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Posts na categoria "Suíça"

Alberto Giacometti na Pinacoteca em São Paulo até 17 de junho

14 de abril de 2012 0

Adoro São Paulo , bons restaurantes , shows e pricipalmente muitas exposições de arte! Minha última boa surpresa foi a maravilhosa retrospectiva de Alberto Giacometti na Pinacoteca do Estado de São Paulo: Alberto Giacometti: Coleção da Fondation Alberto et Annette Giacometti , Paris. Para a exposição foram selecionados cerca de 280 trabalhos, sendo 80 esculturas de tamanhos variados, 40 pinturas, 80 trabalhos sobre papel, 56 fotografias e documentos. “L’ homme qui marche” – Alberto Giacometti Giacometti fotografado por Henri Cartier-Bresson,  1961   Alberto Giacometti (Borgonovo, Suíça, 1901–1966,) é considerado um dos grandes expoentes da arte do século XX e esta mostra configura-se numa oportunidade única para conhecer sua trajetória artística. A Pinacoteca por si é uma visita imperdível , o prédio restaurado tem um clima alto astral onde qualquer exposição é valorizada. Encontrei algumas pessoas que vira a mesma exposição em Paris e o consenso é que em Saõ Paulo está muito mais bem apresentado. Não percam a oportunidade de visitar o acervo da Pinacoteca , atualmente no terceiro andar, arte brasileira da melhor qualidade, encantador! “Picador de Fumo”  . Almeida Junior “O Violeiro” . Almeida Junior “A seleção dos trabalhos expostos foi feita por Véronique Wiesinger, curadora e diretora da Fundação Alberto e Annette Giacometti, que procurou apresentar todas as linguagens do percurso artístico de Giacometti ao longo de meio século, com destaque para a influência da escultura africana e da Oceania, que marca o início da sua obra madura. Disposta em ordem cronológica e temática, a mostra ocupa todo o primeiro andar da Pinacoteca onde são apresentados desde os retratos do artista executados por seu pai e por seu padrinho, ambos pintores, até as esculturas monumentais concebidas para Nova York. A seleção de obras também ressalta os laços de Giacometti com escritores e intelectuais parisienses como André Breton e o surrealismo, ou Jean-Paul Sartre e o existencialismo. ” Pinacoteca do Estado SP O Parque da Luz envolve a Pinacoteca num ambiente meio século XIX, apesar se localizar-se no coração da paulicéia, é um local tranquilo e bucólico, além de bem policiado e seguro. O café do museu localiza-se no térreo com saída direta para jardim, que ainda nos brinda com uma bela coleção de esculturas. ” Carregadora de Perfume ” .Victor Brecheret Jaqueira com fruta no pé, para mim uma forma nova e inusitada Para quem quer um programa completo uma boa dica é o Museu da Língua Portuguesa, que fica logo em frente , na Estação da Luz .   O Museu da Língua Portuguesa é  dedicado à valorização e difusão do nosso idioma (patrimônio imaterial) , apresenta uma forma expositiva diferenciada das demais instituições museológicas do país , usando tecnologia de ponta e recursos interativos para a apresentação de seus conteúdos. É considerado por muitos um dos melhores museus do Brasil , eu concordo e indico com ênfase. Vale a pena conferir o site para ver qual exposição temporária. http://www.museulinguaportuguesa.org.br/   Se você gostou deste post e curte dicas de viagem, arte, restaurantes e afins, curta a nossa página Viajando com Arte no Facebook:   https://www.facebook.com/pages/Viajando-com-Arte/121374657937187

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Alberto Giacometti na Pinacoteca em São Paulo até 17 de junho

