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Posts na categoria "museu"

Os 50 anos dos carros de James Bond

04 de maio de 2012 0

Durante todo o ano de 2012, uma exposição em cartaz desde janeiro mostra um ícone do cinema: 50 veículos de James Bond, no National Motor Museum, em Beaulieu . A mostra comemora os 50 anos do primeiro filme de James Bond. Denominada “Bond in Motion” (Bond em Movimento), a exibição apresenta veículos que apareceram nos filmes de Bond ao longo dos anos, incluindo carros, barcos, motos, trenós e jatos. O National Motor Museum em Beaulieu, que comemora seu 40º aniversário em 2012, tem um acervo de mais de 250 veículos e conta a história do automobilismo na Grã-Bretanha. Há carros de corrida, carros de rali modernos e máquinas mais recentes da F-1, assim como os recordistas de velocidade do mundo e carros convencionais usados por famílias de cada época do automobilismo. Serviço Beaulieu fica em New Forest, entre Bournemouth e Southampton, na costa sul da Inglaterra. Palace House em Beaulieu é lar da família Montagu desde 1538. Abre diariamente das 10h às 17h de outubro a maio e das 10h às 18h de junho a setembro. Os ingressos custam £ 17 para adultos, £ 10,50 para visitantes entre 13 e 17 anos e £ 9 para crianças de 5 a 12 anos. Há a opção de ingresso familiar por £ 46,50. O preço do ingresso inclui entrada para o National Motor Museum, Palace House & Gardens, Beaulieu Abbey, World of Top Gear e James Bond Experience. Informações: www.beaulieu.co.uk

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Londres: a capital mais "avant-garde" da Europa

28 de abril de 2012 0

Quem vai a Londres pela primeira vez não deixa de se surpreender pelo clima meio NYC da cidade, muito diferente do resto da Europa , mais conservadora , Londres continua lançando tendências e se renovando. Covent Garden Na verdade este é um post meio encomendado , estava com o material guardado mas foi o pedido de dicas de Londres  de algumas alunas que me estimulou a colocar a “mão na massa”. Começo pela dica de hotel , o Flemings Hotel Mayfair é um achado. Fica quase na Picadilly Street em frente ao  Green Park , tem um atendimento primoroso com muitos portugueses gentis que quase adivinham nossos pensamentos, uma decoração na medida entre o clássico e o arrojado, muito ao estilo  Tricia Guild . Para nós foi perfeito! http://www.flemings-mayfair.co.uk/ Olhem este hall de entrada com um ar de biblioteca antiga , por fora segue o mais tradicional estilo inglês, e isto é ainda mais instigante. O Green Park é um dos parques reais de Londres e dá acesso direto do hotel ao Buckingham Palace , uma caminhada curta e bem agradável. Uma informação interessante é que o Palácio é aberto à visitção  nos meses de agosto e setembro , de acordo com as férias da rainha Elisabeth II, nos demais meses do ano pode-se visitar os estábulos reais. A região está no centro dos acontecimentos com o casamento  do próximo dia 29 de abril.   Atravessando a rua em frente ao Buckingham Palace o St. James Park já se mostra com toda sua beleza neste início de primavera. Para quem quer fazer o circuito dos parques londrinos, que são todos interligados por ciclovias, uma dica super atualizada á o aluguel de bicicletas públicas que foi liberado para os turistas em fevereiro de 2011. Agora já se pode pegar as bicicletas em qualquer suporte espalhado pela cidade,  com cartão de crédito internacional a módicas $ 1,00 libra por dia , e devolver onde for mais conveniente. Uma forma cômoda e barata de  passear pelos maravilhosos parques de Londres.   Bem perto dali a Royal Academy of Arts é um museu que tem mostras muito legais e apesar de não tão conhecido,  é imperdível. Apresenta atualmente a exposição ” Watteau: The Drawings” . http://www.royalacademy.org.uk/ A Regent Street é uma artéria comercial muito movimentada, várias lojas conhecidas estão por lá , mas eu me encantei com a National Geographic Store , primeira loja da marca mais conceituada em matéria de viagens e aventura. São livros , dvds, roupas , mapas , fotografias e para completar um café com sabores do mundo! A loja oferece um provador para as pessoas fazerem test drive das roupas , ele simula extremos de temperatrura e vento, um luxo . Bem pertinho , uma rua de pedestres tem uma enorme diversidade gastronômica concentrada em uma quadra muito descolada e super bem frequentada no almoço. A Heddon Street tem o Zinc Bar & Grill – Seasonal British Conran , o Gabrielle’s – Regional French bistro , o Momo -  comida marroquina  o Below Zero e o Tibits  - um buffet meio natureba onde comemos saladas ao estilo do Santo Grão no Rio de Janeiro. http://www.sugarvine.com/london/neighbourhood-watch/story.asp?story=46 Prometo um passeio por Chelsea e South Kensington , a Londres da futura princesa,  no próximo post!

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Ícones chineses, por Christiane Petry

20 de abril de 2012 0

A Cidade Proibida (também chamada de Palácio Imperial) que fica no coração da cidade de Beijing e é o complexo arquitetônico mais grandioso da China. Foi construída ao longo de 14 anos, durante o reinado do terceiro Imperador Ming, chamado Yongle – o mesmo do Templo do Céu – e finalizada em 1420. Depois do Imperador Yongle, o palácio foi a residência de mais 23 imperadores da Dinastia Ming e Qing, até o Império ruir em 1911. À medida que vai se entrando no complexo, tem-se  a impressão que vamos encontrar um Imperador logo adiante e a lembrança das cenas do filme O Último Imperador é inevitável.  O palácio é imenso, formado por um conjunto de 800 prédios com mais de 8000 recintos. Os telhados são todos pintados de amarelo fazendo referência à cor do Imperador. Leão Chinês que guarda a entrada de um dos salões da Cidade Proibida. Esse é uma fêmea, pois tem um filhote sob a pata, o macho tem uma bola. Em frente à Cidade Proibida, fica a famosa Praça Tiananmen, palco dos protestos estudantis de 1989. A praça é austera. Não há árvores, bancos ou sombra. É toda de concreto e sua arquitetura tem mais de Mao Tse Tung do que  da China Imperial. No centro da praça há o Mausoléu de Mao e, ao redor, várias construções da era comunista, como a sede do Congresso do Povo e o Museu Nacional. A Praça Tiananmen ainda estava decorada devido ao feriado nacional de 1° de outubro. O nó chinês simboliza boa sorte e felicidade. Ao norte da praça encontra-se o portão que dá acesso à Cidade Imperial, de onde Mao proclamou fundação da República Popular da China em 1949 e onde, até hoje, está fixado seu retrato ícone.   E chegou o dia do passeio às Muralhas! O dia não amanheceu aberto e nossa primeira preocupação foi que a chuva viesse.  Demos sorte e não choveu, mas confesso que a minha expectativa de ver a Grande Muralha desaparecer no horizonte sob o céu azul ficou para uma próxima oportunidade. A Grande Muralha da China é uma série de fortificações construídas, restauradas e reconstruídas por várias dinastias, ao longo de aproximadamente 2000 anos, com o objetivo de proteger a fronteira norte do Império Chinês de invasões de tribos nômades. De fato, a Grande Muralha não é apenas uma, mas várias muralhas. O trecho da muralha que fica próxima a Beijing  foi construído durante a dinastia Ming. Outros, mais antigos, já foram quase totalmente destruídos pelo tempo. Para minha surpresa, há até bondinhos que levam os turistas que não querem subir a pé até o topo das montanhas. Assim ficou bem mais fácil de chegar às Muralhas!  Estima-se que as muralhas tenham mais de 6000 quilômetros de extensão, que vão da região do Mar Bohai (ao leste de Beijing) até a região de Lop Nur no oeste da China, serpenteando desertos, montanhas e planícies.  Nas últimas décadas, trechos das muralhas têm sido restaurados e abertos para visitação, sendo que há até uma maratona mundial que acontece nas muralhas anualmente. Visitamos o trecho de Mutianyu, que tem um cenário mais serrano e que dizem não ser o trecho mais visitado e lotado por turistas. E, realmente, pudemos caminhar e apreciar o local com relativa privacidade.    À tarde, visitamos as tumbas Ming. Treze de dezesseis imperadores Ming estão lá enterrados, junto com suas esposas e concubinas. O local foi escolhido em razão do auspicioso alinhamento feng shui : uma área enorme cercada por montanhas que protegeriam os mortos dos maus espíritos vindos do norte, acesso apenas pelo sul, terra preta e posição hidrográfica. Há três tumbas abertas ao público. Visitamos a tumba do Imperador Chang Ling, cujo túmulo é precedido de pátios e halls onde há uma pequena exposição de objetos da época e outros encontrados nas câmaras mortuárias que foram abertas.

