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Posts na categoria "hospedagem"

Rio dos Cedros: refúgio de inverno para um fim de semana no Vale do Itajaí

01 de maio de 2012 0

Quem chega ao Centro de Rio dos Cedros não tem como se sentir atraído. Em comparação aos municípios vizinhos, faltam a organização e a limpeza de Timbó, o charme colonial de Pomerode, a força industrial de Jaraguá do Sul. Mas a cidade de 10,3 mil habitantes, que fica a 40 quilômetros de Blumenau e 190 quilômetros de Florianópolis, esconde um paraíso ainda pouco explorado, a mil metros de altitude . São 538 km² de área rural ao redor das barragens de Pinhal e Rio Bonito, a chamada Região dos Lagos . Rio dos Cedros, trilha a cavalo na Barragem do Rio Bonito (foto: Letícia da Silva) No verão, o caminho do Centro até Alto Cedros é ladeado por hortênsias, as barragens ficam cheias de gente praticando esportes náuticos, as duas principais cachoeiras tornam-se disputadas! Mas é no inverno que Rio dos Cedros fica ainda mais convidativo, principalmente em dias de frio e sol. Com a represa cheia, o dia é para reunir amigos ao redor do fogão a lenha, pedalar pelas estradas de chão ( Rio dos Cedros é um dos principais destinos de cicloturismo do Vale Europeu ) ou passear a cavalo pelas trilhas  no meio do mato (com apoio de um guia nativo, claro!).  À noite, fondue, lareira e vinho são ótima pedida antes de encarar a coberta quentinha! Tá achando muito marasmo? De fato, Rio dos Cedros é para fugir da agitação da semana. Mas, se você é daqueles viciados em internet, saiba que a tecnologia já subiu a serra. O telefone não pega, mas o Wi-Fi está em alta. É possível alugar casa (há opções excelentes, com quartos mobiliados, cozinha e sala equipadas, de frente para a represa) ou se hospedar em alguma pousada/chalé (ver lista abaixo). Há apenas um hotel estrelado, que é  o Parador da Montanha , no Pinhal. Se esquecer de algum artigo de primeira necessidade, na Barragem Rio Bonito tem mercado (Bar do Faustino). Mas vá preparado, principalmente se alugar casa ou chalé, porque o ideal é descer até o Centro só na hora de voltar para casa. Dicas de hospedagem em Rio dos Cedros (na Região dos Lagos): -  Paraíso das Ilhas , no Pinhal -  Hotel Lindnerhof , em Alto Cedros -  Vale dos Ventos , no Rio Bonito -  Parador da Montanha , no Pinhal – Bar do Faustino, em Palmeira, informe-se sobre casas para alugar: (47) 3322-0997 – Ilha Camping (também tem chalés para alugar e restaurante): (47) 3386-1050 / 9973-9000 E já que o frio está chegando (confira a previsão no Blog do Puchalski ), programe-se!  Tem outra dica de roteiro de fim de semana para os dias frios ? Divida com a gente!

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Rio dos Cedros: refúgio de inverno para um fim de semana no Vale do Itajaí

Pacotes para esportistas

10 de abril de 2012 0

Atenta a uma tendência, a maior operadora de viagens do Brasil , a CVC , agora tem pacotes voltados para esportistas e aficionados por esporte. Eles incluem, além da hospedagem e do acompanhamento do guia, transporte e inscrições para as principais maratonas de corrida de rua, campeonatos de futebol e campeonatos de tênis do mundo. Alguns exemplos de competições: Eurocopa, campeonato que reúne os times europeus mais consagrados dos gramados, de 8 de junho a 1º de julho, na Ucrânia e na Polônia. Aberto de Tênis da França, em Paris, de 27 de maio a 10 de junho. Aberto da Inglaterra, em Londres, de 25 de junho a 8 de julho. Olimpíadas de Londres 2012, entre os dias 27 de julho e 12 de agosto.

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Pacotes para esportistas

Jericoacoara: misto de Lençóis Maranhenses e Morro de São Paulo

24 de março de 2012 0

Jericoacoara , que os íntimos chamam de Jeri , não tem a beleza das dunas dos Lençóis Maranhenses, mesmo que os cearenses insistam em competir. Também não tem o charme das ladeiras da ilha baiana Morro de São Paulo. Mas o acesso de 45 minutos em pau de arara entre Jijoca e a vila de Jericoacoara lembra o caminho entre Barreirinhas e o parque dos Lençóis, no Maranhão. Com um detalhe: é muito mais bonito. E, em Jeri (em poucos minutos a gente se torna íntimo da vila, é inevitável), há muito mais do que o estonteante deserto de areia branquinha salpicado por lagoas nas mais diferentes nuances de azul (tá, confesso, os Lençóis Maranhanses são um dos lugares mais incríveis que já vi na vida, mas o assunto deste post é outro!). Pedra Furada, em Jeri (Foto: Letícia da Silva) Em Jericoacoara , o clichê encanta. A Pedra Furada merece os 30 minutos de caminhada até lá, sim. A formação rochosa é no mínimo fotogênica. Dizem que fica ainda mais bonito no meio do ano, quando o sol se põe atrás do buraco. Leve sua água ou um dinheirinho pra comprar uma garrafa (500ml por R$ 2,50) porque a volta é por um morro íngreme e relativamente cansativo. Duna do Pôr-do-Sol, em Jeri (Foto: Letícia da Silva) Outro clichê: o pôr-do-sol na duna de mesmo nome. É o relógio bater 17h30min e a vila inteira de Jericoacoara sobe pra ver a despedida do sol, independente da força do vento que bata lá em cima. Multidão voltando quando o sol se põe, em Jeri (Foto: Letícia da Silva) Os passeios oferecidos pelas agências de viagem são igualmente válidos, notadamente a ida de bugue para Tatajuba , já no município de Camocim. A vila vizinha a Jeri só é acessada por bugue (R$ 30 por pessoa, em média) ou veículo 4×4. Pelo caminho, os teimosos com carro sem tração são encontrados encalhados nas dunas e viram atração (ou motivo de piada dos bugueiros, pelo menos), tem um passeio de barco pelo mangue para ver cavalos marinhos (não recomendo), um cemitério de árvores que forma bela paisagem e dunas petrificadas, que estão em estudo porque acumulam quantidade incomum de sal. Em Tatajuba, vale outro clichê: ouvir a Dona Delmira contar como a vila foi destruída pela areia há três décadas. Não a interrompa porque ela começa tudo de novo, do zero. Dona Delmira, na Velha Tatajuba (Foto: Letícia da Silva) Velha Tatajuba (Foto: Letícia da Silva) O ponto alto do passeio é a Lagoa da Torta , onde dá pra andar de pedalinho, alugar um caiaque, ficar de preguiça nas redes ou apenas sentar nas cadeiras dentro da água, embaixo de sombra, pra beber uma cerveja gelada, pedir de entrada uma porção de ostras in natura (R$ 10 por dúzia) e depois um peixe saboroso a preço justo, longe dos valores praticados no litoral catarinense. Outro passeio oferecido pelas agências é para as lagoas Azul e Paraíso . A primeira tem escassa estrutura: um restaurante modesto com preços exorbitantes para o padrão da região, banheiro na casinha de madeira, atendimento ruim. Nem um rádio ligado pra animar existe… A Lagoa do Paraíso tem um restaurante com comida honesta, banheiros limpos (e de alvenaria), atendimento bom, as mesmas redes da Lagoa Azul e da Lagoa da Torta, além de pousadas simples por perto. Se tiver que optar, pule a primeira. Lagoa do Paraíso, em Jijoca (Foto: Letícia da Silva) E uma dica preciosa pra encerrar: reserve pelo menos um dia e uma noite pra curtir a vila de Jericoacoara . Vale ficar de bobeira na beira do mar, praticar algum esporte náutico, passear pelo centrinho de dia e de noite, explorar as ruelas de areia que ligam as quatro ruas arteriais (igualmente de areia, claro!), experimentar a cocada e a tapioca da Tia Angelita (na Rua Principal), dormir até mais tarde pra ter pique à noite de aproveitar os bares de reggae, MPB e forró (começam a ferver depois da meia-noite) ou simplesmente reserve tempo pra se deliciar em alguns dos apetitosos e aconchegantes restaurantes (existem vários muito bons, das mais diferentes especialidades, que indico aqui ). Clique aqui para ver mais sobre Jericoacoara (dicas de hospedagem, restaurantes e como chegar)

