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Posts na categoria "França"

De mulher para mulher, um site com dicas e mapas de Paris!

06 de maio de 2012 0

Já visitei cidades que me encantaram muito mais do que Paris , mas há meses ando com capital da França na cabeça, lendo livros e pesquisando roteiros que um dia, quem sabe, vão ser colocados em prática por mim. Nestas buscas, encontrei o site My Little Paris , repleto de dicas e mapas, feito por mulheres para ser degustado por outras mulheres. Além de superútil, o site é lindo, todo ilustrado! Em My Little Paris há dicas práticas de lugares pra comer, festar, comprar, passear, ficar mais bonita e até se depilar na Cidade Luz! Dá pra baixar um aplicativo pra Ipad ou Iphone com mapas que ajudam a se localizar em Paris e planejar melhor os roteiros de acordo com os interesses da viajante. Ou simplesmente assistir a vídeos como este acima pra ficar com água na boca diante do sotaque que eu adoro e dos lugares escolhidos por quem vive Paris . O site tem ainda uma versão para Lyon e outra para Marseille , igualmente caprichadas.

Leia o post completo no blog Viajar eu preciso:
De mulher para mulher, um site com dicas e mapas de Paris!

Provence nos passos de Cézanne e Picasso

28 de abril de 2012 0

Depois de muita chuva, quase um dilúvio noite passada, amanheceu um lindo dia de sol, temperatura agradável. Os moradores daqui dizem que a esta época do ano normalmente já estaria bem mais quente, realmente ano passado, estávamos por esta região nesta mesma época e estava em torno de 28, 30 graus. Saímos de Aix en Provence em direção a Vauvernagues ( onde Picasso comprou um castelo, dizia ele na “terra de Cezanne” ). Ainda vou fazer um post somente da cidade de Aix, que é uma cidade muito legal, não é muito grande, uma cidade universitária com bastante vida, animada à noite, centrinho histórico cheio de referências ao pintor Paul Cezanne, considerado o pai da arte moderna. Hoje vamos passear um pouco no interior, nos campos e petites villages do interior da Provence. Logo depois de sair do centro de Aix, seguimos as trilhas de Cézanne , de onde ele retratava o Monte Saint Victoire , hoje é um parque nacional, com muitas opções de trilhas, a pé e de bicicleta. Começamos pelos caminhos de Bibemus , onde o pintor mantinha uma cabana, e de onde pintou várias telas nas antigas pedreiras romanas. Fizemos uma trilha na floresta, de 1 hora mais ou menos, e depois chegamos num ponto onde existe uma grande barragem construída logo depois da guerra em 1946, a água é de um verde esmeralda impressionante. Seguimos pela pequena estradinha até Vauvernagues , lá onde Picasso comprou este castelo no final dos anos 60, mas na verdade morou muito pouco aqui. Ele e sua última esposa, Jacqueline Roque , estão enterrados aqui. A curiosidade a respeito do funeral de  Picasso , é que na época, Jacqueline não permitiu aos filhos de Picasso , com Françoise Gillot , que assistissem ao funeral do pai.   Claude e Paloma tiveram que assistir de longe, na pequena village. O castelo foi aberto a visitação pela primeira vez no ano passado, hoje ele pertence a filha de Jacqueline, e estará aberto de 30 de junho até final de julho. Continuamos nosso passeio por estradinhas mínimas, passamos por vários ciclistas, mas não é uma trilha para iniciantes, pois é cheio de subidas e descidas. Como havia chovido horrores na noite anterior ( vocês devem ter visto nos jornais, aqui ontem choveu demais e teve vários incidentes de inundações e mortes) a força da água era incrível nesta cachoeira passando Vauvernagues .  Chegamos na cidadezinha de Riens , bonitinha, nada especial, a verdade é que já passava das 2h da tarde e estávamos com fome. Paramos num restaurante, creio que o único da cidade, e comemos divinamente bem, os homens escolheram o menu du jour , ou o prato do dia, que era um entrecôte com salada e fritas, e nós comemos uma salada com queijo de cabra quente, e uma brusquetta de presunto de parma, especialidade da casa, foi perfeito! Seguimos na direção de Apt , famosa por seus campos de lavanda, mas já aviso: se você quiser ver os campos em plena floração a data certa é da segunda quinzena de julho até meados de agosto. Vimos muitas plantações de lavanda, em torno das cidades de Apt, Saint Saturnin, Reillannes , mas elas estão apenas querendo começar a florir. Aqui perto de Roussillon elas já estavam mais maduras e reparem os campos dourados de trigo ao fundo… Com o sol se pondo perto das 10h da noite, o dia é super aproveitado, pegamos o fim de tarde em Gordes , que é considerada uma das cidades mais lindas e típicas da Provence.  Suas casinhas  de pedra com janelas pintadas de um azul um pouco lilás  lembram os campos de lavanda. No caminho aproveitei pra visitar a Victoria nas plantações de cereja que são lindas e para nós uma coisa totalmente nova. Cerejas colhidas diretamente do pé, uma delícia….   Para terminar com chave de ouro este dia decidimos jantar em Fontaine – de- Vaucluse , um lugar lindo que fica nas margens do rio Sorgue.   Já estava anoitecendo, mas ainda consegui captar o bom astral de Fontaine de Vaucluse , onde se pode alugar caiaques para descer o rio. Sentamos neste restaurante da foto acima e vai a dica: outra truta com amêndoas maravilhosa, acompanhada por um vinho rosé da Provence.     Até a próxima! Bonne Journée!!  

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Provence nos passos de Cézanne e Picasso

Três roteiros temáticos na França

27 de abril de 2012 0

Esses três roteiros temáticos têm como destino a FRANÇA, todos eles no final do verão/início do outono europeu, e focam em enogastronomia, história e castelos. Ainda que os temas sejam os mesmos, cada um tem propostas diferentes: 1 – O primeiro deles é organizado pela francesa, residente em Porto Alegre, Valérie Gallien , que leva aos castelos de sua terra natal, com hospedagens e almoços/jantares/passeios por castelos do Vale do Loire. 2 – O segundo, e que já acontece pelo terceiro ano consecutivo, é o do chef Philippe Remondeau, do porto-alegrense Chez Philippe , para o “Sudoeste Gastronômico”. Tem aula de gastronomia e degustações, hospedagens em hotéis de vinhedos, jantares e almoços gastronômicos… 3 – O terceiro é o Al Mondo , formado por um grupo liderado pelo chef Marcelus Vieira, de Ijuí, que terá um dos roteiros deste ano em Bordeaux, com pequenos grupos que participam de aulas de gastronomia e jantares exclusivos e fica uma semana hospedado em um chateau da região. 

