Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts na categoria "Alemanha"

Páscoa para perto e para longe

26 de março de 2012 0

Já falta pouco para a PÁSCOA e muitos destinos turísticos investem na celebração, que mistura chocolates e cerimônias religiosas. BEM PERTO Em GRAMADO , ovos gigantes produzidos por seis artistas plásticos enfeitam a Praça Major Nicoletti, ao lado da Rua Coberta, onde fica a sede do Chocofest, o Planeta Chocolate. Cada um dos seis ovos gigantes tem um país como inspiração: Itália, Alemanha, Egito, Índia, Ucrânia e Portugal. O Chocofest vai de 22 de março a 8 de abril. Para saber mais : www.chocofest.com.br BEM LONGE Na REPÚBLICA TCHECA, a Páscoa é uma das épocas mais comemoradas. Uma das tradições são os encontros entre moças e rapazes para uma troca de presentes. Elas dão aos jovens ovos pintados, decorados, e eles retribuem com “chicotadas” dadas com uma varinha feita de galhos de salgueiro e enfeitada com fitas, um costume que significa rejuvenescimento. Até 15 de abril os mercados de Páscoa se espalham pelo país, e os mais populares ficam em Praga, na Praça da Cidade Velha, na Praça Venceslau e na Praça da Paz (Náměstí Míru). Também tradicional, na época da Páscoa são os pães e bolos feitos em forma de carneiro ou cruz e os pães de gengibre ricamente decorados. No site www.czechspecials.cz há informações sobre a culinária tcheca. Nos castelos e palácios, durante o final de semana da Páscoa há programação especial com mercados de Páscoa onde é possível comprar artesanato ou aprender a fazer os típicos ovos pintados. Trem especial leva turistas de Praga ao Castelo Krivoklat ( www.krivoklat.cz ) e o Castelo Zleby oferece tours guiados e a oportunidade de provar especialidades tchecas na cozinha do castelo: www.zamek-zleby.cz Outras atrações: concertos de Páscoa acontecem, nessa época, em igrejas, mosteiros e salas de concertos em toda a República Tcheca. Em Brno, a atração é o festival de música sacra durante o qual é possível ouvir seis diferentes composições, de seis diferentes séculos executadas em seis diferentes igrejas da cidade: www.filharmonie-brno.cz Em Praga, os concertos do Prague Easter Festival celebram compositores tchecos como Antonin Dvorak e Gustav Mahler nas salas da Casa Municipal, no Rudolfinum e na Igreja de São Simão e São Judas( www.fok.cz ). Também há concertos no edifício historico Klementinum. ( www.klementinum.com )

Confira o post completo no blog Recortes de Viagem:
Páscoa para perto e para longe

Um branco de respeito

12 de fevereiro de 2012 0

Apontada como uma das variedades que mais deve crescer no gosto dos consumidores nos próximos tempos, a uva Riesling é praticamente uma desconhecida para a maioria dos brasileiros. Primeiramente porque é branca, condição desfavorável quando se está em um país de hegemonia tinta. Depois por não dar origem a espumantes (estamos falando aqui do Riesling Renano , e não do tipo Itálico , amplamente usado pelas vinícolas da Serra para formar suas borbulhas). Por fim, joga contra sua popularização o fato de sua região de excelência ser a longínqua fronteira entre a Alemanha e a França. Porém, não é preciso ir tão distante para encontrar bons exemplares. O próprio Brasil vem elaborando ótimos varietais - e bem mais em conta do que os importados. O último representante da espécie a causar boa impressão no meu cálice veio da África do Sul . O Groote Post 2010 é menos sutil do que os europeus, mas tão delicioso quanto. Nem parece ter graduação alcoólica tão moderada ( 11% ), tamanha sua força aromática. A cada gole a boca é preenchida de sabor, o que faz dele um rótulo gastronômico . Excelente pedida para o calor que estamos enfrentando. Compartilhar

Confira o post completo no Enoblog:
Um branco de respeito

Mercado sedento e de olhos puxados

06 de fevereiro de 2012 0

A lista dos países que mais consomem vinho sofreu uma mudança curiosa em 2011. Considerado a nação mais influente quando se trata de tendências enológicas, a Inglaterra perdeu o quinto lugar do ranking para a China , um mercado ainda considerado imaturo e que baseia seus gostos unicamente no quanto custa cada garrafa. O levantamento que apontou a troca de posições foi feito pela International Wine and Spirit Research (IWSR) juntamente com a feira Vinexpo . Estados Unidos, Itália, França e Alemanha seguem ocupando os respectivos primeiro, segundo, terceiro e quarto lugares. Compartilhar