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Ícones chineses, por Christiane Petry

Emoção com lembranças da II Guerra em Moscou

19 de abril de 2012 0

Nos últimos anos temos visto nascer na Europa uma infinidade de museus e memoriais relembrando as várias facetas da II Guerra Mundial. Com o passar do tempo a idéia inicial do pós-Guerra, defendida enfaticamente por De Gaulle : “esquecer o passado e construir uma Europa unificada” não foi um projeto idealista mas sim a única possibilidade de uma reconstrução frente aos antagonismos vigentes no início do século XX.   Nosso conhecimento sobre a II Guerra Mundial foi pautado na perspectiva americana e européia, que sempre colocou holofotes na idéia de que o conflito teria sido vencido pela coalizão aliada onde os Estados Unidos tiveram papel decisivo, principalmente com o Desembarque na Normandia em 1944.  Dentre as atrocidades cometidas pelos  nazistas os europeus ocidentais foram poupados, embora não soubessem disto na época. Os nazistas trataram os franceses, holandeses e outros povos do oeste com certo respeito, ainda que para melhor explorá-los. As piores atrocidades aconteceram mais a leste. É disto que nos fala o fantástico memorial instalado em Moscou em 1995, o Museu da Guerra Patriótica nos oferece a versão russa da história da II Grande Guerra com toda a implicação que este conflito acarretou para a URSS e principalmente para o povo russo. Vamos deixar claro que não sou apaixonada pelo assunto “guerra” e nem muito chegada em armamentos bélicos, mas o museu é muito mais do que isto. Ele faz parte do grande complexo de Plokonnaya Gora que engloba o  Parque da Vitória , com mais de 130 hectares, e o Monumento à Vitória , além de exposições de armamentos de guerra ao ar livre. No parque encontram-se três templos religiosos que fazem referência aos povos que compõe a Federação Russa: uma Sinagoga, uma Igreja e uma Mesquita formam este mosaico religioso. Para além dos monumentos, a vista que o parque oferece da cidade já valeria o passeio, pois estamos numa das regiões mais altas de Moscou .     A II Guerra Mundial é denominada pelos russos como Grande Guerra Patriótica , pois para este povo foi um evento de proporções catastróficas onde toda a população civil se envolveu na defesa de sua nação. Só para se ter uma idéia das proporções da destruição, em solo russo foram arrasados 70 mil vilarejos e 1.700 cidades de pequeno porte e pode-se dizer que as perdas materiais foram insignificantes se comparadas as perdas humanas. O número de russos mortos no período é calculado em mais de 20 milhões, sendo que a maioria de civis não combatentes. Este número supera a mortandade de todos os outros países envolvidos no conflito,  somados!!!!   É uma história de bravura e sacrifícios, uma História desconhecida  e monumental.  Dentro do complexo uma das partes  mais interessante são os seis dioramas que remontam as principais batalhas travadas em solo russo. São quadros pintados de forma realista, que incluem objetos para dar mais veracidade à cena. São retratadas Batalhas de Stalingrado e Kursk e o Cerco de Leningrado .   A cena que reconstroi o cerco de Len ingrado é especialmente tocante. Foram 900 dias de bloqueio com bombardeios constantes e somente no auge do inverno houve algum abastecimento de víveres e a saída de crianças e mulheres pelo lago Ladoga congelado, que ofereceu um escape pelo norte. A população da cidade tentava levar uma vida minimamente normal com uma ração alimentar que chegou a menos de 400 calorias diárias, mas morria muitas vezes a caminho de enterrar seus cadáveres em meio à neve e inanição. Aproveito para sugerir um filme que acabei de ver sobre este tema: Leningrado, uma visão sem maquiagem do que foi a realidade russa depois da entrada dos nazistas em 1941.       O memorial conta ainda com uma seção de fotografia e documentos que toca fundo o até os corações mais calejados. Para completar a Sala das Lágrimas ,com correntes presas ao teto, onde cada elo representa uma vida perdida na guerra, finalizada com um lágrima de cristal. Impressionante! Se você gostou deste post e curte dicas de viagem, arte, restaurantes e afins, curta a nossa página Viajando com Arte no Facebook:   https://www.facebook.com/pages/Viajando-com-Arte/121374657937187  

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Porto Alegre sábado pela manhã...

14 de abril de 2012 0

Não sei se as pessoas compartilham desta minha sensação que as manhãs de sábado tem um astral diferente, gostoso. E vocês já experimentaram brincar de turista em sua própria cidade? Recomendo. Pois nesta manhã nem tão bonita, mas com a seca que está fazendo que até esverdeou as águas do Rio Guaiba, a chuva veio como uma benção, resovi explorar o centro da cidade como se a estivesse vendo pela primeira vez e gostei muito do que vi. Começamos pela exposição A Poesia do Fio , no Santander Cultural do Arthur Bispo do Rosário, um artista considerado louco por alguns e gênio por outros.  Com o diagnóstico de ” esquizofrênico-paranóico”, Bispo do Rosário ficou internado na Colônia Juliano Moreira em Jacarepaguá por mais de 50 anos. na instituição Bispo do Rosário começou a produzir objetos com tudo o que encontrava no lixo ou que não tinha mais utilização. Sua caracteristica mais marcante são os bordados, ele desfiava os uniformes para obter a linha onde fazia extensos bordados de objetos, palavras. A sua obra mais conhecida é o Manto da Apresentação , que Bispo deveria vestir no dia do Juizo Final. Com eles, Bispo pretendia marcar a passagem de Deus na Terra. Reparem na qualidade dos bordados e na riqueza de detalhes. Adorei o tabuleiro de xadrez Saimos do Santander e rumamos até o Mercado Público, que estava bombando, muitas pessoas aproveitando o sábado para abastecer a casa. Comprei várias coisinhas, passeamos tomamos um cafezinho e delá fomos até a Casa de Cultura Mario Quintana conferir a exposição METROPOLITANOS  – A nova urbanidade em exposição. ” A exposição esta aberta, você está aberto para a exposição?” C onfesso que fazia muito tempo que não ia até o Mario Quintana, e foi uma bela surpresa visitar esta exposição de jovens talentos gaúchos, a exposição está bárbara, estilos diferentes, muitos oriundos da Street Art e como o cartaz da expo anuncia “uma provocação visual onde habitam figuras enigmáticas, formas desconcertantes e traços livres em um lúdico universo de imagens, cores e texturas.” Na entrada a obra ” às brinca ou às ganha?” Do talentoso Luiz Flavio Trampo As três Marias e o pássaro cantor, instalação com técnica mista de Nina Moraes As adoráveis esculturas lúdicas em Papier Mache de Carol W Detalhe do tríptico Submersa, da artista Lidia Brancher As figuras fantásticas de Pablo Etchepare Retratos da dualidade humana no belo traço de Paula Plim Super interessante e criativa a instalação de Luciano Scherer Infelizmente não posso colocar citar e apresentar aqui todos os artistas talentosos e vibrantes que compo~e a exposição, mas fica aqui a minha dica que você não pode perder esta chance de conhecer a arte de vanguarda que está sendo feita em Porto Alegre. Depois de ver a exposição suba até o 8o andar e vá até o Café Santo de Casa , o café é super transadinho e tem um terraço coom uma linda vista do Rio Guaiba . Notei que ele tem um pequeno palco onde durante a Happy hour eles apresentam música ao vivo. Adorei, e pretendo vir aqui outras vezes para curtir uma das paisagens mais bonitas da cidade – o por do sol no Guaiba. Café Santo de Casa na Casa de Cultura Mario Quintana E o terraço para um happy hour + por do sol Então é isso gente, se num sábado desses você estiver sem programação e disposto a ser turista sem sair da cidade fica aqui minha sugestão )) Se você gostou deste post e curte dicas de viagem, arte, restaurantes e afins, curta a nossa página Viajando com Arte no Facebook: https://www.facebook.com/pages/Viajando-com-Arte/121374657937187                    

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Porto Alegre sábado pela manhã…

Alberto Giacometti na Pinacoteca em São Paulo até 17 de junho

14 de abril de 2012 0

Adoro São Paulo , bons restaurantes , shows e pricipalmente muitas exposições de arte! Minha última boa surpresa foi a maravilhosa retrospectiva de Alberto Giacometti na Pinacoteca do Estado de São Paulo: Alberto Giacometti: Coleção da Fondation Alberto et Annette Giacometti , Paris. Para a exposição foram selecionados cerca de 280 trabalhos, sendo 80 esculturas de tamanhos variados, 40 pinturas, 80 trabalhos sobre papel, 56 fotografias e documentos. “L’ homme qui marche” – Alberto Giacometti Giacometti fotografado por Henri Cartier-Bresson,  1961   Alberto Giacometti (Borgonovo, Suíça, 1901–1966,) é considerado um dos grandes expoentes da arte do século XX e esta mostra configura-se numa oportunidade única para conhecer sua trajetória artística. A Pinacoteca por si é uma visita imperdível , o prédio restaurado tem um clima alto astral onde qualquer exposição é valorizada. Encontrei algumas pessoas que vira a mesma exposição em Paris e o consenso é que em Saõ Paulo está muito mais bem apresentado. Não percam a oportunidade de visitar o acervo da Pinacoteca , atualmente no terceiro andar, arte brasileira da melhor qualidade, encantador! “Picador de Fumo”  . Almeida Junior “O Violeiro” . Almeida Junior “A seleção dos trabalhos expostos foi feita por Véronique Wiesinger, curadora e diretora da Fundação Alberto e Annette Giacometti, que procurou apresentar todas as linguagens do percurso artístico de Giacometti ao longo de meio século, com destaque para a influência da escultura africana e da Oceania, que marca o início da sua obra madura. Disposta em ordem cronológica e temática, a mostra ocupa todo o primeiro andar da Pinacoteca onde são apresentados desde os retratos do artista executados por seu pai e por seu padrinho, ambos pintores, até as esculturas monumentais concebidas para Nova York. A seleção de obras também ressalta os laços de Giacometti com escritores e intelectuais parisienses como André Breton e o surrealismo, ou Jean-Paul Sartre e o existencialismo. ” Pinacoteca do Estado SP O Parque da Luz envolve a Pinacoteca num ambiente meio século XIX, apesar se localizar-se no coração da paulicéia, é um local tranquilo e bucólico, além de bem policiado e seguro. O café do museu localiza-se no térreo com saída direta para jardim, que ainda nos brinda com uma bela coleção de esculturas. ” Carregadora de Perfume ” .Victor Brecheret Jaqueira com fruta no pé, para mim uma forma nova e inusitada Para quem quer um programa completo uma boa dica é o Museu da Língua Portuguesa, que fica logo em frente , na Estação da Luz .   O Museu da Língua Portuguesa é  dedicado à valorização e difusão do nosso idioma (patrimônio imaterial) , apresenta uma forma expositiva diferenciada das demais instituições museológicas do país , usando tecnologia de ponta e recursos interativos para a apresentação de seus conteúdos. É considerado por muitos um dos melhores museus do Brasil , eu concordo e indico com ênfase. Vale a pena conferir o site para ver qual exposição temporária. http://www.museulinguaportuguesa.org.br/   Se você gostou deste post e curte dicas de viagem, arte, restaurantes e afins, curta a nossa página Viajando com Arte no Facebook:   https://www.facebook.com/pages/Viajando-com-Arte/121374657937187