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Efeito Brasil

22 de março de 2012 0

Na terça-feira, vi no noticiário da TV Record umas considerações sobre turismo sexual no Brasil , com estudos da personalidade dos turistas, de que país eles vêm, quem os traz, etc., que as operadoras são proibidas de operar no Brasil, etc., etc. Nada foi dito que quem começou com isso foi a própria Embratur , publicando fotos de moças que, provavelmente, eram dentistas, pois usavam fio dental. E tudo isso foi passando, até que, um dia, estávamos na Itália para uma boa temporada. A desculpa também era boa: um curso de especialização da advogada, Dra. Eliana. A hospedagem era ótima (com garagem, o que, na Toscana, é uma coisa extraordinária). O prédio, um convento de 1700 e qualquer coisa, a mais ou menos 400 metros da Ponte Vecchio. A cidade-base não podia ser melhor: Firenze – ou Florença, se você quiser. Conseguimos graças aos sentimentos ultra religiosos da minha mãe, que era contra o aborto, a viadagem e o divórcio ( com exceção dos três do Alemão Octavio – o Octavio podia… vai entender as carolas…). Para contrabalançar, tive um pai, agnóstico. Deu no que deu: mais um agnóstico – darwiniano, para não deixar dúvidas. Acho que não preciso dizer mais nada. Mas, um belo dia, a cidade, as estradas, toda a Toscana e, provavelmente, toda a bela Itália, amanhecem com o outdoor que você está vendo. A foto foi publicada na época pelo Fernando Albrecht. Voltei a encontrá-la limpando gavetas, é claro. Mas, como na nossa cabeça ainda estão as imagens do carnaval, parei e fiquei olhando. Será que as bundas brasileiras são tão famosas a ponto de ressaltarem o efeito Brasil? Nada contra as bundas brasileiras ou estrangeiras – brancas, pretas, as de pele vermelha ou amarela –, mas que tenham virado distintivo, bandeira, representatividade? Sei lá, mas bem melhor que uma bola de futebol e bem maior também. Veja as mulheres jaca, melão, melancia, e agora a da Valeska Poposuda. Mas não culpem os brasileiros e brasileiras. Quem começou a história foi a propaganda oficial: a Embratur que, levado ao pé da letra, deve ficar curioso. Mas será que o nosso país deve ser representado por um traseiro. E se queixam que os estrangeiros vêm por sexo?  

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Efeito Brasil

Prêmio Capacete de Ouro

21 de março de 2012 0

O evento e o prêmio foram na terceira semana de dezembro, ainda no ano passado. Por que só relato isso agora? Bem, quando voltei ao nosso Porto, só se falava em Natal e no Papai Noel. Para ter a atenção de FACEiros e blogueiros, só se falasse do Santa Klaus. E, mesmo assim, seria inútil: com a minha barbinha, jamais poderia competir com a belíssima barba branca que os ilustradores da Coca-Cola desenharam. Além disso, ele tem renas – e voadoras – e eu, só um Volks, e já usado. Portanto, resolvi protelar, não disputar leitores com o Bom Velhinho. Bom é o termo que usamos, mas… e se forem verdadeiras aquelas estórias dele com as renas? Rascunhei isto ainda no avião, mas, convenhamos, dezembro, fim do ano, não é bem uma data para escrever. É para festejar. Escrever é uma atitude solitária, e dezembro é mês de confraternizações, abraços, festas e brindes. O dia era dezessete, e eu voltando aos pagos. Há muito tempo não ia a São Paulo. Para falar a verdade, até ia, mas só usava o aeroporto de Congonhas, cuja sinalização é das piores –  sempre me atrapalho, nunca sei para que lado ir. Se fosse no Oriente Médio ou na China, tudo bem, mas aqui e no meu idioma? Quem sabe em 2012 melhore…. O convite para o Capacete de Ouro , o maior evento de premiação automobilística do Brasil, me tocou profundamente. A escuderia Vemag foi para a pista pela primeira vez em 1960, e eu estava entre o primeiro grupo, mas nunca me dei conta que 50 anos haviam passado. Na minha cabeça, cinco décadas era algo remoto, algo que deveria vir envolto em uma bruma. Corríamos, na época, pelo prazer do momento, pela injeção de adrenalina, não para fazer história. E, agora, eu estava indo para reconstituir alguma coisa, ressuscitar uma época distante – e, quem sabe, até, ter que reinventar detalhes esquecidos em alguma entrevista. Enquanto esperava o embarque, via tudo com uma certa  incredulidade: 50 anos. Seriam mesmo 50 anos? Fiz a conta mais de uma vez. Ia como em busca de um passado, mas um passado que estava sendo passado de trás para frente, rápido como uma flecha, me levava – e já com data e hora marcadas, Limosine, luzes, hospedagem com minha maior referência em pilotagem: o Bird Clemente. Tudo muito irreal. Cinquenta anos haviam se passado – cinquenta estimulantes anos, sem dúvida. Não sou aferrado ao passado, não tenho nem taças nem um só troféu nas paredes (foram todos doados, e bem doados, a mecânicos, patrocinadores, colaboradores, companheiras do momento). Não me arrependo. Até hoje, insisto: meu tempo é  agora. Sem bagagem, saímos rápido. Lá estavam Bird e Luíza, à nossa espera. E foram 24 horas de abraços, papos, reencontros, telefonemas, saudades e lágrimas… por pilotos e chefes de equipe que foram na frente – como faziam antes em pistas novas – para um reconhecimento do terreno. Um deles, Jorge Lettry, como tributo, mereceria mais: filmes, livros, feriado nacional e estátuas em todos os autódromos do país. Tudo foi muito rápid e confuso. Na noite seguinte, no horário marcado, entramos no Via Funchal entre abraços, comentários, gozações. Alguns de nós não nos víamos há 45 anos. Enquanto isso, os convidados iam chegando, nos telões sempre projeções de corridas, sons de competições, fotos nossas e convidados ilustres. Ao nosso lado, Massa, Barichello, Kanaan, mais alguns da Indy que não sei o nome, gente que fez a sua história lá fora. Seninha e Hélio Castro Neves mandaram vídeos, que foram projetados. Estávamos próximos ao palco quando pediram silêncio. Só então, olhei para trás: 800 convidados sentados para a janta que seria servida. Dei razão aos que dizem que São Paulo é “outra coisa”. Tive orgulho. Me senti vivo, ativo e atento para encarar o momento. Confesso que me fez bem. (Segue)

