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Posts na categoria "Pará"

San Martin de los Andes - Amor antigo

29 de abril de 2012 0

Eu nem lembro bem em que ano conheci San Martin , mas seguramente faz muito tempo. Chegando em San Martin Para aqueles que não sabem, San Martin de los Andes é uma cidadezinha que fica na provincia de Neuquén , no sul da Argentina , há 158km de Bariloche . Com pouco mais de 24 mil habitantes, não dá pra se perder por lá. E garanto para voces, não mudou muito, o que nos dias que correm é uma benção. San Martin não foi tomada por nenhuma febre imobiliária, nem muito menos foi fruto de modismos passageiros. Ela continua lá, linda, charmosa e com muitos moradores que escolheram uma vida mais tranquila, longe do estress das grandes cidades. A cidade é banhada pelo Lago Lácar Tenho muitas passagens em San Martin, e lembro que ficávamos contando que tinha mais bons restaurantes do que Porto Alegre , é claro que hoje isto mudou muito, mas a cidade ainda tem uma dezena de ótimos lugares que não ficam atrás de nenhum restaurante bom por aí, com uma diferença bem importante: os preços são pra lá de baratos e tem opções para todos os paladares. É claro que San Martin não é só restaurantes, a razão maior de ir até lá é a nossa paixão pelo esqui. Da cidadezinha até a base do Cerro Chapelco são uns 15km, você tem a opção de alugar um carro no aeroporto na chegada para fazer este trajeto, mas também pode contratar um seriço de tranfer diário, muitos hoteis oferecem este serviço . O Cerro Chapelco tem pistas muito boas para o esporte e nos últimos tempos eles investiram em novos meios de elevação. Se você nunca tentou esquiar e pode, eu lhe dou um conselho: tente!! O cenário na montanha é espetacular, e de muito lugares se avista o vulcão Lanin, que fica na fronteira entre Argentina e Chile.   No Cerro tem várias opções de restaurantes/bares, onde se come desde sanduiches até refeições completas como um delicioso bife de chorizo .   Meios de elevação novos substituiram as velhas cadeirinhas da pista dos italianos É uma sensação incrível, e não tem idade , é claro que uma criança que não tem medo, vai aprender muito mais rápido, mas aqueles que já passaram da adolescência não precisam perder as esperanças, é possível sim! Os 3 primeiros dias são duros, mas se você vencer este desafio, nunca mais vai querer parar, acredite!! Sem falar que uma estação de esqui tem um astral fantástico, gente bonita, música, bares e restaurantes legais, visuais incomparáveis, enfim, você precisa ao menos tentar, para me dizer que não conseguiu, combinado? Eles tem uma infra estrutura muito boa para receber as crianças, meu filho esquiou pela primeira vez com 4 anos, neste caso as crianças ficam no jardim de neve, onde esquiam 1h pela manhã, e 1h  na parte da tarde, no restante do tempo, eles brincam, desenham, vêem filmes, fazem todo o tipo de atividade . Paisagens incríveis com o Lanin ao fundo Tem alguns lugares muito lindos em San Martin e arredores, vou dar aqui uma dica que pouca gente conhece, mas que vale muito a pena experimentar, pois fica no trajeto de subida entre a cidade e a montanha. Mais exatamente dentro do condominio Pahuén , e chama-se Wine bar , o lugar perfeito para fazer um pit stop na descida, ver o por do sol e simplesmente agradecer por poder estar lá. As fotos falam por si.     Você pode  tomar um vinho com algumas “picadas” (aperitivo) e apreciar o visual Uma boa dica de restaurante na cidade é o imperdível La Tasca , um lugar tradicional de San Martim, onde você deve provar a truta ou o javali com molho de frutas del bosco, eu não tenho fotos pra mostrar e acabei de descobrir que eles não tem site na internet, então você vai ter que confiar em mim ! Outro lugar que recomento para jantar é o restaurante Doña Quela , que fica na rua principal de San Martin, advinhem?Avenida San Martin! Este lugar é especial, começando pelo prédio que é de 1910 e abrigou o primeiro hotel de San Martin, decorado dentro do estilo de arquitetura patagônica, com muita madeira, objetos antigos que revivem a antiga glória do hotel. Em San Martin a gente pode saborear vários tipos de trutas ou este salmão do Doña Quella tem um toque meio tailandês.   E para o café a tarde nada melhor do que o Tio Paco, com mil opções de tortas, croissants e demais pecados da gula.   No próximo post vou mostrar para vocês um passeio que fizemos ao Parque Lanin , que fica perto de San Martin. É o passeio ideal para aqueles dias que por alguma razão não deu para esquiar. Um lugar lindo demais. Olhem só:

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San Martin de los Andes – Amor antigo

Rio

22 de fevereiro de 2012 0

Uma coisa é certa: no Rio ninguém morre de tédio. A luminosidade incomparável, as belezas dos monólitos de pedra, os biquinis do Leblon, as explosões dos bueiros, vilas pacificadas, restaurantes vão para os ares, edifícios caem como laranjas maduras e, em poucos dias, se esvaem, deixam de ser assunto, como as verbas de auxílio aos alagados da serra do mesmo Rio, e, quase ao mesmo tempo, aparecem os blocos de sujos na rua, oi! skindô, skindô! Garotos de rua roubam uma senhora enquanto todos paramos para assistir a um casal de recém-casados descer a escada da igreja, oficializando o que já vinham fazendo há tempo. Enfim, esse é o Rio que amamos: tem de tudo. Como eu digo, as viagens têm de tudo e você olha para o que quer: pode ser a praia e seus biquínis ou as favelas com seus problemas. Isso, é claro, repercute no exterior, degrada a nossa imagem. Alalaôõôô! E meus amigos insistiram para que eu ficasse até o carnaval. Bem, não fiquei. Tenho plena consciência de qu,e sambando, sou um fracasso – quem sabe não tenha ficado de vergonha. Mas vi a passagem de uns blocos com nomes bizarros (por exemplo, o Sovaco do Cristo – claro, estão exatamente sob o braço do Cristo, lá embaixo, no Jardim Botânico, ao lado da Lagoa). Além dele, o Simpatia é Quase Amor , o Não Empurra Que É Pior , e um de judeus bem-humorados: Cortaram Meu Pinto . Tentei traduzir o nome para alguns estrangeiros amigos. Não é que não entendessem as palavras, mas nada tinha sentido. Fui obrigado a dizer que para nós também, e ouvi: “ It’s a beautiful nonsense ” . Cheguei um pouco mais perto da compreensão falando sobre um bloco nosso aqui do Sul cujo nome acho ótimo: Os Protegidos da Princesa , mas, por sorte, passou um outro com banda, metais, mulatas, gays e travestis. Com isso, fui salvo de ouvir outro “beautiful nonsense”. Dali a pouco, se aproximou um bloco de homens fortes, sarados, com barba, bigodes e pernas cabeludas, mas só homens. Veio a pergunta óbvia: “Are they gays? All of them?” E a minha resposta: “Não, não são. Estão só se divertindo.” Seria? E se fossem? É deles, dão para quem quiserem e ninguém tem nada com isso.” Mas como é que você vai se fazer entender?? No meio dos tamborins, pandeiros, pistões e passistas? Skindum, skindum… Indo para uma feijoada em pleno verão carioca. Onde? Na Academia da Cachaça .

