente!

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Dicas de albergues pelo mundo

Arte e gastronomia em roteiro no Peru

05 de março de 2012 0

Clarisse Linhares e Mylene Rizzo, vizinhas de blog em zerohora.com em seu Viajando com Arte , lançam hoje em São Paulo um roteiro pelo Peru que terá a companhia e aulas de culinária da chef  Helena Rizzo. O roteiro será lançado no restaurante da chef, o Maní, com a participação da escritora Martha Medeiros. A gastronomia se alia ao já reconhecido acompanhamento que inclui arte e história. Em Porto Alegre, o lançamento será nos próximos dias.

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Arte e gastronomia em roteiro no Peru

Peru com Arte e Gastronomia - acompanhamento da chef Helena Rizzo

27 de fevereiro de 2012 0

E não é que o roteiro para o PERU conseguiu ficar ainda melhor?? Viajando com Arte & Gastronomia, com Clarisse Zanetello Linhares , Mylene Rizzo e a Chef Helena Rizzo. Venham conferir o roteiro! http://www.portobrasil.com.br/perucomarte2011/PeruComArte

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Peru com Arte e Gastronomia – acompanhamento da chef Helena Rizzo

Peru com Arte e Gastronomia - acompanhamento da chef Helena Rizzo

13 de fevereiro de 2012 0

E não é que o roteiro para o PERU conseguiu ficar ainda melhor?? Viajando com Arte & Gastronomia, com Clarisse Zanetello Linhares , Mylene Rizzo e a Chef Helena Rizzo. Venham conferir o roteiro! http://www.portobrasil.com.br/perucomarte2011/PeruComArte

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Moda para ver no final de semana

07 de fevereiro de 2012 0

Mesmo que você não se interesse pelo mundo fashion e se sinta arrastado pela mulher, pela mãe, pela namorada, pela amiga, dê um crédito! Pense no passeio como uma viagem pela História e visite o MUSEU DA MODA , na estrada Gramado-Canela. Eu fui dias atrás, atraída mais pela construção que se destaca na paisagem de prédios faraônicos da rodovia e menos pelas informações de que já dispunha. Arrastei outras pessoas comigo e todos nós acabamos passeando com gosto pelos 4 mil de anos de História da moda que o museu conta, pelas 19 vitrines temáticas, pelos mais de 3 mil metros quadrados… São 150 modelos confeccionados especialmente para a mostra, aberta no final de 2011, mas que só terá inauguração oficial em 23 de março. Quem idealizou o museu foi a estilista porto-alegrense Milka Wolff, 69 anos e 53 anos de moda. As peças tentam reproduzir com fidelidade os tecidos e os modelos, da Antiguidade até os nossos dias. Entre as de maior destaque está um de Maria Antonieta , réplica de um vestido do final do século 18, em tafetá de seda pura e fios de ouro. Entre os que meus companheiros de jornada mais gostaram estão os 10 modelos recriados para o museu para lembrar o guarda-roupa da princesa Diana. Preste atenção também na música, que muda à medida em que se muda de época. Na entrada, mais três atrações: 1 – Uma cafeteria onde se destacam as mesas feitas com pés de máquinas de costura antigas, a coleção de miniaturas de máquinas de costura de Milka e, dizem, por que eu não experimentei, o pudim quente. 2 – Uma lojinha com suvenires, bijuterias, antiguidades… 3 – Um vestido à Maria Antonieta onde, com uma peruca apropriada, você pode ficar parecida com ela (custa R$ 5 para tirar a foto). Serviço Rodovia Gramado-Canela (ERS-235), 1.810 Aberto diariamente, das 9h às 18h R$ 30 (adultos) e R$ 15 (crianças e pessoas acima de 60 anos) Telefone: (54) 3282-1121

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Moda para ver no final de semana

Peru com Arte e Gastronomia - acompanhamento da chef Helena Rizzo

25 de janeiro de 2012 0

E não é que o roteiro para o PERU conseguiu ficar ainda melhor?? Viajando com Arte & Gastronomia, com Clarisse Zanetello Linhares , Mylene Rizzo e a Chef Helena Rizzo. Venham conferir o roteiro! http://www.portobrasil.com.br/perucomarte2011/PeruComArte

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23 de janeiro de 2012 0

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Paris-Dakar ou Argentina-Peru? (continuação)