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Prêmio Capacete de Ouro

Wine experience na Espanha 2012 - Com Maria Amélia D. Flores

14 de março de 2012 0

  Mais do que apenas visitar vinícolas, nestas viagens vivenciam-se conceitos de  Wine Experience : cada momento é único, cada visita é surpreendente.  Dentre as experiências reservadas ao pequeno grupo de participantes (são apenas 15 vagas), estão : Visita VIP a vinícola Vega Sicília, um ícone da Ribera del Duero.  Seu vinho, “Vega Sicilia Unico”, é considerado um dos melhores e mais cobiçados vinhos do mundo, só surgindo em grandes safras, podendo atingir milhares de euros a garrafa. Não abre a turistas/visitantes; com apoio da importadora Mistral, o grupo terá uma recepção e degustação exclusiva. O slogan dá vinícola já diz tudo:   Más que una bodega. Un mito auténtico.”  Aqui estão algumas fotos da Maria Amélia em sua última visita a Vega Sicília : Hospedagem no Hotel Marques de Riscal – El Ciego, Rioja –  Dois dias para realizar sonhos: vinho, arte, arquitetura, design.  Com a melhor estrutura de SPA do Mundo, foi finamente concebido e decorado pelo famoso arquiteto Frank O Gehry , o mesmo do Museu de Bilbao . A gastronomia do hotel fica a cargo do estrelado Chef Francis Paniego , que supervisiona os dois restaurantes – o Marqués de Riscal (premiado pelo guia Michelin) e o Bistró 1860. A foto diz tudo, não é?     Jantar com a companhia de Luis Vicente Elias Pastor / Bodegas Lopez de Heredia – Viña Tondonia/Rioja  -  antropólogo, reconhecido estudioso de paisagem e turismo do vinho, com inúmeros livros publicados, é referência internacional quando o assunto é arquitetura de vinícolas. Uma memorável troca de conhecimentos de história, não só dos vinhos da Espanha , mas de paisagens do mundo inteiro.     Almoço Especial de encerramento na Bodega Torres, Penedés –  além das altíssimas pontuações em vinhos como “Mas La Plana” e reconhecimento dos anos de história e importância da família Torres na região de Barcelona, o Mas Rabell foi considerado pela “Wine & Spirits Magazine” como o “Best Winery Restaurant in Spain/2006″. Uma experiência mágica e inesquecível.  

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Wine experience na Espanha 2012 – Com Maria Amélia D. Flores

Opção de lazer e hospedagem em Igrejinha

22 de fevereiro de 2012 0

Queria ter dado essa dica antes do Carnaval , pra quem gosta de fugir da confusão, mas acabei me passando. Então, fica a sugestão pros próximos finais de semana de calor que ainda resta (ou de frio, tanto faz, na verdade). O Ecoland Hotel, Eventos e Lazer , em IGREJINHA, é um complexo que oferece lazer, trilhas, passeios a cavalos, lagos para pesca esportiva, piscinas e da proximidade com a natureza. Fica a 85 quilômetros de Porto Alegre e a 35 de Gramado. E tem almoço nos finais de semana. Informações: www.ecoland.com.br

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Opção de lazer e hospedagem em Igrejinha

Para ir no feriado (ou no final de semana)

01 de fevereiro de 2012 0

Nesta quinta é feriado em PORTO ALEGRE. É dia de Nossa Senhora dos Navegantes. Se você não for participar da festa, se não quiser colocar em dia o cinema e a leitura, se não quiser ficar de patas para o ar, eu tenho uma sugestão. Não que seja a sua última opção. Nem é a primeira vez que falo nisso, nem será a última delas… Minha dica é dar uma saidinha não muito longe da cidade. É ir até TRÊS COROAS  e visitar o Centro Budista , que fica a pouco mais de 90 quilômetros da Capital. Tenho ido até ali de dois em dois anos, me dei conta no domingo, quando estive lá. E sempre nesta época, quando é tempo de comemorar o Ano-Novo budista. O único senão de ir nestes tempos é que às vezes a visitação é limitada no templo durante as cerimônias. E, quando está aberto, não se pode circular por todo o interior. Mas ainda assim vale a pena. Sempre me impressiona ver aquelas construções coloridas em meio ao verde, contrastando com o céu azul, no alto do morro. E o silêncio que as pessoas se impõem estando ali, naquele lugar reservado à oração, à meditação. Algumas dicas pra quem vai: Pra mim, o caminho mais simples é ir pela BR-116, dobrar à direita na RS-239 e depois pegar a RS-115, dobrando à direita no primeiro trevo de Três Coroas (até o alto são mais 7 quilômetros, intercalando calçamento e estrada de chão). Nesta época, faz muito calor. Então, roupas e sapatos leves, boné ou chapéu e protetor solar. Desta vez, não percebi mosquitos, mas já tive de combatê-los em outra visita. Um repelente ajuda. Dá para fazer uma visita razoável em uma hora, dependendo do seu interesse, é claro. Se você estiver num grupo com mais de 10 pessoas, é preciso reservar com antecedência. Caso contrário, não tem mistério: é chegar, se identificar no interfone, dando a placa do carro. Há estacionamento muito próximo do templo. Não é permitido fumar em nenhuma das áreas, mesmo ao ar livre. Fotografar na área externa não tem limites, mas no interior do templo, não pode. Os horários: de quartas a sextas, das 9h30min às 11h30min e das 14h às 17h; aos sábados e domingos, das 9h às 16h30min. Não abre às segundas e terças. IMPORTANTE: não há nenhuma estrutura de hospedagem e restaurante, a não ser para quem está ali para retiro. Portanto, se você acha que vai sentir fome ou sede, leve seu lanche. De minha parte, sugiro dar uma estendida até GRAMADO/CANELA para almoçar e passar o resto do dia. Você estará muito próximo. Outra dica é o restaurante tibetano Tashi Ling, na RS-020 . Conjunto de estupas Templo Bandeiras de oração (faça silêncio e preste atenção no som que fazem!) Terra Pura de Guru Rinpoche (onde estão as cinzas do criador do centro budista) Detalhe

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Para ir no feriado (ou no final de semana)

