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Posts na categoria "Japão"

Nova modalidade de Bistros em Paris - Los Bistronomiques

11 de abril de 2012 0

  Os bistros parisienses em geral são uma festa mesmo para os paladares mais exigentes, o desafio consiste em acertar um que esteja a altura das nossas expectativas com um preço que não seja de acabar com os maiores apetites. Pois agora existe uma nova categoria de bistros que oferecem um menu a menos de 40 euros por pessoa, onde você pode desfrutar de uma refeição memorável. Estamos falando dos Bistronomiques, uma categoria de restaurantes pequenos, que fazem todo o possível para que os clientes comam bem em Paris por menos de 40 euros. Os novos bistros são dirijidos por algum chef afastado da tradicional cuisine bourgeoise ou culinária burguesa. Utilizam cortes de carne mais em conta, frutas e verduras da estação. Fica no meio do caminho entre o bistro clássico e do restaurante, é um fenômeno que vem sacudindo a cidade e mobilizando os apreciadores da boa mesa francesa. Aqui alguns deles: Le Chateaubriand – Foto de COCO , Phaidon Chef basco Iñaki Aizpitarte – Segue cozinhando no seu antigo bistro bobo ( em francês as iniciais de boêmio e burguês) situado no hoje incensado 11 arondissenment. Quando Aizpitarte deixa fluir sua imaginação cria maravilhas como molhos de abacate, espumas aromáticas. Os ingredientes podem chagar de diversos lugares como Japão, Marrocos ou Espanha, mas conserva muitas técnicas da clássicas francesas. Le Chateaubriand – 129, Rue Parmentier tel + 33 1 43 57 45 95 L´Epi Dupin – Chef François Pasteau, um dos pioneiros do conceito bistronomiques , com um menu eclético que varia de acordo com a estação. Sua filosofia é manter os preços em torno de 34 euros o que represente um desafio constante à sua criatividade. Destaque para o Risoto de Mascarpone e laranja, vieiras fritas e seu jogo entre sabores doces e citricos. 11, Rue Dupin, tel + 33 1 42 22 64 56 Le Bistrot Paul Bert –  A rua Paul Bert é  atualmente uma das ruas mais comentadas entre os amantes da culinária, pois ali se encontram vários boas opcões de restaurante, ainda que o Bistrot Paul Bert seja o melhor de todos. Situado em um antigo açougue nos anos setenta tem um estilo retro, a apresentação dos pratos muito simples, o leitão cozido a fogo lento com damascos, ameixas e amendoas até que a carne esteja macia como manteiga. O menu de almoço com 3 pratos por 18 euros e a noite por 34 euros. 18, Rue de Paul Bert tel + 33 1 43 72 24 01 Spring –    Chef Daniel Rose do Spring ( foto Paris by mounth) Chef Daniel Rose – Poucas vezes se escreveu tanto sobre um lugar tão pequeno, o Spring tem capacidade para tão somente 16 pessoas, mas este pequeno bristro merece cada palavra que foi dita sobre ele. Com receitas leves, vivazes e elegantemente apresentadas,  com preços de 39 euros, são um verdadeiro achado. Rose compra os ingredientes que utiliza em um mercado local, muito frescos e impecavelmente criativos. Seu generoso menu de 4 pratos, muda constantemente de acordo com a estação. 28, Rue de la Tour d´Auvergne, tel + 33 1 45 96 05 72 Se você gostou deste post e curte dicas de viagem, arte, restaurantes e afins, curta a nossa página Viajando com Arte no Facebook:   https://www.facebook.com/pages/Viajando-com-Arte/121374657937187    

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Nova modalidade de Bistros em Paris – Los Bistronomiques