13 de janeiro de 2012 0

Como é guiar um caminhão daqueles? Não me pergunte, mas eles o fazem – a quase 200 km por hora, nas estradas e fora delas. Só o que posso dizer é que a pedaleira, ou o assoalho era exatamente da altura do meu ombro – que medi depois: 1,55 m de altura.  Depois de um longo papo, pedi a um chefe de equipe se podia subir até o cockpit , e ele disse: “sem dúvida, eu o ajudo a subir”. Estranhei o excesso de gentileza. Bem, se ele não tivesse me ajudado, eu não subiria: o primeiro degrau era a 90 cm do chão. Combustível? Em média, 600, 700 litros (diesel). Consumo? Mais ou menos um litro por quilômetro. Além disso, não esqueçam que há etapas noturnas – algumas começando à meia-noite – e com travessias de trechos desérticos. Não falo em estradas ruins, mas em dirigir pelo deserto sem estradas , só com GPS e um ponto de encontro – que não era exatamente a chegada, mas o fim ou início do Prime ( prime é trecho cronometrado). As fotos que aparecem, feitas por mim, mas com uma câmara de bolso, superamadora. Mesmo assim, elas lhe darão uma ideia da agressividade dos veículos, mas, se quiserem ver boas fotos , muito boas fotos, por favor, acesse www.????????? (quando acharmos, publicaremos o endereço; sorry… ) Li numa entrevista que o brasileiro Guilherme Spinelli disse que, este ano, a exigência será maior. Segundo ele, o percurso atual é uma novidade para todos, sendo que, dos 14 dias de competição, 12 incluirão dunas. O piloto se diz seguro para “uma estratégia menos conservadora, mais agressiva. Boa sorte, Guilherme!

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Paris-Dakar ou Argentina-Peru? (continuação)

Paris-Dakar ou Argentina-Peru? 2

12 de janeiro de 2012 0

A grande curiosidade entre os aficcionados é: por que saíram da África? Resposta simplificada: motivos políticos, guerrilha, roubos e sequestros. O roteiro cruzava várias vezes com a Frente Polisário, na região da Mauritânia – e, ao que parece, a Al-Qaida, aproveitando-se da islamização da região,  estava preparando algo de grande impacto. Numa outra ocasião, sem rali nenhum, fomos até lá com um jipe, sem outras armas que nossas câmaras fotográficas, mas, a partir de Essaouira (sul do Marrocos), em cada barreira tínhamos que esvaziar o Land Rover – no último dia, 4 vezes. Em cada operação, perdíamos uma hora. Enchemos o saco e voltamos. Acho que era isso que queriam (quando terminar o rali, prometo postar algo sobre a viagem; gosto de desertos, o que fazer…). Além disso, o evento tinha muita divulgação na França, muitos patrocínios franceses , mas, ao vivo, ninguém via (só camelos e beduínos). Agora, vieram para uma região que adora automobilismo – e os argentinos são especialistas neste tipo de competição, têm uma enorme tradição em estradas. Já há uns 50 anos, fizeram uma prova Buenos Aires-Caracas (ganhou Juan Manuel Fangio) e, como, de todo jeito, teriam que voltar, organizaram uma Caracas-Buenos Aires – ou seja, o que fizeram os atuais organizadores foi internacionalizar a competição , levando-a a um lugar em que adoram motores. Além disso, Argentina e Chile colocaram, no ano passado, 6 milhões de dólares cada um. Voltando ao Atacama… terminada a passagem ou abastecimento, os carros-oficina fechavam o baú e voltavam para a base. Muitos trabalhariam a noite toda para poder iniciar o próximo Prime com o carro ok. Às vezes, à noite, nos encontrávamos em algum restô com outros aficcionados ou chefes de equipe. Foi dessa forma que, com a equipe da Volks, fiquei sabendo que o Moacyr Scliar havia sofrido um problema grave. Ante a minha dupla surpresa, me falaram dos livros que haviam sido traduzidos para o alemão –  daí o interesse. Para que tenham ideia da internacionalização do rali, só nos caminhões, veículos com 5/6 toneladas, havia tchecos, russos, poloneses, chineses (guiados por argentinos), alemães, italianos,  austríacos, franceses, suecos e, claro, americanos e canadenses. Uma verdadeira babel. (Segue)

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Paris-Dakar ou Argentina-Peru? 2

Costa Rica, o melhor em turismo de aventura!

