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Posts na categoria "Europa"

De mulher para mulher, um site com dicas e mapas de Paris!

06 de maio de 2012 0

Já visitei cidades que me encantaram muito mais do que Paris , mas há meses ando com capital da França na cabeça, lendo livros e pesquisando roteiros que um dia, quem sabe, vão ser colocados em prática por mim. Nestas buscas, encontrei o site My Little Paris , repleto de dicas e mapas, feito por mulheres para ser degustado por outras mulheres. Além de superútil, o site é lindo, todo ilustrado! Em My Little Paris há dicas práticas de lugares pra comer, festar, comprar, passear, ficar mais bonita e até se depilar na Cidade Luz! Dá pra baixar um aplicativo pra Ipad ou Iphone com mapas que ajudam a se localizar em Paris e planejar melhor os roteiros de acordo com os interesses da viajante. Ou simplesmente assistir a vídeos como este acima pra ficar com água na boca diante do sotaque que eu adoro e dos lugares escolhidos por quem vive Paris . O site tem ainda uma versão para Lyon e outra para Marseille , igualmente caprichadas.

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Os 50 anos dos carros de James Bond

04 de maio de 2012 0

Durante todo o ano de 2012, uma exposição em cartaz desde janeiro mostra um ícone do cinema: 50 veículos de James Bond, no National Motor Museum, em Beaulieu . A mostra comemora os 50 anos do primeiro filme de James Bond. Denominada “Bond in Motion” (Bond em Movimento), a exibição apresenta veículos que apareceram nos filmes de Bond ao longo dos anos, incluindo carros, barcos, motos, trenós e jatos. O National Motor Museum em Beaulieu, que comemora seu 40º aniversário em 2012, tem um acervo de mais de 250 veículos e conta a história do automobilismo na Grã-Bretanha. Há carros de corrida, carros de rali modernos e máquinas mais recentes da F-1, assim como os recordistas de velocidade do mundo e carros convencionais usados por famílias de cada época do automobilismo. Serviço Beaulieu fica em New Forest, entre Bournemouth e Southampton, na costa sul da Inglaterra. Palace House em Beaulieu é lar da família Montagu desde 1538. Abre diariamente das 10h às 17h de outubro a maio e das 10h às 18h de junho a setembro. Os ingressos custam £ 17 para adultos, £ 10,50 para visitantes entre 13 e 17 anos e £ 9 para crianças de 5 a 12 anos. Há a opção de ingresso familiar por £ 46,50. O preço do ingresso inclui entrada para o National Motor Museum, Palace House & Gardens, Beaulieu Abbey, World of Top Gear e James Bond Experience. Informações: www.beaulieu.co.uk

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Lucca, a cidade dos muros

30 de abril de 2012 0

Como sempre fazem, o Alessandro Andreini e a Daniella Poli primeiro publicam o vídeo em italiano (bom pra quem quer dar uma praticada no idioma) e, depois, uma versão com legendas em português. Mas só as imagens já dão uma ideia de como é LUCCA , cidade da Toscana que fica a mais ou menos uma hora de Florença e que é tema deste vídeo. O centro histórico de Lucca é cercado por 5 quilômetros de muralhas que formam uma espécie de parque , onde é possível, caminhar, andar de bicicleta, praticar esportes em geral. É a cidade de Giacomo Puccini, o compositor, autor de óperas como Turandot, Madame Butterfly, Tosca e La Bohème . &lt;br /&gt;<br />

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Provence nos passos de Cézanne e Picasso

28 de abril de 2012 0

Depois de muita chuva, quase um dilúvio noite passada, amanheceu um lindo dia de sol, temperatura agradável. Os moradores daqui dizem que a esta época do ano normalmente já estaria bem mais quente, realmente ano passado, estávamos por esta região nesta mesma época e estava em torno de 28, 30 graus. Saímos de Aix en Provence em direção a Vauvernagues ( onde Picasso comprou um castelo, dizia ele na “terra de Cezanne” ). Ainda vou fazer um post somente da cidade de Aix, que é uma cidade muito legal, não é muito grande, uma cidade universitária com bastante vida, animada à noite, centrinho histórico cheio de referências ao pintor Paul Cezanne, considerado o pai da arte moderna. Hoje vamos passear um pouco no interior, nos campos e petites villages do interior da Provence. Logo depois de sair do centro de Aix, seguimos as trilhas de Cézanne , de onde ele retratava o Monte Saint Victoire , hoje é um parque nacional, com muitas opções de trilhas, a pé e de bicicleta. Começamos pelos caminhos de Bibemus , onde o pintor mantinha uma cabana, e de onde pintou várias telas nas antigas pedreiras romanas. Fizemos uma trilha na floresta, de 1 hora mais ou menos, e depois chegamos num ponto onde existe uma grande barragem construída logo depois da guerra em 1946, a água é de um verde esmeralda impressionante. Seguimos pela pequena estradinha até Vauvernagues , lá onde Picasso comprou este castelo no final dos anos 60, mas na verdade morou muito pouco aqui. Ele e sua última esposa, Jacqueline Roque , estão enterrados aqui. A curiosidade a respeito do funeral de  Picasso , é que na época, Jacqueline não permitiu aos filhos de Picasso , com Françoise Gillot , que assistissem ao funeral do pai.   Claude e Paloma tiveram que assistir de longe, na pequena village. O castelo foi aberto a visitação pela primeira vez no ano passado, hoje ele pertence a filha de Jacqueline, e estará aberto de 30 de junho até final de julho. Continuamos nosso passeio por estradinhas mínimas, passamos por vários ciclistas, mas não é uma trilha para iniciantes, pois é cheio de subidas e descidas. Como havia chovido horrores na noite anterior ( vocês devem ter visto nos jornais, aqui ontem choveu demais e teve vários incidentes de inundações e mortes) a força da água era incrível nesta cachoeira passando Vauvernagues .  Chegamos na cidadezinha de Riens , bonitinha, nada especial, a verdade é que já passava das 2h da tarde e estávamos com fome. Paramos num restaurante, creio que o único da cidade, e comemos divinamente bem, os homens escolheram o menu du jour , ou o prato do dia, que era um entrecôte com salada e fritas, e nós comemos uma salada com queijo de cabra quente, e uma brusquetta de presunto de parma, especialidade da casa, foi perfeito! Seguimos na direção de Apt , famosa por seus campos de lavanda, mas já aviso: se você quiser ver os campos em plena floração a data certa é da segunda quinzena de julho até meados de agosto. Vimos muitas plantações de lavanda, em torno das cidades de Apt, Saint Saturnin, Reillannes , mas elas estão apenas querendo começar a florir. Aqui perto de Roussillon elas já estavam mais maduras e reparem os campos dourados de trigo ao fundo… Com o sol se pondo perto das 10h da noite, o dia é super aproveitado, pegamos o fim de tarde em Gordes , que é considerada uma das cidades mais lindas e típicas da Provence.  Suas casinhas  de pedra com janelas pintadas de um azul um pouco lilás  lembram os campos de lavanda. No caminho aproveitei pra visitar a Victoria nas plantações de cereja que são lindas e para nós uma coisa totalmente nova. Cerejas colhidas diretamente do pé, uma delícia….   Para terminar com chave de ouro este dia decidimos jantar em Fontaine – de- Vaucluse , um lugar lindo que fica nas margens do rio Sorgue.   Já estava anoitecendo, mas ainda consegui captar o bom astral de Fontaine de Vaucluse , onde se pode alugar caiaques para descer o rio. Sentamos neste restaurante da foto acima e vai a dica: outra truta com amêndoas maravilhosa, acompanhada por um vinho rosé da Provence.     Até a próxima! Bonne Journée!!  