Coreia do Norte... um pouco mais

05 de abril de 2012 0

É difícil opinar. Os próprios analistas reconhecem que também a família do atual líder é muito pouco conhecida. Sabe-se é que teve um tutor japonês, importado pelo pai (morto no final de 2011) para preparar sushis e outras comidas japonesas que ele gostava (US$ 5000 por mês, uma fortuna na pobre e faminta Coreia do Norte) e que este tutor escreveu quatro livros sobre a vida na Coreia do Norte. E, basicamente, é só o que se sabe. A própria estada na Suíça é muito pouco noticiada. Sua mãe é outra história não muito clara. Coreana, nascida no Japão, atraiu o então soberano quando dançava na escola de arte de Pyongyang. Atraiu os olhares do grande líder e se tornou um ultra secreto casal, convertendo-se, depois, em  sua consorte – o que também é uma certa ironia, pois os japoneses, devido a conflitos anteriores, são demonizados na Coréia do Norte. O fato de o atual grande líder ter estudado na Europa e ter convivido com a cultura europeia é a razão da esperança de melhor convivência. Mas convém lembrar que os filhos do Kadafi também estudaram no Velho Continente… e o resultado é o que se sabe. É isso mesmo, o assunto preocupa a todos e ao Japão mais ainda, pois é o vizinho mais. É que aquele país vive às turras com seus vizinhos (menos com a China, pois são comunistas mas não bobos), e sabe-se que tem foguetes de longo alcance já testados e – segundo a “inteligência” ocidental – possui material para fazer de 8 a 12 bombas nucleares. Hoje, quem comanda esse coquetel com elementos tão explosivos como repressão, autocracia, isolamento e pobreza é um jovem desconhecido que estudou alemão e inglês na Suíça, fã de esportes – basquete principalmente – e que tem menos da metade da idade de todos os outros membros do poder. Como disse a imprensa mundial quando assumiu, há nele muita esperança , até por uma certa semelhança com a história de outros asiáticos, como a do homem que reergueu a China: Deng Xiaoping, que morou na França na mesma época que Chu En-Lai, bem como o fez também o vietnamita Ho Chi Minh, que foi confeiteiro na Cidade Luz. Três ou quatro meses após a sua posse, já há sinais de um acordo com o Ocidente. Só o Ocidente pode saciar a fome do seu país. Como? Para um primeiro contato, o ditadorzinho pediu 800.000 toneladas de alimentos como ajuda alimentar. Ao que se diz (e foi publicado), teria aceitado 240.000. É bom lembrar que, na década de 80, morreram de fome quase dois milhões de habitantes, em uma população, hoje, de 23 milhões. Imaginem o que deve ter sido no passado, quando eram menos de 19 milhões – e isso representava mais ou menos 10% da população. É assustador, e não creio que alguém que passou seis anos no meio de uma população equilibrada e solidária como a dos suíços se proponha a repetir a tragédia.

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Coreia do Norte… um pouco mais

Coreia do Norte: o vizinho incômodo

04 de abril de 2012 0

Volto ao assunto Coreia , que me interessa bastante. Quem sabe se deva às grandes temporadas que passei por lá, no sudeste asiático (de uma só vez, oito meses).  É um ponto de ebulição mundial, principalmente em parte da Ásia – e mais ainda no Japão. O assunto da morte de um ditador como Kim Jong-Il até deveria ser comemorado – de todos, menos a dos irmãos Castro, lógico, pois eles não são totalitários, mas, simplesmente, comandantes de uma dinastia comunista. Podem ser comunistas dinásticos? Claro que podem. Mesmo que infrinjam todos os direitos dos seres livres, desde o direito de ir e vir, até a censura da imprensa… e que recebam auxílio de todos os que participam do mesmo ideal. E, com a morte do Kim Jong-Il, surge um jovem com formação europeia, que tem menos da metade da idade da cúpula que o acompanha no poder, e uma bomba atômica no bolso do colete. Preocupa todos os seus vizinhos e todo o mundo – e, também, a mim, mesmo depois que um FACEiro até me escreveu: “Flavio, continue falando sobre Paris; as bombas coreanas nunca chegarão aqui…” Ele tem razão. Falar sobre Paris é bem mais fácil e glamuroso, e eu já escrevi bastante (mas nunca sobre a Torre Eiffel, sobre o Louvre, sobre o Chateau de Versailles, etc.). Não é por não gostar. É para não ser redundante. Fala-se sobre eles desde que foram construídos – e com razão. Mas o Viajando por Viajar é um blog/Face, basicamente, de viagens e, como eu disse, não quero ser redundante. Na verdade, o que eu gosto da cidade não são os seus expoentes, mas é andar pelas ruas Alguns mais interessados no que podem ser dois estopins já acesos (Irã e Coréia) perguntaram também por que parei. Ora! O problema – meu e dos meus colegas de mídias paralelas – é que muitos nos lêem , mas poucos enviam opiniões sobre assuntos como este. Portanto, como saber se estamos no rumo certo? E nós queremos ser lidos – por vaidade, por um narcisismo literário (desculpem, exagerei), só por narcisismo, sei lá, ou até por ajudar muitos a entenderem que o mundo não é todo igual e que nós não somos a bolacha mais recheada do pacote , como alardeiam. Sinto muito, mas não somos. É só comparar o nosso PIB com os outros. Voltando… Nas mídias sociais, é muito fácil. Você aperta uma tecla (“curti” isso), mas nós aqui, do Puxadinho, não conseguimos identificar se você gostou muito ou pouco, se quer saber um pouco mais ou se encheu o saco com esse assunto que não tem nada a ver conosco. E, no caso positivo, mesmo que se saiba um pouco mais, seria pretensão falar de um país tão pouco conhecido, a 22.000 km da minha cadeira na Lomba do Asseio. Caso interesse, vou tratar de ler e interpretar umas opiniões que saem na mídia internacional, pois, com o que conheço, seria impossível escrever mais de uma postagem.