12 de janeiro de 2012 0

  A Costa Rica foi uma total surpresa, confesso que sabia muito pouco sobre este pequeno pais da América Central , destino escolhido pela familia para passarmos 10 dias  no mês de julho. Poucos destinos oferecem uma gama tão ampla de paisagens impressionantes e fauna exótica como a Costa Rica. Com certeza seu tamanho diminuto está pra lá de compensado pela sua rica diversidade, lá estão representadas 5% de toda biodiversidade do planeta. Esquilo branco, eu nunca tinha visto… Saimos de Porto Alegre pela Companhia aérea peruana, a TACA, que está com vôos diretos semanais até Lima , que é uma ótima opção, não só porque escapamos de escalas longuíssimas no Rio ou SP, mas porque na volta ainda podemos conhecer Lima que é um lugar bárbaro, na beira do oceanos pacífico. De Lima pegamos outro vôo até nosso destino, San Jose.  Foram 10 dias de muito relax, aventuras e aprendizado, escolhemos ficar na região de Guanacastes no Pacífico , poi a gurizada queria experimentar as ondas perfeitas que quebram naquela área. E sabe como é né, viagem de familia, gente de todas as idades, programas muito ecléticos, então a melhor solução foi escolher um hotel com infraestrutura que agradasse gregos e troianos, e acamos ficando no Marriot Guanacastes, que é lindo, na verdade este hotel fica na área de uma antiga fazenda, a Pinilla onde além do hotel, eles tem casas para alugar, quadras de tenis, campo de golfe, clube de praia, etc. Marriot Guanacastes A companhia de muitos beija flores nos cafés da manhã. Visão idílica para quem sai do inverno portoalegrense e aterrisa aqui onde a temperatura não baixa dos 26 graus! Toda a estrutura pra quem não quiser arredar pé dos limites da enorme propriedade. Mas isto não existe pra mim, é claro que eu adoro passar uma manhã na piscina tomando Piña Colada, mas estar na Costa Rica pela primeira vez o “Eldorado”   do turismo de aventura, e ficar no hotel?? Nem pensar!!! Minha primeira atitude foi comprar o guia Lonely Planet na lojinha do hotel e começar a estudar quais seriam as melhores opções de passeio na região, e aqui vai um conselho, não adianta querer abraçar o mundo e tentar conhecer tudo, porque mesmo que você veja que alguma coisa está a 100km de distância, as estradas são ruins, algumas terríveis, a gente demora pra chegar. Caminho de Guanacastes até o Parque Ricón de la Vieja, muitas florestas, animais e vulcões.   Nossa primeira aventura foi o Canopy , verdadeira instituição nacional, uma mistura de arvorismo, rapel, tirolesa, uma experiência incrível. A Costa Rica tem diversos parques nacionais e todos tem um ou mais Canopys, eles variam de dificuldade e desafios de acordo com o lugar. Nós escolhemos o Parque Rincón de la Vieja e lá fizemos um pacote que incluia banho nas piscinas térmicas naturais, com direito a banho de lama como tratamento para a pele ( não esqueçam que a Costa Rica é cheia de vulcões e muitos ainda ativos) e o Canopy. Quando chegamos no local das piscinas termais havia uma casinha de madeira no inicio da trilha que seguia floresta adentro, ali nos deram uma toalha e nos mandaram seguir em frente. Cruzamos esta ponte até chegarmos nas piscinas, onde nos aguardava o banho de lama. Piscinas com água muito quente ao lado de cachoeiras. Se deixar “pintar” de lama medicinal E depois cair na água das cachoeiras.  Nos despedimos do Sr Sebastian  que trabalhou duro para “pintar” 22 pessoas e estávamos prontíssimos para o que seria nossa aventura do dia, o esperado Canopy.   C olocando o equipamento, eles são super preocupados com a segurança,  em cima das árvores e plataformas sempre estamos presos por algum cabo. Como eu disse existem vários niveis de dificuldade, e apesar de no nosso grupo as idades variarem de 4 a 80 anos, todos puderam participar, evitando os trechos mais dificeis como o Rapel e a escalada posterior. O cenário é lindo minha sensação era de estar no set de filmagens de Jurassic Park, pois a natureza da Costa Rica é superlativa, é muito exuberante. Nossa primeira deslizada foi de uns 100 numa tirolesa entra as altas copas das árvores, com a adrenalina pulsando, isso vicia, acreditem! Descer de cabeça pra baixo, nem pensar, fui sentadinha mesmo e saber que tudo que desce tem que subir, um paredão de uns 20m me aguardava na volta!! E outra tirolesa até a próxima plataforma. Depois de tanto esforço e adrenalina nada melhor do que uma buena Imperial Depois de mais ou menos 2h voltamos ao ponto de partida, eu estava em estado de graça, porque esta modalidade reune várias das coisas que eu mais gosto, que é estar em meio a uma natureza deslumbrante de árvores gigantes, canions, rios de corredeira, aliado a isso muita adrenalina e como disse o guru Heitor ” a gente potencializa a felicidade estando junto daqueles que amamos” então o que eu poderia pedir mais? Eu ainda tenho muitas coisas pra contar da Costa Rica, então aguardem a parte II, III e quiçá IV deste post! Hotel Marriot Guanacastes :  http://www.marriott.com/hotels/travel/sjojw-jw-marriott-guanacaste-resort-and-spa/ Canopy Rincon de la Vieja :  http://www.guachipelin.com/