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Três roteiros temáticos na França

Nova modalidade de Bistros em Paris - Los Bistronomiques

11 de abril de 2012 0

  Os bistros parisienses em geral são uma festa mesmo para os paladares mais exigentes, o desafio consiste em acertar um que esteja a altura das nossas expectativas com um preço que não seja de acabar com os maiores apetites. Pois agora existe uma nova categoria de bistros que oferecem um menu a menos de 40 euros por pessoa, onde você pode desfrutar de uma refeição memorável. Estamos falando dos Bistronomiques, uma categoria de restaurantes pequenos, que fazem todo o possível para que os clientes comam bem em Paris por menos de 40 euros. Os novos bistros são dirijidos por algum chef afastado da tradicional cuisine bourgeoise ou culinária burguesa. Utilizam cortes de carne mais em conta, frutas e verduras da estação. Fica no meio do caminho entre o bistro clássico e do restaurante, é um fenômeno que vem sacudindo a cidade e mobilizando os apreciadores da boa mesa francesa. Aqui alguns deles: Le Chateaubriand – Foto de COCO , Phaidon Chef basco Iñaki Aizpitarte – Segue cozinhando no seu antigo bistro bobo ( em francês as iniciais de boêmio e burguês) situado no hoje incensado 11 arondissenment. Quando Aizpitarte deixa fluir sua imaginação cria maravilhas como molhos de abacate, espumas aromáticas. Os ingredientes podem chagar de diversos lugares como Japão, Marrocos ou Espanha, mas conserva muitas técnicas da clássicas francesas. Le Chateaubriand – 129, Rue Parmentier tel + 33 1 43 57 45 95 L´Epi Dupin – Chef François Pasteau, um dos pioneiros do conceito bistronomiques , com um menu eclético que varia de acordo com a estação. Sua filosofia é manter os preços em torno de 34 euros o que represente um desafio constante à sua criatividade. Destaque para o Risoto de Mascarpone e laranja, vieiras fritas e seu jogo entre sabores doces e citricos. 11, Rue Dupin, tel + 33 1 42 22 64 56 Le Bistrot Paul Bert –  A rua Paul Bert é  atualmente uma das ruas mais comentadas entre os amantes da culinária, pois ali se encontram vários boas opcões de restaurante, ainda que o Bistrot Paul Bert seja o melhor de todos. Situado em um antigo açougue nos anos setenta tem um estilo retro, a apresentação dos pratos muito simples, o leitão cozido a fogo lento com damascos, ameixas e amendoas até que a carne esteja macia como manteiga. O menu de almoço com 3 pratos por 18 euros e a noite por 34 euros. 18, Rue de Paul Bert tel + 33 1 43 72 24 01 Spring –    Chef Daniel Rose do Spring ( foto Paris by mounth) Chef Daniel Rose – Poucas vezes se escreveu tanto sobre um lugar tão pequeno, o Spring tem capacidade para tão somente 16 pessoas, mas este pequeno bristro merece cada palavra que foi dita sobre ele. Com receitas leves, vivazes e elegantemente apresentadas,  com preços de 39 euros, são um verdadeiro achado. Rose compra os ingredientes que utiliza em um mercado local, muito frescos e impecavelmente criativos. Seu generoso menu de 4 pratos, muda constantemente de acordo com a estação. 28, Rue de la Tour d´Auvergne, tel + 33 1 45 96 05 72 Se você gostou deste post e curte dicas de viagem, arte, restaurantes e afins, curta a nossa página Viajando com Arte no Facebook:   https://www.facebook.com/pages/Viajando-com-Arte/121374657937187    

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Pacotes para esportistas

10 de abril de 2012 0

Atenta a uma tendência, a maior operadora de viagens do Brasil , a CVC , agora tem pacotes voltados para esportistas e aficionados por esporte. Eles incluem, além da hospedagem e do acompanhamento do guia, transporte e inscrições para as principais maratonas de corrida de rua, campeonatos de futebol e campeonatos de tênis do mundo. Alguns exemplos de competições: Eurocopa, campeonato que reúne os times europeus mais consagrados dos gramados, de 8 de junho a 1º de julho, na Ucrânia e na Polônia. Aberto de Tênis da França, em Paris, de 27 de maio a 10 de junho. Aberto da Inglaterra, em Londres, de 25 de junho a 8 de julho. Olimpíadas de Londres 2012, entre os dias 27 de julho e 12 de agosto.

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Pacotes para esportistas

Coreia do Norte... um pouco mais

05 de abril de 2012 0

É difícil opinar. Os próprios analistas reconhecem que também a família do atual líder é muito pouco conhecida. Sabe-se é que teve um tutor japonês, importado pelo pai (morto no final de 2011) para preparar sushis e outras comidas japonesas que ele gostava (US$ 5000 por mês, uma fortuna na pobre e faminta Coreia do Norte) e que este tutor escreveu quatro livros sobre a vida na Coreia do Norte. E, basicamente, é só o que se sabe. A própria estada na Suíça é muito pouco noticiada. Sua mãe é outra história não muito clara. Coreana, nascida no Japão, atraiu o então soberano quando dançava na escola de arte de Pyongyang. Atraiu os olhares do grande líder e se tornou um ultra secreto casal, convertendo-se, depois, em  sua consorte – o que também é uma certa ironia, pois os japoneses, devido a conflitos anteriores, são demonizados na Coréia do Norte. O fato de o atual grande líder ter estudado na Europa e ter convivido com a cultura europeia é a razão da esperança de melhor convivência. Mas convém lembrar que os filhos do Kadafi também estudaram no Velho Continente… e o resultado é o que se sabe. É isso mesmo, o assunto preocupa a todos e ao Japão mais ainda, pois é o vizinho mais. É que aquele país vive às turras com seus vizinhos (menos com a China, pois são comunistas mas não bobos), e sabe-se que tem foguetes de longo alcance já testados e – segundo a “inteligência” ocidental – possui material para fazer de 8 a 12 bombas nucleares. Hoje, quem comanda esse coquetel com elementos tão explosivos como repressão, autocracia, isolamento e pobreza é um jovem desconhecido que estudou alemão e inglês na Suíça, fã de esportes – basquete principalmente – e que tem menos da metade da idade de todos os outros membros do poder. Como disse a imprensa mundial quando assumiu, há nele muita esperança , até por uma certa semelhança com a história de outros asiáticos, como a do homem que reergueu a China: Deng Xiaoping, que morou na França na mesma época que Chu En-Lai, bem como o fez também o vietnamita Ho Chi Minh, que foi confeiteiro na Cidade Luz. Três ou quatro meses após a sua posse, já há sinais de um acordo com o Ocidente. Só o Ocidente pode saciar a fome do seu país. Como? Para um primeiro contato, o ditadorzinho pediu 800.000 toneladas de alimentos como ajuda alimentar. Ao que se diz (e foi publicado), teria aceitado 240.000. É bom lembrar que, na década de 80, morreram de fome quase dois milhões de habitantes, em uma população, hoje, de 23 milhões. Imaginem o que deve ter sido no passado, quando eram menos de 19 milhões – e isso representava mais ou menos 10% da população. É assustador, e não creio que alguém que passou seis anos no meio de uma população equilibrada e solidária como a dos suíços se proponha a repetir a tragédia.