Confira o post completo no Enoblog:
Mercado sedento e de olhos puxados

Roteiro gastronômico pela Champagne, Alsácia e Borgonha

30 de janeiro de 2012 0

Nossa amiga e colaboradora Magda Garcia participa do projeto “A Vida é para ser compartilhada” com um relato de dar água na boca, acompanhem e se deliciem com as fotos do Rodrigo Garcia!     Em novembro de 2010 eu e meu esposo, Rodrigo, fomos conhecer na França as regiões da Champanhe, Alsácia – Lorena e Borgonha . Regiões famosas por seus vinhos e champanhe e de belezas naturais espantosas. Os bosques nestes meses ficam com um colorido alaranjado maravilhoso. Foi uma viagem tranqüila e pode-se dizer dedicada a boa gastronomia.     Em fins de novembro começam os Mercados de Natal ( Marché du Noël ) na maioria das cidades da região. Estes mercados estão cheios de barraquinhas onde se pode beber um vinho quente (vin chaud) para espantar o frio e comer bolos de amêndoas, churros com chocolate e comprar decorações e presentes de natal. São lugares alegres com música e onde as pessoas se encontram para aquecer as noites geladas do início do inverno .   Começamos nosso tour no   Chateau d’Ermenonville , que é um hotel localizada há uns 45 km de Paris, na pequenina cidade de Ermenonville. O Chateau fica a beira de um lago e é um lugar lindo, romântico e com um restaurante imperdível, a carta de vinhos é completa. ( Route A1 saida Ermenonville, N2 direção Paris Soisson )     Seguimos em direção a Reims que fica na região de Champanhe onde se encontram as mais famosas caves da França. O caminho estava lindo com os bosques outonais e o chão tapado de folhas, uma visão só possível nesta época do ano. Perto de Reims fica a cidadezinha de Chalons-en-champagne , destaco um restaurante, perto da catedral, que é muito conhecido pela sua comida francesa com toques de modernidade: “Au Carrillon Gourmand” ( 15,bis Place Monseigneur Tissier ). É um local muito procurado, portanto sugiro que façam reserva, mesmo nesta época do ano. É imprescindível visitar uma das caves onde nos mostram como se produz o champanhe e se pode degustar o produto ao final da visita. Eu conheci a cave Pommery , muito interessante com suas várias galerias.     Fomos de Reims para Verdun , emblemática cenário da 1ª   Guerra Mundial onde os soldados franceses resistiram nas trincheiras tentando impedir o avanço alemão. A batalha de Verdun durou mais de 1 ano e centenas de milhares de soldados morreram, tanto franceses como alemães. Almoçamos no Hotel Prunellia , na zona peatonal no centro de Verdun . O lugar é muito charmoso e aconchegante, cheio de móveis de época e além de um cardápio apetitoso.     Seguimos para Wissembourg cidade que fica na fronteira com a Alemanha com forte influência alemã, casas com enxaimel, e onde está a segunda maior igreja da França. No caminho passamos por Lembach onde fica o restaurante “Auberge du Cheval Blanc” ( 4,rue de Wissembourg – Tel: 00 33 3 88 94 41 86 ) .   Fantástico, a casa é antiga e foi um antigo posto de trocas de cavalo para o serviço de correio. É fácil de ser encontrado pois a cidade é minúscula e o Auberge se encontra no centro. Algumas especialidades são:   robalo com molho de trufas, panache de foie gras, etc       Estrasburgo estava muito decorada e iluminada, e a oferta de restaurantes é grande. Uma boa sugestão é o L’Ancienne Douane ,   um restaurante tipicamente alemão e, apesar de estarmos na França, se come muito joelho de porco e chucrute e se bebe mirabelle, um licor digestivo que espanta o frio , Mirabeille .           Em Colmar , a “Hostellerie Le Marechal” foi a opção para hospedagem, o restaurante do hotel é ótimo criando um ambiente aconchegante à beira de um dos canais da cidade.       E para finalizar a Borgonha , região conhecida como o estômago da França. Em Beaune sugiro o Hotel Le Cep e o restaurante “Loiseau des Vignes”. Este é um restaurante especial e um dos melhores de nossa  viagem gastronômica. Tem um diferencial na forma como serve os vinhos, eles possuem uma adega onde oferecem 70 tipos de vinhos que são servidos em taças de acordo com a escolha gastronômica do cliente, um espécie de jantar harmonizado onde os vinhos estão guardados  e conservados como se acabados de ser abertos. (31, rue des Maufoux)     Hotel Le Cep   Outra boa sugestão em Beaune é o Jardin De Remparts (10, rue de l’hotel Dieu ). O restaurante tem uma cozinha muito criativa com Tartar de Boeuf com Ostras ou Foie gras de canard poché , gellé aromatizada com hydromel .         Em Beaune sugiro visitar os Hospices de Beaune com suas telhas vitrificadas e sua farmácia e cozinhas muito bem conservados, foi  construído pelos duques de Borgonha para servir como hospital e a farmácia funcionou até algumas décadas atrás.       Ainda na Borgonha a Abadia de Fontenay foi fundada em 1118 por São Bernardo de Clairvaux e incluída no Patrimônio Mundial da Unesco desde 1981. Fontenay é um dos exemplos mais completos e mais bem preservados da arte românica cisterciense, caracterizada  por uma arquitetura austera e sem adornos, tanto nos edifícios dedicados à oração quanto nos edifícios consagrados ao trabalho dos  monges.     Também na Borgonha , Vezelay é conhecida com a “eterna colina” onde se encontra a Basílica de Saint Madeleine . A subida até a Basílica é muito bonita, estacionamos na base da colina e antes de subirmos almoçamos em um pequeno restaurante digno de nota “Le Cheval Blanc”, é uma hospedaria além de restaurante. Boa comida, excelente vinho e românticas paisagens! O que poderíamos querer mais!!!! Se você gostou deste post, curta nossa página no facebook para estar sempre em contato: https://www.facebook.com/pages/Viajando-com-Arte

Leia o post completo no blog Viajando com Arte:
Roteiro gastronômico pela Champagne, Alsácia e Borgonha

Pub temático em Porto Alegre

27 de janeiro de 2012 0

Inaugurou no dia 18, eu não fui, mas pode estar na lista para o FINAL DE SEMANA de quem fica na capital gaúcha, nesses tempos de êxodo permanente. O La Estación é um pub temático, que o próprio nome explica, com uma carta de cervejas importadas e artesanais e a promessa de muitas atrações culturais. Tem um pequeno toque gaudério no cardápio: um drink chamado “chimarrão”. A ambientação divide o pub em salas temáticas que reproduzem estações de trem do mundo inteiro: ESTAÇÃO VELHO CONTINENTE ESTAÇÃO MUNIQUE ESTAÇÃO LA PLATA ESTAÇÃO GRÃ-BRETANHA Saiba mais: Rua Miguel Tostes, 941, bairro Rio Branco, em Porto Alegre Aberto diariamente, das 16h à meia-noite Entrada franca Programação: www.laestacion.com.br

Confira o post completo no blog Recortes de Viagem:
Pub temático em Porto Alegre

Café entre flores e plantas

18 de janeiro de 2012 0

Quem conhece não vai até a floricultura WINGE , na zona sul de Porto Alegre, apenas para comprar plantas e flores. Quem conhece vai também para passear, para fazer de conta que tem um pequeno jardim botânico no quintal da casa, do prédio, do bairro. Quem ainda não conhece vai encontrar um motivo a mais para incluir uma floricultura (!) no seu roteiro: agora há um pequeno e charmoso café na área de 33 mil metros quadrados. Inaugurado em 2 de dezembro, o espaço tem o jeito de Christiane Pudler, 39 anos, formada em Hotelaria pela Universidade de Caxias do Sul. Ela idealizou o Café&Prosa e acompanhou toda a reforma da casa construída em 1900, ajudou a descascar a parede para deixar à vista os tijolos originais, a calcular o lugar em que ficariam as mesas no espaço externo, estrategicamente sob a sombra de uma árvore frondosa. Christiane há muito pensava em ter um café numa pequena floricultura. E foi na Winge, frenquentada por ela desde criança, que juntou sua vontade à oportunidade. O desejo surgiu tempos depois de desembarcar do Concordia (onde ficou entre novembro de 2009 e setembro de 2010), o navio que foi a pique na semana passada na costa italiana. Nele, quis colocar em prática um gosto que já tinha experimentado em terra, a hotelaria e o desejo de viajar e se mover _ conheceu mais de 20 países, morou nos Estados Unidos, na Alemanha, em Fortaleza, em São Paulo, além de sua Porto Alegre natal. No espaço interno do café, além de objetos pessoais, muitas outras peças compõem o ambiente aconchegante, a maioria deles à venda para os clientes. No cardápio, doces e salgados, tortas, cafés, espumantes. Por enquanto, é ela sozinha se virando para atender as mesas da área externa e do interior e até isso foi projetado. Imaginou como enxergar, do lado de dentro, a quem está chegando e a quem pede alguma coisa sentado lá fora. E, entre um café e outro com os clientes, ela aproveita para exercitar a proposta do lugar: uma boa prosa. Serviço Café&Prosa Na Floricultura Winge, Rua Dr. Mário Totta, 963 Fone: (51) 3264-4954 De terça a sexta das 10h às 18h30min, aos sábados das 9h às 18h30min e domingos das 9h às 17h45min. Às segundas abre só à tarde Estacionamento gratuito no local

Confira o post completo no blog Recortes de Viagem:
Café entre flores e plantas

Para compartilhar viagens no Facebook

04 de janeiro de 2012 0

Se você gosta de compartilhar vídeos de viagem, a dica é curtir o viajolandia.com , no Facebook. A ideia, do jornalista gaúcho Felipe Rech, permite que o usuário crie seu próprio canal para compartilhar seus vídeos com outros viajantes. Já há mais de 500 vídeos sobre diversos destinos: Estados Unidos, México, Brasil, Argentina, Inglaterra, França, Alemanha, Turquia. Como funciona o aplicativo? Acesso Qualquer pessoa pode acessar o aplicativo via www.viajolandia.com , ou pela barra de busca do Facebook. A visualização dos conteúdos é livre. Uploads e comentários são liberados a partir do momento em que o usuário adiciona o aplicativo no seu perfil do Facebook. Capa do aplicativo Na capa fica um mapa com os vídeos dos usuários destacados pela editoria do aplicativo e a TV Viajolândia, onde são veiculados semanalmente episódios profissionais. TV A seção TV Viajolândia funciona como um videolog e as séries são produzidas pela equipe do viajolandia.com: bate-papos com artistas, músicos, escritores, intelectuais etc Guia-Colaborativo Qualquer pessoa pode enviar vídeos com viagens e dicas, mostrando lugares interessantes. Páginas de Cidades O guia Destinos do viajolandia.com é formado por páginas de cidades, abastecidas com vídeos dos usuários. Minhas Viagens É o canal pessoal do usuário, onde ele pode arquivar todos os vídeos de suas viagens. Amigos Viajantes Filtro para que o usuário assista os vídeos de viagens dos seus amigos.