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Alberto Giacometti na Pinacoteca em São Paulo até 17 de junho

Alberto Giacometti na Pinacoteca em São Paulo até 17 de junho

12 de abril de 2012 0

Adoro São Paulo , bons restaurantes , shows e pricipalmente muitas exposições de arte! Minha última boa surpresa foi a maravilhosa retrospectiva de Alberto Giacometti na Pinacoteca do Estado de São Paulo: Alberto Giacometti: Coleção da Fondation Alberto et Annette Giacometti , Paris. Para a exposição foram selecionados cerca de 280 trabalhos, sendo 80 esculturas de tamanhos variados, 40 pinturas, 80 trabalhos sobre papel, 56 fotografias e documentos. “L’ homme qui marche” – Alberto Giacometti Giacometti fotografado por Henri Cartier-Bresson,  1961   Alberto Giacometti (Borgonovo, Suíça, 1901–1966,) é considerado um dos grandes expoentes da arte do século XX e esta mostra configura-se numa oportunidade única para conhecer sua trajetória artística. A Pinacoteca por si é uma visita imperdível , o prédio restaurado tem um clima alto astral onde qualquer exposição é valorizada. Encontrei algumas pessoas que vira a mesma exposição em Paris e o consenso é que em Saõ Paulo está muito mais bem apresentado. Não percam a oportunidade de visitar o acervo da Pinacoteca , atualmente no terceiro andar, arte brasileira da melhor qualidade, encantador! “Picador de Fumo”  . Almeida Junior “O Violeiro” . Almeida Junior “A seleção dos trabalhos expostos foi feita por Véronique Wiesinger, curadora e diretora da Fundação Alberto e Annette Giacometti, que procurou apresentar todas as linguagens do percurso artístico de Giacometti ao longo de meio século, com destaque para a influência da escultura africana e da Oceania, que marca o início da sua obra madura. Disposta em ordem cronológica e temática, a mostra ocupa todo o primeiro andar da Pinacoteca onde são apresentados desde os retratos do artista executados por seu pai e por seu padrinho, ambos pintores, até as esculturas monumentais concebidas para Nova York. A seleção de obras também ressalta os laços de Giacometti com escritores e intelectuais parisienses como André Breton e o surrealismo, ou Jean-Paul Sartre e o existencialismo. ” Pinacoteca do Estado SP O Parque da Luz envolve a Pinacoteca num ambiente meio século XIX, apesar se localizar-se no coração da paulicéia, é um local tranquilo e bucólico, além de bem policiado e seguro. O café do museu localiza-se no térreo com saída direta para jardim, que ainda nos brinda com uma bela coleção de esculturas. ” Carregadora de Perfume ” .Victor Brecheret Jaqueira com fruta no pé, para mim uma forma nova e inusitada Para quem quer um programa completo uma boa dica é o Museu da Língua Portuguesa, que fica logo em frente , na Estação da Luz .   O Museu da Língua Portuguesa é  dedicado à valorização e difusão do nosso idioma (patrimônio imaterial) , apresenta uma forma expositiva diferenciada das demais instituições museológicas do país , usando tecnologia de ponta e recursos interativos para a apresentação de seus conteúdos. É considerado por muitos um dos melhores museus do Brasil , eu concordo e indico com ênfase. Vale a pena conferir o site para ver qual exposição temporária. http://www.museulinguaportuguesa.org.br/   Se você gostou deste post e curte dicas de viagem, arte, restaurantes e afins, curta a nossa página Viajando com Arte no Facebook:   https://www.facebook.com/pages/Viajando-com-Arte/121374657937187

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Ícones chineses, por Christiane Petry

12 de abril de 2012 0

A Cidade Proibida (também chamada de Palácio Imperial) que fica no coração da cidade de Beijing e é o complexo arquitetônico mais grandioso da China. Foi construída ao longo de 14 anos, durante o reinado do terceiro Imperador Ming, chamado Yongle – o mesmo do Templo do Céu – e finalizada em 1420. Depois do Imperador Yongle, o palácio foi a residência de mais 23 imperadores da Dinastia Ming e Qing, até o Império ruir em 1911. À medida que vai se entrando no complexo, tem-se  a impressão que vamos encontrar um Imperador logo adiante e a lembrança das cenas do filme O Último Imperador é inevitável.  O palácio é imenso, formado por um conjunto de 800 prédios com mais de 8000 recintos. Os telhados são todos pintados de amarelo fazendo referência à cor do Imperador. Leão Chinês que guarda a entrada de um dos salões da Cidade Proibida. Esse é uma fêmea, pois tem um filhote sob a pata, o macho tem uma bola. Em frente à Cidade Proibida, fica a famosa Praça Tiananmen, palco dos protestos estudantis de 1989. A praça é austera. Não há árvores, bancos ou sombra. É toda de concreto e sua arquitetura tem mais de Mao Tse Tung do que  da China Imperial. No centro da praça há o Mausoléu de Mao e, ao redor, várias construções da era comunista, como a sede do Congresso do Povo e o Museu Nacional. A Praça Tiananmen ainda estava decorada devido ao feriado nacional de 1° de outubro. O nó chinês simboliza boa sorte e felicidade. Ao norte da praça encontra-se o portão que dá acesso à Cidade Imperial, de onde Mao proclamou fundação da República Popular da China em 1949 e onde, até hoje, está fixado seu retrato ícone.   E chegou o dia do passeio às Muralhas! O dia não amanheceu aberto e nossa primeira preocupação foi que a chuva viesse.  Demos sorte e não choveu, mas confesso que a minha expectativa de ver a Grande Muralha desaparecer no horizonte sob o céu azul ficou para uma próxima oportunidade. A Grande Muralha da China é uma série de fortificações construídas, restauradas e reconstruídas por várias dinastias, ao longo de aproximadamente 2000 anos, com o objetivo de proteger a fronteira norte do Império Chinês de invasões de tribos nômades. De fato, a Grande Muralha não é apenas uma, mas várias muralhas. O trecho da muralha que fica próxima a Beijing  foi construído durante a dinastia Ming. Outros, mais antigos, já foram quase totalmente destruídos pelo tempo. Para minha surpresa, há até bondinhos que levam os turistas que não querem subir a pé até o topo das montanhas. Assim ficou bem mais fácil de chegar às Muralhas!  Estima-se que as muralhas tenham mais de 6000 quilômetros de extensão, que vão da região do Mar Bohai (ao leste de Beijing) até a região de Lop Nur no oeste da China, serpenteando desertos, montanhas e planícies.  Nas últimas décadas, trechos das muralhas têm sido restaurados e abertos para visitação, sendo que há até uma maratona mundial que acontece nas muralhas anualmente. Visitamos o trecho de Mutianyu, que tem um cenário mais serrano e que dizem não ser o trecho mais visitado e lotado por turistas. E, realmente, pudemos caminhar e apreciar o local com relativa privacidade.    À tarde, visitamos as tumbas Ming. Treze de dezesseis imperadores Ming estão lá enterrados, junto com suas esposas e concubinas. O local foi escolhido em razão do auspicioso alinhamento feng shui : uma área enorme cercada por montanhas que protegeriam os mortos dos maus espíritos vindos do norte, acesso apenas pelo sul, terra preta e posição hidrográfica. Há três tumbas abertas ao público. Visitamos a tumba do Imperador Chang Ling, cujo túmulo é precedido de pátios e halls onde há uma pequena exposição de objetos da época e outros encontrados nas câmaras mortuárias que foram abertas.

