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Posts na categoria "Grã-Bretanha"

Os 50 anos dos carros de James Bond

04 de maio de 2012 0

Durante todo o ano de 2012, uma exposição em cartaz desde janeiro mostra um ícone do cinema: 50 veículos de James Bond, no National Motor Museum, em Beaulieu . A mostra comemora os 50 anos do primeiro filme de James Bond. Denominada “Bond in Motion” (Bond em Movimento), a exibição apresenta veículos que apareceram nos filmes de Bond ao longo dos anos, incluindo carros, barcos, motos, trenós e jatos. O National Motor Museum em Beaulieu, que comemora seu 40º aniversário em 2012, tem um acervo de mais de 250 veículos e conta a história do automobilismo na Grã-Bretanha. Há carros de corrida, carros de rali modernos e máquinas mais recentes da F-1, assim como os recordistas de velocidade do mundo e carros convencionais usados por famílias de cada época do automobilismo. Serviço Beaulieu fica em New Forest, entre Bournemouth e Southampton, na costa sul da Inglaterra. Palace House em Beaulieu é lar da família Montagu desde 1538. Abre diariamente das 10h às 17h de outubro a maio e das 10h às 18h de junho a setembro. Os ingressos custam £ 17 para adultos, £ 10,50 para visitantes entre 13 e 17 anos e £ 9 para crianças de 5 a 12 anos. Há a opção de ingresso familiar por £ 46,50. O preço do ingresso inclui entrada para o National Motor Museum, Palace House & Gardens, Beaulieu Abbey, World of Top Gear e James Bond Experience. Informações: www.beaulieu.co.uk

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Cerimônia na fronteira Índia-Paquistão

26 de abril de 2012 0

Recebi o link com um vídeo que mostra a no mínimo curiosa cerimônia que marca o fechamento diário da fronteira Índia-Paquistão. A fronteira de Wagah é a única ligação terrestre entre os dois países, que têm diferenças, especialmente religiosas, irreconciliáveis e disputam a região da Caxemira desde 1947, quando se tornaram independentes da Grã-Bretanha. Quando chega o entardecer, a fronteira é fechada com essa cerimônia militar que virou atração turística. &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;<br />

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Pergunta

08 de dezembro de 2011 0

Recebi a seguinte pergunta do Leonardo, leitor do Viajando por Viajar : “Sou mineiro e uma das coisas que me surpreende aqui no sul é o antiamericanismo. Você, como gaúcho e viajante, participa dele? Leonardo, sou filho de europeus e tenho passaporte da Comunidade Europeia. Falo os idiomas da Europa, menos o alemão (apesar de haver trabalhado com eles e admirá-los), ou seja, me sinto melhor no Velho Continente, é mais ou menos a continuação da minha infância e juventude. Mas ninguém que tenha a minha quilometragem pode ter sentimentos antiamericanos ou anti qualquer nação inteira, muito menos se forem anglo-saxões. Veja o nível de vida a que chegaram (todos – só quem não vive bem lá são os “drop outs” e os que, por opção, não se integram à comunidade ou ao trabalho). Cito, entre eles, Austrália, Nova Zelândia, Grã-Bretanha, América do Norte e Canadá (será que tem mais algum?). Veja o percentual de prêmios Nobel entregues a americanos, e entregues por escandinavos . Imagine, pense (ou tente, pelo menos) no número de pessoas que estão vivas graças a suas invenções e descobertas (penicilina, sulfamidas, etc., bem como os suplementos alimentares infantis, vacinas, etc.). Têm uma constituição de 34 artigos, que é seguida, honrada. Há exceções? Claro que há, sempre há, mas pode-se ser contra alguns grupos de quaisquer nações, jamais contra uma nação inteira.