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Londres: a capital mais "avant-garde" da Europa

28 de abril de 2012 0

Quem vai a Londres pela primeira vez não deixa de se surpreender pelo clima meio NYC da cidade, muito diferente do resto da Europa , mais conservadora , Londres continua lançando tendências e se renovando. Covent Garden Na verdade este é um post meio encomendado , estava com o material guardado mas foi o pedido de dicas de Londres  de algumas alunas que me estimulou a colocar a “mão na massa”. Começo pela dica de hotel , o Flemings Hotel Mayfair é um achado. Fica quase na Picadilly Street em frente ao  Green Park , tem um atendimento primoroso com muitos portugueses gentis que quase adivinham nossos pensamentos, uma decoração na medida entre o clássico e o arrojado, muito ao estilo  Tricia Guild . Para nós foi perfeito! http://www.flemings-mayfair.co.uk/ Olhem este hall de entrada com um ar de biblioteca antiga , por fora segue o mais tradicional estilo inglês, e isto é ainda mais instigante. O Green Park é um dos parques reais de Londres e dá acesso direto do hotel ao Buckingham Palace , uma caminhada curta e bem agradável. Uma informação interessante é que o Palácio é aberto à visitção  nos meses de agosto e setembro , de acordo com as férias da rainha Elisabeth II, nos demais meses do ano pode-se visitar os estábulos reais. A região está no centro dos acontecimentos com o casamento  do próximo dia 29 de abril.   Atravessando a rua em frente ao Buckingham Palace o St. James Park já se mostra com toda sua beleza neste início de primavera. Para quem quer fazer o circuito dos parques londrinos, que são todos interligados por ciclovias, uma dica super atualizada á o aluguel de bicicletas públicas que foi liberado para os turistas em fevereiro de 2011. Agora já se pode pegar as bicicletas em qualquer suporte espalhado pela cidade,  com cartão de crédito internacional a módicas $ 1,00 libra por dia , e devolver onde for mais conveniente. Uma forma cômoda e barata de  passear pelos maravilhosos parques de Londres.   Bem perto dali a Royal Academy of Arts é um museu que tem mostras muito legais e apesar de não tão conhecido,  é imperdível. Apresenta atualmente a exposição ” Watteau: The Drawings” . http://www.royalacademy.org.uk/ A Regent Street é uma artéria comercial muito movimentada, várias lojas conhecidas estão por lá , mas eu me encantei com a National Geographic Store , primeira loja da marca mais conceituada em matéria de viagens e aventura. São livros , dvds, roupas , mapas , fotografias e para completar um café com sabores do mundo! A loja oferece um provador para as pessoas fazerem test drive das roupas , ele simula extremos de temperatrura e vento, um luxo . Bem pertinho , uma rua de pedestres tem uma enorme diversidade gastronômica concentrada em uma quadra muito descolada e super bem frequentada no almoço. A Heddon Street tem o Zinc Bar & Grill – Seasonal British Conran , o Gabrielle’s – Regional French bistro , o Momo -  comida marroquina  o Below Zero e o Tibits  - um buffet meio natureba onde comemos saladas ao estilo do Santo Grão no Rio de Janeiro. http://www.sugarvine.com/london/neighbourhood-watch/story.asp?story=46 Prometo um passeio por Chelsea e South Kensington , a Londres da futura princesa,  no próximo post!

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Londres: a capital mais "avant-garde" da Europa

Três roteiros temáticos na França

27 de abril de 2012 0

Esses três roteiros temáticos têm como destino a FRANÇA, todos eles no final do verão/início do outono europeu, e focam em enogastronomia, história e castelos. Ainda que os temas sejam os mesmos, cada um tem propostas diferentes: 1 – O primeiro deles é organizado pela francesa, residente em Porto Alegre, Valérie Gallien , que leva aos castelos de sua terra natal, com hospedagens e almoços/jantares/passeios por castelos do Vale do Loire. 2 – O segundo, e que já acontece pelo terceiro ano consecutivo, é o do chef Philippe Remondeau, do porto-alegrense Chez Philippe , para o “Sudoeste Gastronômico”. Tem aula de gastronomia e degustações, hospedagens em hotéis de vinhedos, jantares e almoços gastronômicos… 3 – O terceiro é o Al Mondo , formado por um grupo liderado pelo chef Marcelus Vieira, de Ijuí, que terá um dos roteiros deste ano em Bordeaux, com pequenos grupos que participam de aulas de gastronomia e jantares exclusivos e fica uma semana hospedado em um chateau da região. 