Confira o post completo no blog Recortes de Viagem:
Para compartilhar viagens no Facebook

Pessoas, a melhor tradução de uma cultura.

28 de dezembro de 2011 0

Uma das coisas que mais me fascinam nas viagens, são as pessoas. Quando viajamos os estrangeiros somos nós, e uma das melhores maneiras de entender a cultura alheia é observar a sua gente. Como reajem ao seu sorriso, à sua presença. No nosso curso quando falamos para as pessoas sobre como tirar o melhor proveito de uma viagem, um conselho que eu sempre dou é que em alguma parte do roteiro elas contratem um guia local, não só para aprender que esta mesquita foi construida no século tal, que este quadro foi pintado por Vasnetsov e todas estas informações que vem de bonus, mas principalmente, para podermos conhecer os meandros desta cultura que se apresenta a nossa frente. Sempre lembro da primeira vez que estive na Russia, imaginem um pais que esteve num regime fechado por 70 anos, praticamente isolado , eu queria saber tudo, como estavam convivendo com o novo sistema, como era não ter religião, como eles se sentiam por não poder viajar além das fronteiras da Sibéria, estas conversas são muito ricas,  são as mais interessantes. Outra coisa  é sentar em um café qualquer de uma rua movimentada e observar o movimento das pessoas e se possível fotografá-las, pessoas são a melhor tradução de um pais, pensando nisso hoje eu trouxe para vocês aqui no blog uma seleção destes meus garimpos humanos pelo mundo, espero que vocês curtam! Norte da India Ayutthaya, Tailândia Chefchauen, Marrocos Cairo, Egito Mendoza, Argentina Libéria, Costa Rica Deserto Erg Chebbi, Marrocos Chang Mai, Tailândia Lima, Peru Madrid, Espanha San Martin de los Andes, Argentina Capadócia, Turquia Angkor, Cambodja Kostroma, Russia Neuburg, Alemanha Chang Mai, Tailândia Parque Kruger, Africa do Sul Sien Reap, Cambodja Eichesttat, Alemanha Florença, Itália Esteio, Brasil Marrakesh, Marrocos Cairo, Egito Paris, França Chang Mai, Tailândia

Leia o post completo no blog Viajando com Arte:
Pessoas, a melhor tradução de uma cultura.

Natal Luz- tradição europeia em Gramado

23 de dezembro de 2011 0

Sempre gostei muito desta época do ano , quando as cidades se enfeitam para as festas de fim de ano. Há alguns anos estive na Alsácia , região francesa que já foi alvo de várias disputas com a  Alemanha , justamente no mês de dezembro. Tirando o frio e a neblina, que me acompanharam quase todo o trajeto, não pude deixar de me encantar com as feiras de Natal e a decoração das cidades como Colmar , Strasbourg e Riquewhir .   Claro que a arquitetura local ajuda muito , pois por si só já cria um ambiente propício e colorido. Mas as delícias dos Dresden Stolen , biscoitos de natal e vinhos quentes temperados fizeram a alegria desta descendente de alemães de longínqua genealogia. Dresden Stolen     Fiz esta viagem em 2004 e desde esta época me alegro a cada ano em que vou a Gramado em dezembro e me deparo com o crescimento do Natal Luz . Apesar de problemas políticos , denúncias de corrupção, a população local não arrefeceu e fez uma festa maravilhosa. Este ano conta com a popularização da cidade na novela das 6h, “A Vida da Gente”.   T V GLOBO / Renato Rocha Miranda   A  profusão de cores já começa na estrada que parace enfeitada para as festas, os tobogãs de hortências emolduram os caminhos sugestivamente! São um presente da natureza que começam a florecer no início de dezembro onde predominam os tons de azul .     Numa versão local , este evento recria o clima germânico em plena Serra Gaúcha, com uma mistura de bom gosto e participação comunitária com resultados surpreendentes.   Avenida Borges de Medeiros , Gramado 2007   Além das ruas decoradas pelo poder público, os estabelecimentos comerciais se esmeram em criar um ambiente harmônico com uma proposta mais ampla de utilização de materiais recicláveis e confecção de enfeites pelas comunidades locais. Hotel Casa da Montanha 2007   O que impera é a ideia de que se todos participarem todos ganham, ninguém destrói, nenhuma luzinha desaparece das ruas! O cuidado com a cidade é motivo de orgulho para seus moradores.   Gramado  é tradicionalmente conhecida pelo seu ótimo chocolate e é o terceiro destino turístico mais visitado no Brasil. Mas dezembro não era tradicionalmente uma época movimentada, um exemplo de que turismo se cria com belezas naturais, História,  mas principalmente com ideias inteligentes e execução cuidadosa, além é claro de boa infraestrutura. Hoje é quase impossível conseguir hotéis durante o Natal Luz que vai do início de novembro até o meio de janeiro. Decoração 2011 Para as crianças são muitos atrativos, meus filhos sempre acreditaram que o Bom Velhinho morasse em Gramado, pois a Aldeia do Papai Noel funciona o ano inteiro como uma fábrica que se prepara para o Natal.   Estes candelabros em “cristal” confeccionados com as poluidoras garrafas pet são um exemplo do que a criatividade aliada à organização podem fazer!   Passeando pelas ruas pode-se encontrar Papai Noel dirigindo seu próprio carro ou conversando com com as crianças nas calçadas. A  Vila de Natal , com banquinhas decoradas é uma cópia das européias e este ano foi transferida para o Lago Joaquina Bier , onde tem mais espaço e atrações. Na antiga localização fica a árvore gigante e a parte mais típica, que  fica por conta da casa colonial que vende pães e cucas feitas na hora por habitantes das muitas linhas de imigrantes que formam a “Colônia” , nos arredores de Gramado . Ali também oferecem artigos produzidos artesanalmente nas hortas e pomares da região. Veio dali o melhor morango que já provei na vida, doce e suculento tingia a mão e a boca de vermelho , tão natural que era como se tivesse anilina. Pode-se visitar a região em passeios nestes simpáticos ônibus antigos!   A Igreja de Gramado decorada, parece aquela de nossos desenhos infantis , toda em pedra e num tamanho que cabe exatamente em qualquer sonho encantado! Logo em frente está a Rua Coberta, mais que um luxo uma necessidade no clima úmido e frio da cidade. Aqui a atração é a  Árvore Cantante e as patinadoras.   Só para constar , na  sexta-feira 2 de dezembro chegamos a cidade com uma temperatura de oito graus! Os turistas do norte do Brasil estavam de luvas e cachecóis e os nós, gaúchos, oficialmente acostumados com o frio, os invejando. Já passei as Festas na cidade com a lareira acesa e uma neblina que parecia a Lapônia. Decoração  Natal de 2011 Desde 2011 , uma inovação são a renas pintadas , inspiradas CowParade, evento que já circulou por 28 países onde esculturas de vacas são pintadas por artistas locais. http://www.cowparade.com/   O evento é coroado por shows de luz e som no Lago Joaquina Bier, o “Nativitaten” e por desfiles nas ruas principais da cidade “Desfile de Natal”. Nativitaten http://www.natalluzdegramado.com.br/atrativos/nativitaten     Desfile de Natal http://www.natalluzdegramado.com.br/atrativos/grande-desfile-de-natal “Fantástica Fábrica de Natal” O musical é uma das maiores atrações da cidade, com produção inspirada nos musicais da Disney, conta a aventura de uma criança levada por um anjo até a fábrica do Papai Noel. “Nesse mundo mágico, brinquedos e decoração ganham vida, enquanto ajudantes do bom velhinho trabalham freneticamente. Mais de 40 personagens integram este universo lúdico, que combina atuação, dança, acrobacias e efeitos especiais”. Não consegui ingresso para assistir a este espetáculo na Carrieri em Gramado . O mesmo espetáculo foi encenado em São Paulo em 2011, em versão pocket,  em comemoração a abertura da Super Loja das Casas Bahia, no Pavilhão do Anhembi. Um sucesso!   Fonte: Gramadosite.com.br  Confira a programação geral do Natal Luz no site:   http://www.natalluzdegramado.com.br/   A natureza também dá o seu show, olhem quem veio fazer um mini ninho na minha janela! Um lindo beija-flor.   ONDE FICAR Casa da Montanha . Muitíssimo bem localizado e, além disso, tem atendimento impecável. O charme do hotel alimenta ainda mais o clima de encanto da cidade. Fica na Borges de Medeiros que é a rua onde se pode circular a pé, sem carro. Além disso, tem arquitetura típica da região. http://www.hotelcasadamontanha.com.br/ Varanda das Bromélias Hotel Boutique . Tem quartos enormes, super bem decorados, com lareira e calefação. Localiza-se num bairro mais residêncial , relativamente perto do centro. http://www.varandadasbromelias.com.br/ St. Hubertus Estalagem. Um dos hotéis mais charmosos da cidade. Tem um visual lindo do lago e os quartos são deliciosos, com um astral muito aconchegante, fica ao lado do famoso Lago Negro. Rua Carrieri, 974. Telefone (54) 3286.1273. http://www.sthubertus.com/ Pousada La Hacienda. Tem seis charmosas e bem equipadas cabanas restauradas dentro do espítrito de preservação, numa fazenda em Várzea Grande. A localização é o ponto fraco , pois fica bem longe do centro da cidade , mas a beleza do lugar compensa quem prefere ficar bem isolado.   http://www.lahacienda.com.br/ Hotel Serrano . Fica no alto de um morro próximo ao centro, num lugar lindo. Foi reformado recentemente e está sendo administrado pela CVC. É um hotel enorme e sempre recebe muitos grupos. http://www.gjphoteis.com.br/hotel?alias=serrano-resort   Hotel Alpen Haus . Localiza-se no final da Borges de Medeiros , não muito longe do centro. O estilo é bem serrano com ótima infraestrutura, apartamentos grandes com mini copa. http://www.gjphoteis.com.br/hotel?alias=hotel-alpenhaus   Se gostaram deste post curtam a página do Viajando com Arte ( https://www.facebook.com/pages/Viajando-com-Arte/ )  no facebook para receber nossas atualizações.  