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Pergunta

Passeio em 3D por um castelo

01 de outubro de 2011 0

Se você está em São Paulo, aí vai uma dica: neste sábado, dia 1º, você poderá passear em um dos castelos do País de Gales em São Paulo. Trata-se, na verdade, de uma pintura em 3D em exposição no Shopping Vila Olímpia, das 10h às 19h. A instalação de arte da 3D Joe & Max, que cria ilusão de ótica e permite a interação do público, é uma iniciativa do VisitBritain, órgão de turismo do governo britânico, para lançar a campanha de marketing global “Great Britain, You’re Invited” (Grã-Bretanha, Você está Convidado). O VisitBritain se uniu à British Airways para inspirar as pessoas a escolher a Grã-Bretanha como destino de férias: quem for fotografado “dentro” da imagem concorre a duas passagens para Londres pela British Airways. A foto será postada no Facebook , na página do VisitBritain www.facebook.com/LoveUK para concorrer ao concurso Great Britain 3D. Antes de São Paulo, a exposição já havia percorrido outras nove cidades Cingapura, Sydney, Xangai, Delhi, Utrecht, Estocolmo, Milão, Nova York e Los Angeles.

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Daniel Defoë ou Alenxander Selkirk?

26 de setembro de 2011 0

Plínio: muito obrigado pelos elogios e referências. Sim, sou o mesmo que vias passar competindo na Vila Nova e Cavalhada. Até hoje lembro com saudade. Dizes também: “em que pese detonares com um dos meus heróis juvenis, gostei de ler o que escreveste – embora o gatilho do teu relato tenha sido um triste acidente”. Qual é mesmo a verdadeira história? Para o início da história, é só regredir algumas postagens e vais encontrar. O fim da história é mais fácil ainda. É só continuar lendo. Façanhas estreladas por personagens reais são sempre um terreno pantanoso para quem relata ou escreve. Há sempre o perigo de versões fantasiosas ou estereotipadas. No caso desta, eu estive na gruta, vi e fotografei as duas placas de bronze colocadas pela marinha britânica: uma com o nome dos oficiais que o deixaram e outra com o nome dos oficiais que o recolheram. E uma outra coisa interessante: lá, placas de bronze permanecem nos lugares onde são colocadas, não evaporam . Não sei o que há com o nosso bronze? Neste caso, as datas e a sua solidão são comprovadas. O verdadeiro herói da história tem um desentendimento com o capitão e, na discussão, praguejou contra o barco, a viagem, etc., e disse que desceria na primeira ilha que aparecesse… que não queria mais, etc. Dois ou três dias depois, surge a primeira das três ilhas, e o capitão, no briefing matinal, diz: Mr. Selkirk, aí está a sua ilha. Segundo o diário de bordo do comandante, ele estava ironizando a arenga, mas, para surpresa de todos, o cabeçudo escocês, fazendo jus à sua origem, diz: “Sim, senhor, vou buscar as minhas coisas”.  Ante o espanto geral, volta em dez minutos, com um saco, dos usados pelos marinheiros de então, e um escaler o deixa na ilha. Quatro anos e quatro dias depois, passa um outro barco, também da marinha inglesa, e observa a fumaça de uma fogueira (que Selkirk deixava sempre de prontidão). O barco para e descem alguns homens, que o encontram já meio desmemoriado e o recolhem, crendo ser ele um náufrago. Só acreditam na sua história quando, já na Grã-Bretanha, consultam os livros. Alexander Selkirk vai a julgamento, é condenado, mas o seu feito é reconhecido. Obtém o perdão já na própria sentença, mas permanece em vigor a última frase: não mais poderá subir em nenhum barco da armada britânica . Marinheiro desempregado, e já meio lelé , ele ganhava a vida contando sua história nos bares do porto e graças à benevolência dos colegas. Um belo dia, seu interlocutor foi Daniel Defoë, o escritor, que o ouve com atenção e, impressionado, pergunta: “ você quer me vender a sua história? ”. Negócio fechado. Com 50%, tomou mais algumas e saldou a sua conta com o dono do bar. Com o restante, adiantou uma importância a um comandante de barco privado para que este, em sua próxima viagem, o deixasse naquela ilha – a sua ilha – que fica na altura de Santiago do Chile, caminho natural para os barcos que iam para a Austrália antes da abertura do Canal de Suez. Passados 45 dias, o comandante bate na sua porta e lhe comunica a data e horário da saída. Na data marcada, ali estava Selkirk, com um saco de viagem igual ao primeiro. Depois de quase três meses de viagem, quando estavam a dois dias da ilha, uma forte tempestade fez sua caravela naufragar. Alguns dos tripulantes foram recolhidos pelos outros dois barcos da flotilha, mas o verdadeiro herói jamais pôde voltar à ilha que hoje tem o seu nome.