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Três roteiros temáticos na França

Cerimônia na fronteira Índia-Paquistão

26 de abril de 2012 0

Recebi o link com um vídeo que mostra a no mínimo curiosa cerimônia que marca o fechamento diário da fronteira Índia-Paquistão. A fronteira de Wagah é a única ligação terrestre entre os dois países, que têm diferenças, especialmente religiosas, irreconciliáveis e disputam a região da Caxemira desde 1947, quando se tornaram independentes da Grã-Bretanha. Quando chega o entardecer, a fronteira é fechada com essa cerimônia militar que virou atração turística. &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;<br />

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Cerimônia na fronteira Índia-Paquistão

Emoção com lembranças da II Guerra em Moscou

19 de abril de 2012 0

Nos últimos anos temos visto nascer na Europa uma infinidade de museus e memoriais relembrando as várias facetas da II Guerra Mundial. Com o passar do tempo a idéia inicial do pós-Guerra, defendida enfaticamente por De Gaulle : “esquecer o passado e construir uma Europa unificada” não foi um projeto idealista mas sim a única possibilidade de uma reconstrução frente aos antagonismos vigentes no início do século XX.   Nosso conhecimento sobre a II Guerra Mundial foi pautado na perspectiva americana e européia, que sempre colocou holofotes na idéia de que o conflito teria sido vencido pela coalizão aliada onde os Estados Unidos tiveram papel decisivo, principalmente com o Desembarque na Normandia em 1944.  Dentre as atrocidades cometidas pelos  nazistas os europeus ocidentais foram poupados, embora não soubessem disto na época. Os nazistas trataram os franceses, holandeses e outros povos do oeste com certo respeito, ainda que para melhor explorá-los. As piores atrocidades aconteceram mais a leste. É disto que nos fala o fantástico memorial instalado em Moscou em 1995, o Museu da Guerra Patriótica nos oferece a versão russa da história da II Grande Guerra com toda a implicação que este conflito acarretou para a URSS e principalmente para o povo russo. Vamos deixar claro que não sou apaixonada pelo assunto “guerra” e nem muito chegada em armamentos bélicos, mas o museu é muito mais do que isto. Ele faz parte do grande complexo de Plokonnaya Gora que engloba o  Parque da Vitória , com mais de 130 hectares, e o Monumento à Vitória , além de exposições de armamentos de guerra ao ar livre. No parque encontram-se três templos religiosos que fazem referência aos povos que compõe a Federação Russa: uma Sinagoga, uma Igreja e uma Mesquita formam este mosaico religioso. Para além dos monumentos, a vista que o parque oferece da cidade já valeria o passeio, pois estamos numa das regiões mais altas de Moscou .     A II Guerra Mundial é denominada pelos russos como Grande Guerra Patriótica , pois para este povo foi um evento de proporções catastróficas onde toda a população civil se envolveu na defesa de sua nação. Só para se ter uma idéia das proporções da destruição, em solo russo foram arrasados 70 mil vilarejos e 1.700 cidades de pequeno porte e pode-se dizer que as perdas materiais foram insignificantes se comparadas as perdas humanas. O número de russos mortos no período é calculado em mais de 20 milhões, sendo que a maioria de civis não combatentes. Este número supera a mortandade de todos os outros países envolvidos no conflito,  somados!!!!   É uma história de bravura e sacrifícios, uma História desconhecida  e monumental.  Dentro do complexo uma das partes  mais interessante são os seis dioramas que remontam as principais batalhas travadas em solo russo. São quadros pintados de forma realista, que incluem objetos para dar mais veracidade à cena. São retratadas Batalhas de Stalingrado e Kursk e o Cerco de Leningrado .   A cena que reconstroi o cerco de Len ingrado é especialmente tocante. Foram 900 dias de bloqueio com bombardeios constantes e somente no auge do inverno houve algum abastecimento de víveres e a saída de crianças e mulheres pelo lago Ladoga congelado, que ofereceu um escape pelo norte. A população da cidade tentava levar uma vida minimamente normal com uma ração alimentar que chegou a menos de 400 calorias diárias, mas morria muitas vezes a caminho de enterrar seus cadáveres em meio à neve e inanição. Aproveito para sugerir um filme que acabei de ver sobre este tema: Leningrado, uma visão sem maquiagem do que foi a realidade russa depois da entrada dos nazistas em 1941.       O memorial conta ainda com uma seção de fotografia e documentos que toca fundo o até os corações mais calejados. Para completar a Sala das Lágrimas ,com correntes presas ao teto, onde cada elo representa uma vida perdida na guerra, finalizada com um lágrima de cristal. Impressionante! Se você gostou deste post e curte dicas de viagem, arte, restaurantes e afins, curta a nossa página Viajando com Arte no Facebook:   https://www.facebook.com/pages/Viajando-com-Arte/121374657937187  

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Emoção com lembranças da II Guerra em Moscou