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Rio

Pelo deserto da Mauritânia

31 de janeiro de 2012 0

Esses dias, falando aqui do Paris-Dakar, citei a Mauritânia. Devido a um e-mail, fui ver no mapa. Raramente tem este nome. Não sei porque, mas, por ali, com outras fronteiras, era o chamado Saara Espanhol. A Mauritânia, localizada na costa Atlântica do continente africano, é um país que tem o deserto como parte inseparável de sua identidade. Explorá-la é uma aventura desejável e realizável, especialmente para europeus, pois se chega a ela facilmente direto pelo Mediterrâneo, atravessando por Ceuta, no Marrocos, e segue-se por boas estradas ou pelo deserto, como o pessoal do ancient Paris-Dakar. Nós fizemos isso com mais dois casais ingleses em um jipe Land Rover de chassis longo. Era um veículo de segunda mão. O ex-dono era o exército inglês. Um dos casais o arrematou num leilão. Um legítimo ex-Army. Não chegamos à sua capital, Nouakchott (pronuncie como quiser). Nossos amigos disseram que reúne o que de mais moderno este país pode oferecer aos olhos ocidentais. No entanto, acrescentam, quando se chega, a primeira impressão é a de que se trata de um lugar muito pobre – e a segunda referenda a primeira – embora duas largas avenidas tentem passar certo ar de prosperidade. O deserto é o protagonista mais marcante. E ele se faz presente também com a areia constantemente arrastada pelo vento e que cobre as vilas com uma neblina – lembrando que são localidades fincadas no meio do deserto. Para evitar o desconforto da areia, seus habitantes cobrem seus corpos e rostos. Os homens usam imensos turbantes, e vestem longas túnicas, que os protegem tanto do frio quanto do calor, capaz de chegar a 50*C no verão. Já as mulheres envolvem seus corpos lindos com lenços grandes, coloridos e desenhados. Além disso, usam coques. As mauritanas costumam caminhar com elegância, e têm uma nata e curiosa placidez que contrasta com as difíceis condições de vida e dos pesos que carregam na cabeça. Foto:  http://www.sxc.hu/browse.phtml?f=download&id=291123

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Pelo deserto da Mauritânia

Viajante de primeira viagem

21 de dezembro de 2011 0

Agora que vem a baixa estação – na Europa nem tão baixa assim –, o FACEiro Maicon, que, segundo ele, pretende se tornar um viajante, me faz uma pergunta. Primeiro de tudo, siga em frente e pergunte o que quiser, e, se eu não souber, vou responder: “ não sei! ”. Quanto à sua pergunta, ela tem lógica. Teoricamente, funciona, mas, na prática, é coisa para super-homens. Dormir em trens, sem as “couchetes”, dá para fazer uma noite. Depois da segunda, o corpo quer descansar, e as camas a bordo custam o mesmo que um hotel de duas estrelas. Portanto, o que sugiro é que reduza o seu roteiro e desfrute mais as cidades. Sei da ansiedade da primeira viagem, mas você é jovem, e a Europa vai continuar à sua espera para mais viagens. Conhecê-la é uma coisa; usufruí-la é outra. E dizer aos amigos que foi é uma terceira. Trabalhar lá por um ou dois meses é viável. Já foi mais fácil, e precisa de algum conhecimento de idiomas. Voltando ao assunto da sua primeira pergunta, quando se está maldormido, as coisas não têm graça; nada tem graça. O prazer diminui e o humor vai desaparecendo. Frequentemente, alguém diz: “pode fazer, a Europa é pequena…”. Não é bem assim. Nós vivemos num país enorme, somos levados a acreditar, mas, por exemplo, e só como exemplo: de Lisboa a Moscou é mais ou menos como Porto Alegre – Belém do Pará – deve levar umas dez horas. Portanto, sugiro que encurte seu projeto. Nas cidades maiores, no mínimo três a quatro dias. Evite o forte da temporada e faça as reservas em “youth hotels”. Todos têm e-mail. Quanto a cidades? Acho que você tem que escolhê-las. Não me atrevo! Cada um tem seu interesse e a sua curiosidade. Abraços. Boa viagem.