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O Passado da Antártida

27 de agosto de 2011 0

Li em Nosso Mundo , da Zero Hora: “Dá pra imaginar que a Antártica, terra dos pinguins, já tenha sido um paraíso tropical, com clima quente e uma rica diversidade de animais? Pois uma pesquisadora britânica afirmou que o continente gelado era exatamente assim há cerca de 40 milhões de anos. Foi Jane Francis, do Colégio de Meio Ambiente da Universidade de Leeds, na Grã-Bretanha, que afirmou, em entrevista à BBC, que, durante a maior parte da história geológica da Antártica, a região estava coberta por bosques e desertos. [É a primeira vez que ouço isto.] A cientista afirma ainda que, provavelmente, o clima mais ameno do passado da Antártica ‘foi desequilibrado por elevados índices de dióxido de carbono na atmosfera’ e que, ‘se continuarmos emitindo grandes quantidades de gases, esquentando o planeta, poderemos chegar à mesma situação em que voltariam a aparecer animais e bosques na Antártica – acrescentou a cientista’.” P.S. Fica a informação . Quem sou eu para duvidar de uma universidade inglesa ou de um veículo que se chama BBC? Já li o mesmo do Sahara, só ninguém me diz, referindo-se ao passado, de onde teria vindo o desequilíbrio.

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London in fire

19 de agosto de 2011 0

Recebi esta mensagem, que respondo e aproveito para compartilhar. Estimado Flavio: Já li no seu blog que você viveu na Inglaterra e imagino que deva gostar da vida londrina. Eu, jovem ainda, quando saí da Polônia, antes de chegar ao Brasil, passei alguns anos lá. Assim, provavelmente, estamos os dois chocados com o que tem acontecido. Gostaria da sua opinião. Att., Damian. Pois é, Damian, também gosto de Londres e da Inglaterra. Aliás, todos os que viveram um tempo lá adoram a swinging London , inclusive os mais jovens. Um exemplo é a Karina Gerhardt, que acaba de chegar, depois de um ano. (Bom retorno, Karina. Londres deixa marcas indeléveis na gente.) A verdade é que estamos todos perplexos. A Inglaterra imitando a Baixada Fluminense? Fogo, tiros e saques. Não acredito no fim dos tempos, como prega o Pastor Sr. Camping, mas que o mundo anda de cabeça para baixo, é bem possível. Quem já imaginou a Grã-Bretanha tentando se igualar a Cuba/Síria/China e ameaçando as mídias sociais? E o Egito? Dando o exemplo e julgando, mesmo doente, o déspota Mubarak? Além disto, vi na TV que um fog londrino cobriu estes dias os caminhantes matutinos. Não, não foi no Hyde Park, mas nas calçadas de Copacabana. Visibilidade? 50 metros. Sinal dos tempos? Não sei. O smog que sumiu de Londres e aportou aqui? Quem sabe em breve vire até black fog. Bem diz o Tutty Vasquez: “Deve ser difícil viver num país assim”, embora nossos problemas sejam só “ marolinhas ” – a  educação não vai bem, a saúde nem se fala.” Mas não se preocupem: com a vinda da Copa, tudo se acerta!!! Voltando a Londres, se tudo continuar assim, vai ser muito chato. Em breve, vamos até parar em sinal vermelho e só atropelar pedestres fora da faixa. Coisas inacreditáveis! Quer mais? Celso Amorim disse aos militares que não vai reiventar a roda no Ministério da Defesa. Ou seja, continuará pró-Cuba, Irã e, quem sabe, Síria. Já os militares não devem ter dito, mas devem ter pensado: “ vai ser difícil ter de explicar a ele que helicóptero também é avião / submarino também é navio / e blindado não é tanque” . Pois é, Damian, vão longe os tempos em que, quando um homem estava cansado de Londres, estava cansado era da vida. Abraços.