Alberto Giacometti na Pinacoteca em São Paulo até 17 de junho

14 de abril de 2012 0

Adoro São Paulo , bons restaurantes , shows e pricipalmente muitas exposições de arte! Minha última boa surpresa foi a maravilhosa retrospectiva de Alberto Giacometti na Pinacoteca do Estado de São Paulo: Alberto Giacometti: Coleção da Fondation Alberto et Annette Giacometti , Paris. Para a exposição foram selecionados cerca de 280 trabalhos, sendo 80 esculturas de tamanhos variados, 40 pinturas, 80 trabalhos sobre papel, 56 fotografias e documentos. “L’ homme qui marche” – Alberto Giacometti Giacometti fotografado por Henri Cartier-Bresson,  1961   Alberto Giacometti (Borgonovo, Suíça, 1901–1966,) é considerado um dos grandes expoentes da arte do século XX e esta mostra configura-se numa oportunidade única para conhecer sua trajetória artística. A Pinacoteca por si é uma visita imperdível , o prédio restaurado tem um clima alto astral onde qualquer exposição é valorizada. Encontrei algumas pessoas que vira a mesma exposição em Paris e o consenso é que em Saõ Paulo está muito mais bem apresentado. Não percam a oportunidade de visitar o acervo da Pinacoteca , atualmente no terceiro andar, arte brasileira da melhor qualidade, encantador! “Picador de Fumo”  . Almeida Junior “O Violeiro” . Almeida Junior “A seleção dos trabalhos expostos foi feita por Véronique Wiesinger, curadora e diretora da Fundação Alberto e Annette Giacometti, que procurou apresentar todas as linguagens do percurso artístico de Giacometti ao longo de meio século, com destaque para a influência da escultura africana e da Oceania, que marca o início da sua obra madura. Disposta em ordem cronológica e temática, a mostra ocupa todo o primeiro andar da Pinacoteca onde são apresentados desde os retratos do artista executados por seu pai e por seu padrinho, ambos pintores, até as esculturas monumentais concebidas para Nova York. A seleção de obras também ressalta os laços de Giacometti com escritores e intelectuais parisienses como André Breton e o surrealismo, ou Jean-Paul Sartre e o existencialismo. ” Pinacoteca do Estado SP O Parque da Luz envolve a Pinacoteca num ambiente meio século XIX, apesar se localizar-se no coração da paulicéia, é um local tranquilo e bucólico, além de bem policiado e seguro. O café do museu localiza-se no térreo com saída direta para jardim, que ainda nos brinda com uma bela coleção de esculturas. ” Carregadora de Perfume ” .Victor Brecheret Jaqueira com fruta no pé, para mim uma forma nova e inusitada Para quem quer um programa completo uma boa dica é o Museu da Língua Portuguesa, que fica logo em frente , na Estação da Luz .   O Museu da Língua Portuguesa é  dedicado à valorização e difusão do nosso idioma (patrimônio imaterial) , apresenta uma forma expositiva diferenciada das demais instituições museológicas do país , usando tecnologia de ponta e recursos interativos para a apresentação de seus conteúdos. É considerado por muitos um dos melhores museus do Brasil , eu concordo e indico com ênfase. Vale a pena conferir o site para ver qual exposição temporária. http://www.museulinguaportuguesa.org.br/   Se você gostou deste post e curte dicas de viagem, arte, restaurantes e afins, curta a nossa página Viajando com Arte no Facebook:   https://www.facebook.com/pages/Viajando-com-Arte/121374657937187

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Alberto Giacometti na Pinacoteca em São Paulo até 17 de junho

Alberto Giacometti na Pinacoteca em São Paulo até 17 de junho

12 de abril de 2012 0

Adoro São Paulo , bons restaurantes , shows e pricipalmente muitas exposições de arte! Minha última boa surpresa foi a maravilhosa retrospectiva de Alberto Giacometti na Pinacoteca do Estado de São Paulo: Alberto Giacometti: Coleção da Fondation Alberto et Annette Giacometti , Paris. Para a exposição foram selecionados cerca de 280 trabalhos, sendo 80 esculturas de tamanhos variados, 40 pinturas, 80 trabalhos sobre papel, 56 fotografias e documentos. “L’ homme qui marche” – Alberto Giacometti Giacometti fotografado por Henri Cartier-Bresson,  1961   Alberto Giacometti (Borgonovo, Suíça, 1901–1966,) é considerado um dos grandes expoentes da arte do século XX e esta mostra configura-se numa oportunidade única para conhecer sua trajetória artística. A Pinacoteca por si é uma visita imperdível , o prédio restaurado tem um clima alto astral onde qualquer exposição é valorizada. Encontrei algumas pessoas que vira a mesma exposição em Paris e o consenso é que em Saõ Paulo está muito mais bem apresentado. Não percam a oportunidade de visitar o acervo da Pinacoteca , atualmente no terceiro andar, arte brasileira da melhor qualidade, encantador! “Picador de Fumo”  . Almeida Junior “O Violeiro” . Almeida Junior “A seleção dos trabalhos expostos foi feita por Véronique Wiesinger, curadora e diretora da Fundação Alberto e Annette Giacometti, que procurou apresentar todas as linguagens do percurso artístico de Giacometti ao longo de meio século, com destaque para a influência da escultura africana e da Oceania, que marca o início da sua obra madura. Disposta em ordem cronológica e temática, a mostra ocupa todo o primeiro andar da Pinacoteca onde são apresentados desde os retratos do artista executados por seu pai e por seu padrinho, ambos pintores, até as esculturas monumentais concebidas para Nova York. A seleção de obras também ressalta os laços de Giacometti com escritores e intelectuais parisienses como André Breton e o surrealismo, ou Jean-Paul Sartre e o existencialismo. ” Pinacoteca do Estado SP O Parque da Luz envolve a Pinacoteca num ambiente meio século XIX, apesar se localizar-se no coração da paulicéia, é um local tranquilo e bucólico, além de bem policiado e seguro. O café do museu localiza-se no térreo com saída direta para jardim, que ainda nos brinda com uma bela coleção de esculturas. ” Carregadora de Perfume ” .Victor Brecheret Jaqueira com fruta no pé, para mim uma forma nova e inusitada Para quem quer um programa completo uma boa dica é o Museu da Língua Portuguesa, que fica logo em frente , na Estação da Luz .   O Museu da Língua Portuguesa é  dedicado à valorização e difusão do nosso idioma (patrimônio imaterial) , apresenta uma forma expositiva diferenciada das demais instituições museológicas do país , usando tecnologia de ponta e recursos interativos para a apresentação de seus conteúdos. É considerado por muitos um dos melhores museus do Brasil , eu concordo e indico com ênfase. Vale a pena conferir o site para ver qual exposição temporária. http://www.museulinguaportuguesa.org.br/   Se você gostou deste post e curte dicas de viagem, arte, restaurantes e afins, curta a nossa página Viajando com Arte no Facebook:   https://www.facebook.com/pages/Viajando-com-Arte/121374657937187

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Nova modalidade de Bistros em Paris - Los Bistronomiques