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Costa Rica, o melhor em turismo de aventura!

Paris-Dakar ou Argentina-Peru?

11 de janeiro de 2012 0

O início foi no domingo passado, mas o ronco dos motores que disputarão os quase 9.000 km é bem mais antigo. Colocar um veículo em condições para um rali no deserto requer técnica, coragem e patrocínio. Em sua 34ª edição (a quarta por aqui), o rali tem a participação de 742 competidores , divididos em 446 veículos, (motos, carros, caminhões e quadriciclos), que percorrerão a distância entre Mar del Plata e Lima, no Peru, em 14 dias, por ríos, montes y camadas taperas donde he nacido – pelo menos é o que diz o tango Adiós Pampa Mia . O Brasil está representado na prova por 13 pilotos, em sete motos, dois carros e um caminhão. Mas não espere muito. Não é uma prova em que tenhamos um desempenho muito bom. André Azeredo, que, desta vez, participa nos caminhões, diz que, quando estreou, em 1988, não existia internet e nem informações sobre a prova como se tem hoje e que “ só fomos levados a sério quando embarcamos para a Europa ”. E acrescenta: “na estréia, eu carregava todo o equipamento e peças de manutenção numa mochila, no banco traseiro da moto”. A primeira vitória de André aconteceu em 1991, quando foi primeiro na categoria Motos Maratona, um feito inédito para o Brasil. Este ano, além de não ter largada de Buenos Aires, como aocnteceu nas três primeiras edições, irá ao Peru. O formato linear iguala a prova com o passado, quando a largada era na Europa e a chegada na África – o que traz mais dificuldades para os pilotos, especialmente para equipes de manutenção. Mesmo assim, Dunas são sempre o maior desafio. As fotos são do ano passado, quando fui ver de perto. Havia algumas cidades-chave e, não muito longe delas, havia vários roteiros. Portanto, sabendo dos horários, saíamos umas duas a três horas antes e estacionávamos em alguma passagem, abastecimento ou posto de cronometragem, etc. Neste ano, é mais complicado. Quem quer vê-los, e todos queremos, tem que seguir o trajeto e, se possível, antecipar-se. Em 2011, fizemos, basicamente, dois pit stops – o primeiro na aconchegante San Pedro de Atacama e o segundo em Antofagasta. Claro que, com motor home , é bem mais fácil, pois anda-se com a casa nas costas. Mesmo assim, lota tudo: bares, hotéis, restaurante e, especialmente, choperías – não esqueça que estávamos no Atacama e o rali, ou o circo , como eles chamam, movimenta aproximadamente 3000 pessoas. Uma boa parte do tempo, fica-se com o pessoal das equipes. É um pessoal eclético e com muitas estórias, que já poderiam ser histórias, pois  alguns acompanham o Paris/Dakar desde quando começava na Champs Élysées e, três semanas depois, chegava a Dakar. Nesse trajeto, só eram vistos por camelos e beduínos. Hoje, o nome continua pelo charme – afinal, Paris é Paris, e o Saara é o Saara. Mas o perigo é o mesmo. No domingo passado, um piloto morreu sete minutos após a largada!