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Coreia do Norte… um pouco mais

Viagens bacanas de bike

01 de abril de 2012 0

Leio matéria na Isto É Dinheiro, que muita gentr está querendo viajar pela Europa, ficar em bons hotéis, comer em excelentes restaurantes, mas se deslocar de bicicleta… Bacana isso. Dá pra curti mais os ambientes, as cidades são próximas umas das outras, por lá é seguro, as estradas são de ótima qualidade. Interessante observar que não é gente com pouco dinheiro, ou alternativos, ou esportistas que estão fazendo isso. São “endinheirados” que querem viagens diferenciadas. As regiões mais procuradas são Bordeaux, na França, e Toscana, na Itália. Mas dá pra fazer isso na Croácia, na Turquia, Áustria ou Irlanda. E já tem agências organizando isso, inclusive no Brasil. A www.auroraeco.com.br é uma delas. A www.butterfield.com.br tb já tem representantes no Brasil. E tem a www.bikeexpedition.com.br. As pedaladas podem ser de 15 até 60 km por dia, as hospedagens podem ser desde castelos do século XVIII até belos hotéis. Os preços não são para qq um: de R$ 10 mil a R$ 30 mil por pessoa, para um período de 10 dias, mas dá pra customizar e até montar grupos. Bela opção pra conhecer profundamente uma região, e fazer um exercíciozinho junto.

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Viagens bacanas de bike

Júlio Verne, 100 anos

27 de março de 2012 0

Há aproximadamente 100 anos, morria o escritor Júlio Verne, que tinha fascínio por novas paisagens e novas culturas. Era uma época de grande entusiasmo: de um lado, descobertas científicas que previam para breve grandes navegações e transportes até mesmo pelo ar – aceita-se a euforia; o 14-bis recém havia feito seu primeiro vôo. De outro, relatos de bravos navegadores faziam brilhar os olhos dos que seriam os primeiros “cidadãos do mundo”. Até então, as viagens eram penosas e os mistérios dos “exóticos países” chegavam aos europeus em forma de relatos fantásticos. Em meio a tanta efervescência, a Júlio Verne ocorreu levar à população conhecimentos geográficos – e até científicos – através da literatura. Foram dezenas de livros que mudaram a forma de ver o mundo. O espírito de viajante começou cedo na vida do escritor. Aos onze anos, o menino nascido em Nantes (na França), fugiu de casa e embarcou às escondidas em um navio. A viagem foi abreviada pelo pai, que o resgatou na primeira parada, mas o espírito de Júlio Verne já estava imbuído da vontade de conhecer novos mundos. Mas engana-se quem pensa que o escritor foi um grande viajante: a maior parte de seus dias, Verne passou em torno de mapas e ouvindo relatos de viajantes, lendo pela manhã e escrevendo à tarde. Seu primeiro sucesso foi Cinco Semanas em Balão , que narrava uma aventura sobre o misterioso continente africano, no qual ele jamais pôs os pés. Depois veio A Volta ao Mundo em 80 dias. O ponto de partida é a nebulosa Londres, com paradas em Bombaim, Calcutá, Hong Kong, Nova York e outros. Mesmo sabendo que, com um balão ao sabor dos ventos, os pousos não são tão precisos, o leitor não consegue deixar de torcer para que o excêntrico Phileas Fogg complete a viagem e ganhe a aposta. Acho que a sua obra menos conhecida deve ser A Jangada , que se passa na Amazônia e é um detalhado relato sobre a fauna e a flora da região. Há ainda outra obra que gosto muito, que relata uma Viagem ao Centro da Terra, onde o Dr. Lidenbrock, seu sobrinho Axel e o guia finlandês Hans partem para a Islândia – nome que inventaram para “Iceland”, a terra do gelo, a fim de descobrir animais estranhos habitando as entranhas da terra. Ironicamente, colocou o portal de entrada deste mundo subterrâneo sob uma gigantesca geleira, a maior da Europa. Foi um visionário do turismo de aventura, tão em moda hoje. Quando a Oceania ainda nem havia sido devidamente identificada, uma citação atribuída ao escritor francês Claude Roy  já quantificava a influência  que esse guia de viagem imaginário teria sobre várias gerações de leitores: “ O mundo possui seis continentes: Europa, África, Ásia, América , Australásia e Júlio Verne ”. Pois, blogueiros e FACEiros: nada a acrescentar. Só que eu estive no lugar onde seria a hipotética passagem para o centro da Terra. É sob uma geleira de nome complicado – e botem complicado nisso! Lembram-se do vulcão cujas cinzas transtornaram a Europa? Pois bem, eu já esqueci o nome, mas o tio Google, com certeza, lembra. Foto:  http://www.sxc.hu/browse.phtml?f=download&id=10268