12 de abril de 2012 0

Adoro São Paulo , bons restaurantes , shows e pricipalmente muitas exposições de arte! Minha última boa surpresa foi a maravilhosa retrospectiva de Alberto Giacometti na Pinacoteca do Estado de São Paulo: Alberto Giacometti: Coleção da Fondation Alberto et Annette Giacometti , Paris. Para a exposição foram selecionados cerca de 280 trabalhos, sendo 80 esculturas de tamanhos variados, 40 pinturas, 80 trabalhos sobre papel, 56 fotografias e documentos. “L’ homme qui marche” – Alberto Giacometti Giacometti fotografado por Henri Cartier-Bresson,  1961   Alberto Giacometti (Borgonovo, Suíça, 1901–1966,) é considerado um dos grandes expoentes da arte do século XX e esta mostra configura-se numa oportunidade única para conhecer sua trajetória artística. A Pinacoteca por si é uma visita imperdível , o prédio restaurado tem um clima alto astral onde qualquer exposição é valorizada. Encontrei algumas pessoas que vira a mesma exposição em Paris e o consenso é que em Saõ Paulo está muito mais bem apresentado. Não percam a oportunidade de visitar o acervo da Pinacoteca , atualmente no terceiro andar, arte brasileira da melhor qualidade, encantador! “Picador de Fumo”  . Almeida Junior “O Violeiro” . Almeida Junior “A seleção dos trabalhos expostos foi feita por Véronique Wiesinger, curadora e diretora da Fundação Alberto e Annette Giacometti, que procurou apresentar todas as linguagens do percurso artístico de Giacometti ao longo de meio século, com destaque para a influência da escultura africana e da Oceania, que marca o início da sua obra madura. Disposta em ordem cronológica e temática, a mostra ocupa todo o primeiro andar da Pinacoteca onde são apresentados desde os retratos do artista executados por seu pai e por seu padrinho, ambos pintores, até as esculturas monumentais concebidas para Nova York. A seleção de obras também ressalta os laços de Giacometti com escritores e intelectuais parisienses como André Breton e o surrealismo, ou Jean-Paul Sartre e o existencialismo. ” Pinacoteca do Estado SP O Parque da Luz envolve a Pinacoteca num ambiente meio século XIX, apesar se localizar-se no coração da paulicéia, é um local tranquilo e bucólico, além de bem policiado e seguro. O café do museu localiza-se no térreo com saída direta para jardim, que ainda nos brinda com uma bela coleção de esculturas. ” Carregadora de Perfume ” .Victor Brecheret Jaqueira com fruta no pé, para mim uma forma nova e inusitada Para quem quer um programa completo uma boa dica é o Museu da Língua Portuguesa, que fica logo em frente , na Estação da Luz .   O Museu da Língua Portuguesa é  dedicado à valorização e difusão do nosso idioma (patrimônio imaterial) , apresenta uma forma expositiva diferenciada das demais instituições museológicas do país , usando tecnologia de ponta e recursos interativos para a apresentação de seus conteúdos. É considerado por muitos um dos melhores museus do Brasil , eu concordo e indico com ênfase. Vale a pena conferir o site para ver qual exposição temporária. http://www.museulinguaportuguesa.org.br/   Se você gostou deste post e curte dicas de viagem, arte, restaurantes e afins, curta a nossa página Viajando com Arte no Facebook:   https://www.facebook.com/pages/Viajando-com-Arte/121374657937187

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Ainda sobre a Coreia do Norte