11 de abril de 2012 0

  Os bistros parisienses em geral são uma festa mesmo para os paladares mais exigentes, o desafio consiste em acertar um que esteja a altura das nossas expectativas com um preço que não seja de acabar com os maiores apetites. Pois agora existe uma nova categoria de bistros que oferecem um menu a menos de 40 euros por pessoa, onde você pode desfrutar de uma refeição memorável. Estamos falando dos Bistronomiques, uma categoria de restaurantes pequenos, que fazem todo o possível para que os clientes comam bem em Paris por menos de 40 euros. Os novos bistros são dirijidos por algum chef afastado da tradicional cuisine bourgeoise ou culinária burguesa. Utilizam cortes de carne mais em conta, frutas e verduras da estação. Fica no meio do caminho entre o bistro clássico e do restaurante, é um fenômeno que vem sacudindo a cidade e mobilizando os apreciadores da boa mesa francesa. Aqui alguns deles: Le Chateaubriand – Foto de COCO , Phaidon Chef basco Iñaki Aizpitarte – Segue cozinhando no seu antigo bistro bobo ( em francês as iniciais de boêmio e burguês) situado no hoje incensado 11 arondissenment. Quando Aizpitarte deixa fluir sua imaginação cria maravilhas como molhos de abacate, espumas aromáticas. Os ingredientes podem chagar de diversos lugares como Japão, Marrocos ou Espanha, mas conserva muitas técnicas da clássicas francesas. Le Chateaubriand – 129, Rue Parmentier tel + 33 1 43 57 45 95 L´Epi Dupin – Chef François Pasteau, um dos pioneiros do conceito bistronomiques , com um menu eclético que varia de acordo com a estação. Sua filosofia é manter os preços em torno de 34 euros o que represente um desafio constante à sua criatividade. Destaque para o Risoto de Mascarpone e laranja, vieiras fritas e seu jogo entre sabores doces e citricos. 11, Rue Dupin, tel + 33 1 42 22 64 56 Le Bistrot Paul Bert –  A rua Paul Bert é  atualmente uma das ruas mais comentadas entre os amantes da culinária, pois ali se encontram vários boas opcões de restaurante, ainda que o Bistrot Paul Bert seja o melhor de todos. Situado em um antigo açougue nos anos setenta tem um estilo retro, a apresentação dos pratos muito simples, o leitão cozido a fogo lento com damascos, ameixas e amendoas até que a carne esteja macia como manteiga. O menu de almoço com 3 pratos por 18 euros e a noite por 34 euros. 18, Rue de Paul Bert tel + 33 1 43 72 24 01 Spring –    Chef Daniel Rose do Spring ( foto Paris by mounth) Chef Daniel Rose – Poucas vezes se escreveu tanto sobre um lugar tão pequeno, o Spring tem capacidade para tão somente 16 pessoas, mas este pequeno bristro merece cada palavra que foi dita sobre ele. Com receitas leves, vivazes e elegantemente apresentadas,  com preços de 39 euros, são um verdadeiro achado. Rose compra os ingredientes que utiliza em um mercado local, muito frescos e impecavelmente criativos. Seu generoso menu de 4 pratos, muda constantemente de acordo com a estação. 28, Rue de la Tour d´Auvergne, tel + 33 1 45 96 05 72 Se você gostou deste post e curte dicas de viagem, arte, restaurantes e afins, curta a nossa página Viajando com Arte no Facebook:   https://www.facebook.com/pages/Viajando-com-Arte/121374657937187    

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Ainda sobre a Coreia do Norte

10 de abril de 2012 0

Quando iniciei esta série sobre a Coréia do Norte, deixei claro o que penso: ainda há uma esperança . E é verdade. Do outro ponto de ebulição mundial, o Irã , sinceramente, não sei se a esperança existe… Tenho por base a vivência pessoal deste jovem monarca, hoje com 28 anos, e de uma dinastia que começou com o avô, que combateu com os japoneses na Manchúria até a formação da República da Coréia, em 1948. O atual líder nasceu lá por 1983/84, portanto não participou da formação do país, mas viu e acompanhou muita coisa – sempre em palácio, ou nos seis anos que viveu na Suíça. Portanto, viu coisas e caminhos que mudariam qualquer um de nós. E a ele caberá escolher . Um dos caminhos é o que ele viu na Suíça, país livre e equilibrado no centro da Europa, onde viveu a vida europeia, vestia-se com camisas de seda Dennis Rodmann (jogador de basquete que ele admirava), jogava videogame e era amigo de jovens ocidentais. E testemunhou também a pobreza de seu próprio país. Um dos fatos que podem influir em sua decisão na escolha de um caminho. O outro é assustador, mas cabe a ele a opção . E o segundo caminho de que falo é assustador, pela brutalidade. Na década de 90, quando a fome matou milhões de coreanos, um grupo de dissidentes proeminentes no exército coreano do norte chegou a Pyongyang para protestar. Depois de ouvi-los, “Kim Jong-Il mandou que prendessem os líderes, várias dúzias de homens, e enfileirou os outros para que assistissem o que aconteceria a seguir . Os oficiais presos foram forçados a se deitar no chão com mãos e pés atados e, a seguir, alguns tanques passaram sobre eles e deram marcha-ré várias vezes até esmagá-los completamente.” A tradução é literal da página 21 da Revista Time de 27-02-2012 (essa que você vê ali em cima). No meio destas combinações da pacífica vida suíça e da truculência, ideologia e isolamento é que ele terá que optar. Muitos analistas sul-coreanos ficam em dúvida sobre que decisões serão tomadas a partir de agora na vizinha e famélica Coreia do Norte.

Leia o post original no blog Viajando por Viajar:
Ainda sobre a Coreia do Norte

Pacotes para esportistas

10 de abril de 2012 0

Atenta a uma tendência, a maior operadora de viagens do Brasil , a CVC , agora tem pacotes voltados para esportistas e aficionados por esporte. Eles incluem, além da hospedagem e do acompanhamento do guia, transporte e inscrições para as principais maratonas de corrida de rua, campeonatos de futebol e campeonatos de tênis do mundo. Alguns exemplos de competições: Eurocopa, campeonato que reúne os times europeus mais consagrados dos gramados, de 8 de junho a 1º de julho, na Ucrânia e na Polônia. Aberto de Tênis da França, em Paris, de 27 de maio a 10 de junho. Aberto da Inglaterra, em Londres, de 25 de junho a 8 de julho. Olimpíadas de Londres 2012, entre os dias 27 de julho e 12 de agosto.