Leia o post completo no blog Viajando com Arte:
Natal Luz- tradição europeia em Gramado

Islândia III

19 de dezembro de 2011 0

Estive lá faz uns 7/8 anos. Não sei se atraído pelo seu exotismo, por seus vulcões, águas termais, panoramas insólitos ou pelos seus cavalos, abandonados pelos vickings há 900 anos e que, até hoje, correm soltos. Pode-se até dizer que Deus fez o mundo, e o diabo, de inveja, fez a Islândia. Uma coisa é certa: não era para acrescentar mais um país à minha lista. Visito-os, não os coleciono. Para um documentário no Studio? Foi o que aconteceu. É uma região de que gosto muito e admiro seu desenvolvimento, apesar do clima e da geografia. Já havia feito sobre os vizinhos Noruega e Suécia, e, andando por lá, aprendi algumas coisas sobre a Islândia que queria conferir, sua (dura) vida, descendência e tecnologia de aproveitamento do calor subterrâneo – tanto que levei junto meu amigo: o Illo, dono da empresa chamada “ Água quente” . Portanto, curiosidade de viajante. Quem sabe em alguma gaveta da memória lembranças dos escritos de Júlio Verne e sua passagem para o centro da Terra. Razão comercial não era. Nós, tropicais, achamos que os nórdicos vivem no meio de neblina, trevas, trolls e nas paisagens cinzas de Bergman. Não é bem assim. A Escandinávia não atrai muita gente. Quer mais uma prova de que não era a bilheteria a razão? Nunca fiz documentários sobre países como Itália e Alemanha, cujos descendentes e atração própria dos países lotariam o teatro. Bem, já falei que o país é difícil. Dois ou três dias depois de visitar a capital, Reykiavik, decidimos alugar um 4 X 4, achando que, na Islândia, valeria a pena. Na locadora, o jovem do balcão disse e apontou: “Se quiserem, temos todos aqueles ali, mas não precisam; é mais caro, consomem mais, etc.” Nos entreolhamos e ele disse: “quando quiserem subir as geleiras , vocês pegam um pela manhã e devolvem à noite”. Dito por ele, concordamos e saímos para dar a volta na ilha, que é onde estão as cidades e as principais atrações. Depois de alguns dias, chegamos à base de uma grande geleira, a maior da Europa. Lá em cima, há vida inteligente durante o dia, mas não há hotéis, albergues ou pensões. E nós queríamos subir. Com o nosso sedan, seria impossível; já tínhamos até marcado passeios, ski-doo, etc. e não havia ninguém no entroncamento combinado – alguns carros estacionados, mas não havia vivalma, só uma cabine telefônica. Estávamos desolados. Depois de algum tempo, a Kari resolve ligar para o agente no outro lado da ilha, dizendo que ali não havia ninguém e, portanto, não íamos poder subir. Ele, surpreso, depois de alguns segundos, fala: “Mas devem estar ali cinco veículos 4 X 4.” Ela respondeu: “Sim, 2 brancos, 1 vermelho e 2 creme”. “Você olhou se a chave deles está na ignição?”, pergunta ele. Ela pede ao marido que dê uma olhada e ele, após andar uns 50 metros, volta à cabine e diz: “Sim, tem a chave”. O locador, a uns 400 km de distância, responde: “Pois bem, deixem o seu ali e escolham o que quiserem. Quando voltarem, vocês destrocam”. Foi o que fizemos. Passamos um agradável dia lá em cima. Como era verão, a temperatura estava em 1°. A não ser no topo da geleira, não vimos ninguém e ninguém viu a operação 4 X 2 – 4 X 4 – 4 X 2.