10 de abril de 2012 0

Quando iniciei esta série sobre a Coréia do Norte, deixei claro o que penso: ainda há uma esperança . E é verdade. Do outro ponto de ebulição mundial, o Irã , sinceramente, não sei se a esperança existe… Tenho por base a vivência pessoal deste jovem monarca, hoje com 28 anos, e de uma dinastia que começou com o avô, que combateu com os japoneses na Manchúria até a formação da República da Coréia, em 1948. O atual líder nasceu lá por 1983/84, portanto não participou da formação do país, mas viu e acompanhou muita coisa – sempre em palácio, ou nos seis anos que viveu na Suíça. Portanto, viu coisas e caminhos que mudariam qualquer um de nós. E a ele caberá escolher . Um dos caminhos é o que ele viu na Suíça, país livre e equilibrado no centro da Europa, onde viveu a vida europeia, vestia-se com camisas de seda Dennis Rodmann (jogador de basquete que ele admirava), jogava videogame e era amigo de jovens ocidentais. E testemunhou também a pobreza de seu próprio país. Um dos fatos que podem influir em sua decisão na escolha de um caminho. O outro é assustador, mas cabe a ele a opção . E o segundo caminho de que falo é assustador, pela brutalidade. Na década de 90, quando a fome matou milhões de coreanos, um grupo de dissidentes proeminentes no exército coreano do norte chegou a Pyongyang para protestar. Depois de ouvi-los, “Kim Jong-Il mandou que prendessem os líderes, várias dúzias de homens, e enfileirou os outros para que assistissem o que aconteceria a seguir . Os oficiais presos foram forçados a se deitar no chão com mãos e pés atados e, a seguir, alguns tanques passaram sobre eles e deram marcha-ré várias vezes até esmagá-los completamente.” A tradução é literal da página 21 da Revista Time de 27-02-2012 (essa que você vê ali em cima). No meio destas combinações da pacífica vida suíça e da truculência, ideologia e isolamento é que ele terá que optar. Muitos analistas sul-coreanos ficam em dúvida sobre que decisões serão tomadas a partir de agora na vizinha e famélica Coreia do Norte.

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Ainda sobre a Coreia do Norte

Coreia do Norte... um pouco mais

05 de abril de 2012 0

É difícil opinar. Os próprios analistas reconhecem que também a família do atual líder é muito pouco conhecida. Sabe-se é que teve um tutor japonês, importado pelo pai (morto no final de 2011) para preparar sushis e outras comidas japonesas que ele gostava (US$ 5000 por mês, uma fortuna na pobre e faminta Coreia do Norte) e que este tutor escreveu quatro livros sobre a vida na Coreia do Norte. E, basicamente, é só o que se sabe. A própria estada na Suíça é muito pouco noticiada. Sua mãe é outra história não muito clara. Coreana, nascida no Japão, atraiu o então soberano quando dançava na escola de arte de Pyongyang. Atraiu os olhares do grande líder e se tornou um ultra secreto casal, convertendo-se, depois, em  sua consorte – o que também é uma certa ironia, pois os japoneses, devido a conflitos anteriores, são demonizados na Coréia do Norte. O fato de o atual grande líder ter estudado na Europa e ter convivido com a cultura europeia é a razão da esperança de melhor convivência. Mas convém lembrar que os filhos do Kadafi também estudaram no Velho Continente… e o resultado é o que se sabe. É isso mesmo, o assunto preocupa a todos e ao Japão mais ainda, pois é o vizinho mais. É que aquele país vive às turras com seus vizinhos (menos com a China, pois são comunistas mas não bobos), e sabe-se que tem foguetes de longo alcance já testados e – segundo a “inteligência” ocidental – possui material para fazer de 8 a 12 bombas nucleares. Hoje, quem comanda esse coquetel com elementos tão explosivos como repressão, autocracia, isolamento e pobreza é um jovem desconhecido que estudou alemão e inglês na Suíça, fã de esportes – basquete principalmente – e que tem menos da metade da idade de todos os outros membros do poder. Como disse a imprensa mundial quando assumiu, há nele muita esperança , até por uma certa semelhança com a história de outros asiáticos, como a do homem que reergueu a China: Deng Xiaoping, que morou na França na mesma época que Chu En-Lai, bem como o fez também o vietnamita Ho Chi Minh, que foi confeiteiro na Cidade Luz. Três ou quatro meses após a sua posse, já há sinais de um acordo com o Ocidente. Só o Ocidente pode saciar a fome do seu país. Como? Para um primeiro contato, o ditadorzinho pediu 800.000 toneladas de alimentos como ajuda alimentar. Ao que se diz (e foi publicado), teria aceitado 240.000. É bom lembrar que, na década de 80, morreram de fome quase dois milhões de habitantes, em uma população, hoje, de 23 milhões. Imaginem o que deve ter sido no passado, quando eram menos de 19 milhões – e isso representava mais ou menos 10% da população. É assustador, e não creio que alguém que passou seis anos no meio de uma população equilibrada e solidária como a dos suíços se proponha a repetir a tragédia.