Confira o post completo no blog Recortes de Viagem:
Pacotes para esportistas

Suzdal, a pérola do Anel de Ouro na Rússia

09 de abril de 2012 0

    Suzdal é a principal cidade do Anel de Ouro , circuito medieval partindo  de Moscou que inclui o Mosteiro de Sergiev Possad , Rostov e Yaroslav. Além de uma infindável série de Igrejas e Mosteiros a cidade é famosa pelas casas de madeira colorida que tem janelas emolduradas por rendilhados esculpidos.   Suzdal foi declarada  Patrimônio da Humanidade pela UNESCO em 1992, e o seu Kremlin, espécie de cidadela-fortaleza que data do século X, é um dos mais antigos conjuntos arquitetônicos do país. O Museu de Arquitetura em Madeira é um dos mais interessantes do país, foram trazidos do norte belos exemplares de construções que são mantidas na cidade. Contando com menos de treze mil habitantes a cidade procura preservar seu  patrimônio, impedindo o crescimento desordenado e construíndo hotéis de madeira no velho estilo russo.   Aqui acontece anualmente, no dia 15 de julho, uma festa no mínimo curiosa: a Festa do Pepino. Considerada uma iguaria pelos russos, o pepino de Suzdal é o mais valorizado da região. Os habitantes da cidade costumam vender pepinos em conserva, retirados de suas hortas, como forma de reforçar o orçamento familiar. Quando visitamos Suzdal, estava montado ali o set de filmagem de Ivan , o Terrível. Do mesmo realizador de Taxi-Blues, Pavel Louguine  aproveitava o clima medieval do local para remontar o século XVI , período onde se passa a história deste perverso czar. Ivan é reconhecido por ter unificado a Rússia após a era das invasões mongóis e era uma das inspiração de Josef Stálin. Mas é o ambiente idílico que mais encanta em Suzdal, é quando olhamos em volta e  sentimos uma atmosfera banhada em nostalgia, onde o tempo de sofrimento do período soviético parece não ter tocado. Uma tradição mantida no inteiror é o chá servido em samovar com rosquinhas, mais bonitinho quando vem uma moça vestida a caráter. Se você gostou deste post e curte dicas de viagem, arte, restaurantes e afins, curta a nossa página Viajando com Arte no Facebook:   https://www.facebook.com/pages/Viajando-com-Arte/121374657937187 A tradição local diz que esta molduras serviam para expulsar os maus espíritos.

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Suzdal, a pérola do Anel de Ouro na Rússia

Junho das místicas Noites Brancas em São Petersburgo

05 de abril de 2012 0

São Petersburgo é uma cidade jovem para os padrões europeus, foi fundada em 1703 pelo Czar Pedro, o grande . Difícil é relatar a mistura de sentimentos invocados por esta cidade de opulência imperial com seus múltiplos canais e palácios neoclássicos ou barrocos, dependendo do gosto do czar reinante. A verdade é que é impossível não se deixar encantar por ela, que simboliza o sonho de Pedro de alçar a Rússia ao mesmo patamar das grandes potências européias. Portanto, se você, ao caminhar por suas belas avenidas sentir alguma semelhança com Amsterdam, Veneza ou Paris não se engane, não é mera coincidência: “São Petersburgo não é uma cidade européia, é todas juntas”.   A Rússia esta recuperando rapidamente os anos de estagnação que sofreram as cidades durante o regime soviético, e São Petersburgo está voltando a ser aquela cidade esplendorosa com uma efervescente vida cultural que teve no passado. Apesar de ainda não ter o vigor contemporâneo de Moscou.       Palácio de Inverno – Hermitage                                                                                   Uma visita imprescindível é o Palácio de Inverno , mais conhecido como Hermitage , que abriga uma das maiores e extraordinárias coleções de arte do mundo. Projetado por Rastrelli, foi residência principal dos Czares russos por muito tempo. Catarina , a grande ( vocês repararam que em se tratando de Rússia tudo é grande??) foi sua primeira ocupante e também responsável pelo início da coleção das obras de arte. O palácio foi sendo ampliado ao longo dos anos pelos sucessores de Catarina e estas construções formam um complexo: Palácio de Inverno, o Grande Hermitage, o Pequeno Hermitage, o Teatro Hermitage , antigo teatro privado dos Czares. Por aqui você vai ter uma boa idéia da riqueza e do luxo da nobreza russa, que muitas vezes deixa outras dinastias européias parecerem um modelo de simplicidade.                                                                                               “Amor e Psiquê”, de Canôva, é uma das obras mais lindas do neoclacissismo italiano que faz parte do acervo do Museu do Hermitage . Catarina II era uma grande apreciadora do trabalho de Canôva, a quem tentou atrair para a Rússia com propostas tentadora, só conseguiu comprar suas obras .                                                                                        Verão russo- esteja sempre preparado para um vento “fresquinho”!   Nos arredores de São Petersburgo encontram-se dois palácios que merecem a sua atenção. Peterhoff fica na beira do golfo da Finlândia e foi iniciado por Pedro, o grande. que construiu sua primeira casa muito simples, bem de acordo com o seu caráter. Mais tarde, sua filha Elisaveta   ampliou e embelezou o lugar, que tem nas fontes seu ponto alto. Eu aconselharia você a ir de ônibus até lá e voltar de hidrofoil, pois o ponto de chegada é na frente do Museu Hermitage e permite uma bela visão de São Petersburgo.                                                                                                                              Palácio de Pedro, o grande – Peterhoff                       Casa original de Pedro em Peterhof                                                                                                                                                                                                       Chegando de hidrofoil a São Petersburgo   Outro palácio belíssimo é Tsarskoe Selo ( aldeia do Czar) mais conhecido como o Palácio de Verão de Catarina , a grande. O pálácio é luxuoso e foi totalmente reconstruído depois da Segunda Guerra Mundial, quando foi ocupado pelos soldados alemães durante o cerco da antiga Leningrado , hoje São Petersburgo. O palácio abriga ainda a Sala Ambar , considerada uma das suas maiores atrações pois foi perdida num comboio nazista na II Guerra e nunca mais reencontrada. Hoje uma réplica foi doada pelo governo alemão, um tesouro com uma aura de mistério.         Estufas de azulejos holandesas   Tudo por aqui é superlativo , os salões com estufas gigantescas, os portões , as escadarias decoradas e muitos espelhos para aumentar ainda o poder visual!         Um boa dica é visitar a cidade no mês de junho que é quando tudo está envolvido na mística das Noites Brancas , uma época onde o sol nunca se põe totalmente e cidade vibra num redemoinho de atividades.     Se você tem vontade de conhecer a Rússia , não deixe para depois, o país  conserva um charme pouco globalizado  no discurso inflamado de muitos defensores do regime soviético que ainda resistem por lá! Um convite à reflexão.   Se você gostou deste post e curte dicas de viagem, arte, restaurantes e afins, curta a nossa página Viajando com Arte no Facebook:   https://www.facebook.com/pages/Viajando-com-Arte/121374657937187                                                                 