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Passeios à beira-mar na Grã-Bretanha

03 de agosto de 2011 0

As sugestões abaixo vieram do Visit Britain , o órgão oficial de turismo inglês, para que os turistas possam aproveitar o verão na costa britânica. Reproduzo, tal e qual: 1. St Mawes, Inglaterra Com clima quase mediterrâneo, o iatismo e a pesca são as principais atividades em St Mawes, situada em Carrick Roads, um porto natural e adorado por velejadores na região da Cornualha. Localizada na ponta sul da pitoresca península Roseland, esta comunidade à beira-mar também ostenta um belo castelo construído por Henrique VIII. 2. Brighton, Inglaterra A apenas 30 minutos do aeroporto Gatwick de Londres, Brighton é uma cidade compacta, com uma grande quantidade de lugares para se visitar. Este efervescente destino praiano reúne animadas atrações, incluindo Manor Preston, o píer vitoriano e o Sea Life Centre. O Pavilhão Real, antiga residência do rei George IV, é um dos palácios reais mais exóticos e extravagantes da Europa. 3. Bamburgh, Northumberland, Inglaterra Conhecidas como “Reino Secreto”, as praias deste condado no extremo norte da Inglaterra são espetaculares. Faça um passeio de barco para ver as reservas naturais de aves e as colônias de focas nas Ilhas Farne, atravesse a ponte para visitar o castelo de Lindisfarne, na Ilha Holy, ou caminhe em direção ao sul na Northumberland Coast Path para visitar Beadnell Bay. Bamburgh também abriga o belo Castelo de Bamburgh, onde o diretor Ridley Scott filmou cenas de Robin Hood, em 2010. 4. Moray Firth Coast, Escócia Destino popular de férias há mais de um século, esta costa oferece vistas espetaculares dos penhascos e tem tudo para agradar aqueles que desejam férias com ação — ciclismo, surfe e caminhadas estão entre as atividades disponíveis. O contorno da costa é caracterizado pela paisagem rural, oferecendo aos visitantes a oportunidade de apreciar a beleza natural do litoral escocês, enquanto desfrutam de várias atrações interessantes, como o Castelo de Brodie e a Catedral Elgin, que datam do século 13. 5. Gerrans Bay, Cornualha, Inglaterra Gerrans Bay é um dos poucos lugares do litoral da Cornualha que ainda podem ser descritos como inexplorados. O porto de Portscatho é bem interessante, com suas lojas incomuns, restaurantes de frutos do mar e uma via costeira que conduz aos hotéis e pousadas em frente à praia. Esta aldeia no cume do morro já foi o lar de Gerannius, o rei da Cornualha. 6. Three Cliffs Bay, País de Gales Cavalos selvagens podem ser vistos galopando em Three Cliffs Bay, cujo nome é uma homenagem ao trio de picos rochosos avistados no contorno da costa. Repleta de conchas, é uma das melhores praias da Grã-Bretanha. Há cavernas, dunas e ondas perfeitas para o surfe. Siga para a terra firme e visite o Castelo de Pennard. Construída no século 12, esta propriedade em ruínas tem muitas lendas com direito a fadas e magia. 7. Whitstable, Inglaterra A apenas 96 quilômetros de Londres, Whitstable tem um porto agitado, praia com cascalhos, restaurantes de frutos do mar e lojas interessantes. Conhecida como a Pérola de Kent, é famosa por suas ostras, que já foram apreciadas por muitos, incluindo o rei Henrique VIII. Os visitantes podem passear pelo mercado de peixe, ver as casas construídas com tábuas de madeira e se aventurar pelas lojas que vendem de tudo, de antiguidades a artesanato local. 8. Anglesey, País de Gales Além de ser o lar de William e Catherine – o duque e a duquesa de Cambridge, a Ilha de Anglesey ganhou o primeiro lugar na votação de lugares para se visitar em 2011, realizada pela BBC Television e jornal The Independent. Este destino imperdível no norte do País de Gales é encantador, e os viajantes vão apreciar as pitorescas casas de fazenda e pousadas, além dos castelos de contos de fadas nas proximidades. Afinal, uma viagem ao País de Gales não seria completa sem visitar um ou dois castelos, e não há lugar melhor para isso do que a cidade escolhida como moradia pelos recém-casados da família real. 9. Morecambe, Lancashire, Inglaterra Morecambe Bay possivelmente tem a pesca mais variada de toda a Grã-Bretanha, além de ser famosa por seu Morecambe Bay Potted Shrimps, prato à base de camarão e dito como o favorito da rainha. O sofisticado Midland Hotel, localizado no vilarejo de pescadores, é uma maravilha em art déco, que passou por uma restauração em 2008, recuperando sua beleza original. 10. Llantwit Major, País de Gales Atraente cidade litorânea, Llanwit Major faz parte dos 22,5 quilômetros de extensão da Glamorgan Heritage Coast, e fica a apenas 32 quilômetros da capital Cardiff. O local é repleto de cultura e tradição: o edifício da prefeitura, do século XV, a entrada medieval, as casas do século XVI e os pubs são passeios imperdíveis para os visitantes. Sua costa acidentada é procurada por quem gosta de mountain bike e surfe.