Roteiro gastronômico pela Champagne, Alsácia e Borgonha

30 de janeiro de 2012 0

Nossa amiga e colaboradora Magda Garcia participa do projeto “A Vida é para ser compartilhada” com um relato de dar água na boca, acompanhem e se deliciem com as fotos do Rodrigo Garcia!     Em novembro de 2010 eu e meu esposo, Rodrigo, fomos conhecer na França as regiões da Champanhe, Alsácia – Lorena e Borgonha . Regiões famosas por seus vinhos e champanhe e de belezas naturais espantosas. Os bosques nestes meses ficam com um colorido alaranjado maravilhoso. Foi uma viagem tranqüila e pode-se dizer dedicada a boa gastronomia.     Em fins de novembro começam os Mercados de Natal ( Marché du Noël ) na maioria das cidades da região. Estes mercados estão cheios de barraquinhas onde se pode beber um vinho quente (vin chaud) para espantar o frio e comer bolos de amêndoas, churros com chocolate e comprar decorações e presentes de natal. São lugares alegres com música e onde as pessoas se encontram para aquecer as noites geladas do início do inverno .   Começamos nosso tour no   Chateau d’Ermenonville , que é um hotel localizada há uns 45 km de Paris, na pequenina cidade de Ermenonville. O Chateau fica a beira de um lago e é um lugar lindo, romântico e com um restaurante imperdível, a carta de vinhos é completa. ( Route A1 saida Ermenonville, N2 direção Paris Soisson )     Seguimos em direção a Reims que fica na região de Champanhe onde se encontram as mais famosas caves da França. O caminho estava lindo com os bosques outonais e o chão tapado de folhas, uma visão só possível nesta época do ano. Perto de Reims fica a cidadezinha de Chalons-en-champagne , destaco um restaurante, perto da catedral, que é muito conhecido pela sua comida francesa com toques de modernidade: “Au Carrillon Gourmand” ( 15,bis Place Monseigneur Tissier ). É um local muito procurado, portanto sugiro que façam reserva, mesmo nesta época do ano. É imprescindível visitar uma das caves onde nos mostram como se produz o champanhe e se pode degustar o produto ao final da visita. Eu conheci a cave Pommery , muito interessante com suas várias galerias.     Fomos de Reims para Verdun , emblemática cenário da 1ª   Guerra Mundial onde os soldados franceses resistiram nas trincheiras tentando impedir o avanço alemão. A batalha de Verdun durou mais de 1 ano e centenas de milhares de soldados morreram, tanto franceses como alemães. Almoçamos no Hotel Prunellia , na zona peatonal no centro de Verdun . O lugar é muito charmoso e aconchegante, cheio de móveis de época e além de um cardápio apetitoso.     Seguimos para Wissembourg cidade que fica na fronteira com a Alemanha com forte influência alemã, casas com enxaimel, e onde está a segunda maior igreja da França. No caminho passamos por Lembach onde fica o restaurante “Auberge du Cheval Blanc” ( 4,rue de Wissembourg – Tel: 00 33 3 88 94 41 86 ) .   Fantástico, a casa é antiga e foi um antigo posto de trocas de cavalo para o serviço de correio. É fácil de ser encontrado pois a cidade é minúscula e o Auberge se encontra no centro. Algumas especialidades são:   robalo com molho de trufas, panache de foie gras, etc       Estrasburgo estava muito decorada e iluminada, e a oferta de restaurantes é grande. Uma boa sugestão é o L’Ancienne Douane ,   um restaurante tipicamente alemão e, apesar de estarmos na França, se come muito joelho de porco e chucrute e se bebe mirabelle, um licor digestivo que espanta o frio , Mirabeille .           Em Colmar , a “Hostellerie Le Marechal” foi a opção para hospedagem, o restaurante do hotel é ótimo criando um ambiente aconchegante à beira de um dos canais da cidade.       E para finalizar a Borgonha , região conhecida como o estômago da França. Em Beaune sugiro o Hotel Le Cep e o restaurante “Loiseau des Vignes”. Este é um restaurante especial e um dos melhores de nossa  viagem gastronômica. Tem um diferencial na forma como serve os vinhos, eles possuem uma adega onde oferecem 70 tipos de vinhos que são servidos em taças de acordo com a escolha gastronômica do cliente, um espécie de jantar harmonizado onde os vinhos estão guardados  e conservados como se acabados de ser abertos. (31, rue des Maufoux)     Hotel Le Cep   Outra boa sugestão em Beaune é o Jardin De Remparts (10, rue de l’hotel Dieu ). O restaurante tem uma cozinha muito criativa com Tartar de Boeuf com Ostras ou Foie gras de canard poché , gellé aromatizada com hydromel .         Em Beaune sugiro visitar os Hospices de Beaune com suas telhas vitrificadas e sua farmácia e cozinhas muito bem conservados, foi  construído pelos duques de Borgonha para servir como hospital e a farmácia funcionou até algumas décadas atrás.       Ainda na Borgonha a Abadia de Fontenay foi fundada em 1118 por São Bernardo de Clairvaux e incluída no Patrimônio Mundial da Unesco desde 1981. Fontenay é um dos exemplos mais completos e mais bem preservados da arte românica cisterciense, caracterizada  por uma arquitetura austera e sem adornos, tanto nos edifícios dedicados à oração quanto nos edifícios consagrados ao trabalho dos  monges.     Também na Borgonha , Vezelay é conhecida com a “eterna colina” onde se encontra a Basílica de Saint Madeleine . A subida até a Basílica é muito bonita, estacionamos na base da colina e antes de subirmos almoçamos em um pequeno restaurante digno de nota “Le Cheval Blanc”, é uma hospedaria além de restaurante. Boa comida, excelente vinho e românticas paisagens! O que poderíamos querer mais!!!! Se você gostou deste post, curta nossa página no facebook para estar sempre em contato: https://www.facebook.com/pages/Viajando-com-Arte

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Fotografia em pousada de São Chico

30 de janeiro de 2012 0

Mais uma iniciativa bacana da Pousada do Engenho , de São Francisco de Paula: os fotógrafos Dulce Helfer e Adolfo Gerchmann vão orientar hóspedes e convidados interessados em fotografia para aprimorar suas imagens em passeios pela pousada e região. De 7 a 9 de fevereiro, de terça à tarde até o final da manhã de quinta-feira, o projeto Engenho de Arte vai estimular essa imersão fotográfica. Criado para proporcionar experiências também em outras formas de arte (música, fotografia, artes plásticas, literatura e cinema), o Engenho de Arte tem sempre como convidados profissionais respeitados na sua área. Ao final de cada encontro são organizadas exposição e venda dos trabalhos cuja renda é revertida para instituições de São Francisco de Paula. O pacote Para duas diárias, com valores desde R$ 900 por pessoa, incluindo transporte, hospedagem, coquetel, 2 cafés da manhã, um almoço, 2 jantares e imersão fotográfica. Os profissionais Adolfo Gerchmann é fotojornalista e restaurateur. Trabalhou nas equipes de redação do jornal Correio do Povo, das revistas Manchete e Veja e nas redações das revistas Placar e Exame, da Editora Abril. Hoje, atua à frente do restaurante Orquestra de Panelas, em Porto Alegre, e desenvolve projetos pessoais na área de fotografia como livros, exposições e coberturas especiais. Dulce Helfer trabalhou 25 anos no jornal Zero Hora e hoje se dedica a trabalhos independentes. Obteve 23 prêmios na sua carreira profissional, três deles internacionais. Com foco em natureza, viagens e até cobertura policial, seu trabalho pode ser visto também em livros, capas de CDs e DVDs de vários artistas. Informações www.pousadadoengenho.com.br