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Ícones chineses, por Christiane Petry

Suzdal, a pérola do Anel de Ouro na Rússia

09 de abril de 2012 0

    Suzdal é a principal cidade do Anel de Ouro , circuito medieval partindo  de Moscou que inclui o Mosteiro de Sergiev Possad , Rostov e Yaroslav. Além de uma infindável série de Igrejas e Mosteiros a cidade é famosa pelas casas de madeira colorida que tem janelas emolduradas por rendilhados esculpidos.   Suzdal foi declarada  Patrimônio da Humanidade pela UNESCO em 1992, e o seu Kremlin, espécie de cidadela-fortaleza que data do século X, é um dos mais antigos conjuntos arquitetônicos do país. O Museu de Arquitetura em Madeira é um dos mais interessantes do país, foram trazidos do norte belos exemplares de construções que são mantidas na cidade. Contando com menos de treze mil habitantes a cidade procura preservar seu  patrimônio, impedindo o crescimento desordenado e construíndo hotéis de madeira no velho estilo russo.   Aqui acontece anualmente, no dia 15 de julho, uma festa no mínimo curiosa: a Festa do Pepino. Considerada uma iguaria pelos russos, o pepino de Suzdal é o mais valorizado da região. Os habitantes da cidade costumam vender pepinos em conserva, retirados de suas hortas, como forma de reforçar o orçamento familiar. Quando visitamos Suzdal, estava montado ali o set de filmagem de Ivan , o Terrível. Do mesmo realizador de Taxi-Blues, Pavel Louguine  aproveitava o clima medieval do local para remontar o século XVI , período onde se passa a história deste perverso czar. Ivan é reconhecido por ter unificado a Rússia após a era das invasões mongóis e era uma das inspiração de Josef Stálin. Mas é o ambiente idílico que mais encanta em Suzdal, é quando olhamos em volta e  sentimos uma atmosfera banhada em nostalgia, onde o tempo de sofrimento do período soviético parece não ter tocado. Uma tradição mantida no inteiror é o chá servido em samovar com rosquinhas, mais bonitinho quando vem uma moça vestida a caráter. Se você gostou deste post e curte dicas de viagem, arte, restaurantes e afins, curta a nossa página Viajando com Arte no Facebook:   https://www.facebook.com/pages/Viajando-com-Arte/121374657937187 A tradição local diz que esta molduras serviam para expulsar os maus espíritos.

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Junho das místicas Noites Brancas em São Petersburgo

05 de abril de 2012 0

São Petersburgo é uma cidade jovem para os padrões europeus, foi fundada em 1703 pelo Czar Pedro, o grande . Difícil é relatar a mistura de sentimentos invocados por esta cidade de opulência imperial com seus múltiplos canais e palácios neoclássicos ou barrocos, dependendo do gosto do czar reinante. A verdade é que é impossível não se deixar encantar por ela, que simboliza o sonho de Pedro de alçar a Rússia ao mesmo patamar das grandes potências européias. Portanto, se você, ao caminhar por suas belas avenidas sentir alguma semelhança com Amsterdam, Veneza ou Paris não se engane, não é mera coincidência: “São Petersburgo não é uma cidade européia, é todas juntas”.   A Rússia esta recuperando rapidamente os anos de estagnação que sofreram as cidades durante o regime soviético, e São Petersburgo está voltando a ser aquela cidade esplendorosa com uma efervescente vida cultural que teve no passado. Apesar de ainda não ter o vigor contemporâneo de Moscou.       Palácio de Inverno – Hermitage                                                                                   Uma visita imprescindível é o Palácio de Inverno , mais conhecido como Hermitage , que abriga uma das maiores e extraordinárias coleções de arte do mundo. Projetado por Rastrelli, foi residência principal dos Czares russos por muito tempo. Catarina , a grande ( vocês repararam que em se tratando de Rússia tudo é grande??) foi sua primeira ocupante e também responsável pelo início da coleção das obras de arte. O palácio foi sendo ampliado ao longo dos anos pelos sucessores de Catarina e estas construções formam um complexo: Palácio de Inverno, o Grande Hermitage, o Pequeno Hermitage, o Teatro Hermitage , antigo teatro privado dos Czares. Por aqui você vai ter uma boa idéia da riqueza e do luxo da nobreza russa, que muitas vezes deixa outras dinastias européias parecerem um modelo de simplicidade.                                                                                               “Amor e Psiquê”, de Canôva, é uma das obras mais lindas do neoclacissismo italiano que faz parte do acervo do Museu do Hermitage . Catarina II era uma grande apreciadora do trabalho de Canôva, a quem tentou atrair para a Rússia com propostas tentadora, só conseguiu comprar suas obras .                                                                                        Verão russo- esteja sempre preparado para um vento “fresquinho”!   Nos arredores de São Petersburgo encontram-se dois palácios que merecem a sua atenção. Peterhoff fica na beira do golfo da Finlândia e foi iniciado por Pedro, o grande. que construiu sua primeira casa muito simples, bem de acordo com o seu caráter. Mais tarde, sua filha Elisaveta   ampliou e embelezou o lugar, que tem nas fontes seu ponto alto. Eu aconselharia você a ir de ônibus até lá e voltar de hidrofoil, pois o ponto de chegada é na frente do Museu Hermitage e permite uma bela visão de São Petersburgo.                                                                                                                              Palácio de Pedro, o grande – Peterhoff                       Casa original de Pedro em Peterhof                                                                                                                                                                                                       Chegando de hidrofoil a São Petersburgo   Outro palácio belíssimo é Tsarskoe Selo ( aldeia do Czar) mais conhecido como o Palácio de Verão de Catarina , a grande. O pálácio é luxuoso e foi totalmente reconstruído depois da Segunda Guerra Mundial, quando foi ocupado pelos soldados alemães durante o cerco da antiga Leningrado , hoje São Petersburgo. O palácio abriga ainda a Sala Ambar , considerada uma das suas maiores atrações pois foi perdida num comboio nazista na II Guerra e nunca mais reencontrada. Hoje uma réplica foi doada pelo governo alemão, um tesouro com uma aura de mistério.         Estufas de azulejos holandesas   Tudo por aqui é superlativo , os salões com estufas gigantescas, os portões , as escadarias decoradas e muitos espelhos para aumentar ainda o poder visual!         Um boa dica é visitar a cidade no mês de junho que é quando tudo está envolvido na mística das Noites Brancas , uma época onde o sol nunca se põe totalmente e cidade vibra num redemoinho de atividades.     Se você tem vontade de conhecer a Rússia , não deixe para depois, o país  conserva um charme pouco globalizado  no discurso inflamado de muitos defensores do regime soviético que ainda resistem por lá! Um convite à reflexão.   Se você gostou deste post e curte dicas de viagem, arte, restaurantes e afins, curta a nossa página Viajando com Arte no Facebook:   https://www.facebook.com/pages/Viajando-com-Arte/121374657937187                                                                 

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Suzdal, a pérola do Anel de Ouro na Rússia

04 de abril de 2012 0

Suzdal é a principal cidade do Anel de Ouro , circuito medieval partindo  de Moscou que inclui o Mosteiro de Sergiev Possad , Rostov e Yaroslav. Além de uma infindável série de Igrejas e Mosteiros a cidade é famosa pelas casas de madeira colorida que tem janelas emolduradas por rendilhados esculpidos.    Suzdal foi declarada  Patrimônio da Humanidade pela UNESCO em 1992, e o seu Kremlin, espécie de cidadela-fortaleza que data do século X, é um dos mais antigos conjuntos arquitetônicos do país. O Museu de Arquitetura em Madeira é um dos mais interessantes do país, foram trazidos do norte belos exemplares de construções que são mantidas na cidade. Contando com menos de treze mil habitantes a cidade procura preservar seu  patrimônio, impedindo o crescimento desordenado e construíndo hotéis de madeira no velho estilo russo.   Aqui acontece anualmente, no dia 15 de julho, uma festa no mínimo curiosa: a Festa do Pepino. Considerada uma iguaria pelos russos, o pepino de Suzdal é o mais valorizado da região. Os habitantes da cidade costumam vender pepinos em conserva, retirados de suas hortas, como forma de reforçar o orçamento familiar. Quando visitamos Suzdal, estava montado ali o set de filmagem de Ivan , o Terrível. Do mesmo realizador de Taxi-Blues, Pavel Louguine  aproveitava o clima medieval do local para remontar o século XVI , período onde se passa a história deste perverso czar. Ivan é reconhecido por ter unificado a Rússia após a era das invasões mongóis e era uma das inspiração de Josef Stálin. Mas é o ambiente idílico que mais encanta em Suzdal, é quando olhamos em volta e  sentimos uma atmosfera banhada em nostalgia, onde o tempo de sofrimento do período soviético parece não ter tocado. Uma tradição mantida no inteiror é o chá servido em samovar com rosquinhas, mais bonitinho quando vem uma moça vestida a caráter. Se você gostou deste post e curte dicas de viagem, arte, restaurantes e afins, curta a nossa página Viajando com Arte no Facebook:   https://www.facebook.com/pages/Viajando-com-Arte/121374657937187 A tradição local diz que esta molduras serviam para expulsar os maus espíritos.