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Júlio Verne, 100 anos

Duas conversas: sobre o Canadá e caminhadas

27 de março de 2012 0

Dois bate-papos gratuitos estão marcados para esta terça-feira em Porto Alegre: um sobre o Canadá, para intercâmbio, e outro sobre caminhadas. Confira: CANADÁ Destino muito procurado para viagens de intercâmbio e turismo, o Canadá é o tema de uma conversa para quem pretende estudar, trabalhar ou viajar como turista àquele país. A palestra será com a superintendente da CI no Rio Grande do Sul, Ana Flora Bestetti. É nesta terça-feira, dia 27 de março, às 19h, na CI Porto Alegre (Rua Padre Chagas, 80, Moinhos de Vento). A entrada é gratuita. Interessados devem reservar lugar através do telefone 51-3346-4654. CAMINHADAS No Papo Viajante de hoje no STB, os  ecocaminhantes Suzy Ma e Ronaldo Costa conversam sobre chaminhadas. As curiosidades sobre a caminhada que circula o maciço montanhoso do Mont Blanc, cobrindo uma distância de 170km e passando pela França, Iltália e Suiça poderão ser conhecidas no relato de Suzy e Ronaldo a partir das 19h30. O encontro é a oportunidade de saber mais sobre a “ecocaminhada” que acontece novamente em agosto de 2012. Será no Espaço STB BRASAS (Anita Garibaldi, 1515). O Papo Viajante é uma atividade gratuita e os lugares são limitados. Confirmação de presença pelo telefone (51) 4001-3010.

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Duas conversas: sobre o Canadá e caminhadas

Dordonha, um lugar a ser descoberto - Por Luciano Zanetello

23 de março de 2012 0

Vou falar um pouco da história da Dordonha  região com vários atrativos turísticos, seja o interesse do viajante natureza, castelos , abadias , sítios históricos , esportes, gastronomia, vinícolas ou outros mais. Esta região desde a pré história já registrava a presença humana sendo referência os estudos das pinturas rupestres das Cavernas de Lascaux e Les Ezyès . Para quem não sabe, a caverna original de Lascaux esteve aberta a visitação durante poucos anos ( 1940 – 1963 ). Na entrada de Lascaux II Les Ezyés  Como a condensação do gás carbônico dos visitantes estava degradando as pinturas, a caverna foi fechada e uma réplica exata foi construída e inaugurada em 1983 ( Lascaux II )  recebendo  hoje recebe milhares de turistas . Os Romanos que invadiram a então Gália, deixaram aqui vários traços de sua passagem .   O  Dordonha, principal rio  da região, foi a fronteira histórica entre a França e a Inglaterra  na guerra dos cem anos, razão pela qual a região tem inúmeras fortalezas.   Entardecer / Perigueux Para uma melhor compreensão, a região é chamada em Occitano de Pèrigord e compreende quatro divisões : Pèrigord Blanc  branco, em razão da cor das pedras da região, Pèrigord Vert, verde, devido as exuberância de sua vegetação,  Pèrigord Purpre, púrpura, por conta dos incontáveis vinhedos  e o Pèrigord Noir, negro, remetendo as suas cavernas pre históricas. La Roc St.Cristhope e Cidade troglodita (moradia nas cavernas)  La Roque Gageac Panorama de Domme    Existem dezenas de pequenas cidades todas com algum tipo de atração.Várias estão classificadas entre as mais belas da França. Como sua arquitetura seus castelos e abadias são preservados, vários filmes conhecidos foram rodados aqui aproveitando estas características, entre eles ” Chocolate”,  ” Os Três Mosqueteiros” e “Les Miserables” para ficarmos só nos mais conhecidos.  St. Leon Sur Vezère   Chateau Clérans Aqui é a terra do foie – gras e das trufas. Em vários locais avistamos fazendas de criação de gansos e patos. O ganso é um símbolo regional e tem até uma praça em Sarlat ( Le Marché des Oies ).   Ruas de Sarlat   Jardin des Enfeus e Lanterna dos mortos / Sarlat Lagarteando / Sarlat      Com estes  ingredientes  são criados  pratos inesqueciveis. Basicamente se come bem em todo lugar. A dica que deixo aqui é do restaurante ” La Rapière” em Sarlat onde tivemos um jantar inesquecível com pratos a base de veado e foie – gras . Personagem Local / Cyrano de Bergerac Bergerac   Montbazillac Praça central     Foi particularmente bom a visitação nesta época, como não tínhamos a menor intenção de praticar esportes e atividades próprias ao calor o frio não era problema, éramos quase considerados locais devido a ausência de turistas. O único senão é que como não era a época usual do turismo, alguns hotéis e restaurantes nas cidades menores estavam fechados. Como as distâncias aqui são curtas, apesar de termos um deslocamento de 500 km em relação a Paris, ficamos baseados em Perigueux e  fazíamos incursões diárias  as cercanias. Um frio seco,um sol radiante, uma boa comida, um bom vinho, uma boa parceria, não poderia ser melhor …… Piquenique Castelo de Beynac  Chateau Biron Ficamos por ali quatro dias, o ideal para conhecer tudo seria no mínimo uma semana.  Brantome / Abadia    Brantome a Veneza do Perigord Uma dica, quando não tiver uma certeza para onde viajar , o que visitar , o interior da França é 100% garantia de ótimo destino.   Depois de esgotar Paris e arredores, o Vale do Loire, a Bretanha , Normandia e com toda a certeza a Dordonha são lugares incríveis com peculiaridades únicas que vão satisfazer todos os desejos. Finalmente, por conta da valorização do real frente a outras moedas, fazer turismo fora do Brasil está na maioria das vezes mais barato, com exceção dos custos da passagem, todos os outros itens atualmente são mais em conta no exterior. Para exemplificar, o vinho francês de qualidade superior aos que aqui são vendidos, custam nos restaurantes em média  EU 15,0 .  A bientôt ……   P.S. Para qualquer destino na França, sempre é bom passar por Paris pois sempre existe um novo olhar sobre a cidade. Aqui, nossa última passagem agora.  Notre dame ao entardecer Place des Vosges Grand Palais Torre Eiffel Se você gostou deste post , e quer saber mais dicas de viagens, exposições roteiros e cultura curta nossa página no Facebook: https://www.facebook.com/pages/Viajando-com-Arte/121374657937187      

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Dordonha, um lugar a ser descoberto – Por Luciano Zanetello