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Parque do Vulcão Arenal - aventura, selva e águas termais na Costa Rica

20 de janeiro de 2012 0

O principal atrativo da Costa Rica é sua natureza exuberante, seja nas praias ou em seus muitos parques nacionais que cobrem 25% de seu território.   É como paraíso verde que a Costa Rica quer ser reconhecida e quando estávamos por lá os jornais divulgaram uma pesquisa (não sei qual a fonte!) que dizia que o país e seu slogan ” Pura Vida ” teria ganho o melhor brand mark das Américas em 2011, em marketing eles fizeram escola! Souberam se focar e estão colhendo os frutos. Os parques nacionais e áreas protegidas, que por percentual territorial são o maior do planeta, hospedam uma rica variedade de flora e fauna , que estima-se contem um 5% da biodiversidade do mundo em menos de 0,1% da terra firme do planeta, acreditem, isto é muito. A flora é exuberante e as imagens da fauna estampadas nos cartazes são lindas , mas nós não tivemos a sorte de ver muitos animais ao vivo. Sapo de olhos vermelhos – Wikipedia Colibris na janela Optamos pela hospedagem no Parque do Vulcão Arenal , em Alajuela ,  por ser dos mais conhecidos e perto da capital. Li em alguns blogs que uma opção seria ir e voltar no mesmo dia desde Tamarindo , acho que é a maior furada que alguém pode se meter por lá, serão umas 7 horas de carro se tudo correr bem! Mesmo de San José a viagem não dura menos de 3 horas por estradas cheias de curvas, o dramin fez falta. Vulcão Arenal da janela do Springs Arenal em erupção, até 2010- Wikipedia Nosso hotel The Springs Resort & Spa foi fantástico, rodeado por águas termais que chegavam a 39 graus , me fez sentir envolta numa atmosfera líquida, onde o ambiente conspira para te manter mergulhado todo o tempo. Além disto os quartos são imensos e todos tem uma vista inigualável do vulcão Arenal , que há um ano resolveu adormecer, manteve-se em atividade desde 1968 até 2010, percalços de viajantes! The Springs Resort & Spa – divulgação Café da manhã na sacada do quarto 317 no Springs Rio que circunda o Springs e tem fontes termais naturais Outro hotel muito legal é o Tabacón Resort  , tenho duas amigas que se hospedaram e gostaram muito. Também oferece águas termais e é um grande resort, o que é bem importante na região, senão fica-se a mercê do tempo e das atividades extra que nem sempre correspondem ao esperado. Para quem não está hospedado nestes resorts ainda existe a possibilidade de pagar uma diária de estadia para usar as piscinas, no Springs o valor era de U$ 40,00 por pessoa. Perdido Springs no Spring Resort & Spa Desde 1999 o turismo gera para a Costa Rica maiores receitas que a exportação de banana abacaxi e café juntos, historicamente os produtos tradicionais de exportação costarriquenhos. Os americanos são os maiores visitantes, diz-se que o país é o playgroud verde dos gringos. Nos parques estão a maioria das opções de turismo de aventura , incluindo rafting, rappel , observação de borboletas e pássaros e a invenção local , o canopy , uma espécie de arvorismo misturado com tirolesas monumentais sobre as copas das árvores. Escolhemos a Sky Adventures para o nosso debut no canopy , ficava próximo ao hotel e parecia a empresa mais bem estruturada. O valor da brincadeira foi de U$ 90,00 por pessoa com transporte incluído. O dia não foi dos melhores, amanheceu chovendo e com muita neblina, como em viagem não dá para deixar para amanhã, fomos assim mesmo. Foram 35 minutos de carro até o teleférico sky tram  que nos levou ao ponto mais alto da floresta de Monteverde, também chamado de Continental Device of waters (a montanha marca o local os as águas que vão para o Pacífico e o Atlântico se dividem). Deste ponto pode-se optar por voltar de teleférico para a base ou deslizar pelos quase 3km de cabos  de tirolesa que descem até a base com muita adrenalina, o tal   canopy . São descidas que chegam a 750 metros de distância a uma altura estonteante com uma vista linda para o Lago Arenal . Um astral e se não tivesse tão frio seria mais lindo ainda! Isto mesmo, um frio de quase 10 graus na Costa Rica e como a região chama-se Cloud Forest imagino que costuma ser sempre assim! Aqui vou me jogar… com este visual.. e assim chegar do outro lado! Antes de viajar conversávamos com Henrique Raizler do Mapa Mundi na rádio Bandeirantes e ele dizia que se decepcionou um pouco com o país pela falta de identidade cultural, principalmente se comparado com outros países da América Central . Tenho que concordar com ele e acrescentar que até me alegra um certo  estranhamento com a falta de infraestrutura, há um tempo atrás sempre sentia o Brasil devendo em organização para outros países , hoje quando volto para casa me sinto chegando ao primeiro mundo!  O futuro chegou.

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Um oásis no Atacama

19 de janeiro de 2012 0

O ATACAMA , o deserto mais seco do mundo, no norte do Chile, está na minha lista há muito tempo. Enquanto não chego lá, me contento com os relatos que pessoas como a minha amiga Vera, que fez recente viagem pelo deserto (quem sabe ela não manda alguma coisa para o blog!?), ou de outros que me mandam textos postados aqui, como a Gabi e do Luciano . Há pelo menos duas dezenas de hotéis em San Pedro de Atacama , ponto de partida para as excursões à região, e mais uns tantos hostels, campings e casas para alugar por temporada. Num lugar tão árido, chama a atenção o conforto que proporcionam locais de hospedagem como o Kunza Hotel & Spa , cujo material de divulgação recebi dias atrás. Fica a 10 minutos de caminhada da região central de San Pedro de Atacama , tem 60 apartamentos e uma área externa com espelho d’água, jacuzzis e jardins cercados por paredes e muros de pedra. E oferece guias para os passeios pelo deserto. Para saber mais: www.hotelkunza.cl

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Bento celebra a colheita da uva

13 de janeiro de 2012 0

Começa hoje o Bento em Vindima, tradicional evento em Bento Gonçalves que marca a época de colheita da uva na Serra Gaúcha. A abertura oficial da festa será às 18h na Lovara Vinhas e Vinhos. Além da cerimônia, está prevista colheita de uvas e também jantar no local. A programação é ampla e não inclui apenas colheita, degustação e shows. Uma das atrações que chama a atenção é o Ciclo de Cinema Bento em Vindima. Serão exibidos filmes com a temática do vinho em seis hotéis: Villa Valduga, Villa Michelon, Spa do Vinho, Dall’Onder Grande Hotel, Miolo e Farina Park. A promoção é da Bento Film Commission. Concursos de gastronomia e fotografia também fazem parte da programação. O evento vai até 11 de março. A promoção do Bento em Vindima é da Secretaria Municipal de Turismo (SEMTUR), com apoio de entidades e associações de turismo. Detalhes sobre hospedagem, transporte e a programação completa podem ser acessados  aqui . Fotos: divulgação Bento em Vindima Siga o Viaje Mais com Menos no Twitter:  @viajemaiscmenos