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Coreia do Norte… um pouco mais

Na Suíça Mineira

24 de fevereiro de 2012 0

Monte Verde é um distrito do município mineiro de Camanducaia, no sul do estado, perto da divisa com São Paulo. Um detalhe: fica a 1.500 m de altitude, quase o dobro de Gramado. Algumas áreas do distrito ficam a 1.600 m. É sem dúvida a verdadeira suíça brasileira. Monte Verde tem uma rua na entrada e algumas que ficam nas encostas das colinas, onde há pousadas e restaurantes. A rua principal tem uma grande variedade de lojas, mini shopping e ampla gastronomia. Esta pousada se chama Suíça Mineira. Em Monte Verde, mesmo no verão, o clima não chega a ser de verão. Faz bastante frio à noite. Não é a toa que as posadas tem toneladas de cobertores e edredons. O legal é caminhar pela rua central de Monte Verde. A estrada que leva a  Monte Verde tem 35 km de curvas e subidas. Mais adiante postarei fotos.

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Na Suíça Mineira

Programe-se para estudar no Exterior

23 de fevereiro de 2012 0

No dia 11 de março, quando todo mundo já deve ter voltado ao batente nas escolas e universidades, ocorre em Porto Alegre a feira de intercâmbio Expo Estude no Exterior. Será das 14h às 19h, na Associação Leopoldina Juvenil (Rua Marquês do Herval, 280 – no bairro Moinhos de Vento). A Expo, que é realizada em 14 países, no Brasil vai de 3 a 18 de março em sete capitais, com entrada é franca. Para participar é preciso se inscrever no seguinte endereço: http://edufindme.com/expo12 . Estarão em Porto Alegre mais de 30 expositores de Reino Unido, Estados Unidos, Itália, Espanha, Canadá, Austrália, Suíça, entre outros. O que se encontra numa feira como essa: informações sobre cursos de idiomas, high school, graduação, pós-graduação, mestrado, doutorado, MBA, escolas técnicas, estágios e oportunidades de trabalho remunerado.

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Programe-se para estudar no Exterior

Sul de Minas

22 de fevereiro de 2012 0

Uma prévia do que vem por aí aqui no blog. Estou em Monte Verde, no sul de Minas, um distrito de Camanducaia que fica a 1.500 m de altitude, quase o dobro de Gramado. Enfim uma “suíça” brasileira. Clima de inverno em pleno verão. Na estrada, na saída de São Lourenço, uns 100 km acima, uma das paisagens mais bonitas de Minas que vi até agora. Monte Verde tem lojinhas, restaurantes, cafés e muitas pousadas e apenas uma rua pavimentada, mas é muito legal caminhar por lá. Tem ainda vários mini shoppings com lojinhas bem simpáticas. Muitas vendem roupas de inverno… É minha última parada em Minas Gerais.

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Sul de Minas

A Suíça Brasileira?

21 de fevereiro de 2012 0

No Rio de Janeiro algumas cidades tem a pretensão de se auto intitularem “a Finlândia brasileira” ou nesse caso, a “suíça brasileira”. Pois a suíça em questão é Nova Friburgo, uma cidade que foi quase arrasada pela forte chuva de janeiro de 2011. Nova Friburgo é uma cidade feia. A parte mais bonita fica nos arredores, na estrada por exemplo. Mesmo do centro da cidade, as montanhas dominam a paisagem. O centro é uma mistura de lojas e muita confusão. Aliás, o trânsito é um caos. Tem um valão e no fundo é possível ver uma favela. Seria uma favela suíça?? No centro, alguns prédios se destacam. O principal ponto turístico de Nova Friburgo é o teleférico, que foi destruído na chuvarada de janeiro de 2011 e provavelmente nunca será reconstruído, já que o muro desabou. Mesmo assim valeu o passeio para conhecer a cidade.