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Aberta a temporada de festivais de música na Europa: programe-se!

14 de junho de 2011 0

Para quem não leu o caderno Viagem na edição impressa desta terça-feira do Santa , aí vai uma versão resumida, com a programação dos principais festivais de música na Europa. A reportagem é da colega de Grupo RBS Priscila de Martini: Assistir ao show de suas bandas preferidas é uma daquelas emoções indescritíveis. Ouvir a música ao vivo, escutar os desafinados ou a perfeição da voz daquela pessoa que embalou momentos especiais de sua existência, os acordes das guitarras, e ver aquele ser inspirador, mesmo que de longe, do tamanho de uma ervilha, é adrenalina pura. O problema é quando a banda ou artista não está perto de você. E é por isso que há tantos viventes que peregrinam o mundo atrás de shows. Os festivais de música são uma solução enviada pelos deuses ! Reúnem diversos artistas no mesmo local, durante alguns dias, a um preço camarada (em se considerando o número de apresentações). Neste quesito, nenhum lugar é melhor do que a Europa. Confira os próximos eventos no Velho Continente: Rock Werchter (Wechter, Bélgica) Rock Werchter (Wechter, Bélgica) FOTO: Divulgação Ocorre anualmente, desde 1974, na cidade de Wechter, próximo a Bruxelas. Quando: 30 de junho a 3 de julho Ingressos: 195 euros (R$ 446) para os quatro dias de festival Atrações confirmadas: Linkin Park, The Hives, Kings of Leon, Bruno Mars, Iron Maiden, Social Distortion, The Vaccines, entre outros. Site: www.rockwerchter.be/en/home Open’er Festival (Gdynia, Polônia) O festival ocorre em Gdynia, no litoral Norte da Polônia. Quando: 30 de junho a 3 de julho Ingressos: 310 zloty (R$ 180) para os três dias de evento Atrações confirmadas: Big Boi, Coldplay, Kate Nash, M.I.A., Prince, The Strokes, The Wombats, entre outros Site: www.opener.pl/en Sziget Festival (Budapeste, Hungria) O local do evento é demais – uma ilha de 108 hectares dentro do Rio Danúbio. Rolam sessões de cinema ao ar livre, aulas de ginástica e muita música em sete dias de festival. Quando: 8 a 15 de agosto Ingressos: 45 euros (R$ 103) por dia Atrações confirmadas: Amy Winehouse, Gogol Bordello, Good Charlotte, Interpol, Kasabian, La Roux, The Chemical Brothers, entre outros Site: www.sziget.hu/festival–english Oxegen Festival (Punchestown, Irlanda) O público chega a 90 mil pessoas, sendo que 80 mil acampam no local. Quando: 8 a 10 de julho Ingressos: 244,5 euros (R$ 560) Atrações confirmadas: The Black Eyed Peas, Foo Fighters, Arctic Monkeys, The Strokes, Brandon Flowers, Slash, My Chemical Romance, Ke$ha, entre outros Site: www.oxegen.ie Glastonbury (Pilton, Grã-Bretanha) O maior festival de música e artes ao ar livre no mundo. Devido ao clima, é bom você estar preparado para três dias de música e lama. Grandes nomes da música sempre passam por lá. Quando: 24 a 26 de junho Ingressos: 195 libras (R$ 504, já esgotados) Atrações confirmadas: U2, Coldplay, Beyoncé, Morrissey, Queens of The Stone Age, Kaiser Chiefs, Cee Lo Green, Jimmy Cliff, entre outros Site: www.glastonburyfestivals.co.uk