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Parque do Vulcão Arenal - aventura, selva e águas termais na Costa Rica

10 de janeiro de 2012 0

O principal atrativo da Costa Rica é sua natureza exuberante, seja nas praias ou em seus muitos parques nacionais que cobrem 25% de seu território.   É como paraíso verde que a Costa Rica quer ser reconhecida e quando estávamos por lá os jornais divulgaram uma pesquisa (não sei qual a fonte!) que dizia que o país e seu slogan ” Pura Vida ” teria ganho o melhor brand mark das Américas em 2011, em marketing eles fizeram escola! Souberam se focar e estão colhendo os frutos. Os parques nacionais e áreas protegidas, que por percentual territorial são o maior do planeta, hospedam uma rica variedade de flora e fauna , que estima-se contem um 5% da biodiversidade do mundo em menos de 0,1% da terra firme do planeta, acreditem, isto é muito. A flora é exuberante e as imagens da fauna estampadas nos cartazes são lindas , mas nós não tivemos a sorte de ver muitos animais ao vivo. Sapo de olhos vermelhos – Wikipedia Colibris na janela Optamos pela hospedagem no Parque do Vulcão Arenal , em Alajuela ,  por ser dos mais conhecidos e perto da capital. Li em alguns blogs que uma opção seria ir e voltar no mesmo dia desde Tamarindo , acho que é a maior furada que alguém pode se meter por lá, serão umas 7 horas de carro se tudo correr bem! Mesmo de San José a viagem não dura menos de 3 horas por estradas cheias de curvas, o dramin fez falta. Vulcão Arenal da janela do Springs Arenal em erupção, até 2010- Wikipedia Nosso hotel The Springs Resort & Spa foi fantástico, rodeado por águas termais que chegavam a 39 graus , me fez sentir envolta numa atmosfera líquida, onde o ambiente conspira para te manter mergulhado todo o tempo. Além disto os quartos são imensos e todos tem uma vista inigualável do vulcão Arenal , que há um ano resolveu adormecer, manteve-se em atividade desde 1968 até 2010, percalços de viajantes! The Springs Resort & Spa – divulgação Café da manhã na sacada do quarto 317 no Springs Rio que circunda o Springs e tem fontes termais naturais Outro hotel muito legal é o Tabacón Resort  , tenho duas amigas que se hospedaram e gostaram muito. Também oferece águas termais e é um grande resort, o que é bem importante na região, senão fica-se a mercê do tempo e das atividades extra que nem sempre correspondem ao esperado. Para quem não está hospedado nestes resorts ainda existe a possibilidade de pagar uma diária de estadia para usar as piscinas, no Springs o valor era de U$ 40,00 por pessoa. Perdido Springs no Spring Resort & Spa Desde 1999 o turismo gera para a Costa Rica maiores receitas que a exportação de banana abacaxi e café juntos, historicamente os produtos tradicionais de exportação costarriquenhos. Os americanos são os maiores visitantes, diz-se que o país é o playgroud verde dos gringos. Nos parques estão a maioria das opções de turismo de aventura , incluindo rafting, rappel , observação de borboletas e pássaros e a invenção local , o canopy , uma espécie de arvorismo misturado com tirolesas monumentais sobre as copas das árvores. Escolhemos a Sky Adventures para o nosso debut no canopy , ficava próximo ao hotel e parecia a empresa mais bem estruturada. O valor da brincadeira foi de U$ 90,00 por pessoa com transporte incluído. O dia não foi dos melhores, amanheceu chovendo e com muita neblina, como em viagem não dá para deixar para amanhã, fomos assim mesmo. Foram 35 minutos de carro até o teleférico sky tram  que nos levou ao ponto mais alto da floresta de Monteverde, também chamado de Continental Device of waters (a montanha marca o local os as águas que vão para o Pacífico e o Atlântico se dividem). Deste ponto pode-se optar por voltar de teleférico para a base ou deslizar pelos quase 3km de cabos  de tirolesa que descem até a base com muita adrenalina, o tal   canopy . São descidas que chegam a 750 metros de distância a uma altura estonteante com uma vista linda para o Lago Arenal . Um astral e se não tivesse tão frio seria mais lindo ainda! Isto mesmo, um frio de quase 10 graus na Costa Rica e como a região chama-se Cloud Forest imagino que costuma ser sempre assim! Aqui vou me jogar… com este visual.. e assim chegar do outro lado! Antes de viajar conversávamos com Henrique Raizler do Mapa Mundi na rádio Bandeirantes e ele dizia que se decepcionou um pouco com o país pela falta de identidade cultural, principalmente se comparado com outros países da América Central . Tenho que concordar com ele e acrescentar que até me alegra um certo  estranhamento com a falta de infraestrutura, há um tempo atrás sempre sentia o Brasil devendo em organização para outros países , hoje quando volto para casa me sinto chegando ao primeiro mundo!  O futuro chegou.

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Punta del Diablo, La Pedrera, Cabo Polônio -Praias alternativas do Uruguay