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Parque das 8 cachoeiras - um lugar mágico em São Francisco de Paula

04 de abril de 2012 0

Cachoeira da Ravina Nestes finais de semana lindos que tem feito eu ficava imaginando quantos lugares bonitos por perto que ainda não conheço… então resolvi ligar para uma amiga  que é a rainha das indiadas, ela já fez todas as programações roots possíveis: cachoeiras, bóia cross, rafting, serra, trilhas, tudo o que você possa imaginar a Ane já fez. Eu falo indiada de brincadeira, pois eu AMO uma indiada, e pensando nisso liguei para ela, que nem pestanejou ” Clarisse você tem que conhecer o Parque das 8 cachoeiras em São Francisco!!! É lindo demais! ” E foi assim que neste final de semana saimos de Porto Alegre sábado de manhã rumo a São Francisco de Paula , depois de Taquara a estrada tem bem menos movimento e começa a ficar muito linda. Lago São bernardo em São Francisco de Paula, com o Hotel Cavalinho Branco ao fundo As árvores no lago já assinalam a chegada do outono Chegamos no parque em torno das 11h da manhã. O parque tem umas 8 cabanas para a gente pernoitar, são bem legais, uma cama ótima, lareira, banho bom, e uma sacada com uma vista da mais pura mata atlântica , à noite  um luar e um céu coberto de estrelas… imaginem o silêncio, a gente só ouvia aquele barulhinho dos grilos, uma delicia. Pousada do Parque 8 cachoeiras Nossa cabana com sacada que tinha esta vista aqui de baixo ó O interior das cabanas bem transadinho Na chegada, munidos de sanduiches, vinho, bikini, Autan, e água, saimos para explorar as trilhas que levam as cachoeiras. Nossa primeira opção foi fazer a trilha do Quatrilho, que  leva em torno de 1h e meia de caminhada pelo mato. E aqui mérito para o parque, tudo é muito bem sinalizado, não tem risco de você se perder. A gente vai todo o tempo ouvindo o barulho das águas e muitas vezes margeando o rio. A paisagem é maravilhosa, eu me sentia dentro do filme Avatar, córregos, xaxins gigantes, muitas bromélias, escadinha do céu, e o perfume no ar? Espetáculo. Como é bom saber que ainda existem lugares assim, onde você pode encher a garrafinha de água ali mesmo! A água é cristalina, e gelada! Ponto de partida para as várias trilhas e cachoeiras E em poucos minutos somos totalmente envolvidos pelo ambiente encantador Cruzando pontes, descendo escadas Amoras silvestres e outras frutinhas do bosque Chegamos na Cachoeira do Quatrilho , linda  e estávamos só nós e as borboletas que pareciam domesticadas pois vinham pousar na gente, vinham nos dar as boas vindas!   Cachoeira do Quatrilho A gente desce esta pequena escada para chegar na base da cachoeira E agora? Bueno, vir até aqui e não cair na água? nem pensar! Mas gente, quando mergulhei quase fiquei sem ar! A água é geladérrima!! mas valeu! Missão cumprida, montamos nossa “mesa de pic nic” e ficamos ali curtindo aquele lugar abençoado, tomando um bom malbec com sanduiches de presunto de parma. As borboletas como companhia Na volta fomos conhecer a Cachoeira da Ravina, esta, a gente caminha um pouco sobre as pedras, um pouco dentro do rio, muito show. Trilhas pelo rio para alcançar a cachoeira da Ravina Até que ficamos frente a esta beleza A impressão que a gente tem é que ligam um ar refrigerado, a pedida é ficar ali só curtindo a paz do lugar Chegamos na pousada que fica bem na saida das trilhas lá pelas 5 e meia da tarde, bem cansados. Depois de uma banho e um descando saimos para jantar em São Francisco. Vocês podem imaginar que não são muuuitas opções de restaurantes, mas acabamos em uma galeteria que foi bem boa, galeto não tem erro né? Começamos com uma sopa de Capeletti ( à noite estava bem friozinho) não achei muito barato, R$ 36 por pessoa mais um vinho argentino, ficamos aí pelos R$ 130.  Na volta catamos umas lenhas pelo caminho e dormimos com o barulhinho do criptar do fogo. Esta foi a galeteria escolhida para o nosso jantar em São Francisco No domingo outro dia espetacular, depois do café da manhã fomos explorar as cachoeiras mais perto, a do Remanso que é muito linda com uma queda de uns 70metros e depois fizemos uma pequena trilha que vai até a Cachoeira escondida , foi das trilhas mais bonitas que já tive a oportunidade de fazer, acho que o horário é bem importante, pois o sol estava penetrando pela mata e a luminosidade na vegetação, nas árvores era muito especial mesmo. No caminho cruzamos com 2 israelenses, dá para acreditar? Eu moro aqui a vida inteira e não conhecia este lugar, os caras vem do outro lado do mundo e vem parar aqui?? Nem preciso dizer que eles estavam extasiados com a exuberância da natureza no Brasil. No domingo saimos para explorar novas trilhas dentro do parque   Cachoeira Remanço, queda de 70m trilha para chegar na cachoeira escondida olhem só o que é este lugar…. Foi um final de semana perfeito, depois de entregarmos a cabana fomos conhecer a charmosa livraria Miragem que fica na rua principal de São Francisco e vale com certeza uma visita. Livraria Miragem, um lugar cheio de charme com muitos livros e objetos legais Destaque para a grande coleção de relógios à venda Esta casa de 1918 fica no pátio interno da livraria e contém um pequeno museu com objetos e fotos antigas da cidade. Fica aqui  a minha dica se você é uma pessoa inquieta e gosta de uma boa indiada como a Ane, não perca esta oportunidade de conhecer um lugar abençoado pela natureza que fica tão pertinho da gente. Se você gostou deste post e curte dicas de viagem, arte, restaurantes e afins, curta a nossa página Viajando com Arte no Facebook:   https://www.facebook.com/pages/Viajando-com-Arte/121374657937187    

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Mais sobre a Croácia

04 de abril de 2012 0

A CROÁCIA já apareceu outras vezes por aqui (clique para ver os outros posts) . Na última delas, divulgava a Papo Viajante, do STB, no qual da Marília Peixoto Coelho de Souza falaria sobre o país, considerado um dos destinos de 2012. Pois agora quem escreve para falar de lá é a própria Marília, gaúcha que mora em Zagreb. Ela é guia turística na Croácia, onde recebe grupos de brasileiros, além de dar aulas de História do Brasil na Universidade de Zagreb, no Curso de Português, além de aulas particulares de português, espanhol e croata para brasileiros. A história de Marília é daquelas sobre as quais a gente ouve falar de vez em quando. Nas palavras dela mesma: “Vim para a Europa, no fim de 2007, viajar e visitar meu irmão em Dublin e acabei conhecendo um croata num ônibus de turismo. Foi amor à primeira vista, nos apaixonamos e nem voltei ao Brasil! Me casei em 4 meses e minha vida mudou totalmente! Já estava falando fluente croata em 6 meses! ” Empenhada no seu trabalho e na divulgação do país, Marília criou um blog para isso: Uma Brasileira na Croácia .” E mandou algumas dicas: “É um país que reúne história, praias, montanhas e muita cultura. Fico feliz em ver que aos poucos os brasileiros estão vindo e descobrindo! A dica que tenho é que os turistas brasileiros que vêm até aqui não deixem de visitar a capital Zagreb, pois muitos conhecem Dubrovnik ou só a costa. Zagreb é uma cidade de 800 mil habitantes, a capital do país que abriga os centros político, econômico, cultural e educacional. Além disso, possui mais de 30 teatros, museus, galerias e parques. O interessante é que tudo é perto, muito fácil de se localizar, é muito aconchegante e as pessoas são bem receptivas. O centro histórico nos remonta aos tempos medievais, cheios de ruelas e nos dá a sensação de estar nos livros de história. O que acho imperdível é ir ao cemitério Mirogoj, um museu à céu aberto que abriga num mesmo lugar cristãos, muçulmanos e judeus. É um espetáculo! Além disso, acho muito legal o Jarun, um lago artificial, onde as pessoas tomam banho no verão, praticam esportes e à noite há vários bares bem divertidos! Pra conhecer bem os costumes locais sugiro ir ao Mercado Dolac, uma feira diária que ocorre de manhã atè às 14h, onde os produtores vendem legumes, frutas, mel, queijos fresquinhos e flores. Nele se pode comprar também artesanatos típicos da região. E, logo em seguida, o legal é ir tomar um café na Tkalca, uma rua de pedestres cheia de cafés e bares. Ali os croatas passam o dia tomando café com leite e curtindo a vida. Essa é a melhor maneira de conhecer os croatas! Pra terminar, sugiro que se caminhe pela cidade, observando os belos prédios e a bela arquitetura de influência austríaca. Se precisarem de qualquer dica, estou à disposição.”