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Coreia do Norte... um pouco mais

05 de abril de 2012 0

É difícil opinar. Os próprios analistas reconhecem que também a família do atual líder é muito pouco conhecida. Sabe-se é que teve um tutor japonês, importado pelo pai (morto no final de 2011) para preparar sushis e outras comidas japonesas que ele gostava (US$ 5000 por mês, uma fortuna na pobre e faminta Coreia do Norte) e que este tutor escreveu quatro livros sobre a vida na Coreia do Norte. E, basicamente, é só o que se sabe. A própria estada na Suíça é muito pouco noticiada. Sua mãe é outra história não muito clara. Coreana, nascida no Japão, atraiu o então soberano quando dançava na escola de arte de Pyongyang. Atraiu os olhares do grande líder e se tornou um ultra secreto casal, convertendo-se, depois, em  sua consorte – o que também é uma certa ironia, pois os japoneses, devido a conflitos anteriores, são demonizados na Coréia do Norte. O fato de o atual grande líder ter estudado na Europa e ter convivido com a cultura europeia é a razão da esperança de melhor convivência. Mas convém lembrar que os filhos do Kadafi também estudaram no Velho Continente… e o resultado é o que se sabe. É isso mesmo, o assunto preocupa a todos e ao Japão mais ainda, pois é o vizinho mais. É que aquele país vive às turras com seus vizinhos (menos com a China, pois são comunistas mas não bobos), e sabe-se que tem foguetes de longo alcance já testados e – segundo a “inteligência” ocidental – possui material para fazer de 8 a 12 bombas nucleares. Hoje, quem comanda esse coquetel com elementos tão explosivos como repressão, autocracia, isolamento e pobreza é um jovem desconhecido que estudou alemão e inglês na Suíça, fã de esportes – basquete principalmente – e que tem menos da metade da idade de todos os outros membros do poder. Como disse a imprensa mundial quando assumiu, há nele muita esperança , até por uma certa semelhança com a história de outros asiáticos, como a do homem que reergueu a China: Deng Xiaoping, que morou na França na mesma época que Chu En-Lai, bem como o fez também o vietnamita Ho Chi Minh, que foi confeiteiro na Cidade Luz. Três ou quatro meses após a sua posse, já há sinais de um acordo com o Ocidente. Só o Ocidente pode saciar a fome do seu país. Como? Para um primeiro contato, o ditadorzinho pediu 800.000 toneladas de alimentos como ajuda alimentar. Ao que se diz (e foi publicado), teria aceitado 240.000. É bom lembrar que, na década de 80, morreram de fome quase dois milhões de habitantes, em uma população, hoje, de 23 milhões. Imaginem o que deve ter sido no passado, quando eram menos de 19 milhões – e isso representava mais ou menos 10% da população. É assustador, e não creio que alguém que passou seis anos no meio de uma população equilibrada e solidária como a dos suíços se proponha a repetir a tragédia.

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Coreia do Norte… um pouco mais

Suzdal, a pérola do Anel de Ouro na Rússia

04 de abril de 2012 0

Suzdal é a principal cidade do Anel de Ouro , circuito medieval partindo  de Moscou que inclui o Mosteiro de Sergiev Possad , Rostov e Yaroslav. Além de uma infindável série de Igrejas e Mosteiros a cidade é famosa pelas casas de madeira colorida que tem janelas emolduradas por rendilhados esculpidos.    Suzdal foi declarada  Patrimônio da Humanidade pela UNESCO em 1992, e o seu Kremlin, espécie de cidadela-fortaleza que data do século X, é um dos mais antigos conjuntos arquitetônicos do país. O Museu de Arquitetura em Madeira é um dos mais interessantes do país, foram trazidos do norte belos exemplares de construções que são mantidas na cidade. Contando com menos de treze mil habitantes a cidade procura preservar seu  patrimônio, impedindo o crescimento desordenado e construíndo hotéis de madeira no velho estilo russo.   Aqui acontece anualmente, no dia 15 de julho, uma festa no mínimo curiosa: a Festa do Pepino. Considerada uma iguaria pelos russos, o pepino de Suzdal é o mais valorizado da região. Os habitantes da cidade costumam vender pepinos em conserva, retirados de suas hortas, como forma de reforçar o orçamento familiar. Quando visitamos Suzdal, estava montado ali o set de filmagem de Ivan , o Terrível. Do mesmo realizador de Taxi-Blues, Pavel Louguine  aproveitava o clima medieval do local para remontar o século XVI , período onde se passa a história deste perverso czar. Ivan é reconhecido por ter unificado a Rússia após a era das invasões mongóis e era uma das inspiração de Josef Stálin. Mas é o ambiente idílico que mais encanta em Suzdal, é quando olhamos em volta e  sentimos uma atmosfera banhada em nostalgia, onde o tempo de sofrimento do período soviético parece não ter tocado. Uma tradição mantida no inteiror é o chá servido em samovar com rosquinhas, mais bonitinho quando vem uma moça vestida a caráter. Se você gostou deste post e curte dicas de viagem, arte, restaurantes e afins, curta a nossa página Viajando com Arte no Facebook:   https://www.facebook.com/pages/Viajando-com-Arte/121374657937187 A tradição local diz que esta molduras serviam para expulsar os maus espíritos.