Paris em Fevereiro de 2012

20 de março de 2012 0

Eu já escrevi sobre Paris em Fevereiro em 2010, e nunca poderia imaginar que gostaria tanto de viajar pelo hemisfério norte nos meses de inverno, então este ano voltei a Paris. Agora que a TAP voa Porto Alegre direto para a Europa, sempre aproveito para na volta dar uma olhadinha em Lisboa , mas este será outro post. Eu adoro ficar trocando de lugar, pois assim temos a possibilidade de explorar bairros diferentes. Desta vez por razões pessoais, fiquei na Place de La Republique , no Hotel Crowne Plaza , que jamais recomendaria para alguém, pois é o tipico hotel metido a besta. daqueles hoteis enormes, que depois que  você sai do elevador quase precisa de uma bicicleta para chegar no seu quarto, caro para o que oferece, afinal 225 euros não é exatamente barato, quartos pequenos, o aquecimento era tão forte, que mesmo tendo desligado TUDO, eu me sentia assando em fuego lento , e para completar eles ainda tinham a cara de pau de cobrar 9 euros a hora da internet no quarto, pode!!!  Este nunca mais. Fora isso o bairro é ótimo, perto de muitas coisas legais e assim como antes o Marais era um bairro jovem e alternativo e hoje esta mais chique, este turma está migrando para o 11éme, ali pelas bandas de Bellevile e Menilmontant . Nosso primeiro final de semana foi um belo dia de sol e aproveitamos para experimentar as bicicletas Vélib – aquelas que você pega em vários pontos da cidade. Se você tentou e não conseguiu, não desista, pois uma vez corria um boato que era preciso se cadastrar na internet previamente, bobagem. Se você tem cartão de crédito pode pegar tranquilamente, e pasme! Os franceses que estão muito mais gentis se oferecem para ajudar. O custo é ótimo 1.70 euros p/dia, e se você devolver em 30minutos não paga mais nada. Em cada lugar de devolução tem um mapinha da área, pois o que pode acontecer é você chegar num ponto e não ter lugar para colocar a bicicleta, sem stress procure outro perto, tem muuuitos. Depois que você visitou aquela região é só pegar outra bike, e devolvendo no tempo você pode andar o dia todo pelos mesmos 1.70 euros. Estação de Vélib Um belo domingo de sol para pedalar em Paris em pleno mês de fevereiro Aquela coluna que vocês vêm ao fundo na foto é a Praça da Bastilha , e este canal aqui é o inicio do Canal San Martin , na minha opinião o lugar mais romântico de Paris , a parte mais linda dele fica lá pela altura do Boulevard Jules Ferry . Se você nunca passeou nas margen do Canal, inclua ele na sua próxima viagem a Paris. Imperdível. Conheci uma região diferente, que eu nunca tinha explorado e adorei. Então, deixamos a Bastilha para trás e cruzamos a P onte de Austerlitz , e chegamos ao Jardin des Plantes , é um jardim botânico aberto ao público, situado no 5o arrondissement de Paris como parte integrante do Museu de História Natural . Um parque bonito com estufas que a gente pode visitar. Pra mim foi uma grata surpresa, pois nunca tinha andado por aqueles lados. Jardin des Plantes As estufas com plantas de todos os lugares do planeta. Olhem só o cristal de quartzo que está na frente do Museu de História Natural, diretamente de Vitória da Conquista na Bahia Cruzamos todo o parque porque queríamos visitar a Mesquita de Paris que fica bem atrás, há estas alturas já havíamos encontrado um ponto da Vélib para deixar as bicicletas, para podermos entrar na Mesquita .  Grande Mesquita de Paris fica no 5o arrondissement, e é a maior da França. Contruída em estilo mudejar, lembra muito o estilo das mesquitas marroquinas. O pátio interno é lindo, lembra um oásis. Do outro lado na entrada mais próxima do Jardin des plantes, tem um restaurante e uma casa de chá, onde você pode só tomar um delicioso chá de hortelã com aqueles doces árabes de acabar com qualquer dieta, ou pode almoçar no restaurante. Depois de tomarmos um chazinho de hortelã e traçarmos um baclava fantástico, seguimos a pé por trás indo em direção a Saint Germain des Prés . Que fica muito pertinho fomos descendo a Rue Lacépède , onde passamos por um restaurante peruano, o El Picaflor , com uma fachada bem simpática e vários adesivos de famosos guias como o Lonely Planet, Rough Guide , mas era cedo para almoçar então anotei a dica para uma próxima vez. Chegamos  em uma pequena praça, trés sympa, um lugar muito bonitinho, cheio de cafés, restaurantes, chama-se a Place Contrescarpe , dali entramos na Rue Mouffetard , que tem muitas opções para almoçar, fomos caminhando por ela até depararmos com esta jóia de restaurante, que além de ser super transadinho, tem toda uma história, é por esta e outra razões que eu gosto tanto de Paris. Pois este restaurantezinho que vou mostrar aqui pra vocês foi a casa do grande poeta francês Paul Verlaine e posteriormente foi a casa de Ernest Hemingway por 4 anos. Place Contrescarpe   Descendo a Rue Moufettard Até encontrar este restaurante muito dez, chamado La Maison de Paul Verlaine, lugar onde morou o grande poeta francês. O lugar é muito legal, fotos de vários frequentadores por todos os lados Incluindo o nosso grande compositor Chico Buarque A comida é boa, vinho idem, nada suuuper especial, mas o conjunto faz desde restaurante um lugar especial. Bom vou encerrando este capítulo aqui, mas como tenho outras coisas pra contar para vocês, aguardem a Parte II, ok? Fui. Se você gostou deste post , e quer saber mais dicas de viagens, exposições roteiros e cultura curta nossa página no Facebook: https://www.facebook.com/pages/Viajando-com-Arte/121374657937187            

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Paris em Fevereiro de 2012

Para conhecer os vinhos da Espanha

14 de março de 2012 0

Nessa levada de viagens temáticas, está sendo lançado nesta quarta, em Porto Alegre, o Tour de Espanha 2012, uma visita por vinhedos e vinícolas espanhóis com acompanhamento da enóloga Maria Amélia Duarte Flores. Ela já explorou outros destinos como Portugal, Itália, França, Chile e Argentina (Mendoza e Patagônia). A viagem, entre abril/maio, inclui degustações exclusivas, jantares e almoços em companhia de especialistas etc. No lançamento, hoje, Maria Amélia faz palestra sobre as principais regiões vinícolas espanholas, descrevendo o roteiro e apresentando imagens de viagens anteriores, abrangendo Ribera del Duero, Rioja, País Basco e Penedés/Barcelona. Serviço A palestra terá entrada franca, sendo necessária confirmação de presença. Informações pelos fones 3025-2626 ou 9331-6098, ou e-mail: marilia@portobrasil.com.br ou vinhoearte@gmail.com 14 de março, quarta-feira, 19h30 Enoteca Conte Freire, Rua Des. Espiridião Lima Medeiros, 156 Bairro Três Figueiras, Porto Alegre RS Na foto, Maria Amélia em visita à Marques de Riscal  