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Mais sobre a Croácia

Estamos bem na foto

02 de abril de 2012 0

É só o que posso dizer: a Lomba do Asseio está bem na foto. Não temos “intervenções”, temos painéis, e sculturas, muros bem pintados e, até, uma Fundação, que, cujo prédio, projetado pelo arquiteto Siza, quem sabe seja a escultura que seu mentor, o Iberê Camargo, não fez. E já que falei no que temos de bom, devo dizer também que as assinaturas são boas. O Gustavo Nakle foi o primeiro. Já representou o seu país numa Bienal, em São Paulo, o que não é pouco para um filho de libaneses que abandonou o lojinha para se dedicar à escultura. Segundo dizem, havia começado em Montevidéu, com uma pequena lojinha – tão pequena que era chamada, por alguns amigos, de Ao Braço Fixo , que era como ele expunha as gravatas, os suspensórios e os cintos que vendia. A outra assinatura também é conhecida: Tenius – aliás, fez o monumento do Largo dos Açorianos. Agora é o seu filho, que já fazia objetos artísticos com ferro e solda. Era um bom artesão, mas, agora, assumiu a veia da família e fez aquela escultura vermelha que ilustra a postagem. Além de bonita, com a grama verde e o céu azul, ficou emoldurada. O Tiago Tenius, filho do grande Carlos Tenius, está, pois, no caminho do pai, que só fazia obras grandes. Graças ao dinâmico tocador, que é o prefeito Fortunati, a prefeitura criou uma boa solução até para um muro que estava sempre sujo, lambuzado pelos pichadores que se acham artistas de rua ( só se acham ): retocou o muro, pintou o fundo e escolhe, convida, ou, até, analisa projetos de verdadeiros “street artists”. Por que o nome em inglês? Porque foi na América do Norte que começou, e, com o nome original, você pode entrar na net, encontrá-los lá, em galerias, museus, etc.; quem sabe você tenha até visto o filme sobre o Basquiat, que foi do gueto pobre até o Moma só com a sua arte e seus vícios – lamentavelmente, os vícios cobraram a fatura muito cedo. Mas, voltando… Convenhamos, não é nada mau para um bairro que começou como local de despejo de dejetos – todos os dejetos. Até hoje, alguns, mais velhos, lembram do nome antigo: “Ponta da Merda”, em vez de “Ponta do Melo”, que é o que está nas cartas náuticas. Moro aqui há muito tempo. O “pout pourri” de perfumes e cheiros já havia saído, mas o trapiche ainda existia. O local já era ótimo, mas nenhum porto-alegrense da cepa viria morar aqui. Porém, o tempo foi passando. Como não sou porto-alegrense nato nem da cepa, pois filho de imigrantes pobres – pobres como todo imigrante – fui ficando e, nas muitas madrugadas, de volta do Treviso, só o que se encontrava eram carroças com frutas e legumes da Vila Nova em direção ao Mercado – mas um lampião era obrigatório. Nem isso o Dr. Olívio exigiu quando as trouxe de volta… Aliás, ficará na memória dos porto-alegrenses: mandou a Ford embora e trouxe as carroças. Mas, como falei, o tempo foi passando e pessoas como o aquarelista Mancuso, o escultor Stockinger e o estilista Rui Spohr vieram para cá. E não foi só. Construtores contrataram bons arquitetos e belos edifícios começaram a surgir. Com o “Xópi”, melhorou ainda mais. Dúvidas? Ainda temos, é claro. Vão abrir a perimetral da Vila Tronco? Já com ciclovia ou vamos fazer mais um puxadinho, como fiz com o Face? E o Estaleiro? Está tudo parado porque a Prefeitura precisa do local para colocar os “tubulões”? Ou estão à espera de uma câmara de vereadores mais compreensiva… E só o que se sabe é que vão longe os tempos em que, quando eu marcava um “spaghetti” aqui em casa, os meus amigos perguntavam: “a que horas?”; eu dizia o horário e tinha que ouvir: “ ok , se os índios não atacarem… nós chegaremos”

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Estamos bem na foto

Viena revisitada - Parte II

28 de março de 2012 0

Luas de Viena Pois eu contava aqui pra vocês da  minha última estadia em Viena neste fevereiro de 2012. Tudo começou porque 2012 é o ano que comemora os 150 anos de nascimento de Gustav Klimt , um dos maiores artistas austríacos e um dos meus artistas favoritos. As telas de Klimt são inconfundiveis, elas atraem o seu olhar e uma vez que você olha é capturado pela sua beleza infinita, seja das belas paisagens que ele pintou de maneira muito particular, seja pela sensualidade com que retratou as mulheres. Isto para mim já é motivo suficiente para voltar a capital austríaca. Me resignei com o fato de ser inverno e consequentemente os dias serem mais curtos, mas digo aqui entre nós, valeu muuito a pena. Uma amostra da obra de Klimt no Leopold Museum Viena está maravilhosa. E aconselho de novo, se vocês forem a Europa este ano, vão até Viena. Sobram motivos para isso: Vá almoçar no Schnitzelwirt – o lugar é simples, todo de madeira, mas é o melhor Schnitzel da cidade, estou falando daqueles bifões que ocupam um prato inteiro, a milanesa, recheado com presunto e queijo e  que você ainda pode pedir com molho de nata. Sim é para trogloditas, mas depois de caminhar horas olhando museus, curtindo as atrações, e o relógio marcar 3h da tarde, você também não seria? Nosso plano inicial era de comer só uma saladinha, mas tivemos a felicidade de cair neste endereço onde recortes de jornais mostravam que o Schnitzelwirt, era o lugar mais premiado pelo seu bifão, não prová-lo seria quase uma heresia, então fica aqui minha dica, quando a fome apertar, é para lá que você vai, não tem perdida. Aqui é o lugar do Schnitzel, fica a poucos minutos do Museumsquartier, na Neubagasse, 52 E para não me deixar mentir, a matéria do Chef do Schnitzel dizendo que ele é O cara do bifão! No post Viena revisitada parte I eu falei dos museus que considero imperdíveis, outro lugar que é um must na cidade é visitar as duas principais residências da familia Habsburgo. Uma é o Palácio Imperial de Hofburg ou simplesmente Hofburg, como é conhecido pelos vienenses. Foi a residência oficial e centro do poder dos Habsburgo , soberanos da Áustria entre 1278 e 1918, que o usaram como sua principal residência de Inverno. O Palácio foi feito para impressionar com toda a pompa e cirscunstância caracteristica dos Habsburgo. A gente visita as salas imperiais e alguns dos aposentos privados e pode também ver as mesas com todas as louças e serviços chiquérrimos dos tempos aureos do império Austro-Húngaro. Mas se você não é muito chegado em palácios e acha toda esta pompa um pouco cansativa então passe a visita ao Hofburg  mas em hipótese alguma deixe de conhecer o Palácio de Schönbrunn , que era a residência de verão dos mesmos simplícimos Habsburgo. O palácio hoje já está dentro da cidade de Viena,dentro de um  parque de 160 hectares, lá está o jardim zoológico mais antigo do mundo com 16 hectares. Os jardins, as fontes, são um capítulo a parte, é uma visita do qual você não vai se arrepender, a menos que você seja insano como nós que tentamos visitar o parque em feverereiro, abaixo de vento e neve, bueno, na nossa empreitada só faltou o cocar, no mais, a indiada foi completa. Chegando no Palácio de Schönbrunn, reparem que dia agradavel para visitar um palácio de verão Reparem na minha cara de ” O que é que eu estou fazendo aqui!” Me senti na obrigação moral de colocar uma foto do Schönbrunn, numa estação mais afável, para fazer justiça a beleza do lugar, e registro que tem uma visita aos apartamentos privados dos Habsburgo, incluindo a sala de ginástica da amada imperatriz Sissi que é bem interessante de fazer, com qualquer clima! brrrrrrrrrrrrr   Aconteceu de estarmos em Viena em pleno Valentine´s day , dia 14 de fevereiro,  o dia dos namorados do mundo inteiro, não entendo porque só aqui no Brasil comemoramos este dia em data diferente, alguém aí sabe me explicar? Mas o que eu estava contando é que neste dia era fundamental fazer uma reserva para jantar pois os pombinhos iriam ocupar cada mesa de restaurante na cidade. Eu tinha a dica de uma amiga festeira e tratei logo de ligar para reservar uma mesa, e consegui, mas com uma ressalva, às 10h tinhamos que zarpar pois eles tinham outra reserva. E sabe como é em viagens, né? A gente tem a ilusão que vai ter tempo e  energia para ir até o hotel, tomar banho se embonecar e sair flamante… ahahaha pura ilusão! Na prática o que acontece é o seguinte: Você caminhou o dia inteiro, viu milhares de coisas, parece que um dia tem 54 horas e lá pelas 8h da noite  além de estar morrendo de fome a gente está acabado! Então fechou bem, fomos assim meio podrinhas mesmo, direto para o MOTTO – um lugar muito descolado, animado, vibrante mesmo. Na porta onde indicava o endereço ficamos nos perguntando:” Hi será que é aqui mesmo? Será que é uma roubada ? Pois , gente, era muito estranho, só aquela porta, tipo de boate, sabe? E resultou que o lugar é super cool! Música, decoração inusitada, comida deliciosa, enfim uma experiência vienense que recomendo, ainda ao final fomos presenteadas com um lindo bouquet de tulipas brancas… Reparem a entrada nada glamorosa do MOTTO Lá dentro a decoração hiper cool, olhem as bonecas coladas no teto! Ali à esquerda as tulipas que ganhamos na saida – mimo de Valentine´s day Outra dica para aqueles que gostam de Arte e Arquitetura é visitar o prédio da Secessão de Viena , e aqui vamos pedir ajuda aos universitários da Wikipédia: “A secessão austríaca (1897-1920), ou secessão de Viena foi uma iniciativa de protesto de artistas da época contra as normas tradicionais, artísticas e étnicas, da sociedade atávica e transitória da época. Era uma tentativa de se encontrar uma identidade de grupo para o país.” Prédio da Secessão de Viena, ironicamente apelidada pelos vienenses de repolho dourado - a uma quadra da famosa Ringstrasse Liderados por Gustav Klimt (lembra?) vários artistas quiseram romper com a engessada e careta arte acadêmica, os secessionistas queriam também trazer artistas de outros paises, trocar experiências e neste espirito trouxeram muitas exposições de Fauvistas franceses, Expressionistas alemães e  de várias correntes artisticas e sempre mantiveram uma postura critica e vanguardista. Detalhe da fachada Ahh já ia quase esquecendo no coração da cidade está a Catedral de Santo Estevão , lindíssima. Mas se você quer ver algo realmente diferente vá até lá à noite, quando um show de luzes coloridas cobre a catedral por dentro e por fora e uma música clássica altíssima inunda seu grandioso interior.É de arrepiar! Catedral de Santo Estevão E o seu interior todo iluminado à noite quando a música clássica preenche todo o espaço Se você gostou deste post , e quer saber mais dicas de viagens, exposições roteiros e cultura curta nossa página no Facebook: https://www.facebook.com/pages/Viajando-com-Arte/121374657937187 Schnitzelwirt – Neubagasse, 52 MOTTO – Schonbrunner Strasse, 30 – fone 5870672;05  