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Cataratas, a confirmação das Maravilhas

21 de fevereiro de 2012 0

Nesta Quarta-feira de Cinzas, as CATARATAS DO IGUAÇU serão confirmadas, em Buenos Aires, como uma das Novas Sete Maravilhas da Natureza. O anúncio será feito pelo presidente da fundação suíça New Seven Wonders , Bernard Weber, na Embaixada do Brasil da capital argentina. O resultado final da eleição, anunciado em 11 de novembro, era provisório, dependia da contagem dos votos por SMS de todas as candidaturas. O único país com duas maravilhas na lista é o Brasil: além das Cataratas, a Amazônia. As outras maravilhas: a Baía Ha Long, Vietnã Jeju-do, Coreia do Sul Komodo, Indonésia Rio Subterrâneo de Porto Princesa, Filipinas Table Mountain (Montanha Mesa), África do Sul A eleição começou em 2007, com a participação de 440 atrações de mais de 200 países e territórios.

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Cataratas, a confirmação das Maravilhas

Os eleitos do NYT para 2012

06 de fevereiro de 2012 0

Costumo dizer, assim que começa cada novo ano, brincando: “acabou o ano”. Mas, vá lá, é início de fevereiro apenas e tem muito 2012 pela frente , suficiente para programar muitas viagens e conhecer muitos lugares. No início de janeiro, o jornal americano New York Times publicou uma lista com 45 destinos mundiais para se conhecer em 2012. De cada um deles, acrescentou uma pequena ficha e os motivos pelos quais vale a pena visitá-lo. Do Brasil, o destaque é PARATY. Republico a lista inteira, ainda que com atraso, para inspirar suas viagens, para você fazer aquele X nos “esse eu já conheço”… Para ler o texto do New York Times, clique aqui. 1. Panamá 2. Helsinki (Finlândia) 3. Myanmar 4. Londres 5. Oakland (EUA) 6. Tóquio 7. Tanzânia 8. Patagônia chilena 9. Lhasa (Tibet) 10. Havana (Cuba) 11. Moscou 12. Glasgow (Escócia) 13. Puebla (México) 14. San Diego (EUA) 15. Halong Bay (Vietnã) 16. Florença (Itália) 17. St. Vincent (Caribe) 18. Moganshan (China) 19. Birmingham (Inglaterra) 20. O espaço (isso mesmo, viagens espaciais!) 21. Kerala (Índia) 22. Paraty 23. Koh Rong (Camboja) 24. Viena (Áustria) 25. Chattanooga (EUA) 26. Dakhla (Marrocos) 27. Maldivas 28. Malacca (Malásia) 29. Algarve (Portugal) 30. Tahoe (EUA) 31. País de Gales 32. Antártica 33. Uganda 34. Ucrânia 35. Península Samaná (República Dominicana) 36. Dubrovnik (Croácia) 37. Chiloé (Chile) 38. Jordânia 39. Crans-Montana (Suíça) 40. Montpellier (França) 41. Nosara (Costa Rica) 42. Coreia do Sul 43. Lodz (Polônia) 44. Dalarna (Suécia) 45. Portovenere (Itália)

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Coreia, onde é mesmo?