Leia o post original no blog Viajando por Viajar:
Islândia III

Acabou a Oktoberfest

15 de dezembro de 2011 0

Não sou um tomador de cerveja (tomo umas duas por ano e, se possível, escura), mas fiquei tão impressionado com o retorno sobre uma postagem dos gambás/ciclistas de Amsterdã que estou decidido a aprender a consumi-la. Do primeiro copo eu já gosto. Acho ótimo. O segundo já desce bem mais devagar. O que fazer? A Oktoberfest acabou em outubro. Assim, se for à Europa, espere até o próximo ano para encontrar, dentro de cada tenda, loiros e morenos usando calças curtas e aqueles suspensórios, para saborear a típica cerveja artesanal, cantarolando as mais tradicionais músicas em alto e bom alemão. Nas mesas de madeira, além da bebida, salsicha de todas as cores e joelho de porco. Até aí, nenhuma novidade, mas bastam alguns minutos para se contagiar com a alegria e celebrar junto (mesmo sem saber o que eles estão dizendo). A festa, que é o maior orgulho dos alemães, é realizada desde 1810.  A Oktoberfest de Munique ostenta o título de maior e mais famoso festival da cerveja do mundo . Para se ter uma idéia da dimensão, estão na 178ª edição do evento, que, este ano, contou com 14 tendas e mais de 200 brinquedos e aparelhos espalhados pelos 31 hectares do Parque. E a frequência de público é uma média de 6 milhões de pessoas (em 15 dias). Só é permitida cerveja local, mas, para saborear a sua, é preciso estar sentado em uma das mesas. Os bávaros gostam tanto da loira-gelada que, em 2005, inauguraram até um museu para ela. É um imponente prédio de cinco andares, próximo ao local. Mas Munique não é a única cidade alemã a realizar uma Oktoberfest (que começa em setembro). O festival de cerveja de Stuttgart é um pouco menor, mas quase tão antigo quanto – começou em 1818 com uma celebração, depois de um período de grande escassez. Desde então, na última semana de setembro, o prefeito da cidade toca um sino e declara abertas as duas semanas de diversão. Há quem diga que, nesta, o conforto é maior que na disputada Munique, já que as tendas comportam até 5 mil pessoas (do tamanho das “toilettes” não falam, mas deve ser proporcional ao chope que consomem). Assim como em Stuttgart e Munique , a festa em Berlim também começa em setembro e segue até outubro. Esta última só recebe cerca de 200 mil visitantes no período, mas também tem seus atrativos. O grande diferencial é que ocorre num parque de diversões e tem um tom menos tradicional – mas também divertido.  Diferentemente das cidades de que falamos, não é tão conservadora em relação à cerveja que servem. Ali se pode degustar cerca de 500 tipos de loiras, morenas, mulatas e negras (estamos falando de cerveja), sem nenhuma culpa. Outra vantagem é que a entrada é gratuita todos os dias, e, nas quartas-feiras, até o preço para dar uma volta em brinquedos como montanha-russa e roda gigante cai pela metade. Isso se você ainda tiver fôlego, claro.

Leia o post original no blog Viajando por Viajar:
Acabou a Oktoberfest

Hungria , um pouquinho de História. "Um povo Magiar no meio de tantos Eslavos"

06 de dezembro de 2011 0

 Um relato envolvente do nosso colaborador Luciano Terra. A viagem a Budapeste começou em um final de manhã de outono do hemisfério sul. Três voos, duas conexões e muitas horas nos aguardavam; chegaríamos ao nosso destino somente no outro dia, no final da tarde no horário local. Ao entrar no primeiro voo, ainda em Porto Alegre, recebi uma Zero Hora da comissária de bordo e ao abri-la me deparei com uma foto da Praça dos heróis Húngaros , um dos cartões postais de Budapeste . Um dia antes haviam tido manifestações pela paz mundial e naquela foto o símbolo da paz, esculpido por velas e centenas de pessoas, anunciava que nossa viagem seria especial. Um prenúncio que nos deu energia para enfrentar tantas horas de viagem e nos remeteu diretamente ao nosso destino. Sempre tive uma grande atração e curiosidade em relação a Budapeste . Minha orientadora de mestrado era húngara, vinda ao Brasil em um dos últimos navios antes de começar a segunda guerra mundial, e sempre falava sobre a sua terra e seu povo. Muitas vezes havia presenciado diálogos entre ela e sua mãe e aquela lingua me fascinava. Tão diferente, tão complexa a nossos ouvidos. Só não imaginava o quão realmente complexa ela era também na escrita, o que pudemos comprovar “in loco”, tentando ler nomes de ruas impossíveis de assimiliar. Catedral de São Estevão vista de Buda UM POUCO DE HISTÓRIA – TENTANDO ENTENDER OS SENTIMENTOS AO VISITAR BUDAPESTE Como explicar o que senti ao visitar Budapeste ? Essa é uma pergunta que me faço até hoje e que muitas vezes não tenho resposta. Ao chegar lá e me deparar com esse país que despertou mais uma vez para o progresso e a liberdade há tão pouco tempo, depois de muitas décadas de entorpecimento e mão de ferro do bloco soviético, as sensações vieram à tona totalmente descontroladas. Um misto de dor no peito, de sofrimento, de saudade de algo inexplicável, de ternura e compaixão brotou em mim sem que eu pudesse compreender. Esses sentimentos me acompanharam durante todo o tempo que fiquei por lá e a cada lugar visitado, a cada monumento visto, as sensações foram apenas crescendo e precisei parar e tentar entender isso tudo. Um povo Magiar no meio de tantos Eslavos . O preconceito e a luta começaram desde cedo e a história húngara é feita de batalhas pela liberdade e respeito. Os húngaros veem de duas raízes: fino-ugórica e turca, que se uniram por volta dos anos do nascimento de Cristo. Seu idioma também deriva destes dois idiomas antigos. Os povos parentes dos húngaros na Europa são os finlandeses e os estonianos.   A Hungria , para a maioria das pessoas deste lado do planeta, normalmente é uma incógnita, sabe-se muito pouco sobre esse país, sua história e seu povo. Sendo uma dessas pessoas, fui em busca de algumas literaturas sobre a história e cultura húngaras, para tentar entender um pouco mais da estrutura e valores dessa terra tão distante do leste europeu. O primeiro livro que li foi “Hungria 1956… e o muro começa a cair”, um relato fantástico do levante húngaro desse ano, onde pela primeira vez um país do bloco soviético se revoltou contra a política repressiva da URSS. Porém antes de chegar nesse ano, precisa-se ir um pouco mais além e entender um pouco mais da história desse país. O ano de 1956 foi um ponto rumo ao qual convergiram linhas de força variadas. Sua razão de ser e sua dinâmica se entrelaçam com a complexa história húngara que antecedeu a revolução. Sócia minoritária, de 1867 até 1918, de um império multinacional (a monarquia Dual dos Habsburgo), a Hungria foi envolvida meio que a contragosto numa conflagração que não lhe prometia ou assegurava nada: a Primeira Guerra mundial. Dito e feito: ela esteve entre os que foram mais severamente punidos pelos vencedores, perdendo para seus vizinhos 2/3 de seus territórios e metade de sua população. O trauma ocasionado por tamanha punição, reforçado por suas consequências práticas, converteu a necessidade de revogar essa sentença no tema dominante da política húngara do entre-guerras. Catastroficamente essa obsessão tornou quase inevitável que, seduzida pelas promessas de uma Alemanha que, a partir de 1933, com a chegada dos nazistas ao poder, também lançava mão de reivindicações semelhantes para mobilizar sua população, a Hungria aderisse à campanha expansionista do Terceiro Reich e acabasse participando de outra guerra que não lhe dizia respeito e que se contrapunha a seus interesses legítimos. O preço pago por se aliar à invasão da URSS, além de perdas militares e civis devastadoras, foi a incorporação do país ao bloco soviético. Em decorrência disso, uma nação potencialmente próspera viu-se reduzida a um empobrecimento compulsório. Essas longas décadas propiciaram aos húngaros uma espécie singular de experiência política, uma capacidade de conviver com adversidades irremediáveis, frustações crônicas e humilhações cotidianas, enfim, uma sabedoria empírica que os tornou alertas e saudavelmente impermáveis a promessas irrealizáveis. Um post interessante e que faz um resumo, escrito e fotográfico, do levante de 1956 segue abaixo para que você tenha uma dimensão melhor de tudo isso que relato: http://www.ccibh.com.br/Dwnlds/1956portugal.pdf   E assim, envolto em toda a história de dor, sofrimento, luta e liberdade cheguei a Budapeste em um final de tarde de primavera. Já na imigração vimos que a lingua não seria nada fácil de se familiarizar, e entenda aqui que em momento algum pensamos em falar alguma coisa, apenas tentar ler, à nossa maneira, e conseguir se locomover através de suas ruas e monumentos.