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Para conhecer os vinhos da Espanha

Confraria 2012

09 de março de 2012 0

Para iniciar o ano, os dois cheffs , André Hermann e José Claudio Kruse pensaram em tapas. “ Temos que seguir modismos ”, disseram. Tapas espanholas e orientais, um creme de mexilhões do Mediterrâneo Francês e uma sobremesa bem nacional. Para sorte dos confrades, não só fizeram, mas executaram muito bem. Primorosamente. Junto ao espumante inicial, as baguetes (da Carina Barlett) foram acompanhadas de uma pasta de homus – grão-de-bico, alho, oliva, tahine, cebola, pimenta e limão, igual à que foi servida ao Profeta Maomé antes de subir aos céus. Em andanças pelo Oriente longínquo, houve a descoberta da melhor cozinha do mundo: a vietnamita . Seus pequenos bocados, sua elegância e delicadeza fizeram Anthony Bourdin declará-la como a melhor que há – imbatível, mesmo em feiras de rua ou pequenos restaurantes. As tapas iniciaram por um unusual   sashimi  de salmão com pasta de abacate, seguiram por um camarão ao molho de pimenta doce e baunilha. Terminaram por servir kobe beef, salad roll ao molho de gergelim. O crême aux moules foram buscar no livro Cuisine a Babord . Acho que eu deveria parar por aqui. A intenção era só dizer que a Confraria iniciou o seu trigésimo quinto ano com sucesso, mas como vou deixar fora as gulas? Diz o José Claudio Kruse que gulas são surimi à base de badejo do Alasca e substituem as angulas, alevinos de enguia, raros e caros. Gulas à la biscainha ou à la bilbaina são servidas em cazuela de barro em azeite de oliva quente, alho e guindillas (pimenta caiena seca e defumada). Em Punta del Este, existem vários restaurantes bascos. Essas gulas eram da Taberna Patxi, em Maldonado. O polvo grelhado foi homenagem ao Restaurante Candido’s de Pedra da Guaratiba, na Restinga da Marambaia, Rio de Janeiro. Dona Carmen comandava esse templo do bem comer à beira d’água. O polvo é descongelado, esfregado com sal, lavado e jogado por três vezes em panela muito aquecida. Após, é cozido em um pouco de sake e grelhado com um pouco de oliva, recebendo, ao final, páprica picante e orações , em aramaico. A sobremesa foi da Carlota Pernambuco, a gaúcha, minha amiga, que comanda os restaurantes Carlota no Rio e em São Paulo. Bem, agora tenho que me desculpar com quem leu mas não comeu. É que, na Confraria, somos só 20 pessoas. Sorry, mas não desista. Faça a sua própria confraria e, dentro de 35 anos, vocês terão vários livros, bons amigos e, pelo menos uma vez por mês, se deleitarão com comidas como essas que recolhi do menu. O José Claudio, Dr. José Claudio Kruse, vai aos locais – seja na Espanha, França ou Dinamarca –, aprende os idiomas para ler com precisão as receitas, conselhos e a bibliografia culinária local. Já o André Torres Hermann, também doutor em medicina, vai até mais longe: costuma ir a Cuba. Cuba? É, Cuba. O que é que se faz em Cuba? Nada, é claro, a não ser apreciar o fim de uma dinastia e fumar charutos. Este ano, para sorte nossa, dos 19 cheffs , mais este escriba, ele foi mais longe. Ficou algumas semanas em Hong Kong. Ali, fumou os mesmos charutos, pagando a metade do preço, e, para nosso gáudio, frequentou uma escola de comidas do sudeste asiático. Bravos. Foi um jantar memorável.

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Confraria 2012

Viajando com Arte aterrisando em São Paulo

07 de março de 2012 0

Mylene, Helena Rizzo e Clarisse… esquentando as turbinas antes do evento. Pois é gente inacreditável! Colocamos nosso pezinho na cidade paulista! Calma, já conto tudo para vocês. Aqueles que acompanham nosso trabalho mais de perto sabe que fazemos viagens especiais com pequenos grupos, onde procuramos que as pessoas tenham experiências únicas de viagem. Um mix de conhecimento de arte e história,  aventura, trilhas,  hoteis exclusivos e boa gastronomia. E falando em gastronomia nossa próxima edição da viagem Peru com Arte em maio de 2012, somará um selo gastronomia, já que a premiada chef Helena Rizzo do Restaurante Mani , que, além de nos acompanhar na viagem, vai fazer uma curadoria dos cardápios e nos dar um aula em Machu Picchu , de como fazer um legítimo Cebiche peruano e preparar um Pisco Sauer, que é a bebida típica nacional. Com tudo isso acontecendo achamos que era a hora de mostrar a nossa cara em terras paulistas. No dia 5 de março, segunda-feira passada organizamos um evento no Manioca, que é o espaço reservado para festas e eventos do Mani. Foi fantástico gente. O lugar é lindo, um jardim vertical ocupa uma parede toda, não tem nada de pretencioso,  é um charme.  E começaram a chegar as pessoas, a escritora Martha Medeiros, que muito carinhosamente foi dar seu depoimento pessoal das 2 experiências de viagem que realizou conosco, depois foram chegando, o quórum super bacana:  Muita gauchada: Betina Corbellini e Clovis, Vivian Sachs, Leonel e Marta Obino, Breno (Pinduca), Newton Bento e Jaque, Ricardo Freire, Tetê Pacheco, Isabela Maciel de Sá, Neka Menna Barreto,Daniela Cirne Lima, Clarice Mancuso, Ana Ferrari, Ana Célia Auschenbach, Cynthia Almeida, Miriam Cirne Lima, Ana Cláudia Costa, nossa querida parceira da Porto Brasil, Cleo Milani, Magda Garcia, Neco e Ines Schertel e grande elenco Cleo Milani com  o recém terminado portfolio do nosso projeto Viajando com Arte Jaque, Ricardo Freite e Newton Bento Carolina Giovanella  e Carlo Zanandrea Patricia Druck, Daniel Redondo ( também chef do Mani) e Renato Rizzo Clarisse Linhares e Helena Rizzo Ana Claudia Costa da Porto Brasil e Vera Schimanski, da agencia Flow, responsável pela criação dos folders do Viajando com Arte Magda Garcia, Marta Obino, Lilian Franzen e Mylene Rizzo Martha Medeiros, Miriam Cirne Lima, Cleo Milani, Suzana Canoza e Francinha Clarisse Linhares. Hugo França e Leonel Obino Helena Rizzo e Carol Apoiadas pelo diretor geral da TACA no Brasil, Ian Gillespie. Ana Claudia da Porto Brasil  e o diretor regional da TACA, Daniel Trento Neco e Ines Schertel Em ótima companhia com Neka Menna Barreto e Helena Rizzo Foi uma noite memorável e em meu nome e da Mylene eu gostaria de agradecer a  Helena Rizzo e a Giovana Baggio que tão carinhosamente nos receberam no Manioca  que foram responsáveis pelo ambiente super descolado da noite e dos quitutes deliciosos. Agradecer a Ana Claudia da Porto Brasil que como sempre deu um banho de eficiência e profissionalismo. A minha querida amiga Martha Medeiros que se dispôs a ir até São Paulo e dar um depoimento pessoal hyper querido das suas participações nas nossas viagens. Ao apoio importante da TACA. E por último e não menos importante dos amigos que lá estiveram e nos prestigiaram, foi incrível, inesquecível. Muito obrigada!!   Fotos: Peu Robles  