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Uma Casa Rica à beira da estrada

16 de fevereiro de 2012 0

Não foi por acaso que fui parar na Casa Rica , um restaurante à margem da RS-129, em ENCANTADO , no Vale do Taquari. Meu irmão e minha cunhada já sabiam do lugar e resolvemos, após uma visita no final da tarde, fazer uma comemoração familiar lá. Aliás, ter estado primeiro no final da tarde foi definitivo para a escolha. Acompanhar o pôr do sol do alto da pequena torre da construção, vendo a curva do Rio Taquari num dia tranquilo, nos deu vontade de voltar. Fiquei com um certo receio de que a comida servida ali não estivesse à altura da paisagem, e o encanto se quebrasse. Mas, em poucas horas, pude comprovar que estavam bem casados o cardápio e a vista. Não é uma comida sofisticada. Nesse dia, era um rodízio (coisa da qual, eu confesso, costumo fugir) de galeto e massa: entrada com polenta brustolada e queijo na chapa, uma salada mista com folhas bem frescas, galeto bem assado e bem temperado (o mesmo com a carne de porco) e massas (ao pesto, aos quatro queijos e à moda da casa). Ainda fomos atendidos com simpatia pelos garçons e pelo chef  Jedson Luis Calvi (um dos dois sócios, formado pelo Icif, de Flores da Cunha, e que trabalhou em restaurantes no Japão e nos EUA). A noite estrelada e fresca no verão escaldante, a mesa na varanda e um bom vinho fizeram o resto. Valeu pela vista e por tudo. Bom para ir no final de semana. Onde fica RS-129, km 81, Barra do Guaporé, Encantado (51) 8156-0538 Funciona às quartas, quintas e sextas, a la carte, e aos sábados e domingos como galeteria www.casaricaristorante.com.br

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Gastronomia asiática

14 de fevereiro de 2012 0

Devido à proximidade, a Austrália tem milhares de moradores vindos de países da Ásia, como China, Coréia do Sul, Japão e Tailândia. É fácil identificá-los nas ruas, mas difícil distingui-los devido às características parecidas: olhos puxados e cabelos escuros e lisos. Muitos brasileiros chamam qualquer oriental de “chinês” ou “japa”, uma contração de japonês. Obviamente, eles detestam serem jogados no mesmo saco, já que têm culturas diferentes, hábitos, língua e gastronomia. Em Melbourne, assim como em Sydney, há diversos restaurantes especializados em comida asiática. Estava lendo há pouco sobre o ChinaTown, que fica no centro da cidade, e vi que lá tem quase 30 restaurantes, especializados em comida chinesa, japonesa, coreana, indiana, malasiana ou tailandesa. Quero provar todas! Quem também quiser, a dica é a seguinte: no Brasil, as casas que servem comida asiática costumam diminuir a quantidade de pimenta dos pratos porque, em geral, o povo não está acostumado. Mas, originalmente, vai muita pimenta, principalmente na gastronomia tailandesa e chinesa. Na Austrália, quem não gosta de pratos fortes, peça menos pimenta. Ontem fomos convidados pelos queridos Mike e Claire para nosso primeiro Asian Dinner em Melbourne. O Mike é gaúcho, mora há três anos aqui e é chef. É casado com a Claire, que é chinesa e também adora gastronomia. Fomos num restaurante Thai (foto) e experimentamos quatro diferentes pratos – um melhor do que outro. Aquelas ‘tigelas’ brancas na foto são coco, onde eles servem sopas com o ingrediente e alguma carne. Os outros dois pratos são carne com vegetais e pimenta. Todos deliciosos.

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O Reino da Coreia do Norte

27 de dezembro de 2011 0

Esta nem Lênin poderia imaginar: uma monarquia-comunista. Morre o soberano e um reizinho, com menos de 30 aninhos, assume o poder (já com foguetes e bombas atômicas na mão). O primogênito foi deserdado porque falsificou um passaporte para ir visitar a Disneylândia japonesa . Pobre Lênin. Eu fico até com pena do Sr. Vladimir Illitch Ulianov. Jamais poderia imaginar que a sua bem intencionada luta chegasse a isto: lá, um primogênito, fã do Mickey e, aqui, uma Manuela querendo ser prefeita. O que é que algum deles administrou? Nada. “ Rei morto, viva o rei ” não creio que seja uma frase do ideário vermelho, mas, para que isto se tornasse realidade, foi Kim Jong-un repentinamente promovido a general de 4 estrelas (sem ter servido um só dia num quartel). Ele é o retrato idêntico de seu avô, Kim Il-sung, corte de cabelo à La Chico César, mesmo uniforme, mesma corpulência. A primeira dinastia comunista da história declina-se da seguinte maneira: o avô, Kim Il-sung, morreu em 1994 e foi substituído pelo filho, Kim Jong-il, que morreu e já havia transmitido o cetro ao filho, o jovem Kim Jong-un, o qual acedeu ao poder. Por uma bizarra coincidência, a morte de Kim Jong-il ocorreu alguns dias depois de um acordo que suspende as atividades de enriquecimento de urânio. Por que motivo? Porque a situação alimentar do país é terrível. As pessoas morrem de fome . Pyongyang concordou com a suspensão das atividades de seus reatores nucleares em troca de uma ajuda alimentar americana. E não é a primeira vez. O lugar é estratégico, os vizinhos são poderosos e trabalhadores – China, Japão e Coreia do Sul – e preferem evitar conflitos; conflitos custam caro e diminuem a produção . Entre as duas Coreias, no paralelo 38, uma faixa desmilitarizada divide sul e norte. Repete-se, ali, o Muro de Berlim: mesmo povo (ou etnia, se quiserem), mesmo idioma , mesma religião, mesma geografia, mesmo clima, mesma dedicação ao trabalho. Um lado segue o ideário marxista; o outro, a economia de mercado. Resultado: o sul muito rico e o norte na merda . Os do norte já tiveram, no passado, a companhia de metade do mundo em suas idéias e atitudes. Hoje, limitam-se a Cuba, Coreia do Norte e as universidades brasileiras. Não é, Manuela? Nota: A caricatura é de Leo Martins, publicada no jornal O Estado de São Paulo de 20-12-2011, p. A2.