Leia o post completo no blog Viajando com Arte:
Hungria , um pouquinho de História. "Um povo Magiar no meio de tantos Eslavos"

Amsterdã e seus "Chopp Tours"

22 de novembro de 2011 0

Terminou outubro, terminaram as nossas festas do chope, mas há alguns lugares onde todo dia é dia de chope. Não, não falo da Alemanha, mas da sua vizinha Holanda. Como na produtiva Europa do Norte ninguém tem tempo para perder, os dutches inventaram mais uma engenhoca de causar inveja para rivalizar com os tours pelos canais – mas sem largar os canecos. É mais ou menos uma “bicicleta” de quatro rodas, na qual os “ciclistas” podem seguir bebendo – mas tem que pedalar.  Alguém é designado como chauffeur (veja na foto, que é da Revista Time). Começou como uma brincadeira. Hoje já são três as empresas. Os veículos têm em média cinco metros; cabem umas dez pessoas. Custa mais ou menos US$ 600 por duas horas – dividido por dez pessoas, até vale a pena, pois o grupo tem direito a 30 litros. Além disso, já está prevista uma parada a cada 30 minutos. E nem precisa dizer para quê. O problema, dizem os locais, é que, quanto mais eles bebem, menos força têm para pedalar, chegando a interromper o trânsito. Mas sempre numa boa; “Azulzinho” holandês é outra coisa. Mas a experiência tem dado certo, e, numa cidade conhecida por sua tolerância, limites estão começando a ser estabelecidos, adaptados, ajustados. Uma moradora do Red Light District disse ao repórter que um grupo parou numa parte alegre da cidade, e o roteiro foi interrompido por algum tempo, pois algumas moradoras da rua e alguns turistas, em vez de pedalar, preferiram dividir o chope e fazer um show ao vivo, ao som do karaokê que alegra o bike tour . Enquanto isso, as peças de roupa iam sendo jogadas no teto do veículo. E isso foi exatamente ao meio-dia. Portanto, quem disse que não se pode beber enquanto se dirige, ou divertir-se enquanto se almoça? Claro que os donos de bar odeiam este tipo de concorrência. Ah! Deu tão certo que novos carros estão sendo construídos – com melhor tecnologia (até freio eles terão), transportarão até 22 pessoas, e a autonomia também foi aumentada para 60 litros… de chope.

Leia o post original no blog Viajando por Viajar:
Amsterdã e seus "Chopp Tours"

A Grécia e seus percalços.

21 de outubro de 2011 0

Andei por lá há pouco, o que não me autoriza … a dar palpites em sua economia. Como todos, já li do seu passado e dos seus deuses, mas sei também que os atuais administradores (falo dos últimos 30 anos) não merecem apoio nenhum. Socialistas sim. E daí? Só discursos não chegam. O erro teria sido colocá-los no Mercado Comum. Como pode a Grécia se irmanar com Alemanha e França? É claro que não ia dar. Os três têm idade, tradição, etc., mas é só o que há em comum. Além disso, no caso da Grécia, só turismo, azeite, algum vinho, moussakas , barcos, pescadores, souvlakis , navios e marinheiros… É muito pouco. Deve a Europa continuar a financiar um país que fez oito “arenas” para esportes olímpicos? Para uma média de 30 a 40 mil espectadores e tem 3,5 milhões de habitantes? É melhor assinar o calote e reconhecer: “ sim, erramos ” Mas qual é o banqueiro que vai dizer isso? Uma tarde, as mulheres foram às compras, e eu, de táxi, fui ver as arenas. São oito. Duas estão com meio uso: são estacionamentos . As outras já têm uma floresta dentro (em breve, vai rivalizar com a Amazônica – ta bem, é demais, quem sabe com a Mata Atlântica). Não conseguiram alugar, vender, emprestar, e, muito menos, cuidar. Quanto ao turismo, exageraram. Atenas, hoje, é mais cara que Paris. Consequentemente, os europeus, aos poucos, foram encontrando outros lugares que lhes emprestam a areia e o sol por muito menos euros. Quem vai hoje? O pessoal da antiga cortina de ferro – segundo nos disseram, metade são sacoleiros (nada contra a classe, pelo contrário; depois de setenta anos sob o domínio soviético, qualquer iniciativa deve ser elogiada). Finalmente, pergunto: devem os alemães e os franceses se aposentar aos 65-68 anos para manter os gregos, que param aos 50?.

Leia o post original no blog Viajando por Viajar:
A Grécia e seus percalços.

Os coreanos estão chegando.

18 de outubro de 2011 0

Li com surpresa porque a razão do encontro não é industrial, mas ensino . Isto me causou admiração. É que estive na Coréia do Sul há algum tempo. Sozinho. Tomei um ferry perto de Hiroshima, no Japão. Eu ia por terra – por água, no caso – em direção a Hong Kong.  Resolvi ir por conta, não encontrei parceiros entre os free wills , que era como se chamavam os viajantes on the road , para usar o termo do Kerouac. Andei pelo país, então chamado de “ país das manhãs tranquilas ”. E era mesmo. Suas cidades pareciam vilas. Enchi o saco em 7 ou 8 dias. Nesses dias, não me comuniquei com ninguém. Ninguém falava nenhum idioma conhecido no ocidente, mas posteriormente li que o seu interesse era a educação e o ensino . Hoje eles estão aí justamente nos auxiliando em ensino . Além disso, estão entupindo o mercado brasileiro com os seus produtos (eu tenho um automóvel que veio de lá e estou contente), e agora se preparam para investir e fabricar elevadores, aparelhos de ar condicionado, e, claro, automóveis, aqui nas nossas barbas. Bem-vindos! Mas o estudo não parou. O seu sucesso não fez com que diminuísse o seu interesse por educação e ensino. Leio agora (Revista Time, outubro, 3): os coreanos instituíram um tipo de patrulha noturna que visita lugares onde os jovens se reúnem para estudar, para que eles não continuem a estudar depois das 10h da noite . Para eles, na Coréia – do Sul, claro – o estudo é considerado quase uma dependência, quase uma addiction , a ponto de o governo resolver pedir-lhes que parem. Mas diz um dos líderes de uma dessas brigadas: “não os proibimos, só pedimos que não estudem tanto, e, quando os visitamos ou surpreendemos, ainda lhes damos 15 minutos para que encerrem o que estão fazendo”. Chega? Ou preciso dizer algo mais? Se quiser conferir, a página da Revista é a 39.