02 de janeiro de 2012 0

Tenho uns amigos de Bagé que há anos nos falavam destes lugares perdidos no Uruguay. Eles que vão pra lá há anos nos contam que no inicio não havia luz elétrica, muitas vezes nem água encanada, o lugar era pra lá de rústico. Quem já leu outros posts meus aqui sabe que tenho esse lado mais alternativo e que acalentava uma ida a Punta del Diablo há muito tempo.     No carnaval  deste ano,decidimos alugar uma casa, o que hoje é muito fácil, é só acessar o site do portal  http://www.portaldeldiablo.com.uy/modules/inicio/mainFrame.php  e ali eles tem várias opções de hospedagem, casas, pousadas, etc. Nossa casa era na frente da praia em Punta del Diablo, 3 quartos, luz, banho maravilhoso, enfim todo o conforto, e a vista…. indescritível!!       Víamos o sol nascer no mar todas as manhãs da nossa sacada, um espetáculo diário. Eu adorei Punta del Diablo, é uma praia jovem, não só de idade, pois vi gente de todas as idades, mas de espirito, se é que vocês me entendem. Quem vai pra lá não pode esperar grandes restaurantes, nem aqueles lounges de beira de praia luxuosos de Punta del Este , tudo é muito simples, os barcos de pescadores chegam a tardinha na praia trazendo muitos frutos do mar fresquinhos que comprávamos ali mesmo numa grande variedade: berberechos, polvo, lula, camarões, enfim fizemos banquetes dignos dos melhores restaurantes estrelados Michelin. É muito interessante o jeito de ser dos uruguaios, me parece que tudo lá é permitido, muito liberado, ao mesmo tempo eles são organizados e mesmo naquela prainha perdida agente encontra queijos maravilhosos, carne de churrasco deliciosa, sem falar nos produtos derivados do leite, manteiga, requeijão, e no doce de leite é claro!!!       Punta del Diablo tem tudo o que a gente precisa; mini mercados, livraria, restaurantes, pizzarias, bares, internet  tem até um shoppinzinho, O Paseo del Rivero, que é bem legal.     Como passamos os 4 dias de carnaval lá, sobrou tempo para explorarmos as praias da região, saimos em direção ao sul e fomos até Cabo Polônio , que é uma prainha pequena onde não tem luz elétrica, mas vários lugares tem geradores. O lugar é lindo demais e tem uma populaçõa fixa muito pequena de pescadores, artistas e funcionários do farol. Em Cabo Polônio tem 3 ilhas em frente a praia que servem de morada para os lobos marinhos,  La Encantada, la Rosa e el islote. Automóveis não chegam em Cabo Polônio (somente os moradores tem permissão) então a gente vai nuns caminhões adaptados e leva uns 30 minutos até o ponto final, a espera é rápida e no verão eles transportam as pessoas até as 21h ao custo de R$ 15 por pessoa. Esperando a condução para Cabo Polônio, que tem este nome devido a um galeão espanhol que afundou lá em 1735.       Muito artesanato, feirinhas, bares, uma gurizada bonita, ateliers de artistas, o lugar tem um astral bárbaro   Até que chegamos no farol, que dá frente para as ilhas com os lobos marinhos, olha o visual!!       Explorarmos toda a região e ficamos um bom tempo na praia, e acreditem a água do mar estava tépida! O que já sei é uma coisa muito rara aqui por estas bandas.  Hora de abrir os trabalhos! Que tal começar com uma Patricia bem gelada, guacamole, saladas e porções de lulas fritinhas???       Cabo Polônio foi uma experiência bárbara, o lugar é muuuito rústico, selvagem mesmo, minha impressão é de ter voltado no tempo e estar em Santa Catarina há uns 50 anos atrás, uma sensação de lugar ainda intocado, que é cada vez mais raro hoje em dia. De Cabo Polônio fomos conhecer La Pedrera que fica uns 50 km mais ao sul. É uma praia bonita e dizem que os argentinos endinheirados estão comprando tudo por lá. Entrando em La Pedrera.   Surfe em La Pedrera. Foram 4 dias de muito sol, praia, descontração, sem a menor preocupação em todas as esferas, só biquini, havaianas, canga, um moleton, pois a noite com o vento nordeste pode ficar bem fresquinho… ideal para saborear um vinho tinto chileno comprado ali no Chui. A praia que realmente marcou meu coração indelevelmente foi Punta del Diablo e espero poder voltar muitas outras vezes. Eu deixo voces com mais algumas fotos deste lugar mágico, junto com um pedido de desculpas a esta minha amiga bageense que me apresentou estes lugares legais, pois quebrei minha promessa de não divulgar e les aqui no blog. Mas eu sei que quem opta por ir a lugar assim, são pessoas que se preocupam em conservar o mundo, não poluir, não desperdiçar, então gente fica registrado nosso compromisso.     Lojinhas e mais lojinhas.           Reliquias Uruguaias. Restaurante Cero Stress.

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Bruschetteria em hostel de Porto Alegre

29 de dezembro de 2011 0

Credenciado à rede mundial de hospedagem Hostelling International, o PORTO ALEGRE Hostel Boutique, que funcionava desde início de dezembro, abriu na semana passada uma bruschetteria (um lugar especializado em bruschettas, a especialidade italiana). Com um total de 60 leitos , o novo hostel está instalado em um casarão da década de 40, no bairro Floresta, um dos mais antigos da cidade. A localização é estratégica, entre a Estação Rodoviária e o Aeroporto Salgado Filho, próximo ao Shopping Total. A brusqueteria funciona no salão do café da manhã, abrindo diariamente ao público das 17h às 24 h. Facilidades do hostel: Tem uma loja com produtos exclusivos, com a venda de artesanato e peças decorativas expostas Os 12 apartamentos dispõem de ar condicionado quente/frio Os apartamentos com até quatro camas tem banheiro privativo Há pias nos quartos que não tem banheiro Elevador para transporte de bagagens Oferece “cozinha e lavanderia do hóspede” equipada Sala de convivência, área de lazer e jardim interno O valor da diária inclui café da manhã e roupa de cama e banho Tem cofres com “segredo” na recepção Oferece possibilidade de passeios guiados gratuitos pela manhã pelo bairro floresta e à tarde pelo Centro Histórico de Porto Alegre Informações: www.hostel.tur.br Rua São Carlos, 545 (esquina Rua Gaspar Martins) Fone: (51) 3228-3802 Tarifas: R$ 35 a R$ 110

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Argentina e Vale do Loire em bicicleta

07 de dezembro de 2011 0

Dizem que quem aprende a andar de bicicleta nunca mais esquece. Sei, não. Dos tempos em que meu irmão mais novo e eu descíamos perigosamente lombas encascalhadas pra hoje, acho que não lembro mais de nada. O responsável por essa amnésia motora é o trânsito de Porto Alegre. Tentei me aventurar umas poucas vezes e quase morri de medo. Larguei. Mas confesso que morro de inveja de quem consegue usar bicicleta pra se locomover especialmente em férias. Adoraria fazer qualquer um desses roteiros propostos pela Bike Expedition : No Carnaval, Os caminhos do vinho – Mendoza – Roteiro criado para conhecer e degustar os vinhos dessa região argentina em suas próprias bodegas, percorrendo o caminho entre elas de bicicleta. Na primavera/verão europeu, Vale do Loire – Une a sofisticação dos grandes castelos à beleza das paisagens naturais percorridas. Os trechos são feitos por estradas tranqüilas, passando por pequenas cidades, com hospedagem em castelos (as visitas incluem cinco deles: Chambord, Amboise, Chenonceaux, Tours e Blois).

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Um concurso para esquiar no Colorado

23 de novembro de 2011 0

O Desafio American Airlines SkiClub, concurso cultural promovido na página da empresa no facebook www.facebook.com/aaskiclub , propõe que os participantes respondam à pergunta “O que você seria capaz de fazer para ganhar uma viagem para uma estação do AA SkiClub?”. Para participar basta acessar o site e preencher o formulário de inscrição. A resposta mais criativa enviada até 8 de dezembro de 2011 ganhará um pacote para esquiar em Vail, no Colorado, com direito a um acompanhante. O resultado será divulgado no dia 12 de dezembro, no facebook. O que os promotores prometem no pacote para o vencedor e seu acompanhante: passagem aérea ida e volta, traslado aeroporto/hotel/aeroporto, 5 noites de hospedagem e 4 dias de passe de esqui válidos nas estações de Vail, Beaver Creek, Keystone e Breckenridge. Todos os benefícios serão oferecidos ao participante premiado e ao seu acompanhante. Jack Affleck, divulgação

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O que Jorge Drexler viu em Cabo Polonio, no Uruguai