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Viajante de primeira viagem

Cambodja parte I - Pedalando nos templos de Angkor

19 de novembro de 2011 0

Fazendo valer a máxima de que é melhor conhecer coisas novas do que repetir roteiros carimbados, este ano elegemos o Cambodja como destino. Na internet descobrimos que uma boa maneira de conhecer os muitos – e pôe muitos – templos de Angkor seria de bicicleta, já que a geografia do terreno favorece. Ao final de uma looonga viagem que incluiu escalas em   Dubai e Bangkok , aterrisamos em Siem Reap pequena cidade vizinha ao conjunto dos templos do povo Khmer . Os templos tiveram sua popularidade amplificada  quando o filme “Tomb Rider” e Angelina Jolie mostraram p/ o mundo sua arquitetura e belezas . Armados contra o calor, com roupas leves e muita água, pegamos as bicicletas,  mapa e demos início ao nosso tour. Um “quebra – molas” na entrada para os templos, onde compramos o passe de 03 dias, era a única elevação no trajeto. Aqui um conselho: se for visitar o país, nem se preocupe em trocar dinheiro. A moeda corrente é o dolar. Só é preciso assegurar – se de ter muitas notas pequenas, pois praticamente tudo é cotado assim, sempre com valores muito baixos .    Entrada de Angkor Wat Nossa primeira parada foi o conjunto de Angkor Wat , uma das antigas cidades do povo Khmer, antiga denominação dos Cambojanos. É realmente impressionante, fazendo jus à fama de uma das maravilhas a serem conhecidas. Detalhe de torre em Angkor Wat Panorâmica do conjunto de Angkor Wat O guia nos informou que todas as construções  têm um significado e propósito para estarem construídas daquela maneira. Ora era para que reparássemos que todas as figuras esculpidas nas paredes representando o bem (são milhares) estavam  olhando para uma mesma direção, ora para que víssemos que as que representavam o mal olhavam na direção contrária. Explicou também que a janela do quarto do soberano era posicionada na direção, de maneira que ele fosse o primeiro a visualizar  o sol do equinócio e assim por diante . A cidadela No detalhe, as Apsaras , bailarinas sagradas. Depois de 03 hs de uma visita resumida, pedalamos, entre florestas e desviando dos macacos, para o nosso segundo destino Angkor Thon . Cruzamos o portão que dava acesso ao segundo conjunto, e logo estávamos dentro do principal edifício, o “Bayon”. Aqui, tenho que registrar a maravilha que são as paredes dos templos, todas elas esculpidas com cenas retratando o cotidiano da cidade. habitante local Portão Sul Angkor Thon Monges em visita ao templo Bayon Detalhe dos muros Os templos eram relativamente perto, então deixamos as bicicletas e trilhamos a direção sugerida. Tudo é grandioso e belíssimo: o ” terraço dos Elefantes” e os jardins de ” Lepper King”.   Terraço dos Elefantes Jardins de Lepper King Acabamos a visita no meio da tarde quando o temporal diário já estava se armando. Nesta época chove todos os dias, religiosamente, variando apenas o horário. Ainda tínhamos no roteiro do dia a visita ao “Tah Prom”, o templo retratado em Tomb Rider. No caminho a chuvarada nos pegou e chegamos completamente ensopados. Ali é  difícil não pensar em Indiana Jones ou coisas do gênero. A combinação das árvores centenárias enroscadas nas paredes dos templos cria uma atmosfera indescritível. Cansados de tanto clicar, pois para cada lugar que olhássemos havia algo p/ fotografar, iniciamos a volta ao hotel. O calor conseguia ser ainda maior após a chuva. Foram aproximadamente 30 Km de pedaladas e chegamos ao hotel aos pedaços. Nada que uma boa piscina e uma massagem não recuperassem. Aliás, é impossível viajar para estes lados e não virar fã de massagem. São baratíssimas comparadas com os preços no Brasil e tem opções para todos os gostos . No dia seguinte, seguimos o mesmo roteiro, visitando diferentes templos. A distância era maior, mas estávamos mais acostumados. Visitamos o ” Preah Khan”, antiga  cidade e universidade Budista, onde os arqueólogos mantiveram a vegetação entre os templos, deixando o clima ainda mais cenográfico. Na volta, paramos noutro conjunto localizado no alto de uma colina, onde as pessoas costumam subir no dorso dos elefantes para apreciar o pôr do sol. Preah Khan Único templo com colunas redondas / Preah Khan Preparando p/ subir Não tivemos sorte, pois o temporal diário coincidiu com nossa visita e só visualizamos as pesadas nuvens descarregando água por tudo. Repetimos a sequência piscina e massagem e à noite pegamos um ” Tuk – Tuk” para conhecer a culinária típica. Pedimos o ” Camboja Tasting”, um prato com seis variedades de comida que faz um bom apanhado da cozinha local. A comida é uma mistura da Tailandesa que conhecemos com a Vietnamita e influências locais. Tudo com muito curry e pimenta. Outra dica, se você não for um apreciador da comida muito codimentada, peça sempre -  not spicy . Ainda assim, é bom ter uma garrafa d’agua por perto . No último dia aqui (nosso vôo saía p/ Phnom às 13:00 h) levantamos cedo e fomos conhecer o mercado da cidade. É uma mistura de cheiros e sabores, plus uma versão mais quente e úmida de Ciudad del’ Este. O artesanato é ótimo, tem tudo que se possa imaginar para enfeites de mesa, casa e esculturas. O único problema é segurar o ímpeto para não detonar o orçamento na viagem . tuk-tuk Mercado de Siem Reap No próximo post, falarei mais do povo, costumes e também da visita que fizemos aos Killing Fields . Minha tarefa aqui foi inglória, pois por mais que queira sintetizar a descrição dos templos e a atmosfera do lugar, não conseguirei transmitir mais do que uma pálida idéia da impressão que tivemos no local . Boa Viagem para todos .

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Cambodja parte I – Pedalando nos templos de Angkor

Cambodja parte I - Pedalando nos templos de Angkor

19 de novembro de 2011 0

Fazendo valer a máxima de que é melhor conhecer coisas novas do que repetir roteiros carimbados, este ano elegemos o Cambodja como destino. Na internet descobrimos que uma boa maneira de conhecer os muitos – e pôe muitos – templos de Angkor seria de bicicleta, já que a geografia do terreno favorece. Ao final de uma looonga viagem que incluiu escalas em   Dubai e Bangkok , aterrisamos em Siem Reap pequena cidade vizinha ao conjunto dos templos do povo Khmer . Os templos tiveram sua popularidade amplificada  quando o filme “Tomb Rider” e Angelina Jolie mostraram p/ o mundo sua arquitetura e belezas . Armados contra o calor, com roupas leves e muita água, pegamos as bicicletas,  mapa e demos início ao nosso tour. Um “quebra – molas” na entrada para os templos, onde compramos o passe de 03 dias, era a única elevação no trajeto. Aqui um conselho: se for visitar o país, nem se preocupe em trocar dinheiro. A moeda corrente é o dolar. Só é preciso assegurar – se de ter muitas notas pequenas, pois praticamente tudo é cotado assim, sempre com valores muito baixos .    Entrada de Angkor Wat Nossa primeira parada foi o conjunto de Angkor Wat , uma das antigas cidades do povo Khmer, antiga denominação dos Cambojanos. É realmente impressionante, fazendo jus à fama de uma das maravilhas a serem conhecidas. Detalhe de torre em Angkor Wat Panorâmica do conjunto de Angkor Wat O guia nos informou que todas as construções  têm um significado e propósito para estarem construídas daquela maneira. Ora era para que reparássemos que todas as figuras esculpidas nas paredes representando o bem (são milhares) estavam  olhando para uma mesma direção, ora para que víssemos que as que representavam o mal olhavam na direção contrária. Explicou também que a janela do quarto do soberano era posicionada na direção, de maneira que ele fosse o primeiro a visualizar  o sol do equinócio e assim por diante . A cidadela No detalhe, as Apsaras , bailarinas sagradas. Depois de 03 hs de uma visita resumida, pedalamos, entre florestas e desviando dos macacos, para o nosso segundo destino Angkor Thon . Cruzamos o portão que dava acesso ao segundo conjunto, e logo estávamos dentro do principal edifício, o “Bayon”. Aqui, tenho que registrar a maravilha que são as paredes dos templos, todas elas esculpidas com cenas retratando o cotidiano da cidade. habitante local Portão Sul Angkor Thon Monges em visita ao templo Bayon Detalhe dos muros Os templos eram relativamente perto, então deixamos as bicicletas e trilhamos a direção sugerida. Tudo é grandioso e belíssimo: o ” terraço dos Elefantes” e os jardins de ” Lepper King”.   Terraço dos Elefantes Jardins de Lepper King Acabamos a visita no meio da tarde quando o temporal diário já estava se armando. Nesta época chove todos os dias, religiosamente, variando apenas o horário. Ainda tínhamos no roteiro do dia a visita ao “Tah Prom”, o templo retratado em Tomb Rider. No caminho a chuvarada nos pegou e chegamos completamente ensopados. Ali é  difícil não pensar em Indiana Jones ou coisas do gênero. A combinação das árvores centenárias enroscadas nas paredes dos templos cria uma atmosfera indescritível. Cansados de tanto clicar, pois para cada lugar que olhássemos havia algo p/ fotografar, iniciamos a volta ao hotel. O calor conseguia ser ainda maior após a chuva. Foram aproximadamente 30 Km de pedaladas e chegamos ao hotel aos pedaços. Nada que uma boa piscina e uma massagem não recuperassem. Aliás, é impossível viajar para estes lados e não virar fã de massagem. São baratíssimas comparadas com os preços no Brasil e tem opções para todos os gostos . No dia seguinte, seguimos o mesmo roteiro, visitando diferentes templos. A distância era maior, mas estávamos mais acostumados. Visitamos o ” Preah Khan”, antiga  cidade e universidade Budista, onde os arqueólogos mantiveram a vegetação entre os templos, deixando o clima ainda mais cenográfico. Na volta, paramos noutro conjunto localizado no alto de uma colina, onde as pessoas costumam subir no dorso dos elefantes para apreciar o pôr do sol. Preah Khan Único templo com colunas redondas / Preah Khan Preparando p/ subir Não tivemos sorte, pois o temporal diário coincidiu com nossa visita e só visualizamos as pesadas nuvens descarregando água por tudo. Repetimos a sequência piscina e massagem e à noite pegamos um ” Tuk – Tuk” para conhecer a culinária típica. Pedimos o ” Camboja Tasting”, um prato com seis variedades de comida que faz um bom apanhado da cozinha local. A comida é uma mistura da Tailandesa que conhecemos com a Vietnamita e influências locais. Tudo com muito curry e pimenta. Outra dica, se você não for um apreciador da comida muito codimentada, peça sempre -  not spicy . Ainda assim, é bom ter uma garrafa d’agua por perto . No último dia aqui (nosso vôo saía p/ Phnom às 13:00 h) levantamos cedo e fomos conhecer o mercado da cidade. É uma mistura de cheiros e sabores, plus uma versão mais quente e úmida de Ciudad del’ Este. O artesanato é ótimo, tem tudo que se possa imaginar para enfeites de mesa, casa e esculturas. O único problema é segurar o ímpeto para não detonar o orçamento na viagem . tuk-tuk Mercado de Siem Reap No próximo post, falarei mais do povo, costumes e também da visita que fizemos aos Killing Fields . Minha tarefa aqui foi inglória, pois por mais que queira sintetizar a descrição dos templos e a atmosfera do lugar, não conseguirei transmitir mais do que uma pálida idéia da impressão que tivemos no local . Boa Viagem para todos .