Leia o post original no blog Viajando por Viajar:
Os coreanos estão chegando.

Croniqueta de sábado: o valor de um azeite (extra-virgem)

08 de outubro de 2011 0

Não são hábito meu as compras em viagem. Em geral, suvenires ou algo simbólico, que me lembrem do lugar. Ou algum perfume ou bebida no aeroporto. Nada que me faça perder um tempo que considero precioso. Quando a viagem é curta, menos ainda. Pois estava eu no aeroporto de Florença, na Itália, que é pequeniníssimo (sim, há aeroportos menores que o de Porto Alegre), matando o tempo, quando entrei na loja com produtos locais. Não me pergunte a marca, eu não saberia dizer, o que me chamou a atenção foi a garrafa do azeite de oliva extra-virgem. Linda. Parecia um pequeno vaso de cristal. Eu já conseguia vê-lo com minhas flores preferidas na mesa de centro da sala. Dentro dele, ervas finas, que deixavam a embalagem ainda mais apetitosa. Comprei, e o vendedor o colocou, como de praxe, na embalagem transparente para a bagagem de mão quando a quantidade de líquido é superior a 100ml. Passado o entusiasmo com a compra, lembrei que na mochila levava laptop, câmera fotográfica, sem contar documentos e etc, e fiquei imaginando tudo isso boiando em azeite de oliva, ainda que extra-virgem. Como o vendedor disse que não poderia colocar uma outra embalagem ou plástico bolha (sim, eu sabia que não podia), resolvi eu mesma tomar minhas providências. Peguei todas as sacolas plásticas que tinha à mão e fiz uma proteção quase indevassável, coloquei na mochila e… esqueci. Só fui lembrada disso ao passar pelo raio X no aeroporto de Frankfurt, na Alemanha. O que eu levava na mochila? perguntou o agente. Nada, respondi, com a cara de pau dos inocentes. Nada? Então desenrole o que está enrolado nisso, disse ele com cara e inglês de poucos amigos. E então lembrei do meu azeite! – É só um suvenir – observei com um sorriso de quem acaba de fazer uma traquinagem. – Para nós, é só líquido – retrucou ele, com a preocupação de quem tenta detectar explosivos e terroristas. Tirei o sorriso do rosto e desembrulhei e embrulhei tudo com a mesma rapidez após a inspeção. Mais uma pequena lição de viagem, aprendida à custa do azeite. Ainda que extra-virgem.

Confira o post completo no blog Recortes de Viagem:
Croniqueta de sábado: o valor de um azeite (extra-virgem)

A Alemanha além das Oktoberfests

04 de outubro de 2011 0

Está lá no Recortes de Viagem impresso de hoje (página 2 do caderno Viagem de Zero Hora), mas, como prometido, aqui vão mais fotos dessa dica enviada pela colega LEILA ENDRUWEIT , em recente passagem pela ALEMANHA. Turismo Rural na Alemanha “Quando pensamos em Alemanha, os primeiros pensamentos nos remetem à Oktoberfest de Munique e às grandes cidades, como Berlim e Hamburgo. Porém, as pequenas cidades do norte da Alemanha reservam agradáveis surpresas e uma visão pouco comum do país.O turismo rural em Uchte, cidade de cerca de 5 mil habitantes, na Baixa Baxônia, é uma delas. Uma das propriedades que oferece este serviço é a Hof Frien . Fundada em 1860, até 1994 era uma propriedade que tinha como carro-chefe a criação de gado. Desde então, dedica-se ao turismo rural e tem como um dos grandes atrativos um maravilhoso café colonial. Por mês, o local recebe cerca de 2,5 mil pessoas e também oferece dois apartamentos com capacidade para seis pessoas cada um. O atendimento é todo familiar. A propriedade tem 150 hectares, onde são plantados aspargos e criadas galinhas, além de mantida uma usina de biogás. Há ainda uma programação especial para crianças, que inclui um enorme labirinto em uma plantação de milho.”

Confira o post completo no blog Recortes de Viagem:
A Alemanha além das Oktoberfests

Pessoas, a melhor tradução de uma cultura.

01 de outubro de 2011 0

Uma das coisas que mais me fascinam nas viagens, são as pessoas. Quando viajamos os estrangeiros somos nós, e uma das melhores maneiras de entender a cultura alheia é observar a sua gente. Como reajem ao seu sorriso, à sua presença. No nosso curso quando falamos para as pessoas sobre como tirar o melhor proveito de uma viagem, um conselho que eu sempre dou é que em alguma parte do roteiro elas contratem um guia local, não só para aprender que esta mesquita foi construida no século tal, que este quadro foi pintado por Vasnetsov e todas estas informações que vem de bonus, mas principalmente, para podermos conhecer os meandros desta cultura que se apresenta a nossa frente. Sempre lembro da primeira vez que estive na Russia, imaginem um pais que esteve num regime fechado por 70 anos, praticamente isolado , eu queria saber tudo, como estavam convivendo com o novo sistema, como era não ter religião, como eles se sentiam por não poder viajar além das fronteiras da Sibéria, estas conversas são muito ricas,  são as mais interessantes. Outra coisa  é sentar em um café qualquer de uma rua movimentada e observar o movimento das pessoas e se possível fotografá-las, pessoas são a melhor tradução de um pais, pensando nisso hoje eu trouxe para vocês aqui no blog uma seleção destes meus garimpos humanos pelo mundo, espero que vocês curtam! Norte da India Ayutthaya, Tailândia Chefchauen, Marrocos Cairo, Egito Mendoza, Argentina Libéria, Costa Rica Deserto Erg Chebbi, Marrocos Chang Mai, Tailândia Lima, Peru Madrid, Espanha San Martin de los Andes, Argentina Capadócia, Turquia Angkor, Cambodja Kostroma, Russia Neuburg, Alemanha Chang Mai, Tailândia Parque Kruger, Africa do Sul Sien Reap, Cambodja Eichesttat, Alemanha Florença, Itália Esteio, Brasil Marrakesh, Marrocos Cairo, Egito Paris, França Chang Mai, Tailândia

Leia o post completo no blog Viajando com Arte:
Pessoas, a melhor tradução de uma cultura.