11 de novembro de 2011 0

Este post é uma colaboração do antigo síndico do blog, o jornalista e amigo Evandro de Assis. Nas últimas férias, ele foi conhecer Cabo Polonio, um cantinho ainda pouco explorado do Uruguai, a caminho da badalada Punta del Este. Mas vamos logo ao que interessa, porque o relato dele está saborosíssimo (e você logo vai entender o por quê do título deste post)! O farol de Drexler em Cabo Polônio, no Uruguai (Foto: Evandro de Assis) “Hoje em dia, as pessoas vêm conhecer o farol por causa da música de Jorge Drexler”, contou-me, em tom de lamento, o militar uruguaio responsável por receber os turistas no alto da torre à beira-mar. O rapaz não compreendia como, diabos, alguém procurava Cabo Polonio movido mais pela letra de uma canção do que pelo cenário lunar de um dos mais belos territórios do Uruguai . A queixa tem algum fundamento. Em 12 segundos de oscuridad ( ouça a música aqui ), Drexler descreve introspectivamente o giro do farol a guiar os navios que contornam o cabo (a volta completa leva exatos 12 segundos). A letra fez de Polonio um lugar famoso, mas não deu dimensão da paisagem que lá se encontra e merece ser visitada. Cabo Polonio fica bem no meio do Litoral uruguaio. Pode-se chegar por terra a partir da fronteira com o Brasil, no Chuí (RS), ou desde Montevidéu, em estradas retas e muito seguras. Há um porém: um conjunto de dunas separa a rodovia mais próxima do paraíso. É preciso deixar o carro sob árvores de um terreno à beira da estrada e pegar o jipe coletivo até a vila (pergunte os horários ao hotel). A dificuldade de acesso, entretanto, proporciona sensação de exclusividade ao visitante que depara com as casinhas incrustadas na areia do cabo. No verão, as limitadas opções de hospedagem ficam cheias, reservar uma cama é indispensável. No inverno, quando visitei Polonio , há pouca gente circulando pelas ruazinhas. Dá para conhecer o cabo inteiro em um dia, mas o ideal é chegar na tarde anterior e pernoitar. A experiência de acordar cedinho com o barulho das ondas paga o preço da hospedagem. As hospedagens no meio das dunas em Cabo Polonio, no Uruguai (Foto: Evandro de Assis) Barriga cheia Tomo a liberdade de recomendar um albergue (R$ 35 a R$ 60) que contribuiu muito para meu encantamento com esse cantinho de mundo. No Cabo Polonio Hostel , um casebre para os padrões de estrutura hoteleira dos balneários catarinenses, mas um palácio de cordialidade, te conquistam pelo estômago. O staff tem um chef de cozinha, responsável por pescar, preparar e servir peixes fresquinhos. O cara também manja de doces (a especialidade é a panqueca de doce de leite feita no fogão a lenha). Só não espere conforto. O chuveiro é gelado e a pouca energia vem do sol. No café, a mesa é servida com bolo de chocolate, pão, geleias e frutas, banquete temperado com deliciosa simplicidade. Com a barriga cheia, o negócio é caminhar pela areia e fotografar. Em direção ao farol, pela areia, avista-se imensa colônia de lobos marinhos numa ilhota próxima. O barulho dos milhares de bichos se mistura ao ruído das ondas. Os lobos marinhos uruguaios de Cabo Polonio (Foto: Evandro de Assis) Farol e dunas O farol em si é visita obrigatória, mesmo para quem nunca ouviu falar de Jorge Drexler. Sobe-se por uma escadinha apertada, e os mais sedentários preicsam interromper a escalada algumas vezes para respirar. Lá em cima, o simpático militar explica como funciona o aparelho de orientação aos navegantes. Visto que no inverno há poucos turistas, pode-se ficar lá em cima à vontade, sem pressa, curtindo o visual 360 graus com o vento no rosto. Só não esqueça de se agasalhar bem, o vento é de gelar o nariz. De volta à vila, entre no mercadinho de frutas que fica próximo à pracinha. Há objetos antigos e um ar de velho oeste dentro do estabelecimento. Depois circule entre as casinhas, uma mais curiosa que a outra, em direção às dunas que ficam do lado oposto ao farol. Lá de cima tem-se outra vista sensacional, agora com o farol ao fundo. Para almoçar, as próprias hospedagens costumam abrigar restaurantes. Em geral, servem pescado e comida caseira. Aproveite. Valizas Nas temporadas mais quentes, uma boa pedida é chegar a Cabo Polonio caminhando pela praia desde Valizas, onde há campings e maior movimento de veranistas. São cerca de oito quilômetros pela areia. Quem se habilita? A aventura tem suas recompensas em Cabo Polonio, no Uruguai (Foto: Evandro de Assis)

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MISSÕES JESUÍTICAS “DE AQUI Y DE ALLÁ”

24 de outubro de 2011 0

A catedral de qualquer redução era a parte mais importante do conjunto. Era construída de pedra e, em geral, pintada de branco (o que, para mim, foi novidade, pois eu nunca havia lido essa referência). Hoje, o que predomina é o marrom avermelhado das pedras (que, com sol, rende ótimas fotos). Em frente a ela, um grande pátio era o lugar dos eventos. Ao redor, ficavam as residências do clero, as casas dos caciques, as oficinas, as salas de aula, a horta e o cemitério. Em São Miguel Arcanjo, há ainda um museu, projetado por Lúcio Costa (que desenhou o Plano Piloto de Brasília), que tem estátuas de santos feitas pelos guaranis para ornamentar a catedral. É interessante como alguns santos ganharam feições não-européias, com nariz mais achatado e lábios mais grossos. Os jesuítas conheciam bem as formas de agradar. Interessantes, também, as virgens negras ou os anjos negros, cujas feições se espalharam em todo o domínio jesuítico, ou seja, em toda a América Latina, e com a mesma historinha no México, América Central e até a Patagônia, sempre com duas ou três ingênuas crianças; as rosas ou as frutas que eram levadas se transformavam em esculturas de diferentes virgens, mas com a cor dos nativos. Quem sabe a visão dos anjos escuros tenha estimulado a criatividade do poeta mexicano Eloy Blanco? Lembram? “Aúnque la virgen sea blanca, pintale angelitos negros que también se van al cielo todos los negritos buenos.” Aqui, na nossa redução, é possível entrar em contato com os descendentes dos índios. São cerca de 200 integrantes, que ainda vivem em aldeias e sobrevivem do artesanato que vendem e dos parcos favores estatais. O principal atrativo de São Miguel das Missões é o conjunto arqueológico – um dia por aí é suficiente, pousando em uma das duas opções de hospedagem disponíveis. As hospedagens são boas, ambas. Salvo a parte da catedral, a visita ao sítio só tem sentido se você é um expert , um estudioso. De outra forma, não passam de pedras alinhadas ou amontoadas ao nível do solo. Muitas das reduções jesuíticas fundadas na parte brasileira foram abandonadas e reconstruídas em território argentino. Os habitantes fugiam dos bandeirantes, que ­– conta a história –  atacavam constantemente as cidades. Por isso, peças importantes da sua viagem serão vistas do lado dos hermanos , em Posadas, no distrito de Misiones. A foto é uma duplicação de um original de Fernando Cavalcanti.

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