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Cambodja parte I – Pedalando nos templos de Angkor

A Serra de Santa Catarina: beleza natural! Por Luciana Petry Anele

30 de setembro de 2011 0

San Martin de los Andes – Amor antigo

20 de setembro de 2011 0

Eu nem lembro bem em que ano conheci San Martin , mas seguramente faz muito tempo. Chegando em San Martin Para aqueles que não sabem, San Martin de los Andes é uma cidadezinha que fica na provincia de Neuquén , no sul da Argentina , há 158km de Bariloche . Com pouco mais de 24 mil habitantes, não dá pra se perder por lá. E garanto para voces, não mudou muito, o que nos dias que correm é uma benção. San Martin não foi tomada por nenhuma febre imobiliária, nem muito menos foi fruto de modismos passageiros. Ela continua lá, linda, charmosa e com muitos moradores que escolheram uma vida mais tranquila, longe do estress das grandes cidades. A cidade é banhada pelo Lago Lácar Tenho muitas passagens em San Martin, e lembro que ficávamos contando que tinha mais bons restaurantes do que Porto Alegre , é claro que hoje isto mudou muito, mas a cidade ainda tem uma dezena de ótimos lugares que não ficam atrás de nenhum restaurante bom por aí, com uma diferença bem importante: os preços são pra lá de baratos e tem opções para todos os paladares. É claro que San Martin não é só restaurantes, a razão maior de ir até lá é a nossa paixão pelo esqui. Da cidadezinha até a base do Cerro Chapelco são uns 15km, você tem a opção de alugar um carro no aeroporto na chegada para fazer este trajeto, mas também pode contratar um seriço de tranfer diário, muitos hoteis oferecem este serviço . O Cerro Chapelco tem pistas muito boas para o esporte e nos últimos tempos eles investiram em novos meios de elevação. Se você nunca tentou esquiar e pode, eu lhe dou um conselho: tente!! O cenário na montanha é espetacular, e de muito lugares se avista o vulcão Lanin, que fica na fronteira entre Argentina e Chile.   No Cerro tem várias opções de restaurantes/bares, onde se come desde sanduiches até refeiões completas como um delicioso bife de chorizo .   Meios de elevação novos substituiram as velhas cadeirinhas da pista dos italianos É uma sensação incrível, e não tem idade , é claro que uma criança que não tem medo, vai aprender muito mais rápido, mas aqueles que já passaram da adolescência não precisam perder as esperanças, é possível sim! Os 3 primeiros dias são duros, mas se você vencer este desafio, nunca mais vai querer parar, acredite!! Sem falar que uma estação de esqui tem um astral fantástico, gente bonita, música, bares e restaurantes legais, visuais incomparáveis, enfim, você precisa ao menos tentar, para me dizer que não conseguiu, combinado? Eles tem uma infra estrutura muito boa para receber as crianças, meu filho esquiou pela primeira vez com 4 anos, neste caso as crianças ficam no jardim de neve, onde esquiam 1h pela manhã, e 1h  na parte da tarde, no restante do tempo, eles brincam, desenham, vêem filmes, fazem todo o tipo de atividade . Paisagens incríveis com o Lanin ao fundo Tem alguns lugares muito lindos em San Martin e arredores, vou dar aqui uma dica que pouca gente conhece, mas que vale muito a pena experimentar, pois fica no trajeto de subida entre a cidade e a montanha. Mais exatamente dentro do condominio Pahuén , e chama-se Wine bar , o lugar perfeito para fazer um pit stop na descida, ver o por do sol e simplesmente agradecer por poder estar lá. As fotos falam por si.     Você pode  tomar um vinho com algumas “picadas” (aperitivo) e apreciar o visual Uma boa dica de restaurante na cidade é o imperdível La Tasca , um lugar tradicional de San Martim, onde você deve provar a truta ou o javali com molho de frutas del bosco, eu não tenho fotos pra mostrar e acabei de descobrir que eles não tem site na internet, então você vai ter que confiar em mim ! Outro lugar que recomento para jantar é o restaurante Doña Quella , que fica na rua principal de San Martin, advinhem?Avenida San Martin! Este lugar é especial, começando pelo prédio que é de 1910 e abrigou o primeiro hotel de San Martin, decorado dentro do estilo de arquitetura patagônica, com muita madeira, objetos antigos que revivem a antiga glória do hotel. Em San Martin a gente pode saborear truta de todas as maneiras, esta do Doña Quella tem um toque meio tailandês.   E para o café a tarde nada melhor do que o Tio Paco, com mil opções de tortas, croissants e demais pecados da gula.   No próximo post vou mostrar para vocês um passeio que fizemos ao Parque Lanin , que fica perto de San Martin. É o passeio ideal para aqueles dias que por alguma razão não deu para esquiar. Um lugar lindo demais. Olhem só:

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San Martin de los Andes – Amor antigo