Voltando à ilha do Robinson

23 de setembro de 2011 0

Em tempos digitais, voltar a uma estória de 1715, com naufrágios, piratas, tesouros, parece coisa de filme infantil ou o dito popular “tem louco pra tudo”. Pois bem, pense como quiser. Fui até lá há alguns anos, pois, além da curiosidade nata, pretendia fazer um documentário sobre ilhas no mundo – ilhas com história, mas longínquas e desconhecidas – e  escrevi sobre esta há umas semanas. Se você der marcha ré nas postagens, verá; foi quando ali caiu um avião com 24 passageiros. A estória-título não precisa ser reescrita, nós todos a lemos na infância. Aliás, é o único livro – que eu saiba – de Daniel Defoë, enquanto nossos outros autores juvenis escreveram dezenas. Jack London, por exemplo. Outro? Karl May, que escreveu sobre tudo… sem ter saído da Alemanha. Quando vou aos lugares, estimulado pela leitura do passado, encontro tudo como Karl May relatou, com uma precisão surpreendente – e se passaram mais de 100 anos (ainda vou a uma sessão espírita para que algum médium me explique como isto pode ocorrer). Mas, voltando ao Robinson Crusoé, nem este era o seu nome. O autor comprou a história num bar do porto, de um marinheiro escocês chamado Alexander Selkirk, que realmente havia passado 4 anos e 4 dias sozinho naquela ilha. É que, mesmo reconhecendo o feito da sua sobrevivência, a marinha britânica o condenou por ser “amotinado”. Mas, ao mesmo tempo, comutou a pena (ele já estava meio lelé), porém com uma condição: ele jamais poderia subir em qualquer navio da marinha. Selkirk, que já andava bebendo muito, usou 50% da quantia que recebeu pela história para pagar sua dívida no pub. Com os outros 50%, adiantou ao comandante de um barco privado o valor da passagem para voltar à “sua” ilha. Dizia que não conseguia mais viver entre os civilizados – e ele falava de Glasgow em 1715. O autor volta para casa e escreve o livro, procurando ser o mais realista possível. Bem, os possíveis editores odiaram o original, acharam o nome pouco sonoro, a história muito triste: um homem solitário numa ilha “no way”. Devem ter achado que Bergman ou Fassbinder poderiam escrever este drama de solidão 250 anos depois. Mas eles estavam em tempo real e queriam vender. Volta ele para o escritório e escreve um segundo roteiro com algumas mudanças sugeridas, etc. Mas não emplacou também. Na terceira tentativa, Defoë criou um naufrágio, o resgate da mobília, um combate, o Sexta-feira, os índios que iam sacrificá-lo e, quem sabe… se auto-entitulou de Buana, etc. – coisas que nunca existiram no feito original de Alexander Selkirk –, ou seja, a história que todos conhecemos. Aí emplacou e deve vender até hoje.

Leia o post original no blog Viajando por Viajar:
Voltando à ilha do Robinson

Roteiro gastronômico pela Champagne, Alsácia e Borgonha

16 de setembro de 2011 0

Nossa amiga e colaboradora Magda Garcia participa do projeto “A Vida é para ser compartilhada” com um relato de dar água na boca, acompanhem e se deliciem com as fotos do Rodrigo Garcia!     Em novembro de 2009 eu e meu esposo, Rodrigo, fomos conhecer na França as regiões da Champanhe, Alsácia – Lorena e Borgonha . Regiões famosas por seus vinhos e champanhe e de belezas naturais espantosas. Os bosques nestes meses ficam com um colorido alaranjado maravilhoso. Foi uma viagem tranqüila e pode-se dizer dedicada a boa gastronomia.   Em fins de novembro começam os Mercados de Natal ( Marché du Noël ) na maioria das cidades da região. Estes mercados estão cheios de barraquinhas onde se pode beber um vinho quente (vin chaud) para espantar o frio e comer bolos de amêndoas, churros com chocolate e comprar decorações e presentes de natal. São lugares alegres com música e onde as pessoas se encontram para aquecer as noites geladas do início do inverno . Começamos nosso tour no Chateau d’Ermenonville , que é um hotel localizada há uns 45 km de Paris, na pequenina cidade de Ermenonville. O Chateau fica a beira de um lago e é um lugar lindo, romântico e com um restaurante imperdível, a carta de vinhos é completa. ( Route A1 saida Ermenonville, N2 direção Paris Soisson )   Seguimos em direção a Reims que fica na região de Champanhe onde se encontram as mais famosas caves da França. O caminho estava lindo com os bosques outonais e o chão tapado de folhas, uma visão só possível nesta época do ano. Perto de Reims fica a cidadezinha de Chalons-en-champagne , destaco um restaurante, perto da catedral, que é muito conhecido pela sua comida francesa com toques de modernidade: “Au Carrillon Gourmand” ( 15,bis Place Monseigneur Tissier ). É um local muito procurado, portanto sugiro que façam reserva, mesmo nesta época do ano. É imprescindível visitar uma das caves onde nos mostram como se produz o champanhe e se pode degustar o produto ao final da visita. Eu conheci a cave Pommery , muito interessante com suas várias galerias.   Fomos de Reims para Verdun , emblemática cenário da 1ª Guerra Mundial onde os soldados franceses resistiram nas trincheiras tentando impedir o avanço alemão. A batalha de Verdun durou mais de 1 ano e centenas de milhares de soldados morreram, tanto franceses como alemães. Almoçamos no Hotel Prunellia , na zona peatonal no centro de Verdun . O lugar é muito charmoso e aconchegante, cheio de móveis de época e além de um cardápio apetitoso.   Seguimos para Wissembourg cidade que fica na fronteira com a Alemanha com forte influência alemã, casas com enxaimel, e onde está a segunda maior igreja da França. No caminho passamos por Lembach onde fica o restaurante “Auberge du Cheval Blanc” ( 4,rue de Wissembourg – Tel: 00 33 3 88 94 41 86 ) . Fantástico, a casa é antiga e foi um antigo posto de trocas de cavalo para o serviço de correio. É fácil de ser encontrado pois a cidade é minúscula e o Auberge se encontra no centro. Algumas especialidades são: robalo com molho de trufas, panache de foie gras, etc   Estrasburgo estava muito decorada e iluminada, e a oferta de restaurantes é grande. Uma boa sugestão é o L’Ancienne Douane , um restaurante tipicamente alemão e, apesar de estarmos na França, se come muito joelho de porco e chucrute e se bebe mirabelle, um licor digestivo que espanta o frio , Mirabeille .       Em Colmar , a “Hostellerie Le Marechal” foi a opção para hospedagem, o restaurante do hotel é ótimo criando um ambiente aconchegante à beira de um dos canais da cidade. E para finalizar a Borgonha , região conhecida como o estômago da França. Em Beaune sugiro o Hotel Le Cep e o restaurante “Loiseau des Vignes”. Este é um restaurante especial e um dos melhores de nossa viagem gastronômica. Tem um diferencial na forma como serve os vinhos, eles possuem uma adega onde oferecem 70 tipos de vinhos que são servidos em taças de acordo com a escolha gastronômica do cliente, um espécie de jantar harmonizado onde os vinhos estão guardados e conservados como se acabados de ser abertos. (31, rue des Maufoux)   Hotel Le Cep     Outra boa sugestão em Beaune é o Jardin De Remparts (10, rue de l’hotel Dieu ). O restaurante tem uma cozinha muito criativa com Tartar de Boeuf com Ostras ou Foie gras de canard poché , gellé aromatizada com hydromel .         Em Beaune sugiro visitar os Hospices de Beaune com suas telhas vitrificadas e sua farmácia e cozinhas muito bem conservados, foi construído pelos duques de Borgonha para servir como hospital e a farmácia funcionou até algumas décadas atrás.     Ainda na Borgonha a Abadia de Fontenay foi fundada em 1118 por São Bernardo de Clairvaux e incluída no Patrimônio Mundial da Unesco desde 1981. Fontenay é um dos exemplos mais completos e mais bem preservados da arte românica cisterciense, caracterizada por uma arquitetura austera e sem adornos, tanto nos edifícios dedicados à oração quanto nos edifícios consagrados ao trabalho dos monges.       Também na Borgonha , Vezelay é conhecida com a “eterna colina” onde se encontra a Basílica de Saint Madeleine . A subida até a Basílica é muito bonita, estacionamos na base da colina e antes de subirmos almoçamos em um pequeno restaurante digno de nota “Le Cheval Blanc”, é uma hospedaria além de restaurante. Boa comida, excelente vinho e românticas paisagens! O que poderíamos querer mais!!!!

Leia o post completo no blog Viajando com Arte:
Roteiro gastronômico pela Champagne, Alsácia e Borgonha