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Cristãos ou não, todos curtem o Natal

23 de dezembro de 2011 0

O Natal extrapolou a religião e hoje se tornou moda em quase todos os países. No Japão, Tailândia, Malásia, etc. – ou seja, países não cristãos – o comemoram. Sabem quem também gostava do Natal? Charles Darwin – não só ateu convicto, mas o homem que, com a sua teoria da evolução das espécies , criou a mais bem-sucedida das contestações ao criacionismo. Pois bem, ele gostava do Natal. Darwin sustentou que os seres vivos não foram criados ao mesmo tempo e afirmou ser a seleção natural o principal fator da evolução. Sua convicção provocou uma onda de indignação na Inglaterra vitoriana e entre cristãos e judeus, para os quais foi Deus quem fez a Terra e o céu, a luz e as trevas, a água e o fogo, os animais e as plantas. A morte da filha Anne, em 1851, contribuiu para isso, apagou definitivamente a fé em um Deus generoso e protetor. Acreditando não existir ninguém no céu para ouvir suas súplicas, tornou-se mais descrente ainda, mas seguiu apreciando a mais cristã das receitas: o bolo de frutas . Quem os preparava era Emma, sua mulher, que além da apetitosa comida, lhe deu 10 filhos. Pois bem, repito: ele gostava do Natal, e não só, mas gostava também dos panetones, mesmo que eles recebessem nomes diferentes: panetone , panforte , pandoro , stollen , bolo natalino, christmas pudding , pan d’épices , etc. À mesa, Darwin não renegava a tradição. Emma tinha empregadas e não precisaria cozinhar, mas era algo que adorava – tanto que deixou um livro de receitas, 55 das quais estão no livro Mrs. Charles Darwin Book (Glitterati Incorporated, Nova York, 2008). As receitas trazem não só instruções de preparo como anotações pessoais sobre a vida doméstica da autora. Há receitas de croquete de peixe, rissole de batata, creme com queijo e mostarda e vários doces, entre os quais o pudim de maçãs assadas dos ingleses e o bolo de frutas, predileto de Darwin. Emma aperfeiçoou o bolo ao longo do tempo. A massa deveria ficar consistente para não se desmanchar quando o naturalista colocasse o bolo no farnel levado ao trabalho longe de casa. Não sei quando o livro chegará ao Brasil. Não que precise, mas seria bom saber o que os ricos da Inglaterra comiam – mesmo cientistas.

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E agora, colegas Jurássicos?

23 de novembro de 2011 0

A ideia era de um petroglifo (que é o que os jurássicos mandam como e-mail), era mandar só para os do “clube”, mas, pensando bem, a frustração com os nossos pilotos é coletiva e atinge a todos os que gostavam de ver a nossa bandeira dando a volta nas pistas e o Galvão Bueno aos berros. Reconheço os avanços técnicos, mas a Fórmula 1 está cada vez mais chata e previsível. Assisti-la é mais um hábito que um prazer. E Fórmula 1 na Índia, Oriente Médio, Turquia sofre também a falta do glamour … (contestações são bem-vindas). E agora, Giordani e colegas Jurássicos, o campeonato em uns dias acaba… oficialmente. Para nós, já tinha acabado há tempo. Após a terceira prova, já não tínhamos dúvidas de que os carros do Adrian Newly seriam imbatíveis. A “ minha ”, a nossa, Ferrari fez o que podia. Digo “nossa” porque, estatisticamente, de cada cinco aficcionados, quatro são ferraristas. E no ano que vem? Provavelmente, torcerei para o Shumi, que é um jurássico na Fórmula 1. Não deu, mas que bela temporada manter-se no pelotão intermediário aos 42 anos e mais de 300 milhões na conta. Com um carro de poucas virtudes, ao que parece, pois, numa, o vimos com um piloto de ponta no cockpit . Fez o que podia. E o nosso piloto? Eu sempre brinco que alguém nascido em Botucatu não pode ser campeão, não condiz com o título. Já pensaram nas entrevistas? “Where are you from? Botucatu. Botu o quê?” E o pior é que a gozação está se confirmando. Ele tem um contrato para o ano que vem, mas até quando a Ferrari manterá alguém sem um podium na temporada inteira? (Por favor, confiram, posso estar errado. Memória de elefante, hoje, é para quem sabe acessar o tio Google.) Veloz, sem dúvida, ele é, com várias poles . Mas não consegue finalizar. Quase campeão em 2008, e nada mais aconteceu. Além de torcer por ele, como todos nós, tenho outro motivo: ele foi colega da filha do Jorge Lettry, na faculdade (ou no mestrado) de veterinária, e ela sempre fala dele com carinho. Na época, ele corria ainda de Kart, mas já ensaiava sua participação em carros. Depois, ele seguiu para a Europa e ela foi fazer mestrado no Japão, em japonês, na ilha de Hocaido – não só isso, mas ali faz 40° negativos no inverno. Vou torcer para ele também, para que se saia bem em Interlagos – a sua pista no seu país e com a nossa bandeira… mas sem muita convicção.