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Mais sobre a Croácia

04 de abril de 2012 0

A CROÁCIA já apareceu outras vezes por aqui (clique para ver os outros posts) . Na última delas, divulgava a Papo Viajante, do STB, no qual da Marília Peixoto Coelho de Souza falaria sobre o país, considerado um dos destinos de 2012. Pois agora quem escreve para falar de lá é a própria Marília, gaúcha que mora em Zagreb. Ela é guia turística na Croácia, onde recebe grupos de brasileiros, além de dar aulas de História do Brasil na Universidade de Zagreb, no Curso de Português, além de aulas particulares de português, espanhol e croata para brasileiros. A história de Marília é daquelas sobre as quais a gente ouve falar de vez em quando. Nas palavras dela mesma: “Vim para a Europa, no fim de 2007, viajar e visitar meu irmão em Dublin e acabei conhecendo um croata num ônibus de turismo. Foi amor à primeira vista, nos apaixonamos e nem voltei ao Brasil! Me casei em 4 meses e minha vida mudou totalmente! Já estava falando fluente croata em 6 meses! ” Empenhada no seu trabalho e na divulgação do país, Marília criou um blog para isso: Uma Brasileira na Croácia .” E mandou algumas dicas: “É um país que reúne história, praias, montanhas e muita cultura. Fico feliz em ver que aos poucos os brasileiros estão vindo e descobrindo! A dica que tenho é que os turistas brasileiros que vêm até aqui não deixem de visitar a capital Zagreb, pois muitos conhecem Dubrovnik ou só a costa. Zagreb é uma cidade de 800 mil habitantes, a capital do país que abriga os centros político, econômico, cultural e educacional. Além disso, possui mais de 30 teatros, museus, galerias e parques. O interessante é que tudo é perto, muito fácil de se localizar, é muito aconchegante e as pessoas são bem receptivas. O centro histórico nos remonta aos tempos medievais, cheios de ruelas e nos dá a sensação de estar nos livros de história. O que acho imperdível é ir ao cemitério Mirogoj, um museu à céu aberto que abriga num mesmo lugar cristãos, muçulmanos e judeus. É um espetáculo! Além disso, acho muito legal o Jarun, um lago artificial, onde as pessoas tomam banho no verão, praticam esportes e à noite há vários bares bem divertidos! Pra conhecer bem os costumes locais sugiro ir ao Mercado Dolac, uma feira diária que ocorre de manhã atè às 14h, onde os produtores vendem legumes, frutas, mel, queijos fresquinhos e flores. Nele se pode comprar também artesanatos típicos da região. E, logo em seguida, o legal é ir tomar um café na Tkalca, uma rua de pedestres cheia de cafés e bares. Ali os croatas passam o dia tomando café com leite e curtindo a vida. Essa é a melhor maneira de conhecer os croatas! Pra terminar, sugiro que se caminhe pela cidade, observando os belos prédios e a bela arquitetura de influência austríaca. Se precisarem de qualquer dica, estou à disposição.”

Confira o post completo no blog Recortes de Viagem:
Mais sobre a Croácia

Viagens bacanas de bike

01 de abril de 2012 0

Leio matéria na Isto É Dinheiro, que muita gentr está querendo viajar pela Europa, ficar em bons hotéis, comer em excelentes restaurantes, mas se deslocar de bicicleta… Bacana isso. Dá pra curti mais os ambientes, as cidades são próximas umas das outras, por lá é seguro, as estradas são de ótima qualidade. Interessante observar que não é gente com pouco dinheiro, ou alternativos, ou esportistas que estão fazendo isso. São “endinheirados” que querem viagens diferenciadas. As regiões mais procuradas são Bordeaux, na França, e Toscana, na Itália. Mas dá pra fazer isso na Croácia, na Turquia, Áustria ou Irlanda. E já tem agências organizando isso, inclusive no Brasil. A www.auroraeco.com.br é uma delas. A www.butterfield.com.br tb já tem representantes no Brasil. E tem a www.bikeexpedition.com.br. As pedaladas podem ser de 15 até 60 km por dia, as hospedagens podem ser desde castelos do século XVIII até belos hotéis. Os preços não são para qq um: de R$ 10 mil a R$ 30 mil por pessoa, para um período de 10 dias, mas dá pra customizar e até montar grupos. Bela opção pra conhecer profundamente uma região, e fazer um exercíciozinho junto.

Confira o post completo no blog Todomundo:
Viagens bacanas de bike

Boa viagem, Chico Anysio

30 de março de 2012 0

Outro dia, lendo a Zero Hora, vi um pequeno texto do Chico Anysio. Diz ele: “O humor é irmão da poesia, o humor é quem denuncia. Eu não tenho a possibilidade de consertar nada, mas eu tenho a obrigação de consertar tudo, porque esta é a obrigação primeira do humorista. O humor é tudo, até engraçado”. Eu, Flavio, declaro que não sei fazer humor, mas assumi o pensamento do Chico Anysio quanto a informações. Acho que não devemos ser omissos sobre coisas que vemos, e penso que, com pouco esforço e custo, facilitariam ou melhorariam o nosso dia a dia. Só depende de nós. Há muita coisa que se vê viajando, que pode melhorar nossa cidade. Mas não adianta lembrar delas de vez em quando ou contar para os amigos depois do segundo chope. Por exemplo, uma infinidade de cidades europeias antigas quase sempre são cortadas por rios e canais – aliás, a Europa inteira o é. Em que pese a boa educação da maioria das pessoas, sempre aparecem flutuando garrafas PET, algum saco plástico ou copos… Muitas delas, quando tem correnteza, são barradas pelas telas mandadas colocar pelos “burgomestres” – telas de ferro , telas dessas que vejo nos grandes ferros velhos da Assis Brasil e que retêm as sujeiras maiores, posteriormente limpas por alguém. Claro que passam papéis e folhas, mas, no nosso caso, não passariam pneus, sofás e restos de prateleiras. Não sendo o Dilúvio navegável, é claro que os barcos coletores de lixo também não passariam – assim como não passarão gondoleiros cantando “ Porto Alegre é demais ”. Mas não custa sonhar. Se funcionaria ou não aqui, o Fortunati e seus técnicos é que vão dizer, mas, quem sabe, valha a pena tentar. É sabido que as aves que aqui gorjeiam nem sempre gorjeiam como lá, mas…. P.S. A ilustração que usei provavelmente é de gente que já está à espera dos gondoleiros que falei. Afinal, os taludes foram feitos, estão bonitos e definitivos, mas seria bom agirmos logo quanto aos novos residentes. Adeus, Chico Anysio.

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Boa viagem, Chico Anysio