San Martin de los Andes – Amor antigo

19 de setembro de 2011 0

Eu nem lembro bem em que ano conheci San Martin , mas seguramente faz muito tempo. Chegando em San Martin Para aqueles que não sabem, San Martin de los Andes é uma cidadezinha que fica na provincia de Neuquén , no sul da Argentina , há 158km de Bariloche . Com pouco mais de 24 mil habitantes, não dá pra se perder por lá. E garanto para voces, não mudou muito, o que nos dias que correm é uma benção. San Martin não foi tomada por nenhuma febre imobiliária, nem muito menos foi fruto de modismos passageiros. Ela continua lá, linda, charmosa e com muitos moradores que escolheram uma vida mais tranquila, longe do estress das grandes cidades. A cidade é banhada pelo Lago Lácar Tenho muitas passagens em San Martin, e lembro que ficávamos contando que tinha mais bons restaurantes do que Porto Alegre , é claro que hoje isto mudou muito, mas a cidade ainda tem uma dezena de ótimos lugares que não ficam atrás de nenhum restaurante bom por aí, com uma diferença bem importante: os preços são pra lá de baratos e tem opções para todos os paladares. É claro que San Martin não é só restaurantes, a razão maior de ir até lá é a nossa paixão pelo esqui. Da cidadezinha até a base do Cerro Chapelco são uns 15km, você tem a opção de alugar um carro no aeroporto na chegada para fazer este trajeto, mas também pode contratar um seriço de tranfer diário, muitos hoteis oferecem este serviço . O Cerro Chapelco tem pistas muito boas para o esporte e nos últimos tempos eles investiram em novos meios de elevação. Se você nunca tentou esquiar e pode, eu lhe dou um conselho: tente!! O cenário na montanha é espetacular, e de muito lugares se avista o vulcão Lanin, que fica na fronteira entre Argentina e Chile.   No Cerro tem várias opções de restaurantes/bares, onde se come desde sanduiches até refeiões completas como um delicioso bife de chorizo .   Meios de elevação novos substituiram as velhas cadeirinhas da pista dos italianos É uma sensação incrível, e não tem idade , é claro que uma criança que não tem medo, vai aprender muito mais rápido, mas aqueles que já passaram da adolescência não precisam perder as esperanças, é possível sim! Os 3 primeiros dias são duros, mas se você vencer este desafio, nunca mais vai querer parar, acredite!! Sem falar que uma estação de esqui tem um astral fantástico, gente bonita, música, bares e restaurantes legais, visuais incomparáveis, enfim, você precisa ao menos tentar, para me dizer que não conseguiu, combinado? Eles tem uma infra estrutura muito boa para receber as crianças, meu filho esquiou pela primeira vez com 4 anos, neste caso as crianças ficam no jardim de neve, onde esquiam 1h pela manhã, e 1h  na parte da tarde, no restante do tempo, eles brincam, desenham, vêem filmes, fazem todo o tipo de atividade . Paisagens incríveis com o Lanin ao fundo Tem alguns lugares muito lindos em San Martin e arredores, vou dar aqui uma dica que pouca gente conhece, mas que vale muito a pena experimentar, pois fica no trajeto de subida entre a cidade e a montanha. Mais exatamente dentro do condominio Pahuén , e chama-se Wine bar , o lugar perfeito para fazer um pit stop na descida, ver o por do sol e simplesmente agradecer por poder estar lá. As fotos falam por si.     Você pode  tomar um vinho com algumas “picadas” (aperitivo) e apreciar o visual Uma boa dica de restaurante na cidade é o imperdível La Tasca , um lugar tradicional de San Martim, onde você deve provar a truta ou o javali com molho de frutas del bosco, eu não tenho fotos pra mostrar e acabei de descobrir que eles não tem site na internet, então você vai ter que confiar em mim ! Outro lugar que recomento para jantar é o restaurante Doña Quella , que fica na rua principal de San Martin, advinhem?Avenida San Martin! Este lugar é especial, começando pelo prédio que é de 1910 e abrigou o primeiro hotel de San Martin, decorado dentro do estilo de arquitetura patagônica, com muita madeira, objetos antigos que revivem a antiga glória do hotel. Em San Martin a gente pode saborear truta de todas as maneiras, esta do Doña Quella tem um toque meio tailandês.   E para o café a tarde nada melhor do que o Tio Paco, com mil opções de tortas, croissants e demais pecados da gula.   No próximo post vou mostrar para vocês um passeio que fizemos ao Parque Lanin , que fica perto de San Martin. É o passeio ideal para aqueles dias que por alguma razão não deu para esquiar. Um lugar lindo demais. Olhem só:

Leia o post completo no blog Viajando com Arte:
San Martin de los Andes – Amor antigo

Alemanha de bicicleta, já pensou? Parte I

30 de agosto de 2011 0

Pois eu já e muito, sempre ouvia relatos de amigos que tinham feito roteiros na França, Toscana e aqui dentro eu pensava ” putz eu ainda quero fazer isso!!” E fiz. Foi neste verão europeu. Na Alemanha , lugar perfeito para estrear esta categoria de aventuras, pois nada como um pais organizado, com toda infra estrutura para a gente constatar que 6 dias pedalando uma média de 60km por dia não só é muito tranquilo,  como a gente não precisa ser um super atleta pra fazer isso acreditem! Comecei pesquisando na internet quais seriam os melhores lugares, e a Alemanha me acenava com um circuito de 6 dias margeando os rios Danúnio e Altmul , numa área que me pareceu ter muita floresta e cidadezinhas medievais no percurso. Cruzamos o Rio Danúbio várias vezes, ele nos acompanhou em quase todo o trajeto. Agora vou dizer para vocês que acabei fazendo tudo por uma companhia californiana a Bike tours http://www.biketoursdirect.com/ eles tem centenas de opções de tours por vários lugares do mundo. No nosso caso eles na verdade contrataram os serviços de um empresa alemã a  Radweg Reisen http://www.radweg-service.com/startpage.html , que faz tours na Alemanha de acordo com o seu perfil, então se você quiser, pode entrar em contato direto com a empresa alemã. O tour que acabei escolhendo foi este: http://www.biketoursdirect.com//?location=tourdetail&tid=17&searching=yes – por várias razões, eram 6 dias, um nivel bom pra começar, sem muitas subidas, numa região linda e o preço muito razoável uma média de 600 euros por pessoa com 7 diárias em hoteis 3 e 4 estrelas, aluguel das bikes e vouchers para algumas atrações. Nosso tour foi perfeito ! Sério não poderia ter sido mais de acordo com a nossa expectativa. Vou contar pra vocês, primeiro ele era self guided, ou seja eramos nós conosco mesmo, não havia guia, nem outras pessoas, nosso único compromisso era o de deixar as malas até as 9h da manhã na portaria do hotel para que eles levassem até o nosso próximo destino.No mais, éramos donos do nosso tempo, parávamos  quando a fome ou a sede ou simplesmente a vista linda do Danúbio exigia uma foto. É uma viagem perfeita pra fazer com a familia, com os filhos mais crescidinhos, é uma vivência do lugar sem precedentes. Nosso ponto de partida foi a cidade de Regensburg . Imaginem, verão, dia longo. Tivemos a sorte de estar lá na data de uma festa enorme bienal que eles comemoram a entrada do verão, mais ou menos o mesmo espirito da festa da musica na França. Bancas de comidas, muito chope e bandas de música espalhadas por toda a cidade. Bah! Eu pensei , isto só pode ser um aviso que não vou morrer de exaustão no primeiro dia… Grande festa bienal em Regensburg  para comemorar a entrada do verão. A festa começa na sexta e só termina no domingo, bandas de música se apresentam por toda a cidade. É gente eu estava com medo de não aguentar o tirão, e neste tour não tinha aquela moleza que se você cansou eles vem e te levam na van, nã, nã nã, achou que era atleta? Agora guenta!!! Saindo de Regensburg em direção a Bad Gogging, passamos por várias cidadezinhas. Saímos de Regensburg sem falar com uma única pessoa, alguém deixou no nosso hotel as bicicletas , já com as alturas e pesos de cada um de nós devidamente ajustadas ( ah este mundo virtual existe mesmo!!) mapas, guias, lista de hotéis reservados no percurso e um refinamento: vouchers incluidos no nosso pacote de trechos de barco, visita ao castelo, caverna, enfim as atrações que nos esperavam. Passamos no meio de algumas florestas, onde a qualquer momento poderia surgir uma fada ou quem sabe um gnomo.. E por muitos trigais dourados e lavouras Bueno, lá fomos nós: Eu, Paulinho, Victoria (minha filha que mora na França) Johan ( namorido) e Luisa ( amiga das indiadas). Saimos num dia de verão alemão, ou seja céu pesado de nuvens, nada animador, mas mesmo assim, me rendi à paisagem, e como sempre faço, agradeci a seja lá quem for o responsavel de estar lá. Muitas paradas hidráulicas  para registrar os belíssimos cenários que se apresentavam Quase 70% do tempo fomos pedalando ao lado do rio Danúbio, quase sempre por ciclovias ou pequenas estradinhas de terra, os jardins, os trigais, as várias plantações que passamos ao longo do percurso, foram a melhor maneira de conviver com este pais. Isto que nós nem éramos profissionais do pedal, eles vão de capacete, roupinha de ciclista, nosso máximo de aparato foi comprar aquelas bermudas estofadinhas e confesso elas foram ouro!!! No mais fomos de bermuda, boné e uma mochila com bikini, protetor solar, câmera fotográfica, uma capinha de chuva e só. O utra razão por ter escolhido a Alemanha foi porque eu estava com muita saudades de comer uma boa bratwurst com cerveja bem gelada. No  nosso  primeiro almoço não deu outra, foi a primeira de muitas, e o que é melhor, sem culpa!!! Pois pedalando o dia inteiro eu tinha muitos créditos para comer e beber!!! Muitos lugares simpáticos para parar ao longo do percurso, onde a gente encontra com outros ciclistas. Olhem só que maravilha! Salsichas de todos os tamanhos e paladares, um paraiso! No segundo dia nosso destino era a cidade universitária de Eichstatt e já tinha esquentado bastante, então fizemos uma parada estratégica para tomar um banho de rio, coisa que eu não fazia desde que era criança. Banho de rio no Danúbio. Cidadezinhas que mais pareciam de bonecas, tudo é muito cuidado, limpo e charmoso. Foi no final do dia quando chegamos em Neuburg , que tivemos uma das boas surpresas desta viagem, minha sensação era que havíamos entrado dentro de um cenário de filme. Esta estória eu vou contar da parte II. Aguardem pessoal! Auf wiedersehen!!!