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Te segura, ministro...

18 de novembro de 2011 0

Não me passa pela cabeça o que pensa um político – ainda mais ministro, e na capital, Brasília. Portanto, não deveria fazer conjecturas. Mas o nosso, já no telhado, perdeu uma grande oportunidade de “pedir as contas” no dia onze de onze de 2011 . poderia alegar algo esotérico – não íamos acreditar, mas até aí… forças do além, energia negativa; já acreditamos em forças ocultas em outra ocasião. E ele, do alto de sua autoestima, e com um ego do seu tamanho, se irmanaria a outros grandes acontecimentos. Afinal, em um triplo 11, nada pode ser por coincidência, mas tudo um sombrio desejo das trevas. Foram num dia 11: – o terremoto/tsunami no Japão (11/03); – o atentado em Madrid (11/03); – a catástrofe da região serrana do Rio de Janeiro  (11/01); – os atentados às torres gêmeas (11/09). Alguns, fingindo não acreditar na “maldição do 11”, devem ter passado a sexta-feira do dia 11/11 comemorando o ano novo da Era de Aquário, com especial atenção para o horário as 11h 11min, na hora de Greenwich, a legítima. Ainda bem que não acreditamos em bruxas…

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Te segura, ministro…

Um café em Curitiba

10 de novembro de 2011 0

Como tenho família por lá, CURITIBA volta e meia aparece por aqui. Desta vez foi minha sobrinha Camila quem mandou essa dica de um café que ela conheceu há pouco e adorou. Ela sabia que eu também gostaria, então enviou essa contribuição, com texto e fotos. Quem conta é a própria: “Recentemente, estive num café que considerei digno de uma postagem neste blog, já que traz um diferencial: a gentileza oriental, além de doces maravilhosos. Pois bem, quem estiver de passagem por Curitiba pode se deliciar com os “fofinhos” bolos chiffon, macios e saborosos, pois depois de assados ficam por cerca de quatro horas de ponta cabeça (observação minha, não da Camila: quando vi a foto, achei que fosse um abajour! E fecha parênteses) . Logo na chegada, a garçonete traz os cardápios acompanhados de uma bandeja com água aromatizada, um pano úmido para higienizar as mãos e um tsuru, origami que simboliza a saúde e a fortuna. Já fico impressionada com os mimos na entrada. A riqueza dos detalhes segue por todo o atendimento: um simples copo de suco de uva e outro de abacaxi enfeitam a mesa, os talheres são empacotados em guardanapos e decorados com fitas nas cores do ambiente. Tudo acompanhado de um toque oriental, ainda que os comes e bebes possam ser encontrados em qualquer outro café na região. Mas ali é diferente: tanta cordialidade faz com que o desejo de voltar logo seja constante. A proprietária, uma jovem senhora que morou 20 anos no Japão, sempre muito atenciosa, me impressiona mais uma vez. Sem pedir, traz uma fatia da especialidade da casa para que eu provasse, o bolo chiffon, sabor gengibre, acompanhado de creme anglaise e calda de flor de hibisco. Uma verdadeira delícia! O Chiffon Café funciona de segunda a sexta, das 11h45min às 19h, e aos sábados, das 14h às 19h. O café colonial é servido apenas com reserva. Informações pelo email contato@chiffoncake.com.br ou pelo telefone (41) 3362-7715.”

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Os coreanos estão chegando.