10 de janeiro de 2012 0

Nem tudo está perdido. Leio um artigo do correspondente em Genebra do Estado de São Paulo. Segundo ele, o novo “czar” da Coréia do Norte, assimilou alguns hábitos menos raivosos que o papai, que usava seu poderio atômico para extorquir os países ricos, e o resgate era em comida, que o sistema no mundo todo não consegue produzir. “É fã do astro do basquete Michael Jordan, do ator Jean-Claude Van Damme e amante do esqui”. Diz Jamil: “Esse é Kim Jong-un, novo líder da Coreia do Norte. Nos anos 90, enquanto dois milhões de norte-coreanos morriam de fome, ele e outros dois filhos do ditador Kim Jong-ill viviam em escolas privadas da Suíça”. Kim Jong-un, o mais jovem dos três, estudou em Berna, onde aprendeu inglês, francês e alemão. Deixou a Coréia do Norte em 2000, mas, segundo a revista L’Hebdo, poucos sabiam sequer que ele havia passado ali sete anos. Um pseudônimo serviu para ajudá-lo a evitar a imprensa e não chamar atenção em Berna, pequena capital com pouco mais de 127 mil habitantes. Todos os dias, um carro com motorista o buscava, o que é surpreendente num país como a Suíça, onde as crianças – mesmo as de famílias ricas – costumam andar a pé ou de ônibus. Segundo colegas, ele era um rapaz tímido e introvertido que gostava muito de esportes coletivos. Esquiar nos Alpes era outro hobby do novo ditador norte-coreano, que, durante o inverno, dedicava todos os finais de semana ao esporte. O governo suíço se recusa a comentar o assunto, alegando ser impossível saber se o filho do ex-ditador na Coréia do Norte esteve ou não no país. Em 2009, confirmou-se que o filho de um diplomata norte-coreano havia estudado na Suíça durante o período de 1993 e 2000. O representante do colégio, por sua vez, seguindo a tradição suíça, declarou seu impedimento em informar qualquer detalhe sobre alunos ou ex-alunos. Portanto, é bem possível que, com a vivência suíça, tenha havido (e esperamos que sim) uma mudança de mentalidade entre os herdeiros e que a mentalidade dos jovens do Oriente Médio, mesmo ricos, não tenha chegado ao Oriente distante. Há bons exemplos disso também. O rei de Butão, por exemplo, que estudou nos Estados Unidos e casou com uma colega universitária, tem feito ótimas coisas para o seu país (seus súditos só não gostaram das sinaleiras e pediram que ele as retirasse; ele concordou). A segunda coisa que quase motivou um conflito é que ele queria renunciar ao trono para que o país se tornasse uma democracia. Não levou. Voltando aos três irmãos norte-coreanos, tudo é uma incógnita . Só o que diz o correspondente Jamil Chade é que o primogênito gosta de cassinos (e que falsificou um passaporte para ir à Disney), o irmão do meio era tido como “afeminado” por pessoas próximas a ele, e o mais jovem – o atual comandante – era poliglota. Já a maior preocupação da vizinha Pequim é a manutenção da estabilidade na região onde um eventual colapso do regime coreano provocaria uma invasão de milhares de esfomeados refugiados pela fronteira de 1416 km. Ou seja, a China e outros países devem aumentar sua cooperação.

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O Cais Mauá, até que enfim...

01 de dezembro de 2011 0

Gostei de ler o que foi escrito pelos engenheiros, arquitetos e empreendedores. É claro que todos iremos frequentar o pós-muro, que, pelo sim pelo não, vai ficar … e bonito .  Se ele deve ficar? Acho que sim. Vi, na semana passada, algumas cidades milenares italianas, alemãs e até suíças cujas ruas se tornaram rios por algumas horas, levando carros, casas e pontes, e alguns italianos – todos surpresos – comentando: “ Há 100 anos isso não acontecia. ” Portanto, antes que você diga que nós não temos montanhas, vales e degelo que possam provocar o que vimos na TV, eu lembro primeiro: é uma coisa para técnicos, e não curiosos palpiteiros como eu, e, provavelmente, você decidirmos . Além disso, o muro será uma proteção para quem estiver dentro do complexo – novamente, como você e eu. Aí poderemos, sem medo, sentar em mesas de calçadas, ver lojas com produtos expostos, mostras de rua, etc., e não mais disfarçar com frases de efeito dizendo: “calçadão no Brasil não funciona”. Funciona sim. Nós é que não os cuidamos, nós é que não os policiamos. Nós é que deixamos os marginais saírem da delegacia antes de quem vai junto fazer a queixa. Nós é que permitimos que a gangue das gordas continue roubando todos os dias, o dia todo, nas lojas do centro da cidade. Não são os calçadões que não funcionam… somos nós que permitimos. “Dentro do muro” estaremos mais protegidos, como em nossas douradas jaulas domésticas! Com ar condicionado, TV e, às vezes, até piscinas, mas entre grades.