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Alemanha de bicicleta, já pensou? Parte I

Na cidade italiana

06 de agosto de 2011 0

Antonio Prado é a cidade mais italiana do Brasil. É também uma cidade bem agradável para uma boa caminhada. A avenida principal é bem larga, com  paralelepípedo, em vez de asfalto. Dos dois lados, muitas casas tombadas. Algumas de 1910, outras de 1920, 1930. Parece uma viagem no tempo. Lembrei de Ouro Preto, na primeira vez que estive lá. Claro que Ouro Preto é incomparável. Antonio Prado, no entanto, tem seu valor. O sábado estava agradável, cerca de 25 graus de temperatura, muita gente tomando sorvete e passeando na praça. Eu para variar, saí à procura do Copo de Nescau gelado. Claro que não encontrei. Tive de me contentar com um Nescauzinho e um pastel de carne. Agora, na janta, estou pensando num bom filé a parmeggiana no restaurante aqui em frente ao Hotel Pradense. Falando em hotel, o Pradense me parece melhor. Não gostei do Piemonte. O prédio é feio, não combina com o resto da cidade. O edifício do Pradense é antigo. Estou num apartamento no antigo sótão. O bom é que é quente. O sol bateu o dia todo no telhado. Nem precisa ligar o ar condicionado.

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Na cidade italiana

Em direção à neve, San Martin de los Andes de carro

02 de agosto de 2011 0

  Olá gente, estou chegando esta semana da Argentina com muitas estórias e dicas para vocês. Temporada de esqui perfeita com muita neve e sol e o que é melhor, preços muito acessíveis para nós brasileiros, portanto se você ainda não foi, pense bem porque ainda está em tempo, e este ano a neve vai perdurar até setembro. Este ano optamos sair do Brasil pelo Uruguay para evitar a policia caminera argentina, que quanto mais perto da fronteira do Brasil , principalmente na região de Entre Rios , mais terrível e chata, param os carros com placa do Brasil e podem estar certos que sempre vão achar alguma razão para ganhar uma propina. Saimos da fazenda às 6:30 da manhã, nossa última cidade no Brasil foi Quaraí, entramos no Uruguay por Artigas , e na ponte mesmo fizemos a aduana do carro e das pessoas, é fácil e rápido. Os uruguaios são ótimos, muito educados, não complicam, são um povo realmente hospitaleiro, não fomos parados nenhuma vez sequer dentro do Uruguay (e viva Jorge Drexler!). Esta foi a nossa rota. Então, fomos de Quaraí – Artigas – Salto – Paysandu onde cruzamos a ponte General Artigas e entramos na Argentina, passamos por Gualeguaychu – Zarate , até aí na Argentina a polícia nos parou 2 vezes, em uma delas alegaram que estávamos com os faróis apagados( lá é obrigatório viajar com eles acesos sempre) mas como tínhamos certeza que viajavamos com eles ligados, endurecemos e eles nos deixaram partir sem multas. Na segunda vez nos pararam e alegaram excesso de velocidade 102km/hora, disseram que se pagassemos ali na hora dariam 50% de desconto na multa, do contrário quando cruzassemos a fronteira pagariamos o valor integral…. imagina, eles com um bloquinho de papel na mão, não tinham nada do radar para nos provar que estávamos mesmo naquela velocidade e por coincidência só pararam nós, brasileiros. Decidimos arriscar e a verdade é que nunca nos cobraram a suposta “multa”. E acabaram aí nossos contratempos, no restante a viagem é bárbara, linda, retas intermináveis e belos cenários, só estou querendo prepará-los para lidar bem com estes percalços. Cruzando o Uruguay      Nosso almoço já foi depois de Zarate em  Cañuelas ( que fica a 250km), um lugar muito bom para almoçar  tem várias opções de parrillas e restaurantes.  As estradas são boas e o trecho mais pesadinho da viagem foi de Cañuelas até Azul , somente os primeiros 50km são duplicados, e porque já era final do dia e o cansaço vai pegando, chegamos em Azul em torno da 19:30. Azul é uma cidadezinha muito simpática e deve ter tido um passado muito rico, tem prédios bonitos, um teatro muito legal estilo art noveau, foi a cidade escolhida para passarmos a primeira noite.    Grandes criações de gado Aberdeen Angus e Hereford nas proximidades de Azul.   Lindo prédio da prefeitura de Azul, ostentando as imagens de dois heróis nacionais argentinos: San Martin e Belgrano.     Azul é uma cidade do porte de Uruguaiana, e que privilégio poder ostentar um teatro lindo destes e com uma extensa programação… bons tempos da Argentina rica.        O hotel de Azul é sem luxos, mas limpo, com um bom banho e um desayuno com ótimo suco de laranja e medias lunas. Diária de 180 pesos o quarto duplo, ou seja R$ 90,00 reais. Se você quiser conferir… http://www.granhotelazul.com/   Saimos de Azul em torno das 8 horas, nosso próximo destino era a cidade de Neuquén , já na província de Rio Negro a  890 km de distância. Optamos o caminho que passa pela Serra da Ventana , uma estrada bonita e com pouco movimento. Serra da Ventana. Antes de cruzar os 300km do deserto, paramos para almoçar em Rio Colorado , num posto ACA, umas milanesas com papas fritas e saladas resolveram nosso problema. Chegamos em Neuquén à tardinha, o comércio ainda estava aberto e aproveitamos para comprar o que eles chamam de “correntes liquidas” é um spray para colocar nos pneus para evitar que eles derrapem no gelo. Neuquén é uma cidade bem maior com cerca de 200 mil habitantes.Não tem muuuitas opções de hotéis e eles não são baratos como no restante da Argentina. Paramos no Hotel Comahue , muito bom no centro da cidade, numa grande avenida com um canteiro no meio. Diária de U$139 por quarto duplo. http://www.hoteldelcomahue.com/   Saindo de Neuquén de manhã cedinho, nosso destino é San Martin de los Andes que fica a 430km, uma barbada para quem vinha fazendo uma média de 800 por dia, e a partir daqui a paisagem vai ficando cada vez mais bonita.   Controle sanitário na entrada da provincia de Rio Negro , é proibido entrar com frutas e outros víveres para evitar a disseminação de doenças.   É uma emoção a primeira vista das montanhas nevadas, sensação de liberdade, de ganhar o mundo.   Chegando em San Martin de los Andes   San Martin é uma pequena cidade, muito charmosa e interessante, muitos argentinos que optaram por um lugar tranquilo e bonito para viver se mudaram pra cá e fizeram daqui um lugar diferenciado. Finalmente depois de 2.600km chegamos!! Valeu, foi uma viagem linda, e em outro post vou estar contando tudo de San Martin e de alguns passeios nos arredores dos lagos e do vulcão Lanin Aguardem!!! Adios muchachos!