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10 Destinos de 2011

30 de dezembro de 2011 0

1 - Machu Picchu (Peru) 2 – Capadócia (Turquia) 3- Vale Sagrado (Peru) 4- Lima (Peru)   5 – Bodrum (Turquia) 6 – Vale do Amor ( Turquia) 7 - Cuzco (Peru) 8- Efesus (Turquia) 9 - Istambul (Turquia) 10- Aguas Calientes

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Pessoas, a melhor tradução de uma cultura.

28 de dezembro de 2011 0

Uma das coisas que mais me fascinam nas viagens, são as pessoas. Quando viajamos os estrangeiros somos nós, e uma das melhores maneiras de entender a cultura alheia é observar a sua gente. Como reajem ao seu sorriso, à sua presença. No nosso curso quando falamos para as pessoas sobre como tirar o melhor proveito de uma viagem, um conselho que eu sempre dou é que em alguma parte do roteiro elas contratem um guia local, não só para aprender que esta mesquita foi construida no século tal, que este quadro foi pintado por Vasnetsov e todas estas informações que vem de bonus, mas principalmente, para podermos conhecer os meandros desta cultura que se apresenta a nossa frente. Sempre lembro da primeira vez que estive na Russia, imaginem um pais que esteve num regime fechado por 70 anos, praticamente isolado , eu queria saber tudo, como estavam convivendo com o novo sistema, como era não ter religião, como eles se sentiam por não poder viajar além das fronteiras da Sibéria, estas conversas são muito ricas,  são as mais interessantes. Outra coisa  é sentar em um café qualquer de uma rua movimentada e observar o movimento das pessoas e se possível fotografá-las, pessoas são a melhor tradução de um pais, pensando nisso hoje eu trouxe para vocês aqui no blog uma seleção destes meus garimpos humanos pelo mundo, espero que vocês curtam! Norte da India Ayutthaya, Tailândia Chefchauen, Marrocos Cairo, Egito Mendoza, Argentina Libéria, Costa Rica Deserto Erg Chebbi, Marrocos Chang Mai, Tailândia Lima, Peru Madrid, Espanha San Martin de los Andes, Argentina Capadócia, Turquia Angkor, Cambodja Kostroma, Russia Neuburg, Alemanha Chang Mai, Tailândia Parque Kruger, Africa do Sul Sien Reap, Cambodja Eichesttat, Alemanha Florença, Itália Esteio, Brasil Marrakesh, Marrocos Cairo, Egito Paris, França Chang Mai, Tailândia

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Peru com Arte - Maio de 2012

16 de dezembro de 2011 0

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Thanksgiving Day / Dia de Ação de Graças

14 de dezembro de 2011 0

O Dia de Ação de Graças é comemorado por norte-americanos nativos e imigrantes – menos os perus, que são abatidos aos milhões, mas não sei se por humor, bondade ou hipocrisia, um deles costuma ser salvo pelo Presidente. Diz o texto que recebi: Tudo começou assim: Em 1620, para escapar da perseguição por suas crenças religiosas, um grupo de pessoas deixou a Europa em busca de um novo continente para se estabelecer. Um ano mais tarde, metade deles havia morrido e o restante vislumbrava um futuro incerto… Graças ao auxílio dos nativos americanos, que viviam ao longo da Costa Atlântica dos Estados Unidos, os europeus sobreviveram. Quase quatro séculos mais tarde, pessoas de todas as partes do mundo vão aos Estados Unidos para buscar refúgio em relação a algum tipo de situação ameaçadora, e todos são bem-vindos. No Dia de Ação de Graças , os americanos agradecem por todas as coisas boas em suas vidas e lembram o quanto eles têm sorte de viver naquele grande país. Lembram, também, que todos, de certa forma, são imigrantes e devem dar o melhor de si para ajudar os menos afortunados. O Dia de Ação de Graças já passou, é sempre na quarta quinta-feira de novembro. Um dia após o “Thanksgiving Day”, tem início a temporada de compras de fim de ano. As lojas e restaurantes vão estar muito movimentados até o Natal e o início do novo ano. O novo imigrante que nos mandou este tocante resumo chama-se Raul Daudt . Fotógrafo reconhecido que tem ali o seu único filho, e, aos 75, recomeça nos States uma nova vida. Felicidades, Raul. A resposta vai com atraso, mas que os próximos dias de Ação de Graças preencham todos os teus anseios e também as saudades mútuas – a que temos de ti e a que sentes dos amigos queridos. E que a vida te sorria onde estás. Abraços.

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