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Programa de férias com intercâmbio

29 de outubro de 2011 0

O English Days at Disney é um dos programas mais procurados na Experimento Intercâmbio Cultural (Rua Dona Laura, 475, em Porto Alegre) , que acabou de lançar os programas de férias de 2012 para adolescentes e programou uma palestra para o próximo dia 3, às 19h, a respeito dos programas de férias para pais e adolescentes, dos 13 aos 18 anos. O intercâmbio na Disney tem duração de duas semanas e prevê o aprendizado do inglês de forma interativa, aliando a imersão no idioma à vivência da cultura americana nos parques temáticos da Disney. Além desse, há outros destinos possíveis como Vancouver Youth ELS, Oxford e Paris, California Experience, ski na Suíça e Itália, Beach Australia e Nova Zelandia. Informações: portoalegre@experimento.org.br

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Para que você se aqueça neste inverno…

01 de agosto de 2011 0

Não conheço o cheff   Gilvan Bertinati, lamento. Li uma clara dissertação sobre o fondue feita por ele para o Jornal do Mercado . Modesto, ele sequer disse se trabalha por aqui. A única referência é que leciona no IGA (Instituto Gastronômico Argentino). Diz ele: “O fondue originou-se na Suíça francesa” – daí o seu nome, que significa “fundido, derretido”. Em meio ao rigoroso inverno suíço, os camponeses não tinham como buscar mantimentos, e, assim, começaram a utilizar o queijo excedente endurecido como principal ingrediente de uma comida quente, saborosa e nutritiva. O queijo ficava no fogo e cada camponês mergulhava pedaços de pão no queijo derretido. Ninguém sabe ao certo a origem. O mais provável é que tenha sido uma forma de consumir o queijo e reaproveitar pães amanhecidos. Hoje, fondue serve para designar pratos que são finalizados em uma panela colocada sobre um fogareiro e consumidos logo em seguida. Segue atrelado a baixas temperaturas, em regiões mais frias (por isso, estamos postando em agosto). Depois do fondue de queijos, surgiram outras vertentes. Cada cantão da Suíça ostenta uma diferente formulação. Paralelamente, o tempo se encarregou de inventar o fondue de carne, ou fondue Bourguignonne , que não passa de uma reinterpretação de um clássico costume oriental. Sempre numa celebração comunitária, à mesa, numa caçarola cheia de caldo e de vegetais, no caso oriental. Na Bourguignonne, em vez do caldo, se utiliza o óleo, de milho ou de amendoim, e se fritam cubos de filé mignon , depois banhados em molhos múltiplos. Todos os ingredientes devem ter boa qualidade e procedência. Queijos suíços do tipo gruyère , emmenthal , vinho tinto e um bom kirsch , que é uma aguardente de cereja. Com certeza, entre amigos ou a dois. É um prato que surgiu na Idade Média como símbolo da união em torno de uma mesa. O fondue é para ser compartilhado com calma e um bom vinho. Diz uma antiga tradição que quem deixar cair o seu cubo de pão fica a dever à mesa uma garrafa de vinho. O elemento principal para a produção é uma boa panela de ferro esmaltada, ou o chamado caquelon , um tacho com cabo resistente ao fogo especialmente concebido, garfos bem compridos e apoio para os garfos dentro da panela, e, claro, um queimador para ser utilizado com álcool. Mesmo o pão “de ontem” ficava delicioso depois de ser envolvido no creme de queijo. Compartilhar a mesma panela não indica que faltavam utensílios de cozinha entre os camponeses, mas o ritual se tornou um símbolo de comer em comunidade. Dica: se o fondue estiver líquido demais, coloque um pouco de queijo ralado ou um pouco mais de maisena. Se estiver um pouco espesso, dilua com mais um pouco de vinho (ou kirsch , se preferir). Bon appétit.