18 de outubro de 2011 0

Li com surpresa porque a razão do encontro não é industrial, mas ensino . Isto me causou admiração. É que estive na Coréia do Sul há algum tempo. Sozinho. Tomei um ferry perto de Hiroshima, no Japão. Eu ia por terra – por água, no caso – em direção a Hong Kong.  Resolvi ir por conta, não encontrei parceiros entre os free wills , que era como se chamavam os viajantes on the road , para usar o termo do Kerouac. Andei pelo país, então chamado de “ país das manhãs tranquilas ”. E era mesmo. Suas cidades pareciam vilas. Enchi o saco em 7 ou 8 dias. Nesses dias, não me comuniquei com ninguém. Ninguém falava nenhum idioma conhecido no ocidente, mas posteriormente li que o seu interesse era a educação e o ensino . Hoje eles estão aí justamente nos auxiliando em ensino . Além disso, estão entupindo o mercado brasileiro com os seus produtos (eu tenho um automóvel que veio de lá e estou contente), e agora se preparam para investir e fabricar elevadores, aparelhos de ar condicionado, e, claro, automóveis, aqui nas nossas barbas. Bem-vindos! Mas o estudo não parou. O seu sucesso não fez com que diminuísse o seu interesse por educação e ensino. Leio agora (Revista Time, outubro, 3): os coreanos instituíram um tipo de patrulha noturna que visita lugares onde os jovens se reúnem para estudar, para que eles não continuem a estudar depois das 10h da noite . Para eles, na Coréia – do Sul, claro – o estudo é considerado quase uma dependência, quase uma addiction , a ponto de o governo resolver pedir-lhes que parem. Mas diz um dos líderes de uma dessas brigadas: “não os proibimos, só pedimos que não estudem tanto, e, quando os visitamos ou surpreendemos, ainda lhes damos 15 minutos para que encerrem o que estão fazendo”. Chega? Ou preciso dizer algo mais? Se quiser conferir, a página da Revista é a 39.

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As mais bonitas estações de trem (1)

01 de setembro de 2011 0

Não sei como é possível ter nostalgia de algo que praticamente nem se conheceu, mas eu tenho. Nostalgia de andar de trem, por exemplo. Minha mãe sempre contava que me levou para uma viagem de trem pelo Rio Grande do Sul quando tinha menos de um ano. De tanto ela me contar, eu acho que lembro da viagem, imagina. Só voltaria a viajar de trem pelo Estado já jornalista formada, no final de 1991, e não havia naquele trajeto nenhum glamour. Era para fazer a que seria a última viagem no trem de passageiros entre Porto Alegre e Uruguaiana (depois fariam ainda uma derradeira, e a minha reportagem virou a penúltima viagem de trem!!!). Foram 23 horas de muitos sacolejos e desconfortos, mas ainda assim havia uma magia. Tenho inúmeras histórias para contar sobre viagens de trem pelos Estados Unidos e Europa. Acontece tanta coisa. Mas isso é motivo pra outros posts. Tanto quanto a viagem, adoro as estações de trem (minhas preferidas são as de Washington, a Gare du Nord, em Paris, a de Milão – linda, mas assustadoramente mal frequentada da última vez que fui -, a Grand Central, de Nova York…). Fico encantada como podem ser bonitas e bem cuidadas, com áreas de serviço e lazer, lojas de qualidade, limpas, agradáveis. No quesito beleza, a revista Travel&Leisure, especializada em turismo, elenca as 14 mais bonitas do mundo , a saber: 1 – St. Pancras (Londres) 2 – CFM Railway Station, em Maputo (Moçambique) 3 – Sirkeci Station, em Istambul 4 – Southern Cross Station, em Melbourne (Austrália) 5 – Kanazawa Station, Kanazawa (Japão) 6 – Atocha, Madri 7 – Union Station, em Los Angeles 8 – Antwerp Central Station, na Bélgica 9 – Chhatrapati Shivaji Terminus, em Mumbai (Índia) 10 – São Bento, Porto,Portugal 11 – Union Station, em Washington 12 – Gare du Nord, Paris 13 – Kuala Lumpur Railway Station, na Malásia 14 – Grand Central Terminal, Nova York