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Em direção à neve, San Martin de los Andes de carro

O vôo de balão na Capadócia.

11 de julho de 2011 0

Em nosso última edição do Viajando com Arte fizemos um roteiro muito legal na Turquia.  Foram 12 dias descobrindo um país repleto de História, Arte e paisagens desconcertantes.     Para fechar esta viagem tão maravilhosa escolhemos algumas imagens marcantes , principalmente dos momentos mais emocionantes! Na Capadócia , entre formações rochosas milenares , fizemos o primeiro vôo matinal de balão. Foi uma noite tempestuosa, rara por aqui. Passamos um bom tempo sem luz , ilumidaos pelos clarões dos raios e curtindo o som dos trovões. Nada mal se ao amanhecer a clamaria estivesse instalada. Mas não era este o panorama. Um vento insistente nos perseguia e os balões só decolam se as condições são ideais. Acordamos as 4:30h e às 5h a van nos esperava na porta do Hotel . Ao chegar no campo de decolagem um café com bolachinhas nos aqueceu, pois a temperatura beirava os 15 graus. Depois da primeira meia hora de espera a angústia começou a pegar, seria uma frustração se não pudéssemos voar! Mas nenhum balão tinha sido inflado até às 6:30h, o vento persistia e nosso coração se apertava. Soltaram pequenos balões de gás e observaram sua trajetória, ainda muito turbulenta. Nó mirávamos a biruta como que se volta para um ícone religioso, como se nosso olhar fosse pará-la. E o milagre aconteceu, a biruta murchou e os balões começaram a nascer como cogumelos , juro que contei mais de 50 neste dia. A movimentação era frenética e nosso coração começou a disparar. O vôo ia sair. Dividiram nosso grupo em dois balões, cabem 20 pessoas em cada cesto. Ás 7h já estávamos a postos , ecarapitados cada um em seu compartimento. Os marinheiros de primeira viagem, mais ansiosos, eram reconfortados pelos já experientes , com histórias de vôos no Egito e na África do Sul. O vôo foi mais baixo que o normal, mas pudemos ver o sol nascer e curtir o visual do Vale do Amor , Goreme , Utshisar desde o alto. As expressões de encanto e perplexidade se repetiam, os semblantes falam por si! Depois o silêncio de um vôo calmo, o som das torrentes de fogo inflando e dirigindo nosso balão. O pouso foi mais turbulento que em outras experiências, acho que o comandante nâo era tão experiente, afinal , nem usava uniforme como bem observou a Nícias. Mas ao final estávamos deleitadas pela sublime experiência e após os tradicionais certificados brindamos com champagne, os deuses conspiraram a favor mais uma vez!

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O vôo de balão na Capadócia.

Ainda o cacau…

05 de julho de 2011 0

Um leitor baiano, Luiz Menezes , após ler nossa postagem sobre o cacau envia elogios e as seguintes informações.  Com o problema descrito, muitos agricultores desistiram do cultivo, um paradoxo, já que o consumo de chocolate aumenta a cada ano. A história concede ao colono francês Louis Warneaux todo o mérito de ter sido o primeiro a trazer sementes da árvore( a comida dos deuses) do Pará e as ter plantado na região de Ilhéus em 1746. Mas ele não ficou com todo o reconhecimento de espalhar o fruto pelo sul da Bahia. Tal honraria coube a um mamífero o quati . Esse bicho simpático é reverenciado como o grande plantador de cacau. Tudo por uma questão de extremo bom gosto: ele adora cacau, anda de árvore em árvore comendo a polpa do fruto e dispersando as sementes. Há até quem acredite que foi ele quem trouxe o cacau da Bacia Amazônica para Ilhéus. As árvores do cacau são nativas da América Central e eu sempre li que foi do México que ela chegou a Europa. Era amargo e usado como estimulante e até afrodisíaco, usado claro, apenas pela realeza. PS: Obrigado Luiz, escreva mais e eu me atrevo a acrescentar: o grande salto para o consumidor foi dado por italianos que tiveram a idéia de acrescentar o açúcar e aos poucos o transformaram na delícia que é hoje.