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Viajar com mochilão ou mala de rodinha? A escolha faz toda a diferença

21 de fevereiro de 2012 0

Mochilão ou mala de rodinha ? Ao programar sua viagem independente, como você vai levar a bagagem faz toda a diferença. O mochilão , normalmente relacionado com os jovens viajantes que se hospedam em quartos coletivos de albergues, traz muitas vantagens pra qualquer modalidade de viajante, inclusive os que se hospedam em hotéis bacanas. Isso, claro, se você NÃO sofre de problemas nas costas. Por exemplo: – Carregar uma mala de rodinha escadaria acima e escadaria abaixo dos trens e metrôs é pedir pra voltar pra casa sem as rodinhas. Certamente elas vão quebrar durante a viagem. Detalhe importante: em países desenvolvidos, os aeroportos têm linhas próprias de trens e metrôs, que te levam ao Centro mais rápido e com muito mais economia do que se você optasse por táxi. Você é incentivado a usar o transporte público e estar de mochilão numa hora destas facilita um bocado o deslocamento – A mala ocupa o lugar de uma segunda pessoa na rua. Quando você estiver caminhando pelas calçadas mundo afora, além do barulho irritante das rodinhas no cimento irregular, certamente vai passar por cima do pé de alguém ou, se estiver na França, vai ouvir xingamentos por ocupar lugar demais no passeio público. Mochila é prática, fica grudada no corpo e, no máximo, vão achar ruim que você ocupe o lugar de um gordo – Na esteira do aeroporto, ninguém pega a sua mochila por engano (muito menos de propósito). A maioria das pessoas viaja com mala e, como elas são todas muito parecidas, sempre rola uma confusão. Além disso, os viajantes costumam concluir que o mochileiro viaja com pouco dinheiro e nenhum pertence de valor. Portante, não há motivos pra surrupiar a mala do errante – Se você embarcar em viagens para lugares mais alternativos, como a Ilha do Mel, o Morro de São Paulo ou Jericoacoara, saiba que as malas de rodinha não vão a lugar algum! Nestes três lugares, as ruas são de areia (ou ladeiras íngremes, como na ilha baiana) e, claro, as rodinhas não servem pra nada além de atolar e te irritar. Você vai ter de carregar a mala na mão ou pagar para um nativo levá-la pra você. Então, por que não colocar o mochilão nas costas, simplesmente, e economizar a grana? – É, suas roupas não vão chegar ao destino final impecavelmente passadas (o que é ponto pra mala de rodinha ). Mas há técnicas pra reduzir o amassado (faça rolinhos com as bermudas, calças e camisetas), você pode preferir roupas que não amassam ou estender as roupas num cabide quando chegar ao hotel ou albergue (os albergues mais moderninhos são devidamente equipados) Eu voto em viajar com mochilão! Convenci? Ainda não acabou: mesmo que você decida viajar de mala , atente-se ao limite de peso permitido pela empresa aérea. Se for de mochilão , a escoliose agradece se o limite de peso não exceder 15% do peso do seu corpo. Não adianta levar uma roupa para cada ocasião da viagem, férias não é desfile de moda nem a Ilha de Caras (estamos falando de viajantes independentes, claro, afinal este é o público do blog). Pesquise qual a tempertura média no local de destino na época do ano que você vai viajar (sim, a primavera em Praga é mais fria do que o nosso inverno, com temperaturas médias de 10 °C em abril, por exemplo). Para uma viagem de 20 dias, se for primavera ou outono, duas calças jeans, uma calça de malha, um casaco-coringa que proteja de um frio não programado, um casaco mais leve, duas bermudas, 10 camisetas, dois pijamas, três vestidos, um par confortável de tênis, uma rasteirinha e um chinelo de dedo são mais que suficientes. Acredite, é possível sobreviver sem parecer mendiga, com conforto e praticidade. Você ainda pode incluir na mala um kit de primeiros socorros, produtos básicos de higiene (esqueça suas maquiagens, um pó e um rímel já ajudam a levantar o astral sem ocupar espaço significativo), um bom cadeado e uma toalha de banho. As roupas íntimas, lave no banho. O peso maior, concentre na base da mochila , e não nos ombros. Compre um modelo com proteção nas costas, que deixe o mochilão estruturada e tenha ajuste na cintura e nas alças, pra moldar melhor ao corpo (a escoliose agradece, de novo). Eu uso uma de 45 litros, que cabe tudo que preciso e ainda permite que eu leve dentro uma mochila menor, vazia . É que, apesar de ser uma viajante prática, não resisto a umas comprinhas. Além disso, a mochila reserva serve pra carregar casaco, garrafa de água, guia de viagens, bloco de anotações, câmera fotográfica, frutas e bolachas nos passeios durante o dia. Ah, e não desgrude do passaporte! Em qualquer país, rico ou pobre, há espertinhos de olho nas oportunidades de furtar o documento internacional alheio. Há pochetes pra você usar dentro da roupa que ajudam a manter o passaporte beeeem perto o tempo inteiro. Investimento de R$ 20 que vale a pena. Se você se hospedar em albergues com banheiro coletivo, leve o passaporte junto, dentro de um saco plástico. Não é exagero, garanto. Então, arrume o mochilão e boa viagem!