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Para que você se aqueça neste inverno…

Maconha II

26 de julho de 2011 0

O meu texto sobre maconha e derivados deve ter “pegado mal” entre os simpatizantes. Vieram muitas mensagens… nenhuma de apoio. Mas tudo bem. Também acho estranho contestar uma idéia que tem como porta-estandarte um ex-presidente do gabarito do Fernando Henrique. Concordo com ele, com o Clinton e com os menos insignes que o combate está errado e que os resultados têm sido pífios ou nulos. Não tenho a menor idéia de qual a política certa a ser adotada, e também tenho dúvidas sobre que medidas tomaríamos se a bebida alcoólica surgisse hoje? Tenho, porém, na memória alguns exemplos desde minha primeira visita a Kathmandu, onde tudo era livre, e algumas padarias vendiam os haxixe cakes (vendem até hoje, mas, oficialmente, a prática está proscrita). Anos depois, a tentativa suíça de liberação das drogas em duas estações ferroviárias desativadas – que, popularmente, passaram a se chamar estações da agulha – durou pouco mais de um ano. Como falei, as estações estavam desativadas, mas desativadas à moda suíça, ou seja, limpas, com jardins mantidos, bebedores funcionando, toaletes com as quatro beldades que raramente se encontram: água, sabonete, papel e toalhas. Pois bem, dito pelos próprios suíços, e com fotos e textos publicados, inclusive nos jornais brasileiros, em alguns meses  traficantes nacionais e estrangeiros haviam tomado conta. Além das drogas leves permitidas na experiência, todas as outras podiam ser rapidamente encontradas. As antigas estaçõezinhas charmosas, de estilo alpino, em alguns meses se tornaram uma cracolândia igual às que vemos na tv e em fotos jornalísticas. Cracolândia não é a palavra certa, pois as drogas sintéticas ainda não existiam (quem sabe o ecstasy ), mas o significado do termo, sim, é qualificatório, e as fotos que vemos da nossa mais famosa, a de São Paulo, podem servir de exemplo – só que os pedreiros suíços tinham mais pulôveres e jaquetas. Não sei exatamente quantos meses se passaram até que a experiência suíça chegasse ao limite e as autoridades acabassem com tudo. Mesmo sendo na Suíça e numa área pequena, em pouco tempo surgiram todos os problemas que os jornais publicam aqui: sujeira, prostituição, doenças roubo e assassinatos. plataformas e os próprios trilhos viraram latrinas. As quatro beldades de que falei antes voltaram a se desencontrar.

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Maconha II

Grandes desertos II

03 de junho de 2011 0

                                                                                                      GOBI Foi parte da minha viagem atravessá-lo entre Mongólia e China, uma imensidão verde. O Gobi é verde, ou amarelo ou branco de neve em boa parte de sua extensão. É no verão um tapete de vegetação rasteira interrompido por montanhas de pedra, leitos de antigos lagos completamente secos ou conjuntos de dunas( que representam só 3% do total do território) As temperaturas chegam aos 40 graus no verão- e descem a menos 40 no inverno, quando as visitas são impossíveis. Sua área de 1,3 milhões de quilômetros quadrados equivale a mais ou menos a Península Ibérica mais a França e provavelmente a Suíça. Se estende pelo centro da Ásia, entre a Mongólia e a China. Paisagem tão diversa torna o Gobi um parque de diversões para aventureiros. Longos vales seriam perfeitos para o mountain bike. Escalada deve ser a pedida nas paredes de rocha como as Vulture’s Gorges, no Parque Gurvan Saikhan. Há dunas e mais dunas para o sandboard, mas há um detalhe: A infra-estrutura é inexistente e não há estradas nem turistas. Como opção de hospedagem, alguns poucos “gercamps”, acampamentos com tendas de nômades que habitam o deserto. São aquelas redondas, brancas e desmontáveis. A norma geral( pelo menos foi a nossa) é contratar um guia-tradutor, um carro 4