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Viena revisitada – Parte II

Londres é para sempre - Por Luciano Zanetello

27 de março de 2012 0

  A primeira e até então única vez que estive em Londres , foi em 86  naquelas viagens para conhecer de tudo um pouco. Lembro  que gostei mas não houve aquela empatia com a cidade. Na época, saímos  de Paris de carro pela manhã  cruzamos o canal e, no final da tarde passeavamos por Portobello Road.   Claro que lá tudo era novo, não conhecíamos o trânsito de Paris, não existia GPS, para chegar a Inglaterra só atravessando o canal e tantas outras coisas. Esta divagação inicial é só para comparar como as coisas estão mais simples hoje em dia.  Agora, pegamos o Eurostar na “Gare du Nord” e  2:30 hs depois estávamos no centro de Londres ( King’s Cross / St. Pancras ).  Mesmo que a cidade toda esteja em obras por conta da próxima Olimpíada, é de impressionar como é bom quando a estrutura de uma cidade funciona.         Eurostar           King’s Cross Estava muito frio e como gostamos de caminhar, “trilhamos”a cidade de baixo para cima várias vezes. Para aqueles que preferem o conforto, o metrô te leva a qualquer lugar ( só não é recomendado nas horas do rush quando multidões apertam – se nos trens ). Como estávamos com amigos que moraram vários anos em Londres, não tinha perdida  tudo era certo e fácil. Começamos pela feira de Camdem onde existe de tudo para olhar ou comprar. Para ficarmos na comparação bairrista, é um brique da Redenção multiplicado por 10.      Mercado em  Camdem Town Existem muuuitas bicicletas, até porque o trânsito no centro tem restrições e é cobrado uma taxa  dos carros que ali circulam.  No dia seguinte fizemos o roteiro “gold”. Começamos com o Museu Britânico onde entre  outros atrativos, tem  expostos “A pedra de Roseta” e partes da fachada original do Parthenon de Atenas . Para não perder o mote, vários museus em Londres são grátis. Isto estimula e modifica a relação das crianças com o ensino pois, imagine – se ao invés de ouvir falar de Michelângelo e Da Vinci , sentar na frente de quadros dos dois e copiá los a vontade , ou melhor do que ler nos livros sobre o Egito Antigo ou Mesopotâmia ,  passear na frente de múmias e pedaços dos templos destes lugares, sem dúvida, muito mais atraente.   Museu Britânico   Pedra de Rosetta, sua importância provém do fato que foi através dela que contem o mesmo texto em 3 idiomas diferentes, que o linguista francês Champollion obteve a chave para a decifração dos hieróglifos egipcios.       Tate gallery   Dali passamos por Convent Garden, Picadilly Circus até a National Gallery , onde na frente temos a Trafalgar Square   com os monumentos em homenagem a Wellington e Nelson.  Picadilly Circus    Monumentos a Nelson e Wellington Descendo a Whitehall , à direita temos o arco em homenagem a Rainha Vitória ( Admiralty ) que dá início ao Mall  que termina no Palácio de Buckingham . Seguimos descendo a Whitehall e logo temos a esquerda o Parlamento , a direita a Abadia de Westminster . Caminhamos um pouco mais e logo a frente, o Big Ben próximo ao Tâmisa e o “London Eye”. Abadia de Westminster        O Big Ben com parte do Parlamento e o London Eye ao fundo     Downing St. nº 10, endereço do poder      London Eye      Dali, voltamos lentamente pela   Charing Cross St. onde temos dezenas de teatros nas imediações. Aproveitamos uma noite e fomos ver o ” Fantasma da Ópera” (  produção fantástica ) na saída, a medida que percorríamos a rua, os vários teatros terminavam sua função diária e centenas de pessoas misturavam – se a procura de restaurantes para fechar a noite. Aqui, um capítulo a parte, a culinária Inglesa não entusiasma ninguém … As dicas que deixo  são o Restaurante da Tate Gallery ( sétimo andar do prédio com a visão da Catedral de St. Paul , Millenium Bridge , o inusitado prédio do “Ovo” ) um charme. A outra é o restaurante do chef Inglês Jamie Oliver , o “Oliver Italien”. Lugar descolado com excelentes antipastos e visual despojado.   restaurante Jamie’s Italien         Restaurante da Tate Gallery No outro dia, escolhemos o rumo da Tate Gallery. No caminho entramos por ruelas desconhecidas ( The Temple )  e fomos parar na única igreja dos Templários na Inglaterra. Igreja Templária   Catedral de St. Paul      Teatro Globe de Sheakespeare       Visual da Tate Modern  Depois a Catedral de St. Paul, a rua que leva até a Millenium Bridge e a Tate Modern . Ao lado o teatro de Sheakespeare mostrado no filme  “Sheakespeare Apaixonado” . Como foram só 03 dias, isto foi o que deu para vermos. As outras atrações tínhamos visto na outra vez ( Torre de Londres, Palácio de Buckingham, Kensington Gardens, Hyde Park ). Mudei radicalmente, minha impressão sobre a cidade. A multiculturalidade e o caldeirão racial faz de Londres uma cidade acolhedora com a vantagem das inúmeras atrações turísticas e culturais. Sem dúvida, voltaremos …

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Londres é para sempre – Por Luciano Zanetello

Uma exposição para Marilyn

23 de março de 2012 0

Exposição e mostra Quero Ser Marilyn Monroe! chega a São Paulo em março O brilho e glamour de um dos maiores ícones pop do mundo serão vistos em obras de arte e filmes, a partir de 4 de março, na Cinemateca Brasileira São Paulo, 06 de fevereiro de 2012 – A exposição e mostra Quero Ser Marilyn Monroe! chega a São Paulo só em março, mas já há gente querendo fazer fila na porta da Cinemateca Brasileira. Isso porque é a primeira vez que a maior e mais completa exposição sobre a grande diva do cinema americano vem ao Brasil e em curta temporada. O evento, que marcará o cinquentenário da morte da musa, acontecerá na Cinemateca, do dia 4 de março a 1o de abril, com entrada gratuita ao público. A exposição chega ao Brasil após grande sucesso de público nos principais museus da Europa, Estados Unidos e Canadá. A exposição traz 125 obras de vários artistas consagrados como Andy Warhol, Allen Jones, Peter Blake, Richard Avedon, Henri Cartier-Bresson, entre outros. A ideia do evento é contar por meio de pinceladas, imagens e filmes trechos da vida da diva, em estilos que variam da fotografia fashion ao Pop Art. Documentando a trajetória icônica da sex symbol favorita do cinema, a exposição revela facetas de uma das mulheres mais famosas e intrigantes do mundo, inclusive com uma releitura da frágil vulnerabilidade da grande musa. “A proposta da exposição é, antes de mais nada, uma reflexão sobre a Marilyn. Queremos que o público se ponha no lugar dela ao reviver sua existência pelo ponto de vista de artistas que a leram e releram ao longo dos últimos 50 anos e dos filmes que ela fez”, afirma Ricardo Comissoli, sócio-diretor da Admirável Entretenimento, empresa responsável por trazer a exposição para São Paulo. A exposição começa com a famosa Red Velvet Pose, de Tom Kelley, para a Playboy e continua entre os lençóis da cama de One Night with Marilyn, do fotógrafo Douglas Kirkland. Inclue Marylin em Here’s to You com champagne em mãos celebrando seu retorno a Hollywood. Momentos memoráveis da carreira da diva serão retratados tais como a famosa cena sobre a grade de ventilação do metrô, com Thomas Ewell, em Seven Year Itch, de Sam Shaw, e também fotografias tiradas nos bastidores em Misfits, de Ernst Haas. Além da exposição de obras de arte, haverá ao longo de todo o período uma mostra de cinema com os principais filmes da atriz: O Inventor da Mocidade (Howard Hawks) – 1952; Quanto Mais Quente Melhor (Billy Wilder) – 1959; A Malvada?(Joseph L. Mankiewicz) – 1950; Os Desajustados (John Huston) – 1961; O Pecado Mora ao Lado (Billy Wilder) – 1955; Os Homens Preferem as Louras (Howard Hawks) – 1953; Torrentes de Paixão (Henry Hathaway) – 1952. A Admirável Entretenimento é a empresa responsável por trazer ao Brasil a exposição, que é patrocinada e apoiada pela Operadora Oi, Shopping Iguatemi, Fox Filmes, Chandon e Belvedere. Segundo a diretora de Cultura da Oi Futuro, Maria Arlete Gonçalves, “trazer para o Brasil a exposição de Marilyn Monroe faz parte da estratégia da Oi, uma das maiores patrocinadoras privadas da cultura brasileira, de oferecer ao público grandes atrações internacionais de forma gratuita ou a preços populares”. Já Silvia Camargo, gerente de marketing do Shopping Iguatemi, um dos apoiadores culturais, afirma que “o shopping vem se firmando, cada vez mais, como um grande incentivador das artes e não poderia deixar de patrocinar uma exposição de uma das estrelas mais marcantes de Hollywood”. Serviço: O que: Quero Ser Marilyn Monroe! – Exposição e Mostra Quando: 04 de março a 1o de abril Onde: Cinemateca Brasileira – Largo Senador Raul Cardoso, 207 – Vila Clementino – São Paulo Entrada gratuita a todos os visitantes Site: www.marilynmonroe.com.br Informações para a imprensa:

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Uma exposição para Marilyn

Encontro de Xicos

20 de março de 2012 0

Um com x , um com ch . O primeiro foi autor de obras desejadas por muitos e que, há uns seis meses, alcançaram bons preços num leilão da Christie’s, em Nova York. O Chico com ch , que assina o livro Stockinger, Vida e Obra , onde reuniu o que pôde da obra do Xico, é o José Francisco Alvres, Chico, para os amigos. Mostra, descreve e relata a sua admiração pelo Xico escultor. Não vi todas as fotos, mas as provas que vi são excelentes. Vê-las me deu uma grande saudade do amigo, vizinho e companheiro de viagem. Com visitas quase diárias ao seu ateliê (a 150 metros da minha casa), vi quase todas as obras em alguma fase de execução, e algumas até na caixa para expedição, pois o Xico fazia tudo mesmo. Ver os guerreiros deitados num caixão ainda sem tampa era até um pouco solene, como um viking deitado, descansando, à espera de sua próxima batalha – que, no caso, seria também a primeira. Enquanto elas aguardavam comprador, transporte ou alguma exposição, eram silenciosas testemunhas dos nossos embates no snooker (na sala ao lado). Ali, se reuniam, Xico, o grande campeão Sérgio Faracco, o escultor Tenius, Carlos Tenius, o Luiz Barth, também da área artística, o Egon Kröeff, e este escriba e convidados diversos. Com certeza, nos reencontraremos no dia 22. A obra do Xico transcende a arte. Era amigo de todos e, quando nos reencontramos, o assunto não é a sua arte, mas a sua pessoa. Será no Museu de Arte, às 19 horas. Obrigado, Xico com x por produzi-las. Obrigado, Chico com ch por perpetuá-las num livro.

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Encontro de Xicos

Paris em Fevereiro de 2012

20 de março de 2012 0

Eu já escrevi sobre Paris em Fevereiro em 2010, e nunca poderia imaginar que gostaria tanto de viajar pelo hemisfério norte nos meses de inverno, então este ano voltei a Paris. Agora que a TAP voa Porto Alegre direto para a Europa, sempre aproveito para na volta dar uma olhadinha em Lisboa , mas este será outro post. Eu adoro ficar trocando de lugar, pois assim temos a possibilidade de explorar bairros diferentes. Desta vez por razões pessoais, fiquei na Place de La Republique , no Hotel Crowne Plaza , que jamais recomendaria para alguém, pois é o tipico hotel metido a besta. daqueles hoteis enormes, que depois que  você sai do elevador quase precisa de uma bicicleta para chegar no seu quarto, caro para o que oferece, afinal 225 euros não é exatamente barato, quartos pequenos, o aquecimento era tão forte, que mesmo tendo desligado TUDO, eu me sentia assando em fuego lento , e para completar eles ainda tinham a cara de pau de cobrar 9 euros a hora da internet no quarto, pode!!!  Este nunca mais. Fora isso o bairro é ótimo, perto de muitas coisas legais e assim como antes o Marais era um bairro jovem e alternativo e hoje esta mais chique, este turma está migrando para o 11éme, ali pelas bandas de Bellevile e Menilmontant . Nosso primeiro final de semana foi um belo dia de sol e aproveitamos para experimentar as bicicletas Vélib – aquelas que você pega em vários pontos da cidade. Se você tentou e não conseguiu, não desista, pois uma vez corria um boato que era preciso se cadastrar na internet previamente, bobagem. Se você tem cartão de crédito pode pegar tranquilamente, e pasme! Os franceses que estão muito mais gentis se oferecem para ajudar. O custo é ótimo 1.70 euros p/dia, e se você devolver em 30minutos não paga mais nada. Em cada lugar de devolução tem um mapinha da área, pois o que pode acontecer é você chegar num ponto e não ter lugar para colocar a bicicleta, sem stress procure outro perto, tem muuuitos. Depois que você visitou aquela região é só pegar outra bike, e devolvendo no tempo você pode andar o dia todo pelos mesmos 1.70 euros. Estação de Vélib Um belo domingo de sol para pedalar em Paris em pleno mês de fevereiro Aquela coluna que vocês vêm ao fundo na foto é a Praça da Bastilha , e este canal aqui é o inicio do Canal San Martin , na minha opinião o lugar mais romântico de Paris , a parte mais linda dele fica lá pela altura do Boulevard Jules Ferry . Se você nunca passeou nas margen do Canal, inclua ele na sua próxima viagem a Paris. Imperdível. Conheci uma região diferente, que eu nunca tinha explorado e adorei. Então, deixamos a Bastilha para trás e cruzamos a P onte de Austerlitz , e chegamos ao Jardin des Plantes , é um jardim botânico aberto ao público, situado no 5o arrondissement de Paris como parte integrante do Museu de História Natural . Um parque bonito com estufas que a gente pode visitar. Pra mim foi uma grata surpresa, pois nunca tinha andado por aqueles lados. Jardin des Plantes As estufas com plantas de todos os lugares do planeta. Olhem só o cristal de quartzo que está na frente do Museu de História Natural, diretamente de Vitória da Conquista na Bahia Cruzamos todo o parque porque queríamos visitar a Mesquita de Paris que fica bem atrás, há estas alturas já havíamos encontrado um ponto da Vélib para deixar as bicicletas, para podermos entrar na Mesquita .  Grande Mesquita de Paris fica no 5o arrondissement, e é a maior da França. Contruída em estilo mudejar, lembra muito o estilo das mesquitas marroquinas. O pátio interno é lindo, lembra um oásis. Do outro lado na entrada mais próxima do Jardin des plantes, tem um restaurante e uma casa de chá, onde você pode só tomar um delicioso chá de hortelã com aqueles doces árabes de acabar com qualquer dieta, ou pode almoçar no restaurante. Depois de tomarmos um chazinho de hortelã e traçarmos um baclava fantástico, seguimos a pé por trás indo em direção a Saint Germain des Prés . Que fica muito pertinho fomos descendo a Rue Lacépède , onde passamos por um restaurante peruano, o El Picaflor , com uma fachada bem simpática e vários adesivos de famosos guias como o Lonely Planet, Rough Guide , mas era cedo para almoçar então anotei a dica para uma próxima vez. Chegamos  em uma pequena praça, trés sympa, um lugar muito bonitinho, cheio de cafés, restaurantes, chama-se a Place Contrescarpe , dali entramos na Rue Mouffetard , que tem muitas opções para almoçar, fomos caminhando por ela até depararmos com esta jóia de restaurante, que além de ser super transadinho, tem toda uma história, é por esta e outra razões que eu gosto tanto de Paris. Pois este restaurantezinho que vou mostrar aqui pra vocês foi a casa do grande poeta francês Paul Verlaine e posteriormente foi a casa de Ernest Hemingway por 4 anos. Place Contrescarpe   Descendo a Rue Moufettard Até encontrar este restaurante muito dez, chamado La Maison de Paul Verlaine, lugar onde morou o grande poeta francês. O lugar é muito legal, fotos de vários frequentadores por todos os lados Incluindo o nosso grande compositor Chico Buarque A comida é boa, vinho idem, nada suuuper especial, mas o conjunto faz desde restaurante um lugar especial. Bom vou encerrando este capítulo aqui, mas como tenho outras coisas pra contar para vocês, aguardem a Parte II, ok? Fui. Se você gostou deste post , e quer saber mais dicas de viagens, exposições roteiros e cultura curta nossa página no Facebook: https://www.facebook.com/pages/Viajando-com-Arte/121374657937187            

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Paris em Fevereiro de 2012

Exposição Leonilson na Fundação Iberê Camargo

16 de março de 2012 0

Abre hoje ao público na Fundação Iberê Camargo em Porto Alegre, a exposiçao “ Sob o Peso dos Meus Amores ”, do artista cearence Leonilson. Sob a curadoria de Bitu Cassundé, e Ricardo Resende a exposição traz um número recorde de 361 obras que representa todas as fases do artista. “Dono de um trabalho confessional, Leonilson compôs uma obra que pode ser lida como um diário íntimo. Era sobretudo um romântico. A busca do outro, o desejo, e a solidão como conseqüência disso, afloram no seu trabalho. A família, os amigos e a religião também são assuntos frequentes. Para Cassundé, esse é um dos pontos fortes do artista: “É das experiências pessoais que o artista, através da sua poética, eleva questões particulares e as desdobra em temas universais de fácil identificação e encontro com o outro.” Fica aqui a nossa dica, a exposição é linda, sensível, imperdível!! Quando: de 15 de março a 3 de junho |Onde: Fundação Iberê Camargo – Porto Alegre

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