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Para contrapor ao nosso calor, o frio em Bordeaux

20 de fevereiro de 2012 0

A chuva deu um refresco no final da tarde de domingo, mas o calor dos últimos dias tem me feito sonhar com neve. O domingo de Carnaval teve mais de 38 graus em Porto Alegre e em Rio Grande, no sul do Estado, falava-se em sensação térmica de 57 graus!!!! Não é de sonhar com neve?! A inda mais vendo as fotos que o Marcelus Vieira, do AL MONDO , me mandou. Eles andaram por BORDEAUX, na França , há poucos dias, à procura de chateaus para a temporada de outuno (europeu) do programa que mistura gastronomia e turismo. Dá uma olhada nas fotos!

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Para contrapor ao nosso calor, o frio em Bordeaux

Um branco de respeito

12 de fevereiro de 2012 0

Apontada como uma das variedades que mais deve crescer no gosto dos consumidores nos próximos tempos, a uva Riesling é praticamente uma desconhecida para a maioria dos brasileiros. Primeiramente porque é branca, condição desfavorável quando se está em um país de hegemonia tinta. Depois por não dar origem a espumantes (estamos falando aqui do Riesling Renano , e não do tipo Itálico , amplamente usado pelas vinícolas da Serra para formar suas borbulhas). Por fim, joga contra sua popularização o fato de sua região de excelência ser a longínqua fronteira entre a Alemanha e a França. Porém, não é preciso ir tão distante para encontrar bons exemplares. O próprio Brasil vem elaborando ótimos varietais - e bem mais em conta do que os importados. O último representante da espécie a causar boa impressão no meu cálice veio da África do Sul . O Groote Post 2010 é menos sutil do que os europeus, mas tão delicioso quanto. Nem parece ter graduação alcoólica tão moderada ( 11% ), tamanha sua força aromática. A cada gole a boca é preenchida de sabor, o que faz dele um rótulo gastronômico . Excelente pedida para o calor que estamos enfrentando. Compartilhar

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Malas prontas para curtir a Europa no frio!!!

11 de fevereiro de 2012 0

    Olá pessoal! Estou partindo hoje à noite para uma temporada na friaca do velho continente, rezem por mim, pois esta pessoa aqui que vos escreve sofre horrores com o frio. Mas como a Europa nos meses de janeiro e fevereiro esta sendo um destino cada vez mais procurado por nós, lá vou eu garimpar algumas dicas legais de arte, cultura, bares, restaurantes para vocês. Meu roteiro começa em Viena onde eu não poderia deixar de conferir as exposições comemorativas dos 150 anos de nascimento de um dos meus artistas favoritos Gustav Klimt. E não é só isso Viena está bombando,muitas coisas legais e modernas rolando por lá. Depois vou a Paris … ahhh Paris é para sempre!  Vou fazer umas explorações pelos bairros que cairam no gosto dos artistas e boêmios que são Belleville e arredores. Uma pequena temporada em Val Thorens. Fiquem ligados, vou estar contando TUDO aqui para vocês!! Beijos!!! Clarisse Se você quiser saber mais informações de viagens, cultura, restaurantes, museus curta a nossa página Viajando com Arte no Facebook: https://www.facebook.com/pages/Viajando-com-Arte/121374657937187

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Mercado sedento e de olhos puxados

06 de fevereiro de 2012 0

A lista dos países que mais consomem vinho sofreu uma mudança curiosa em 2011. Considerado a nação mais influente quando se trata de tendências enológicas, a Inglaterra perdeu o quinto lugar do ranking para a China , um mercado ainda considerado imaturo e que baseia seus gostos unicamente no quanto custa cada garrafa. O levantamento que apontou a troca de posições foi feito pela International Wine and Spirit Research (IWSR) juntamente com a feira Vinexpo . Estados Unidos, Itália, França e Alemanha seguem ocupando os respectivos primeiro, segundo, terceiro e quarto lugares. Compartilhar

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Vietnã

06 de fevereiro de 2012 0

Recebi a visita de uma vietnamita que lê o nosso blog – visita de verdade, em carne e osso. A visita teve uma simples razão: ela é vietnamita e não conhece o seu país. Saiu de lá com três anos. Seu nome é Marquise Maya, e gosta de falar com quem esteve lá. Educada na França, leciona francês em Porto Alegre. Há uns 15 anos atrás, estando na Tailândia, fiquei sabendo, por um anúncio de vitrine, que o Vietnã abria suas portas para visitantes. Tempo máximo de permanência: 15 dias. Eu não precisava mais. A parte Sul, o antigo Vietnã do Sul, me é familiar, ando por lá com razoável desenvoltura, mas, devido à guerra e aos campos opostos, para Hanói só quem ganhou o visto foi a Jane Fonda. Como nós todos estávamos longe de ser uma Jane Fonda, estávamos confinados ao Vietnã do Sul – isso em 1971, faz tempo. Ir até o Vietnã do Norte era um objetivo, um sonho, quase um devaneio. Nosso limite era Huê, a antiga cidade real. Em uma semana estávamos lá, minha mulher e eu. A Magra é boa companheira, mas pouco chegada a aventuras e indiadas. Vai porque é solidária. Já sabíamos que o vietnamita sempre foi um povo heróico, mas agora eles tinham que provar serem também capazes de superar a pobreza. Em outras palavras, não se pode viver exclusivamente de heroísmo. Li a declaração acima na revista de bordo do avião da Vietnã Airlines,  de quem tinha pleno direito a fazê-la:  um dos últimos heróis genuínos do nosso tempo, o general Giap – na ocasião, único contemporâneo vivo de Ho Chi Minh.  Mao, Chu Em-Lai não existiam mais. Giap era o único contemporâneo deles e de Mahatma Gandhi, de Nehru, e dos personagens de Malraux em “La Condition Humaine”, ou do clássico  “Red Star Over China”, ou seja, dos que fizeram a Longa Marcha e conheceram a ocupação japonesa. Foto:  http://www.sxc.hu/browse.phtml?f=download&id=967306

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