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Passeio pelo trajeto do casamento real

15 de abril de 2011 0

A sugestão do VisitBritain, o órgão de turismo oficial da Grã-Bretanha, é percorrer , em LONDRES , o trajeto que Kate Middleton fará no dia 29 de abril para a cerimônia de seu casamento com o príncipe William na Abadia de Westminster. Apesar de curto,o caminho é repleto de pontos que podem ser visitados por turistas. A rota inclui a avenida conhecida como The Mall (a Alameda), a praça de desfile da guarda montada (Horse Guards Parade), Whitehall e a praça do Parlamento. The Mall – Originalmente, foi criada em meados do século 17, mas a atual avenida remonta ao início dos anos 1900, e foi planejada para servir de caminho das procissões, partindo do Admiralty Arch (Arco do Almirantado) ao Memorial da Rainha Vitória, em frente ao Palácio de Buckingham. Fechada ao tráfego de veículos aos domingos, The Mall já recebeu multidões em várias ocasiões memoráveis, como por exemplo quando a família real apareceu na varanda do Palácio de Buckingham para lembrar o Jubileu de Ouro da Rainha Elizabeth II, em 2002, e após Charles e Diana se casarem, em 1981. The Mall é frequentemente sinalizada com bandeiras coloridas do mundo todo: quando há visita de dirigentes do governo de alguma nação, bandeiras do país são exibidas ao lado da bandeira do Reino Unido. Partindo do Palácio de Buckingham e percorrendo The Mall, passa-se perto das residências reais de Clarence House e do Palácio de St. James , e entre dois parques reais – Green Park e St Jame’s Park: a ponte sobre o lago no parque de St James é um excelente mirador para fotos do Palácio de Buckingham e o restaurante Inn the Park, no meio do parque, oferece cardápio de pratos da moderna cozinha britânica, supervisionados pelo chef Oliver Peyton. O parque de St James também é famoso por seus pelicanos: os primeiros “habitantes” foram doados pelo embaixador da Rússia em 1664 – e as aves se alimentam de peixes diariamente às 14h30min. Horse Guards Parade – Saindo da avenida The Mall, o carro da noiva seguirá para a praça de desfile da guarda montada (Horse Guards Parade), palco da cerimônia anual com desfile de bandeiras para comemorar o aniversário da rainha, que este ano ocorrerá em um sábado, 11 de junho. Haverá “ensaios” nos dois sábados anteriores, os quais vale a pena assistir pela pompa e pelo espetáculo. Horse Guards Parade também será o local das partidas de vôlei de praia nos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2012 em Londres. Churchill Museum and Cabinet War Rooms – Em uma das extremidades da praça, perto do cruzamento com a Birdcage Walk, fica um dos museus mais fascinantes de Londres, mas que pode passar facilmente despercebido, pois a entrada é um pouco escondida. O Churchill Museum and Cabinet War Rooms celebra a vida e a obra de um dos primeiros-ministros mais famosos da Grã-Bretanha, localizado no subsolo fortificado de onde Sir Winston Churchill comandava as operações durante a II Guerra Mundial. De um lado está a Banqueting House, projetada por Inigo Jones, com seu teto criado por Rubens, a única parte remanescente do antigo Palácio de Whitehall. Big Ben e as Casas do Parlamento – Finalmente, antes de chegar à Abadia de Westminster, o carro se aproximará de um dos locais mais emblemáticos de Londres, e até mesmo da Grã-Bretanha: o Big Ben e as Casas do Parlamento. O Palácio de Westminster abriga o Parlamento desde 1265, mas os edifícios atuais são do século 19. A fachada gótica foi projetada por Sir Charles Barry e a área interna por Augustus Pugin. Em um canto está sua torre mais famosa, a Torre do Relógio, conhecida como Big Ben devido ao seu sino principal.