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Bueiros

22 de agosto de 2011 0

Tenho escrito sobre os bueiros do Rio. Não por entender do assunto, mas por pura perplexidade. Aceito explosões de bombas, granadas, Liquinhos, de raiva, de ódio, e até de saco, quando algum chato fica insistindo em alguma tese. Mas bueiros não! Sinto muito. Sei até do processo da formação de gases mais pesados que o ar, etc., mas como publicam os jornais do Rio – que há centenas esperando o próximo BUUUUUUMMMM! nas calçadas cariocas – aí  é demais. Bem, chega. Até porque tudo o que eu poderia acrescentar seriam repetições e redundâncias. Por esta razão, recebi do meu amigo e leitor Octávio Albuquerque o texto e as fotos anexas. Mistura alguns dos ícones japoneses, dragões, flores, bueiros e samurais. Pode acessar, estes não explodem. “Enquanto as tampas dos bueiros no Rio explodem, voam ou são roubadas, as do Japão são verdadeiras obras de arte!! TAMPAS DE BUEIROS NO JAPÃO Flores, dragões, samurais… Quem diria, os ícones da cultura nipônica acabaram na sarjeta. Eu explico: é que as tampas dos bueiros são usadas como “telas” aqui no Japão. Elas são decoradas com desenhos artísticos para contar histórias de mitos, lendas; expressar hábitos da cultura japonesa e colorir o cenário de concreto das cidades. Os motivos variam de região para região. Cidades e alguns distritos têm seus desenhos próprios. As criações são incentivadas pelas autoridades locais. No Japão, a arte deixou de estar apenas nos museus e passou para as ruas há muito tempo… Os primeiros bueiros decorados surgiram na década de 1950, como forma de democratização do espaço público. Mas foi na década de 80 que a tendência virou uma mania nacional. Dá até pena de pisar nas tampas de bueiro, que, com certeza, são as mais bonitas do mundo. Não se trata apenas de uma pintura, mas de escultura feita nos relevos do ferro. A pintura tem uma durabilidade de cerca de 20 anos. Ela é feita a partir da mistura de pigmentos e resinas, que são retiradas das árvores. Essa é a tampa de um hidrante subterrâneo de Akasaka. Não é fofa? A tradição das artes em bueiros também está documentada no livro Drainspotting, do fotógrafo Remo Camerot, lançado em 2010. Tem cada foto mais linda do que a outra.”    

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Artesanato em Porto Alegre

05 de agosto de 2011 0

PARA IR NO FINAL DE SEMANA Para quem ficar em Porto Alegre no final de semana, uma dica é ir ao Cais do Porto para a 5ª edição do Salão Mundial do Artesanato. A já tradicional feira estará montada a partir desta sexta-feira nos Armazéns A e B, com de 90 expositores de 25 países, além de nove Estados brasileiros. Além de objetos de decoração e acessórios, os visitantes vão poder assistir apresentações de danças e cantorias típicas de uma tribo de índios pataxós. Serviço 5ª Edição do Salão Mundial do Artesanato Porto Alegre 5 a 14 de agosto Diariamente, das 14h às 21h Países expositores: África do Sul, Argentina, Bali, Bolívia, Chile, Dubai, Egito, Equador, Filipinas, Gana, Índia, Indonésia, Itália, Japão, Marrocos, Nepal, Palestina, Paquistão, Portugal, Quênia, República Tcheca, Senegal, Tailândia, Tunísia, Turquia. Estados expositores: Ceará, Goiás, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo Ingresso a R$ 8 (idosos e estudantes pagam meia entrada) http://salaomundialdoartesanato.blogspot.com/

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Cidade do México: cores, sabores e muita muvuca