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Ainda o cacau…

A Serra de Santa Catarina: beleza natural! Por Luciana Petry Anele

18 de maio de 2011 0

  Optamos por uma Páscoa diferente e foi inesquecível! Planejamos o nosso roteiro viajando de carro a partir de Porto Alegre pelo litoral, via BR 101 até Criciúma e, a seguir, chegando a Lauro Muller. Neste momento começou o percurso maravilhoso da   ESTRADA DA SERRA DO RIO DO RASTRO     Ligação entre o Litoral e o Planalto Serrano, a SC-438 liga em curvas sinuosas uma altitude de 1467 metros até o nível do mar. É uma estrada com subidas íngremes e curvas fechadas, onde se tem uma espetacular vista da serra e sua exuberante Mata Atlântica. Com muitas matas e cachoeiras, é um dos cartões postais do estado.                                                          À medida que se sobe seus cerca de doze quilômetros, os paredões rochosos ficam maiores e mais impressionantes No início do século os tropeiros da serra levavam dias viajando no lombo de burros por este percurso para chegar ao litoral. Hoje, asfaltada e segura, é fácil percorrê-la em menos de meia hora. Mas levamos bem mais tempo para subir a serra porque parávamos constantemente nos refúgios para apreciar os penhascos, cachoeiras, tirar fotografias e ficar observando os caminhões vencendo lentamente a subida. Chegamos a Bom Jardim da Serra, onde a partir de um mirante descortina-se uma vista dos vales, dos morros, das colinas e das montanhas. Em dias de visibilidade perfeita dizem que é possível ver o mar em último plano. Sem dúvida alguma, a Serra do Rio do Rastro é uma imagem que realmente impressiona pela sua beleza.       O nosso destino era URUBICI, cidade bem próxima, onde ficamos na Fazenda Fogo Eterno – Hospedaria Rural.       O ambiente é ótimo, confortável e tem uma vista panorâmica linda, com araucárias por todos os lados. Oferecem passeios a cavalo nas redondezas, disponibilizam um galpão crioulo bem equipado e os jantares são uma atração a parte! Na sexta feira santa, desfrutamos de uma Truta com Alcaparras deliciosa… A cidade fica a cerca de 8 km de distância e pode ser apreciada a partir do Mirante Municipal .       Nosso primeiro passeio em URUBICI foi uma ida ao Morro da Igreja , de onde se consegue visualizar a sua maior atração:   A PEDRA FURADA       A pedra tem uma abertura de 30 metros de circunferência e a beleza desta região já valeu a viagem! O local oferece a visão panorâmica do litoral de Santa Catarina.   Lá são registradas as temperaturas mais frias: em 1996 houve o registro de 17,8º C negativos no termômetro e 40º C negativos na sensação térmica, um recorde nacional.       Depois deste deslumbramento, onde não cansávamos de tirar fotos, fomos conhecer a   CASCATA VÉU DA NOIVA       A cachoeira é bem bonita, mas naquele dia não tinha muita água. Em compensação, nos seus arredores, uma mata cheia de xaxins, que formam um conjunto lindo.   Outro passeio que nos encantou foi até a   SERRA DO CORVO BRANCO   Fica entre Urubici e a cidade de Grão-Pará e possui o maior corte em rocha no Brasil, com 90 metros. Sua denominação vem da existência de aves do mesmo nome na região.     Quem vai a Urubici, além das belezas naturais, pode e deve dedicar um tempo para degustar os vinhos da região, que já acumulam vários prêmios pela sua excelência.   Escolhemos fazer uma visita a cidade vizinha de São Joaquim , para conhecer a   VINÍCOLA VILLA FRANCIONI   A linda vinícola, construída com tijolos de demolição, guarda preciosidades como o lustre e a mesa que pertenceu à família real portuguesa e luminárias marroquinas. Muitas grades de ferro de antiquários e estruturas de madeira aparente belíssimas.                                                                                             Não bastasse tudo isso, os vinhos são de ótima qualidade e a degustação é feita num ambiente muito agradável, com vista para os vinhedos. A visita dura 1h30 e inclui explicação sobre as etapas de produção da bebida e degustação.                                                                 Nosso retorno a Porto Alegre foi pelo interior, via Lages, Vacaria, passando ainda por Antônio Prado, que é uma jóia da arquitetura da imigração italiana. Mas isso já é assunto para outro post…   Sempre gostamos muito de ficar Viajando com Arte , mas desta vez as principais obras primas foram criações da natureza!

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A Serra de Santa Catarina: beleza natural! Por Luciana Petry Anele

Pelos cafés de Buenos Aires

05 de maio de 2011 0

É sabido por nós que em Buenos Aires em cada café colocaram uma esquina. Todos valem à pena. Tem histórias, boas empanadas, milanesas incomparáveis, medias lunas crocantes, além de tortas pasqualinas. Mas estes novos cafés me surpreenderam. Devo a surpresa a Ariel Palácios , correspondente em Buenos Aires. Ao invés de quadros, as paredes ostentam palavras de apoio ao presidente Juan Domingo Perón. Em outro ponto, repousa a foto da mulher do general, a Evita, cercada de flores e bilhetinhos. O peronismo está presente em todos os cantos do recém- inaugurado Perón- Perón Resto Bar . Mas ele não é o único: diversos bares, cafés e restaurantes de Buenos Aires adotaram o movimento como tema. Os peronistas não gostam da comparação, mas para os gastrônomos/ portenhos são uma espécie de Hard Rock Café do Peronismo. A decoração conta com fotografias, documentos, pôsteres e objetos pessoais do casal. Freqüentados por militantes e integrantes do governo, começam a ser visitados pelos turistas. O Perón- Perón Resto Bar acumula uma série de objetos referentes ao líder. Enquanto saboreia pratos de nomes relativos ao peronismo, o cliente ouve musica, ocasionalmente interrompida por discursos de Evita. Quem entra no Um Café com Perón , na Recoleta, depara-se com o próprio tomando um cafezinho entre uma pausa e outra do exercício do poder. A estátua do El Conductor, em tamanho natural, surpreende pelo realismo. O café é decorado com fotografias e objetos de época. Na lojinha, lembranças do ex primeiro casal são vendidas. No lugar onde hoje funciona o café viviam os mordomos que serviam o presidente. Os militares que derrubaram Perón nos anos de 1950 ordenaram também a derrubada do palácio. O pioneiro dos temáticos peronistas foi o restaurante El General , fundado em 2005. O prato principal da casa é o substancial pastel de papas, equivalente argentino à torta madalena, o prato preferido de Perón . Outra especialidade é o bife de chorizo feito com vinho malbec. O restaurante é freqüentado por líderes sindicais, secretários de Estado e parlamentares. Durante o almoço, o ambiente é embalado por musicas da época e pela Marcha Peronista. Neste momento, os clientes levantam de suas cadeiras e entoam a emblemática melodia.

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Pelos cafés de Buenos Aires

Para aumentar a longevidade

02 de outubro de 2010 0

Esse tema de viver mais tempo, e com qualidade de vida, sempre me despertou atenção. Tive avó bem longeva – quase 100 anos – mas os últimos foram sem qualidade de vida, pois ficava “fora do ar”. Penso que uma velhice saudável se constroi desde muito cedo, com exercícios regulares, alimentação saudável e permanente desafio à mente

Confira o post completo no blog Todomundo:
Para aumentar a longevidade

Surge mais uma atração enoturística na Campanha

25 de julho de 2010 0

Acesso principal Duas novatas na vitivinicultura nacional se uniram para alavancar a atividade na Campanha gaúcha.

Confira o post completo no Enoblog:
Surge mais uma atração enoturística na Campanha

Pororoca, o espetáculo das águas

22 de março de 2010 0

A pororoca, espetáculo do encontro das águas do Rio Amazonas com o Oceano Atlântico, deve atrair 50 mil turistas ao município de São Domingos do Capim, no nordeste do Pará, entre os dias 26 e 31 de março.

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