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Seu olhar: Liverpool

27 de outubro de 2010 0

“Para navegar em Liverpool.”
Nara Lima e Nair Carneiro, em dezembro de 2007

Liverpool está nos meu olhos

27 de outubro de 2010 0

Em agosto desse ano, eu e meu noivo estávamos em Londres e decidimos passar um sábado em Liverpool. Em duas horas chegamos a nosso destino. O 1º lugar que visitamos foi o shopping próximo à estação de trem para comprar casacos, porque fazia muito frio. Depois, visitamos o Albert Dock, onde passeamos pelas lojinhas e almoçamos, pois nosso tour só sairia às 12h30min.
Compramos o “Magical Mystery Tour” lá mesmo. O tour sai de Albert Dock e visita tudo que tem a ver com os Beatles (tem guia, porém o sotaque de Liverpool é difícil até para londrinos entenderem _ sugiro que leiam sobre o que irão visitar antes). Tivemos a oportunidade de conhecer as casas onde moraram Ringo Star (casa bem simples e em um bairro mais pobre), John Lennon (que morava com a tia em uma bela casa em um ótimo bairro) e, claro, a mais famosa, a casa de Paul McCartney, lugar onde ele  e John compuseram boa parte das músicas mais famosas dos Beatles. Em seguida, passeamos pela Penny Lane, que deu nome a uma de suas canções, e passamos por vários locais citados na música _ e tudo existe mesmo!
Depois fomos a Strawberry Field visitar o famoso portão vermelho, que, inclusive, já foi roubado por um fã. O lugar serviu de inspiração para a música “Strawberry Fields Forever”. Ficava próximo à casa de John, e era onde ele costumava brincar quando criança. O local era patrocinado pelo Exército de Salvação Britânico, abrigando um orfanato que Lennon costumava ajudar, e que hoje Yoko Ono continua auxiliando. Fica em um lugar calmo da cidade, trazendo uma sensação de paz e tranquilidade. Aliás, os parques de Liverpool são lindos.
Para terminar nosso dia, nada como visitar o The Cavern Club _ o tour nos deixou bem próximo ao local. Lá foi onde tudo começou. O local é bem underground e estava lotado. A música, claro, Beatles e clássicos dos anos 70, tocados por uma banda cover. Adoramos. Vários artistas famosos já tocaram nesse pub e, do lado de fora, nos tijolos da construção, está o nome de todos que já se apresentaram no local.  
Já conheci diversas cidades inglesas e confesso que Liverpool não é tão charmosa e tão bela como outras cidades. Ela se tornou uma cidade industrial. Ainda assim, é a única que guarda a história de uma das maiores bandas de todos os tempos. Para quem curte Beatles, Liverpool não pode ficar de fora.

Nome: Cristina Eickhoff de Oliveira
Profissão: Bancária
Lugares que conhece: Inglaterra, Escócia, País de Gales, França, Bélgica, Holanda, Alemanha, República Tcheca, Suíça, Itália, Argentina e Grécia.
Lugares que pretende conhecer: Canadá, Irlanda, Escandinávia, Austrália, Coréia do Sul e Turquia.