03 de agosto de 2011 0

A publicitária Ana Letícia Krug , que é de Blumenau mas mora em São Paulo, ama conhecer lugares pelo mundo e o último destino de férias dela foi o México , agora em julho. O relato de viagem da Ana será dividido aqui no blog em três etapas, para que cada experiência possa ser saboreada por nós com calma e vontade de arrumar a mala. Lá vai a primeira parte: Ciudad de Mexico Primeiro dia Viajar pela América Latina é um barato e é barato, mas bem que eu podia ter um poquito mais de dinheiro para poder ficar em hotel, e não em hostel. O hostel na Cidade do Méxic o (Hostel Zona Rosa, 165 pesos por noite em um quarto para 8 pessoas) é pequeno, cheira mal e a água do banho não esquenta muito. No entanto, o atendimento surpreende, o lugar é bem limpo e fica em ótima localização. Tanto que eu que ia passar apenas duas noites e resolvi ficar cinco. O melhor lugar para se morar na Cidade do México é Polanco, mas o melhor lugar para um visitante, notadamente à noite, é a Zona Rosa. E aqui estou eu! Para o dia, outro bom lugar é Zoocalo, a praça central, onde tudo acontece, em especial as manifestações políticas, saída de metrô, turibus etc (mas à noite é difícil até achar restaurante!). Há um albergue excelente no Zoocalo (Hostel Mundo Novo, com bar, terraço e restaurante, a 200 pesos para quartos compartilhados). A Zona Rosa é conhecida particularmente, como o nome diz, por ser o reduto dos gays. Ver homens e mulheres andando com os dedinhos enganchados é bem comum. O bairro é perto da Avenida Reforma, principal avenida da cidade, e em frente ao Monumento dos Anjos, ponto central para muitas coisas, inclusive para metro, ônibus e o turibus, na Plaza del Anjo. A Cidade do México tem cerca de 22 milhões de habitantes e você se sente na China ou no Japão, porque todos parecem iguais. Catedral, no Centro Histórico da Cidade do México (Foto: Ana Letícia Krug) No primeiro dia de viagem, optei pelo Centro Histórico (o  Zoocalo), que conserva toda a arquitetura antiga colonial, misturada com a recente arquiterura moderna. O prédio da Casa da Moeda é lindo, todo espelhado. A Catedral tem muitos altares e todos são em bronze. Os espanhóis que colonizaram o México não tinham ouro como os portugueses que fizeram as igrejas da Bahia, no Brasil. Dentro da própria catedral tem uma “tienda” que vende as coisas da Virgem de Guadalupe, padroeira do México . Ao redor da catedral é uma loucura, com ambulantes que vendem absolutamente de tudo que se refere à cultura mexicana. Desde roupas, coisas de lã, bolsas, bijoux, decoração e cacarecos em geral. Vale visitar o Palácio do Governo, que abre ao público nos fins de semana. É enorme, lindo e guarda todas as obras de Diego Rivera, artista plástica consagrado, entre outras coisas, por ter sido o grande amor de Frida Kahlo. Na Praça Central, em frente ao Palácio do Governo, há muitas barracas com ativistas acampados fazendo protesto político, em pacífica convivência com benzedeiros que dão banho de ervas. É engraçado ver as pessoas ganhando um banho de descarrego na calçada da catedral. Também entrei no Palácio de Belas Artes, com duas obras do Diego Rivera. A Cidade do México tem igreja para todo o canto, todas muito bonitas. Segundo dia O Coyacan é um bairro grande e bem residencial, ao sul da Cidade do México . As atrações são a Casa de Frida Kahlo, as feiras de rua, a Praça Central e o Mercado Público. Fui de metrô, superfácil. O hostel fica bem perto da estação Insurgientes, então fiz uma baldeação duas estações depois e em 15 minutos já estava na estação Viveiros. Até a casa da Frida Kahlo dá 20 minutos de caminhada. De cara já tem um parque enorme, lindo, tipo Ibirapuera, em São Paulo. No meio do passeio passa entre os meus pés um esquilo. Depois só se encontram casas, calçadas largas, ruas desertas. O oposto total do Centro. A casa que Frida morrou com Diego é azul com janelas enormes vermelhas, rente à calçada, sem muro ou portões. Tem os cômodos pequenos, exceto o atelier, na parte superior da casa, que é bem amplo. Todas as salas foram transformadas em galerias de arte. Mantêm-se original os quartos dele e dela, alé da cozinha, que é magnífica. A casa é construída por pedras enormes e todos os móveis são de madeira torneada. O ponto alto é o jardim, que inspiraria até alguém como eu a virar pintora. Casa de Frida Kahlo, na Cidade do México (Foto: Ana Letícia Krug) A cinco quadras de distância está o Mercado Público. Uma bagunça, coisas para todos os lados. Dei uma olhada geral e fui em busca da Praça Central, que é enorme, tem coreto, estátuas e árvores em formatos diversos. Uma graça. Mas é mais um lugar lotado, com as calçadas tomadas por barracas de ambulantes e muita comida sendo vendida na rua. Mercado Municipal da Cidade do México (Foto: Ana Letícia Krug) Terceiro dia Domingo é o dia livre para mexicanos em passeios culturais. Descobri mais tarde que isso torna tudo um inferno. Tomei o autobus para Chapulpetc. Primeiro fui zoo, que é lindo. Os espaços são enormes, têm muita mata nativa. O zoo é separado em duas partes: zona árida e zona tropical. Os bichos de cada bioma ficam próximos um do outro. E a entrada é de graça. Almocei dentro do zoo uns tacos de kebak. Depois caminhei pelo corredor do parque, onde tem tendas de todos os lados, o que desanima a comprar. Fui até o Castilho de Chapultepec, numa colina linda. O castelo e bonitinho, bem pouco conservado originalmente, com acervo pequeno. A maior parte são jóias, pedrarias nacionais. Outra característica do castelo são as sacadas, bem diferentes de outros castelos que já vi, com vista para a cidade. De volta embaixo da colina, atravessei a Reforma e fui até o Museu de Antropologia. Gente, é incrível! Se eu precisasse indicar para alguém que tem apenas um dia para ficar na Cidade do México , eu indicaria o zoo e o Museu de Antropologia. É tão incrível quanto o Louvre, guardada as devidas proporções. As peças existem há mais de 2 mil anos. Impressionante! A Avenida da Reforma é um espetáculo por si só. Na extensão do bosque de Chapultepec tem um canteiro bem largo com várias esculturas em bronze em tamanho humano. São belíssimas. > > > O relato da Ana continua esta semana, com direito a conhecer pirâmides milenares, passeio romântico de balsa e dicas de como escapar das roubadas mexicanas.

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Cidade do México: cores, sabores e muita muvuca

Olhem que ideia boa!

10 de abril de 2011 0

Ação pela felicidade’, no Reino Unido, pretende criar um movimento global por uma sociedade mais feliz Cesar Baima, O Globo O mundo é cruel, as pessoas são más e nada faz sentido. Difícil não pensar assim diante dos acontecimentos dos últimos dias, como o massacre de crianças inocentes em Realengo, a tragédia do terremoto e tsunami no Japão, a guerra civil na Líbia etc. Enquanto isso, a busca da felicidade continua a ser encarada, na maioria das vezes, como um trabalho individual

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Olhem que ideia boa!